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Sete casos de intoxicação por Nicotiana glauca, planta venenosa chamada popularmente de “falsa couve”, foram confirmados em Santa Vitória, no Triângulo Mineiro. O prefeito Sérgio Moreira confirmou a situação na quinta-feira (16).

O município, com cerca de 20 mil moradores, fica a aproximadamente 360 km de Patrocínio, onde quatro pessoas também foram intoxicadas pela mesma planta em 8 de outubro. Claviana Nunes da Silva, de 37 anos, faleceu. Um homem recebeu alta e outras duas pessoas ainda estão hospitalizadas.

A “falsa couve” pode ser confundida com a couve tradicional, mas apresenta folhas mais finas, toque aveludado e coloração verde-acinzentada.

*Metro1
Foto: Divulgação/Polícia Militar


Ministro do STF atendeu a pedido relacionado a denúncia do ex-deputado estadual Tony Garcia

Ministro Dias Toffoli em sessão no plenário do STF | Foto: Fellipe Sampaio /STF
Ministro Dias Toffoli em sessão no plenário do STF | Foto: Fellipe Sampaio /STF

O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a Polícia Federal a fazer buscas na 13ª Vara Federal de Curitiba, onde o hoje senador Sergio Moro (União-PR) atuou como juiz. Essa medida atende a pedidos de investigação relacionados a uma denúncia do ex-deputado estadual Tony Garcia contra Moro.

Tony Garcia declarou ter sido coagido a realizar gravações ilegais a pedido de Moro durante o caso Banestado, ocorrido em dezembro de 2004, como parte de seu acordo de delação premiada. O ex-parlamentar também alega que, sob orientação do então juiz, teriam sido feitas investigações secretas contra autoridades com foro privilegiado, incluindo o então governador do Paraná e ministros do Superior Tribunal de Justiça (STF). Sergio Moro nega todas as alegações.

Razões da busca contra Moro

O ex-deputado afirma que documentos guardados na vara onde Moro trabalhou poderiam sustentar suas declarações. O ministro Dias Toffoli concordou com a apuração desse material e expediu mandado de busca à PF. “Defiro sejam empreendidas pela autoridade policial as diligências propugnadas, visando autorizar o exame in loco dos processos ali relacionados, documentos, mídias, objetos e afins relacionados às investigações”, afirmou Toffoli.

Ainda na decisão, Toffoli manteve a investigação sob responsabilidade do STF, contrariando o pedido de Sergio Moro, que argumentava que os fatos investigados aconteceram antes do início de seu mandato parlamentar. 

Moro critica proposta de novo imposto sindical: ‘Com meu voto, jamais’
Sérgio Moro foi juiz titular da 13ª Vara Federal de Curitiba | Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

Em nota oficial, os advogados de Moro afirmaram não ter acesso ao inquérito, que consideram fundamentado em relatos inverídicos de Tony Garcia.

A defesa de Sergio Moro declarou não ver nenhuma irregularidade nos fatos — supostamente ocorridos há duas décadas — citados pelo ex-deputado estadual do Paraná. “O senador não tem qualquer preocupação com o amplo acesso pelo STF aos processos que atuou como juiz. Essas diligências apenas confirmarão que os relatos de Tony Garcia são mentirosos”, afirmou a nota dos advogados de Moro.

Informações Revista Oeste


Data celebra Dia do Servidor Público

Prefeitura Municipal de Feira de Santana

A Prefeitura de Feira de Santana divulgou que não haverá expediente nas repartições municipais na próxima segunda-feira (27), em razão das comemorações pelo Dia do Servidor Público, celebrado oficialmente em 28 de outubro. Um decreto assinado pelo prefeito José Ronaldo (União Brasil) foi publicado na edição de sexta-feira (17) do Diário Oficial do Município.

Publicada no Diário Oficial do Município, a decisão estabelece ponto facultativo apenas para os setores administrativos. Já os serviços considerados essenciais, como o atendimento nas unidades de saúde, o Serviço Móvel de Urgência (SAMU), a limpeza pública e a atuação da Guarda Municipal, funcionarão normalmente.

Com a medida, as atividades regulares do município serão retomadas na terça-feira (28).


Thiago Silva marcou nos acréscimos e garantiu a vitória do Fluminense por 1 a 0 sobre o Juventude no Maracanã, pela 28ª rodada do Brasileirão. O resultado coloca o Tricolor na sétima posição e mantém o time gaúcho afundado na vice-lanterna

© Getty Images

O Fluminense venceu o Juventude por 1 a 0, nesta quinta-feira (16), no Maracanã, pela 28ª rodada do Campeonato Brasileiro. Thiago Silva marcou o gol salvador do Fluminense, aos 52 minutos do segundo tempo.

O Fluminense chega a 41 pontos e fica na sétima posição, se aproximando do G6.

O Juventude segue em situação delicada, ficando com 23 pontos, na vice-lanterna. O Santos é a primeira equipe fora da zona de rebaixamento, com 31.

O Fluminense volta a campo no clássico contra o Vasco, na próxima segunda-feira. O Juventude recebe o Bragantino no mesmo dia. As partidas são válidas pela 29ª rodada.

LANCES IMPORTANTES

O jogo começou truncado, e o primeiro lance de perigo foi apenas aos 31 minutos. Igor Formiga passou no fundo e cruzou. A bola passou pela zaga e chegou em Mandaca, que arrematou. Fábio quase se complicou, espalmou, mas foi rápido para segurar.

O Juventude assustou mais uma vez no segundo tempo. Ênio desceu pela esquerda e cruzou fechado. Gabriel Taliari deu peixinho, mas não alcançou a bola que saiu pela linha de fundo.

O Fluminense chegou com perigo aos 32 minutos. John Kennedy e Hércules chutaram em sequência, com ambos sendo travados pela zaga.

Giovanny, que havia acabado de entrar, carimbou a trave de Fábio na melhor chance do jogo.

Após tentativa de finalização de Soteldo, Thiago Silva dominou na área, virou e bateu na saída de Jandrei. A bola passou perto da trave, pegando na rede pelo lado de fora.

Aos 52 minutos, Thiago Silva salvou o Fluminense com um gol de voleio após cruzamento desviado.

FLUMINENSE
Fábio; Samuel Xavier, Thiago Silva, Freytes e Renê (Fuentes); Martinelli, Hércules e Lima (John Kennedy); Canobbio (Soteldo), Serna (Riquelme Felipe) e Cano (Everaldo). Técnico: Luis Zubeldía.

JUVENTUDE
Jandrei; Igor Formiga, Abner, Marcos Paulo e Alan Ruschel; Caíque, Jadson (Peixoto) e Mandaca (Nenê); Rafael Bilu (Negueba), Gabriel Taliari (Giovanny) e Gilberto (Ênio). Técnico: Thiago Carpini.

Local: Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: Jefferson Ferreria de Moraes (GO)
Assistentes: Thiaggo Americano Labes (SC) e Fernanda Kruger (MT)
VAR: Emerson de Almeida Ferreira (MG)
Gol: Thiago Silva, aos 52′ do 2º tempo (FLU)
Amarelos: Thiago Silva e Freytes (FLU); Jandrei, Abner, Marcos Paulo, Jadson, Mandaca, Giovanny e Gabriel Taliari (JUV)

Fonte: Notícias ao Minuto


O Exército dos Estados Unidos lançou novo ataque marítimo sob justificativa de combate ao narcotráfico. A ação, próxima à costa venezuelana, deixou sobreviventes, diferente das anteriores, que mataram 27 pessoas. Trump é acusado de violar leis internacionais e de autorizar operações secretas na região

© Divulgação- Governo do Estados Unidos

O Exército dos Estados Unidos realizou um novo ataque no mar do Caribe, próximo à costa da Venezuela, nesta quinta-feira (16), atingindo um sexto navio suspeito de envolvimento com o tráfico de drogas. A operação foi conduzida por militares do Comando Sul, segundo fontes ouvidas pela emissora norte-americana CBS News.

Diferentemente de outras ações, o ataque não foi anunciado nas redes sociais pelo ex-presidente Donald Trump, mas confirmado por autoridades do governo norte-americano, que afirmaram haver sobreviventes. Este é o primeiro caso com registros de pessoas vivas após as ofensivas anteriores, que deixaram 27 mortos, entre cidadãos da Venezuela, Colômbia e Trinidad e Tobago.

Na quarta-feira, a polícia de Trinidad e Tobago informou que investiga se dois cidadãos do país estão entre os seis mortos em um dos ataques. Lenore Burnley, mãe de uma das supostas vítimas, Chad Joseph, de 26 anos, afirmou à agência France-Presse que o filho era pescador e voltava para casa após três meses de trabalho na Venezuela. Segundo ela, a ação militar foi desproporcional e contrária às normas marítimas, que preveem a interceptação e abordagem de embarcações suspeitas, e não sua destruição.

Trump tem defendido as ações militares como parte de uma campanha contra o narcotráfico, tratando os suspeitos como combatentes ilegais. No Congresso, parlamentares democratas acusam o ex-presidente de violar o direito internacional e leis norte-americanas, enquanto até alguns republicanos pedem esclarecimentos à Casa Branca.

De acordo com fontes ouvidas pela agência Associated Press, a administração Trump ainda não apresentou provas de que os barcos atacados transportavam drogas. Os ataques ocorrem em meio ao aumento da presença naval dos Estados Unidos na região e a relatos de que Trump teria autorizado operações secretas da CIA na Venezuela com o objetivo de neutralizar o presidente Nicolás Maduro.

Questionado sobre o assunto, Trump não negou a informação e afirmou que também considera realizar ataques terrestres contra supostos traficantes em território venezuelano. Washington acusa Maduro de chefiar uma rede internacional de narcotráfico e oferece recompensa de até 50 milhões de dólares por sua captura, o que o líder venezuelano nega categoricamente. 

Fonte: notícias ao Minuto


Partidos aliados aguardam a decisão de Jair Bolsonaro sobre quem será o candidato do bolsonarismo à Presidência em 2026 para definir alianças e chapas ao Senado. O ex-presidente quer indicar ao menos um nome por estado, priorizando o controle político da Casa

© Getty

Partidos de direita aguardam a definição de Jair Bolsonaro (PL) sobre quem será seu sucessor na disputa pela Presidência em 2026 para definir chapas em estados considerados estratégicos para a eleição nacional.

O bolsonarismo tem candidatos competitivos ao Senado, seja do PL, seja de partidos aliados, em ao menos 13 estados -majoritariamente no centro-sul do país.

A Casa tem a prerrogativa de aprovar o impeachment de ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) e foi eleita como prioridade por Bolsonaro, que sonha concentrar a maioria dos parlamentares para “ter mais poderes quer o próprio presidente da República”, como já afirmou.

Aliados do bolsonarismo apontam que alianças podem ser feitas ou desfeitas a depender de quem for o candidato ao Planalto -e de se for um nome também próximo de alguns partidos de centro, como o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), ou algum integrante da família Bolsonaro.

A indefinição se dá especialmente no PSD –que integra o governo Lula (PT), mas também o de Tarcísio em São Paulo. O governador tem mantido postura ambígua, mas freou a ofensiva presidencial nas últimas semanas e tem reforçado ser candidato à reeleição.

A ordem do ex-presidente é para que uma das vagas em cada estado seja de sua indicação, e a outra, de um partido aliado.

Apesar da prioridade dada por Bolsonaro, seu campo político precisaria de um desempenho eleitoral sem precedentes em 2026 para controlar a maioria das 81 cadeiras do Senado.

Em 2022, foram disputadas 27 vagas na Casa, e os aliados do ex-presidente conquistaram 56% delas. Em 2026, o Senado irá renovar as demais 54 vagas. Se o bolsonarismo repetir o índice de sucesso, conseguirá ocupar a maioria das cadeiras, 45, mas não chegará às 54 necessárias para conseguir a aprovação de um impeachment de ministro do STF (Supremo Tribunal Federal).

No Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Distrito Federal e Paraná, a definição da chapa do Senado para o ano que vem depende bastante do arranjo para a disputa presidencial.

No Rio de Janeiro, se Tarcísio for candidato ao Planalto, o prefeito e provável candidato ao governo Eduardo Paes (PSD) pode ficar neutro em relação à Casa, o que beneficiaria o PL, que pode ter dois candidatos no estado.
Paes é aliado de Lula, mas o presidente do PSD, Gilberto Kassab, já disse que estará com Tarcísio caso o governador se lance à Presidência.

No Rio, além de Flávio Bolsonaro, o PL pode lançar ao Senado o governador Cláudio Castro, o senador Carlos Portinho ou até mesmo o líder da sigla na Câmara, Sóstenes Cavalcante.

O PSD hoje tem um pré-candidato próprio ao governo federal: Ratinho Jr., chefe do Executivo no Paraná. Ele manterá a candidatura caso o governador de São Paulo decida não concorrer. Caso contrário, poderá se lançar ao Senado. No estado, o bolsonarismo tem mais duas candidaturas: deputado Filipe Barros (PL-PR) e Cristina Graeml (Podemos).

Em São Paulo, maior colégio eleitoral do país, a indefinição preocupa aliados do governador e do ex-presidente. Um cenário se desenha com Tarcísio concorrendo à reeleição, o secretário de Segurança Pública, Guilherme Derrite (PP), para uma vaga ao Senado e o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) concorrendo para a outra -mas a presença dele nos EUA e as investigações que o atingem podem inviabilizá-lo.

Em outro cenário, o prefeito da capital paulista, Ricardo Nunes (MDB), deixaria o cargo para concorrer ao governo ou o vice-governador Felício Ramuth (PSD) seria alçado ao posto.

Há ainda a possibilidade de o vice-prefeito de São Paulo, Mello Araújo (PL), considerado um empecilho para eventual saída de Nunes, ser candidato ao Senado no lugar de Eduardo, que não deve retornar ao Brasil.

Em Minas Gerais, estado do também presidenciável Romeu Zema (Novo), o Republicanos deve lançar para governador o senador Cleitinho, enquanto o chefe do Executivo estadual busca emplacar seu vice, Matheus Simões.

Para isso, Simões pode se filiar ao PSD, que hoje é casa do senador Rodrigo 

Pacheco (MG), possível nome de Lula para governador no estado.

Santa Catarina, Distrito Federal e Rondônia são estados em que o PL deverá ter dois nomes concorrendo ao posto.

No primeiro caso, Carlos Bolsonaro deve ficar com uma das vagas. A segunda é disputada pela deputada Carol de Toni (PL-SC) e pelo senador Esperidião Amin (PP-SC), que busca a reeleição.

Os dois estiveram recentemente com Bolsonaro, preso em casa desde 4 de agosto. O ex-presidente disse à deputada que ela era um bom nome e deu aval para que tentasse se viabilizar. Já Amin afirmou à reportagem, após o encontro, que está cedo e há muita coisa para acontecer ainda.

O governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL), tenta um arco amplo de alianças, mas poderia perder Amin e o PP -que se uniriam a uma candidatura do prefeito de Chapecó, João Rodrigues (PSD)- caso seu partido lance dois nomes ao Senado.

No Distrito Federal, o PL apresenta duas candidaturas eleitoralmente viáveis, mas o movimento pode pôr o partido em rota de colisão com aliados. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro é vista como garantida em uma das vagas -caso não se lance numa eventual chapa à Presidência, mesmo que como vice.

A outra é postulada pelo governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), que busca firmar acordo com PL e PP. A ideia é que a vice Celina Leão (PP), amiga de Michelle, seja sua sucessora e a chapa contemple a ex-primeira-dama e ele.

Mas a deputada Bia Kicis (PL-DF) também se colocou para o cargo, após conversas com Bolsonaro no início do ano.

Em Rondônia, o PL também deverá ter dois candidatos: o senador Marcos Rogério, que tentará se reeleger, e o empresário e amigo do clã Bruno Scheid.
Opções ao Senado competitivas ao bolsonarismo*

NORTE (3)
– Acre: senador Márcio Bittar (PL-AC)
– Rondônia: deputado federal Fernando Máximo (União Brasil-RO)
– Pará: deputado federal Éder Mauro (PL-PA)

NORDESTE (1)
– Rio Grande do Norte: senador Styvenson Valentin (Podemos-RN)

CENTRO-OESTE (4)
– Distrito Federal: ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL-DF)
– Goiás: deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO)
– Mato Grosso do Sul: governador Reinaldo Azambuja (PL)
– Tocantins: senador Eduardo Gomes (PL-TO)

SUDESTE (3)
– Minas Gerais: senador Carlos Viana (Podemos-MG)
– São Paulo: secretário de Segurança Pública Guilherme Derrite (PP)
– Rio de Janeiro: senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ)

SUL (2)
– Paraná: Cristina Graeml (Podemos)
– Santa Catarina: Carlos Bolsonaro (PL-RJ)

*Incluindo nomes do PL, partidos aliados ou notórios apoiadores de Bolsonaro que já estão bem posicionados em pesquisas locais para ao menos uma das vagas ao Senado

Com informações Notícias ao Minuto


Empresa emprega 277 mil pessoas em todo o mundo

Foto: reprodução

O novo CEO da Nestlé, Philipp Navratil, anunciou que cerca de 16 mil funcionários serão demitidos nos próximos dois anos. O número de demissões equivale a aproximadamente 6% do total de trabalhadores da companhia, que atualmente emprega 277 mil pessoas em todo o mundo.

“O mundo está mudando e a Nestlé precisa se adaptar com mais agilidade, o que exigirá decisões difíceis, porém necessárias, para reduzir o quadro de funcionários”, afirmou em comunicado Navratil, que assumiu o comando da empresa em setembro.

Os principais afetados ocupam cargos administrativos, cerca de 12 mil, enquanto a minoria, cerca de 4 mil, trabalha em fábricas da empresa, segundo informações da revista Veja.

A decisão foi bem recebida na Bolsa de Valores de Zurique (Suíça), já que as ações do grupo subiram cerca de 8% no mercado. Com as demissões, a expectativa é que o grupo economize mais de R$ 20 bilhões até o final de 2027.

A Nestlé atua há mais de 100 anos no Brasil. A empresa tem 31 unidades industriais, localizadas nos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Goiás, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Espírito Santo, segundo informações da própria página na web. Uma das fábricas da Nestlé fica em Feira de Santana, no centro-norte baiano.

Emprega mais de 20 mil colaboradores diretos e gera outros 200 mil empregos indiretos, que colaboram na fabricação, comercialização e distribuição de mais de 1.000 itens em todo o país. A empresa não informou, no entanto, se o Brasil sofrerá demissões.

Navratil assumiu o cargo de CEO da Nestlé no lugar de Laurent Freixe, que foi demitido após uma investigação interna da empresa apontar um relacionamento amoroso entre o então presidente e uma funcionária. O anúncio foi feito no dia 1º de setembro.

Fonte: correios


O MPF alegava que José Ronaldo teria autorizado licitações com falhas técnicas, alegando improbidade administrativa.

Foto: reprodução

Em uma decisão unânime, o prefeito José Ronaldo de Carvalho teve sua inocência confirmada pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), pondo fim a uma ação de improbidade administrativa movida pelo Ministério Público Federal (MPF) em 2020.Play Video

A 4ª Turma do TRF1 manteve integralmente a sentença da juíza Dra. Gabriela Macêdo Ferreira, da 2ª Vara Federal de Feira de Santana, que havia julgado improcedentes todas as acusações contra o gestor. Em agosto de 2023, ela decidiu a favor de José Ronaldo, que até então, era ex-prefeito.

O caso investigado teve origem em um relatório da Controladoria-Geral da União (CGU) que levantava supostas irregularidades na execução de obras de pavimentação e drenagem da avenida de acesso ao aeroporto de Feira de Santana, financiadas por convênio com o Ministério do Turismo. O MPF alegava que José Ronaldo teria autorizado licitações com falhas técnicas, alegando improbidade administrativa.

No entanto, a Justiça de Feira de Santana e, posteriormente, o TRF1, foram categóricos em afastar qualquer ilicitude. A juíza Gabriela Macedo rejeitou as acusações, destacando a falta de elementos essenciais para a improbidade.

“Os documentos encartados aos autos não demonstram a existência de efetivo prejuízo ao erário. Não há provas de que as supostas exigências restritivas nas concorrências públicas tenham causado dano aos cofres públicos.”

A magistrada ressaltou ainda que o MPF tratou o dano como presumido, o que se tornou insustentável juridicamente após a Lei nº 14.230/2021, que exige dolo comprovado e dano efetivo para a caracterização do ato ímprobo.

A tese foi acolhida pelo TRF1, que, sob a relatoria do Desembargador Federal Marcos Augusto de Sousa, reconheceu a “ausência total de dolo, culpa ou prejuízo ao patrimônio público”. O desembargador reforçou que a ação de improbidade não pode se basear em presunções.

Os advogados de José Ronaldo, Guilherme Teixeira Neto e Camila Rios, destacaram que a apelação do MPF carecia de fundamentos jurídico e probatório.

“O Ministério Público tratou o dano como presumido, não apurou o real e efetivo prejuízo ao erário”, argumentou a defesa, lembrando que nenhum ato ímprobo foi atribuído ao ex-prefeito, que sempre atuou dentro da legalidade.

A decisão final do TRF1 em 2025 encerra o processo, que se arrastava desde 2020, quando o MPF propôs a ação.

A decisão, segundo sua defesa, “restitui a verdade e a honra”, comprovando que a gestão de Ronaldo foi pautada na legalidade.

Linha do tempo do processo:

DataEvento
2017CGU realiza auditoria e elabora relatório sobre obras de acesso ao aeroporto.
2020MPF propõe ação de improbidade contra José Ronaldo.
2021Defesa apresenta contestação demonstrando ausência de dolo, dano e interesse da União.
Agosto/2023Juíza Gabriela Macedo Ferreira julga improcedente a ação.
Agosto/2023MPF interpõe apelação.
Outubro/2023Defesa apresenta contrarrazões técnicas ao TRF1.
2025TRF1 confirma sentença e reconhece a inocência de José Ronaldo.



Só 13% dos assassinatos têm solução no estado, aponta levantamento

Bar no IAPI foi cenário de troca de tiros Crédito: Arisson Marinho/CORREIO

O Brasil vive a expectativa para a revelação do assassino de Odete Roitman. Na dramaturgia, o público saberá a resposta nesta sexta-feira (17), quando encerra a novela Vale Tudo. No entanto, se a novela se passasse na Bahia, o capítulo final provavelmente não terminaria com a descoberta do culpado.

Essa afirmação tem como base a pesquisa Onde Mora a Impunidade, realizada pelo Instituto Sou da Paz, que aponta que apenas 13% dos homicídios dolosos cometidos na Bahia em 2023 foram esclarecidos, sendo o menor do país entre os estados que forneceram informações para o levantamento. Naquele ano, 4.461 crimes contra a vida foram registrados em território baiano, com 572 mortes esclarecidas.

A metodologia considera crimes esclarecidos, aqueles em que ao menos um dos autores é denunciado em até dois anos após o caso. Os dados têm como base as ocorrências de homicídio doloso denunciados criminalmente e foram fornecidos pelo Ministério Público ou Tribunais de Justiça de cada unidade federativa. Dez estados foram desconsiderados por fornecerem informações incompletas.

“Cerca de dois terços dos crimes são denunciados no mesmo ano. Uma atuação rápida das equipes de investigação, desde o isolamento até a perícia, é fundamental para que se consiga bons elementos de prova. Essa celeridade garante que o processo siga de uma forma mais robusta até uma efetiva condenação”, explica a coordenadora de projetos do Instituto Sou da Paz, Beatriz Graeff.

Os dados da Bahia foram fornecidos pelo Ministério Público (MPBA) e mantêm a média dos anos anteriores. Dos crimes registrados no estado em 2023, 11% foram esclarecidos no mesmo ano, enquanto apenas 2% tiveram resolução no ano passado. Apesar de solicitado, o órgão não informou idade, raça ou sexo das vítimas.

A medição no estado começou em 2017 com o estado registrando 20% de esclarecimento e alcançando o maior índice em 2019, com 24%. O número caiu pela metade em 2020, variando entre 12% e 15% nos anos seguintes.

“A Bahia sempre esteve entre os piores desempenhos do país. É importante considerar que o estado vive uma situação já consolidada de disputa de facções criminosas, mantendo a taxa de homicídios sempre muito alta. Isso faz com que a estrutura do estado esteja sempre defasada e correndo atrás de um volume grande de mortes para investigar”, continua Beatriz.

Para Dudu Ribeiro, integrante da Rede de Observatórios da Segurança na Bahia, alguns fatores explicam essa dinâmica da baixa resolução de crimes contra a vida: “Uma é a desproporção que a política de segurança pública dá aos seus esforços e, portanto, financiamento e recursos que é focado na repressão, o que tem comprometido a investigação”. 

No Brasil, a taxa de resolução chega a 36%. Os estados com os melhores índices são o Distrito Federal, com 96% e Rondônia, com 92%. Apesar da pesquisa não fazer a análise qualitativa das políticas públicas, a coordenadora afirma que o contexto criminal em cada estado pode ajudar a explicar o porquê dos números.

“O Distrito Federal tem como característica o fato de ter polícias muito bem estruturadas, muitos recursos, bons salários, concursos regulares e isso tem impacto nos resultados. Sobre Rondônia, é importante olhar esse dado com cuidado, porque houve um salto muito grande no indicador e isso pode estar relacionado a um possível represamento de processos nos anteriores, ou a uma questão na coleta de dados no Ministério Público”, explica.

Para Beatriz, a solução envolve a criação de um único indicador por parte do Ministério da Justiça e Segurança Pública que consolide os dados sobre a elucidação de crimes no Brasil. Ela lembra que uma das motivações para o surgimento da pesquisa do Instituto Sou da Paz foi a falta desse tipo de informação por fontes oficiais.

“Essa produção de dados padronizados possibilitaria que os estados realizem o acompanhamento anual dessa situação e fixaria o esclarecimento de crimes como uma prioridade de política pública. Se você não consegue medir o caminho para o qual está direcionada a efetividade da sua ação, não é possível identificar o que está dando certo e onde é possível melhorar”, finaliza.

O MPBA afirmou, em nota, que “vem intensificando o controle e o monitoramento dos prazos e da qualidade dos inquéritos conduzidos pela Polícia Civil (PC)”. Entre as ações estão o desenvolvimento de protocolos de investigação de homicídios com foco no aprimoramento das técnicas de investigação, na padronização de procedimentos e na priorização de casos em que as vítimas estejam em situação de maior vulnerabilidade.

A Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA) também foi procurada e informou que cerca de 1.800 novos delegados, escrivães, investigadores e peritos foram contratados desde o início de 2023. Segundo o órgão, as contratações têm o objetivo de qualificar as investigações e garantir uma maior rapidez nos trabalhos de elucidação de crimes.

Outras medidas informadas são a adoção da política de Policiamento Orientado Pela Inteligência (POI), com forças estaduais e federais atuando em conjunto contra grupos envolvidos em mortes violentas, além de investimentos em modernização e interiorização de equipamentos.

“Por fim, a SSP salienta que planeja novos concursos para a Polícia Civil e Departamento de Polícia Técnica (DPT), além da aquisição de novas ferramentas de investigação”, finaliza o órgão.

Fonte: Correio


Colossal vence o Tricolor por 2 a 1 e chegou ao 6º jogo de invencibilidade em casa na elite do futebol do país

Foto: Rafael Rodrigues/EC Bahia

O Vitória manteve o tabu de nunca ter perdido pelo Bahia no Barradão em jogos da Série A do Campeonato Brasileiro. Na noite desta quinta-feira (16), o Colossal bateu o rival Tricolor por 2 a 1, no clássico Ba-Vi 504, pela 28ª rodada da competição nacional. O Leão estufou as redes com Renato Kayzer e Raúl Cáceres, enquanto Tiago descontou para o Esquadrão de Aço.

Com o resultado positivo, o Leão segue abrindo a zona de rebaixamento ocupando o 17º lugar na tabela de classificação com 28 pontos, três a menos do que o Santos, que está fora da degola em 16º. Estacionado nos 43, o Esquadrão de Aço segue na sexta colocação, atrás do Botafogo, que é o quinto com a mesma pontuação.

O Vitória encara o Santos na próxima segunda (20), às 21h30, na Vila Belmiro, pela 29ª rodada. Enquanto o Bahia volta ao gramado na véspera, domingo (19), às 20h30, para medir forças com o Grêmio, na Arena Fonte Nova.

O JOGO

Com dois minutos de bola rolando, o Vitória chegou com muito perigo na jogada de Erick que tocou para Cáceres que chutou para a grande defesa de Ronaldo salvando o Bahia. Pressão rubro-negra e no minuto seguinte, Ramon cruza, Kayzer tenta o cabeceio, a bola sobra para Ronald que não domina e Cáceres bate forte para o gol, mas ela explode na defesa tricolor.

O Leão criou boa oportunidade aos 10 minutos no lançamento para Cantalapiedra que dominou pela esquerda e finalizou obrigando Ronaldo a fazer a defesa de mão trocada para manter o placar em branco.

O árbitro Anderson Daronco marcou pênalti a favor do Leão, aos 22 minutos, pelo toque na mão de Arias no cruzamento de Ramon.

O Vitória abriu o placar com Renato Kayzer aos 24 minutos. Logo após a marcação da penalidade máxima, o camisa 79 colocou a bola debaixo do braço. Na cobrança, ele chutou forte no ângulo direito de Ronaldo para estufar as redes. Vitória 1×0 Bahia

O jogo foi paralisado aos 33 minutos para atendimento médico em Erick no gramado. Enquanto o atacante deixava o campo de maca para tentar se recuperar, o meia Matheuzinho iniciou o aquecimento.

O Bahia chegou ao empate com Tiago aos 40 minutos. Acevedo arranca por dentro, faz fila e toca para o jovem atacante que escapa do marcador, domina e finaliza de frente com Lucas Arcanjo para colocar a bola no fundo das redes. Vitória 1×1 Bahia

O Vitória voltou dos vestiários com Dudu no lugar de Ronald, enquanto que o Bahia manteve a mesma formação da etapa inicial.

Os dois times criaram boas chances, mas sem conseguir marcar. Aos sete minutos, Dudu desperdiçou uma chance incrível ao sair na cara do gol e parar na grande defesa de Ronaldo. Depois foi a vez de Lucas Arcanjo manter o placar em 1 a 1 ao defender a finalização de Ademir, que recebeu bom lançamento de Gabriel Xavier aos 11.

O Vitória marcou o segundo gol com Raúl Cáceres aos 18 minutos. Cruzamento de Ramon pela esquerda, Kayzer tenta de cabeça, a defesa não corta e a bola sobra para o paraguaio que chuta de esquerda para balançar as redes. Vitória 2×1 Bahia

O Colossal quase marcou o terceiro gol aos 22 minutos com Dudu que desviou o cruzamento de Matheuzinho, mas a bola passou raspando pela trave esquerda de Ronaldo.

O Esquadrão de Aço teve boa chance aos 37 minutos na jogadaça de Cauly que carregou da esquerda para o meio e bateu colocado, mas a bola desviou na defesa e passou por cima da meta.

O Leão ficou com um jogador a menos com a expulsão de Dudu, que recebeu dois cartões amarelos por duas faltas aos 51 minutos.

FICHA TÉCNICA

Vitória 2×1 Bahia
Campeonato Brasileiro – 28ª rodada
Local: Barradão, em Salvador (BA)
Data: 16/10/2025 (quinta-feira)
Horário: 21h30
Árbitro: Anderson Daronco (RS)
Assistentes: Luanderson Lima dos Santos e Daniella Coutinho Pinto (ambos da BA)
VAR: Rafael Traci (SC)
Cartão amarelo: Renato Kayzer, Camutanga, Ronald, Erick, Baralhas, Dudu, duas vezes (Vitória) / Ademir, Cauly (Bahia)

Cartão vermelho: Dudu (Vitória)

Gols: Renato Kayzer, Raúl Cáceres (Vitória) / Tiago (Bahia)

Vitória: Lucas Arcanjo; Raúl Cáceres, Edu, Camutanga, Zé Marcos e Ramon; Baralhas e Ronald (Dudu); Aitor Cantalapiedra (Matheuzinho), Erick (Osvaldo) e Renato Kayzer (Renzo López). Técnico: Jair Ventura.

Bahia: Ronaldo; Arias, David Duarte, Gabriel Xavier e Rezende (Michel Araujo); Acevedo (Iago Borduchi), Jean Lucas e Rodrigo Nestor (Cauly); Ademir (Ruan Pablo), Sanabria (Kayky) e Tiago. Técnico: Rogério Ceni.

Informações Bahia.ba