
A Petrobras anunciou, nesta sexta-feira (17), um novo reajuste nos preços da gasolina e do diesel, que passarão a valer a partir deste sábado (18). O valor da gasolina repassado para as distribuidoras era R$ 3,86 e passará para R$ 4,06 por litro. O diesel, que antes era R$ 4,91, será reajustado para R$ 5,61 por litro.
A última alta no preço da gasolina havia sido em 11 de março, enquanto o diesel não era reajustado desde 10 de maio. De acordo com a companhia, o aumento segue a escalada de preços do petróleo no mercado internacional.
– A companhia tem buscado o equilíbrio dos seus preços com o mercado global, mas sem o repasse imediato para os preços internos da volatilidade das cotações internacionais e da taxa de câmbio. Esse posicionamento permitiu à Petrobras manter preços de GLP estáveis por até 152 dias; de diesel por até 84 dias; e de gasolina por até 99 dias – diz em nota.
A alta dos combustíveis tem sido ponto de tensão entre a Petrobras e o governo. O presidente da República, Jair Bolsonaro, critica a companhia pelos altos lucros e distribuição de dividendos bilionários, inclusive para a União, e pedia para que novos reajustes não fossem realizados.
Pelo estatuto da estatal, um eventual prejuízo provocado pelo seu acionista controlador (União) tem que ser compensado, ou seja, para segurar os preços em relação ao mercado internacional, a União teria que pagar a diferença à Petrobras.
Nos últimos dias, outras autoridades vieram a público criticar a estatal, como o ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, e o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL).
*Com informações da AE

O prefeito de Anguera, Mauro Vieira, anunciou na manhã desta quinta-feira (16) em suas redes sociais mais uma intervenção que está sendo feita na cidade. O governo municipal demoliu uma caixa d’água que dará lugar a uma nova praça na rua da Caixa D’água.
De acordo com a professora Fernanda a abertura de ruas veio para melhorar a vida dos moradores.
“Minha mãe com 98 anos de idade, quando adoecia, o carro não tinha condição de vim na porta para dar socorro, meu esposo tinha que carregar até a outra rua, porque aqui era um beco, só dava pra se locomover a pé, após a abertura das ruas o problema foi resolvido, obrigado prefeito Mauro Vieira”, agradeceu.

Segundo Mauro Vieira, a obra pretende melhorar a vida dos moradores das ruas próximas a antiga caixa d’água.
“As melhorias que fizemos nas ruas e também a construção da praça, tudo isso para dar melhor qualidade de vida aos moradores daquelas ruas.” Disse o prefeito.
Por Luciano Trigo
Um dos sinais mais tristes da degradação moral e da sordidez espiritual do nosso tempo é a exploração política da morte pelas carpideiras ideológicas. Como urubus em cima da carniça, nos últimos 10 dias a lacrosfera se mobilizou em peso nas redes sociais e na grande mídia para tentar jogar no colo do governo a responsabilidade pelo desaparecimento do indigenista Bruno Araújo Pereira e do jornalista britânico Dom Phillips no Vale do Javari, na Amazônia.
Parecia revolta? Era apenas vigarice. A indignação, como sempre, foi seletiva: a tragédia só interessava como pretexto para exibir virtude, ficar bem na fita e sabotar o adversário de sempre.
Protestavam e derramavam lágrimas de crocodilo, mas no íntimo estavam comemorando. Porque, sempre que uma tragédia pode ser usada contra o governo e capitalizada politicamente, eles festejam, com mal disfarçado entusiasmo. Só querem palco, tribuna e palanque para ostentar superioridade moral e exercer seu ativismo.
Que tristeza.
Pois bem, para frustração dessa turma, ontem foi revelado que Dom e Bruno foram assassinados não por garimpeiros, nem por madeireiros, nem por desmatadores, nem pela policia fascista e genocida (isso, então, seria motivo de orgasmos), mas a mando de um narcotraficante: o peruano Rubens Villar Coelho, também conhecido como “Colômbia”.
Aparentemente, a presença do jornalista e do indigenista estava prejudicando o transporte de cocaína na rota entre o Brasil e o Peru. Motivo suficiente para os dois serem amarrados em uma árvore, torturados, assassinados e eviscerados. É a lei do tráfico, e não é apenas em regiões remotas da Amazônia que essa lei impera.
E agora? O que farão e dirão os justiceiros sociais? Por honestidade moral e intelectual, deveriam demonstrar indignação contra o narcotráfico que domina a região sem qualquer preocupação com a vida humana, muito menos com o meio ambiente. Mas, como escrevi neste artigo, contra traficante, no Brasil, ninguém faz protesto.
Fosse sincera a indignação contra a tortura e o assassinato de Dom e Bruno, todos aqueles que fazem do gesto de apontar o dedo uma razão de viver demonstrariam agora revolta contra o narcotráfico, exigindo justiça e combate implacável aos criminosos. Ou não?
Quando a indignação é seletiva, não é de indignação que se trata, apenas de estratégia e método.
O ator famoso, a funkeira empoderada, o imitador de foca, o fotógrafo premiado, o índio de passeata, o antropólogo esquerdopata, o jornalista checador de meme, os exilados em Paris, o youtuber de pronome neutro e todos aqueles que fizeram dos desparecidos pretexto para a militância do ódio do bem: será que algum deles dirá uma palavra sequer contra o tráfico? Podem esperar sentados: nunca disseram, não será agora que dirão.
Estranhamente, nessas horas, os indignados se recolhem a um silêncio quase reverente. Talvez porque, politicamente, estejam do mesmo lado do mandante dos assassinatos. Ou são partidos e governos de direita que a indústria da droga financia na América Latina? Ou são de direita os chamados “narcogovernos” da Bolívia, da Colômbia, da Venezuela e do México? Que partidos e governos são apoiados pelas Farc? São de direita?
Para ilustrar a relatividade moral dessa gente, basta lembrar o caso das três crianças de Belford Roxo barbaramente torturadas e assassinadas por traficantes, em dezembro de 2021, tema deste artigo.
Pobres e negros, três meninos foram executados por causa de uma gaiola de passarinho. Onde estavam os virtuosos que nos últimos dias demonstraram tanta indignação com o desaparecimento de Dom e Bruno? Não derramaram uma lágrima, não disseram um “ai”.
Desconfie de quem só protesta contra mortes que podem ser capitalizadas politicamente. Quando a indignação é seletiva, não é de indignação que se trata, apenas de estratégia e método.
Tivessem sido as crianças de Belford Roxo assassinadas por policiais, aí sim elas seriam dignas da revolta da militância progressista. Mas os assassinos eram traficantes, então os virtuosos ficaram em silêncio, fazendo de conta que não era com eles. Negras ou brancas, vidas não importam quando quem as tira é o dono da boca que se frequenta, ainda que simbolicamente.
De maneira similar, tivessem sido outros os assassinos, Dom Phillips e Bruno Pereira renderiam protestos até a eleição. Faixas e cartazes com a pergunta “Quem matou Dom e Bruno?” seriam exaustivamente exibidos em horário nobre. Não faltaria gente insinuando que o crime foi encomendado pelo próprio presidente.
Mas, como agora se sabe que quem mandou matar Dom e Bruno foi um traficante, subitamente o mandante do crime deixou de ter importância. A mídia deixará de lado esse “detalhe” para tentar espremer os últimos dividendos do caso, depois vai abandonar o assunto. (Você viu manchetes destacando a identidade e a ocupação do mandante? Nem eu.)
Como foi um traficante que mandou torturar, eviscerar e matar Dom Phillips e Bruno Pereira, não haverá mais como capitalizar politicamente a tragédia. De novo, não foi dessa vez. As carpideiras ideológicas vão ter que torcer por outros cadáveres para explorar.👍🏻👊🏻🇧🇷
Com Frei Jorge Rocha
Tema: Uso dos porquês parte 3

Foto: EFE/EPA/ALEXANDER BECHER
Nesta quinta-feira (16), o empresário Elon Musk participou de uma reunião com funcionários do Twitter. E de acordo com o o jornal digital Axios, o bilionário garantiu que pretende transformar a rede social em um “um refúgio para a liberdade de expressão”.
Em abril, Elon Musk ofereceu 44 bilhões de dólares para adquirir a empresa. O negócio não chegou a ser concretizado, já que o bilionário suspendeu a compra da empresa em março por causa de detalhes a respeito de contas falsas na plataforma.

Depois da visita do ex-presidente Luiz Inácio lula da Sila (PT) a Natal, esta sexta-feira (17) vai marcar a visita do atual presidente Jair Bolsonaro (PL) a capital do Estado. Bolsonaro chegará a cidade para participar da entrega de chips de acesso gratuito à internet com banda larga a alunos de escolas públicas.
O ato é parte da solenidade de lançamento do Programa Internet Brasil, que busca viabilizar aos estudantes o acesso a recursos educacionais digitais, além de ampliar a participação deles em atividades pedagógicas não presenciais.
Os primeiros beneficiados na fase inicial do programa são dos estudantes dos municípios de Caicó (RN), Mossoró (RN), Caruaru (PE), Petrolina (PE), Juazeiro (BA) e Campina Grande (PB).
Previsto para começar às 11h, na Praça Mãe Peregrina, no bairro Pitimbu. Na ocasião, o Ministério das Comunicações entregará infraestrutura de rede de fibra óptica para conexão Wi-Fi gratuita em praças públicas da capital potiguar.
Fonte: Portal Grande Ponto
Longa derivado da franquia Toy Story estreia nesta sexta-feira

O novo desenho da Disney, Lightyear – derivado da franquia Toy Story – foi banido em pelo menos 14 países do Oriente Médio e Ásia. O motivo é uma cena em que a personagem Alisha Hawthorne e sua namorada se beijam.
Alisha é um patrulheira espacial, amiga de Buzz Lightyear, que se casa com outra mulher no longa, com quem tem sequências de casal. Executivos da Disney já haviam retirado a cena do beijo lésbico do filme, mas funcionários protestaram tornando a ação pública.
De acordo com a alegação, em março, executivos da empresa haviam solicitado cortes de “quase todos os momentos de demonstrações de afeto gay”. Sendo assim, a polêmica cena foi reinserida.
– Sempre pretendemos que esse relacionamento estivesse lá – disse Angus MacLane, diretor da produção, ao site Yahoo Entertainment.
De acordo com informações da revista Variety, a Pixar, que faz parte do conglomerado de produtoras da Disney, não chegou a submeter o desenho à censura da Arábia Saudita, pois sabe que lá a produção não seria aprovada.
A China – um dos maiores mercados cinematográficos do mundo -, manteve o lançamento de Lightyear na sua integralidade, nesta sexta-feira (17). No Brasil, a estreia também está mantida, para a mesma data.
Dentre os países que vetaram a exibição do longa estão Indonésia, Egito, Líbano, Kuwait e Emirados Árabes Unidos.
Informações Pleno News
É a terceira venda da empresa para países da Otan; antes fabricante brasileira acertou encomendas de portugal (cinco aeronaves) e Hungria (duas)

A fabricante de aviões Embraer fechou a venda de cinco cargueiros KC-390 para a Holanda. O valor do negócio, segundo informes do governo holandês, ficará entre 1 bilhão de euros (R$ 5,3 bilhões) e 2,5 bilhões de euros (R$ 13,36 bilhões). O país europeu integra a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan). A empresa brasileira acertou antes duas encomendas de países europeus da Otan, pelas quais vai fornecer cinco aeronaves para Portugal e duas para a Hungria.
O Ministério da Defesa Holandês afirmou que o avião da Embraer foi escolhido em razão de vantagens operacionais e técnicas frente à aeronave C-130J, da Lockheed Martin. A Embraer comentou em nota o novo contrato.”Reconhecendo que ainda há muito trabalho a ser feito nos próximos meses, estamos comprometidos com o sucesso desta nova fase de cooperação com o Ministério da Defesa da Holanda”, afirmou a empresa.
Informações UOL

Arraiá de Feira será realizado neste sábado e domingo
O Arraiá de Feira começa neste sábado, 18, com festas nos distritos de Maria Quitéria (São João de São José) e Tiquaruçu. Serão dois dias de muito arrasta-pé, quadrilhas juninas, fogueiras, comidas e bebidas típicas, além é claro de muita animação pra esquentar o frio.
Em Maria Quitéria, na noite de abertura, o ronco da sanfona será comandado pelo grupo Meninos de Seu Zé, seguido do cantor e compositor feirense Carlos Pitta, além de João Almeida e Balanço Forrozeiro. A primeira atração está prevista para subir ao palco às 20h.
Ainda neste dia, no distrito de Tiquaruçu, o forró será animado a partir das 20h pelos shows de Raízes do Nordeste, Dr. Edy, Lucas Viana e Letícia Brasil.
SEGUNDO DIA
Já no domingo, 19, a programação vai começar mais cedo no São João de São José. Arquivo Nordestino subirá ao palco às 16h30. Em seguida, às 18h, haverá festival de quadrilha junina e, na sequência, os shows de Sandro de Castro, Kixote é Esse e Balão Beijo. A última atração está prevista para meia-noite.
Enquanto isso, no arraiá de São Vicente, em Tiquaruçu, a festa será animada por Balanço Forrozeiro, Zé Araújo, Roquinho do Forró e Pé de Cerca. A festa vai começar às 20h e a última atração subirá ao palco à meia-noite.

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Os carteiros devem trabalhar até 2030 para cobrir o rombo feito pelo Partido dos Trabalhadores (PT) no fundo de pensão dos Correios, também conhecido como Postalis. É o que disse o presidente Jair Bolsonaro, em entrevista concedida na quarta-feira 15, à jornalista Leda Nagle.
“Quando você encontrar com um carteiro, peça para ver o contracheque dele”, disse o chefe do Executivo. “Não é para saber quanto ele está ganhando, não. Há um desconto especial no contracheque, em torno de R$ 520 por mês. Isso porque o fundo de pensão dos Correios foi assaltado pelo PT. O partido comprou papéis de empresas venezuelanas. O rombo é enorme. Para os carteiros não perderem a aposentadoria, terão de pagar R$ 520 por mês até 2030.”

Bolsonaro também disse que a privatização dos Correios depende do Parlamento brasileiro. “A situação está bastante avançada”, afirmou.
Em setembro do ano passado, o ex-secretário especial de Desestatização, Desinvestimento e Mercados do Ministério da Economia, Diogo Mac Cord, disse que a corrupção nos Correios levou a um déficit de R$ 13 bilhões no Postalis.
O aposentado beneficiário do fundo de pensão, que imaginava receber R$ 4 mil por mês, hoje recebe cerca de R$ 3 mil. O restante é direcionado para reparar o buraco provocado pelas irregularidades dos petistas.
O secretário também ressaltou a melhora na administração da empresa durante o governo Bolsonaro, ao comparar o prejuízo de R$ 2 bilhões registrado pela estatal em 2015 com o lucro de R$ 1,5 bilhão verificado em 2020.