
O Tribunal de Justiça da Bahia ainda não decidiu, na realidade, se foi legal ou ilegal a sessão da Câmara Municipal que rejeitou o nome do advogado Carlos Alberto Moura Pinho para mais um mandato de Procurador Geral de Feira de Santana. A observação é feita pelo próprio advogado, em nota de esclarecimento emitida no final da tarde de hoje (29).
“Ao apreciar o pedido de suspensão de liminar, o Eminente Presidente do TJ/BA, concedeu efeito suspensivo a liminar, ou seja, sobrestou os efeitos da liminar do Juízo de 1º grau, razão pela qual, a liminar concedida foi provisoriamente suspensa, não havendo qualquer análise sobre o mérito da votação, portanto, o 2° grau do TJ/BA, em momento algum decidiu que a votação foi legal ou ilegal”, argumenta o procurador.
O procurador destaca ainda que “está em tramitação no Tribunal de Justiça do Estado da Bahia a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) n° 8025105-56.2022.8.05.0080, cujo pedido é a declaração de inconstitucionalidade do dispositivo final do parágrafo 3º, do artigo 100 da Lei Orgânica, C/C artigo 9º e 10º da Lei Complementar Municipal n° 02/95, pois os dispositivos ferem de morte o princípio sagrado da separação dos poderes, previsto tanto na Constituição Federal/88, quanto na Constituição do Estado da Bahia, bem como na própria Lei Orgânica do Município, razão pela qual, não há cabimento constitucional o encaminhamento de novo nome do Procurador Geral do Município para aprovação do Poder Legislativo, ainda que tenha ocorrido ilegalidades em votações anteriores, assim como inconstitucionalidade manifesta, conforme já decidido pelo Supremo Tribunal Federal – STF, na ADI° 127 do Estado de Alagoas”, acrescenta a nota.
*Secom

Tem mais forró neste final de semana, sim sinhô. Del Feliz, Asa Filho, Naldinho, Asas Livres, Raízes do Nordeste, Menina Faceira e Neném do Acordeon estão entre as atrações contratadas pela Prefeitura de Feira para animar o São Pedro nos distritos de Humildes, Bonfim de Feira e Jaíba. A festa vai acontecer nesta sexta-feira, 1º de julho, e no sábado, 2.
Assim como ocorreu no São João, o fole será animado por atrações regionais que prometem levar muita animação com o tradicional arrasta-pé. Sem dúvidas serão mais dois dias de festejos resgatando os forrós que marcaram épocas.
Em Humildes, o primeiro dia vai começar ao som do Balanço Forrozeiro, às 20h. Em seguida sobem ao palco Raylan, Olivan Monteiro e Felipe Aladym.
Ainda na sexta-feira, em Jaíba, a festa está garantida com Wotymar, Lua Cheia, Roquinho do Forró e Cacique Nordestino. Enquanto em Bonfim de Feira estão confirmados Asa Filho, Marrom Glacê, Forró da Casaka e Del Feliz.
Ainda na grade de atrações contratadas pela Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Lazer (Secel), no sábado, 2, o público vai se animar ao som de Márcio Alves, Naldinho, Menina Faceira e Neném do Acordeon, em Humildes.
O segundo dia, em Jaíba, será agitado por Raízes do Nordeste, Júlio César, Asas Livres e Koyote.
Já em Bonfim de Feira, a festa será encerrada ao som de Camutiê, Mazinho Venturini, Forrozão do Capitão e Xotenejo.
Confira a programação completa:
SEXTA-FEIRA, 1°
HUMILDES
20h – BALANÇO GOSTOSO
22h – RAYLAN
00h – OLIVAN MONTEIRO
2h – FILLIPE ALADIN
JAÍBA
20h – WOTYMAR
22h – LUA CHEIA
00h – ROQUINHO DO FORRÓ
2h – CACIQUES DO NORDESTE
BOMFIM
20h – ASA FILHO
22h – MARROM GLACÊ
00h – FORRÓ DA CASACA
2h – DEL FELIZ
SÁBADO, 2
HUMILDES
20h – MÁRCIO ALVES
22h – NALDINHO
00h – MENINA FACEIRA
2h – NENÉM DO ACORDEON
JAÍBA
20h – RAÍZES DO NORDESTE
22h – JÚLIO CÉSAR
00h – ASAS LIVRES
2h – KOYOTE
BONFIM
20h – CAMUTIÊ
22h – MAZINHO VENTURINI
00h – FORROZÃO DO CAPITÃO
2h – XOTENEJO
*Secom

A fabricante de automóveis coreana Hyundai e sua subsidiária Kia foram alvos de buscas na Alemanha e em Luxemburgo na terça-feira (28) como parte de uma investigação sobre a venda de “210.000 veículos” cujo motor a diesel foi supostamente adulterado.
“Cerca de 140 investigadores realizaram buscas em oito locais na Alemanha e Luxemburgo” pertencentes às “fabricantes Kia e Hyundai”, disse o Ministério Público de Frankfurt em comunicado enviado à AFP nesta quarta-feira (29).
São acusadas de ter “vendido mais de 210.000 veículos a diesel até 2020 com dispositivos não autorizados”, que permite reduzir artificialmente as emissões de CO2 dos motores, acrescentou.
Portanto, as duas fabricantes são processadas por “suspeita de fraude e poluição do ar, além de cumplicidade nesses crimes”.
Essas operações foram “coordenadas pela Eurojust”, a plataforma de cooperação judicial europeia, informou o MP.
O programa que permite a manipulação pertence ao provedor Delphi, que hoje pertence ao grupo americano BorgWarner, também foi acusado.
Durante as operações policiais, os investigadores procuraram “evidências, incluindo dados de comunicação, programas de computador e documentos de planejamento”, segundo as autoridades alemãs.
ISTOÉ

O Ministério da Saúde realizou, nesta terça-feira (28), uma audiência pública para discutir o teor de uma cartilha publicada pela Secretaria de Atenção Primária à Saúde com orientações sobre o procedimento do aborto. O documento, de 7 de junho, afirma que “todo aborto é um crime” e provocou reação de grupos de pesquisa e entidades de defesa da mulher.
O manual intitulado Atenção técnica para prevenção, avaliação e conduta nos casos de abortamento é voltado para gestores e profissionais de saúde. Segundo a cartilha, “não existe ‘aborto legal’ como é costumeiramente citado, inclusive em textos técnicos”.
Para a Secretaria de Atenção Primária à Saúde do ministério, o que existe “é o aborto com excludente de ilicitude”.
A cartilha diz ainda que “todo aborto é um crime, mas quando comprovadas as situações de excludente de ilicitude após investigação policial, ele deixa de ser punido, como a interrupção da gravidez por risco materno”.
O próprio manual pondera que essa discussão “tem pouca relevância”, uma vez que a gravidez tem tempo limitado e “seria impossível aguardar transcorrer todo um procedimento para apurar se houve crime, ou não”.
O documento provocou reações de grupos de pesquisa e entidades ligadas à defesa da mulher. Em carta à Secretaria de Atenção Primária à Saúde, 78 organizações pediram a revogação do manual. Para as entidades, a cartilha não cumpre a finalidade de apoiar profissionais de saúde nos casos de abortamento e, pelo contrário, impõe “obstáculos à concretização do direito à saúde de mulheres, meninas e pessoas que gestam”.
Entre as organizações signatárias da carta em reação ao manual do Ministério da Saúde estão a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e o Instituto Fernandes Figueira, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
Em relação ao trecho do manual que indica que “todo aborto é um crime”, as organizações ponderam que a declaração soa como tentativa do ministério “de confundir sobre a licitude do procedimento realizado dentro das hipóteses legais”.
A menção do documento à “investigação policial” também cria, segundo as entidades, insegurança jurídica aos profissionais, “que temerão uma investigação sobre cada decisão de cuidado que tomem sobre as mulheres”.
A discussão sobre o documento ocorre após a repercussão nacional de dois casos de gravidez em contexto de violência contra a mulher. No fim de semana, a atriz Klara Castanho teve exposta sua decisão de entregar voluntariamente para adoção um bebê gestado após um estupro.
Semanas antes, uma menina de 11 anos teve o procedimento de aborto negado por uma juíza em Santa Catarina. A magistrada, Joana Ribeiro Zimmer, questionou se a menina não “suportaria ficar mais um pouquinho”. Joana foi uma das convidadas pela Secretaria de Atenção Primária para participar da audiência pública nesta terça-feira, mas não compareceu.
Além da juíza, foram chamados as deputadas federais Janaina Paschoal (PRTB-SP) e Bia Kicis (PL-DF) e o ministro do Tribunal Superior do Trabalho, Ives Gandra Filho, que discursaram na reunião transmitida online. Representantes de entidades médicas como a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) e o Conselho Federal de Medicina (CFM) também foram convidados.
Em sua fala, na audiência pública, a representante da SBPC, antropóloga Lia Zanotta Machado, lembrou que “abortamento no caso de estupro, risco de morte da gestante e má-formação fetal com impossibilidade de vida extrauterina não conforma tipicidade, ilicitude e culpabilidade e, portanto, o abortamento é legal”.
Ela também pontuou que o aborto legal, em caso de estupro, não tem idade gestacional máxima para ocorrer, conforme a legislação.
O manual do Ministério da Saúde afirma que “sob o ponto de vista médico, não há sentido clínico na realização de aborto com excludente de ilicitude em gestações que ultrapassem 21 semanas e 6 dias”.
O secretário de Atenção Primária à Saúde, Raphael Câmara, por sua vez, defendeu o documento. Segundo ele, as cartilhas anteriores sobre o tema precisavam ser atualizadas. Em relação à investigação criminal, ele ponderou que uma lei obriga a denúncia sobre o estupro. Em 2020, uma portaria determinou a notificação dos estupros que ensejam interrupção de gravidez.
– Hoje, elas dizem que depende da mulher ou da mãe da criança ou do pai da criança decidir se vai denunciar ou não. Não, não cabe. É incondicionada à vontade da vítima. Tem de ser denunciado. E aí, eu sou perseguido por sites, pela imprensa. “Ministério da Saúde quer que vítimas de estupro sejam investigadas após aborto”. E não é para investigar vítima de estupro? Tem de entender o que a gente quer – apontou.
– Essas orientações criminalizam não somente as mulheres, mas também os profissionais de saúde que delas cuidam, entre eles, os ginecologistas e obstetras – afirmou a Febrasgo em seu site sobre a cartilha do Ministério da Saúde.
Raphael Câmara ainda falou sobre dados de mortes relacionadas ao aborto no Brasil e disse não concordar com “matar bebê na barriga”.
– Como obstetra, não dá. Essa sociedade que acha que é normal matar bebê na barriga com sete, oito, nove meses… Eu não quero fazer parte dessa sociedade – apontou.
Outros convidados contrários ao aborto, que participaram da audiência, apoiaram o texto. Segundo a secretária nacional da Família do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Angela Gandra, a cartilha ajuda a não levar casos de gravidez ao aborto.
– É interessante falar do abortamento como exceção, do abortamento nos casos previstos em lei. E isso prepara também para não induzir os técnicos a levarem imediatamente ao aborto – ressaltou.
Em viagem a Lisboa, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, também se posicionou nesta terça sobre o tema, em consonância com a cartilha da pasta.
– Estupro é crime tipificado no Código Penal, como o aborto também é – disse o ministro.
Ele reiterou que o governo Jair Bolsonaro é favorável à “defesa da vida desde a concepção” e criticou eventuais iniciativas do Judiciário para descriminalizar o que chamou de “aborto injustificado”.
No fim da audiência, Câmara disse que levará em consideração as contribuições recebidas na audiência e que o texto poderá passar por mudanças, sem detalhar quais.
– Certamente, haverá modificações no nosso manual. Podemos colocar diversas opiniões – destacou.
*AE

Na última sexta-feira (24), a Suprema Corte dos Estados Unidos derrubou, por seis votos a três, a regra que liberava o direito ao aborto legal no país. A medida reverte a histórica decisão Roe versus Wade, de 1973, e determina que, a partir de agora, não há mais um direito constitucional federal ao aborto no território norte-americano.
Após a decisão, empresas como Netflix, Paramount, Disney, Warner Bros., Discovery, Sony e Meta anunciaram que irão custear viagens de funcionários que desejem realizar abortos nos Estados Unidos, segundo o site Omelete.
De acordo com a revista Variety, as companhias disseram que querem manter o acesso aos cuidados necessários para seus funcionários. Depois da decisão que derrubou o acesso ao chamado aborto legal, 13 estados americanos se posicionaram em direção ao banimento e pelo menos nove pretendem criminalizar o aborto.
Por meio de um email enviado ao site da NBC, o porta-voz da Meta, Andy Stone, falou sobre a iniciativa da empresa.
– Pretendemos oferecer reembolsos de despesas de viagem, na medida permitida por lei, para funcionários que precisarão deles para acessar serviços de saúde reprodutivos de fora do estado. Estamos no processo de avaliar a melhor forma de fazê-lo, dadas as complexidades envolvidas – apontou.
Uma lista divulgada pelo jornal O Globo mostra algumas empresas que acenaram ajuda para funcionários que queiram abortar. Entre elas estão Warner Bros., Condé Nast, BuzzFeed, Amazon, Goldman Sachs, Snap, Macy’s, Intuit, Dick’s Sporting Goods, Starbucks, Tesla, Yelp, Airbnb, Netflix, J.P. Morgan, Lyft, Google, Microsoft, Paramount, Citigroup.
Informações Pleno News
Encontro acontecerá em Brasília e terá as participações de Ciro Gomes (PDT) e Simone Tebet (MDB)

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) confirmou que o presidente Jair Bolsonaro (PL) estará no tradicional evento que é realizado pela entidade em anos eleitorais desde 1994. Marcado para acontecer nesta quarta-feira (29), em Brasília, o encontro reunirá candidatos e empresários para discutir propostas.
De acordo com a coluna Painel, do jornal Folha de São Paulo, a confirmação da presença de Bolsonaro aconteceu na noite de terça-feira (28). O ex-presidente Lula (PT), principal concorrente do atual chefe do Executivo na disputa pelo Planalto neste ano, não comparecerá no encontro.
Por outro lado, as participações de Ciro Gomes (PDT) e Simone Tebet (MDB) já estavam confirmadas desde a semana passada. São esperados 1.200 empresários de todo o país. A fala de cada convidado dura 51 minutos, tempo que inclui a exposição das propostas do candidato e os questionamentos de representantes da indústria.

Pré-candidato a governador, ACM Neto (União Brasil) aproveitou a sua participação nos festejos juninos de São Francisco do Conde, na noite desta terça-feira (28), para comentar as adesões que tem recebido em todas as regiões da Bahia. “Eu vejo que que as lideranças políticas estão compreendendo o recado das ruas. E o povo, nas ruas, pede mudança na forma de governar o nosso estado. Então, mesmo com diferenças locais, há um propósito maior pela Bahia”, afirmou Neto, que foi recebido pelo prefeito Antonio Calmon (PP).
No mesmo dia em que esteve em São Francisco do Conde, ACM Neto recebeu o apoio da prefeita Nilza da Mata (PP), de São Sebastião do Passé. “Nós vamos lutar muito para que você e Cacá Leão vençam em nossa cidade. Os baianos, de ponta a ponta, já demonstraram que querem um governador com experiência e liderança para tirar a Bahia da triste posição de líder nacional em homicídios e último lugar na educação. E, pelo que você fez em Salvador, esse governador é você, Neto”, afirmou a prefeita.
Acompanhado pelo deputado federal Cacá Leão, pré-candidato a senador, e por João Leão, vice-governador, ACM Neto criticou as péssimas condições da BA-522, o principal acesso rodoviário ao município. “O PT está há quase 16 anos administrando a Bahia e o resultado é esse aí, uma estrada vergonhosa, com buracos imensos, sem nenhuma sinalização. Agora eu pergunto: 16 anos não é tempo suficiente para o governo resolver problemas básicos de infraestrutura que causam transtornos à população, aos motoristas, à economia das cidades?”.
Depois de elogiar a Prefeitura de São Francisco do Conde pela organização dos festejos juninos, ACM Neto prometeu, caso seja eleito, elaborar um calendário de eventos de “dezembro a dezembro”. “Fiz isso em Salvador e geramos milhares de empregos. Não dá para concentrar festas apenas em determinadas épocas do ano ou regiões. Todas as cidades precisam ser beneficiadas”, disse o pré-candidato a governador.

O governo federal anunciou que as contas oficiais em redes sociais serão temporariamente substituídas por provisórias de 2 de julho até o fim das eleições de outubro. Segundo o Palácio do Planalto, a mudança é por causa de “restrições impostas pela legislação eleitoral e pela jurisprudência da Justiça Eleitoral”.
Com a medida, o governo quer eliminar “qualquer possibilidade de interpretações prejudiciais ao governo e ao presidente da República”, Jair Bolsonaro (PL), pré-candidato à reeleição.
O governo é proibido de fazer postagens que configurem propaganda eleitoral. “Mas as dúvidas pairam sobre publicações antigas, realizadas, sim, antes do período eleitoral –mas que seguiriam no ar, dado o caráter de permanência e a interatividade das redes sociais”, declarou o Planalto em posts em suas contas oficiais.
A decisão de ccriar contas temporárias foi tomada depois de “várias consultas aos órgãos competentes”, como o “jurídico da Presidência da República, da Advocacia Geral da União e da própria Secom [Secretaria Especial de Comunicação Social] do Governo Federal”.
*Bahia.ba

O presidente da Caixa, Pedro Guimarães, está sendo acusado por funcionárias do banco estatal de ter praticado assédio sexual contra elas em diversos episódios. De acordo com o site Metrópoles, que divulgou os relatos, o Ministério Público Federal (MPF) abriu uma investigação para apurar a conduta de Guimarães com as colaboradoras.
Na reportagem, várias mulheres relataram toques íntimos não autorizados e abordagens inadequadas que teriam sido praticadas por Guimarães. Em um dos relatos, uma funcionária diz que Guimarães teria passado a mão em suas nádegas. Além disso, colaboradoras contaram que o presidente do banco teria feito comentários constrangedores em diversas situações.
De acordo com uma das funcionárias, o presidente do banco teria perguntado se ela gostava de sauna. A colaboradora disse que respondeu negativamente e relatou que se sentiu constrangida com o questionamento.
– Se eu tivesse respondido que gosto, ele daria prosseguimento à conversa. De que forma eu falo não? Então, eu tenho que falar que não gosto. É humilhante. Ele constrange – disse ela.
Em outro relato, uma funcionária contou que esteve na porta do quarto de hotel de Guimarães para entregar o que ele havia pedido e, então, foi convidada por ele para voltar na sequência para “discutir a carreira”.
– Ele falou assim: “Vai lá, toma um banho e vem aqui depois para a gente conversar sobre sua carreira”. Não entendi. Na porta do quarto dele. Ele do lado de dentro [do quarto] e eu um metro para fora. Falei assim: “Depois a gente conversa, presidente”. Achei aquilo um absurdo! Não ia entrar no quarto dele. Fui para meu quarto e entrei em pânico – disse.
Em nota enviada ao Metrópoles, a Caixa informou que não tinha conhecimento sobre as denúncias de assédio sexual contra Guimarães e que tem protocolos de prevenção contra casos de qualquer tipo de prática indevida por seus funcionários.
– A Caixa não tem conhecimento das denúncias apresentadas pelo veículo. A Caixa esclarece que adota medidas de eliminação de condutas relacionadas a qualquer tipo de assédio. O banco possui um sólido sistema de integridade, ancorado na observância dos diversos protocolos de prevenção, ao Código de Ética e ao de Conduta, que vedam a prática de “qualquer tipo de assédio” – relatou.
*Pleno.News