
A Federação Nacional de Jornalistas (Fenaj) afirmou que vai denúnciar o colunista Leo Dias, do Metrópoles, após a divulgação de informações sigilosas sobre o estupro e gravidez da atriz Klara Castanho. A denúncia será encaminhada ao Conselho de Ética do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal, segundo a nota oficial publicada pela FENAJ nesta terça-feira (28).
“São fortes as evidências de que o colunista feriu o Código de Ética do Jornalista Brasileiro. Pela gravidade do caso, a diretoria executiva e a Comissão de Mulheres da FENAJ vão encaminhar denúncia contra o jornalista à Comissão de Ética do Sindicato dos Jornalistas do Distrito Federal, que deverá apurar o caso”, diz o texto.
A Federação não listou quais são as possíveis punições aos jornalistas que não seguem o código de ética.
A Comissão de Ética dos Meios de Comunicação da Associação Brasileira de Imprensa também emitiu comunicado condenando a “exploração de vítimas de violência sexual” por jornalistas e veículos de comunicação. A nota adverte especificamente Leo Dias.
Já o portal Metrópoles, onde as informações foram publicadas, voltou a se manifestar em nota oficial após publicar detalhes sobre o caso envolvendo Klara Castanho. O portal confirmou que o colunista não será demitido
*Metro1

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), abriu prazo para a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestar sobre um pedido do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP). Na ação, o parlamentar pede que o presidente Jair Bolsonaro seja investigado por supostamente obter e repassar dados das investigações acerca do suposto “gabinete paralelo” no Ministério da Educação (MEC) ao ex-ministro Milton Ribeiro
O parlamentar, que é líder da oposição no Senado, pede a investigação do presidente por indícios dos crimes de violação de sigilo e de obstrução da justiça. Moraes despachou no inquérito aberto quando o ex-ministro da Justiça, Sergio Moro, pediu exoneração acusando Bolsonaro de tentar interferir politicamente na Polícia Federal (PF) para blindar familiares e aliados de investigações.
A ministra Cármen Lúcia, relatora da investigação sobre o suposto “gabinete paralelo” no MEC, já havia pedido um parecer da PGR sobre a situação do presidente. O caso havia descido para primeira instância depois que Milton Ribeiro deixou o governo e perdeu o foro por prerrogativa de função, mas foi enviado de volta ao STF diante das acusações de interferência contra Bolsonaro.
*AE
Neymar não está mais nos planos do PSG. A decisão já teria sido informada a Neymar pai, que é responsável por sua carreira, pelos dirigentes parisienses.
Segundo o jornal espanhol El País, a decisão de não contar com o brasileiro é motivada pelo novo perfil que o clube busca para os atletas que defendem o PSG. Vale destacar que as publicações espanholas sempre ‘sobem o tom’ em matérias envolvendo o atacante brasileiro desde a saída de Neymar do Barcelona rumo ao clube francês.
Ainda de acordo com a reportagem do El Pais, uma conversa com Mbappé, que renovou recentemente e se tornou a principal estrela do projeto parisiense, também teria pesado na decisão, uma vez que o astro francês teria ressaltado uma suposta indisciplina do camisa 10 na rotina de treinos e recuperação.
O UOL Esporte entrou em contato com a assessoria de imprensa do atacante brasileiro sobre a suposta decisão do clube, mas não obteve retorno até a publicação da reportagem.
Apesar da decisão do PSG de não contar mais com Neymar, será necessário encontrar uma solução amigável para a questão. Segundo o jornal francês L´Equipe, o vínculo do brasileiro seria renovado automaticamente até 2027 por gatilhos estabelecidos previamente no contrato anterior.
Ainda de acordo com a publicação espanhola, a frase acima teria sido dita por Mbappé durante a conversa com os dirigentes parisienses para ressaltar a nova mentalidade que está sendo propagada dentro do clube.
Outro brasileiro afetado pela renovação foi o ex-diretor esportivo do clube, Leonardo. A demissão do dirigente teria sido um pedido direto de Mbappé, conforme relataram diversos veículos franceses.
Neymar chegou ao clube em 2017 com o objetivo de conquistar a Champions League. Por anos, foi o centro do projeto milionário que envolve o clube. Desde a renovação com Mbappé, em maio, a prioridade passou a ser o francês. A extensão de vínculo aconteceu depois de uma ‘batalha’ com o Real Madrid, que queria contar com o atacante.
Há dois dias, Neymar se irritou com uma declaração do presidente do PSG, Nasser Al-Khelaïfi, que, questionado se o craque fazia parte do novo projeto, respondeu que ‘uns virão, outros irão, mas são negociações privadas’. A RMC Sport afirmou que o modo de falar irritou o jogador, que teria se colocado à disposição para procurar um novo clube.
O atacante Kylian Mbappé já havia negado no início do mês alguns rumores de que teria exigido a saída de 14 nomes do Paris Saint-Germain, entre eles Neymar e Pochettino, para renovar seu contrato com o clube francês. Nas redes sociais, o camisa 7 chamou a informação do jornal espanhol Mundo Deportivo de “fake”.
A publicação informou que a “exigência” de Mbappé teria o aval do presidente do clube, Nasser Al-Khelaifi. Além da troca no comando técnico e saída do atual camisa 10, o atacante francês também pediu a demissão do diretor esportivo Leonardo.
Apesar do posicionamento do atacante francês contrário à informação, de fato algumas mudanças ocorreram no PSG de lá pra cá: Leonardo deixou o clube e o técnico Maurício Pochettino deve ser o próximo, já que o clube parisiense tem negociação avançada para contratar Christophe Galtier, que foi campeão francês com o Lille.
Informações UOL

Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil
Após os estados de São Paulo e Goiás reduzirem o ICMS sobre os combustíveis, seguindo o que determina lei federal sancionada na última semana, o deputado estadual Tiago Correia (PSDB) cobrou que o governo da Bahia também reduza o imposto no estado.
“A população precisa que o valor seja reduzido. Será que é preciso que algum estado do Nordeste reduza para que o governador se sensibilize e adote a medida aqui? Estamos falando de um aumento na arrecadação no valor de R$ 2 bilhões a mais com ICMS dos combustíveis. O que venho propondo há um ano é apenas manter a arrecadação no nível dos anos anteriores, sem nenhuma perda de receita. Não precisa aproveitar o aumento exagerado do preço para lucrar, já que o governo da Bahia fica com 28% do valor final da gasolina na bomba, quase 1/3 em forma de tributos, é quem mais lucra”, disse.
Em Goiás, o corte na alíquota ICMS sobre a gasolina vai de 30% para 17%, o que pode culminar numa queda de até R$ 0,85 centavos o litro do combustível. Já em São Paulo, a redução do imposto sobre a gasolina vai de 25% para 18%, uma diminuição quase R$ 0,50 centavos.
Em 2020 a arrecadação foi a R$ 5,23 bi. Já em 2021, saltou para R$ 7,22 bi, aproximadamente R$ 2 bilhões a mais arrecadados dos contribuintes.
Informações Bahia Notícias

A defesa do ex-ministro da Educação Milton Ribeiro apresentou uma petição nesta terça-feira (28) apontando suposta “ausência de imparcialidade” do juiz Renato Borelli, da 15ª Vara Federal Criminal do Distrito Federal. O magistrado foi quem proferiu a decisão que mandou prender o ex-titular do MEC na semana passada.
A petição foi enviada ao desembargador Ney Bello, do TRF-1 (Tribunal Regional Federal da 1ª Região), que na quinta (23) suspendeu a prisão preventiva de Ribeiro.
Segundo a defesa do ex-ministro, Borelli não exerceu a “necessária isenção” ao justificar a prisão de Milton Ribeiro perante o TRF-1. Os advogados apontam um ofício do magistrado a Bello, em que ele cita a existência de “fortes indícios” de materialidade e autoria de crimes, e que “ninguém é dado a permanecer imune, muito menos às autoridades estatais”.
“O juízo coator se excedeu e exerceu verdadeira, inaceitável e inadmissível defesa de seus fundamentos, como se parte fosse”, escreveram os criminalistas Daniel Bialski e Bruno Borragine, que assinam a petição. “Permissa vênia, não se pode admitir o excessivo pronunciamento do D. Juiz Coator, porque, como se sabe e se vê, coloca em jogo a legalidade e a regularidade de todo o já processado”.
Os advogados pedem que o ofício de Borelli seja desconsiderado em eventual julgamento de mérito da decisão que soltou Milton Ribeiro e que o desembargador Ney Bello garanta que o ex-ministro possa aguardar em liberdade o desfecho das investigações.
O UOL entrou em contato com a Justiça Federal do Distrito Federal e aguarda manifestação.
Milton Ribeiro e os pastores Gilmar Santos e Arilton Moura foram presos na quarta-feira passada (22) por suspeita de corrupção, prevaricação, tráfico de influência e advocacia administrativa. Eles foram soltos no dia seguinte por decisão do desembargador Ney Bello, do TRF-1 (Tribunal Regional Federal da 1ª Região).
A investigação mira suposto balcão de negócios montado dentro do MEC, em que os pastores Gilmar Santos e Arilton Moura intermediavam repasses do FNDE (Fundo Nacional do Desenvolvimento da Educação) a prefeituras mediante pagamento de propina.
Inicialmente focada no MEC, a apuração pasta atingiu o Planalto após interceptação da PF captar o ex-ministro da Educação mencionar Bolsonaro em uma conversa com sua filha.
No diálogo, Ribeiro diz que conversou com o presidente, que disse ter tido um “pressentimento”de que o ex-ministro poderia ser alvo da investigação como forma de atingi-lo. A conversa foi divulgada pela GloboNews e obtida pelo UOL.
“A única coisa meio… hoje o presidente me ligou… ele tá com um pressentimento, novamente, que eles podem querer atingi-lo através de mim, sabe? É que eu tenho mandado versículos pra ele, né?”, disse Ribeiro.
A filha pergunta: “Ele quer que você pare de mandar mensagens?”
E o ex-ministro responde: “Não! Não é isso… ele acha que vão fazer uma busca e apreensão… em casa… sabe… é… é muito triste. Bom! Isso pode acontecer, né? Se houver indícios, né?”.
Na sexta-feira (24), o juiz Renato Borelli, da 15ª Vara Federal Criminal do Distrito Federal, decidiu mandar a investigação para o STF. A decisão atendeu a um pedido do MPF, que mencionou a possível atuação de autoridade com foro no inquérito.
Integrantes da PGR e do MPF afirmaram ao UOLem caráter reservado que a menção de Bolsonaro no áudio é suficiente para a abertura de uma apuração sobre possível vazamento da investigação. Três crimes podem ser apurados: favorecimento pessoal, violação de sigilo e obstrução de Justiça.
A PF também viu possível interferência e citou, em despacho obtido pelo UOL, que Milton Ribeiro estava “ciente” que seria alvo de buscas, e que teria obtido a informação “supostamente” através de um telefonema com o presidente da República.
Segundo o delegado Bruno Calandrini, as interceptações telefônicas detectaram três conversas que chamaram a atenção da PF: a primeira entre Milton Ribeiro e Waldomiro de Oliveira Barbosa Júnior, no dia 3 de junho, outra entre Ribeiro e um homem identificado como Adolfo em 5 de junho e a fala entre o ex-ministro e sua filha, Juliana Pinheiro Ribeiro de Azevedo, no dia 9 de junho.
“Nos chamou a atenção a preocupação e fala idêntica quase que decorada de Milton com Waldemiro e Adolfo e, sobretudo, a precisão da afirmação de Milton ao relatar à sua filha Juliana que seria alvo de busca e apreensão, informação supostamente obtida através de ligação recebida do Presidente da República”, disse.
Quando formalmente chegar ao STF, o caso será encaminhado à ministra Cármen Lúcia, que foi relatora do inquérito que originalmente apurava o caso no Supremo.
Na sexta (24), o advogado Frederick Wassef negou que o presidente tenha conversado com Milton Ribeiro.
“O presidente Bolsonaro não tem nada a ver com este inquérito, não falou com ministro, não interferiu na Polícia Federal. É uma nova campanha de acusações infundadas”, afirmou. “Todos os inquéritos, todas as acusações feitas até hoje contra o presidente Bolsonaro, ficou provado que não existe nada, sempre fica provado que ele é inocente”.
Em nota, o criminalista Daniel Bialski, que defende Milton Ribeiro, nega que o ex-ministro tenha cometido “qualquer ilicitude”.
“Quem conhece um pouco o funcionamento do Ministério da Educação sabe que o Ministro e nem ninguém tinha e ou tem poder para favorecer pessoas, cidades ou Estados porque há todo um procedimento formal que regula o andamento e avaliação dos benefícios pretendidos. Inclusive, aperfeiçoado na gestão exercida pelo Ministro Milton Ribeiro”, disse.
Informações UOL

O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), líder da oposição ao governo no Senado, protocolou nesta terça-feira (28) o requerimento para criar a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar um suposto “gabinete paralelo” no Ministério da Educação (MEC). O pedido teve apoio de 31 senadores (confira a lista a seguir), quatro a mais do que o mínimo necessário, que são 27.
O pedido de abertura da CPI só terá prosseguimento com aval do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), a quem cabe analisar o requerimento e determinar a instalação. Há dúvidas, até o momento, se a comissão de fato será aberta com a proximidade das eleições de outubro.
A possível oposição ao colegiado residiria no fato de que uma CPI exige a presença de parlamentares. No entanto, por ser ano eleitoral, e com diversos congressistas dedicando a maior parte de suas agendas a compromissos de campanha fora do Congresso, a comissão poderia ficar esvaziada.
Além disso, alguns congressistas acreditam que a comissão, por ter ampla cobertura midiática, seria utilizada como palanque político. Em 2021, foi justamente esse argumento que levou Rodrigo Pacheco a segurar a abertura da CPI da Covid. O colegiado só foi aberto após uma ordem do ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF).
Veja a lista de senadores que assinaram o requerimento de abertura da CPI:
Randolfe Rodrigues (Rede-AP) — autor;
Paulo Paim (PT-RS);
Humberto Costa (PT-PE);
Fabiano Contarato (PT-ES);
Jorge Kajuru (Podemos-GO);
Zenaide Maia (Pros-RN);
Paulo Rocha (PT-PA);
Omar Aziz (PSD-AM);
Rogério Carvalho (PT-SE);
Reguffe (União Brasil-DF);
Leila Barros (PDT-DF);
Jean Paul Prates (PT-RN);
Jaques Wagner (PT-BA);
Eliziane Gama (Cidadania-MA);
Mara Gabrilli (PSDB-SP);
Nilda Gondim (MDB-PB);
Veneziano Vital do Rego (MDB-PB);
José Serra (PSDB-SP);
Eduardo Braga (MDB-AM);
Tasso Jereissati (PSDB-CE);
Cid Gomes (PDT-CE);
Alessandro Vieira (PSDB-SE);
Dario Berger (PSDB-SC);
Simone Tebet (MDB-MS);
Soraya Thronicke (União Brasil-MS);
Rafael Tenório (MDB-AL);
Izalci Lucas (PSDB-DF);
Giordano (MDB-SP);
Marcelo Castro (MDB-PI);
Confúcio Moura (MDB-RO);
Jarbas Vasconcelos (MDB-PE).
Informações Pleno News

O presidente da Câmara Municipal de Feira de Santana, Fernando Torres (PSD), surpreendeu quem assistia a sessão ordinária desta terça-feira (28), ao admitir que já fez uso de cocaína.
Segundo ele, que é ex-deputado federal e possui uma rede de postos de gasolina na cidade, a situação não seria nenhuma novidade para os demais colegas: “Todo mundo sabe disso, não é segredo para ninguém. Foi um erro que aconteceu na minha vida no passado e só prejudicou a mim”.
A afirmação, feita no plenário, aconteceu como uma resposta de Torres à publicação de um jornalista local, que enumerou, entre o quadro de vereadores da Casa, três vereadores que seriam gays.
“No passado eu fui cheirador de cocaína e vi que o caminho não era esse”, relembrou, acrescentando que teria “o maior prazer” de se afirmar enquanto membro da comunidade LGBTQIA+, caso fosse.
Fernando Torres considerou “um absurdo” a informação divulgada. E ainda sugeriu que os demais colegas do Legislativo deveriam fazer “um teste” com a companheira do profissional.
A fala de Torres foi acompanhada por outras declarações homofóbicas de colegas, como a de Paulão do Caldeirão (PSC), que disse, por motivos religiosos, não concordar com orientações sexuais fora do espectro heterossexual.
Informações Bahia Notícias
Pré-candidatos a governador e a senador terão encontros com lideranças políticas e participarão de festejos de São Pedro

Os pré-candidatos a governador ACM Neto (União Brasil) e a senador Cacá Leão (PP) vão percorrer oito cidades do Extremo Sul da Bahia nesta semana, em mais uma intensa agenda de três dias. O roteiro começa nesta quarta-feira (29) em Nova Viçosa e vai até sexta-feira (1°), fechando o dia em Eunápolis.
Em Nova Viçosa, Neto e Cacá participarão de ato político no distrito de Posto da Mata, no Clube dos 30, pela manhã. No município, eles serão recepcionados pela prefeita Luciana Machado.
Na quinta-feira (30), serão quatro cidades, a partir de Guaratinga, pela manhã, onde serão recepcionados pela prefeita Marlene Dantas e terão reunião política na sede da Pastoral da Criança. Em seguida, vão a Jucuruçu, onde realizam no começo da tarde um ato político na casa de eventos Arena Beer.
No mesmo dia, Neto e Cacá vão ainda a Vereda, para encontro com lideranças na Antiga Igreja Assembleia. A quinta acaba com reunião à noite em Porto Seguro, no Espaço Toa Toa. Na cidade, a dupla será recebida pelo vice-prefeito Paulinho Toa Toa, dentre outras lideranças locais.
No dia 1° de julho, a agenda começa por Ibirapuã, pela manhã, com visita ao laticínio Davaca e reunião política. À tarde, chega a vez de Mucuri receber Neto e Cacá para encontro com lideranças regionais. E à noite os pré-candidatos participam dos festejos de São Pedro na praça de Eunápolis.

O ex-jogador de futsal Falcão revelou a parceria com o influenciador baiano Luva de Pedreiro. Em postagem nas redes sociais, o atleta ressaltou que todas as decisões sobre a carreira do influenciador serão tomadas por Luva.
“Receba o que for seu! Obrigado por ter me procurado e me escolhido em te ajudar! O mundo abraçou você e sua #Tropa” iniciou o texto.
Fazendo referência à relação conturbada e aos rumores de conflitos entre Luva de Pedreiro e seu ex-empresário, Falcão disse ainda durante o anúncio: “Te apresento pessoas do bem e super profissionais que estarão dia a dia com você e colocará tudo na mesa para que vocês decidam”.
A partir de agora, Luva será agenciado pela empresa F12.bet, criada por Falcão no começo deste ano.
*Bahia.ba

O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), líder da oposição ao governo no Senado, protocolou nesta terça-feira (28) o requerimento para criar a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar um suposto “gabinete paralelo” no Ministério da Educação (MEC). O pedido teve apoio de 31 senadores (confira a lista a seguir), quatro a mais do que o mínimo necessário, que são 27.
O pedido de abertura da CPI só terá prosseguimento com aval do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), a quem cabe analisar o requerimento e determinar a instalação. Há dúvidas, até o momento, se a comissão de fato será aberta com a proximidade das eleições de outubro.
A possível oposição ao colegiado residiria no fato de que uma CPI exige a presença de parlamentares. No entanto, por ser ano eleitoral, e com diversos congressistas dedicando a maior parte de suas agendas a compromissos de campanha fora do Congresso, a comissão poderia ficar esvaziada.
Além disso, alguns congressistas acreditam que a comissão, por ter ampla cobertura midiática, seria utilizada como palanque político. Em 2021, foi justamente esse argumento que levou Rodrigo Pacheco a segurar a abertura da CPI da Covid. O colegiado só foi aberto após uma ordem do ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF).
Veja a lista de senadores que assinaram o requerimento de abertura da CPI:
Randolfe Rodrigues (Rede-AP) — autor;
Paulo Paim (PT-RS);
Humberto Costa (PT-PE);
Fabiano Contarato (PT-ES);
Jorge Kajuru (Podemos-GO);
Zenaide Maia (Pros-RN);
Paulo Rocha (PT-PA);
Omar Aziz (PSD-AM);
Rogério Carvalho (PT-SE);
Reguffe (União Brasil-DF);
Leila Barros (PDT-DF);
Jean Paul Prates (PT-RN);
Jaques Wagner (PT-BA);
Eliziane Gama (Cidadania-MA);
Mara Gabrilli (PSDB-SP);
Nilda Gondim (MDB-PB);
Veneziano Vital do Rego (MDB-PB);
José Serra (PSDB-SP);
Eduardo Braga (MDB-AM);
Tasso Jereissati (PSDB-CE);
Cid Gomes (PDT-CE);
Alessandro Vieira (PSDB-SE);
Dario Berger (PSDB-SC);
Simone Tebet (MDB-MS);
Soraya Thronicke (União Brasil-MS);
Rafael Tenório (MDB-AL);
Izalci Lucas (PSDB-DF);
Giordano (MDB-SP);
Marcelo Castro (MDB-PI);
Confúcio Moura (MDB-RO);
Jarbas Vasconcelos (MDB-PE).
*Pleno.News