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Aclamado pelo público e abraçado por uma legião de fãs e corações apaixonados, o cantor Pablo foi confirmado como uma das atrações do Réveillon da Nossa Gente, promovido pela prefeitura de Anguera. A festa acontece nos dia 31 de dezembro e 1 de janeiro.

A PEC (Proposto de Emenda à Constituição) da Transição, que entra em sua semana decisiva, é encarada pelo PT como o primeiro teste do futuro governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Congresso.
A expectativa do governo de transição é de aprovação da proposta, que deverá possibilitar a manutenção do Auxílio Brasil em R$ 600, com adicional de R$ 150 por criança abaixo de seis anos, entre outras promessas de campanha. Mas, de olho em comissões relevantes no Parlamento, o partido avalia que a negociação para viabilizar o projeto nos próximos dias ditará os primeiros do governo Lula na relação com o Legislativo.
Aprovada deve ser, mas como? Para aprovar a PEC, o governo precisa de três quintos da Câmara (308 parlamentares) e do Senado (49), em dois turnos. Representantes do governo dizem que o desafio “é grande, mas vai acontecer”.
Para os petistas, se o futuro governo conseguir passar o valor que pretende para furar o teto (entre R$ 175 bilhões e R$ 198 bilhões), cedendo apenas no tempo em que o Bolsa Família ficaria fora do Orçamento (não quatro, mas dois anos), isso significaria uma vitória — e indicaria, pelo menos, um começo de mandato mais tranquilo.
Caso contrário, se tiver de abrir mão de diminuir o valor por fora do teto (o que poderia significar não cumprir algumas promessas), o sinal de alerta seria levantado e as adesões ao grupo do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), intensificadas.
Cálculos na CCJ. Durante a semana, interlocutores petistas começaram a fazer as contas pela aprovação da proposta na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado. A avaliação é que será aprovada, mas com certa dificuldade.
A sessão deverá ser marcada para a próxima quarta-feira (7), pelo presidente do colegiado, Davi Alcolumbre (União-AP), e provável relator da PEC. Na semana passada, ele se reuniu com Lula em Brasília para tratar da PEC.
São necessários 14 votos dos 27 integrantes do colegiado. Na conta do PT, o projeto tem 16 votos — partindo dos senadores dos partidos que já integrariam a base petista no Congresso, como MDB, PSD, União Brasil e PDT, e de aliados do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), que também participa da articulação pelo texto.
Pela aprovação. A mudança mais provável é no prazo de validade da PEC, que pode ser reduzido pela metade —ou seja, a dois anos. Como contrapartida, o valor que excederia o teto de gastos deve ser mantido.
Aliados de Jair Bolsonaro (PL) no Congresso querem ainda que seja retirado do texto o pagamento de R$ 150 por criança — como é o caso do próprio PL do presidente.
Mas a expectativa dos petistas é que o texto aprovado no Senado seja chancelado na Câmara. Para isto, Lira tem participado das conversas com as bancadas.
Segue o líder. Este esforço para a aprovação da PEC e de um espaço mais relevante na Câmara na próxima legislatura envolve diretamente melhorar a relação com Lira, grande aliado de Bolsonaro e, até as eleições, antagonista de Lula.
Em recente aceno de ambos os lados, Lira e Lula se encontraram em pelo menos dois momentos na tentativa de selar um tratado de paz.
As críticas cessaram e o entorno do petista passou a chamar Lira de “defensor da democracia”.
Negociação na Câmara. A PEC da Transição ainda enfrenta resistência entre deputados do centrão. O próprio partido de Lira, o PP, divulgou nota em que admite apoio à proposta, desde que a validade seja de apenas um ano.
Além do PP, deverá ser favorável à medida o Republicanos, que apoiou o governo Bolsonaro, mas que se coloca como independente à futura gestão petista.
De acordo com relatos de dirigentes da legenda feitos ao UOL, a ideia é votar a favor da PEC, numa negociação que inclui o apoio à reeleição de Lira na Presidência e a disputa por cargos da Mesa Diretora.
O Republicanos quer a primeira vice-presidência da Casa. O nome para ocupar o cargo é o do presidente da legenda, o deputado reeleito Marcos Pereira (SP).
Informações UOL

Heung-min Son pega a bola ainda no campo de defesa e parte em disparada contra três defensores adversários. Mesmo cercado por tantos marcadores, ele encontra uma brecha, dá um passe milimétrico e coloca Hee-chan Hwang em condições de finalizar.
O gol que decretou a virada da Coreia do Sul sobre Portugal, na última sexta-feira, serve como demonstrativo dos cuidados que o Brasil precisa ter na partida contra a equipe asiática, às 16h (de Brasília) de amanhã, no estádio 974, em Doha, pelas oitavas de final da Copa do Mundo do Qatar-2022.
Para começar, é obrigatório que Son não tenha espaço para jogar. Não é à toa que o camisa 7 sul-coreano construiu uma carreira de sucesso na Premier League inglesa, o campeonato nacional de maior nível técnico do planeta (já são oito temporadas dividindo o protagonismo do Tottenham com Harry Kane).
O astro asiático é rápido, habilidoso e finaliza muito bem. Mas sua maior virtude é a inteligência muito acima da média, que faz dele um dos melhores atacantes do futebol mundial. O capitão do próximo adversário do Brasil tem uma leitura de jogo digna dos grandes craques, o que faz dele um exímio organizador de ataques e criador de jogadas.
A dupla com Hwang, enfim recuperado de uma lesão que minou seu início de Mundial, funciona muito bem porque o centroavante também está acostumado às movimentações típicas da elite do futebol da Inglaterra e dá as opções de passe pelas quais Son tanto implora. O camisa 9 já passou pelo RB Leipzig e atualmente defende o Wolverhampton.
Outra preocupação que o Brasil precisa ter é um velho clichê, mas que ainda faz muito sentido. A Coreia do Sul corre muito, mas muito mesmo. Seus jogadores são velozes ao extremo e vão aprontar uma correria danada para cima dos combalidos por problemas físicos ou improvisados laterais que Tite levar a campo.
Ainda que, sob comando do português Paulo Bento, a seleção asiática tenha deixado de depender exclusivamente dos contra-ataques e adquirido o hábito de controlar a posse de bola, é pouco provável que essa faceta apareça no confronto das oitavas de final.
Ciente de que toda a responsabilidade no mata-mata está nas costas do Brasil, a Coreia deve jogar com as linhas de marcação mais baixas e apostar nas saídas em velocidade sobretudo pelos lados do campo. Por isso, é necessário que os pentacampeões mundiais encontrem um antídoto para conter essa correria toda.
Ficar entre os oito primeiros colocados de um Mundial é praticamente uma obrigação histórica na tradição brasileira. A última vez que a seleção não chegou às quartas foi 32 anos atrás, na Itália-1990, quando foi eliminada pela Argentina, nas oitavas.
O vencedor do confronto entre a equipe canarinho e os sul-coreanos enfrentará na próxima rodada dos mata-matas o ganhador de Japão x Croácia, que fazem o outro jogo de amanhã, ao meio-dia, em Al-Wakrah.
A Copa do Qatar é a primeira disputada no Oriente Médio e conta com a participação de sete das oito seleções que já levantaram a taça. Pela segunda edição consecutiva, a tetracampeã Itália não conseguiu a classificação e é baixa -além disso, Alemanha e Uruguai foram eliminados na primeira fase.
O torneio está sendo disputado no fim do ano, e não no seu período habitual (meses de junho e julho), por causa do calor que faz no país sede durante o auge do verão no Hemisfério Norte.
Essa é a última edição da competição da Fifa com o formato que vem sendo utilizado há 24 anos, desde a França-1998. A partir do Mundial seguinte, organizado por Estados Unidos, Canadá e México, serão 48 participantes na disputa pelo título.
Informações UOL

No início da noite deste sábado (3), manifestantes contrários à eleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fizeram um protesto dentro do ParkShopping em Brasília (DF).
Vestidos de verde e amarelo, um grupo de pessoas gritaram palavras de ordem contra o petista.
Em coro, eles gritavam “Lula ladrão, seu lugar é na prisão”, entre outras frases comum nos protestos.
Ao que tudo indica, as pessoas são as mesmas que estão na capital federal em atos na porta do Quartel General do Exército pedindo por intervenção federal.
Entre os manifestantes, muitos indígenas que esta semana fizeram um ato de protesto no Aeroporto Internacional de Brasília.
Há mais de 20 dias brasileiros de várias partes do país protestam contra o resultado das eleições.
ASSISTA:
Informações Pleno News

O 3 de dezembro foi um dia histórico para todos os torcedores do Esporte Clube Bahia, principalmente para os sócios que aprovaram a venda da Sociedade Anônima do Futebol (SAF) ao Grupo City. Bastante emocionado, Guilherme Bellintani aproveitou para pedir perdão pelas falhas enquanto presidente do Bahia, agradeceu o apoio e prometeu que o clube irá voar alto nos próximos anos.
“Queria agradecer a minha família que esteve junto comigo sempre. Não é fácil ser presidente do Bahia, não é para qualquer um, é preciso ter resiliência, e sem as pessoas que estiveram ao meu lado eu não teria conseguido. Perdão pelas minhas falhas e obrigado pelo apoio. Estarei aqui sempre inteiro, até o último minuto para fazer essa transição da melhor forma. Quem passou pelo que passamos e está de pé, pode ter certeza que a gente vai voar lá na frente. O Bahia é o mundo”, celebrou Bellintani.
Sem perder muito tempo, Bellintani afirmou que o processo de transição será iniciado já neste domingo (4) com a chegada de mais um executivo do grupo. A partir daí, diversos temas serão debatidos, com foco principal no futebol.
“A transição vai começar amanhã. Falei simbolicamente hoje à noite pois sairemos para jantar, mas amanhã estará chegando mais um executivo do City e vai seguir trabalhando com a gente nesse propósito. Começaremos a planejar a temporada, questões de marketing com relação com patrocinadores, principalmente os que estiveram conosco nos tempos ruins, teremos muita consideração com eles. Temas de sócio, relação com Arena Fonte Nova, tudo isso será debatido”, explicou Bellintani em entrevista ao Bahia Notícias.
“Não falaremos data de contratação e de treinador, o que podemos esperar é uma transição que começa com foco muito concentrado no futebol. A gente sabe que os outros temas são importantes, mas o foco é o futebol pelo pouco tempo que a gente tem. Lógico que não será montado da noite para o dia, temos a janela de abril, mas é importante começar o ano com o time fortalecido. Muitos jogadores que estiveram aqui não ficarão, outros ficarão para nos ajudar. Focaremos de forma absoluta no futebol e ainda bem que conto com a participação do City já aqui em Salvador para nos ajudar nessa área que é frágil na nossa gestão”, completou.
Os sócios do Bahia aprovaram a venda da Sociedade Anônima do Futebol (SAF) ao Grupo City. O conglomerado de investidores pagará R$ 1 bilhão por 15 anos de controle do departamento de futebol do Tricolor. A votação aconteceu neste sábado (3), na Arena Fonte Nova, e o “Sim” venceu a disputa nas urnas por 12.920 votos, contra 183 que disseram “Não”. Foram 10 abstenções. O resultado também marcou o recorde de votação, sendo maior, inclusive, da que definiu a mudança do estatuto. Foram 13.113 votos totais.
Com a aprovação da proposta, o Grupo City se comprometerá a investir R$ 1 bilhão. A quantia será dividida em três montantes. Serão R$ 500 milhões para a compra de jogadores, R$ 300 milhões para o pagamento de dívidas e outros R$ 200 milhões em infraestrutura, categorias de base e capital de giro. No entanto, este último item não é obrigatório.
Informações Bahia Notícias

O conteúdo da ação movida pelo Ministério Público Federal é gravíssimo.
Estruturas do resort Tayayá teriam invadido área de preservação permanente (APP). Chalés, piscinas, bares, playground, quadras esportivas, instalações de apoio para camareiras, toboágua, praças e restaurante teriam invadido APP do Rio Paraná.
O investimento pertence a família do ministro Dias Toffoli.
Em ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público Federal (MPF), a 1ª Vara Federal de Paranavaí (PR) suspendeu as licenças prévias e de instalação das obras.
Perícia realizada pelo Centro Nacional de Perícia da Procuradoria-Geral da República concluiu o seguinte:
“O Relatório Ambiental Preliminar do Tayayá Aquaparque Hotel & Resort não apresenta a base metodológica e as informações capazes de subsidiar a análise da viabilidade ambiental do empreendimento por parte do órgão licenciador estadual”.
E mais:
“A caracterização de um empreendimento turístico como ecológico passa primeiramente por sua função precípua, sua razão de ser, que deve estar intimamente ligada a proporcionar de forma indistinta o acesso e contato com a natureza e usufruto sustentável dos recursos que ela oferece”, diz a decisão.
E prossegue:
“Tudo indica que o empreendimento em discussão tem por finalidade a instalação de estrutura de lazer na modalidade de resort, contando também com venda de unidades imobiliárias em sistema de time sharing, visando atingir um limitado número de pessoas, que passarão a usufruir com exclusividade da estrutura hoteleira e deverá ser construída dentro de área de preservação permanente legalmente protegida.”
E finaliza o MPF:
“Além das irregularidades já apontadas, a construção do resort vai de encontro a diversos documentos técnicos do ICMBio, contrários à implantação das estruturas do empreendimento em APP no interior da APA. A autorização do ICMBio é etapa necessária já que o imóvel está inserido integralmente na APA Federal de Ilhas e Várzeas do Rio Paraná”.
Informações Jornal da Cidade

O milésimo jogo da já lendária carreira de Lionel Messi teve roteiro mais do que tradicional: um gol marcado com sua assinatura e mais uma atuação decisiva para a conta. Sob a liderança do camisa 10, a Argentina venceu a Austrália por 2 a 1, hoje (3), no estádio Ahmad bin Ali, e confirmou a classificação às quartas de final da Copa do Mundo do Qatar.
Acostumado a ser perseguido em campo e a enfrentar defesas fechadas, Messi fez de novo o que já transformou em rotina nos últimos anos. Enquanto era cercado por australianos na entrada da área, o craque tirou da cartola uma finalização cruzada, rasteira, indefensável, para abrir o caminho da classificação dos “hermanos”.
Na etapa final, Julián Álvarez marcou o segundo após aproveitar bobeada bizarra do goleiro da Austrália. Goodwin descontou para os australianos e jogou a pressão para a Argentina, que conseguiu se segurar. Lautaro Martínez ainda perdeu dois gols feitos nos minutos finais.
Agora, a seleção de Messi e companhia enfrenta a Holanda, que hoje venceu os Estados Unidos por 3 a 1, nas quartas de final. O jogo entre sul-americanos e europeus está marcado para sexta (9), às 16h (de Brasília), no estádio Lusail.
Além de ser uma decisão, a partida já carregava um simbolismo antes mesmo de começar: seria o jogo 1000 de Messi, eleito sete vezes o melhor jogador do mundo. O camisa 10 argentino fez jus às expectativas e não decepcionou. Brilhou e deu a classificação ao seu país, que segue sonhando com o tri da Copa. Veja a quantidade de jogos de Messi por clubes e seleção abaixo:

O jogo começou em marcha lenta, com as equipes se estudando, mas houve espaço para os argentinos reclamarem de um pênalti. Aos 3 minutos, Papu Gómez cruzou e a bola bateu no braço de Baccus — a dúvida é se a jogada ocorreu dentro ou fora da área. A arbitragem nada marcou em campo e não foi chamada pelo VAR para checar a jogada.
A proposta da Austrália era claríssima: se fechar na defesa e buscar contra-ataques. A missão vinha sendo cumprida à risca até os 35 minutos do primeiro tempo, quando Messi, mesmo com vários australianos à frente, recebeu de Otamendi e finalizou cruzado para abrir o placar.
De quebra, o camisa 10 superou ninguém menos do que Diego Maradona em gols marcados em Copas (nove contra oito). Messi está a um gol de igualar Gabriel Batistuta, que marcou 10 vezes em mundiais.

Logo nos primeiros minutos do segundo tempo, o técnico Lionel Scaloni sacou o atacante Papu Gómez e colocou o zagueiro Lisandro Martínez, deixando o esquema tático da equipe mais cauteloso. Ainda assim, a Argentina conseguiu aumentar a vantagem…
Um vacilo coletivo da Austrália, com grande destaque para o goleiro Ryan, fez a Argentina ampliar o placar aos 11 minutos da etapa final. Ryan recebeu na fogueira e, em vez de dar um chutão, tentou sair jogando. A tragédia foi feita: Julián Álvarez roubou a bola e empurrou para o gol vazio: 2 a 0 para os hermanos.

O que parecia um jogo controlado para a Argentina ganhou contornos dramáticos na reta final. Aos 34, Goodwin finalizou de longe, a bola desviou em Enzo Fernández e “matou” o goleiro Emiliano Martínez, que nada pôde fazer. Cresceu — e muito — a esperança da Austrália, que logo depois quase ampliou após Behich fazer fila e finalizar. Martínez fez boa intervenção para salvar os “hermanos”.
Nos minutos finais, Messi teve todo o trabalho, se livrou da marcação e serviu Lautaro Martínez duas vezes, livre, para “matar” o jogo. O centroavante não aproveitou. Na primeira, isolou. Na segunda, bateu em cima do goleiro Ryan. A fase do camisa 22, definitivamente, não é das melhores. A sorte dos argentinos é que o placar já era suficiente para a classificação.
A Austrália se lançou ao ataque e, no último lanço do jogo, Kuol recebeu na área, mas teve finalização defendida por Emiliano Martínez. Fim do drama e Argentina classificada para as quartas de final da Copa do Mundo.
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Em foto à la Maradona, Messi exibe a icônica camisa 10 da ArgentinaAlex Livesey – Danehouse/Getty Images

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Messi, da Argentina, antes de decisão contra a Austrália no Mundial do QatarBernadett Szabo/Reuters

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Lionel Messi, capitão da seleção argentinaKai Pfaffenbach/Reuters

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Lionel Messi em açãoKirill KUDRYAVTSEV / AFP

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Messi foi o autor do primeiro gol da Argentina na vitória por 2 a 1 contra a AustráliaCarl Recine/Reuters

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Messi celebra gol pela Argentina contra a Austrália, pelas oitavas de final da Copa do Mundo do QatarFabrizio Bensch/Reuters

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Dupla de torcedores utiliza camiseta com rostos de Maradona e Messi no Estádio Ahmad bin Ali, no QatarAlex Grimm/Getty Images

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Lionel Messi focado durante partida contra a AustráliaFRANCK FIFE / AFP

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Messi comemora seu gol na vitória por 2 a 1 contra a AustráliaFrancois Nel/Getty Images

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Lionel Messi e Julian Álvarez se abraçam em gol da Argentina sobre a AustráliaPedro Nunes/Reuters

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Messi celebra gol pela Argentina contra a Austrália, pelas oitavas de final da Copa do Mundo do QatarAlfredo ESTRELLA / AFP

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Messi, lenda do futebol argentino, se consagra ainda mais em jogo das oitavas da Copa do QatarMANAN VATSYAYANA / AFP

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Lionel Messi em açãoBernadett Szabo/Reuters

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Messi enfrenta quatro adversários australianos em jogo da Copa do QatarAlexander Hassenstein/Getty Images

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Messi comemora gol da Argentina sobre a Austrália em jogo das oitavas de final da Copa do MundoFrancois Nel/Getty Images

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Messi recebeu o prêmio de ‘Melhor Jogador da Partida’ em jogo contra a Austrália, pelas oitavas da Copa do QatarMark Metcalfe – FIFA/FIFA via Getty Images

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Simplesmente Lionel MessiHector Vivas – FIFA/FIFA via Getty Images
ARGENTINA 2 x 1 AUSTRÁLIA
Competição: Copa do Mundo, oitavas de final
Data e horário: 3 de dezembro de 2022 (sábado), às 16h (de Brasília)
Local: estádio Ahmad bin ali, em Al Rayyan (Qatar)
Público: 45.032
Árbitro: Szymon Marciniak (Polônia)
Assistentes: Pawel Sokolnick (Polônia) e Tomasz Listkiewicz (Polônia)
VAR: Tomasz Kwiatkowski (Polônia)
Cartões amarelos: Irvine e Degenek (AUS)
Gols: Messi (ARG), 35’/1ºT (1-0), Julián Álvarez (ARG), aos 11’/2ºT (2-0) e Goodwin (AUS), aos 31’/2ºT (2-1)
ARGENTINA: Emiliano Martínez; Molina (Montiel), Romero, Otamendi e Acuña (Tagliafico); Enzo Fernández, De Paul e Mac Allister (Palacios); Papu Gómez (Lisandro Martínez), Messi e Julián Álvarez (Lautaro Martínez). Técnico: Lionel Scaloni
AUSTRÁLIA: Ryan; Degenek (Karacic), Souttar, Rowles e Behich; Leckie (Kuol), Mooy, Irvine e Baccus (Hrustic); McGree (Goodwin) e Duke (Maclaren). Técnico: Graham Arnold
Informações UOL

O CEO do Twitter, Elon Musk, anunciou que vai revelar como “realmente ocorreu a supressão da história do ‘laptop de Hunter Biden’”, o filho do presidente dos Estados Unidos, pela big tech, durante as eleições de 2020. O horário da revelação será às 19 horas, no horário de Brasília.
Com exclusividade, o jornal norte-americano New York Post publicou uma notícia em que acusava Hunter Biden, filho mais velho do então candidato à Presidência Joe Biden, de corrupção em negócios no exterior. A reportagem foi publicada durante as eleições presidenciais em 2020.
À época, o jornal foi censurado pelo Twitter, por “propagação de fake news“, e teve suas páginas derrubadas. Usuários que tentassem comentar o assunto, também tinham suas contas censuradas. Além disso, os democratas e a grande mídia classificaram a notícia como “desinformação russa” promovida por Donald Trump.
Com maioria na Câmara conquistada nas eleições deste ano, os republicanos prometem investigações contra o filho do atual presidente. Segundo o deputado James Comer, de Kentucky, o órgão “avaliará o status do relacionamento de Joe Biden com os parceiros estrangeiros de sua família e se ele é um presidente comprometido ou influenciado por dólares e prestígio estrangeiros”.
A declaração foi dada em uma entrevista coletiva em 17 de novembro, quando estava ao seu lado outro deputado republicano, Jim Jordan, de Ohio, que deve se tornar presidente do Comitê Judiciário da Câmara. Comer enfatizou que as conexões entre Biden e seu filho Hunter Biden exigem uma “investigação mais aprofundada”.
Créditos: Revista Oeste

Neymar deu mais um passo rumo à recuperação completa da lesão no tornozelo ainda nesta Copa do Mundo de 2022. O meia-atacante da seleção brasileira fez hoje (3) o primeiro treino em campo desde que se machucou, no jogo contra a Sérvia, no último dia 24, que marcou a estreia do Brasil no Qatar.
No estádio Grand Hamad, CT da seleção, camisa 10 começou a chamada fase de transição do trabalho, que vem na sequência da fisioterapia motivada pelo problema no ligamento colateral do tornozelo direito. Assim, Neymar mantém viva a esperança de ainda jogar no Mundial.
No vídeo publicado pela CBF, foi possível ver Neymar de chuteira, participando de uma roda de bobinho e até sorrindo para a câmera do departamento de comunicação da entidade. Ele também fez um trabalho de finalização e saiu sorridente após as tentativas ao gol. “Gravou esse chute aí?”, perguntou Neymar ao cinegrafista.
O local machucado desinchou nos últimos dias. Neymar progrediu do trabalho na piscina, na quarta-feira (30), para o campo hoje (3), tendo atividades na academia — com bola e alguns aparelhos para trabalhar o equilíbrio — entre os dois processos.
O início do processo de transição no campo já tinha sido anunciado pelo médico da seleção, Rodrigo Lasmar. Mas a definição sobre quando ele pode ser escalado para algum jogo do Brasil na Copa depende de como o craque irá reagir.
“Tem que ver o novo estímulo”, disse o médico, ainda na noite de sexta.
O tempo pensando na próxima partida é curto porque a seleção brasileira já joga contra a Coreia do Sul, pelas oitavas de final, na segunda-feira (5). Depois do treino de hoje (3), que foi fechado à imprensa, Tite só terá o trabalho de amanhã (4) para aparar as arestas do time titular. É o dia crucial para definir o que fazer com Neymar.

O cenário envolvendo o lateral-direito Danilo parece mais claro. Ele já treinou com o grupo normalmente, conforme previsto pelo departamento médico da seleção e se mostrou recuperado após lesão no tornozelo esquerdo sofrida na estreia.
Já o lateral-esquerdo Alex Sandro sofreu uma lesão muscular na região do quadril esquerdo durante o jogo diante da Suíça. Hoje, ele fez um trabalho individualizado com a fisioterapia na academia do CT. Isso indica que a recuperação dele está em um estágio anterior aos demais. Com a ausência do lateral-esquerdo, a tendência é que Danilo seja improvisado no setor, como já mostrou o UOL Esporte.
O Brasil já perdeu dois jogadores nesta Copa do Mundo por lesão. O atacante Gabriel Jesus e o lateral-esquerdo Alex Telles sofreram lesões no joelho durante a derrota para Camarões e a CBF já anunciou que eles estão fora da competição.
Informações UOL

Representantes dos Estados Unidos viajarão até Brasília na segunda-feira (5) para se reunir com o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a equipe de transição para o próximo governo e o secretário de Assuntos Estratégicos do governo de Jair Bolsonaro (PL).
A informação foi confirmada pela Casa Branca em nota nesta sexta-feira (2), assim como pelas assessorias de Lula e pelo Planalto. Ainda não há definição de horário e local exato dos encontros, como o CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil), o Palácio do Planalto ou um hotel onde Lula se hospeda às margens do Lago Paranoá, em Brasília.
Segundo o governo americano, o conselheiro de Segurança Nacional Jake Sullivan e outros membros do departamento dele irão até Brasília para encontrar os representantes da equipe de transição.
O Conselho Nacional dos EUA confirmou que além de Lula, haverá conversas o secretário Especial de Assuntos Estratégicos do governo de Jair Bolsonaro, almirante Flávio Rocha, e com o senador Jaques Wagner, que faz parte do gabinete da transição.
“Durante as reuniões, Sullivan discutirá como os Estados Unidos e o Brasil continuarão a trabalhar juntos por desafios em comum, como o combate à mudança climática, a preservação da segurança alimentar, a promoção da democracia e a gerência da migração regional”, afirmou a Casa Branca em nota.
O governo dos EUA ressaltou que a visita agendada dá continuidade ao primeiro diálogo entre Joe Biden e Lula em outubro de 2022, quando o presidente democrata “se comprometeu a abrir os canais de comunicação entre os dois países durante a transição”.
A Secretaria de Assuntos Estratégicos do Planalto disse ao UOL que o almirante Flávio Rocha aceitou o pedido para se reunir com Sullivan, “seu contraparte no governo norte-americano”. “Flávio Rocha tem mantido diálogo com Jake Sullivan por meio de reuniões presenciais no Brasil e nos EUA, sendo discutidos temas estratégicos bilaterais em diversas áreas”, continuou a assessoria.
Informações UOL