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Aplicação ocorre em todo o país, com exceção de três municípios do Pará

Foto: Reprodução/Inep

O segundo dia do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2025 será realizado neste domingo (16), em todo o Brasil — com exceção de Belém, Ananindeua e Marituba (PA), onde as provas ocorrerão em 30 de novembro e 7 de dezembro.

Nesta etapa, os candidatos responderão a 90 questões objetivas, divididas entre matemática e ciências da natureza. Na semana anterior (9), foram aplicadas as provas de linguagens, ciências humanas e redação.

Mais de 4,8 milhões de pessoas estão inscritas para o exame, que é utilizado como forma de acesso a instituições de ensino superior. Quem ainda não consultou o local de prova pode acessar o cartão de confirmação.

Horários do Enem

Abertura dos portões: 12h
Fechamento dos portões: 13h (após esse horário, não há entrada)
Início da prova: 13h30
Término no 2º dia: 18h30

A saída da sala é liberada a partir das 15h30, sem o caderno de questões. Para deixar o local com o caderno, é preciso aguardar até os últimos 30 minutos, após as 18h.

Atenção aos fusos

  • Amazonas, Roraima, Rondônia, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul: prova começa às 12h30 no horário local.
  • Acre: início às 11h30 no horário local.

Pode levar o cartão de confirmação? E mochila?

Sim, o candidato pode levar o cartão de confirmação e utilizar mochila — respeitando as regras do edital.

Estrutura do Enem 2025

9 de novembro:

  • 45 questões de linguagens (40 de português + 5 de inglês ou espanhol)
  • 45 questões de ciências humanas
  • Redação

16 de novembro:

  • 45 questões de matemática
  • 45 questões de ciências da natureza

Horários (de Brasília):

  • Portões: 12h às 13h
  • Prova: 13h30
  • Término do 1º dia: 19h
  • Término do 2º dia: 18h30

O caderno de questões só pode ser levado nos últimos 30 minutos antes do fim da prova.

Informações Bahia.ba


Edital é direcionado a alunos da zona rural que ‘demonstrem destacado engajamento junto a movimentos sociais’

Jerônimo Rodrigues, governador da Bahia, e Lula, durante evento em Juazeiro (BA) - 17/07/2025 | Foto: Ricardo Stuckert/PR
Jerônimo Rodrigues, governador da Bahia, e Lula, durante evento em Juazeiro (BA) – 17/07/2025 | Foto: Ricardo Stuckert/PR

O governo de Jerônimo Rodrigues (PT) na Bahia vai gastar R$ 21,5 milhões para bancar a formação de 60 estudantes baianos na Escola Latino-Americana de Medicina (Elam), em Cuba. O pagamento será feito à ditadura cubana em parcelas anuais ao longo dos seis anos e meio de curso, informou o portal Bahia Notícias. 

edital, divulgado pela Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab) na última terça-feira, 11, prioriza candidatos de baixa renda, residentes na zona rural, “que demonstrem destacado engajamento junto a movimentos sociais”, como o MST.

O contrato com a ditadura de Miguel Díaz-Canel contempla matrícula, hospedagem, alimentação e a bolsa de estudos. O gasto com cada estudante será de R$ 360 mil.

Segundo informações obtidas pelo Bahia Notícias, a Elam informou que o custo para não bolsistas em 2025 seria de US$ 57,4 mil (R$ 303 mil), incluindo o curso pré-médico. A hospedagem, com alimentação típica cubana, custa US$ 6,85 por diária (R$ 36). Se o curso fosse autofinanciado, o valor total chegaria a R$ 23,2 milhões.

A Universidade do Estado da Bahia (Uneb) é responsável pelo processo seletivo, que será realizado em cooperação técnica com a Organização dos Estados Ibero-Americanos (OEI) — entidade investigada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) por supostas irregularidades em contratos para a organização da COP30 e como programa Pé-de-Meia. Como contrapartida, os formados deverão atuar por no mínimo dois anos em áreas rurais da Bahia, após validar o diploma no Brasil.

O edital determina que a seleção siga critérios de intercâmbio acadêmico-científico com foco em regiões carentes e rurais do interior baiano. O processo terá três etapas eliminatórias e classificatórias, todas conduzidas pela Uneb.

Entre os requisitos estão: ser brasileiro, preferencialmente da zona rural da Bahia, ter concluído o ensino médio, ser maior de 18 anos, possuir passaporte, comprovar atuação comunitária, comprometer-se a trabalhar por dois anos após o diploma validado e declarar-se de baixa renda conforme a legislação.

Histórico da Elam e relação com o Brasil

A Elam foi criada em 15 de novembro de 1999, por iniciativa do então ditador Fidel Castro, para formar gratuitamente jovens de países pobres da América Central e Caribe afetados por furacões em 1998. De acordo com a escola, mais de 30 mil alunos de 120 países já se formaram na instituição.

Programa Mais Médicos, que envolveu Brasil e Cuba a partir de 2013, também usou intermediação financeira semelhante. O Brasil repassava fundos à Organização Pan-Americana da Saúde, que transferia ao governo cubano, responsável por definir a remuneração dos médicos enviados.

Relatórios mostravam que apenas de 25% a 40% dos valores chegavam aos profissionais, enquanto o restante ficava com o Estado cubano. Estimativas em 2013, sugeriram que até 75% dos salários eram retidos pelo governo de Cuba.

O modelo foi criticado por parlamentares e entidades, que questionavam a falta de vínculo dos médicos com o governo brasileiro e possíveis irregularidades trabalhistas. A intermediação da Opas também foi investigada pelo TCU e pelo Ministério Público Federal (MPF).

Mais Médicos

Em 2017, o TCU avalizou o Mais Médicos, mas recomendou ao Ministério da Saúde aprimorar os repasses e dar mais transparência. O tema ganhou destaque na campanha de Jair Bolsonaro em 2018, que defendeu pagamentos diretos aos cubanos e validação de diplomas.

Depois das declarações de Bolsonaro, o governo cubano decidiu retirar mais de 8 mil médicos do programa, alegando que as afirmações do presidente eleito foram “desrespeitosas e inaceitáveis”. 

Com a volta de Lula ao governo, em 2023, o programa foi retomado. Os Estados Unidos sancionaram recentemente o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e funcionários da pasta por colaborarem com o Mais Médicos. Os EUA cassaram o visto ou restringiram o acesso ao país. 

Médica da Bahia critica parceria com Cuba

A médica baiana Raíssa Soares criticou a decisão do governo da Bahia. Ela disse que o ensino de medicina em Cuba é pior do que no Brasil e que os alunos não são escolhidos por mérito, mas por militância política. “Estudar medicina num lugar que é melhor que o Brasil, nós vamos agregar valor para quem estudar. Estudar num lugar que é pior: nós estamos gastando dinheiro de uma forma absolutamente sem sentido”, declarou em um vídeo postado no X.

A médica também disse que antes do gasto milionário com a ditadura cubana, o governo petista deveria fazer o dever de casa. “Saúde e educação na Bahia têm os piores indicadores do país”, declarou.

Informações Revista Oeste


Alteração de regras foi feita pelo ex-presidente da Corte, Luís Roberto Barroso, que se aposentou em outubro

Luís Roberto Barroso, ministro do STF, no Plenário do Supremo Tribunal Federal, em Brasília, DF (15/10/2025) | Foto: Reprodução/YouTube
Luís Roberto Barroso, ministro do STF, no Plenário do Supremo Tribunal Federal, em Brasília, DF (15/10/2025) | Foto: Reprodução/YouTube

Uma norma editada em julho pelo então presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luís Roberto Barroso, passou a restringir o acesso público a informações processuais. A mudança, revelada pela revista Veja, impactou investigações antigas e reduziu a consulta a andamentos disponíveis na página do tribunal. Barroso deixou o STF em outubro, mas a resolução segue em vigor.

A regra reorganizou a tramitação eletrônica e estabeleceu cinco níveis de proteção: público, segredo de Justiça e três modalidades adicionais (moderado, padrão e máximo). Com esse modelo, diversos inquéritos e processos deixaram de exibir movimentações que antes eram visíveis ao cidadão.

Medida do STF torna investigação sobre Gleisi menos transparente

Segundo a publicação, entre os casos afetados, está a apuração sobre a ministra Gleisi Hoffmann. O inquérito investiga se ela recebeu vantagens ligadas a um esquema que atuava no Ministério do Planejamento, quando Paulo Bernardo chefiava a pasta. A Polícia Federal estima que o grupo tenha desviado R$100 milhões.

Até o mês passado, o sistema mostrava que o processo aguardava despacho da relatora, a ministra Cármen Lúcia. A investigação, que já dura dez anos, não apresenta mais qualquer atualização na plataforma.

Procurado pela Veja, o STF informou que a retirada de dados segue exatamente os parâmetros definidos pela resolução de Barroso, que redesenhou a classificação interna e ampliou os procedimentos de proteção a informações sigilosas.

Informações Revista Oeste


Demissão voluntária deve ocorrer em duas etapas e integra pacote usado para convencer bancos a liberarem empréstimo de R$ 20 bilhões.

Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil

Os Correios pretendem desligar pelo menos 10 mil funcionários por meio de um novo Programa de Demissão Voluntária (PDV). A medida integra o plano de reestruturação usado como garantia para a obtenção de um empréstimo de R$ 20 bilhões, considerado essencial para evitar o agravamento da crise financeira da estatal.

O ajuste é visto pelos bancos como condição para liberar o crédito, que terá garantia do Tesouro Nacional. Com o aval soberano, o risco da operação diminui, já que a União assume o pagamento em caso de inadimplência.

Meta mínima é desligar 10 mil empregados

Segundo fontes envolvidas nas negociações, a meta exata ainda está sendo definida, mas 10 mil desligamentos são considerados o patamar mínimo. Hoje, os Correios possuem cerca de 85 mil empregados, e os gastos com pessoal representam 72% de todos os custos da empresa.

O PDV será lançado em duas etapas. Na primeira, serão aplicadas regras tradicionais, baseadas em critérios de idade e tempo de serviço. A segunda etapa deve trazer metas específicas por área, conforme estudo que mede a produtividade de agências e setores.

Os Correios mantêm aproximadamente 10 mil unidades de atendimento, sendo 7 mil próprias ou franqueadas. Entretanto, apenas 15% delas operam no azul. Por isso, a empresa pretende mapear regiões com agências sobrepostas, unificando operações e direcionando funcionários dessas unidades ao PDV ou ao remanejamento interno.

A situação financeira da estatal é considerada crítica. Os Correios acumulam prejuízos desde 2022 e devem encerrar 2025 com um rombo de R$ 10 bilhões. Sem recursos novos, projeções avaliadas pela empresa indicam que o déficit pode atingir R$ 20 bilhões em 2026 e chegar a R$ 70 bilhões em cinco anos, empurrado por multas contratuais e atrasos em pagamentos.

Um dos desafios é criar incentivos que tornem o PDV atrativo, mas sem comprometer ainda mais as finanças. Em 2024, apenas 3.705 funcionários aderiram ao programa.

Entre os pontos de resistência estão:

  • receio de depender apenas do Postalis, fundo de pensão que enfrenta dificuldades e aplica descontos extras aos aposentados;
  • temor de perder o plano de saúde, ainda visto como um benefício importante, apesar da precarização causada por atrasos de repasses.

A estatal pretende negociar com os sindicatos para conseguir maior adesão nesta nova rodada.

Plano prevê venda de imóveis, mudanças no plano de saúde e revisão de cargos

Além do PDV, o plano de reestruturação inclui:

  • venda de imóveis,
  • reformulação do plano de saúde,
  • reestruturação de cargos e salários,
  • flexibilização da jornada para permitir entregas em fins de semana,
  • cobrança por resultados dos superintendentes,
  • estudo para futura implementação de remuneração variável.

TCU e CGU já acompanham o processo e devem intensificar a fiscalização.

Negociação do empréstimo continua após bancos cobrarem juros acima do teto

Na primeira rodada, um grupo de bancos (Banco do Brasil, BTG Pactual, Citibank e ABC Brasil) aceitou conceder o empréstimo, mas propôs juros de 136% do CDI, acima do limite permitido pelo Tesouro, que é de 120% do CDI.

Como a diferença representaria um gasto adicional de centenas de milhões ao longo dos anos, a estatal decidiu reabrir as negociações para tentar reduzir o custo.

As instituições financeiras têm duas semanas para apresentar novas propostas, e a expectativa é que o empréstimo seja contratado ainda este ano.

Agência Brasil


Aquecimento do mercado de trabalho impulsiona percepção positiva, mas economista alerta para possível desaceleração nos próximos meses

Sete em cada dez trabalhadores brasileiros (70,1%) disseram conseguir arcar com despesas essenciais, como moradia, alimentação, educação e saúde, nos últimos três meses, de acordo com a Sondagem do Mercado de Trabalho de outubro, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV).

Segundo a FGV, este é o melhor resultado entre as cinco edições já realizadas da pesquisa. O avanço é atribuído à melhora no mercado de trabalho, que tem registrado maior geração de empregos e aumento da renda média.

“Essa elevação salarial parece se refletir no indicador de percepção sobre a renda, que mostra uma ampla maioria conseguindo pagar suas despesas essenciais”, afirma Rodolpho Tobler, economista do Ibre/FGV.

Alimentação segue como principal peso no orçamento

Questionados sobre os gastos que mais impactam o orçamento familiar, os entrevistados apontaram:

Alimentação – 73,9%

Aluguel ou financiamento de moradia – 43,1%

Contas de serviços públicos (água, energia etc.) – 41,2%

Saúde – 31,9%

Dívidas – 21%

Mesmo com a inflação mais controlada, que alivia o custo dos alimentos, o indicador ainda preocupa. Tobler destaca que as dívidas continuam pesando para mais de um quinto dos trabalhadores e faz um alerta:

“Para os próximos meses, diante da expectativa de desaceleração da economia e do mercado de trabalho, não é esperado que os indicadores de percepção sobre a renda mantenham o ritmo de melhora observado até aqui.”

Satisfação com o trabalho também cresce

A sondagem ainda mostrou melhora na satisfação profissional:

Muito satisfeitos: de 14,1% para 14,3%

Satisfeitos: de 62,2% para 62,6%

Insatisfeitos: de 6,8% para 6,1%

O levantamento aponta, portanto, um cenário mais positivo para os trabalhadores — embora com cautela sobre os próximos passos da economia.


A ação é um desdobramento da Operação Vale das Sombras, deflagrada para investigar o assassinato de três mulheres ocorrido no início de outubro

Foi cumprido nesta sexta-feira (14) o sexto mandado de prisão preventiva no âmbito da Operação “Anguera em Paz”, coordenada pela Delegacia Territorial daquele município. A ação contínua da Polícia Civil visa sufocar a atuação de grupos criminosos ligados ao tráfico de drogas e a outros crimes na região. A ação é um desdobramento da Operação Vale das Sombras, deflagrada para investigar o assassinato de três mulheres ocorrido no início de outubro.

A investigação sobre o triplo assassinato já resultou na detenção cautelar de nove pessoas e apresentou elementos indicativos de motivação ligada ao comércio de entorpecentes. Com isso, a Polícia Civil instaurou outro inquérito, mais abrangente, para apurar a atuação de uma organização criminosa envolvida em uma série de crimes.

Cinco ordens de detenção já haviam sido cumpridas no bojo da Operação Anguera em Paz. O cumprimento desta sexta ordem se deu com a apresentação espontânea de um homem de 33 anos, que compareceu à sede da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos de Feira de Santana (DRFR), onde a Polícia Civil executou a formalização da medida cautelar em aberto.

O homem, suspeito de envolvimento com o tráfico de drogas e homicídios, será submetido a interrogatório e, na sequência, apresentado ao Poder Judiciário para audiência de custódia, permanecendo à disposição da Justiça.

Por meio do Departamento Especializado de Investigações Criminais (DEIC) e da 1ª Coordenadoria de Polícia do Interior (COORPIN), as autoridades policiais continuam com as investigações, visando a responsabilização de todos os envolvidos nesta organização criminosa e nos delitos correlatos, bem como aprofundar os elementos de prova relacionados ao evento do triplo homicídio.

Andrei Sansil / Ascom PCBA


Ataque com drones e mísseis russos mata 8 na Ucrânia; ONU condena

A Rússia lançou um forte ataque com drones e mísseis contra a Ucrânia na madrugada desta sexta-feira (14), matando seis pessoas na capital Kiev e duas na cidade de Chornomorsk.

Dezenas de pessoas também ficaram feridas em ataques a instalações de energia e prédios, disseram autoridades ucranianas. O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou que as forças russas usaram 430 drones e 18 mísseis, o que tornou o ataque um dos maiores na capital até agora. A Força Aérea ucraniana informou que a maioria dos drones e mísseis foi abatida, mas autoridades disseram que incêndios e a queda de destroços danificaram apartamentos, uma escola, um centro médico e prédios administrativos em nove distritos da cidade.

“Somente pressão – com sanções e força – pode obrigar a Rússia a pôr fim a esta guerra, uma guerra que ninguém, além deles, jamais precisou”, disse Zelensky, acrescentando que a embaixada do Azerbaijão também foi atingida por destroços de um míssil Iskander. O Ministério da Defesa da Rússia afirmou que suas forças atingiram um complexo de produção de armas ucraniano com armas de alta precisão em resposta aos ataques ucranianos contra a Rússia.

Informações Metro1


Conclusões fazem parte de uma auditoria conduzida pela corte

Foto: TCU/ Assessoria

O Tribunal de Contas da União (TCU) identificou fragilidades na “governança, transparência e controle” da política de transação tributária, mecanismo criado para permitir que a União negocie dívidas fiscais com contribuintes. As conclusões fazem parte de uma auditoria conduzida pela corte, que avaliou a eficiência da recuperação de créditos tributários e a segurança jurídica nas negociações realizadas pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) e pela Receita Federal.

O relatório, apresentado pelo ministro Walton Alencar e divulgado nesta semana, analisa a política instituída em 2020, que prevê a negociação de débitos por pessoas físicas e jurídicas. A iniciativa tem como objetivo reduzir o contencioso tributário e melhorar a arrecadação de créditos considerados de difícil recuperação na Justiça.

Para o TCU, o alto volume de disputas fiscais reforça a necessidade de aprimoramento das regras e de maior controle sobre o sistema, a fim de garantir transparência e eficácia nas negociações.

Informações Bahia.ba


Ministros também receberam honraria

Lula e Janja Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Nesta sexta-feira (14), o presidente Lula (PT) condecorou 262 pessoas com a Ordem do Mérito Educativo. A honraria é destinada a personalidades que tenham se distinguido por “excepcionais serviços prestados à educação” no Brasil.

Janja e 15 ministros do governo estavam entre os 28 agraciados com o grau de Grã-Cruz, o mais alto da honraria, que também foi dado a quatro ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), além dos presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), além de escritores e influenciadores.

Essa foi a quarta vez que Janja foi condecorada por Lula. Em 2023, ela recebeu a Ordem do Rio Branco, maior honraria dada pelo governo brasileiro. Já em 2024, a primeira-dama recebeu a medalha de mérito Oswaldo Cruz, destinada a quem contribui com o bem-estar físico e mental dos brasileiros. Em maio de 2025, Janja foi agraciada com a Ordem do Mérito Cultural. As informações são do jornal O Globo.

Informações Pleno News


Em abril, Trump anunciou taxa de 10% para produtos brasileiros

 Marcello Casal jr/Agência Brasil

A Casa Branca emitiu nesta sexta-feira (14) um decreto do presidente Donald Trump para isentar determinados produtos agrícolas de tarifas recíprocas, que estão em vigor desde abril. 

De acordo com nota publicada pela Casa Branca, alguns produtos deixarão de estar sujeitos às tarifas recíprocas. Entre eles, estão café e chá; frutas tropicais e sucos de frutas; cacau e especiarias; bananas, laranjas e tomates; carne bovina; e fertilizantes adicionais (alguns fertilizantes nunca foram sujeitos às tarifas recíprocas).

Segundo a Casa Branca, a medida trata das tarifas recíprocas anunciadas por Trump em abril. Na ocasião, o presidente dos Estados Unidos impôs um tarifaço global a produtos importados de vários países, e confirmou uma taxa de 10% para os produtos brasileiros. No evento, ele comunicou a aplicação de tarifa de 20% sobre a União Europeia, 34% sobre a China e 46% sobre o Vietnã.

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços informou que está analisando a Ordem Executiva assinada por Trump. 

* Com informações da Reuters.