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Foto: Reprodução

“Não tem como folgar na segunda-feira de Carnaval. Vamos trabalhar normalmente”. A declaração é do prefeito Colbert Filho, em relação ao funcionamento das repartições públicas municipais na segunda de Carnaval, dia 20 de fevereiro, um dia antes do feriado nacional do dia 21 (terça).

De acordo com o prefeito, a decisão de não decretar ponto facultativo na Prefeitura na segunda-feira, dia 20, é baseada, também, na atividade comercial na cidade. “O comércio estará funcionando normalmente, em um dia de trabalho normal, então não há motivo para decretar ponto facultativo”, justifica Colbert.

*O Protagonista FSA


Por Eduardo Cunha

Governo apresenta medidas inócuas para combater deficit público, mas objetivo virá pela enrolação, escreve Eduardo Cunha

Lula assina o decreto que cria o pacote de medidas ao lado do ministro da Fazenda, Fernando Haddad
Lula assina decreto que cria pacote de medidas anti-deficit ao lado do ministro da Fazenda, Fernando Haddad (à esquerda)

O início do Lula 3, que já foi assunto de artigos anteriores, mistura uma porção de práticas que, já constatamos, não deram certo em passado recente.

A única diferença mais visível foi abrir mão de disputar –e possivelmente perder– a eleição das mesas do Congresso. O maior eleitor na disputa pelo comando das duas Casas parece ter sido fantasma da derrota para mim em 2015. Até hoje não entenderam que minha candidatura na época, apoiada pela maioria, nunca foi contra o governo e sim contra a predominância do PT.

No mais, continua a prática de ceder em quase nada de espaço para os aliados –e, em contrapartida, eles fingem que estão na base congressual do governo. Isso cria aberrações, e elas certamente terão de ser corrigidas, ao cabo das primeiras derrotas nas votações mais simples que já estão programadas para ocorrerem. Muitos petistas mantêm espaços no governo, mas estão só esquentando o lugar para quem efetivamente pode ajudar a entregar algum voto no Congresso.

O RETORNO DA VELHA COMUNICAÇÃO

Sob a ótica da comunicação, Lula se confunde com o próprio carisma, sem reconhecer o envelhecimento dos seus métodos. A comunicação digital já substituiu os seus meios antigos. Ouvindo expoentes políticos, constata-se que Lula, de modo geral, está em modo analógico, enquanto o mundo está em digital.

Lula insiste também na velha retórica de que o mundo não podia existir sem ele e o PT. Sempre o velho discurso: herança maldita etc.

Também continua insistindo que o impeachment do governo do PT foi golpe, quando na realidade foi um golpe de sorte do país ter se livrado deles naquele momento. Assim como a sua nova eleição agora foi um golpe de azar do país, por sermos obrigados a viver novamente sob o jugo do PT.

No campo da comunicação, as pessoas que Lula colocou para comandar esse espaço não estão em sintonia com o mundo real de hoje. A tendência é, no tempo, ele perder essa guerra da comunicação, se não alterar os seus métodos analógicos ultrapassados pelo tempo.

Exemplo: Lula nitidamente optou por escolher para o seu governo a aproximação dos chamados “analistas de poltrona”, os comentaristas da GloboNews. Eles têm audiência inferior a uma pequena rádio de uma capital, não superando 200 mil pessoas.

Além da audiência ser pequena, a qualificação dela já não é mais a mesma. Hoje outros canais de notícias atuam melhor e com informação muito mais isenta do que as Organizações Globo sempre fizeram. Levantamento recente do Poder360 comprovou essa preferência.

Já tive a oportunidade de falar que um dos grandes méritos de Bolsonaro –e uma das razões da aversão da mídia a ele– foi a retirada da intermediação da mídia tradicional na comunicação dele e do seu governo. A Globo, assim como os demais veículos de imprensa, passaram todo o tempo do seu governo tendo de acompanhar as suas publicações em redes sociais, lives e declarações à porta do Alvorada para saber o que seria de seu governo e suas atitudes.

Isso, evidentemente, era perda de poder de informação da mídia. Por isso, passaram a atacar Bolsonaro cotidianamente.

Com seus velhos métodos de comunicação, Lula resolveu ceder imediatamente esse poder, voltando à velha fórmula de usar a mídia tradicional para se comunicar. Hoje, reserva o principal para a Globo e seus veículos, deixando uns pingos de informação para os demais veículos, a conta gotas.

É mais ou menos como a distribuição dos cargos do governo. A Globo domina as notícias, assim como o PT domina os cargos. Os outros ficam com algumas migalhas.

Esse quase monopólio da informação, assim como nos cargos, obviamente, não terá o efeito desejado, ainda mais com a reduzida audiência. Lula se esquece que a boa informação divulgada tem de atingir o objetivo da boa comunicação e não ser mercadoria política.

Também há desprezo pela comunicação digital. Bolsonaro já provou que ela faz toda a diferença. Ninguém resistiria a tanta campanha negativa se não tivesse uma forma eficiente de se comunicar; Lula não resistiria como Bolsonaro resistiu à campanha da mídia –embora essa campanha tenha, ao fim, derrotado Bolsonaro nas eleições.

Entretanto, a mídia não foi tão vitoriosa assim. A pequena diferença de votos mostra isso. O acirramento da polarização e a grande rejeição da sociedade ao governo Lula criaram na parte derrotada nas eleições um sentimento de que a campanha midiática prejudicou Bolsonaro e distorceu o processo eleitoral.

Vejam só: para surpresa de quase ninguém, Lula já se declarou candidato à reeleição, apesar de ter passado a campanha negando isso.

O FALSO COMBATE AO DEFICIT

Não é só na política e na comunicação que Lula continua a errar. Também continua usando a malandragem para superar as dificuldades na economia e conter o deficit já previsto para esse anodepois do estouro do teto de gastos com a aprovação da PEC Fura-teto –ou PEC dos Manés, como eu sempre disse.

Sem qualquer iniciativa real que tenha um efetivo resultado imediato nas contas públicas em 2023, Lula usa a malandragem política para tentar, no fim do ano, apresentar um resultado positivo de redução do deficit. Isso porque a divulgação do resultado das contas do último ano de Bolsonaro traz pela 1ª vez depois do tsunami do último governo do PT, derrubado pelo impeachment, um superavit fiscal: R$ 54 bilhões. E mesmo com o pagamento do Auxílio Brasil em R$ 600.

Mesmo com todas as desonerações feitas por Bolsonaro, incluindo a dos combustíveis, a arrecadação federal bateu em 2022 um patamar recorde, que dificilmente será superado pelo governo Lula, mesmo com aumento de impostos.

O problema é que, ao final desse ano, o resultado que Lula acabar mostrando será muito mais pela omissão e incompetência do seu governo do que por algum ato que aumente a receita ou reduza gastos.

Para começar, as medidas propostas pelo seu ministro da Fazenda são absolutamente inócuas. Resumem-se a uma leve recomposição de alíquotas diminuídas para o ano de 2023 por Bolsonaro e à constatação de que o Orçamento pode ter errado a previsão de receita real a ser arrecadada no ano, talvez pela inflação maior do que a projetada ou pela desoneração.

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Além disso, veio um programa de “Litígio Zero”, de difícil realização, ou a mera reprodução de tentativa de arrecadação à vista. A Lei 13.988 de 2020, a Lei das Transações, programa estabelecido por Bolsonaro, já prevê essa mesma arrecadação, só que a prazo.

No meio disso, introduziu uma bandeira corporativa da Receita Federal de trazer de volta o voto de qualidade do Carf (Conselho Administrativo de Recursos Fiscal), visando a julgar novamente teses já definidas a favor dos cidadãos. Mesmo que isso tenha sucesso, não significará que todos vão correr para pagar o que efetivamente não devem. Podem recorrer ao Judiciário para derrubar essa tentativa de extorsão do Fisco.

O próprio secretário da Receita Federal, ao defender a medida, já admitiu essa real intenção. Conseguindo-se ou não fazer valer essa pauta corporativa da Receita Federal, isso não renderá um centavo a mais no caixa do Tesouro esse ano.

Se quiséssemos ter alguma seriedade em discutir a relação da Receita Federal com os pagadores de impostos, deveríamos encontrar uma maneira de obrigar o Fisco a pagar os honorários advocatícios de quem vencer as causas no Judiciário, para acabar com e emissão de autos de infração, somente de cunho político, para fingirem que tem dinheiro a receber dos contribuintes, tentarem legalizar teses sem respaldo na legislação tributária e ainda tentarem aumentar os ganhos dos auditores fiscais, com bônus de eficiência inexistente.

Só um leigo ou ingênuo, vai acreditar que o governo vai reverter um deficit de mais de R$ 230 bilhões com essas medidas.

E como acho que ao menos a maior parte desse deficit poderá ser revertida nesse ano? Simples: por absoluta malandragem, traduzida pela omissão e incompetência do governo.

Aí você me faz a pergunta: não é melhor um governo omisso e incompetente, mas que reduza o deficit, em vez de um governo que não seja nada disso, mas que produza o deficit maior?

Minha resposta: depende do que você quer para o seu país.

AS MALANDRAGENS

Eis a malandragem política: Lula está conduzindo o governo para que as suas promessas de campanha não sejam cumpridas, ao menos na totalidade ou no tempo devido.

Ele pediu e obteve autorização do Congresso para gastar o que prometeu na campanha. Não o fará. Seja porque está enrolando, seja porque não terá competência para fazê-lo.

Vamos a elas:

  • aumento real do salário mínimo – Bolsonaro, no último debate na TV, prometeu R$ 1.400. Lula prometeu um aumento real, acordado com o Congresso para o Orçamento de 2023, no valor de R$ 1.320.

Lula simplesmente aceitou o salário mínimo de R$ 1.302, determinado em legislação anterior à aprovação do Orçamento pelo Congresso. Está enrolando para não colocar em vigor o valor atualizado. Simula reuniões com sindicatos para discussão do salário mínimo e sinaliza que só a partir de maio corrigiria o salário para os R$ 1.320, ganhando 4 meses com R$ 18 a menos. Com isso, economiza bastante no deficit em função do benefício mínimo da Previdência, que tem de ser corrigido quando se corrige o salário mínimo.

  • manutenção do aumento do Auxílio Brasil – o valor de R$ 600 definido no Orçamento significou o acréscimo de R$ 198 por família, na previsão original.

A despesa não será desse tamanho porque o governo está recadastrando os beneficiários. Deve retirar os beneficiários unifamiliares, além de colocar metas de contrapartida, que não serão atingidos por todos os cadastrados. Também podem diminuir o número alegando erros ou fraudes –existentes ou não.

Aliás, o ministro da área já disse que há irregularidades em 2,5 milhões de cadastros, cerca de 25% dos que já foram analisados. Eles já representam R$ 1,5 bilhão ao mês.

O certo é que não realizarão a despesa prevista no Orçamento, mesmo que finjam aumentar o número com novos beneficiários. Na realidade, o número final será uma redução.

  • novo benefício de R$ 150 por criança das famílias atendidas – essa iniciativa está claramente sendo empurrada para ser feita ao longo do ano, de forma gradativa, implicando ao fim do ano em um volume que não chegará à metade da despesa prevista no orçamento para o ano.
  • correção da tabela do imposto de renda – esta não tem previsão orçamentária própria, mas resulta na diminuição da receita estimada com imposto de renda pessoa física, sendo essa provavelmente uma das razões para a receita prevista para o ano de 2023, ser apontada por Haddad como inferior a receita corrigida de 2022.

Lula está enrolando e não fará a correção da tabela, que anunciou na campanha, como isenção para quem ganhasse até R$ 5.000.

Bolsonaro havia prometido até mais, só que ele teve a prerrogativa de propor o Orçamento prevendo as receitas, tendo provavelmente previsto isso na sua proposta orçamentária, daí a possível queda das receitas para 2023.

Como Lula não fará a correção integral prometida da tabela, a receita vai aumentar, diminuindo o deficit previsto e ainda sinalizando uma falsa eficiência arrecadatória, que vão tentar atribuir às medidas inócuas propostas por Haddad.
Lula inclusive soltou a pérola, em reunião com sindicatos, de que estava discutindo com os economistas do PT a diminuição do imposto dos pobres e aumento do imposto dos ricos.

Tudo isso é eufemismo político para não cumprir as suas promessas de campanha ou ao menos adiá-las, até porque reduzir imposto tem efeito imediato, mas aumentar imposto tem o princípio da anualidade e da noventena, o que não permitiria a adoção simultânea.

Lembrando ainda que Lula, na campanha, não disse que para corrigir a tabela, precisaria aumentar imposto de quem quer que seja. Ao que parece ele vai restringir a isenção no ano para quem ganhar até 2 salários mínimos, se esquecendo que dificilmente o Congresso não irá lhe impor uma derrota, mesmo com cargos e tudo distribuído, o obrigando a isentar a tabela até R$ 5.000. Ele não terá condições políticas de vetar essa correção. Só conseguirá ganhar algum tempo, provavelmente uns 6 meses.

  • reposições – as recomposições orçamentárias de rubricas que foram diminuídas na proposta original de Bolsonaro não serão realizadas na forma prevista. Isso se dá por incompetência gerencial e por retardamento proposital, visando a conter o deficit previsto.

Parando por aqui, em função apenas do que foi relatado, desprezando outras variáveis, é óbvio que o deficit de 2023 jamais chegará aos R$ 230 bilhões. Contando com alguma sorte de aumento de receitas por algum componente econômico ainda não previsto, é possível chegar perto do deficit zero. No máximo, o déficit será de 2 dígitos de bilhão, jamais de 3 dígitos.

A malandragem do Lula, a sua omissão de fingir que não é com ele o tempo de cumprimento das suas promessas e a incompetência natural da pesada máquina estatal –agravada pelo retorno do petismo, ávido por gastar e ao mesmo tempo incompetente para fazê-lo– ainda vão produzir uma série de entrevistas ufanistas no fim do ano. Estas, de preferência, serão concedidas às Organizações Globo para os analistas de poltrona de pouquíssima audiência, afirmandi que Lula deu a volta por cima e reduziu drasticamente o deficit público, apesar das condições desfavoráveis, da herança maldita e do fato que pegou o governo tendo de enfrentar os atos antidemocráticos em uma tentativa de golpe, que –alegarão– prejudicou em muito as expectativas da economia.

Isso sem contar a já anunciada retomada de financiamento a juros subsidiados, pelo BNDES, para os países companheiros de esquerda, falidos. Vão provocar não só o aumento do custo da nossa dívida pelo subsídio, como também uma provável perda pelo previsível calote, já costumeiro nas operações anteriores, feitas pelos governos do PT no passado.

A verborragia de Lula já chegou à autonomia do Banco Central, com críticas a atual taxa de juros da Selic e à privatização da Eletrobras.

https://youtube.com/watch?v=insIc_7ospA%3Ffeature%3Doembed

Lula se esquece que as suas falas e o próprio deficit previsto para o ano pressionam a taxa de juros, assim como a necessidade real de financiar a rolagem da dívida pública. Todos sabem que a taxa Selic tem componentes técnicos, que derivam da inflação associada ao prêmio do risco Brasil, ou ainda à taxa de juros americana, associada à expectativa cambial.

É falsa a expectativa que a taxa Selic, que serve somente para financiar a dívida pública, é fator de custo para impedir o crescimento.

Quem consegue empréstimo em algum banco à taxa Selic? Se conseguirem, me avisem. Eu adoraria pegar empréstimos atrelados à Selic de hoje.

Só compra o PT quem ainda não o conhece ou tem memória curta. Lula precisa começar a trabalhar de verdade. Eles são os mesmos de sempre, hoje até piores. Com os mesmos métodos, malandragens e outras coisas que já cansamos de ver por aqui.

No mais, você já pode comprar a pipoca e sentar na poltrona para conferir o que se passará, quem sabe pela GloboNews. Eu vou preferir um streaming –é o melhor que você pode fazer, se acreditar no que escrevo.

Informações Poder 360


Francine Carvalho Ferreira se apresentou como Rainha de Bateria da X-9 em Santos. Ao g1, ela contou também ser musa da Gaviões da Fiel, da capital, há nove anos.

Figurino trai rainha de bateria da X9 Pioneira, e Musa da Gaviões acaba mostrando demais em desfile em Santos — Foto: A Tribuna Jornal

Figurino trai rainha de bateria da X9 Pioneira, e Musa da Gaviões acaba mostrando demais em desfile em Santos — Foto: A Tribuna Jornal 

A rainha de bateria da escola de samba X-9, de Santos, no litoral de São Paulo, acabou ‘mostrando demais’ durante o primeiro dia de desfiles do Grupo Especial. Na imagem, obtida pelo g1 nesta segunda-feira (13), é possível ver a parte do figurino que cobria a parte íntima de Francine Carvalho Ferreira, que também é musa da Gaviões da Fiel, da capital, ‘descolar’ do corpo durante o samba. 

A escola, uma das mais tradicionais do carnaval santista e que deu origem a X-9 paulistana, se apresentou na Passarela Dráuzio da Cruz, em Santos (SP), na madrugada do último sábado (11). Durante o desfile, o figurino ‘traiu’ a rainha de bateria enquanto ela sambava. 

A reportagem entrou em contato com Francine, por telefone, em busca de mais informações sobre o ocorrido, mas não obteve retorno até a última atualização desta matéria. 

Rainha da X-9 de Santos (SP) também é musa da Gaviões da Fiel — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Rainha da X-9 de Santos (SP) também é musa da Gaviões da Fiel — Foto: Reprodução/Redes Sociais 

Ao g1, ela relatou, antes da apresentação, a felicidade por retornar ao local após dois anos de interrupção do evento devido à pandemia de Covid-19. “Hoje parece meu primeiro desfile. Meu coração está fora do peito”. Ela contou, ainda, ser musa da Gaviões da Fiel, de São Paulo, há nove anos. 

Francine também falou sobre a responsabilidade por ser rainha da escola e voltar à passarela. “É uma honra, uma gratidão muito grande, estar à frente da bateria. Quero entregar para vocês, para a nossa escola, o melhor desfile”. 

Carnaval em Santos (SP)

Os desfiles aconteceram entre sexta-feira (10) e domingo (12), na Passarela Dráuzio da Cruz, na Avenida Afonso Schmidt, no bairro Castelo, em Santos (SP). A TV Tribuna, emissora afiliada à Rede Globo na Baixada Santista e Vale do Ribeira, transmitiu as apresentações do Grupo Especial.

Informações G1


Picanha e cerveja ficaram mais caras no primeiro mês de governo Lula, aponta revista

O churrasco com picanha e cerveja, uma das promessas de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ficou ainda mais difícil de ser feito. Em janeiro, os dois produtos subiram de preço, de acordo com um levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

“Falo de muita coisa: falo de economia, falo de tudo”, disse Lula, durante um evento de campanha, em setembro do ano passado. “Agora, quando é que o povo gosta? Quando falo: ‘Vamos voltar a reunir a família no domingo, e vamos fazer um churrasquinho, e vamos comer uma fatia de picanha com gordurinha passada na farinha e tomar uma cerveja gelada’.”

Em janeiro deste ano, o primeiro do novo mandato de Lula, os preços da picanha e da cerveja subiram 0,7% e 1,5%, respectivamente. Os dados aparecem na pesquisa mais recente realizada pelo IBGE para calcular o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Por meio do indicador, o instituto monitora a inflação no país. No mês passado, o IPCA subiu 0,5%. Ou seja: de modo geral, houve aumento dos preços de vários produtos para os consumidores de todo o Brasil em janeiro— e não somente da picanha e da cerveja.

Revista Oeste


14.fev.2021 - O Pelourinho, no centro histórico de Salvador (BA), é um dos principais cartões portais e destino dos turistas que visitam a cidade - San Júnior/Uai Foto/Estadão Conteúdo
14.fev.2021 – O Pelourinho, no centro histórico de Salvador (BA), é um dos principais cartões portais e destino dos turistas que visitam a cidade Imagem: San Júnior/Uai Foto/Estadão Conteúdo

Turismo na Bahia é mesmo preocupante

O fato de ser um estado de potencial turístico, como destacado por Marcon, de fato, não tem garantido à Bahia uma eficiente política nesta área.

A Bahia possui a maior área litorânea do país, com 932 km de praias. Mas também tem áreas de chapadas, montanhas, cachoeiras, belos trechos de rios, como o Rio São Francisco, além do turismo histórico e religioso.

Um dos graves problemas para o desenvolvimento turístico do estado não é a falta de limpeza ou conservação das cidades, mas sim a insegurança.

Nas quatro gestões petistas – duas com Jaques Wagner (2007-20014) e duas com Rui Costa (2015-2022) – não conseguiram frear a escalada de violência na Bahia. O estado figura no topo do ranking de homicídios e mortes violentas, além de ter se tornado destino de organizações criminosas em atuação em outras regiões do Brasil.

A Polícia Militar da Bahia é uma das mais letais do país, tendo como vítimas principais moradores de comunidades pobres atingidos em operações.

Uma das marcas sangrentas da gestão petista na segurança pública é a Chacina do Cabula, que no último dia 6 de fevereiro completou oito anos. Na ocasião, início do governo Rui Costa, 12 jovens, entre 16 e 27 anos, foram executados e outros seis baleados, em um terreno baldio na comunidade, durante uma operação policial. Após investigação, o Ministério Público da Bahia apresentou denúncia contra policiais militares por homicídio qualificado e tentativa de homicídio.

Como já dissemos aqui, confrontos como esse se repetem no cotidiano dos territórios ocupados por pobres e pretos, escancarando uma política de segurança pública falida, que não consegue combater crimes e nem oferecer tranquilidade aos moradores e aos visitantes.

A insegurança, aliada ao aumento do desemprego e da pobreza, impactam diretamente nas atividades turísticas da Bahia. Quem visita o estado para aproveitar as belezas naturais, o patrimônio histórico e cultural e a rica produção artística dos baianos, enfrenta o assédio excessivo de vendedores informais, pedintes e delitos, mesmo nos pontos turísticos.

Setor não é prioridade em gestões petistas

Com mais de 20 anos de experiência no turismo da Bahia, o guia Josuel Queiroz, da agência OlafemiTours, em entrevista à coluna, conta que o setor turístico não é prioridade para o governo do estado.

Apesar de não concordar com o racismo e xenofobia do deputado bolsonarista, o guia é crítico em relação às ações de turismo nas gestões petistas.

“O PT nunca deu a devida atenção que o turismo merece. Nas escolhas para o ministério ou para as secretarias estaduais aqui na Bahia, nunca é escolhido alguém com experiência e conhecimento do setor, que possa de fato implantar políticas públicas para desenvolver o potencial turístico do país”..

Gafites de Fael_Primeiro(Esquerda)_e_Rebeca_Silva(Direita) no centro comercial de Salvador - Divulgação - Divulgação
Grafite de Fael Primeiro (esquerda) e Rebeca Silva (direita) no centro de SalvadorImagem: Divulgação

Atuando prioritariamente com o receptivo de visitantes estrangeiros, Josuel Queiroz destaca que Salvador é a porta de entrada para os turistas que visitam a Bahia e que o Centro Histórico, onde está localizado o Pelourinho, é onde mais se percebe o descaso com a atividade turística.

“O problema principal no Centro Histórico é a sensação de insegurança. O turista sofre com o assédio de vendedores e pedintes, incluindo crianças em situação de mendicância. Um cenário muito triste para os visitantes”. O guia revela que os estrangeiros são ainda mais vulneráveis.

Nas redes sociais, alguns casos ganharam notoriedade como o do turista carioca Kadu Pacheco que, ano passado, relatou em stories o assédio sofrido no Farol da Barra, um dos principais cartões portais de Salvador. Ele contou que, em poucos minutos no local, se sentiu pressionado a pintar o corpo e a comprar um colar e fitinhas do Senhor do Bonfim, desembolsando de cara R$119, mesmo sem interesse nos produtos.

Josuel explica que o grande problema não é a presença de pessoas vendendo lembranças aos turistas ou oferecendo as pinturas do corpo, serviços que devem ser negociados antecipadamente.

“O turismo pode conviver com os trabalhadores informais. O turismo só não consegue sobreviver com os furtos e assaltos em áreas turísticas”.

O guia Josuel Queiroz com um grupo de turistas no Centro Histórico de Salvador - Divulgação / Olafemi Tours - Divulgação / Olafemi Tours
O guia Josuel Queiroz com um grupo de turistas no Centro Histórico de SalvadorImagem: Divulgação / Olafemi Tours

Quase 50% dos trabalhadores de Salvador estão na informalidade. É muita gente sobrevivendo a partir das oportunidades que surgem no setor de serviços, como o turismo. É muito difícil organizar um setor sem uma política pública efetiva que compreenda as necessidades dos vários agentes envolvidos.

A falta de respeito e desorganização por parte da Prefeitura de Salvador diante do desespero dos vendedores ambulantes em busca de uma licença para trabalhar nas festas populares e no carnaval denunciam a insensibilidade e o descaso com quem mais precisa, que são os trabalhadores informais.

Os petistas baianos devem estar satisfeitos com a gestão do setor já que o novo governador Jerônimo Rodrigues manteve no cargo de secretário estadual de Turismo, o engenheiro civil Maurício Bacellar, da equipe de Rui Costa. O secretário recentemente se filiou ao PV, depois de 15 anos no Podemos, mesmo partido de Mauricio Marcon. Já no governo federal, a pasta do Turismo foi entregue ao União Brasil, confirmando a crítica de que a área é apenas moeda de troca partidária.
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“É preciso compreender que uma política voltada ao turismo beneficia muita gente, desde o dono do hotel, que emprega muitas pessoas, passando pelos guias de turismo, profissionais que mais diretamente se relacionam com os visitantes, até o vendedor de água que está ali no ponto turístico. É uma cadeia econômica importantíssima que precisa ser valorizada”none, Josuel Queiroz, guia de turismo em Salvador desde 2001.

Sobre à fala do deputado Marcon, Josuel Queiroz denuncia o racismo da visão do parlamentar.

“Eu não se por onde ele andou aqui em Salvador, mas o que eu ouço dos meus clientes, sobretudo os afro-americanos, são muitos elogios de como a cidade é limpa, além de celebrarem os grafites espalhados pela cidade. São pinturas belíssimas, verdadeiras obras de arte, com referências africanas e valorização da mulher negra, das crianças negras, que para um olhar racista e xenofóbico, pode ser considerada uma coisa feia e suja”, define Josuel Queiroz.

Informações UOL


Caça da Força Aérea dos Estados Unidos durante exercício militar (imagem ilustrativa) - George Frey
Caça da Força Aérea dos Estados Unidos durante exercício militar (imagem ilustrativa) Imagem: George Frey

Quatro ovnis (objetos voadores não identificados) foram identificados desde sexta (10) nos Estados Unidos, Canadá e China —ao menos três deles foram abatidos.

As ações ocorrem uma semana depois de os Estados Unidos derrubarem um balão chinês, que dizem ser de espionagem. Os incidentes indicam uma nova disputa de versões entre duas das maiores potências mundiais. A origem dos ovnis abatidos não havia sido identificada até a noite de ontem em meio a buscas por destroços.

Os casos nos últimos três dias foram:

  • Na sexta (10), os EUA abateram um objeto voador na costa do Alasca, norte do país.
  • No sábado (11), abateram outro ovni na costa oeste do Canadá.
  • Ontem (12), a China disse ter encontrado um ovni em sua costa leste.
  • Ainda ontem, o Exército dos EUA derrubou outro ovni, desta vez sobre o lago Huron, perto da fronteira com o Canadá

Os casos fizeram com que os Estados Unidosfechassem ontem temporariamente o espaço aéreo sobre o Lago Michigan, no norte do país, por motivo de “defesa nacional”.

O incidente com o balão chinês ocorrido no dia 4 –o qual o governo dos EUA chamou de balão de vigilância– deu início a uma crise diplomática entre os dois países e levou o secretário de Estado norte-americano, Antony Blinken, a cancelar uma viagem planejada para Pequim.

Autoridades de segurança nacional dos EUA dizem acreditar que os objetos voadores derrubados eram balões. De acordo com o senador Chuck Schumer, líder da maioria no Senado, os objetos abatidos na sexta e no sábado eram muito menores do que o balão chinês.

A reiteração dos casos obrigou integrantes do governo Biden a negar que haja qualquer evidência envolvendo atividade extraterrestre, segundo informou o site do The New York Times. 

Mas as autoridades também reconhecem em particular o aumento desse tipo de especulação em meio à incapacidade de explicar a proveniência dos objetos.

Primeiro, no Alasca

O ovni no Alasca foi derrubado por ordem do presidente norte-americano, Joe Biden. Sem divulgar detalhes sobre o tipo ou origem, o governo informou que era, “aproximadamente, do tamanho de um carro pequeno”, e voava a cerca de 12 mil metros de altitude.

Ele foi abatido no norte do Alasca, próximo à fronteira com o Canadá, e caiu na água. Não há informações sobre o objeto voador e os EUA disseram que faziam buscas na região.

Depois, Canadá

No dia seguinte foi a vez de o primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau, anunciar a derrubada de um ovni em Yukon, no noroeste do país. Ele também não deu detalhes sobre o objeto.

Falei com o presidente Biden esta tarde. As forças canadenses irão agora recuperar e analisar os destroços do objeto. Obrigado ao Comando de Defesa Aeroespacial da América do Norte por vigiar a América do Norte.
Justin Trudeau, primeiro-ministro do Canadá

Segundo Trudeau, equipes técnicas canadenses estão procurando os destroços no mar para obter mais informações sobre os objetos.

Outro caso, na China

Ontem, a China entrou nos relatos, com um objeto voador no noroeste do país, próximo das Coreias.

“Autoridades marítimas locais da província de Shandong anunciaram neste domingo que interceptaram um objeto voador não identificado nas águas próximas à cidade costeira de Rizhao e está se preparando para abatê-lo, informando os pescadores para ficarem seguros por mensagens”, informou ontem a Global News, mídia estatal chinesa.

Terceiro entre EUA e Canadá

Ainda no domingo, o Exército dos EUA derrubou outro ovni, desta vez sobre o Lago Huron, na altura do estado do Michigan, nas proximidades da fronteira com o Canadá.

A informação foi divulgada pelos deputados Jack Bergamn e Elissa Slotkin, do Michigan. Ambos informaram, por meio do Twitter, que o Departamento de Defesa americano confirmou a medida.

Como tudo começou

Os casos não podem ser vistos de forma isolada. No dia 4, os Estados Unidos derrubaram um balão chinês que sobrevoava a costa leste do país.

Segundo o governo norte-americano, o objeto estava, “inequivocamente”, equipado com dispositivos para coletar dados de Inteligência. Pequim, por sua vez, negou e disse que se tratava de um balão “civil utilizado para fins de pesquisa, principalmente meteorológicas”.

O dispositivo chegou a atravessar grande parte dos EUA, incluindo áreas onde o país armazena mísseis nucleares em silos subterrâneos e bases de bombardeiros estratégicos.

Balão chinês foi abatido nos EUA no dia 4 de fevereiro - Reprodução/Twitter - Reprodução/Twitter
Balão chinês foi abatido nos EUA no dia 4 de fevereiroImagem: Reprodução/Twitter

Depois disso, os EUA acrescentaram no fim de semana seis empresas chinesas à sua lista de restrições. Estes grupos ficarão proibidos de ter acesso a tecnologias e bens americanos sem autorização.

*UOL com informações da AFP, CNN, Global News e Reuters


Tremor completou uma semana, e, embora trabalhos de busca estejam mais lentos, sobreviventes ainda são encontrados.

Na Turquia, Fantástico vai a uma cidade que é parte das origens do Cristianismo

O número de vítimas fatais do violento terremoto de 6 de fevereiro na Turquia e Síria chegou a 35.225, de acordo com os dados oficiais atualizados nesta segunda-feira (13). 

O terremoto de 7,8 graus de magnitude provocou 31.643 mortes no sul da Turquia, informou a Autoridade de Gestão de Desastres e Emergências (AFAD). As autoridades sírias registram 3.581 óbitos na Síria

Também nesta segunda-feira, a Organização das Nações Unidas (ONU) disse que, a partir de agora, a tendência é que a busca por sobreviventes esteja chegando ao fim. Agora, disse a ONU, o foco deve se voltar a garantir abrigo e condições básicas aos sobreviventes e desabrigados. 

Ainda assim, nesta madrugada uma mulher foi resgatada após uma semana debaixo dos escombros

Fase mais lenta de resgate

Os esforços de resgate entraram em uma fase mais lenta, e as populações dos dois países têm discutido quem são os culpados pela falta de trabalhadores especializados nesse tipo de tarefa

Turquia prende empreiteiros de prédios destruídos no terremoto

Turquia prende empreiteiros de prédios destruídos no terremoto 

A Justiça da Turquia afirmou também que está iniciando processos judiciais contra 130 pessoas que, supostamente, participaram de incorporações de imóveis que foram construídos com má qualidade e de forma ilegal, sem observar as regras de engenharia que os tornariam mais resistentes a tremores de terra. 

A Turquia tem códigos de construção que atendem aos padrões atuais de engenharia sísmica, mas esses raramente são aplicados. Essa é uma das razões por que milhares de prédios caíram de lado ou desabaram sobre os residentes. 

O ministro da Justiça da Turquia, Bekir Bozdag, disse no domingo que 134 pessoas estão sendo investigadas por sua suposta responsabilidade na construção de edifícios que não resistiram aos terremotos, segundo a agência de notícias estatal turca Anadolu. 

Ele disse que três foram presos enquanto aguardam julgamento, sete pessoas foram detidas e outras sete foram impedidas de deixar o país. 

Bozdag prometeu punir qualquer um dos responsáveis, e os promotores começaram a coletar amostras de edifícios para provar os materiais usados nas construções. Os terremotos foram fortes, mas vítimas, especialistas e pessoas em toda a Turquia estão culpando a má construção por multiplicar a devastação.

Informações G1


O Westmoreland afundou no Lago Michigan, em 1854

O navio Westmoreland transportava ouro e raríssimas garrafas de uísque do século 19

Um navio que afundou em 1854 durante uma tempestade no Lago Michigan, nos Estados Unidos, pode, finalmente, ser recuperado. O navio Westmoreland, que transportava ouro e raríssimas garrafas de uísque do século 19 foi encontrado em Platte Bay, no Michigan, em 2010. Porém, só agora uma operação de resgate será colocada em prática.

“Estamos nos estágios iniciais de discussão”, afirmou Ross Richardson, descobridor do navio, ao jornal inglês Mirror.

O Westmoreland afundou com relíquias dos anos 1850. A bordo do navio, estavam cerca de 280 barris com uísque e moedas de ouro. A carga foi avaliada em US$ 20 milhões (mais de R$ 100 milhões).

Destilarias ao redor do mundo estão interessadas na bebida. “A composição genética do milho era muito diferente em 1854 e pode ter um sabor diferente do milho de hoje”, diz Richardson. Isso pode acelerar o interesse por uma operação que leve ao navio.

Apesar da expectativa, a missão pode levar algum tempo ainda. Além de ser necessária uma permissão especial, as condições do Westmoreland também dificultam a operação de resgate. O navio está a cerca de 60 metros de profundidade no lago, imerso em água a 1ºC, além de não estar fixo no local.

Informações Revista Oeste


Estudantes registraram o ataque do docente à figura religiosa

Foto registra ofensas de professor a Jesus Cristo | Foto: Reprodução

Um professor do ensino médio da escola estadual Telina Barbosa da Costa, no bairro Messejana, em Fortaleza, escreveu na lousa: “Jesus é vagabundo e idiota”. O caso veio à tona durante um pronunciamento da deputada Dra. Silvana (PL), na Assembleia Legislativa do Ceará, na semana passada.

“Nunca vi um conteúdo tão asqueroso e terrível”, disse a parlamentar. “Esse professor é um infeliz, um desqualificado, que não pode afrontar a fé de toda uma classe. Não existe nenhuma justificativa lógica para um professor escrever algo assim.” O homem vai ser enquadrado em injúria religiosa, segundo Silvana.

Os alunos registraram o momento e denunciaram o docente aos pais. Segundo os estudantes, o acadêmico alegou que o intuito da aula era de “provocar discussões pertinentes ao conteúdo”.

A Secretaria Estadual de Educação do Ceará informou que a Superintendência das Escolas Estaduais de Fortaleza, responsável pelas escolas da região, está apurando o ocorrido.

“Na rede pública estadual de ensino, o ambiente escolar é um espaço de respeito aos direitos humanos, de construção de cidadania e promoção da cultura de paz”, observou a Seduc. “Portanto, são repudiados atos de intolerância e discriminação religiosa. Denúncias devem ser feitas à Ouvidoria do Estado, pela Central 155.”

O Ministério Público do Ceará também foi acionado. O órgão comunicou que, por meio das promotorias de Justiça da Educação de Fortaleza, aliadas ao Centro de Apoio Operacional da Educação, analisará as ofensas do professor, segundo as quais Jesus era “vagabundo”.

Informações Revista Oeste


Jamille Daltro e Filipe Silveira curtindo o Carnaval em 2020 e em 2023 - Arquivo pessoal
Jamille Daltro e Filipe Silveira curtindo o Carnaval em 2020 e em 2023 Imagem: Arquivo pessoal

O que é melhor: pegação ou amor no Carnaval? Para o casal Jamille Daltro, 25, e Filipe Silveira, 35, que estão juntos há quase quatro anos, o melhor é aproveitar a folia momesca de Salvador acompanhado.

Curtindo pela terceira vez o bloco De Hoje a Oito (Dhja8), no Santo Antônio Além do Carmo, eles contam que oficializaram a união na quarta-feira de cinzas, em um dos arrastões de Léo Santana, em 2019.

“Começamos a ficar no início do Carnaval daquele ano e, no último dia, ele me pediu em namoro. Ele tava bêbado e claro que eu não aceitei”, contou Jamille.

Passado o efeito do álcool, Filipe diz que fez o pedido novamente e ela aceitou.

“O casal é carnavalesco desde sempre. É um amor de carnaval, foi assim que começou e a gente manteve a tradição”, disse o o folião.

“Nunca tivemos uma situação grave de ciúme, graças a Deus a gente se respeita, curte o Carnaval juntos e é o que importa”, afirma a namorada.

Fantasiados de coelhos e com a frase “quem namora no Carnaval é o coelho”, o casal fala sobre a escolha dos adereços de cada ano.

“A ideia foi minha. Jamille queria uma fantasia de internet, mas eu disse que queria que fosse uma ideia nossa. Até que eu tive essa ideia, ela gostou e saímos assim”, conta.

No último ano, eles saíram com o tema “cerveja”.

“É uma briga. Até concordar demora um pouquinho, mas a gente sempre entre em consenso e sai divertido”, brinca Filipe.

Carnaval 2023: Blocos desfilam por Salvador com clima ensolarado

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Foliões no Bloco De Hoje a Oito em Salvador  - Lari Couto / UOL

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Foliões no Bloco De Hoje a Oito em Salvador Lari Couto / UOL 

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Foliões no Bloco De Hoje a Oito em Salvador Lari Couto / UOL 

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Foliões no Bloco De Hoje a Oito em Salvador Lari Couto / UOL 

Bloco De Hoje a Oito em Salvador - Larissa Couto/UOL

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Bloco De Hoje a Oito em SalvadorLarissa Couto/UOL 

Moradores de Santo Antônio Além do Carmo durante o Bloco De Hoje a Oito em Salvador - Larissa Couto/UOL

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Moradores de Santo Antônio Além do Carmo durante o Bloco De Hoje a Oito em SalvadorLarissa Couto/UOL 

Moradores de Santo Antônio Além do Carmo durante o Bloco De Hoje a Oito em Salvador - Larissa Couto/UOL

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Moradores de Santo Antônio Além do Carmo durante o Bloco De Hoje a Oito em SalvadorLarissa Couto/UOL

Informações UOL