
O Bahia deixou os torcedores em festa nesta sexta-feira de Carnaval (17) ao vencer sua primeira partida na Copa do Nordeste. No duelo de baianos, o Esquadrão derrotou o Atlético de Alagoinhas por 2×1, de virada. A partida, disputada no Carneirão, em Alagoinhas, foi válida pela 4ª rodada do regional.Lucas Alisson abriu o placar para o Carcará, aos 16 minutos de jogo. O sacode acordou o tricolor, que reagiu e conseguiu a virada em menos de 10 minutos, com Jacaré e Kayky. Com o triunfo, o Bahia agora soma quatro pontos, mas permanece na 7ª colocação do Grupo B. Por outro lado, a distância para o G4 é de dois pontos – ABC, que fecha a zona de classificação, tem 6. Vale lembrar que o time potiguar ainda jogará na rodada, neste sábado (18), contra o Vitória. Já o Atlético de Alagoinhas segue em situação dramática. O Carcará continua na lanterna do Grupo A, ainda sem qualquer ponto somado.
O próximo compromisso do Esquadrão na Copa do Nordeste será na quarta-feira de cinzas (22). O Esquadrão enfrenta o Sport no Batistão, em Aracaju, às 21h30, pela 5ª rodada. O duelo seria na Ilha do Retiro, em Recife, mas a CBF mudou o local após envio de ofício da Polícia Militar do Estado de Pernambuco para a Secretaria de Defesa Social, em que informou “não conseguir garantir a segurança” no jogo por causa do Carnaval. Já o Atlético de Alagoinhas recebe o Campinense no dia seguinte, no mesmo horário, no Carneirão.
*Metro1
Top model chegou na manhã deste sábado (17) no Galeão. Gisele confirmou presença na folia carioca na última quinta. A última vez que ela esteve no carnaval do Rio foi em 2011.
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Gisele Bündchen desembarcou no aeroporto do Galeão na manhã deste sábado (18) — Foto: JC Pereira e Marcelo Sabareto/AgNews
Gisele Bündchen já está no Rio de Janeiro para curtir o carnaval carioca. A top model desembarcou no Aeroporto do Galeão na manhã deste sábado (17).
Vestindo moletom, boné, tênis e levando um travesseiro, a top estava acompanhada de um segurança. Na quinta, Gisele confirmou presença no camarote na Sapucaí.
O último carnaval de Gisele no Rio foi em 2011 quando foi destaque no desfile da Unidos de Vila Isabel. Antes da viagem ela publicou um vídeo fazendo aulas de samba.
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A modelo Gisele Bündchen foi o destaque do último carro da Vila Isabel em 2011 — Foto: Rodrigo Gorosito/G1
“Entrando no clima do Carnaval! @justneto”, escreveu ela na legenda da postagem marcando seu professor de dança. A música era “Balança pema”, na versão de Marisa Monte
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Gisele Bündchen na chegada ao Rio de Janeiro. — Foto: JC Pereira e Marcelo Sabareto/AgNews

Na noite desta sexta-feira (17), o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) disse a aliados políticos que não tomou vacina contra a covid-19 e avalia a possibilidade de processar o ministro Vinícius de Carvalho, da CGU (Controladoria-Geral da União).
Segundo a CNN Brasil, Bolsonaro estaria disposto a fazer qualquer tipo exame que comprove que ele não tomou a vacina contra covid-19.
Mais cedo, o ministro da Controladoria-Geral da União (CGU), Vinicius Carvalho, disse que há registro, no cartão de vacinação de Jair Bolsonaro, de que ele se vacinou contra a Covid-19. Carvalho disse também que a CGU investiga se o cartão de Bolsonaro foi adulterado para incluir a dose contra a doença.
Créditos: Gazeta Brasil.

Foto: Reprodução.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), sancionou na sexta-feira (17) uma lei que obriga estabelecimentos de atendimento veterinários a notificar à Polícia Civil casos constatados ou indícios de maus-tratos contra animais.
O Projeto de Lei 801/2021 é de autoria do deputado estadual Conte Lopes (PL-SP). Segundo o governador, “a partir do momento que um profissional constata e atesta violência e maus tratos, a ação policial e judicial ganha força”.
Para identificação, deve constar na notificação o nome e endereço de quem estiver acompanhando o animal durante o atendimento.
Além disso, deve haver um relatório sobre como foi o atendimento prestado, incluindo a espécie, raça, características físicas, descrição de sua situação de saúde, e quais foram os procedimentos adotados.
Créditos: CNN.
Embora soe estranho para um brasileiro, um dos pontos altos do Carnaval na Alemanha já foi esta quinta-feira (16).

Especialmente na região da Renânia, e exatamente a partir das 11h11, milhares de foliões fantasiados festejaram em locais públicos e bares ao som de músicas carnavalescas.
Em 2023, Colônia, um dos bastiões da folia na Alemanha, celebra 200 anos de Carnaval organizado.
Em Colônia, aliás, estão algumas raízes dessa festa popular. Há 2 mil anos, quando a cidade era uma colônia romana e se chamava Colonia Claudia Ara Agrippinensium, era celebrado em todo o Império Romano o festival da Saturnália, em homenagem ao deus Saturno.
Havia muita bebida e dança e, para a diversão de todos, os ricos trocavam seus belos mantos pelas túnicas simples de seus escravos, e até os serviam. Os servos estavam autorizados a criticar duramente seus senhores, o que resultava em punições severas nos dias seguintes. Mas nos dias de folia, o mundo estava de cabeça para baixo.
Havia inclusive uma procissão cujo nome em latim era Carrus Navalis (carro que vem do mar) — expressão que soa muito parecido com “carnaval”. A população de Colônia se fantasiava e acompanhava com tambores, flautas e chocalhos o carrinho magnificamente decorado.

Enquanto no Império Romano a Saturnália geralmente caía em dezembro, os alemães celebravam um festival selvagem na primavera. Eles usavam máscaras aterrorizantes e faziam barulho com tambores e sinos para afugentar os demônios do inverno. Essa é uma outra raiz do Carnaval, cultivada ainda hoje no sul da Alemanha.
Historicamente, várias festas e ritos da Antiguidade podem ter influenciado o Carnaval. Sua associação com orgias pode ser relacionada às festas de origem greco-romana, como os bacanais ou festas dionisíacas, que se distinguiam pela bebedeira desenfreada e a total entrega aos prazeres da carne.
Quando o imperador romano Constantino fez do cristianismo a religião do Estado, no ano 343, as Saturnálias acabaram. E as ações pagãs dos alemães também passaram a ser uma pedra no sapato da Igreja. Mas, como não se queria proibir o povo de celebrar, a festa foi reinterpretada: não se tratava mais de afastar os maus espíritos, mas do Diabo, o pior inimigo do cristianismo.
Máscaras típicas do Carnaval da SuábiaImagem: Heiner Heine/imageBROKER/picture alliance
A data foi subordinada à liturgia do ano eclesiástico. Entre a Quarta-Feira de Cinzas e o Sábado Santo, os fiéis deveriam comer menos e rezar mais. Assim, antes dos 40 dias de jejum que precedem a Páscoa, era permitido celebrar a carne vale (em latim: “despedida da carne”).
O Carnaval se estabeleceu assim como uma festa da Igreja, que prevaleceu principalmente nas áreas católicas. E não apenas na Europa: os colonizadores da Espanha e de Portugal também levaram seu Carnaval para o Caribe e a América Central e do Sul.
No Brasil, uma das primeiras manifestações carnavalescas foi o entrudo, uma brincadeira bastante rude, de origem portuguesa, praticada na colônia pelos escravos. Até ser proibido, em 1841, os foliões saíam às ruas se sujando mutuamente com lama e urina, por exemplo.
Embora o Carnaval tivesse passado à supervisão da Igreja, os padres e bispos continuaram a ver os festejos desenfreados com desconfiança. Mas até toleraram as paródias dos rituais da Igreja, inclusive elegendo um “Papa Tolo” que entrava na igreja montado em um burro.
Só que não apenas a Igreja, mas também a burguesia de Colônia determinava como seria celebrada a festa carnavalesca, na qual jovens aprendizes interpretavam canções satíricas nas praças públicas e em frente a pousadas, enquanto malabaristas e comediantes perambulavam pelas ruas.

A classe alta, por outro lado, comemorava à sua maneira: o príncipe-eleitor de Colônia Clemens August (1700-1761), por exemplo, organizava todos os anos um estupendo baile de máscaras para os senhores da Igreja e a alta sociedade.
Quando as tropas de Napoleão ocuparam a região onde fica Colônia, viram as festas de Carnaval com certo ceticismo e temporariamente proibiram os festejos. Tarefa nada fácil, pois os foliões já não festejavam nas ruas, mas nas hospedarias.
Em 1815, foram os prussianos a ocupar Colônia, e a cidade voltou ao domínio alemão. Os ocupantes permitiram as folias, que, segundo testemunhas da época, tornaram-se cada vez mais desbragadas: “A devassidão desenfreada e a grosseria se espalharam. Cometia-se muito desatino sob a máscara da folia, e muitas máscaras eram imorais e desrespeitosas.”
Para certos colonianos influentes, a coisa passara dos limite: em 1823, fundaram um comitê coordenador, organizaram um desfile e criaram o personagem “Herói Carnaval”. Com seu “caráter nobre”, ele deveria acabar com os abusos. Mais tarde, seria rebatizado “Príncipe do Carnaval de Colônia”.
Carnaval é para muitos oportunidade de celebrar amizadesImagem: Christoph Reichwein/dpa/picture alliance
Desde 1883, ele tem a seu lado a “Virgem de Colônia”, que simboliza a liberdade da cidade. Ela é tradicionalmente retratada por um homem, já que os clubes carnavalescos eram ? e muitas vezes ainda são ? sociedades puramente masculinas.
O chamado “triunvirato” que reina sobre os foliões em Colônia e completado pela figura do Camponês. Em outros lugares de tradição carnavalesca da Alemanha, os dias da folia são regidos pelo príncipe e sua princesa. Mas uma coisa os une a todos: eles abrem a temporada de Carnaval na Alemanha em 11 de novembro, ou seja, 11/11. Neste dia, às 11h11, é dado início à temporada de Carnaval na Alemanha, que só se encerra na Quarta-feira de Cinzas.
A data não redonda é um “número maluco” (Narrenzahl), como se diria na Idade Média. Na época, o 11 de novembro, dia de São Martinho, marcava o início de um período de jejum até o Natal, antes do qual a população ainda queria festejar. Além disso, o 11 representaria a igualdade de todos os foliões: dois simples números 1, um ao lado do outro, ambos com o mesmo valor.
Por último, mas não menos importante, há uma interpretação cristã: o 11 é um a mais do que os dez dedos das mãos, mas um a menos que o número de apóstolos. Portanto nem meio nem cheio ? com um toque de pecaminosidade.

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O dia delas
Na Alemanha, no primeiro dia dos festejos de Carnaval quem manda são elas. Na região do Reno, na “Quinta-Feira das Mulheres” (Weiberfastnacht), elas r… maisOliver Berg/dpa/picture alliance

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Abertura oficial em novembro
Apesar de a partida para a maior expressão do Carnaval ser dada na quinta-feira, a abertura oficial da assim chamada de “quinta estação do ano” transcorre muito antes, no 11 de novembro do ano anterior, às 11h11. Nas cidades ribeirinhas do Reno, o período de festas é regado a cerveja desde o primeiro dia. Na foto, os Schwellköpp, os tradicionais “cabeções” do Carnaval de Mainz.Sebastian Gollnow/dpa/picture alliance

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Beijinhos por todo lado
Para os renanos não há Carnaval sem “bützchen”. Na Quinta-Feira das Mulheres, elas distribuem beijinhos nas bochechas, ou mesmo na boca, de quem quiserem, até mesmo de policiais. Trata-se de uma expressão de alegria que não deve ser confundida com provocação sexual. Aliás, há ameaça de castração simbólica: homens de gravata correm o risco de tê-la cortada pelas foliãs e levada como troféu.picture alliance/dpa/O. Berg

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Carnaval no frio
Cor e criatividade nas fantasias e adereços também são marcas dos festejos alemães durante todo o período. Apesar de o Carnaval transcorrer no inverno, as temperaturas baixas não espantam os foliões da festa ao ar livre, e grupos de amigos de todas as idades se divertem combinando as fantasias para celebrar em conjunto.Federico Gambarini/dpa/picture alliance

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Dialetos próprios
Apesar das semelhanças, os carnavais de cada cidade ou região têm suas peculiaridades. E não pega nada bem confundir os termos: “jecken” é o nome dado aos foliões de Colônia, cujo brado carnavalesco tradicional é “Kölle Alaaf”. Já em Düsseldorf, grita-se “Helau”. Desde “aleluia” até “abriu-se o inferno”, há várias explicações para a origem dessa exclamação.Rolf Vennenbernd/dpa/picture alliance

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A doçura do Carnaval
Nos desfiles, a diversão não está apenas em ver os carros alegóricos. Quando grita-se “Kamelle” (doces), balas, chocolates e outras guloseimas são jogados para os foliões. Não só as crianças, mas também os marmanjos disputam um brinde em meio à chuva de doces. Os carnavalescos jogam também ramalhetes de flores ou outros artigos cosméticos ou de uso diário. Christoph Hardt/Geisler-Fotopress/picture alliance

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Muito além dos adereços
Além das fantasias, outra parte essencial do Carnaval renano é a música. Para acompanhar os grupos de músicos nas ruas, os foliões devem, como manda a tradição, conhecer pelo menos as letras das “clássicas”, e cantar e dançar juntos. Uma das formas de se divertir é balançando-se juntos de um lado para o outro, de braços dados, no assim chamado “schunkeln”.Geisler-Fotopress/picture alliance/C. Hardt

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Alfinetadas políticas
Outra tradição do Carnaval da Renânia são as sátiras políticas que ganham forma nos carros alegóricos que desfilam na Segunda-Feira das Rosas (Rosenmontag). Com bom humor e criatividade, os carnavalescos não poupam críticas a líderes internacionais e outras figuras públicas.Frank Rumpenhorst/dpa/picture alliance

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Fogo na Quarta-Feira de Cinzas
A tradição em Düsseldorf exige que o bobo da corte Hoppeditz seja enterrado em lágrimas e lamentos. No ritual referido como “funeral”, ele é simbolicamente queimado como boneco de papelão. Já em Colônia, ateia-se fogo à figura de palha Nubbel, que deve expiar os pecados cometidos durante o Carnaval. A Quarta-Feira de Cinzas marca o fim dos dias de folia e o início da Quaresma.picture alliance/dpa/F. Gambarini
Informações Nossa UOL

O cantor, compositor e radialista Fredson Cerqueira morreu, nesta sexta-feira (17), aos 86 anos, em Salvador. Ele estava internado em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Periperi, onde aguardava por regulação.Fredson era da cidade de Nazaré, na Bahia, e trabalhou como locutor nas Rádios Sociedade, Subaé e Rádio Povo, em Feira de Santana, dentre outras rádios da Bahia, e também atuou na Rádio Globo do Rio de Janeiro.Segundo a filha dele, Cátia, Fredson vinha lutando contra o Alzheimer há 12 anos, e estava sendo cuidado por ela, desde que a esposa Vera faleceu.
Como cantor, ele assinou contrato com a gravadora Beverly e lançou um álbum de sucesso, com canções como “Que Saudade é Essa”, “Viajei com Você” e a canção ufanista “Oh, Meu Brasil, Como te Amo”, que exaltava o Movimento Brasileiro de Alfabetização, o famoso Mobral.Mas a trajetória do cantor Fredson foi mesmo no campo da música romântica, no qual fez muito sucesso e emplacou várias canções. Ele gravou mais de 20 trabalhos com várias composições gravadas e sempre com o seu nome como título dos mesmos.
Com informações do repórter Ed Santos do Acorda Cidade.

O prefeito de Feira de Santana, Colbert Martins Filho, recebeu nesta sexta-feira (17) a equipe gestora da CUFA (Central Única das Favelas) na Bahia. O encontro aconteceu no gabinete do chefe do Executivo, no Paço Municipal Maria Quitéria. Durante a reunião, Colbert reafirmou o apoio do Governo Municipal às ações da entidade no município.A CUFA é uma organização sem fins lucrativos que atua em diversas áreas, como cultura, esporte, lazer, educação, empreendedorismo e inclusão social, com foco em comunidades de baixa renda. Na ocasião, o presidente da CUFA Bahia, Márcio Lima, destacou a importância de Feira de Santana para a região nordeste do Brasil e ressaltou a parceria de mais de 15 anos da organização com a cidade.Segundo Lima, a CUFA tem trabalhado para promover a emancipação cidadã das pessoas que vivem em comunidades carentes, por meio de projetos como a Taça das Favelas, que incentiva a prática do futebol, e o Top CUFA, que projeta jovens modelos. Além disso, a organização também tem investido em inovação, tecnologia e empreendedorismo com a ExpoFavela.Durante o encontro, Márcio Lima também destacou a importância da entrega de vale gás e cestas básicas para as famílias de Feira de Santana. “Nós mapeamos as favelas e as pessoas que tinham a necessidade de receber o vale gás”.Outro aspecto destacado por ele foi a importância da cidade no aspecto geográfico para ações em outros municípios baianos. “Tivemos aqui a logística para a entrega de cestas básicas para 42 municípios durante 6 meses. Mais de 10 mil famílias foram assistidas e Feira de Santana foi o centro dessa logística”, disse Lima.O prefeito Colbert Filho parabenizou a equipe gestora da CUFA Bahia pelo trabalho realizado em Feira de Santana e em todo o estado. E observou que um dos aspectos comuns entre o trabalho da entidade e as ações sociais desenvolvidas pelo Governo Municipal é o protagonismo feminino.”Esse é o foco adequado e também é o que adotamos no município. Como a maioria das famílias de baixa renda são chefiadas por mulheres, priorizamos que elas sempre sejam as responsáveis pelo recebimento de benefícios”, frisou.O encontro também foi acompanhado pelo chefe de Gabinete do prefeito, Fanael Ribeiro.
*SECOM FEIRA DE SANTANA

Salvador, bairro de Tancredo Neves, noite de sexta-feira e madrugada de sábado (18/02). O relato do morador ao Informe Baiano é assustador: “Sabe o que são 40 minutos de tiroteio sem parar? Os caras estavam muito bem armados. Mais de 50 bandidos com armas longas, fuzis. Eles estão aproveitando que o efetivo da PM está todo no Carnaval e tocando o terror. O Comando Vermelho tomou e isso não vai acabar tão cedo. Vai ser um inferno! Se já era o inferno, agora que vai ser o inferno mesmo”.
Os ataques e confrontos foram na localidade do Canal. Vídeos que circulam em grupos de WhatsApp mostram o momento em que dois homens são executados em via pública com tiros de fuzil. Também há uma imagem que mostra um rapaz baleado e em estado gravíssimo sendo socorrido em um posto de saúde. As polícias Civil e Militar estão na região.
“Atiravam aleatoriamente. Quem tivesse na frente morria. Foi correria, pânico. Uma mulher também foi sequestrada e espancada, mas ninguém sabe onde está o corpo”, acrescenta a fonte do IB.
Um casal que passava de carro pelo local chegou a ficar no meio de um tiroteio e correu para a base da PM em busca de ajuda. O retrovisor do veículo foi atingido e a mulher foi ferida superficialmente por estilhaços.
Nota da Polícia Militar
Na noite de sexta-feira (17), policiais militares da 23ª CIPM foram acionados para averiguar uma denúncia de disparos de armas de fogo, na Rua Bahia, no bairro de Tancredo Neves. No local, os militares realizaram buscas e abordagens, mas nenhum suspeito foi localizado.
Nota da Polícia Civil
O Serviço de Investigação de Local de Crime (Silc/DHPP) foi acionado no início da manhã deste sábado (18) para apurar um duplo homicídio na Rua Santa Catarina, no bairro de Tancredo Neves, em Salvador. As vítimas, dois homens ainda sem identificação formal, foram atingidas por disparos de arma de fogo. Autoria e motivação são apuradas. Foram expedidas as guias para o trabalho do Departamento de Polícia Técnica (DPT).
Informações Informe Baiano

Um homem envolvido com o tráfico de drogas morreu na noite desta sexta-feira (17), após uma troca de tiros com policiais militares da Companhia Rondesp Leste.De acordo com o Comando Regional Leste (CPRL), os policiais davam andamento à Operação Grandes Corredores no bairro George Américo, quando visualizaram um grupo suspeito, que ao avistarem a viatura da polícia, fugiram para uma vila de casas abandonadas.
Houve troca de tiros, e após cessar o confronto, um dos integrantes foi localizado. Com o acusado também foram encontrados uma pistola de calibre .380; quatro munições calibre .380; 45 papelotes de cocaína; 109 pedras de crack; 423 porções de maconha; embalagens plásticas para acondicionar droga; além de um caderno de anotações e a quantida de mais de 200 reais.
Ainda segundo a polícia, o acusado chegou a ser encaminhado ao Hospital Geral Clériston Andrade, mas não resistiu ao ferimento.O material apreendido foi apresentado à Central de Flagrantes.

O cantor Bell Marques levou um susto na noite desta sexta-feira (17): do alto do trio no bloco Vumbora, viu um de seus funcionários ser detido pela Polícia Militar. A situação foi registrada pela TV Bahia.De acordo com o Bahia Notícias, parceiro do Acorda Cidade, Bell, que chegava a Ondina, parou o show para conversar com os PMs e pediu que não agredissem o homem. “Calma, deixa eu falar uma coisa. Ele trabalha para mim, ele é meu funcionário, dos melhores que tenho”.Em determinado momento, contudo, ele perdeu a paciência: “Não faça isso, senão vou ligar para o coronel agora. Não faça isso, porque não precisa. Pelo amor de Deus”.
Bell defendeu ainda o trabalho da polícia, e disse que não sabia o que tinha acontecido para o funcionário ser detido, mas que acompanharia o caso assim que deixasse o trio.“Você vai com ele, pode deixar que depois vou lá. Mas não precisa maltratar, pelo amor de Deus. […] Ok, fique tranquilo, não sei o que houve, eu confio em você”. “A polícia está cumprindo o papel deles, agora também não precisa exagerar. Por favor, policial, pode levar ele, que é uma pessoa muito tranquila, um dos melhores funcionários que tenho. Não precisa fazer isso”, reforçou.
*Bahia Notícias