
Foto: Sergio Lima/Poder 360.
Quase dois meses após a posse presidencial, o terceiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se transformou em uma “usina de ruídos” na economia, com declarações populistas e sinais contraditórios ao mercado, ao contrário do que aconteceu na primeira gestão do petista, entre 2003 e 2006. A avaliação é da economista Zeina Latif, que vê o presidente da República governando “com o fígado” e mais preocupado em agradar à militância do que em levar adiante uma prometida agenda de reformas.
Em entrevista ao Metrópoles, Zeina Latif, de 55 anos, lamenta a retórica agressiva de Lula e do PT contra o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, e avalia que o governo “está colocando a culpa no remédio”, os juros, em vez de enfrentar a “doença” da inflação.
“Por tudo isso, o governo acaba sendo uma usina de ruídos. Lula me parece um presidente que governa muito com o fígado, com esses ataques ao BC, questionando coisas que estão funcionando e não deveriam ser mexidas agora”, diz Latif. “Obviamente, isso é fonte de ruído e ocupa espaço que deveria ser preenchido com a discussão de outros temas. No fundo, esses ataques acontecem justamente porque não há uma agenda consolidada.”
Segundo a ex-economista-chefe da XP Investimentos e ex-secretária de Desenvolvimento Econômico do estado de São Paulo, “o projeto do PT não se sustenta ao longo do tempo”. “Aumentar gastos e o intervencionismo estatal não é um projeto sustentável. Cedo ou tarde, é necessário um freio de arrumação. Quando Lula se posiciona sobre a economia, seja pelo que fala ou pelo que deixa de falar, gera ruídos”, constata.
Leia os principais trechos da entrevista de Zeina Latif ao Metrópoles:
Após quase 2 meses do governo Lula, os sinais emitidos em relação à economia tranquilizam ou preocupam o mercado?
Na campanha eleitoral do ano passado, ao contrário do que era esperado, a economia não teve tanta importância no debate. Não se discutiu um projeto econômico para o país. Não que se esperasse algo muito profundo, mas a questão econômica ficou muito de fora, em parte porque o próprio ano acabou surpreendendo positivamente na economia. Além disso, muitas políticas conduzidas pelo governo de (Jair) Bolsonaro tiveram o apoio do PT, como a PEC Kamikaze, aquela do Auxílio Brasil, que não teve oposição. A impressão que me dá é que o Lula foi tratar da política e da governabilidade. O PT tem um projeto, tem seus planos e suas convicções. O problema é que o projeto do PT não se sustenta ao longo do tempo. Aumentar gastos e o intervencionismo estatal não é um projeto sustentável. Cedo ou tarde, é necessário um freio de arrumação. Quando Lula se posiciona sobre a economia, seja pelo que fala ou pelo que deixa de falar, gera ruídos. Por exemplo, o compromisso com as contas públicas. Há um esforço do time econômico do governo de trazer uma proposta, mas a percepção é que a palavra final é do Lula. É difícil imaginar o time econômico com voz ativa, como aconteceu na época do (Antonio) Palocci (ministro da Fazenda de Lula entre 2003 e 2006). Hoje não há essa autonomia. Está tudo muito concentrado no presidente. Além disso, vemos uma influência muito forte do PT, com falas da Gleisi Hoffmann como se ela fosse integrante do governo. Isso, definitivamente, não é adequado. Durante a campanha, falou-se em governar para todos, da importância de ceder espaço para os aliados, em diálogo, mas no final o que prevalece sempre é a posição do PT. Por tudo isso, o governo acaba sendo uma usina de ruídos. Lula me parece um presidente que governa muito com o fígado, com esses ataques ao BC, questionando coisas que estão funcionando e não deveriam ser mexidas agora. Obviamente, isso é fonte de ruído e ocupa espaço que deveria ser preenchido com a discussão de outros temas. No fundo, esses ataques acontecem justamente porque não há uma agenda consolidada.
Lula liderou essa ofensiva do governo contra o presidente do BC, Roberto Campos Neto, por causa da taxa Selic em 13,75% ao ano. Afinal, a taxa de juros é a causa de todos os males?
É claro que a alta dos juros tem as suas consequências e é para isso que serve a política monetária. Ela tem a função de desacelerar a economia para conter uma inflação muito elevada. Agora, o fato de os juros terem essas consequências não quer dizer que eles sejam os culpados. Os juros são o remédio. O governo está colocando a culpa no remédio. O foco deveria ser a doença! Para piorar, quando você ataca o remédio, a eficácia dele fica reduzida. Diante desses ruídos todos, corremos o risco de a economia sofrer mais ainda e sem o benefício da queda da inflação. Por um lado, diminui a confiança dos empresários e, por outro, pioram as expectativas inflacionárias. É o pior dos mundos. Até sob o ponto de vista político, em tese, é muito bom para o Lula ter um BC conservador agora. Que ótimo seria para o governo o Roberto Campos Neto fazendo o “trabalho sujo”, mantendo os juros altos e, mais tarde, vem um próximo presidente do BC, indicado pelo Lula, com a agenda de cortar juros, já com a inflação bem comportada. Esses ataques, até em termos da economia política, não fazem nenhum sentido.
O ministro Fernando Haddad anunciou que o governo deve apresentar a proposta do novo arcabouço fiscal em março. Acabar com o teto de gastos é bom ou mau negócio?
Eu gostaria que o teto de gastos fosse mantido. O teto tem flexibilidade para ser utilizado em situações extremas. É importante termos uma regra simples, que seja facilmente monitorada pelas instituições democráticas e pela sociedade. Se for uma regra muito complexa, de difícil monitoramento, você não consegue gerar muita credibilidade e dar a devida previsibilidade para os agentes econômicos. Eu penso que a regra do teto está adequada para o Brasil. O problema é que ela foi mal administrada. Na pandemia, houve um período de calamidade, por uma questão de segurança jurídica, e se estabeleceu que não haveria limite para os gastos associados à Covid-19 durante esse período. Esse prazo venceria no fim de 2020, mas quem disse que a Covid teria data para terminar? Se tivesse sido feito algo mais flexível naquele momento, seria melhor – e era possível flexibilizar. O que aconteceu é que, naquele ano de 2020, se gastou loucamente. Gastamos como se fôssemos um país rico. Era nítido que havia excessos. O Congresso renovou os R$ 600 (do Auxílio Brasil) e não discutiu se aquilo era adequado. Houve excesso no uso da cláusula de escape da regra do teto em 2020 e depois tivemos as PECs (Propostas de Emenda Constitucional) fura-teto, que abriram a porteira para outros gastos oportunistas. O sinal foi péssimo e mostrou um país que facilmente muda a Constituição para gastar mais. De fato, não houve uma boa administração da regra do teto. Poderia ter sido feito com mais cuidado, evitando esses furos. É uma boa regra que, ao ser mal utilizada, acabou se enfraquecendo.
Qual seria a regra ideal?
Regra ideal não vai ter, assim como não existe um sistema tributário perfeito. A verdade é que você pode ter a regra que for. Se não há um governo comprometido com a responsabilidade fiscal, qualquer que seja a regra não dará certo. Fica aquela coisa: a regra é do governo (Michel) Temer, não do meu governo, então vamos mudar. Mas essa é uma decisão que tem custos. Você precisa de maior flexibilidade para gastos, mas entenda que haverá custos. Qualquer regra que vier agora já nascerá com baixa credibilidade. Se um país adota uma regra diferente a cada hora, a que vem em seguida já nasce desacreditada. Hoje o Lula faz essa, talvez o próximo presidente não ache boa e faça uma nova regra… Se você quer que um desenho institucional traga os efeitos desejados, ele precisa funcionar todo dia. É preciso cumprir a regra todos os dias. Agora vai se gastar energia para discutir uma nova regra, sendo que já temos uma adequada para o momento. Na boa intenção, é capaz de fazerem uma regra de pior qualidade.
A reforma tributária é considerada uma das prioridades do governo neste primeiro ano. É possível aprová-la no Congresso ainda em 2023?
Acho factível. O meu medo é que ela venha muito aquém do que a gente gostaria, cheia de exceções. Entre os governadores, existe praticamente um consenso em torno da necessidade da reforma. Há muito tempo, existe o diagnóstico de que o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) é um imposto que caducou e não está adequado para a estrutura produtiva do país hoje, que é mais forte em serviços. Apesar de a arrecadação do ICMS ter subido muito no pós-pandemia por causa dos estímulos dados pelo governo federal, a tendência dela é perder fôlego. Quando o Bolsonaro reduziu, na canetada, o ICMS para combustíveis e energia, aumentou ainda mais a convicção dos governadores de que a reforma é necessária. É um desenho que considero interessante, em que você muda o sistema tributário, mas com uma regra de transição lenta para os estados. Os municípios, em sua maioria, terão ganhos, porque haverá um ICMS amplo e os municípios terão as devidas transferências. Por tudo isso, a reforma tem boas chances de avançar. Agora, ainda temos arestas importantes que dependem do empenho do governo para ser aparadas. Há vários setores sensíveis. Não temos ainda a segurança de que virá um regime com uma só alíquota para todos os setores, que seria o melhor desenho. O ideal seria um imposto único, uma alíquota só. Eu não sei qual será, de fato, o empenho do governo nessas negociações. Não é o Congresso, sozinho, que vai conseguir tocar isso. Tem de ter o compromisso do governo e a gente não vê o Lula falando de reforma tributária, o que é preocupante.
No ano passado, você lançou o livro “Nós do Brasil: Nossa Herança e Nossas Escolhas”. Quais são os nós que, historicamente, travam o crescimento do país?
A base de como nasceu o país tem influência naquilo que somos, mas nós também fomos cometendo os nossos erros. O pecado original é a questão da educação. Demos atenção para esse tema de forma tardia. O descuido com a educação tem correlação com o período prolongado de escravidão e o descaso que houve após a abolição, diferentemente dos Estados Unidos, que têm racismo, mas cuidaram da educação. Isso diz muito sobre a qualidade da nossa elite. Esse erro impactou não apenas na qualidade de mão de obra, no capital humano, mas também no capital social. Estamos falando de indivíduos que não exercem plenamente sua cidadania, o que compromete o avanço do debate público. O ponto é que continuamos errando até hoje. Cuidamos da universalização do ensino, mas, na prática, vemos muitas crianças que entram na escola sem o devido cuidado das creches na primeira infância. Tornam-se jovens completamente despreparados para o ensino médio, que também é de baixa qualidade. Quem termina essa etapa na idade certa não sai preparado para a vida e a empregabilidade fica comprometida. O mercado está cada vez mais exigente e temos uma parcela da população que fica à margem do trabalho.
Créditos: Metrópoles.

A Secretaria da Administração do Estado da Bahia (Saeb) publicou neste sábado (25) o resultado definitivo da segunda etapa do concurso para o provimento de vagas de professor e coordenador pedagógico da rede estadual de ensino, previstos no Edital SAEB/03/2022.
O resultado foi divulgado no Diário Oficial do Estado (DOE), onde também foram convocados os aprovados para a apresentação dos títulos e documentos comprobatórios, no período entre 27/02 e 03/03, por intermédio do site da Fundação Carlos Chagas, conforme estipulado no Capítulo 11 do Edital SAEB/03/2022.
Além disso, saiu a convocação dos candidatos autodeclarados negros para realização do procedimento de heteroidentificação, assim também como a convocação dos candidatos declarados com deficiência para realização de perícia médica. Os candidatos habilitados na 2ª Etapa devem consultar o DOE para verificar os procedimentos estabelecidos nos editais.
Informações Bahia.ba

Foto: Ministério da Defesa de Taiwan.
O jato de reconhecimento da Marinha dos Estados Unidos voa a 21.500 pés sobre o Mar da China Meridional, a 30 milhas das contestadas Ilhas Paracel, um grupo de cerca de 130 pequenas ilhas, o maior dos quais abriga bases militares chinesas.
Uma voz, dizendo que vem de um aeroporto do Exército de Libertação do Povo (PLA), aparece no rádio do P-8 Poseidon da marinha dos EUA enquanto uma equipe da CNN, com acesso raro a bordo do voo dos EUA, escuta.
“Aeronaves americanas. O espaço aéreo chinês é de 12 milhas náuticas. Não se aproxime mais ou você assume toda a responsabilidade”, diz.
Em poucos minutos, um caça chinês armado com mísseis intercepta o avião americano, aninhado a apenas 150 metros de bombordo.
O caça chinês estava tão perto que a tripulação da CNN pôde ver os pilotos virando a cabeça para olhá-los – e conseguiu distinguir a estrela vermelha nas aletas da cauda e os mísseis com os quais estava armado.
O tenente Nikki Slaughter, o piloto do avião americano, saúda a aeronave PLA de dois lugares e dois motores. “Avião de caça da PLA, aqui é o P-8A da Marinha dos EUA. Estou com você fora da minha asa esquerda e pretendo prosseguir para o oeste. Peço que você faça o mesmo, câmbio”.
Não há resposta do caça chinês, que escoltou o avião americano por 15 minutos antes de se afastar.
Para uma equipe da CNN a bordo do jato americano, é uma evidência clara das tensões que estão surgindo no Mar da China Meridional e entre os EUA e a China.
O comandante desta missão da marinha dos EUA tem uma visão diferente. “Eu diria que é mais uma tarde de sexta-feira no Mar da China Meridional”, comandante Marc Hines diz à equipe.
Ao longo dos últimos anos, o Mar da China Meridional emergiu como um importante ponto de inflamação potencial na Ásia-Pacífico.
Ilhas localizadas nele, como as Paracels perto das quais o avião da Marinha dos EUA foi interceptado nesta sexta-feira (24), são objeto de reivindicações territoriais sobrepostas em parte da China, Filipinas, Vietnã, Malásia, Brunei e Taiwan.
A região estratégica não apenas contém vastos recursos de peixes, petróleo e gás, mas cerca de um terço da navegação global passa por ela – no valor de cerca de US$ 3,4 trilhões em 2016, de acordo com o Projeto de Energia da China do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais (CSIS).
A China reivindica jurisdição histórica sobre quase todo o vasto mar e, desde 2014, construiu pequenos recifes e bancos de areia em ilhas artificiais fortemente fortificadas com mísseis, pistas e sistemas de armas – provocando protestos de outros reclamantes.
As Ilhas Paracel, chamadas de Ilhas Xisha pela China, estão na parte norte do Mar da China Meridional, a leste de Da Nang, no Vietnã, e ao sul da Ilha de Hainan, na China.
Nomeados por cartógrafos portugueses do século 16, eles não têm população indígena para falar, apenas guarnições militares chinesas com 1.400 pessoas, de acordo com o CIA Factbook.
Ao redor deles estão 12 milhas náuticas de espaço aéreo que a China reivindicava como sua nesta sexta-feira – uma reivindicação que Washington não reconhece. Bem ao sudeste fica a cadeia das Ilhas Spratly, a apenas 186 milhas da ilha filipina de Palawan.
Em 2016, em um caso apresentado pelas Filipinas, um tribunal internacional em Haia decidiu que a reivindicação da China aos direitos históricos sobre a maior parte do mar não tinha base legal.
Mas Pequim rejeitou a decisão do tribunal e continuou seu fortalecimento militar, construindo bases nas Spratlys, que chama de Ilhas Nansha.
A China também realiza exercícios militares regulares em grande parte do Mar da China Meridional e mantém uma grande presença de guarda costeira e navios de pesca nas águas disputadas – o que frequentemente alimenta tensões com seus vizinhos.
Nesta sexta-feira, enquanto voava perto das Filipinas, o P-8 da Marinha dos EUA avistou um contratorpedeiro de mísseis guiados da PLA Navy e desceu a cerca de 1.000 pés para ver mais de perto – trazendo mais avisos do PLA.
“Aviões americanos. Aeronaves dos EUA. Este é o navio de guerra naval chinês 173. Você está se aproximando de mim em baixa altitude. Declare sua intenção,” uma voz vem do rádio do avião americano.
O navio de guerra PLA 173 é o contratorpedeiro Changsha, provavelmente armado com dezenas de mísseis terra-ar. O avião dos EUA manterá uma distância segura, responde seu piloto, o tenente Slaughter.
“Aviões americanos este é o navio de guerra chinês 173. Você está claramente colocando em risco minha segurança. Você está claramente colocando em risco minha segurança”, diz o navio chinês.
“Eu sou uma aeronave militar dos Estados Unidos. Manterei uma distância segura de sua unidade”, responde Slaughter, e a missão dos EUA continua.
A Marinha dos EUA diz que essas missões são de rotina. Embarcações e aeronaves dos EUA operam regularmente onde a lei internacional permite, diz o Pentágono. Mas a China afirma que a presença dos EUA no Mar da China Meridional é o que está alimentando as tensões.
Quando um cruzador de mísseis guiados dos EUA navegou perto das Ilhas Spratly em novembro, o PLA disse que tal ação “infringe gravemente a soberania e a segurança da China” e é “prova concreta de que os EUA estão buscando a hegemonia marítima e militarizando o Mar da China Meridional”.
A Marinha dos EUA disse que o cruzador do país conduziu a operação “de acordo com a lei internacional e depois continuou a conduzir operações normais em águas onde se aplicam as liberdades do alto mar”.
Para Hines, o comandante americano da missão de sexta-feira, as tensões são sempre menores quando ele está conversando com o lado chinês. O silêncio traz incerteza, diz ele.
“Sempre que não há resposta, deixa perguntas. Eles entendem o que estão dizendo? Eles entendem nossas intenções? Eles entendem que não queremos fazer mal? ele diz. Na maior parte sexta-feira, as respostas estavam lá. E os encontros eram “profissionais”, diz Hines. E ele quer mantê-lo assim.
Créditos: CNN Brasil.

Foto: REPRODUÇÃO/INSTAGRAM.
Roberto de Carvalho, marido de Rita Lee, atualizou os fãs sobre o estado de saúde da cantora, de 75 anos. A artista, diagnosticada com câncer no pulmão em 2021, foi internada nesta sexta-feira (24), no Hospital Albert Einstein, em São Paulo.
“Rita está se fortalecendo, se recuperando. Sabe-se que sempre existirão exames de monitoramentos e terapias a serem realizados, que resultarão eventualmente em internações. Uma vez que se tem de lidar com a doença e os efeitos colaterais dos tratamentos”, explicou o cantor.
Em seguida, ele agradeceu as inúmeras mensagens de apoio que estão recebendo desde o anúncio da hospitalização de Rita. “Agradecemos o tsunami de amor, carinho e positividade que temos recebido. Obrigado mesmo. E vamos em frente. Que as Grandes Luzes do Universo estejam nos guiando por todos os caminhos”, completou ele.
Veja a publicação:
Créditos: R7.

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho dele, participaram de uma cerimônia promovida por uma organização norte-americana de caçadores na noite de sexta-feira (24), que contou com uma homenagem ao parlamentar. Nas redes sociais, Eduardo disse que recebeu a honraria de legislador internacional do ano.
O evento foi realizado pela Safari Club International, na cidade de Nashville. Bolsonaro e Eduardo viajaram ao lado do ex-ministro do Turismo e ex-presidente da Embratur Gilson Machado.
Bolsonaro está nos Estados Unidos desde o fim de 2022. Ele viajou ao país norte-americano no dia 30 de dezembro, um dia antes do fim do mandato dele à frente do Palácio do Planalto.
O ex-presidente disse que pretende voltar para o Brasil em março para liderar o movimento de oposição ao atual presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT). De acordo com Bolsonaro, ele é o único político capaz de assumir o posto de líder nacional da direita e fazer frente a Lula.
Créditos: Portal R7.

Foto: EFE/Jorge Torres.
A ditadura de Daniel Ortega (foto) proibiu a Igreja Católica da Nicarágua de celebrar as procissões de rua durante a Quaresma e a Semana Santa.
No início da semana, o ditador classificou a Igreja como “uma máfia organizada” e a acusou de ser antidemocrática por não permitir que os católicos elejam o papa, cardeais, bispos e padres por voto direto.
As relações entre o regime de Ortega e vem se deteriorando nos últimos meses.
Em 12 de fevereiro, o papa Francisco lamentou a sentença de prisão de um bispo crítico da ditadura nicaraguense, Rolando Álvarez, e encorajou os líderes no país a “procurarem sinceramente” a paz.
Álvarez, crítico do Governo de Ortega, foi condenado a 26 anos e quatro meses de prisão por crimes de “traição”.
Leia também a reportagem de Duda Teixeira na Crusoé que mostra como o bispo nicaraguense tornou-se o principal opositor do ditador Daniel Ortega.
Créditos: O Antagonista.

Foi publicada no Diário Oficial deste sábado (25), a nomeação da nova diretora geral do Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA), Cristiana França, em substituição a José Carlos de Carvalho Pitangueira, que esteve à frente da instituição desde junho de 2013 e se afastou recentemente por motivos médicos.
Cristiana França é enfermeira com mais de 30 anos de experiência, sendo especialista em gestão clínica pelo Hospital Sírio libanês e gestão hospitalar pela escola de Administração da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Também é especialista em qualidade e segurança do paciente pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
Anteriormente, Cristiana França ocupou o cargo de diretora geral do hospital estadual Ernesto Simões Filho, em Salvador, e fez parte da diretoria Geral da Rede Própria da Sesab.
“O Hospital Geral Clériston Andrade é um dos mais importantes para a rede e vamos investir na melhoria contínua dos processos de atendimento focados no paciente do SUS, estimulando a capacitação e valorização dos funcionários e dos espaços físicos, com melhorias na estrutura física e na estrutura tecnológica”, afirmou França.
Já a diretoria administrativa do HGCA passa a ser chefiada a partir deste sábado por Leon Cedraz Hein em substituição a Joselise Xavier. O diretor médico permanece Karlos da Silva Figueiredo.

Foi publicada no Diário Oficial deste sábado (25), a nomeação da nova diretora geral do Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA), Cristiana França, em substituição a José Carlos de Carvalho Pitangueira, que esteve à frente da instituição desde junho de 2013 e se afastou recentemente por motivos médicos.
Cristiana França é enfermeira com mais de 30 anos de experiência, sendo especialista em gestão clínica pelo Hospital Sírio libanês e gestão hospitalar pela escola de Administração da Universidade Federal da Bahia (UFBA).

A Prefeitura de Feira de Santana continua investindo em saneamento para melhorar a infraestrutura e qualidade de vida da população. Somente este ano os serviços já foram realizados em vários bairros e no centro da cidade. Recentemente, foram concluídas as obras de construção de um pontilhão e a reestruturação da rede de drenagem da rua Paracatu, no bairro Conceição, uma importante medida para solucionar problemas crônicos de alagamentos em períodos de fortes chuvas.
A rua Paracatu recebe águas de diversas localidades, como Cidade Nova, Parque Ipê, conjuntos Feira V, João Paulo II e outras áreas do bairro Mangabeira, o que agravava o problema dos alagamentos na região.
Além disso, a Superintendência de Operações e Manutenção (SOMA) realiza constantemente o trabalho de manutenção e reparos em canais de micro-drenagem. Em 2022, foram mais de 4 mil metros lineares de rede de drenagem reparadas, garantindo o escoamento de águas pluviais e evitando alagamentos em decorrência das chuvas.
Nesta sexta-feira (24), o serviço de reparo e manutenção em rede de micro-drenagem está sendo realizado em sete localidades: Rua Virgínia – Parque Getúlio Vargas, Rua Vanderlândia – Parque Getúlio Vargas, Rua Colina do Goiás – Conceição, Rua Força e Luz – Tomba, Rua Natal – Tanque da Nação, Rua Rio Grande do Norte – Bairro Queimadinha e Rua Anápolis – Queimadinha. Também está sendo feito o assentamento de grelhas em diversos bairros.
Nos últimos dias, os serviços foram realizados nas seguintes localidades: Rua Resende – Bairro Centro, Rua Papa João XXIII – Tomba, Rua Coronel José Pinto – Ponto Central, Rua G – Bairro Feira VI, Rua Niquelândia – Bairro Tomba, Rua Londrina – Parque Ipê, Caminho 01 – Bairro Tomba, Caminho 18 – Tomba, Avenida Senhor dos Passos – Centro, Viaduto – Bairro Cidade Nova, Avenida Noide Cerqueira – Bairro Sim, Rua Santo Expedito – Bairro Santa Mônica, Rua Ponta-Grossense – Bairro Parque Ipê, Rua dos Guarani – Bairro Rua Nova, Rua Irã – Caseb, Rua Visconde do Rio Branco – Centro.
PLANO DE DRENAGEM
A Prefeitura de Feira de Santana dispõe ainda do Plano de Drenagem e Manejo das Águas Pluviais, elaborado pela Escola Politécnica da UFBA com a participação popular através de audiências públicas, que vai prevenir e reduzir os prejuízos causados pelas chuvas, a exemplo de alagamentos e enchentes. “Para execução dos investimentos de infraestrutura em macro-drenagem, o Governo encaminhou, em abril de 2022, um pedido de autorização à Câmara Municipal para empréstimo no valor de R$ 260 milhões”, informa o secretário de Planejamento Carlos Brito.
“Com esses investimentos, a infraestrutura da cidade de Feira de Santana será significativamente melhorada, refletindo diretamente na qualidade de vida dos cidadãos feirenses. É fundamental que o Legislativo Municipal aprove o projeto de autorização do empréstimo para que a execução das obras possa ser iniciada o quanto antes”, acrescenta Brito.
*SECOM FEIRA DE SANTANA

Uma unidade de ensino com padrão arquitetônico e salas de aula modernas e climatizadas, além da nova infraestrutura que dialoga com o ambiente pedagógico, preparado para o aprendizado, a Escola Municipal Diva Matos Portela, no Jardim Cruzeiro, está próximo de ser entregue à comunidade estudantil pela Prefeitura de Feira de Santana.
A reconstrução completa da unidade escolar chega a quase triplicar a área, ampliando de 600 para cerca de 1500 metros quadrados – comparado ao prédio anterior. Com 15 salas de aula, sendo 10 delas no pavimento superior, brinquedoteca, biblioteca, cozinha, refeitório, sala para professores, diretoria, banheiros adaptados, a Escola Diva Matos Portela ganhará um arrojado parque esportivo com piscina olímpica nas dimensões oficiais (50 metros de comprimento) e quadra poliesportiva coberta.
“É a primeira escola pública na Bahia que recebe esse tipo de equipamento, sem contar o apoio fundamental para o desenvolvimento das potencialidades de nossos estudantes, a exemplo da realização de campeonatos que poderão envolver toda a Rede de Ensino”, explica a secretária de Educação, Anaci Paim.
Com previsão de conclusão da obra em agosto, os serviços estão concentrados na instalação dos pilares para construção da quadra e a estrutura das salas encontra-se concluída – agora, nesta área, as paredes externas recebem o reboco.
A estrutura da piscina olímpica também está pronta e já em fase de tratamento da superfície [lixamento]. Os próximos passos serão a impermeabilização, reboco e o revestimento cerâmico.
A secretária municipal também enfatiza os investimentos que o Governo Municipal realiza na Educação com a aplicação de recursos voltados à melhoria da estrutura física – reforma e reconstrução – para proporcionar um ambiente adequado ao ensino e aprendizado, como também na valorização do professor.
MAIS INVESTIMENTOS
Entre outras unidades de ensino que passam por importantes intervenções da Prefeitura de Feira estão a Escola Municipal Monteiro Lobato, no Capuchinhos; a Pré-Escola Municipal João Serafim de Lima, bairro Parque Ipê, e o Centro Municipal de Educação Infantil Professor Manoel de Christo Planzo, no Campo do Gado Novo.
*SECOM FEIRA DE SANTANA