Atleta de 28 anos vem do Atlético Mineiro

O Bahia oficializou o atacante Ademir como seu reforço para a atual temporada e os próximos anos.
Atleta de 28 anos, Ademir assina um vínculo até o final de dezembro de 2025 com o Esquadrão de Aço.
Segundo publicações na imprensa, o Bahia pagou R$ 11,5 milhões para tê-lo no elenco.
Apelidado de “fumacinha”, o ponta direita chega ao Tricolor após uma passagem de um ano e três meses pelo Atlético Mineiro, onde disputou 67 jogos e marcou oito gols.
Sua melhor passagem foi pelo América Mineiro, clube pelo qual atuou por quatro temporadas e ganhou projeção nacional em 2021 com um ano marcado por 15 bolas nas redes.
Informações EC Bahia

Cientistas chineses descobriram elementos que sugerem a existência de uma fonte de água congelada na superfície da Lua. O estudo foi publicado na revista Nature Geoscience, no início desta semana.
Os pesquisadores analisaram amostras de solo lunar que s missão Chang’e 5 obteve em 2020 — a primeira sonda chinesa a chegar à zona denominada monte Rumker, onde a soviética Luna 24 pousou para coletar amostras lunares, em 1976.
Conforme o artigo, a água foi localizada em cristais de impacto que teriam se formado por meio de uma intensa atividade vulcânica no passado, à qual se seguiu o resfriamento das rochas lunares provocado pelo constante bombardeio de micros e grandes meteoroides.
Quando essas esferas entram em contato com o vento solar, inicia-se um processo de ciclo de água na Lua e, então, o líquido é absorvido pelas esferas de cristal, que atuam como uma “esponja”.
“A água derivada do vento solar é produzidas pela reação do hidrogênio solar com o oxigênio presente na superfície das esferas cristalinas lunares”, explicou o coautor da investigação Sem Hu, do Instituto de Geologia e Geofísica da Academia Chinesa de Ciências.
Os pesquisadores acreditam que um fenômeno semelhante provavelmente aconteceu em planetas como Mercúrio, ou em corpos celestes, como o asteroide Vesta.
Informações Revista Oeste

A alegria já virou rotina na mente, corpo e coração do grupo @imprensadosfsa. A prova desta vibe positiva é a promoção do 2° Feijão Imprensado – festa voltada aos comunicadores sociais.
O evento, que será abrilhantado pelas atrações Seo Marquinhos (Revolusamba), banda Axeffona e Cris Azevedo, ocorrerá a partir das 13h30, no dia 09 de abril do corrente ano, no Nobre’s Cervejas & Petiscos (Ville Gourmet), em Feira de Santana, para 500 convidados (jornalistas, radialistas, publicitários, políticos, empresários, entre outros).
“O acesso ao espaço será de camisa padronizada e pulseira, que serão disponibilizadas gratuitamente. Esse evento sociocultural é indicado a pessoas que gostam de música, dança, comida apetitosa, de abraços acalorados, de uma boa ‘resenha’, de estreitar laços e fazer amizades, enfim, de celebrar a vida num ambiente seguro, confortável e de fácil acesso”, ressalta o jornalista Sérgio Augusto, que é um dos organizadores da festa.
Também compõem a diretoria dos Imprensados os comunicadores Jorge Teles, Reginaldo Silva, Tom Bessa e Tania Rodrigues.

O ex-atacante do Fluminense de Feira, Renato, morreu na manhã deste sábado (1º), aos 81 anos. Ele morava na cidade de Irapuato no interior do México.
Natural de Irará, Renato foi o responsável pelos dois gols marcados diante do Esporte Clube Bahia, na vitória por 2 a 1, na final do Campeonato Baiano de 1963. Diante de um público de mais de 21 mil torcedores, na Fonte Nova, o tricolor do sertão conquistou o seu primeiro título estadual.
O ex-jogador vinha sofrendo de Alzheimer e ultimamente também foi acometido de problemas cardíacos, mas a causa da morte foi a Covid-19 que contraiu no hospital onde estava internado no México.
Com informações da assessoria de comunicação do Fluminense de Feira

O Sindicato do Comércio de Feira de Santana (Sincofs), por meio do presidente Marco Silva, esclareceu em entrevista ao Acorda Cidade, que uma Lei Municipal (N.º 2.299, de 11 de dezembro de 2001) permite a abertura de shoppings centers e lojas de alimentos com mais de 100 funcionários a terem autonomia sobre o funcionamento aos sábados, domingos e feriados, sem que haja necessidade de negociação entre sindicatos.
É que o Boulevard Feira, diferente de anos anteriores, decidiu que vai funcionar no feriado da Sexta-feira Santa, dia 7 de abril. A notícia divulgada ontem (31) por meio de uma circular aos lojistas e funcionários, e também aqui no portal Acorda Cidade, chegou ao conhecimento do sindicato que representa a classe trabalhadora, o Secofs (Sindicato dos Empregados do Comércio), e gerou questionamentos por parte da entidade sobre a decisão.
De acordo com o documento, as lojas âncoras vão funcionar das 12h às 20h; lojas e quiosques, das 14h às 20h; praça de alimentação, das 12h às 21h; lotérica, das 14h às 20h, e o cinema mantém os horários de exibição normal.
Contudo, segundo o presidente do Secofs, Antônio Cedraz, a abertura do Boulevard Shopping não passou pela entidade e nem tampouco pela Convenção Coletiva. Ele disse que pela convenção, dia 7 de abril é um feriado em que o comércio não irá funcionar.

Acontece, que pela Lei Municipal, conforme destaca Marco Silva, do sindicato patronal, o Boulevard Feira é livre para definir sobre a abertura ou não.
“Quero esclarecer aqui a população de Feira de Santana, principalmente porque ontem houve uma grande polêmica com anúncio do Boulevard Shopping sobre o funcionamento na Sexta-feira Santa – que é feriado em todo o país – que essa abertura está respaldada na Lei Municipal e que o sindicato dos comerciários tenta fazer uma cobrança adicional para funcionamento no sábado de Micareta. A gente costuma dizer que a lei vale para todos, e essa lei é muito clara. Ela diz que os shopping centers acima de 50 lojas e as lojas de venda de alimentação acima de 100 empregados estão dispensadas de necessidade de acordo entre sindicatos para funcionar”, afirmou.

Marco Silva disse ao Acorda Cidade, que o Boulevard consultou o setor jurídico do sindicato antes e que a decisão de abrir foi do estabelecimento.
“Primeiro quero dizer que a abertura do Boulevard Feira é uma decisão do shopping, de seus lojistas, de sua administração. O Sindicato do Comércio de Feira de Santana (patronal), que é um sindicato preocupado com a geração de emprego, preocupado com a geração de renda e manutenção de empregos, foi consultado, nosso jurídico foi consultado. Essa lei diz que não existe necessidade de acordo entre sindicatos para o funcionamento de estabelecimentos comerciais com mais de 50 lojas. Então, este foi o motivo do funcionamento”, disse.
O presidente do Sindicato do Comércio disse também que o Sindicato dos Empregados se manifestou sobre a data faltando poucos dias.
“A gente costuma dizer assim no meio jurídico, que o pau que dá em Chico dá em Francisco, então se o sindicato entende que essa lei tem validade, ela realmente tem, então os shoppings estão autorizados por conta desta lei municipal de 2011 para o funcionamento. O Sindicato do Comércio tenta negociar sempre com a máxima antecedência possível, e agora estamos falando de um funcionamento em uma data que está há menos de uma semana, veja que insegurança jurídica, que falta de previsibilidade para as empresas”.
Ele concluiu enfatizando que está faltando diálogo entre os sindicatos para estabelecer acordo com antecedência.
“Eu sempre falo com o sindicato dos Empregados que a gente precisa conversar, negociar, porque a prefeitura de forma muito democrática diz que os sindicatos conversem, estabeleçam acordos. A prefeitura não quer intervir nisso. Nós dirigentes classistas reclamamos muito da interferência do poder público na nossa atividade produtiva, e quando a prefeitura nos convoca para negociar e existe uma falta de interesse na negociação da parte do sindicato dos comerciários.”
O Acorda Cidade entrou em contato com a Assessoria de Comunicação do Boulevard Shopping, que confirmou sobre o funcionamento, porém não deu outras declarações.
*ACORDA CIDADE

Já foram selecionadas as dez das 36 candidatas inscritas que compareceram à etapa classificatória do Concurso Rainha da Micareta de Feira. Esta seleção ocorreu no Teatro Municipal Margarida Ribeiro na última quarta-feira (29).
A final da competição, que definirá a Rainha da Micareta 2023, será realizada no dia 12 de abril. O Rei Momo da Micareta também será escolhido no mesmo evento.
O júri, composto por sete personalidades feirenses, como as ex-princesas da Micareta Patrícia Campos dos Santos e Maria José Quintela, assistiu às candidatas em três momentos de apresentação. Maria José, que também foi Miss Feira de Santana na década de 1970, disse que “foi pura nostalgia poder relembrar os velhos tempos”, ao ver o retorno da vida normal com muita alegria.
As candidatas desfilaram para o corpo de jurados e para o público, livres para mostrar suas habilidades e conquistar o júri. Todas foram apresentadas por Edson Batista, organizador do evento há 37 anos, que se emocionou ao falar sobre o concurso e a quantidade de inscritas.
Com informações da Secretaria Municipal de Comunicação Social

Está tudo pronto para o grito oficial da folia. É que o Esquenta Micareta 2023 já é neste domingo, (2). A festa está marcada para começar bem cedinho, às 13h, na avenida Fraga Maia.
Bandinhas tradicionais, fanfarras, bloquinhos e outras atrações vão passar pelo circuito. Dentre as atrações confirmadas estão o Coletivo Unidos Pelo Samba, Bando das Baraúnas, Pandeirada Tambores Urbanos, Kaia na Gandaia, Mistura Publicitária, Sociedade Filarmônica e Rixô Elétrico.
SECOM PMFS

Neste sábado (01), o grupo de pecuaristas se reuniu no evento ‘Alerta S.O.S Agro’, Clube de Campo Cajueiro em Feira de Santana. Mais de 300 proprietários rurais discutiram medidas de prevenção contra às ocupações do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). O evento contou com a presença de vários presidentes de sindicatos da região e a presença do representante da FAEB Carlos Bahia. No ano de 2023 o MST invadiu cerca de 16 áreas na Bahia.




Foto: Sergio Lima.
O Senado Federal aprovou o requerimento de autoria do senador Sergio Moro (União Brasil-PR) para o desarquivamento do projeto de lei que trata da prisão após condenação em segunda instância.
“E que, doravante, no futuro, nós possamos discutir um momento oportuno para a pauta, mas, neste momento, o desarquivamento eu pediria, porque faz parte, na verdade, de toda essa luta que temos que ter como nação, como país, essa luta contra a impunidade”.
Moro ressalta a importância do retorno da análise do tema com foco no combate à impunidade e à criminalidade em geral.
“Isso não é só a impunidade contra a corrupção, mas a impunidade contra o crime em geral, o crime violento, o crime organizado. E a nossa tarefa não estará completa se nós não nos preocuparmos e não trabalharmos com esse tema”.
O projeto de lei em questão é de autoria do ex-senador Lasier Martins (Podemos -RS) e foi aprovado em 2019 na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), da Casa.
O PLS 166/2018 altera no Código de Processo Penal (CPP) o dispositivo que condiciona o cumprimento da pena de prisão ao trânsito em julgado da condenação, ou seja, esgotamento de todas as possibilidades de recurso.
Atualmente o artigo 283 do CPP prevê que que “ninguém poderá ser preso senão em flagrante delito ou por ordem escrita e fundamentada da autoridade judiciária competente, em decorrência de sentença condenatória transitada em julgado ou, no curso da investigação ou do processo, em virtude de prisão temporária ou prisão preventiva”.
De acordo com o projeto aprovado pela CCJ, a prisão poderia acontecer “em decorrência de condenação criminal por órgão colegiado”. A proposta altera o que é hoje considerado “trânsito em julgado”, abrindo a possibilidade para a prisão após condenação em segunda instância.
O texto também altera a redação de outros trechos do CPP para permitir que o tribunal determine execução provisória de penas privativas de liberdade sem prejuízo do conhecimento de recursos que venham a ser apresentados.



Créditos: Diário do Povo.
Por Madeleine Lacsko para o UOL

Enquanto a sociedade e as famílias brigam por Lula e Bolsonaro, os políticos aliados deles se unem em torno de interesses comuns. Que fique bem claro, interesses dos políticos, não do Brasil.
Uma reportagem de Rainier Bragon na Folha de S. Paulo mostra em primeira mão a PEC 9/2023, que pretende reformar outra PEC, de 2022. Logo no primeiro artigo, ela proíbe qualquer punição a irregularidades na aplicação do Fundo Eleitoral até a promulgação da PEC.
Trocando em miúdos, a PEC teria de passar no Congresso, ser aprovada e promulgada para entrar em vigor. A partir desse momento, todas as irregularidades que existem e estão na Justiça simplesmente seriam desmanchadas no ar.
Entre elas, a destinação obrigatória do fundo partidário a candidaturas de mulheres e negros. Existe um percentual mínimo que, por lei, deve ser destinado exclusivamente a essas candidaturas. E aqui falamos de dinheiro público, que vem do contribuinte.
Há quem concorde com essas cotas e há quem não concorde. Mas foi o próprio Congresso Nacional, os políticos eleitos pelos partidos, que decidiram criar essas cotas. Agora eles próprios não cumprem e estão sujeitos às sanções que eles próprios criaram.
Diante dessa realidade, simplesmente somem todas as diferenças que os próprios políticos dizem ao eleitores ser irreconciliáveis. Na Câmara, deputados bolsonaristas e lulistas estão unidos em busca de uma anistia aos seus partidos.
Também existem outras sanções que seriam anistiadas. Da mesma forma, todas elas foram criadas e aprovadas pelos políticos que agora querem se livrar do ônus.
O primeiro ponto que chama a atenção é a união de bolsonaristas e lulistas em torno do tema. São forças políticas que, durante as duas últimas eleições, se comportaram como se fossem absolutamente opostas. Essa movimentação política se fundiu a um fenômeno de polarização tóxica que está esgarçando completamente o tecido social.
Segundo o V-Dem, observatório de democracia da Universidade de Gotemburgo, na Suécia, polarização tóxica não é polarização política, um fenômeno comum. Trata-se de outra coisa, a desconfiança moral sobre os eleitores de outra tendência política. Cada grupo crê que o outro é a representação do mal. Mais grave ainda, cada grupo crê que é intrinsecamente bom e, por isso, encontra desculpas para as próprias ações de intolerância e violência.
Para além disso, o Congresso Nacional está pagando o preço da espetacularização legislativa. Não fazemos leis pensando em ciência e eficiência, mas em boa vontade e boas intenções. A moralização de quinta categoria domina o debate público e é uma fonte inesgotável de marketing gratuito para políticos.
Foi assim a decisão pelo fim do financiamento de campanhas por empresas. Sem que houvesse qualquer elemento concreto, foi assegurado à população que a medida conteria a corrupção. Acabou? Pois é.
A necessidade de incluir mulheres e negros na política também foi tratada da mesma forma. Existem diversas medidas estruturais para diversificar a realidade dos partidos e da representação política. Optaram pela canetada e apenas pela canetada, instituir cotas de candidaturas e destinação dos fundos públicos de campanha para elas.
É uma oportunidade de ouro para o discurso de mocinho e bandido. Uns dizem que os defensores das cotas irão resolver a desigualdade que não se supera assim. Outros farão o discurso de defesa do mérito pessoal, mesmo sabendo que isso não tem nada a ver com a navegação nas nossas estruturas partidárias.
São necessárias medidas para que o ambiente político deixe de ser tão violento especialmente para mulheres, mas não são tão simples nem rendem tanto marketing. É necessário implementar outras medidas para que negros tenham voz nas estruturas partidárias dominadas por caciques, mas é algo tão complexo que também não rende boa publicidade.
O ideal seria que o Congresso Nacional tivesse a coragem de atacar os problemas já conhecidos das estruturas partidárias e desigualdade. Tudo indica que continuaremos na mesma toada, decidindo com casuísmo e anistiando quando não dá certo.
Informações UOL