
O presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, criticou o alto endividamento do governo federal. Em entrevista à CNN Brasil, veiculada na sexta-feira 12, o economista afirmou que, se a dívida do governo fosse baixa, o custo do dinheiro estaria mais em conta.
Para Campos Neto, o alto patamar da taxa de juros não é culpa da autarquia, mas da dívida do governo. “A gente tem de tomar cuidado para não ter uma inversão de valores”, observou. “Se você, empresário, está tentando pegar um dinheiro e está caro, a culpa não é do BC, porque é malvado — a culpa é do governo, que deve muito, porque o governo está competindo com você pelo dinheiro que tem disponível para aplicar em projetos.”publicidade
O economista classificou como “falácia” dizer que a inflação não está associada à demanda. “Quando a gente pensa que o governo faz uma emissão hoje, e paga uma taxa de juro real acima de 6%, isso não tem a ver com o Banco Central”, explicou. “Isso é uma percepção de longo prazo, e existe um risco que justifique que a taxa de juro real seja 6%.”

Ao opinar sobre o arcabouço fiscal apresentado pelo governo Luiz Inácio Lula da Silva ao Congresso, Campos Neto elogiou o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e considerou o projeto “corajoso”. “Acho que o ministro está no caminho certo”, afirmou. “Elogiei e continuo elogiando. Acho que, dado o cenário, dado o governo, dadas as forças internas dentro do governo, o que foi feito foi bastante corajoso.”
No entanto, Campos Neto avaliou que o mais urgente é diminuir o risco de estouro da dívida do Brasil. Para o presidente do BC, a proposta do governo Lula consegue atingir esse objetivo. “Acho que o arcabouço, mesmo que não tenha tantas mudanças no Congresso, meio que elimina essa possibilidade”, avaliou, ao ressaltar que a dificuldade de cortar gastos é o principal problema histórico do país.
Informações Revista Oeste

Foto: © keBu.Medien – stock.adobe.com.
O WhatsApp está trabalhando em um novo recurso para introduzir canais no aplicativo, segundo o site especializado WaBetainfo. Será uma nova ferramenta de transmissão de mensagens de um usuário para vários outros contratos.
O site diz ter descoberto que a companhia está trabalhando na introdução de canais graças à última atualização beta do WhatsApp para Android 2.23.10.14, lançada na Google Play Store.
Na imagem mostrada pelo site, é possível ver que a guia “Status” vai ganhar o nome de “Atualizações”, e o espaço será dividido entre Status e Canais. Ali aparecerão as atualizações dos canais que o usuário optar por receber as notificaçoes. O recurso lembra a ferramenta de canais já disponíveis no Telegram, um de seus principais rivais.
A imagem mostra, ainda, a mensagem de que será possível se conectar com um número ilimitado de pessoas em cada canal. Diferente dos grupos – tanto no WhatsApp quanto no Telegram – os canais são uma via de contato mais passiva, onde apenas os administradores do espaço podem publicar mensagens. No caso do Telegram, é possível interagir com as postagens, mas o usuário é direcionado para outro espaço no app, fora do canal. Ainda não se sabe se o WhatsApp vai adotar o mesmo modelo.
Ainda, segundo o site, ao criar um canal, a privacidade do usuário será protegida, já que os seguidores do canal não podem ver seu nome, número de telefone, foto de perfil e informações pessoais. Os canais, porém podem permanecer públicos para que qualquer usuário possa encontrá-los em uma pesquisa dentro do app.
Além disso, a plataforma trabalha em uma autenticação identificada por um selo verde ao lado no nome do canal, mas ainda não está claro como a verificação será feita.
A nova ferramenta está em desenvolvimento e deve ser lançada em versão beta em uma futura atualização do aplicativo, afirma o site.
Créditos: Terra.
Alexandre de Moraes soube construir uma situação em que não tem rivais, não tem freios e não tem controles, e na qual está livre para governar o Brasil segundo o que acha que está “certo”, e não segundo o que diz a lei

J. R. GUZZO
Onde o ministro Alexandre de Moraes acertou? Ele é hoje, ao mesmo tempo, condutor do Supremo Tribunal Federal, governador-geral do Brasil e único brasileiro que tem o poder de revogar, mudar ou escrever leis por conta própria, sem necessidade alguma de aprovação do Congresso Nacional. É óbvio, à essa altura, que acertou em alguma coisa para chegar ao lugar em que está. Provavelmente, acertou muito, e em muitas coisas — ninguém consegue se tornar o homem mais importante de um país com 200 milhões de habitantes e PIB de quase 2 trilhões de dólares, segundo FMI, cometendo erros, ou mais erros do que acertos. Pode-se “gostar” ou “não gostar” do ministro, como ele próprio comentou em relação à lei que permite o indulto presidencial. Mas o fato é que ele manda e todo mundo obedece, a começar pelo presidente da República — e se mandar mais vão obedecer mais.
Alexandre Moraes, hoje, decide mais que o Congresso Nacional inteiro; decreta, pessoalmente ou através dos outros ministros, que leis aprovadas legitimamente pelos deputados e pelos senadores não valem mais, ou cria as leis que os parlamentares não aprovaram, mas que ele quer — como é o caso, agora, da lei da censura na internet. Vale, sozinho, mais que as três Forças Armadas juntas. Pode fazer, e faz, coisas ilegais. Prende cidadãos. Bloqueia contas bancárias. Viola o sigilo de comunicações. Nega o exercício do direito de defesa. Dá multa de 22 milhões de reais a um partido político de oposição. Proíbe qualquer pessoa ou empresa (qualquer uma; até membros do Congresso) de se manifestar pelas redes sociais. Eliminou as funções do Ministério Público. Enfiou na cadeia um deputado federal na vigência do seu mandato. Indiciou pessoas por conversarem num grupo de WhatsApp. Comanda no momento dois inquéritos ilegais de natureza policial (que podem ser seis, ou até mais; são tantos que ninguém consegue mais fazer a conta exata), nos quais se processa qualquer tipo de crime que o ser humano possa cometer, tudo junto e tudo misturado — do golpe de estado ao passaporte de vacina. Criou, e usa, algo que não existe no direito universal: o “flagrante perpétuo”. Muito bem: um homem assim manda ou não manda mais que todos os outros?
A ascensão de Moraes ao topo da vida pública brasileira não aconteceu pelos meios comuns. Ele não teve uma campanha eleitoral milionária, com “Fundo Partidário”, apoio fechado do TSE e outras vantagens; aliás, não teve um único voto, e nem precisou. O ministro não vem de nenhuma família que vive às custas de suas senzalas políticas. Não é um bilionário como esses banqueiros de investimento “de esquerda” que vivem dando entrevista na televisão. Não precisou de apoio da imprensa, embora tenha se tornado um ídolo para a grande maioria dos jornalistas brasileiros — é tratado hoje como uma espécie de Che Guevara que lidera as “lutas democráticas” neste país. (O que provavelmente deve deixar o ministro achando muita graça.) Sua origem não tem nada a ver com o PT. Moraes foi nomeado para o cargo por Michel Temer, que Lula chama de “golpista” e é visto pela esquerda nacional como portador de alguma doença infecciosa sem cura. O passado político do ministro, ao contrário, o coloca como secretário de Geraldo Alckmin, nos tempos em que ele não usava boné do MST e era uma figura de piada para Lula, os intelectuais e os artistas da Globo.
Apesar de tudo isso, o ministro Moraes está lá. Como foi acontecer um negócio desses? Ou, de novo: onde ele acertou? Acertou em muita coisa, essa é que é a verdade — e a primeira delas é que entendeu melhor do que ninguém a força e a utilidade da coragem num país em que o ecossistema político é habitado majoritariamente por covardes. Moraes é um homem destemido — assume riscos, enfrenta adversidades e não foge da briga. No Brasil de hoje, faz toda a diferença. O segundo ponto a favor é que soube escolher o lado certo da disputa política atual: percebeu, no momento adequado, que é mais rentável ficar a favor do Brasil do atraso, centrado no Sistema Lula, do que a favor do Brasil do progresso. (Imaginem se tivesse ficado com Bolsonaro e feito as coisas que fez — se tivesse, por exemplo, trancado na Papuda 1.500 agentes do MST que invadem fazendas e destroem propriedade pública. Estaria hoje no Tribunal Internacional de Haia, respondendo por crimes contra a humanidade.) Entendeu, também, que as instituições brasileiras são amarradas com barbante — e iriam se desfazer diante do primeiro homem decidido a falar grosso, desde que tivesse apoio da esquerda e vendesse a ideia de que está violando a lei para salvar a “democracia”. Com instituições fortes Moraes simplesmente não seria o que é; sua carreira já teria acabado por decisão do Senado Federal.
Passou para o lado da confederação anti-Lava Jato que levou Lula ao poder e, aí, soube assumir o papel de astro do filme — entre outras coisas, como presidente do TSE, foi quem realmente colocou o chefe do PT na Presidência da República
O ministro, igualmente, descobriu que não precisava ter medo de militar — e que isso é uma vantagem decisiva. O regime militar já acabou há quase 40 anos, mas o político brasileiro continua pensando nas Forças Armadas como se elas decidissem alguma coisa — os políticos e as multidões que foram para a frente dos quartéis após as eleições de 2022, na ilusão de que estavam “do mesmo lado”. (O Exército estava, como se viu, do lado da polícia.) Moraes nunca perdeu seu tempo com isso. Foi fazendo o que achou que tinha de ser feito, sem se preocupar com o que poderiam pensar os generais de Exército ou os almirantes de esquadra — e hoje deve estar convencido de que leu acertadamente as coisas. Por que não? Moraes acaba de colocar na cadeia um tenente-coronel da ativa, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, algo expressamente proibido em lei — ele só poderia ter sido preso em flagrante, e não houve flagrante algum. O comandante do Exército não deu um pio. Não se tratava de desafiar o STF, ou quem quer que seja; bastaria dizer que o Exército exige o cumprimento das leis em vigor no Brasil. Ele não vive dizendo que é a favor da “legalidade?” Então: era só cumprir o que diz. Não aconteceu nada.
Outra vantagem para o ministro é a sua capacidade de ignorar a opinião pública. Poucas vezes na história deste país uma autoridade do Estado conseguiu ter uma imagem tão horrível quanto a de Moraes — mas ele não faz nem deixa de fazer nada por causa do que “estão pensando”. O político brasileiro médio passa mal quando se vê fazendo, ou tentando fazer, alguma coisa que pode desagradar o eleitorado — afinal, é dos seus votos que ele vive. O ministro não liga a mínima; não é assim, simplesmente, que ele funciona. Ao contrário, fica mais radical, agressivo e perigoso a cada contrariedade. Ele deixou isso muito claro, entre outros episódios, com sua reação às imensas manifestações de rua do ano passado, e de antes, a favor de Bolsonaro — a quem escolheu como seu inimigo número 1. Em vez de se assustar com aquelas multidões todas, resolveu meter as multidões na cadeia. Deu certo, afinal: a 8 de janeiro ele conseguiu prender 1.500 pessoas de uma vez só, como “exemplo”, e de lá para cá ninguém mais pensou em acampar na frente de quartel. Para o ministro Moraes gente na rua é uma turbina sem potência — faz barulho, mas não tira o avião da pista. Tem dado certo até agora, do seu ponto de vista: está mandando mais, hoje, do que em qualquer outro momento da sua carreira.
Moraes, enfim, tem demonstrado que sabe fazer política do lado que ganha — é o contrário de Augusto Matraga, e isso quer dizer um mundo de vantagens para quem tem ambições de subir na vida pública. No momento mais indicado, soube trocar a direita “autoritária”, onde nasceu, pela esquerda que seria levada ao poder no movimento mais poderoso que já se viu até hoje na política brasileira: a guerra de extermínio contra a Lava Jato e o enfrentamento à corrupção. Passou para o lado da confederação anti-Lava Jato que levou Lula ao poder e, aí, soube assumir o papel de astro do filme — entre outras coisas, como presidente do TSE, foi quem realmente colocou o chefe do PT na Presidência da República. É certo, também, que manda mais do que ele. Vivem os dois, hoje, num contrato de assistência mútua. Moraes dá proteção a Lula, defende os interesses do seu sistema e garante a segurança do universo lulista — para ficar num exemplo só, não incomodou, em quatro anos com os seus inquéritos policiais, um único simpatizante da esquerda. Quer dizer que ninguém do PT, para não falar do próprio Lula, divulgou uma fake news, nem umazinha, nesse tempo todo? É puro Moraes. Em compensação, nem Lula, nem a esquerda e nem ninguém do governo está autorizado a incomodar o ministro no que quer que seja. É a harmonia entre os Poderes.
Como em relação aos militares e à opinião pública, o medo que Alexandre de Moraes tem de Lula é de três vezes zero. Ele sabe, de um lado, que Lula não tem peito para encará-lo, e de outro, que está mais interessado em hotéis com diárias de 37.000 reais, discursos idiotas e o “liberou geral” para o assalto à máquina pública. Também não se assusta com a esquerda, o MST e os Boulos da vida. Sabe que todos têm pavor de bala de borracha; imagine-se então de bala de verdade. Suas preocupações com a Câmara e o Senado são equivalentes — ou seja, absolutamente nulas. O resumo de toda essa opera é o seguinte: o ministro soube construir uma situação em que não tem rivais, não tem freios e não tem controles, e na qual está livre para governar o Brasil segundo o que acha que está “certo”, e não segundo o que diz a lei. Moraes se arriscou muito; poderia perfeitamente ter perdido, várias vezes, a começar pelo dia em que encarou Jair Bolsonaro. Mas o fato é que levou todas, e hoje é isso que todos estão vendo — só não manda naquilo em que não quer mandar. Nada poderia representar tão bem essa situação quanto sua última erupção de onipotência. Proibiu o aplicativo de mensagens Telegram de publicar sua opinião sobre a lei de censura que o governo Lula e ele próprio querem impor ao Brasil — e o obrigou a publicar a opinião dele, Moraes. Desde quando alguém neste país está proibido de dizer o que pensa sobre um projeto em debate no Congresso Nacional? E desde quando alguém é obrigado a dizer o contrário do que pensa? Desde Alexandre de Moraes. O caso Telegram é mais uma prova de que no Brasil de hoje não existe mais lei. O que existe é o ministro Moraes — e, para piorar, o resto do STF.

O Centro Municipal Controle de Zoonoses (CCZ) continua a vacinação de cães e gatos contra a raiva entre segunda (15) e sexta-feira (19). A aplicação ocorre nas unidades de saúde nos bairros Aviário, Subaé, Santa Mônica II e Parque Getúlio Vargas, das 9h às 15h.
Podem ser vacinados animais saudáveis a partir dos três meses de idade. É recomendado que os donos transportem os pets de maneira segura – os gatos em caixas apropriadas, enquanto os cães devem estar em coleiras ou correntes.
O Centro de Controle de Zoonoses alerta que os pets que foram vacinados há 12 meses devem ser imunizados novamente. Esta é a maneira mais eficaz utilizada no controle da raiva.
Confira os dias e os locais:
Aviário
15/05 – Posto de Saúde 1 e 2
Aviário
16/05 – Posto de Saúde 3 e 4
Subaé
17/05 – Posto de Saúde
Santa Mônica II
18/05 – Posto de Saúde
Parque Getúlio Vargas
19/05 – Posto de Saúde
*Secom

Um carro pertencente a uma funerária de Conceição do Coité capotou na madrugada deste sábado (13), na rodovia BR 324, no sentido Tanquinho ao Posto Trevo, após o motorista, cuja identidade não foi divulgada perder o controle da direção e capotar.
Segundo o portal Calila Notícias, parceiro do Acorda Cidade, o motorista viajava sozinho e tinha saído de Coité no meio da madrugada com destino a capital onde retiraria um corpo no Hospital Municipal de Salvador para levar até Lauro de Freitas, e após passar numa curva aconteceu o acidente no momento que chovia bastante por volta das 03h.

O motorista foi levado para o Hospital Municipal de Riachão do Jacuípe onde deu entrada queixando de dores nas costas e pernas.
Reprodução: Acorda Cidade

Dalila Pimentel Sales, de 35 anos, deu entrada na Policlínica do Conjunto George Américo em Feira de Santana, por volta das 7h15 da manhã desta sexta-feira (12). Segundo o relatório médico, ela chegou à unidade sem vida.
O levantamento cadavérico foi realizado pela delegada Claúdia Fernanda Pugliese e de acordo com a guia, Dalila estava grávida e aparentava ter cerca de 20 semanas de gestação. O corpo não apresentava sinais de violência e ela teria sido levada a policlínica por uma vizinha.
A polícia investiga o fato que foi dado a natureza de morte a esclarecer.
*ACORDA CIDADE

Uma visita ao Feiraguay, na sexta (12), mostrou o ex-prefeito José Ronaldo em uma típica ação de pré-candidato à sucessão municipal, ano que vem. Ao seu estilo, saiu de boxe em boxe cumprimentando e abraçando vendedores.
Vídeos nas redes sociais mostram uma bem sucedida incursão no mais badalado entreposto comercial do Nordeste, do político que já governou o município quatro vezes e elegeu dois sucessores, portanto, invicto vai fazer 24 anos na disputa eleitoral pela Prefeitura.
A visita acontece na semana em que o Feiraguay sofreu talvez a maior fiscalização de sua história, por parte da Receita Federal, que levou caminhões cheios de mercadorias desprovidas de Nota Fiscal. Foi, portanto, um gesto de solidariedade.
Em sua andança no local, Ronaldo fez propaganda para uma vendedora de pãezinhos (que lhe prometeu votar nele de novo). Ouviu de um eleitor a forte frase: “jamais vou trair este homem”, enquanto um outro cidadão, mais entusiasmado, confessou: “me arrupio (sic) todo quando (em discurso de campanha) vejo este homem dizer, ‘eu voltarei”.
Estratégia ou não, o ex-prefeito estava vestindo uma camisa de tom muito parecido com o vermelho do PT. Bem ao estilo “sandálias de Lampião”, como sempre lhe é atribuído pelo decano do rádio Dilson Barbosa: para confundir inimigos, reza a lenda, o cangaceiro usava sandália com a frente pra trás.
Se era para despistar ou não, o fato é que José Ronaldo está caminhando.
*O PROTAGONISTA FSA

Na madrugada deste sábado (13), diversos bairros de Feira de Santana foram afetados por uma interrupção no fornecimento de energia elétrica.
Moradores dos bairros Baraúnas, Sobradinho, Jardim Cruzeiro e Queimadinha reclamaram da falta de energia por volta das 3h da madrugada deste sábado.
Ainda não há mais informações sobre o motivo das quedas e interrupções de energia.
Na rua Petrolina no bairro Jardim Cruzeiro, uma moradora registou um curto-circuito em um poste. Veja imagem abaixo:

O Acorda Cidade entrou em contato com a Coelba, mas ainda não obteve retorno.

O Parque Radialista Erivaldo Cerqueira (Parque da Lagoa) será reaberto neste domingo (14). É que o risco de desenvolvimento para forma grave da cólera foi descartado após análise da Fiocruz.
O local estava interditado desde o dia 17 de fevereiro após detectar que a lagoa estava contaminada pelo agente causador da cólera, o Vibrio cholerae.
Na manhã deste sábado (13), equipes da Secretaria de Serviços Públicos (Sesp) iniciaram a limpeza do equipamento municipal. Agentes da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) também realizaram uma visita técnica.
O secretário de Serviços Públicos, Eli Ribeiro, informa que será mantido o horário normal de funcionamento, das 5h às 20h. Com fechamento toda segunda-feira para manutenção.
Entenda o caso
No último dia 17 de fevereiro, a Lagoa do Geladinho, situada no Parque Radialista Erivaldo Cerqueira, foi interditada por conta da água estar contaminada pelo agente causador da cólera, Vibrio cholerae. O resultado foi atestado pelo Lacen após investigação de duas amostras de água da lagoa, diante da ocorrência da morte de peixes da espécie Akari (Cascudo).
O laudo enviado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro, detectou que o vibrião colérico não tem potencial para liberar a endotoxina capaz de causar a cólera. Sendo assim, não há risco de desenvolvimento da forma grave da doença, que pode gerar choque hemorrágico e convulsões.
*SECOM

Foto: Reprodução, Deutsche Welle/YouTube
É o maior índice no país em quase 32 anos; aumento dos preços verificado no último mês é o dobro do registrado no Brasil nos úlltimos 12 meses
Em novo recorde, a inflação na Argentina (foto) nos últimos 12 meses chegou a 109%, o maior índice registrado no país vizinho em quase 32 anos, informa a Folha.
Os números de ambos os países foram divulgados pelo Indec, do lado argentino, e pelo IBGE brasileiro nesta sexta-feira (12). O aumento dos preços argentinos em apenas um mês, 8,4%, é o dobro do registrado no Brasil em um período de 12 meses, 4,2%.
A Argentina convive com inflação de três dígitos, uma das maiores do mundo, desde o início deste ano. O índice foi puxado por alimentos —afetados por uma seca histórica—, vestuário, alimentação e turismo.
Visto como incompetente para resolver a crise, o presidente argentino, Alberto Fernández, já anunciou que não vai disputar a reeleição neste ano. Na semana passada, Fernández esteve em Brasília para pedir ajuda a Lula.
Informações TBN