
Foto: Muhammed Selim Korkutata / Anadolu Agency via Getty Images.
Recep Tayyip Erdogan, de 69 anos, foi reeleito presidente da Turquia neste domingo (28.mai.2023). De acordo com a agência de notícias turca Anadolu, ele contabiliza 52,08% dos votos com 99,02% das urnas apuradas. Erdogan é do partido AK (Partido da Justiça e Desenvolvimento) e está no poder há 20 anos. Com a reeleição, ele garante mais 5 anos de mandato.
Erdogan concorreu no 2º turno contra o candidato social-democrata da esquerda Kemal Kiliçdaroglu, que recebeu 47,92% dos votos.
Durante a campanha eleitoral, Erdogan prometeu continuar com o sistema presidencialista, reduzir a taxa de juros e fortalecer a influência turca na Europa. Já Kiliçdaroglu prometia voltar ao sistema parlamentar (retirado em 2017) e aproximar a Turquia da União Europeia e Estados Unidos.
No novo mandato Erdogan deve continuar com uma política de redução da taxa de juros para conter a alta da inflação. Segundo o TURKSTAT (Instituto Estatístico da Turquia, na sigla em inglês), o índice de Preços ao Consumidor do país no mês de abril de 2023 foi de 43,68% ao ano.
No 1º turno eleitoral, realizado em 14 de maio de 2023, Erdogan foi o candidato com melhor resultado e recebeu 49,24% dos votos. Kiliçdaroglu teve 45,07%. Os dados são do Supremo Conselho Eleitoral da Turquia. Em 3º lugar ficou Sinan Ogan com 5,28% dos votos.
Em 15 de março de 2003, Erdogan assumiu o cargo de primeiro-ministro da Turquia, cargo que exerceu durante 3 mandatos, ficando até 2014. No mesmo ano, foi eleito presidente. Por meio de um referendo popular, o sistema parlamentarista foi substituído pelo presidencialismo no país em 2017.
Ao considerar o tempo como primeiro-ministro e presidente, Erdogan está no poder do país há 20 anos.

Informações Poder 360

Tina Turner, que morreu na quarta-feira (24), deixou uma fortuna estimada em US$ 300 milhões — R$ 1,5 bilhão, na cotação atual. Seu marido, Erwin Bach, com quem a cantora viveu por 38 anos, deve ser o maior beneficiário de seu testamento, herdando 47% do espólio.
Nora da artista, Afida Turner falou sobre a divisão de bens em entrevista à emissora francesa Canal+. Viúva de Ronnie Taylor, caçula de Tina, ela detalhou que os outros 53% deveriam ser divididos entre os filhos da cantora. Mas existe uma questão:
Tina teve quatro filhos, mas dois deles já morreram. Em 2022, o caçula Ronnie faleceu aos 62 anos, após complicações de um câncer de intestino. Já Craig, primogênito da artista, faleceu em 2018, aos 59.
Os dois eram filhos biológicos da artista, que ainda tem outros dois, Ike Turner Jr. e Michael Turner. Eles são filhos do primeiro marido de Tina, Ike, mas foram adotados por ela após a morte da mãe, Lorraine Taylor.
A partilha pode enfrentar um problema por causa da lei suíça.
No país, onde foi feito o testamento, a herança da cantora iria automaticamente para o marido e os dois filhos adotivos. Pessoas de fora desse grupo só poderiam receber algo se estiverem mencionadas no testamento.
Mas, segundo Afida, Tina nunca teria adotado legalmente os dois filhos de seu ex-marido. Representantes de Tina ainda não se pronunciaram sobre o caso, mas relatos deixam claro que a cantora se afastou dos herdeiros.
Em 2018, Ike Jr. afirmou que não conversava com a mãe há 20 anos e que ela também era distante de Michael, apesar de enviar dinheiro para que ele cuidasse da própria saúde.
Quando o assunto é o maior herdeiro de Tina, as coisas parecem mais resolvidas. Erwin já anunciou que transformará a casa da cantora na Suíça, onde ela viveu até a morte, em um museu em sua homenagem. Apenas a propriedade é avaliada em R$ 300 milhões.
O produtor musical esteve com a companheira em seus últimos anos e chegou a doar um rim para ela em 2017.
Créditos: UOL/Splash.

Uma batida entre moto e carreta deixou uma pessoa morta na noite de sábado (27), na BR-135, no trecho da cidade de Riachão das Neves, no oeste da Bahia. A informação é da Polícia Rodoviária Federal (PRF).
Ainda não há informações do que causou o acidente. Informações iniciais de testemunhas são de que a pessoa que morreu era um homem que dirigia a moto.
Uma equipe do Serviço de Atentimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionada, mas ao chegar no local, constataram que a vítima estava morta.
*REPRODUÇÃO: G1 BAHIA

O Vitória chegou a abrir o placar, mas acabou cedendo o empate em 1 a 1 ao Avaí, neste sábado (27), na Ressacada, pela nona rodada da Série B. Wellington Nem fez o primeiro gol da partida, mas Waguininho deixou tudo igual para a equipe catarinense. Com o resultado, o Leão chegou aos 19 pontos, mas corre o risco de perder a liderança da tabela de classificação. Com 17, Vila Nova e Criciúma, respectivamente em segundo e terceiro, ainda jogam no desenrolar da rodada. Já o time catarinense somou oito pontos e segue em 16º, um a mais da zona de rebaixamento. O Vitória volta ao gramado na próxima sexta-feira (2), às 21h30, para receber a visita do Ituano, no Barradão, pela 10ª rodada da Segundona.
BAHIA NOTÍCIAS

O corpo do ex-vereador Antônio Francisco Ribeiro Neto, conhecido como Ribeiro, foi sepultado neste deste domingo (28) no cemitério Piedade, em Feira de Santana.
Várias autoridades estiveram presentes para prestar suas últimas homenagens ao ex-vereador como o prefeito Colbert Martins Filho, vereadores e secretários.

Ribeiro faleceu aos 75 anos de idade na noite da última sexta-feira (26) após estar internado em estado grave na UTI. Ele foi vereador do município por cinco mandatos e presidente da Câmara Municipal, deixando um legado de compromisso com a democracia e com a população feirense.

O velório foi realizado na casa do ex-vereador na Rua Araújo Pinho, 1.049, onde familiares, amigos e admiradores compareceram para prestar suas últimas homenagens.
Com informações do repórter Sotero Filho /De Olho Na Cidade

Quatro suspeitos de tráfico de drogas morreram após confronto com policiais militares que integram as Rondas Especiais (Rondesp) da região, no sábado (27), na cidade Juazeiro, no norte da Bahia.
De acordo com o portal g1 Bahia, o confronto aconteceu no bairro Antônio Guilhermino.
Segundo a Secretaria de Segurança Pública, policiais realizavam o patrulhamento no bairro, quando entraram na Rua 15 e encontraram um grupo com 10 homens armados. Os homens correram e, segundo a PM, atiram nos policiais, que revidaram.
Após o tiroteio, quatro suspeitos, entre eles um que utilizava tornozeleira eletrônica, ficaram feridos. Eles foram socorridos para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Juazeiro, mas não resistiram aos ferimentos e morreram.
Com os suspeitos foram encontradas duas pistolas 380, um revólver calibre 38 e uma pistola .40, além de 24 munições para as armas, 56 pinos de cocaína, 14 pedras de crack, um saco grande e outros seis pequenos de maconha, assim como uma balança e sacolas para guardar a droga.
Todo o material foi encaminhado para a sede da Delegacia Territorial (DT) de Juazeiro, onde o caso foi registrado e será investigado.

Foto: Reprodução.
O novo avião presidencial da Argentina, Tango 01, um Boeing 757-256, fez uma manobra arriscada em sua chegada ao país, no aeroporto Jorge Newbery, em Buenos Aires, na última quinta-feira (25).
Pintado com as cores da bandeira argentina, a aeronave ficou próxima à pista de pouso e não tocou o solo. Houve uma arremetida, com o piloto realizando uma subida rasante, com a asa esquerda inclinada para baixo antes de retomar a altitude. Ele chegou a ficar 45 metros do chão. Assista abaixo:
O Boeing 757-256 custou US$ 22 milhões para o país.
Piloto ignorou instruções
Conforme áudios da torre de controle revelados pelo jornal argentino “Clarín”, o comandante Leonardo Barone, que é secretário-geral de Logística da Secretaria-Geral da Presidência da Argentina, ignorou as instruções dos controladores de voo.
Barone solicitou autorização para descer abaixo de 3.000 pés. Entretanto, a torre pediu para que ele aguardar alguns minutos a liberação do espaço aéreo sobre o aeroporto de San Fernando.
Mas o piloto não entendeu o comando e questionou: “Descida livre para o ARG-01 [prefixo do avião]?” E a controladora argumentou: “Negativo, mantenha 3.000 pés” e prosseguiu: “Mantenha 3.000. Me dê alguns minutos e liberaremos o aeroporto de Sanfer e eu te dou livre descida”.
Mesmo assim, Barone insiste: “Ah, entendi que era descida livre. Estamos mantendo 2.300 pés.”
Em seguida, a torre adverte: “Eu nunca te dei livre descida”.
E o comandante se desculpa: “Perdão, estamos a 3.000 pés. Liberado 3.000 pés”.
Créditos: CNN.
Na próxima semana, alíquota do ICMS sobre gasolina terá mudanças. Em julho, está prevista volta de tributos federais sobre gasolina e etanol. Petrobras avalia possibilidade de baixar preços.
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Bomba de gasolina em posto de combustíveis de Macapá — Foto: Jorge Júnior/Rede Amazônica
Duas rodadas de aumento na tributação sobre combustíveis estão previstas para os próximos meses, o que pode impactar os preços ao consumidor — pressionando-os para cima.
Porém, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, indicou que a Petrobras, estatal controlada pela União, pode agir para impedir ou, pelo menos, atenuar altas nos preços em razão da elevação de impostos.
Para isso, a empresa teria de baixar os preços dos combustíveis na bomba quando os aumentos de tributos começarem a valer – o que já foi feito anteriormente, em fevereiro deste ano (quando houve aumento de impostos federais).
No início de junho, os estados promoverão alterações no formato de cobrança do ICMS sobre gasolina. O tributo estadual, até então calculado em porcentagem do preço (de 17% a 23%, dependendo do estado), passará a incidir com uma alíquota fixa, em reais, de R$ 1,22 por litro.
“A média das alíquotas dos estados [atualmente, no Brasil] fica em torno de 19%, o que representa R$ 1,0599/litro. Com a vigência do valor ad rem, de R$ 1,22/litro, a partir de 1º de junho, um aumento médio de R$ 0,16/litro, o que representa um aumento médio de 22% no preço final ao consumidor, na média Brasil”, estimou o Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE).
Já no começo de julho, o governo federal retomará a tributação com alíquota cheia do PIS/Cofins sobre gasolina e etanol.
A expectativa, com isso, é que o preço suba cerca de R$ 0,22 por litro no caso dos dois combustíveis, segundo cálculos do governo.
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O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, durante audiência em comissão da Câmara — Foto: Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em meados de maio, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, indicou, durante audiência pública na Câmara dos Deputados, que a Petrobras pode reduzir os preços dos combustíveis nos próximos meses para compensar o aumento dos tributos federais previstos para julho.
“Com o aumento [de tributos] previsto para 1º de julho, vai ser absorvido pela queda do preço deixada para esse dia. Nós não baixamos tudo o que podíamos. Justamente esperando o 1º de julho, quando acaba o imposto de exportação e acaba o ciclo de reoneração”, declarou, ele na ocasião.
Com ações listadas em bolsa, a Petrobras divulgou um fato relevante no mesmo dia.
“A Petrobras não antecipa decisões de reajustes e reforça que não há nenhuma decisão tomada por seu Grupo Executivo de Mercado e Preços (GEMP) que ainda não tenha sido anunciada ao mercado”, informou a empresa, em 17 de maio.
Haddad não citou especificamente a alteração no ICMS, com impacto nos preços, que acontecerá na próxima semana.
De acordo com ele, essa redução prevista para julho, na gasolina e no álcool pela Petrobras, estaria em linha com os preços internacionais.
“A Petrobras deixou claro que obviamente vai olhar o preço internacional. Não tem como escapar disso porque ela importa. Ela pode, em uma situação mais favorável como agora em que o preço do petróleo caiu, mas que o preço do dólar caiu, combinar os dois fatores e reonerar sem impacto na bomba”, declarou Haddad.
Ele também sinalizou que o mesmo procedimento deve ser feito com o diesel, cuja desoneração vale até o fim desse ano. “E tudo bem, como vai acontecer com o diesel no final do ano. Já deixou uma gordura para computar a reoneração”, acrescentou.

Petrobras anuncia nova política de preços dos combustíveis
Neste mês de maio, a Petrobras anunciou uma nova política para os combustíveis, que considerará usa duas referências de mercado:
Especialistas ouvidos pelo g1 consideram que a nova política deve beneficiar o consumidor final no curto prazo, porque impede que oscilações muito drásticas no preço do dólar ou do petróleo sejam repassadas nos combustíveis.
Após o anúncio da nova política, a estatal anunciou mais uma redução do preço do diesel e da gasolina para as distribuidoras.
Em entrevista à GloboNews, em 17 de maio, o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, admitiu que a empresa poderá seguir orientações do governo para precificar os combustíveis.
“A Petrobras do governo anterior é uma Petrobras que combinava esse jogo, mas a Petrobras que combinava jogo acabou e ela vai fazer o que é importante para o Brasil. E se tiver que seguir a orientação do governo, seguirá se fizer sentido para ela, para o consumidor e acionista”, disse Prates, em meados de maio.
Questionado na mesma entrevista se a Petrobras vai baixar os preços para compensar o aumento dos tributos, o presidente da estatal, Jean Paul Prates, disse que a companhia vai avaliar.
“Não sei, vamos ver até lá, as circunstâncias vão dizer, se a gente estiver num ciclo de baixa [do preço do barril de petróleo]”, respondeu. “Quando chegar lá, no dia, a gente vai dizer se cabe ou não cabe absorver o tanto de imposto que vai reentrar”, completou.
Informações G1

Foto: Ricardo Stuckert/PR.
Lula diminuiu o ritmo dos encontros com deputados e senadores neste início de seu terceiro mandato e tornou-se o presidente que menos se reuniu com parlamentares desde Dilma Rousseff.
Levantamento feito pelo Globo com base na agenda oficial mostra que, de janeiro até a sexta-feira passada, Lula se reuniu apenas nove vezes com deputados e senadores de partidos aliados. No mesmo período, o petista já se encontrou com 30 chefes de governos estrangeiros.
O ex-presidente Jair Bolsonaro participou no mesmo período de 83 encontros com parlamentares, enquanto Michel Temer se reuniu 39 vezes com deputados e senadores nos primeiros 145 dias de governo.
“A frequência com que Lula se reuniu com parlamentares só é maior que a de Dilma — apenas quatro encontros nos primeiros cinco meses”, escreve o jornal.
Créditos: O Antagonista.
Uma das principais reclamações de deputados tem sido a lentidão do Palácio do Planalto em liberar as emendas parlamentares. Governo teve derrotas nos últimos dias em votações no Congresso.
Na busca do governo por ampliar a base na Câmara, o PT, partido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e partidos do Centrão foram os que mais receberam emendas parlamentares até aqui neste ano.
As emendas são verbas previstas no Orçamento da União que o governo tem que liberar para os parlamentares. São usadas por deputados e senadores para obras e projetos em suas cidades e estados.
O ritmo da liberação depende do Executivo. Nas últimas semanas, deputados vinham reclamando de que o governo Lula não liberou as emendas que havia prometida.
Esse foi um dos motivos pelos quais o governo sofreu algumas derrotas na Câmara nas últimas semanas. Os deputados barraram, por exemplo, um decreto de Lula que modificava o marco do saneamento.
Nesta última semana, a Câmara aprovou a nova regra fiscal, como o governo queria. Mas, em um novo revés, uma comissão mista do Congresso alterou uma medida provisória assinada por Lula para reformular a estrutura de ministérios.
Só nesta semana, o governo liberou R$ 1,3 bilhão em emendas.
Depois do PT, os partidos mais beneficiados por emendas na Câmara até aqui compõem o chamado Centrão, um grupo informal na Casa que reúne parlamentares de direita e centro-direita que costumam se aliar a governos em troca de espaços de poder.
Veja os partidos que mais receberam emendas, de acordo com o Painel do Orçamento Federal:
No Senado, a maior liberação de veras foi para senadores do PSD, partido da base do governo e do presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (MG).
Informações G1