
Em uma ação imediata e eficiente, a 15ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Serrinha) desarticulou, na última quinta-feira (6), um grupo de estelionatários que atuava no município. Os investigadores da Delegacia Territorial receberam informações sobre um homem que estaria tentando aplicar um golpe em um banco da cidade e prontamente se deslocaram ao local indicado.
O suspeito foi localizado e confessou o crime, que envolvia o uso de documento de identidade falso para sacar benefícios de outra pessoa.
O homem detido revelou que agia em conjunto com outros três comparsas, que estariam na rodoviária da cidade. Com base nessa informação, a equipe foi ao local e abordou o veículo dos criminosos. Dois indivíduos estavam dentro do carro e confirmaram a participação no esquema. O quarto membro do grupo estava cometendo o mesmo crime em outro banco da cidade. Os policiais civis imediatamente se dirigiram ao local indicado e conseguiram localizá-lo ainda nas proximidades da agência.
Durante a ação, foi apreendido o veículo utilizado pelo quarteto, uma impressora e documentos de identidade falsos. Os quatro suspeitos foram conduzidos à delegacia, onde foi lavrado o auto de prisão em flagrante por tentativa de estelionato e associação criminosa.

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) confirmou mais uma morte causada por dengue grave. Trata-se de um adolescente de 13 anos, que teve o caso confirmado após a análise das amostras que a Vigilância Epidemiológica encaminhou ao Laboratório Central de Saúde Pública da Bahia (Lacen).
Esta é a quarta morte causada por dengue grave este ano – duas foram registradas no mês anterior. As equipes dos agentes de endemias intensificaram a eliminação de criadouros do mosquito Aedes Aegypti na localidade em que essas pessoas residiam, a fim de reforçar a proteção dos familiares.
De janeiro até o início essa quarta-feira (6), a Vigilância Epidemiológica confirmou 734 casos de dengue. Do total, 8 foram classificados como grave e 111 com sinais de alarme.
Quando procurar a unidade de saúde?
Pessoas com febre e, ao menos, mais dois sintomas compatíveis com dengue, a exemplo de dores de cabeça, no corpo ou nas articulações, são consideradas suspeitas da doença. A recomendação da Vigilância Epidemiológica (VIEP) é que ao notar os sinais, o morador procure a unidade de saúde mais próxima para receber orientações.
Nos casos graves, em que nota-se uma piora da doença, apresentando dor na barriga intensa e contínua, vômitos persistentes, queda de pressão, sensação de desmaio, aumento do fígado e sangramento das mucosas como boca, olhos e partes íntimas, o paciente deve procurar as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) ou as policlínicas municipais.

Foto: Reprodução/Hardware.com.
O lançamento do Threads, rival do Twitter criado pela Meta, foi um dos movimentos mais agressivos de concorrência a que o Vale do Silício assistiu em décadas. Um movimento inteligente, bem executado, que muda a trajetória da Meta e põe o Twitter sob risco de vida. É também uma aula de contrastes em qualidade de gestão e comunicação.
Há coisa de duas semanas, Mark Zuckerberg aceitou, no Twitter, um desafio feito por Elon Musk para uma briga no octógono. Briga mesmo, para que saíssem no braço. MMA. Zuck, CEO e principal acionista da Meta, luta jiu-jítsu competitivamente. Musk não luta nada e está fora de forma. Parece evidente que a luta não ocorrerá. Mas tudo o que envolve Elon Musk no Twitter é lido por todo mundo que frequenta o Twitter. Quando aceitou a briga, Zuck se pôs no radar dos usuários da rede de Musk.
Musk errou muito desde que comprou a plataforma. Ao trazer de volta todos os radicais de direita que haviam sido expurgados ao longo dos anos por discurso de ódio, deixou gente demais insatisfeita. Fez colar na rede a imagem de um ambiente que dá preferência àquele grupo político. Não foi só. Desnorteou todos os usuários vendendo o selo que garantia credibilidade a contas jornalísticas. O Twitter se tornou uma plataforma sem bússola para dizer em quem confiar. Mais: tanto mexeu no algoritmo que, ao entrar, é raro encontrar algo interessante. Não é que, na real, a rede tenha ficado mais à direita. É só que está chata. Tendo demitido um número excessivo de engenheiros, se viu obrigada nas últimas semanas a limitar o número de tuítes que cada usuário pode ler. Um serviço que vive de vender audiência obrigado a impor teto à audiência… O site engargalou, e os servidores não aguentam mais o tranco.
Se no meme o conflito é entre Zuck e Musk, na verdade o responsável pelo lançamento do Threads é Adam Mosseri, CEO do Instagram. Mosseri já fizera algo ímpar: manteve sua rede relevante perante o crescimento do rival chinês, TikTok. Outras redes, noutros momentos, sucumbiram perante o rápido crescimento de um rival novo e atraente. Não aconteceu com o Insta, que reagiu rápido ampliando o espaço para vídeos curtos e, diferentemente do que se temia, não sacrificou as fotografias. Mesmo perante o Facebook, o Insta é a propriedade mais valiosa da Meta. Tem 2,3 bilhões de usuários.
O Threads foi lançado como um aplicativo à parte. É um desafio convencer as pessoas a baixar um novo app. Empresas morrem ao nascer se não conseguem fazer isso. Mas eles consideraram que implementar um clone do Twitter dentro do Instagram tornaria o outro aplicativo muito confuso. Melhor tê-los separados. Ao mesmo tempo, facilitaram a importação de todo mundo que cada usuário do Insta já segue. É entrar numa rede social nova podendo trazer de outra toda a sua rede de contatos. Foto, texto de descrição, selo de verificação — tudo pode ser aplicado com um clique. Entre baixar o app e já ter perfil e rede prontos é menos de um minuto.
Musk abriu o espaço para que Zuck fizesse propaganda de sua briga metafórica no Twitter, onde os usuários já estão faz meses em busca de alternativa. A implementação do Threads foi tão bem executada que, em sete horas, a rede já tinha 10 milhões de perfis. As conversas ali acontecem como se fossem habituais. Embora ainda faltem recursos, a rede é igual ao Twitter. O mundo precisa de uma rede de conversas públicas. Mas não há espaço para mais de uma dominante. Na briga entre Zuck e Musk, Mosseri está com pinta de vencedor.
Créditos: O Globo.

Foto: Ricardo Stuckert/PR.
O governo Lula ainda não conseguiu executar um crédito extraordinário de R$ 640 milhões aberto por uma medida provisória em abril. A MP vence em 30 de julho, mas o dinheiro está parado em vários órgãos. Até agora, R$ 286 milhões foram empenhados. Ou seja, cerca de R$ 350 milhões se encontram parados.
Na Fundação Nacional do Índio (Funai), por exemplo, foi aberto um crédito de R$ 146,7 milhões, mas apenas R$ 13 milhões foram empenhados (autorizados para pagamento) até o dia 4 de julho, ou seja, 9% do total.
A verba deve ser usada na ação de “regularização, demarcação e fiscalização de terras indígenas e proteção dos povos indígenas isolados”.
A situação é semelhante no Ibama, que conseguiu usar R$ 10 milhões dos R$ 63,8 milhões liberados pela MP (16%), verba para fiscalização ambiental. No instituto, houve reunião na última sexta-feira (7/7) para deliberar sobre como será usado o crédito da MP.
No Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, foram empenhados só R$ 37 milhões (26% do disponível) para distribuição de alimentos, e na Polícia Federal, R$ 42,8 milhões (47%) para combate ao tráfico de drogas.
No total, foram empenhados R$ 286 milhões da MP.
Procurada, a Funai respondeu que processos administrativos de licitação e contratação de serviços demandam tempo e todas as etapas estão sendo cumpridas. “A (Funai) tem se empenhado na execução do crédito extraordinário recebido, seguindo as diretrizes e ações estabelecidas. Essas medidas incluem processos de consulta, desintrusão e restabelecimento da posse plena e do usufruto exclusivo das terras indígenas”, disse o órgão.
“Na Terra Indígena Yanomami, por exemplo, estão em andamento reformas de pistas de pouso que visam melhorar o apoio às comunidades indígenas da região, tanto em relação ao acesso à saúde e outros direitos sociais, quanto no âmbito da proteção do território”, afirmou a Funai.
O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social pontuou que “as ações governamentais demandam uma série de procedimentos administrativos, que asseguram o estrito cumprimento das leis e a lisura das políticas públicas” e disse que a Conab, companhia de abastecimento, está preparando leilões de compra de alimentos.
A Polícia Federal não respondeu até a publicação desta nota.
Créditos: Metrópoles.
Atriz ficou nacionalmente conhecida por seus papeis em novelas como ‘Alma Gêmea’ e ‘Amor à Vida’.
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A atriz Neusa Maria Faro, em ‘Alma Gêmea’ — Foto: TV Globo
A atriz Neusa Maria Faro, aos 78 anos, morreu neste sábado (8). A informação foi publicada por seu primo nas redes sociais. A causa da morte não havia sido informada até a publicação desta reportagem.
Neusa ficou nacionalmente conhecida pela sua atuação em novelas, tendo passagens por diversas emissoras.
Na TV Globo, um de seus papéis de grande sucesso foi a personagem Divina Santini, em “Alma Gêmea” (2005). À época ficou conhecida pelo bordão “Oswaldo, não fale assim com a mamãe”, ao contracenar com Fúlvio Stefafini e Nicette Bruno.
Ainda na Globo, Neusa fez parte dos elencos de novelas como “O Profeta” (2006), “Caras & Bocas” (2009), “Morde & Assopra” (2011) e “Amor à Vida” (2013).
Além da televisão, Neusa também atuou em diversas obras no teatro. Em 2022, esteve em cartaz na peça “Gaslight – Uma Relação Tóxica”, que foi um dos últimos trabalhos de Jô Soares.
Já no cinema, Neusa interpretou a personagem Maria em “O Segredo de Davi” (2018), fazendo com que ela ganhasse o prêmio de melhor atriz no Los Angeles Brazilian Film Festival.
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Neusa Maria Faro na novela ‘Alma Gêmea’, em 2005 — Foto: Márcio de Souza/TV Globo
Informações G1

A reforma tributária, aprovada pela Câmara dos Deputados, na madrugada desta sexta-feira, 7, prevê mudanças na forma de aplicação do Imposto sobre a Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD) cobrada em âmbito estadual. Mas o que é esse tributo?
O ITCMD é um imposto brasileiro de competência estadual e do Distrito Federal que incide sobre transmissões de bens ou direitos não onerosos, como em heranças. Os contribuintes do imposto são, em caso de herança, os herdeiros ou legatários. No caso de doação, o pagador pode ser tanto o doador como o donatário.publicidade
A alíquota utilizada varia de acordo com uma tabela progressiva, que determina o valor da taxação. A base de cálculo é o valor venal dos bens, dos títulos ou dos créditos transmitidos ou doados. Além disso, cada Estado determina qual o valor da cobrança, variando de 1% até 8% do montante que será transmitido. Os Estados também são livres para arbitrar sobre a isenção do imposto.
A partir da nova regra aprovada pela reforma tributária, o ITCMD será cobrado de maneira progressiva, de acordo com o valor da herança ou doação. Anteriormente, apenas alguns Estados realizavam a tributação dessa forma. Ou seja, quanto mais alto o valor transmitido, maior será a taxação.
Outra mudança importante é que o recolhimento do imposto será feito no local de residência do doador ou da pessoa falecida, além da permissão de cobranças sobre heranças e doações feitas a partir do exterior. A forma como isso deve acontecer ainda vai depender de uma regulamentação vinda por meio de uma lei complementar.
O texto propõe uma atualização na base de cálculo do imposto, atendendo a pedidos da Confederação Nacional dos Municípios. A ideia é possibilitar às prefeituras do país uma atualização na base de cálculo do imposto por meio de decretos, levando em conta os critérios previstos nas leis municipais.
Em outras palavras, pelo que sugere o texto, não haverá necessidade de que o aumento do IPTU passe pelo crivo do Poder Legislativo.
Informações Revista Oeste

A produção da Kombi, um dos maiores sucessos da Volkswagen no país, acabou há dez anos. Mas a nova Kombi, desta vez em uma versão 100% elétrica, está voltando ao Brasil e poderá percorrer 420 quilômetros com apenas uma recarga. O site Um Só Planeta divulgou a informação nesta sexta-feira, 7.
A nova Kombi, na verdade, se chama Volkswagen ID.Buzz. Nesta semana, um vídeo usou uma imagem de inteligência artificial da cantora Elis Regina, morta há 41 anos, para fazer propaganda da nova Kombi elétrica. A filha dela, a também cantora Maria Rita, apareceu ao lado da imagem deep fake de Elis Regina no comercial.publicidade

A divulgação da nova Kombi com Elis Regina dividiu a audiência: muitos se emocionaram com o vídeo, outros se revoltaram com a imagem de uma pessoa morta num comercial. A Volkswagen ID.Buzz terá uma edição limitada de 70 unidades.
O número 70 celebra os 70 anos da Volkswagen no Brasil. Porém, a ideia não é vender. Segundo antecipou a revista Quatro Rodas, a marca vai comercializar a nova Kombi em um modelo por assinatura.
O carro também não será produzido no Brasil: será importado de Hannover, na Alemanha. Há uma fila de espera pelo veículo entre os europeus. Na Europa, a Kombi elétrica custa a partir de € 65 mil. Dessa forma, se essa faixa de preço seguir no mercado nacional, o novo veículo será vendido por cerca de R$ 340 mil. Será, assim, o Volkswagen mais caro do Brasil.
Em vez de nove, a nova Kombi elétrica tem apenas cinco lugares. Uma versão de oito lugares deve ser lançada em breve nos Estados Unidos. Contudo, a versão maior do veículo não foi ainda anunciada para o Brasil.
Informações Revista Oeste

Foto: Marcelo S. Camargo / Governo do Estado de SP
Uma nova rodada da pesquisa Atlas/Intel mostra as preferências de eleitores dos espectros políticos direita, esquerda e centro para as eleições de 2026. Os dados foram divulgados na quarta-feira (5). O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), desponta na direita, ao passo que o presidente Lula (PT) segue sendo o principal nome da esquerda.
Com a inelegibilidade do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), os nomes de Tarcísio, da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e do governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) passaram a ser ventilados com mais força para uma possível sucessão.
Lula,que recentemente disse ter se “animado” para uma reeleição– a exemplo do presidente estadunidense Joe Biden -, foi o nome mais citados entre os eleitores esquerdistas. em seguida vem o nome de Fernando Haddad, atual ministro da Fazenda.
Os eleitores mais alinhados ao centro também foram ouvidos, e o nome que despontou foi o de Simone Tebet (MDB), atual ministra do Planejamento e Orçamento.
A pesquisa foi realizada entre os dias 2 e 4 de julho, com 3.222 pessoas. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
Confira os cenários:
DIREITA
– Tarcísio de Freitas (Republicanos): 60,1%
– Michelle Bolsonaro (PL): 17,9%
– Romeu Zema (Novo): 8,6%
– Ratinho Jr. (PSD): 2,2%
– Flávio Bolsonaro (PL): 2%
– Tereza Cristina (PP): 0,8%
– Magno Malta (PL): 0,5%
– Ronaldo Caiado (União Brasil): 0,3%
– Não sabe: 7,5%
ESQUERDA
– Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 63%
– Fernando Haddad (PT): 14,4%
– Outro nome: 9,3%
– Ciro Gomes (PDT): 3,7%
– Camilo Santana (PT): 2,8%
– Rui Costa (PT): 1,7%
– Marina Silva (Rede): 1,1%
– Jaques Wagner (PT): 0,4%
– Silvio Almeida: 0,2%
– Não sabe: 3,4%
CENTRO
– Outro nome: 38,6%
– Simone Tebet (MDB): 32,3%
– Geraldo Alckmin (PSB): 8,4%
– Márcio França (PSB): 4,2%
– Eduardo Leite (PSDB): 2,8%
– Raquel Lyra (PSDB): 0,3%
– Não sabe: 13,6%
Pleno News

Foto: EDUARDO MATYSIAK/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO – 18.05.2023
Aprovado pela maioria dos deputadosna madrugada desta sexta-feira (7), oprojeto de reforma tributáriatraz elementos que vão alterar a cobrança de impostos sobre alimentos, combustíveis, remédios e veículos.
A proposta dereforma tributáriasimplifica impostos sobre o consumo, prevê fundos para bancar créditos doICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços)até 2032 e para o desenvolvimento regional e unifica a legislação dos novos tributos.
De acordo com o texto aprovado na Câmara dos Deputados, com o aval de 375 parlamentares, uma lei complementar criará oIBS (Imposto sobre Bens e Serviços)— para englobar o ICMS e o ISS — e aCBS (Contribuição sobre Bens e Serviços)para substituir o PIS e a Cofins.
Novidade em relação a outras versões de reforma, haverá isenção do IBS e daCBSpara uma cesta básica nacional de alimentos a ser definidos em lei complementar. Sobre tais produtos, as alíquotas dos tributos serão reduzidas a zero.
A proposta também estabelece a redução de alíquotas tributárias em 60% ou 100%, conforme definido em lei, para diversos setores da economia. Entre os destaques aparecem os serviços de educação, saúde, medicamentos, cultura e produtos agropecuários.
Serviços de transporte coletivo de passageiros rodoviário, ferroviário e hidroviário, de caráter urbano, semiurbano, metropolitano, intermunicipal e interestadual, também serão beneficiados com a mudança, caso o texto não sofra alterações no Senado.
Por outro lado, fica definido o estabelecimento de um imposto seletivo para a produção, comercialização ou importação de bens e serviços prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente. Tal decisãotende a deixar cigarros, bebidas alcoólicas e agrotóxicos mais caros. O objetivo é desestimular o consumo desses itens.
Para os motoristas, a reforma tributáriamantém um regime fiscal favorável para os biocombustíveis, como oetanol, o biodiesel e o biogás. A intenção é aplicar uma tributação inferior à incidente sobre os combustíveis fósseis para garantirdiferencial competitivo para aqueles menos prejudiciais ao meio ambiente.
A cobrança do ICMS incidirá uma única vez sobre combustíveis e lubrificantes, qualquer que seja a finalidade, hipótese em que as alíquotas serão uniformes em todo o território nacional. As especificações envolvem unidade de medida e serão diferenciadas por produto.
Antes da votação, oIBP (Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás)dissever com preocupação a cumulatividade do IBS dual no regime específico de tributação dos combustíveis. Segundo a entidade, a medida “levará a uma forte alta do preço final dos combustíveis aos consumidores”.
Quando o assunto é oIPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores), os proprietários deveículos elétricos e híbridos tendem a pagar menos imposto após a aprovação da proposta. O valor “poderá ter alíquotas diferenciadas em função do tipo, do valor, da utilização e do impacto ambiental”, diz o texto.
A proposta aprovada pela Câmara também define a cobrança de imposto paraveículos automotores terrestres, aquáticos e aéreos, como jatinhos, lanchas e motos aquáticas, antes isentos da cobrança de imposto.
O texto aprovado cita a tributação também para aeronaves agrícolas e de operador certificado para prestar serviços aéreos a terceiros, embarcações de pessoa jurídica que detenha outorga para prestar serviços de transporte aquaviário ou para pessoa física ou jurídica que pratique pesca e tratores e máquinas agrícolas.
R7
‘Acerto de contas Parte 1’ deixa franquia mais absurda e clichê do que deveria, mas Tom Cruise e Hayley Atwell garantem bons momentos. Filme estreia no Brasil na próxima quarta-feira (12).
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Inteligência artificial é a grande vilã de “Missão: Impossível – Acerto de contas Parte 1”, sétimo filme da saga (que outrora foi) de espionagem estrelada por Tom Cruise – algo que até soa muito contemporâneo, mas que nunca consegue passar do superficial e do clichê.
Tanto que o próprio roteiro, que apresenta uma entidade digital semi onisciente como o antagonista da vez, parece ter sido escrito por um ChatGPT da vida. O novo filme estreia nos cinemas brasileiros na próxima quarta-feira (12), com sessões especiais já no sábado (8) e no domingo (9)
Tudo bem, ninguém assiste às estripulias do ator de 61 anos – que mais uma vez, para variar, dispensa dublês em suas cenas – por causa de um enredo complexo.
Mas nem sempre foi assim. 24 anos depois, é fácil esquecer que a franquia cinematográfica, uma adaptação da série de mesmo nome dos anos 1960, começou como uma belíssima história de espião, intrigas e reviravoltas.
Os últimos dois filmes, “Nação secreta” (2015) e “Efeito Fallout” (2018), eram os melhores desde o primeiro exatamente por equilibrarem melhor a espionagem com a ação.
Para os fãs do gênero, é triste ver o lado descerebrado voltar à tona – mas quem prefere tiros e peripécias não tem do que reclamar.
Missão: Impossível – Acerto de contas parte 1
“Acerto de contas Parte 1” é, como o nome deixa claro, a primeira metade de uma história dividida em duas. A conclusão tem estreia prevista para junho de 2024.
Nessa metade, o espião infalível Ethan Hunt (Cruise) aceita a missão impossível de encontrar uma chave, que pode controlar ou destruir uma inteligência artificial rebelada.
Em seu caminho estão, além da própria interessada na autopreservação, os governos de todo o mundo, interessados em conseguir uma arma tão poderosa para si.
No meio do caminho, ele ainda encontra tempo para salvar a antiga namorada (Rebecca Ferguson), cruzar com um antigo inimigo (Esai Morales) e conhecer uma possível nova aliada (Hayley Atwell).
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Esai Morales e Tom Cruise em cena de ‘Missão: Impossível – Acerto de contas Parte 1’ — Foto: Divulgação
O enredo, que parece meio bobo assim na superfície, fica pior a cada novo detalhe. A vilã digital é batizada de A Entidade – e seria menos tosco se a chamassem logo de Skynet.
Afinal, com uma trama dessas, o novo episódio de “Missão: Impossível” mais parece uma introdução ao clássico “O Exterminador do Futuro” (1984) – que pelo menos soube fazê-lo com muito mais classe há quase 40 anos.
Se isso não fosse o bastante, a cena em que o conceito é apresentado é tão mal escrita que mais parece uma paródia.
Enquanto líderes militares e da inteligência americana discutem a existência desse novo e formidável inimigo em uma sala branca, o público espera pelo momento em que a câmera se afastará para revelar que tudo não passa de um filme dentro de um filme.
Infelizmente, esse momento nunca acontece. Depois disso, o roteiro do diretor Christopher McQuarrie – que repete suas funções dos últimos dois capítulos – com Erik Jendresen (“Band of brothers”) desiste de qualquer busca pelo novo ou surpresas.
Enquanto “Nação secreta” e “Efeito Fallout” se destacaram por dar a Cruise oportunidades de fazer cenas de ação absurdas dentro de histórias intrigantes, “Acerto de contas Parte 1” se contenta em fazer um pouco apenas do primeiro – e nem tanto assim também.
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Tom Cruise e Hayley Atwell em cena de ‘Missão: Impossível – Acerto de contas Parte 1’ — Foto: Divulgação
O astro pelo menos aproveita seus grandes momentos e prova que não será o tempo a pará-lo.
Seja com um salto de paraquedas em cima de uma moto no topo de uma montanha para pousar sobre um trem, ou uma luta com capangas em um beco de menos de um metro de largura em Veneza, Cruise continua imbatível.
Ao lado da novata na série Atwell (a Peggy Carter, de “Capitão América”), ele consegue revitalizar o personagem, que nunca encontrou um equilíbrio lá tão bom com a igualmente competente Ferguson (“Silo”).
Mesmo assim, seu gosto claro por cenas em que aparece correndo ou sequências exageradas também podem ser um obstáculo sem um roteiro consistente.
Suas correrias sem sentido no topo de um aeroporto com uma trilha sonora descontrolada são inexplicáveis (apesar de muito bem filmadas) e só são superadas (negativamente) pelos momentos de apuros dentro de um vagão pendurado em uma ponte.
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Henry Czerny, Rob Delaney, Indira Varma e Cary Elwes em uma das cenas mais inexplicavelmente bizarras de toda a franquia — Foto: Divulgação
A cena em si seria excelente, não tivesse sido bizarramente colocada depois da resolução de toda a trama – em que simplesmente não há qualquer risco. A não ser que você acredite que alguém vai de fato deixar Hunt morrer em algum “Parte 1” da vida.
“Parte 2” ainda pode salvar “Acerto de contas”. Basta que a Entidade tire sua máscara e revele que todo esse tempo sempre fora na verdade o personagem de Jon Voight, o primeiro vilão, com um grande plano mirabolante – ou qualquer coisa do tipo.
Sim, esta parece uma missão ainda mais impossível, mas os fãs da série ainda podem sonhar.
Informações G1