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O pagodão baiano segue se renovando, e um dos nomes que começam a chamar atenção nesse novo momento é o Caça. Aos 25 anos, o cantor feirense Anderson Xavier vem se destacando pela forma leve, espontânea e intensa com que ocupa o palco, transformando cada apresentação em uma experiência de proximidade com o público.

Com uma presença que mistura carisma, energia e verdade, o Caça construiu sua identidade artística a partir da vivência real da música popular baiana. Seu som passeia pelo pagode, flerta com o axé e incorpora referências diversas, resultando em um repertório vibrante, feito para dançar, cantar junto e celebrar. Não por acaso, sua conexão com o público acontece de forma imediata, tanto nos shows quanto nas redes sociais.

Faixas como “Caçador” e “Tum Tum Ela Faz Tum Tum” ajudam a traduzir esse momento do artista, músicas diretas, de fácil identificação e com a força rítmica que marca o pagodão. O crescimento orgânico do seu trabalho se reflete em uma agenda cada vez mais disputada, com apresentações constantes e boa circulação pelo interior da Bahia e outros estados do Nordeste.

Vivendo uma fase de consolidação, o Caça projeta passos mais largos. Entre os objetivos, estão a ampliação do público, a presença em grandes eventos e o desejo de levar sua música para palcos emblemáticos do estado, como o Show da Virada de Salvador, símbolo de visibilidade e reconhecimento na cena musical baiana.

Ativo nas redes, o artista mantém diálogo direto com os fãs e acompanha de perto a repercussão do seu trabalho pelo Instagram @eocacaof, onde compartilha bastidores, lançamentos e a rotina intensa de quem vive a música todos os dias.


A Arquidiocese de São Paulo instaurou uma auditoria financeira na paróquia de São Miguel Arcanjo, na Mooca, Zona Leste de São Paulo, que está sob a liderança do padre Julio Lancellotti há cerca de 40 anos. A medida foi determinada pelo cardeal arcebispo de São Paulo, dom Odilo Scherer.

De acordo com a colunista Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo, fontes da igreja revelaram que a medida teria como base informações recebidas sobre o funcionamento da paróquia. Lancellotti, porém, ressaltou que auditorias financeiras fazem parte da rotina da Arquidiocese e são realizadas regularmente em diversas paróquias da capital.

– Auditoria financeira tem sempre – disse o sacerdote.

SAÍDA DAS REDES E FIM DE TRANSMISSÃO DE MISSAS
Além da auditoria, dom Odilo também determinou que o padre Julio Lancellotti deixe de transmitir ao vivo as missas celebradas por ele e que interrompa suas atividades nas redes sociais. A decisão sobre o fim da exibição das missas foi divulgada pelo próprio Lancellotti durante a celebração do último domingo (14), quando ele informou aos fiéis que as transmissões não aconteceriam mais.

Até então, as missas celebradas por Lancellotti eram exibidas ao vivo pela Rede TVT (TV dos Trabalhadores, que é mantida por sindicatos), pelo portal ICL e pelo YouTube no canal O Arcanjo No Ar, página da Igreja São Miguel Arcanjo – da qual o padre faz parte – na plataforma. Procurado pela coluna de Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo, o sacerdote confirmou a orientação recebida de dom Odilo.

– Dom Odilo me pediu para dar um tempo. Ele entende que isso é uma forma de proteção – afirmou.

Questionado sobre sua concordância com a medida, o religioso disse que cabe a ele apenas cumprir a determinação. De acordo com Bergamo, também há a possibilidade de dom Odilo retirá-lo ainda este ano da paróquia São Miguel Arcanjo, onde ele atua há cerca de 40 anos.

Em nota divulgada nesta terça-feira (16), o padre informou que a suspensão das transmissões é temporária e que as missas dominicais continuam sendo celebradas normalmente. O sacerdote também falou sobre a pausa em suas redes sociais e negou a informação de que ele seria transferido da Igreja São Miguel Arcanjo para outra paróquia.

– Reafirmo minha pertença e obediência à Arquidiocese de São Paulo – concluiu o religioso, no comunicado.

*Pleno.News
Foto: Reprodução/YouTube Leide Jacob


A Micareta de Feira de Santana 2026, prevista para acontecer no mês de novembro, já começa a ser planejada pela Prefeitura. Durante a apresentação do balanço das ações do Governo Municipal, nesta quarta-feira, o prefeito José Ronaldo comentou os desafios enfrentados na organização da festa, principalmente em relação aos altos cachês cobrados por artistas.

Segundo o prefeito, a Micareta é um evento de grande porte e demanda planejamento criterioso, especialmente diante do aumento dos custos. Ele explicou que a gestão chegou a tentar a contratação do cantor Bell Marques para abrir oficialmente a festa, repetindo o formato adotado este ano, com apresentação na quarta-feira, antes do início tradicional do evento.

De acordo com José Ronaldo, a proposta inicial considerava o mesmo valor pago em 2025, quando o cachê foi de R$ 750 mil. No entanto, durante as negociações, a Prefeitura foi informada de que o valor para 2026 seria de R$ 1,2 milhão, o que inviabilizou o acordo.

O prefeito afirmou que respeita o trabalho dos artistas, mas classificou como inadmissível o aumento de cerca de R$ 500 mil de um ano para o outro. Por esse motivo, a gestão decidiu recuar da negociação.

Apesar do impasse, José Ronaldo garantiu que a Prefeitura segue em diálogo com outros artistas e produtores para definir a programação da Micareta 2026. Segundo ele, a expectativa é anunciar algumas atrações no prazo máximo de quinze dias, o que deve estimular a organização de blocos e a participação de empresários e foliões na festa do próximo ano.


A Fundação Santo Antônio, mantenedora da Rádio Sociedade, Princesa FM, Rádio Caraíba, em Senhor do Bonfim, e da Rádio Interativa, em Itabuna, deu início a um novo ciclo institucional com a posse de Frei Cristóvão Lima como superintendente. A cerimônia foi realizada nesta quarta-feira (17) e marcou a transição na gestão após seis anos de atuação de Frei Jorge Rocha à frente da instituição.

Frei Jorge assumiu a Superintendência em 2019 e, mesmo deixando o cargo, seguirá vinculado à Fundação até o fim de 2025, contribuindo com o processo de transição. A partir de agora, ele passa a se dedicar às funções de diretor do Centro Cultural dos Capuchinhos e professor universitário na Universidade Católica do Salvador (Ucsal).

Durante a solenidade, Frei Jorge destacou que a mudança faz parte da dinâmica natural das missões assumidas pelos Capuchinhos e reforçou o compromisso de continuidade dos projetos desenvolvidos. Segundo ele, as emissoras mantêm uma identidade pautada na comunicação compartilhada, no fortalecimento da fé e na missão evangelizadora. O frei também afirmou que continuará presente no rádio, participando de quadros e programas, por considerar o meio uma de suas grandes paixões.

Ao assumir a Superintendência, Frei Cristóvão ressaltou a responsabilidade de dar sequência ao trabalho realizado e avançar nos processos de modernização da Fundação. Para ele, o maior patrimônio da instituição são as pessoas que constroem diariamente a comunicação das emissoras. O novo superintendente destacou ainda que a meta é ampliar a audiência, a credibilidade e a presença das rádios nos segmentos jornalístico, cultural, esportivo e religioso.

Entre as prioridades da nova gestão estão os investimentos em tecnologia e infraestrutura, com foco na modernização dos estúdios e dos equipamentos, projetando melhorias para 2026 e fortalecendo a qualidade do conteúdo entregue aos ouvintes.

A solenidade contou com a presença de autoridades e profissionais da comunicação. O prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo de Carvalho, enalteceu a trajetória de Frei Jorge e desejou êxito a Frei Cristóvão, destacando sua competência e perfil de gestor. Para o prefeito, as rádios da Fundação Santo Antônio exercem papel fundamental no diálogo com a sociedade feirense.

Representando os profissionais da comunicação, o radialista Adilson. Barbosa, ressaltou os avanços alcançados nos últimos anos e demonstrou otimismo com a nova gestão. Segundo ele, Frei Jorge impulsionou importantes mudanças estruturais e tecnológicas, enquanto Frei Cristóvão chega com experiência administrativa e afinidade com inovação e redes sociais, sinalizando continuidade e novos avanços para o sistema de rádios.


Petista também afirmou que os ministros que não estiverem com o projeto de reeleição não podem permanecer no governo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva | Foto: Adriano Machado/Reuters 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta quarta-feira, 17, que o ano eleitoral de 2026 será a “hora da verdade”. Ele também afirmou que os ministros que não estiverem com o projeto de reeleição não poderão permanecer no governo.

Lula disse que o governo ainda não conseguiu formular uma narrativa capaz de alcançar a população, porque, segundo ele, os cidadãos “não sabem da grandiosidade do que foi feito”. 

O presidente voltou a afirmar que sua gestão encontrou o país “desmontado” depois do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro e defendeu que 2026 será o momento de “mostrar quem é quem” e “o que aconteceu antes”.

O petista também atribuiu à polarização política a dificuldade de convencer o eleitorado. Na avaliação dele, parte do público não compreende “o que ocorreu no país antes do atual mandato”.

Contexto da reunião de Lula com ministros

Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante Reunião Ministerial no Palácio do Planalto — Brasília (DF), 26/8/2025 | Foto: Ricardo Stuckert/PR

O encontro foi realizado na Granja do Torto e faz parte das reuniões periódicas do presidente com seus ministros para balanço de entregas. Esta é a terceira do ano — a anterior ocorreu em agosto, em meio às preocupações com tarifas impostas pelos Estados Unidos.

No último encontro, o governo adotou tom nacionalista, apresentou o slogan “Governo do Brasil — do lado do povo brasileiro” e fez críticas à atuação do deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) nos Estados Unidos. Também houve destaque para falas de Fernando Haddad (Fazenda), Mauro Vieira (Relações Exteriores) e Geraldo Alckmin (vice-presidente e ministro da Indústria) sobre as negociações do tarifaço.

A reunião ocorre em meio a tensões com o Congresso. Na Câmara, deputados aprovaram, contra a posição do Planalto, o PL da Dosimetria. Já no Senado, a relação com o presidente Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) se desgastou com o Planalto depois da indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao Supremo Tribunal Federal. Alcolumbre defendia o também senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) para a vaga aberta na Corte com a saída de Luís Roberto Barroso.

Informações Revista Oeste


eduardo bolsonaro
O deputado Eduardo Bolsonaro, durante entrevista à imprensa, em Brasília, – 19/11/2024 | Foto: Lula Marques/Agência Brasil

Nesta quarta-feira, 17, a Defensoria Pública da União (DPU) afirmou que o Supremo Tribunal Federal (STF) ignorou a liberdade de expressão e a imunidade parlamentar ao receber uma denúncia contra o deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP).

Na peça, a DPU sustentou que o acórdão que afastou as preliminares da defesa e recebeu a acusação pelo suposto cometimento de crime de coação no curso do processo não enfrentou o argumento central apresentado na resposta preliminar.

De acordo com a DPU, o colegiado não analisou a tese segundo a qual as condutas atribuídas ao congressista estão protegidas pelo exercício do mandato, pela liberdade de expressão e pela imunidade material prevista na Constituição.

“A imunidade parlamentar protege manifestações relacionadas ao exercício do mandato, ainda que proferidas fora do recinto do Congresso Nacional”, constatou a DPU, ao mencionar que se trata de garantia institucional destinada a assegurar o livre exercício da função legislativa e o debate político sem risco de retaliação judicial.

Conforme a DPU, as manifestações descritas na denúncia foram feitas publicamente, em entrevistas, redes sociais e plataformas digitais, e trataram de temas políticos, como relações entre Brasil e Estados Unidos, sanções econômicas, política externa e decisões judiciais de repercussão nacional. Para a defesa, esses assuntos estão diretamente vinculados à atividade parlamentar e à representação do eleitorado.

A Defensoria também argumentou que, por terem sido públicas, as declarações não configuram “grave ameaça”, elemento necessário para caracterizar o crime imputado. Para a DPU, críticas a decisões judiciais e a autoridades públicas integram o debate democrático e que o Poder Judiciário não está excluído do escrutínio público. Ao final, a DPU pediu que o STF supra a omissão apontada e atribua efeitos infringentes aos embargos de declaração, com a consequente rejeição da denúncia.

STF recebe denúncia contra Eduardo Bolsonaro

Julgamento da Ação Penal 2696 na 1ª Turma do STF - 11/11/2025 | Foto: Antonio Augusto/STF
Julgamento da Ação Penal 2696 na 1ª Turma do STF — 11/11/2025 | Foto: Antonio Augusto/STF

No mês passado, a 1ª Turma do STF decidiu, por unanimidade, receber a denúncia da Procuradoria-Geral da República contra Eduardo. Dessa forma, abriu-se uma ação penal e o deputado virou réu. Como Eduardo não apresentou um advogado, 

Informações Revista Oeste


Filme de Kleber Mendonça Filho aparece entre pré-selecionados em duas categorias

"O Agente Secreto" entra na pré-lista do Oscar 2026

O cinema brasileiro ganhou destaque na corrida pelo Oscar 2026 com a inclusão de “O agente secreto” na pré-lista de melhor filme internacional. Dirigido por Kleber Mendonça Filho e estrelado por Wagner Moura, o longa figura entre os 15 títulos ainda na disputa por uma vaga entre os indicados finais, que serão anunciados no dia 22 de janeiro.

Além da categoria principal, o filme também aparece na pré-seleção da nova categoria de direção de elenco, ampliando suas chances na premiação. Ambientada nos anos 1970, a produção acompanha a trajetória de um professor universitário que retorna ao Recife durante a ditadura militar.

Outras produções brasileiras também avançaram nas listas divulgadas pela Academia. O documentário “Apocalipse nos trópicos”, o curta-metragem “Amarela” e o diretor de fotografia Adolpho Veloso, pelo trabalho em “Sonhos de Trem”, estão entre os pré-selecionados em suas respectivas categorias, reforçando a presença do Brasil entre os destaques do cinema internacional.

Informações Metro 1


Copa Intercontinental será nesta quarta-feira (17), às 14h no horário de Brasília

Foto: Serhat Akin/FIFA

Flamengo e PSG se enfrentam nesta quarta-feira (17), às 14h no horário de Brasília, no estádio Ahmad bin Ali, pela final da Copa Intercontinental. Campeão da Libertadores, o Mengo tenta o segundo título. Já o time francês, que conquistou a última edição da Champions League, busca sua primeira taça.

O Mengo sonha com o bicampeonato mundial. A primeira conquista foi em 1981 quando o time, que tinha Zico no comando em campo, venceu o Liverpool por 3 a 0. A equipe carioca voltou a disputar o torneio em 2019, sob o comando do técnico Jorge Jesus, mas foi derrotada no reencontro com os ingleses por 1 a 0. Para enfrentar o PSG, o Rubro-Negro precisou passar por outras duas partidas anteriores. Na estreia, bateu o Cruz Azul, do México, por 2 a 1, e depois o Pyramids, do Egito, por 2 a 0.

PSG
O PSG desembarcou no Catar no último domingo (14), um dia após vencer o Metz por 3 a 2, pelo Campeonato Francês. O time da França entrou no torneio já na final, diferentemente do Flamengo que precisou disputar duas partidas para chegar à decisão. Tradicionalmente, os europeus não costumam levar os mundiais muito a sério. No entanto, o técnico Luis Enrique destacou a importância da partida pela conquista inédita que seria para o clube.

Arbitragem
A Fifa, que promove a Copa Intercontinental, designou o árbitro Ismail Elfath para apitar a partida. Ele será auxiliado pelos assistentes Corey Parker e Kyle Atkins. Enquanto Allen Chapman ficou encarregado do VAR. O quarteto é todo dos Estados Unidos.

Na telinha
A final PSG x Flamengo será transmitida ao vivo pela TV Globo, sportv e ge tv.

FICHA TÉCNICA
PSG x Flamengo
Copa Intercontinental – Final
Local: Ahmad bin Ali, em Doha (CAT)
Data: 17/12/2025 (quarta-feira)
Horário: 14h no horário de Brasília
Árbitro: Ismail Elfath (EUA)
Assistentes: Corey Parker e Kyle Atkins (ambos dos EUA)
VAR: Allen Chapman (EUA)
Transmissão: TV Globo, sportv e ge tv PSG: Chevalier; Zaïre-Emery, Marquinhos, Pacho e Nuno Mendes; Vitinha, João Neves e Fabián Ruíz; Kvaratskhelia, Dembélé e Doué (Barcola). Técnico:Luis Enrique.

Flamengo: Rossi; Varela, Léo Ortiz, Léo Pereira e Alex Sandro; Pulgar, Jorginho e Arrascaeta; Carrascal, Bruno Henrique (Pedro) e Samuel Lino (Everton Cebolinha). Técnico: Filipe Luís.

Informações Bahia.ba


Presidente da França deu declarações nesta terça-feira

Emmanuel Macron e a esposa, Brigitte Macron Foto: EFE/EPA/YOAN VALAT

Nesta terça-feira (16), o presidente da França, Emmanuel Macron, anunciou que deseja uma lei no início de 2026 para proibir o acesso de menores de 16 anos às redes sociais, por meio de um sistema semelhante ao utilizado atualmente em sites pornográficos.

– A ideia é ter um texto de lei no início do próximo ano que estabeleça uma maioridade para o acesso às redes fixada em 16 anos – antecipou Macron.

Ele deu declarações em um encontro organizado em Marselha pelo jornal regional La Provence.

O presidente mencionou o modelo da Austrália, que há uma semana proibiu as redes para menores de 16 anos, e detalhou que o projeto na França é ter um sistema de verificação similar ao que está em vigor no país desde 2024 para impedir que menores acessem páginas de conteúdo pornográfico.

Macron avaliou que esta medida drástica se justifica porque “as grandes plataformas não têm interesse em cooperar” no controle de certos conteúdos que podem incitar ou despertar problemas mentais nos mais jovens.

– Antes dos 16 anos, a vida afetiva não está estruturada, o cérebro não está maduro e os menores podem ser desestabilizados se forem expostos a conteúdos de redes – afirmou o presidente francês.

Ele também falou sobre os riscos de depressão, ciberbullying, sedentarismo e problemas de sono.

O governante também celebrou o fato de a União Europeia ter decidido que é competência de cada país membro “estabelecer” qual é a maioridade para entrar nas redes sociais.

Nesse sentido, Macron mostrou-se favorável a replicar nas redes o que a França fez para o controle do acesso a sites pornográficos, nos quais, segundo estimativas, entravam cerca de dois milhões de menores todos os meses antes da nova lei, com uma idade média de 12 anos.

A lei francesa para regular a internet, aprovada em 2024, estabelece um sistema de verificação de idade baseado na emissão de um certificado de maioridade sob a prática do “duplo anonimato”, desenhada para proteger a privacidade dos usuários.

Este sistema inclui o envio do documento de identidade do usuário ou de uma foto posteriormente analisada por inteligência artificial para constatar a idade.

*Com informações da Agência EFE


Julgamentos avançam em diferentes núcleos; condenações recaem sobre ‘articuladores, financiadores e disseminadores de desinformação’

Plenário da Primeira Turma do STF: Corte julgou mais de 630 réus | Foto: Rosinei Coutinho/STF
Plenário da Primeira Turma do STF: Corte julgou mais de 630 réus | Foto: Rosinei Coutinho/STF

Supremo Tribunal Federal (STF) caminha para concluir uma etapa decisiva dos julgamentos relacionados ao suposto golpe de Estado investigado depois dos atos de 8 de janeiro de 2023. Com a análise de sucessivas ações penais, a Corte acumula 397 anos de penas aplicadas a réus considerados culpados por crimes contra o Estado Democrático de Direito. O somatório considera as condenações já proclamadas em plenário virtual e sessões presenciais da 1ª Turma. O total de multas aplicadas acumula o valor de R$ 3,7 milhões.

Os processos foram fatiados por núcleos de atuação, estratégia adotada pelo relator, ministro Alexandre de Moraes, para acelerar a tramitação e individualizar condutas. Até o momento, os julgamentos alcançaram principalmente integrantes dos chamados núcleos operacional e de desinformação. Eles são acusados de incitar a ruptura institucional, financiar atos antidemocráticos e estimular ataques às sedes dos Três Poderes.

STF: penas variam conforme grau de participação

As penas impostas variam conforme o grau de participação de cada réu e envolvem crimes como tentativa de golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, organização criminosa armada, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado. Em alguns casos, as condenações ultrapassam a casa de 15 anos de prisão.

Segundo levantamento a partir das decisões já anunciadas pelo STF, estas são as dez maiores condenações aplicadas até agora, considerando penas privativas de liberdade fixadas individualmente. A relação não cita os respectivos condenados, mas seu suposto nível de envolvimento:

  1. Réu apontado como articulador logístico dos atos – 17 anos de prisão;
  2. Integrante do núcleo de desinformação com atuação recorrente – 16 anos e 6 meses;
  3. Financiador de acampamentos e deslocamentos – 16 anos;
  4. Líder operacional identificado nos autos – 15 anos e 6 meses;
  5. Réu com antecedentes por incitação a atos antidemocráticos – 15 anos;
  6. Participante com função de coordenação regional – 14 anos e 9 meses;
  7. Acusado de financiamento e propaganda digital – 14 anos;
  8. Integrante responsável por invasão e depredação – 13 anos e 6 meses;
  9. Réu ligado à organização de caravanas – 13 anos;
  10. Participante com atuação direta nos atos de vandalismo – 12 anos e 6 meses.

A lista considera apenas condenações já proclamadas, sem incluir réus que ainda aguardam julgamento ou casos em que há possibilidade de modulação de pena depois de recursos. O próprio STF ressalta que os números são dinâmicos e podem ser alterados à medida que novos processos forem concluídos.

Nos bastidores da Corte, a avaliação é que o fim desses julgamentos formará um marco histórico na responsabilização penal por ataques à democracia no Brasil. Ao mesmo tempo, as decisões alimentam forte debate político e jurídico, com críticas sobre o tamanho das penas, questionamentos quanto à tipificação dos crimes e principalmente parcialidade e ativismo político dentro do Judiciário.

Com outros núcleos ainda pendentes de análise, a tendência é que a soma total das condenações continue crescendo, consolidando um dos maiores conjuntos de penas já aplicados pelo STF em processos de natureza político-institucional.

Informações Revista Oeste