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Por Larissa Rocha/Ascom

A Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs) registrou a elevação do conceito de sete programas de pós-graduação na Avaliação Quadrienal da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), consolidando avanços na qualidade da formação acadêmica e da produção científica da instituição.

O Programa de Pós-Graduação em Recursos Genéticos Vegetais elevou o conceito de quatro para cinco, passando a integrar o grupo de excelência nacional. Já os programas de História, Enfermagem, Saúde Coletiva, Desenho, Cultura e Interatividade e Engenharia Civil e Ambiental avançaram do conceito três para quatro. O Programa de Pós-Graduação em Matemática, por sua vez, evoluiu do conceito “A” para três.

Com o novo resultado, os cinco programas que alcançaram conceito quatro passam a estar habilitados a apresentar propostas para a criação de cursos de doutorado, ampliando a oferta de formação acadêmica avançada e fortalecendo a interiorização da pós-graduação no estado da Bahia.

Fotos: Bernardo Bezerra/Ascom Uefs


A Prefeitura de Feira de Santana vai construir uma nova unidade escolar em uma ampla área de terra no bairro Conceição para contemplar a comunidade. A decisão foi anunciada pelo prefeito José Ronaldo de Carvalho ao baixar o Decreto Nº 14.327, declarando de utilidade pública imóvel para fins de desapropriação em regime de urgência.

A área declarada de utilidade pública para fins de desapropriação mede 4.536m² (quatro mil quinhentos e trinta e seis metros quadrados) e pertence a Reinaldo Barreto de Sena (espolio). Está localizada na rua Rosário, s/n, bairro Conceição, neste município, limitando-se ao Norte com a rua Capistrano, ao Leste com rua Rosário, Sul com o loteamento Parque Brasil e Oeste com fundo de casas da rua Capinzal.

Com a iniciativa, a Prefeitura de Feira de Santana amplia a oferta de vagas na rede pública municipal e também evita que estudantes residentes no bairro Conceição e adjacências tenham que se deslocar para localidades mais distantes para estudarem.

*Secom


O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu, nesta terça-feira (13), um alerta amarelo de tempestade para a Bahia e outros dez estados brasileiros. O aviso é válido até as 23h59 da terça e indica perigo potencial.

Segundo o órgão, estão previstas chuvas entre 20 e 30 mm por hora, ou até 50 mm por dia, além de ventos intensos, que podem variar entre 40 e 60 km/h, e possibilidade de queda de granizo. Além da Bahia também são afetados Goiás, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Tocantins, Mato Grosso, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.

Em caso de rajadas de vento, a orientação é não se abrigar debaixo de árvores, devido ao risco de quedas e descargas elétricas, e evitar estacionar veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda. É recomendado não utilizar aparelhos eletrônicos ligados à tomada. Há baixo risco de corte de energia elétrica, danos em plantações, queda de galhos de árvores e alagamentos.

Confira cidades baianas sob alerta:

Barreiras
Cocos
Coribe
Correntina
Feira da Mata
Formosa do Rio Preto
Jaborandi
Luís Eduardo Magalhães
Riachão das Neves
São Desidério

*Metro1
Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil


Foi confirmado com a Polícia Federal (PF) que o deputado federal Félix Mendonça Júnior (PDT-BA) entrou no foco da 9ª fase da Operação Overclean, deflagrada nesta terça-feira (13), após o aprofundamento das investigações. A apuração indica que a maior parte das medidas ocorre como desdobramento de etapas anteriores, vindas ainda de 2025. Em um primeiro momento, o Supremo Tribunal Federal (STF) havia negado pedidos de busca contra o parlamentar, por considerar o material insuficiente.

Com o avanço das diligências, a investigação foi ampliada. A PF reuniu novos elementos a partir da análise de provas obtidas em fases anteriores da operação, o que levou à apresentação de um pedido complementar ao STF. Dessa vez, a Corte autorizou medidas mais amplas, entendendo que havia base técnica para o prosseguimento.

Foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão ligados diretamente ao deputado, incluindo o apartamento funcional em Brasília, a sede do partido na Bahia e um imóvel de alto valor monitorado na apuração patrimonial. O STF também autorizou o bloqueio de recursos financeiros vinculados aos investigados.

A nova etapa tem origem na quarta fase da Overclean, quando um assessor parlamentar passou a ser investigado. A partir desse ponto, a PF aprofundou a análise sobre a liberação de emendas e contratos públicos, o que sustentou o avanço sobre o núcleo político do caso.

*Metro1
Foto: Divulgação/Câmara dos Deputados


Investigação cita suspeita de “sócio oculto”, mas policiais dizem não haver prova de participação direta

Foto: Divulgação/PT

O filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, deve voltar a morar em Madri, na Espanha, nos próximos dias. Ele passou o fim de ano no Brasil para participar de festas de fim de ano, mas sem qualquer registro de encontro com o pai. A informação é da coluna Andreza Matais, do Metrópoles. 

A volta de Lulinha à Europa acontece no momento em que a Polícia Federal (PF) teria comunicado ao Supremo Tribunal Federal (STF) sobre uma investigação contra o filho do presidente da República. 

Segundo a PF, existe a suspeita de que Lulinha seria “sócio oculto” do empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, apontado como líder de um esquema criminoso responsável por desvios bilionários de aposentados por meio de descontos associativos. 

De acordo com o jornal Estado de S.Paulo, a PF identificou citações a Lulinha em diálogos de WhatsApp, passagens aéreas, anotações e o depoimento de uma testemunha. O filho do presidente é acusado de ter recebido R$ 25 milhões do Careca do INSS e uma “mesada” de cerca de R$ 300 mil.

Em representação enviada ao ministro do STF, André Mendonça, relator do inquérito sobre os desvios de aposentadorias, os investigadores dizem que ainda não foi encontrado nada que aponte para uma participação direta de Lulinha nos fatos sob investigação. A defesa de Lulinha disse ao jornal que ele nunca foi sócio do Careca do INSS.

Informações Bahia.ba


Oposição intensifica pressão no STF e diz ter apoio de 145 parlamentares, que pleiteiam medida alternativa de cumprimento de pena ao ex-presidente

bolsonaro
O ex-presidente Jair Bolsonaro fez aparição no quintal da casa onde cumpria prisão domiciliar, em Brasília, em 9/9/2025 | Foto: Wilton Junior/Estadão Conteúdo

Deputados da oposição articulam uma mobilização para solicitar prisão domiciliar ao ex-presidente Jair Bolsonaro, mesmo durante o recesso parlamentar. Com pena de 27 anos e três meses, o político permanece detido em regime fechado na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, por crimes relacionados à suposta tentativa de golpe de Estado.

Parlamentares como Gustavo Gayer (PL-GO) e Mario Frias (PL-SP) afirmam já ter reunido 145 assinaturas até a noite desta segunda-feira, 12. Embora o abaixo-assinado não tenha efeito jurídico, o movimento busca pressionar o Supremo Tribunal Federal (STF). 

“Alcançamos, na Câmara dos Deputados, 145 assinaturas para o pedido de prisão domiciliar humanitária para o presidente Bolsonaro”, escreveu Gayer, no X. “É o mínimo, um ato de clamor para tentar trazer alguma dignidade ao nosso capitão. Bolsonaro está preso indevidamente, um idoso de mais de 70 anos, que precisa de cuidados médicos diariamente. Um homem inocente que está sendo torturado!”

Além dessa iniciativa, a senadora Damares Alves (Republicanos-DF) encaminhou ao STF, na sexta-feira 9, um pedido para que Bolsonaro cumpra prisão domiciliar. Ela alegou motivos de saúde.

Pedidos de vistoria e atuação no STF no caso Bolsonaro

STF - ministros
Fachada do STF | Foto: Reprodução/STF

Damares, que preside a Comissão de Direitos Humanos do Senado, também solicitou vistoria na Sala de Estado-Maior, onde o ex-presidente está custodiado. Conforme o texto, a medida é necessária para assegurar atendimento adequado. 

O ministro Alexandre de Moraes ainda aguarda manifestação da Procuradoria-Geral da República antes de decidir sobre o pedido.

A defesa de Bolsonaro ingressou nesta segunda-feira, 12, com um novo recurso no STF, mesmo depois do encerramento do processo. Os advogados pedem absolvição e revisão da condenação em “juízo de retratação”. Caso o ministro responsável rejeite novamente o recurso, solicitam que o agravo regimental tenha análise do plenário do Supremo.

Jair Bolsonaro está preso há cerca de 50 dias e foi sentenciado por crimes como tentativa de golpe de Estado, abolição violenta do Estado democrático de direito, organização criminosa armada, dano qualificado ao patrimônio da União e deterioração de bem tombado.

Informações Revista Oeste


Ministro do STF deu cinco dias para advogados se explicarem

8 de janeiro
Manifestantes em Brasília, em 8 de janeiro de 2023 | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Na quinta-feira 9, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu cinco dias para os advogados de 43 envolvidos no 8 de janeiro esclarecerem suposto descumprimento de medidas cautelares, sob pena de prisão imediata.

A decisão foi tomada depois do envio de relatórios quinzenais pela Central de Monitoramento Eletrônico do Estado de São Paulo.

O levantamento se refere aos períodos de 22 a 28 de dezembro de 2025 e de 29 de dezembro de 2025 a 4 de janeiro de 2026. Os documentos apontam possíveis violações de tornozeleira.

De acordo com Moraes, os relatórios foram encaminhados em cumprimento a determinação anterior, expedida em fevereiro de 2025, que ordenou o envio periódico de informações “notadamente acerca de eventuais violações ocorridas” no acompanhamento do monitoramento eletrônico dos investigados.

Informações Revista Oeste


Governo do petista também possui predominância da avaliação ruim/péssima

Luiz Inácio Lula da Silva Foto: EFE/ SEBASTIÃO MOREIRA

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é desaprovado por 50% dos eleitores e aprovado por 47%, segundo dados da pesquisa Meio/Ideia divulgada nesta terça-feira (13). A diferença está dentro da margem de erro, de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos. Os que não souberam responder somaram 3%.

O levantamento também mediu a avaliação do governo e mostrou que o conceito negativo predomina. Ao serem questionados, 15% dos entrevistados responderam que o governo é ótimo; 20% disseram que é bom; 20,5% consideram a gestão regular; 18,6%, ruim; e 22,8%, péssimo. Não souberam responder somaram 3,2%. Na soma, ótimo/bom representam 35%, regular 20,5% e ruim/péssimo 41,4%.

Ao destrinchar a avaliação por áreas, a segurança pública é a que tem o pior resultado, com 25,6% de ótimo/bom, 22,4% de regular e 48,7% de ruim/péssimo. Não souberam responder somaram 3,4%. Já a gestão econômica do governo é considerada ótima ou boa por 32,2%, regular por 21,5% e ruim ou péssima por 43,4%. Não souberam somaram 3,1%.

Na saúde, o governo é visto como ótimo/bom por 32,1%, regular por 23,2% e ruim/péssimo por 41,5%. Não souberam 3,4%. A educação é avaliada como ótima ou boa por 37,9%; regular por 20,2%; e ruim ou péssima por 39,1%. Não souberam 3%.

A pesquisa ouviu 2 mil pessoas por meio de entrevistas por telefone entre os dias 8 e 12 de janeiro. O nível de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-06731/2026.

*AE


Trump disse publicamente que os EUA fariam ataques por terra contra os cartéis mexicanos; Claudia Sheinbaum conversou por telefone com Donald Trump

© Getty Images

A presidente do México, Claudia Sheinbaum, informou que os Estados Unidos não vão invadir seu país para combater o tráfico de drogas, como havia afirmado Donald Trump há alguns dias. Sheinbaum escreveu em uma rede social que telefonou nesta segunda-feira (12) para o norte-americano e teve “uma boa conversa”. A líder mexicana informou que conversaram sobre vários assuntos “incluindo segurança com respeito às nossas soberanias, a diminuição do tráfico de drogas, o comércio e investimentos”. 

Segundo a presidente, “a colaboração e a cooperação num contexto de respeito mútuo sempre produzem resultados”. 

Trump chegou a dizer publicamente que os EUA fariam ataques por terra contra os cartéis mexicanos. Disse ainda que “é muito triste ver e observar o que aconteceu neste país”, referindo-se ao país vizinho.

Depois de invadir a Venezuela e sequestrar Nicolás Maduro, Trump tem ameaçado outros países latino-americanos. Neste domingo (11), em sua rede social, o presidente dos EUA disse que Cuba não tem mais o petróleo e nem o dinheiro vindos da Venezuela. 

O líder norte-americano escreveu também que seria melhor Cuba “fazer um acordo [com os EUA] antes que seja tarde”.Miguel Diaz-Canel, presidente cubano, reagiu e disse que “Cuba é uma nação livre, independente e soberana”. 

“Ninguém nos dirá o que fazer”, afirmou.

Com informações de Notícias ao Minuto.


Corte terá acesso a documentos e prevê concluir análise em até um mês

Foto: © Marcello Casal JrAgência Brasil

O Banco Central (BC) concordou com a realização de uma inspeção do Tribunal de Contas da União (TCU) sobre o processo de liquidação extrajudicial do Banco Master, disse nesta segunda-feira (12) o presidente do TCU, ministro Vital do Rêgo. O ministro esteve reunido nesta tarde com o presidente do BC, Gabriel Galípolo e disse que a autoridade monetária garantiu acesso aos documentos que fundamentaram a decisão.

Segundo Vital do Rêgo, o encontro teve como principal objetivo esclarecer dúvidas sobre a competência do TCU para atuar no caso e alinhar procedimentos entre as duas instituições. De acordo com o ministro, ficou definido que a inspeção já está em curso e que os documentos do Banco Central utilizados no processo de liquidação estarão disponíveis para análise da Corte de Contas.

“Hoje saio do Banco Central profundamente feliz com o resultado da reunião. Fizemos uma reunião com objetivos claros, de dizimar qualquer tipo de dúvida sobre a nossa competência”, afirmou o presidente do TCU em entrevista coletiva após a reunião.

Segundo Vital do Rêgo, o Banco Central manifestou interesse em obter o “selo de qualidade” do TCU e a segurança jurídica decorrente da fiscalização. “Esse processo não é apenas administrativo, é também administrativo e criminal”, completou. O BC ainda não se manifestou sobre o encontro.

Realizada na sede do BC, a reunião ocorreu após forte repercussão da decisão do ministro Jhonatan de Jesus, relator do processo no TCU, que havia autorizado, de forma monocrática, uma inspeção técnica no Banco Central para apurar a atuação da autoridade monetária na liquidação do Banco Master. Após recurso apresentado pelo BC, Jhonatan suspendeu a medida, e o caso foi encaminhado ao plenário do Tribunal.

No recurso, o Banco Central argumentou que uma inspeção dessa natureza não poderia ser autorizada individualmente pelo relator e que a decisão deveria passar pelo colegiado do TCU. A autoridade monetária também sustentou que a iniciativa poderia ultrapassar os limites do controle externo ao incidir sobre decisões técnicas de supervisão bancária.

Medida cautelar

Com o entendimento firmado na reunião desta segunda-feira, Vital do Rêgo afirmou que está afastada a possibilidade de adoção de uma medida cautelar contra o Banco Central. “O Banco Central entendeu que o TCU é um colaborador”, disse. Segundo o ministro, o tribunal não pretende interferir na decisão de liquidação, mas analisar os documentos para verificar a regularidade do processo e conferir maior segurança jurídica.

“O ato de liquidação é um ato administrativo e regulatório. É um modelo técnico que o TCU está acostumado a analisar”, afirmou o ministro. Ele reforçou que não cabe à Corte desfazer a liquidação do Banco Master e que eventual questionamento sobre a decisão, nesse sentido, só poderia ocorrer no âmbito do Supremo Tribunal Federal (STF).

Calendário

Vital do Rêgo informou ainda que será definido, nos próximos dias, um calendário de trabalho entre as áreas técnicas do TCU e do Banco Central. A expectativa é de que a inspeção seja concluída em menos de um mês. “O compromisso da Corte é terminar esse processo o mais breve possível”, declarou.

Além de Vital do Rêgo e Gabriel Galípolo, participaram da reunião o ministro Jhonatan de Jesus e diretores do Banco Central responsáveis pelas áreas de Fiscalização, Regulação, Cidadania e Supervisão de Conduta, além da Secretaria-Executiva da instituição.

Embargos

O caso chegou ao TCU a partir de uma representação do Ministério Público junto à Corte de Contas, que solicitou esclarecimentos sobre os critérios adotados pelo Banco Central para decretar a liquidação do Banco Master e se alternativas menos drásticas foram consideradas.

Em respostas anteriores, o BC informou que o conglomerado liderado pelo banqueiro Daniel Vorcaro enfrentava uma crise aguda de liquidez, sem recursos suficientes para honrar compromissos com correntistas e investidores, o que teria tornado a liquidação inevitável.

Agora, caberá ao plenário do TCU julgar os embargos apresentados pelo Banco Central na sessão prevista para a próxima quarta-feira (21), quando também deverá ser definido o alcance formal da inspeção e da fiscalização sobre a atuação da autoridade monetária no caso.

© Marcello Casal JrAgência Brasil