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A Superintendência Municipal de Trânsito (SMT) substituiu na última sexta-feira (26) a fiação do semáforo no cruzamento das avenidas Presidente Dutra e João Durval. O equipamento teve fiação furtada. Agentes de trânsito fizeram a sinalização no local até a normalização do funcionamento.
De acordo com o chefe da Divisão de Sinalização e Equipamentos de Trânsito, Herval Borges, o furto ocorreu na madrugada da sexta-feira e foi percebido graças a central de monitoramento que é notificada por meio de um sistema de alarmes – permitindo uma rápida identificação dos locais que necessitam de reparos.
“Foram furtados dois cabos de 15 metros e ocorreu a queima de um módulo de potência, responsável pelo acionamento das lâmpadas. Esse tipo de furto, além de poder ocasionar em graves acidentes, causa danos ao patrimônio público”, explica Herval Borges.

A Secretaria de Políticas para as Mulheres e a Secretaria de Segurança Pública regulamentarão nesta segunda-feira (29) a lei que proíbe a utilização de pistolas de água e objetos similares durante o Carnaval e festas de rua no estado. A cerimônia ocorre a partir das 14h, no COI (Centro de Operações e Inteligência), no Centro Administrativo (CAB). A medida, sancionada em junho de 2023 pelo governador Jerônimo Rodrigues (PT), foi implementada após uma mulher ser encurralada e agredida por integrantes do bloco “As Muquiranas” na folia do ano passado.
A nova legislação define como pistola de água “todo artefato, artesanal ou não, que acionado por mecanismo manual ou automatizado, dispare água ou outros líquidos”.
A lei estabelece que blocos, agremiações e demais organizações devem adotar medidas para impedir o uso desses artefatos por seus foliões e associados, por meio de campanhas educativas e aplicação de penalidades aos infratores.
Além disso, a lei indica a autorização para que o poder público estadual regulamente a aplicação de multas e outras penalidades nos casos de descumprimento da legislação.
A iniciativa busca garantir a segurança e o bem-estar dos foliões durante as festividades, coibindo abusos e condutas irresponsáveis que possam comprometer a integridade física e a diversão de todos.
O texto da medida, porém, diz que a proibição desses artefatos não tem o objetivo de limitar a diversão, mas sim de garantir um ambiente seguro e agradável para todos os participantes.
Informações Bahia.ba

Na verdade, a maioria só falava sobre a doença quando a pessoa já chegava com sintomas, como um nódulo indolor no pescoço ou uma dor de garganta que não desaparecia, de acordo com a pesquisa. Isso significa que muitos pacientes não estão tendo conversas importantes sobre fatores de risco e métodos de prevenção.
Seriam barreiras a falta de privacidade na maioria dos consultórios odontológicos, além do medo de envergonhar o paciente ao falar de uma questão bastante pessoal.
“Dado o aumento alarmante dos cânceres atribuídos ao HPV, os dentistas poderiam ser agentes importantes para promover essa prevenção”, disse o autor do estudo, Ellen Daly. “No entanto, há uma necessidade séria de melhor treinamento e educação desses profissionais”.
O câncer de garganta ligado ao HPV é um problema crescente: antes de 1990, apenas 21% dos cânceres orofaríngeos incluíam a presença de HPV. Após 2000, esse número cresceu para quase duas em cada três amostras, de acordo com uma meta-análise da Faculdade de Medicina e Saúde Pública da Universidade de Wisconsin, nos Estados Unidos.
Os pesquisadores acreditam que o estudo destaca a importância de usar a visita ao consultório dentário como forma de educar os pacientes sobre seus próprios fatores de risco, quais os sintomas que eles devem observar e o que podem fazer para se protegerem.
Informações UOL

São Paulo – O governo federal articulou a aprovação de um projeto de lei no Congresso que atendeu a interesses de uma entidade presidida por Marcio Toledo, marido de Marta Suplicy, paralelamente às negociações entre a ex-prefeita de São Paulo e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva para que ela retornasse ao PT e disputasse as eleições da capital neste ano ao lado de Guilherme Boulos (PSol).
Toledo tem empresas no setor de infraestrutura e energia e, em setembro passado, criou com outros empresários a Associação Brasileira de Armazenamento de Energia (Armazene), entidade encarregada do lobby do setor junto ao poder público.
Uma das pautas do setor era a aprovação de um projeto de lei, apresentado no segundo semestre de 2020 pelo deputado João Maia (PP-RN), que permitia que empresas privadas detentoras de contratos com o setor público pudessem emitir debêntures (títulos de dívidas) para financiar seus investimentos.
A pauta era suprapartidária e tinha coassinatura de parlamentares que iam do PT ao PL. O texto havia sido aprovado na Câmara ainda em 2022, mas só no fim de setembro foi votado no Senado – e retornou à Câmara com emendas.
Toledo esteve em Brasília, no fim de novembro, com outros representantes da Armazene para um congresso do setor de energia. Na ocasião, reuniu-se como representante do setor com o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, segundo o site da entidade. O encontro não estava na agenda do ministro.
Naquela ocasião, contudo, segundo membros do PT, ele já havia sido informado sobre o interesse de Lula por Marta, e o casal já havia iniciado as conversas com os petistas, em paralelo ao trabalho de Toledo com as empresas de energia.
O texto das debêntures entrou na pauta de votações da Câmara duas semanas depois do encontro com Padilha. O relator do projeto foi o deputado federal Arnaldo Jardim (Cidadania-SP).
Além de empresário e deputado federal, Jardim é presidente do conselho consultivo da Armazene.
Durante a votação do texto na Câmara, Jardim fez questão de agradecer publicamente, no microfone do plenário, ao líder do governo na Casa, José Guimarães (PT-CE), que “pessoalmente diligenciou para que a matéria pudesse vir a plenário”.
Dois dias depois da aprovação final do texto, Marta deixou a Prefeitura de São Paulo, alegando férias. Na época, embora uma série de notícias sobre seu retorno ao PT já circulasse na imprensa, ela não havia conversado sobre o tema com o prefeito Ricardo Nunes (MDB), de quem era secretária de Relações Internacionais.
Lula recebeu Marta e Toledo em seu gabinete na segunda-feira (8/1), quando fecharam o acordo sobre o retorno dela ao PT. O grupo posou junto para fotos ao lado do deputado federal Rui Falcão (PT-SP), que participou do diálogo para a mudança de partido. Dois dias depois, o presidente sancionou o projeto de lei das debêntures.
Na prefeitura, aliados de Nunes – que não esconde a mágoa de Marta por ter sido trocado por Boulos e o PT – afirmam, reservadamente, que a aprovação do projeto das debêntures foi uma das “moedas de troca” oferecidas ao casal Marta e Toledo para a mudança de lado da ex-prefeita.
O Metrópoles procurou Toledo para comentar o caso por meio da assessoria de imprensa de Marta, que não enviou nenhuma resposta.
Segundo o site da própria Armazene, a nova lei deve injetar recursos da ordem de R$ 200 bilhões somente no setor de energia.
Outros setores da economia, contudo, também defendiam a aprovação da proposta. Durante a tramitação no Senado, o relator do projeto na Casa, Rogério Carvalho (PT-SE), estimou que a norma poderia alavancar R$ 1 trilhão em investimentos no país.
O PSol, partido de Boulos, foi contrário ao texto final, diante da constatação de que empresas que detiverem contratos de concessão de escolas, presídios e hospitais também possam aproveitar o novo benefício.
O projeto autoriza que empresas que detêm contratos de concessão com o poder público ou participem de Parcerias Público-Privadas (PPPs) possam emitir debêntures (títulos de dívida) ao mercado para financiar seus projetos, e que esses títulos possam ser adquiridos também por fundos de pensão.
Além disso, o texto prevê incentivos tributários para as empresas que financiam projetos de infraestrutura e emitem os títulos. A nova lei ainda precisa de um decreto de regulamentação.
Informações Metrópoles

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta segunda-feira, 29, operação para apurar ações da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) durante o governo Jair Bolsonaro (PL). Um dos alvos da operação é o filho do ex-presidente e vereador do Rio de Janeiro, Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), o “zero-dois”.
Assessores também seriam alvo da operação. As ações de busca e de apreensão foram autorizadas tanto para a residência quanto para o gabinete de Carlos Bolsonaro, na Câmara Municipal do Rio de Janeiro.
Na quinta-feira 25, o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes afirmou que o ex-diretor da Abin, Alexandre Ramagem (PL-RJ), usou o órgão para fazer espionagem ilegal a favor da família do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Entre as autoridades supostamente espionadas, estariam a ex-deputada federal Joice Hasselmann, o ex-governador do Ceará e atual ministro da Educação, Camilo Santana (PT), e o ex-presidente da Câmara dos Deputados Rodrigo Maia.
De acordo com a PF, a agência teria sido “instrumentalizada” para monitorar ilegalmente uma série de autoridades e pessoas envolvidas em investigações, além de desafetos do ex-presidente da República.
O suposto uso indevido da Abin teria ocorrido quando o órgão era chefiado por Alexandre Ramagem. Hoje deputado federal, ele também é pré-candidato a prefeito do Rio de Janeiro.
Informações Revista Oeste

Na sala de conferências do Fórum Econômico Mundial, onde meus vizinhos usavam fones de ouvido, um suspiro suave ecoou quando Javier Milei atribuiu as dificuldades do Ocidente a todos os movimentos políticos, excluindo o seu próprio.
“Sejam eles abertamente comunistas, fascistas, nazistas, socialistas, social-democratas, nacional-socialistas, democratas cristãos, neokeynesianos, progressistas, populistas, nacionalistas ou globalistas, não há grandes diferenças. Todos eles dizem que o Estado deve controlar todos os aspectos da vida dos indivíduos”, disse o presidente libertário da Argentina para a multidão bem atenta na semana retrasada.
Executivos corporativos trocaram olhares descontraídos e risos esporádicos permearam o ambiente. Essa foi apenas uma das várias declarações surpreendentes feitas por Milei durante seu discurso de 20 minutos em Davos, marcando sua primeira viagem ao exterior desde sua eleição em novembro. O professor de economia rotulou os participantes do Fórum como os “heróis” do mundo capitalista, alertando que haviam sido “cooptados” por neomarxistas, feministas radicais e ativistas climáticos.
O discurso recebeu aplausos substanciais, e ao passar por mim em direção à saída, um experiente europeu do setor de private equity confidenciou estar “impressionado”. Posteriormente, um gestor de fundos enfatizou que, por trás da postura provocativa de Milei, havia “algumas verdades”. Davos viu sua elite ser repreendida por ter perdido o rumo e, surpreendentemente, muitos acolheram essa crítica.
Não foi apenas a postura firmemente pró-negócios de Milei que chamou a atenção, mas também a intrigante eleição dele com uma plataforma de austeridade, prometendo cortar benefícios e subsídios estatais aos eleitores, conforme observado por um participante do Fórum.
A recepção calorosa encontrou eco nos comentários positivos do FMI, um importante credor da Argentina. A instituição concordou em liberar fundos após a administração Milei buscar reduzir o déficit e desvalorizar o peso. Gita Gopinath, diretora-gerente adjunta do FMI, elogiou a nova administração por agir audaciosamente para corrigir distorções na economia.
Daniel Pinto, número 2 do JPMorgan e argentino regular em Davos, também estava otimista, considerando que a administração de Milei estava “abordando todas as coisas certas na economia”, e expressou a esperança de que as medidas pudessem encerrar décadas de deterioração econômica.
Alguns participantes compararam o apoio da elite empresarial ao apoio de Wall Street a Donald Trump, ambos motivados pela perspectiva de políticas de livre mercado. Contudo, Milei, que simbolizou seu plano de encolher o Estado empunhando uma motosserra durante a campanha, parecia um campeão mais credível da desregulamentação devido à sua formação acadêmica, sugeriu um participante.
Alguns especularam que os elogios poderiam ser parte de um movimento cínico para obter uma fatia das privatizações planejadas por Milei de dezenas de empresas estatais. Ludovic Subran, economista-chefe da Allianz, expressou surpresa com o otimismo de alguns banqueiros em relação às “teorias econômicas” de Milei, levantando a possibilidade de interesses puros associados a uma grande onda de privatizações e mandatos de banco de investimento.
Todavia, muitos, talvez ingenuamente, acreditavam que as ideias mais radicais de Milei seriam atenuadas por uma equipe madura ao seu redor. Uma reunião privada entre CEOs e autoridades argentinas, incluindo a ministra das Relações Exteriores, Diana Mondino, o chefe de gabinete, Nicolás Posse, e o ministro da Economia, Luis Caputo, causou boa impressão, conforme relatado por um executivo presente. “Eles pareceram profissionais”, afirmou ele.
No entanto, de volta à Argentina após a experiência nos Alpes Suíços, o presidente Milei foi forçado a fazer concessões em seu amplo projeto de reforma, atualmente em debate no congresso, onde o partido de Milei detém uma minoria de assentos. A privatização da estatal de petróleo YPF não está mais incluída, sinalizando que o político libertário pode ter que fazer concessões às forças neo-marxistas que criticou rapidamente em Davos.
Com informações da Folha de SP

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), convocou uma reunião com líderes partidários marcada para segunda-feira (29), antecipando discussões que originalmente seriam retomadas a partir do dia 5 de fevereiro. O encontro foi motivado por decisões tomadas por outros Poderes durante o recesso parlamentar e abordará temas como a medida provisória que reonerou setores que mais empregam, cortes em emendas de comissão feitos pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF).
Durante o recesso, esses assuntos foram objeto de debates entre parlamentares, destacando-se a reunião da oposição na Câmara, que buscou alinhar uma agenda de prioridades e pressionar por uma redução nos poderes do STF. O foco dessa movimentação foi a operação que envolveu o líder da oposição na Câmara, o deputado Carlos Jordy (PL-RJ), e influenciou a discussão sobre propostas que incluem mudanças no sistema judiciário.
Em resposta às operações que miraram Jordy e o deputado Alexandre Ramagem (PL-RJ), a este último associado a uma investigação sobre o suposto uso ilegal de uma ferramenta de espionagem na Abin (Agência Brasileira de Inteligência), deputados já articulam uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para dificultar buscas da Polícia Federal no Congresso. A PEC propõe que mandados de busca e apreensão contra parlamentares só possam ser cumpridos após aval das mesas diretoras da Câmara ou do Senado.
Medidas Provisórias e Cortes Orçamentários em Destaque
A medida provisória que reonera a folha de pagamento dos 17 setores que mais empregam será um ponto importante na reunião. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), anunciou após reunião com a equipe de governo o compromisso de reeditar o texto, excluindo a desoneração da folha.
A preocupação com a arrecadação resultante da reoneração levou o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, a buscar soluções. Parlamentares criticam a proposta, e a deputada Any Ortiz (Cidadania-RS) considerou “uma afronta ao Congresso” a apresentação da MP reonerando os setores.
Outro ponto abordado será o veto de R$ 5,6 bilhões em emendas de comissão feito por Lula ao sancionar a Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2024. Esse corte, que ainda direciona R$ 11 bilhões em investimentos, gerou descontentamento entre os parlamentares, que buscam reverter a decisão.
As discussões durante a reunião visam alinhar as ações da Câmara em relação a essas questões e podem influenciar a agenda legislativa após o retorno das atividades em fevereiro.
Com informações do R7.

Santiago Arias, lateral direito do Bahia
Imagem: Reprodução/X/ECBahia
O Bahia usou suas redes sociais hoje (28) para anunciar oficialmente a chegada do lateral direito colombiano Santiago Arias, de 32 anos.
O defensor estava no futebol norte-americano. O último clube de Santiago Arias antes do Bahia foi o FC Cincinnati, que disputa a MLS. Lá, em 32 jogos, o colombiano fez três gols e distribuiu duas assistências, de acordo com dados do site “OGol”.
Santiago Arias disputou duas Copas do Mundo. O jogador defendeu a seleção colombiana no Mundial de 2014, no Brasil, e no de 2018, na Rússia. Além disso, ele disputou as edições de 2015, 2016 e 2019 da Copa América.
Revelado pelo La Equidad (COL), Arias tem grande experiência no futebol europeu. Em 2011, ele deixou o seu primeiro clube para defender o Sporting (POR). De lá, ele foi para o PSV (HOL), onde jogou por cinco temporadas. Antes de ir para a MLS, ainda defendeu Atlético de Madri (ESP), Bayer Leverkusen (ALE) e Granada (ESP).
Informações UOL

Foto: Reprodução/Ricardo stuckert.
O filósofo americano Harry Frankfurt, em sua obra “Sobre Falar Merda,” distingue entre mentira e bobagem, indicando que o mentiroso divulga falsidades de forma deliberada, enquanto o falador de bobagens fala o que lhe ocorre no momento, visando seus próprios interesses. Ambas, segundo Frankfurt, podem ser prejudiciais e são exploradas na política, como evidenciado na retomada das obras da refinaria Abreu e Lima em Pernambuco.
O ex-presidente Lula, em um discurso recente, acusou o processo de desvendamento do petrolão, associado à refinaria, como uma trama orquestrada por vilões americanos. No entanto, uma refutação eficaz encontra-se em um relatório do Tribunal de Contas da União, que destaca má gestão e corrupção, não uma conspiração internacional.
A refinaria Abreu e Lima, inicialmente orçada em 2,4 bilhões de dólares, teve custos multiplicados por problemas técnicos e desenhos inadequados, resultando em prejuízos significativos para a Petrobras. Estudos mostram que a planta consumiu até sete vezes mais dinheiro do que refinarias comparáveis ao redor do mundo.
A alegação de Lula de uma conspiração estrangeira é falsa e busca distorcer os eventos que expuseram a corrupção na política brasileira, especialmente no governo do PT. A tentativa de justificar investimentos bilionários na produção de diesel fóssil como a “refinaria do futuro” é enganosa, uma vez que a Abreu e Lima não está incluída no plano estratégico para o diesel renovável da Petrobras.
Os objetivos da Petrobras, influenciados pelo PT, frequentemente ultrapassam motivos econômicos puros, servindo como instrumento para atender às necessidades políticas. O retorno de Lula ao poder aumenta preocupações sobre o aparelhamento e loteamento da empresa estatal.
Enquanto o PT tenta reviver suas políticas passadas, há o risco de repetição de esquemas antigos, prejudicando a Petrobras e permitindo o aparelhamento político em detrimento da eficiência e responsabilidade financeira. Dessa forma, as alegações de Lula e as justificativas para os investimentos em Abreu e Lima parecem mais uma reprise perigosa do que uma promessa de progresso.
Com informações da Crusoé.

Está em tramitação no Senado Federal o Projeto de Lei (PL) 6.077/2023, de autoria da senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS), que busca regular a atuação dos partidos políticos nas redes sociais. O texto propõe alterações na Lei dos Partidos Políticos, reconhecendo a divulgação não apenas em veículos tradicionais, como TV e rádio, mas também na internet.
A proposta visa proporcionar novas possibilidades de divulgação de propaganda partidária gratuita, permitindo o uso de websites, blogs, canais de transmissão e perfis em redes sociais. Além disso, o projeto estabelece diretrizes claras para a administração dos perfis partidários, garantindo o acesso aos integrantes eleitos que sucederem os atuais membros dos órgãos de direção partidária.
O objetivo é evitar prejuízos, assegurar a continuidade da atuação partidária nas redes sociais e impedir retenções de informações prejudiciais aos sucessores. Na justificativa, a senadora destaca que o controle das redes sociais dos partidos é considerado um ativo de gestão, e não apenas um instrumento contínuo de difusão dos interesses partidários.
Soraya ressalta que a iniciativa busca combater ações de má-fé que prejudicam a continuidade dos trabalhos partidários, atrapalhando a transmissão de mensagens, a divulgação de posições e o incentivo à participação de grupos vulneráveis, como mulheres, jovens e negros. A proposta reconhece a importância das redes sociais como meios permanentes de comunicação, onde os partidos políticos interagem constantemente com seu público.
Com informações do Poder 360 e Agência Senado.