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Assim como Jair Bolsonaro, presidente argentino levanta bandeira em favor de Israel

Javier Milei
Javier Milei, publicou mensagens no Twitter/X sobre a manifestação na avenida Paulista promovida neste domingo, 25 | Foto: Fórum Econômico Mundial/Ciaran McCrickard

Considerado pela comunidade judaica internacional uma referência no combate ao antissemitismo, o presidente da Argentina, Javier Milei, publicou mensagens no Twitter/X sobre a manifestação na Avenida Paulista promovida neste domingo, 25, pelo ex-presidente do Brasil Jair Bolsonaro (PL) e seus aliados. As postagens compartilhadas associam o presidente Lula (PT) ao grupo terrorista Hamas.

Entre as mensagens que Milei publicou em sua conta na rede social, uma delas dizia que “Lula é pró-Hamas e Bolsonaro é pró-Israel”. Outra afirmava que o ato que reuniu 750 mil pessoasem São Paulo era “contra o autoritarismo de Lula e o acossamento e a perseguição da oposição”. 

‘Ditadura de Lula’

Uma terceira mensagem compartilhada pelo presidente argentino exaltava o “discurso histórico de Bolsonaro em defesa da liberdade”; outra dizia que “o rumo da política no Brasil e a resistência contra a ditadura de Lula” seriam definidos com a manifestação de domingo.

Milei compartilha ato pró-Bolsonaro
Milei compartilha mensagem no Twitter/X ato pró-Bolsonaro e liga Lula (PT) ao Hamas 

Por último, Milei divulgou em sua conta um vídeo no qual Bolsonaro erguia uma bandeira de Israel, país que ele também é defensor e que está no meio de uma crise diplomática com o Brasil gerada por declarações do presidente petista.

Há uma semana, Lula comparou as ações israelenses na guerra contra os terroristas do Hamas ao Holocausto, no qual os nazistas mataram 6 milhões de judeus. A declaração estremeceu a relação já delicada com Tel-Aviv e colocou o Brasil em uma posição mais distante da mediação do conflito no Oriente Médio.

Informações Revista Oeste


Aumento da inadimplência entre PJs e menor fluxo de caixa é a realidade dos negócios no Brasil desde 2022

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

As empresas brasileiras enfrentam dificuldades financeiras e aprofundam suas dívidas com resultados fracos, em meio a taxas de juros ainda altas praticadas pelo Banco Central (BC).

Segundo estudo de Cemec-Fipe, divulgado pela emissora CNN, os números de inadimplência aceleraram desde 2022 e as recuperações judiciais (RJs) aumentaram 103% em novembro de 2023, comparado ao mesmo período de dois anos atrás.

Na base anual, o número de RJs saltou 68,7% em 2023, atingindo 1,4 mil solicitações, de acordo com informação divulgada pela Serasa Experian, com algumas grandes empresas, como Americanas, Light e Oi, nessa situação.

Especialistas ouvidos pela CNN apontam que, nessa medida, a expectativa para o setor de negócios no Brasil ainda é muito incerto, desafiador e sem sinal de alívio.

Preço da dívida no Brasil

Esse cenário tem como origem, principalmente, o endividamento adotado em 2020 e 2021, quando a Selic — a taxa básica de juros — ainda apresentava números muito baixos, de 1,90% e 9,15% ao final de cada ano, respectivamente, aponta o levantamento.

Agustini Strong, pesquisador da Strong Business School e PhD em economia pela Universidade da Califórnia, explica que o processo de contrair capital de terceiro, ou seja, uma dívida, é muito mais barato e frequentemente utilizado pelas companhias para obtenção de recursos.

A medida, diz, é bastante usada no exterior, mas no Brasil se torna uma armadilha diante do tamanho dos juros aplicados no país.

Os números são evidentes ao se comparar o crescimento do endividamento no mercado doméstico, de 31,3% para 36,5% do Produto Interno Bruto (PIB) em setembro de 2023, em oposição às dívidas do mercado internacional, em queda de 18,9% para 17,5% no mesmo período.

Informações Bahia.ba


Sérgio Lima/Poder360

O presidente Lula (PT) está programando uma reunião bilateral com o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, durante a cúpula da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac) em São Vicente e Granadinas. Esta será a segunda parada em sua viagem, que se inicia na quarta-feira (28) com sua participação como convidado na cúpula da Comunidade dos Estados do Caribe (Caricom) na Guiana.

A expectativa é de que o encontro entre Lula e Maduro ocorra no mesmo dia da cúpula da Celac, em 1º de março, em meio a críticas ao presidente venezuelano por suas ações que ameaçam o Acordo de Barbados. Este acordo visa garantir eleições transparentes na Venezuela ainda este ano.

Na semana passada, a saída de pelo menos 12 funcionários de um escritório local do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH) da Venezuela ocorreu após a determinação do governo para que deixassem o país. Essa decisão aumentou as preocupações sobre a situação dos direitos humanos na Venezuela.

Em visita à Etiópia, Lula foi questionado sobre a medida, e respondeu aos jornalistas que não tinha “as informações do que está acontecendo na Venezuela, [sobre] a briga da Venezuela com a ONU”.

Outros elementos adicionam à inquietação de Lula sobre a execução do Acordo de Barbados, conforme relatado por assessores do presidente brasileiro. No final de janeiro, o Supremo Tribunal impediu a candidatura de María Corina Machado, líder da oposição na Venezuela, nas eleições presidenciais.

Em fevereiro, a ativista Rocío San Miguel foi presa, sendo rotulada como terrorista e traidora da pátria pelo governo Maduro. Além desses eventos, a disputa pela região de Essequibo, na Guiana, intensifica a tensão e a apreensão no Palácio do Planalto sobre a influência em Caracas.

No ano passado, Lula e Maduro discutiram a situação na região por telefone, onde o presidente brasileiro expressou seu desconforto. Agora, aliados de Lula acreditam que o encontro com Maduro servirá como um indicador da postura do Palácio de Miraflores em relação ao Palácio do Planalto.

Antes de viajar para São Vicente e Granadinas para se encontrar com Maduro, Lula buscará ouvir o outro lado da disputa, mantendo uma reunião com Irfaan Ali, presidente da Guiana. Além de buscar mediar o conflito, o Brasil procura ampliar o diálogo com o país vizinho, que se tornou um dos mais desenvolvidos na América do Sul devido à descoberta de petróleo.

Com informações de G1


ALLISON SALES/FOTORUA/ESTADÃO CONTEÚDO

De acordo com informações fornecidas pela Secretaria de Segurança Pública (SSP) de São Paulo, a manifestação convocada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no último domingo (25) na Avenida Paulista contou com a presença de 600 mil pessoas no local e um total de 750 mil considerando o público nas ruas adjacentes.

Comparativamente, na manifestação de Bolsonaro no feriado de 7 de setembro de 2021, quando ele ainda ocupava a presidência e a Polícia Militar estava sob o comando de João Doria, então no PSDB, a estimativa foi de 125 mil participantes.

Os pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) realizaram projeções com base em imagens aéreas, determinando o número final a partir do momento de maior concentração de manifestantes. Pablo Ortellado, um dos coordenadores do projeto, explicou que foram capturadas 43 fotos no intervalo entre 15h e 17h, sendo selecionadas 11 delas para abranger a extensão da manifestação na Avenida Paulista, sem sobreposições.

“Cada uma das fotos foi repartida em oito pedaços. Em cada parte, foi aplicada uma implementação do método Point to Point Network (P2PNet)1 que identifica cabeças e estima a quantidade de pessoas em uma imagem”, explicam os pesquisadores.

O método apresenta uma precisão de 72,9% e uma acurácia de 69,5% na identificação individual de cada pessoa.

No que diz respeito à contagem de público, observa-se um erro percentual médio de 12%, tanto para mais quanto para menos, nas imagens aéreas que retratam aglomerações com mais de 500 pessoas.

Já segundo estimativa do Monitor do Debate Político no Meio Digital, projeto de pesquisa da Universidade de São Paulo (USP), a manifestação reuniu 185 mil pessoas, por volta das 15h, momento de maior concentração.

O presidente Bolsonaro proferiu seu discurso aos manifestantes logo após as 16h, abordando diversos temas, incluindo a operação em curso da Polícia Federal (PF) que investiga a alegada organização de uma tentativa de golpe de Estado.

Além do ex-presidente, também dirigiram palavras aos presentes a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, os deputados federais Nikolas Ferreira (PL-MG) e Gustavo Gayer (PL-GO), os senadores Magno Malta (PL-ES) e Rogerio Marinho (PL-RN), assim como o pastor Silas Malafaia.

Com informações de CNN Brasil


Foto: Abir Sultan/Pool Photo via AP

Nesta segunda-feira (26), o exército israelense divulgou um plano para “evacuação” da população civil em áreas de conflito na Faixa de Gaza, de acordo com o anúncio feito pelo gabinete do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu. A medida antecede uma esperada ofensiva israelense em Rafah, uma cidade densamente povoada no sul do território palestino.

Segundo a ONU, aproximadamente 1,4 milhão de civis residem na região, caracterizada por Netanyahu como “o último reduto” do grupo terrorista Hamas.

No sábado (24), o primeiro-ministro israelense já havia anunciado que convocaria “no começo da semana” seu gabinete para “aprovar os planos operacionais em Rafah, incluindo a evacuação da população civil”.

Neste domingo, ele declarou em entrevista à emissora de TV norte-americana CBS que “há lugar” para que os civis possam “ir ao norte de Rafah, em áreas onde já terminamos os combates”.

Infográfico mostra limites entre Faixa de Gaza, Rafah, Israel e Egito. — Foto: Editoria de arte/g1

A despeito das pressões internacionais e das atuais negociações em busca de uma nova trégua na guerra contra o Hamas, Israel manteve sua promessa de realizar uma ofensiva terrestre em Rafah. Em Doha, no Catar, está em andamento uma nova rodada de negociações para um cessar-fogo, com a participação de autoridades do Egito, Catar, Estados Unidos e Israel, juntamente com representantes do grupo terrorista Hamas, conforme relatado por um canal de televisão egípcio.

O Primeiro-Ministro Netanyahu afirmou à CBS que a possível ofensiva em Rafah, na fronteira com o Egito, só seria “adiada” se um acordo de cessar-fogo fosse alcançado durante as negociações.

“Isso tem que ser feito porque a vitória total é nosso objetivo e está ao nosso alcance”, acrescentou.

Na Faixa de Gaza, a situação continua a piorar. De acordo com a ONU, 2,2 milhões de pessoas — grande maioria da população — enfrentam “fome extrema em massa”.

Com informações de G1


Time de Rogério Ceni chegou aos 16 pontos

Foto: Letícia Martins/ EC.Bahia

O Bahia venceu o Juazeirense por 2 a 1, na tarde deste domingo (25), no estádio Adauto Moraes, em Juazeiro, em jogo válido pela penúltima rodada do Campeonato Baiano. David Duarte e Ademir marcaram para o Esquadrão, enquanto Mauro marcou para o time da casa.

Com a vitória, o time do técnico Rogério Ceni assumiu a liderança da competição, chegando aos 16 pontos, graças ao saldo de gols contra o Barcelona de Ilhéus (13 x 3).

O Bahia volta a jogar na quarta-feira (28), quando visita o CRB pela quarta rodada da Copa do Nordeste. A partida no Estádio Rei Pelé tem início marcado para as 21h30 (horário de Brasília). Enquanto isso, o Juazeirense descansa no meio de semana para visitar o Bahia de Feira às 16h do próximo domingo, em compromisso pela última rodada do Campeonato Baiano.

Informações Bahia.ba


andreswd/Getty Images

Centenas de compostos químicos são liberados de nossos corpos para o ar a cada segundo, proporcionando pistas valiosas sobre nossa saúde. Esses compostos, conhecidos como Compostos Orgânicos Voláteis (VOCs), têm origens variadas, incluindo respiração, pele, urina e fezes.

Desde a Grécia antiga, percebemos mudanças no odor corporal quando não estamos bem. Hoje, a ciência demonstra que diferentes enfermidades, como insuficiência hepática e diabetes, podem alterar os perfis de VOCs na respiração, fornecendo indicadores valiosos.

Estudos modernos revelam que os VOCs na respiração, pele e outros excrementos podem conter informações sobre nossa saúde geral. Pesquisadores exploram a capacidade desses compostos em diagnosticar diversas condições, desde doenças intestinais até neurológicas.

A descoberta de uma alteração no cheiro corporal por parte da esposa de um paciente anos antes do diagnóstico de Parkinson ilustra como VOCs podem antecipar condições de saúde. Atualmente, avanços tecnológicos, como a espectrometria de massa, proporcionam uma compreensão mais profunda dos perfis de VOCs associados a várias doenças.

Embora cães tenham uma capacidade olfativa mais aguçada, cientistas buscam desenvolver dispositivos de diagnóstico baseados nos VOCs da respiração. Além disso, a pesquisa dos VOCs da pele está em estágio inicial, mas já mostra promessas, revelando informações sobre características pessoais, como gênero e idade.

Os VOCs não são apenas indicativos de saúde; eles também servem como canal de comunicação em ecossistemas, sendo usados por plantas, insetos e animais como feromônios. Enquanto os feromônios humanos ainda são objeto de debate, os VOCs da pele podem oferecer percepções sobre características individuais, envelhecimento, saúde metabólica e até mesmo a capacidade de atrair um parceiro. O estudo contínuo desses compostos pode levar a avanços significativos na monitorização da saúde e no diagnóstico de doenças.

Com informações da CNN Brasil.


Reprodução

Em um clima festivo, o ex-presidente Jair Bolsonaro deixou a Avenida Paulista, em São Paulo, em cima de um carro após seu discurso e apelos para as eleições deste ano. O político, aclamado por seus apoiadores, recebeu cumprimentos e gritos de “mito” enquanto percorria a via aberta pelos manifestantes.

Ao deixar o local, Bolsonaro, em cima do veículo, interagiu com os apoiadores, cumprimentando alguns deles e respondendo aos gritos entusiásticos. O clima de celebração marcou o encerramento do ato, refletindo a efervescência política e o engajamento de seus seguidores.

Veja o vídeo

https://www.instagram.com/reel/C3ybdplxxJv/?utm_source=ig_embed&ig_rid=9297022a-850d-4fac-8886-569a4d574e10&ig_mid=E470F555-5297-4209-ACD3-5FDC13990890

O ex-presidente, conhecido por sua presença carismática em eventos públicos, consolidou mais uma vez a forte conexão com sua base de eleitores, em meio a um contexto político marcado por debates intensos e preparativos para as próximas eleições.

Com informações do Metrópoles.


Reprodução

O secretário da Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite, compartilhou um vídeo contendo imagens aéreas da Avenida Paulista durante a manifestação convocada pelo presidente Jair Bolsonaro. O registro oferece uma visão panorâmica do evento que reuniu uma considerável quantidade de apoiadores na emblemática avenida paulistana.

veja o vídeo:

https://www.instagram.com/reel/C3yAf-zxB15/?utm_source=ig_embed&ig_rid=502c1e12-2950-485c-a424-73050b24842d&ig_mid=BD97B47E-6A82-40F4-9D9E-D0A575FAA3F1

Com informações da Gazeta Brasil.


Reprodução/YouTube/Poder 360

Durante o ato de apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro realizado na Avenida Paulista, em São Paulo, neste domingo (25), o pastor Silas Malafaia fez críticas contundentes ao Supremo Tribunal Federal (STF) e ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Em seu discurso, Malafaia mencionou o ministro Alexandre de Moraes, do STF.

O líder religioso defendeu o Estado Democrático de Direito, porém, destacou que as decisões judiciais parecem ser discrepantes quando se trata de eventos ligados à esquerda e à direita. Ele expressou sua oposição à atuação de Moraes durante as eleições de 2022.

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“Todo mundo sabe como foi a eleição. Podiam chamar Bolsonaro de genocida, mas não podia chamar Lula de ex-presidiário”, afirmou Malafaia.

O pastor também enfatizou que, caso Bolsonaro seja preso, isso resultará em um aumento de sua popularidade.

“Se eles te prenderem, você vai sair de lá exaltado. Você vai sair de lá exaltado. Se eles te prenderem não vai ser para a sua destruição, mas para destruição deles”, declarou.

O evento na Avenida Paulista reuniu apoiadores do ex-presidente e contou com a presença de políticos e lideranças alinhadas ao bolsonarismo. As manifestações ocorrem em um contexto de tensões políticas e investigações em curso, o que tem gerado debates intensos sobre a democracia e o sistema judicial no Brasil.

Com informações do Pleno.News.