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Suspeito de participação no homicídio de pastor evangélico é preso em Feira de Santana

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Lula participou da inauguração da fábrica de insulina da farmacêutica Biomm, que tem o Banco Master como acionista

Lula durante inauguração da fábrica da Biomm, em Minas, em 2024 Foto: Ricardo Stuckert / PR

Antes do encontro entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o banqueiro Daniel Vorcaro, realizado fora da agenda oficial no Palácio do Planalto em 4 de dezembro de 2024, houve um episódio que ajuda a contextualizar a relação entre os personagens envolvidos. Meses antes, em abril daquele ano, Lula participou da inauguração da fábrica de insulina da farmacêutica Biomm, em Nova Lima (MG).

A Biomm tem como principal acionista o Banco Master, por meio do Fundo Cartago, com 25,86% do capital. Apesar de o Master deter a maior fatia da companhia, Vorcaro não esteve presente na cerimônia de abril de 2024. Na ocasião, Lula dividiu o palco com outros sócios da Biomm, como Walfrido dos Mares Guia, que possui 5,53% da empresa, e Lucas Kallas, da Cedro Participações, acionista com 8%.

Kallas, por sinal, também é um nome que já esteve nos noticiários por ter sido citado em investigações da Polícia Federal, como as operações Parcours e Rejeito. Empresário do setor de mineração, ele nega irregularidades. Um ponto de convergência entre Vorcaro e Kallas, aliás, é que ambos figuram em inquéritos sob relatoria do ministro Dias Toffoli, no Supremo Tribunal Federal.

Toffoli é responsável na Suprema Corte tanto pelo caso do Banco Master, relacionado à Operação Compliance Zero, quanto pelo inquérito da Operação Rejeito, no qual o nome de Kallas aparece como citado.

A proximidade de Lula com Lucas Kallas, porém, não se restringe à inauguração da fábrica da Biomm em abril de 2024. Em fevereiro de 2025, o petista elogiou o empresário durante a assinatura do contrato de concessão do terminal ITG-02, no Porto de Itaguaí (RJ). O Grupo Cedro arrematou a área por R$ 1 milhão e assumiu o compromisso de investir cerca de R$ 3 bilhões ao longo de três anos.

Na ocasião, Lula afirmou que Kallas era sério, comprometido com o desenvolvimento do país. O empresário, no entanto, tem um histórico de menções em investigações. Em 2008, foi preso durante a Operação João de Barro, que apurava desvios de recursos do PAC no segundo mandato de Lula. Em entrevista à Agência Pública, ele afirmou que a maioria das ações foi encerrada com reconhecimento de sua inocência.

Em março de 2025, voltou a ser citado pelaOperação Parcours, que investigou supostas irregularidades ambientais na Mina Curumi, em Minas, atribuídas à Empresa de Mineração Pau Branco. Segundo a PF, o prejuízo ambiental estimado chegaria a R$ 832 milhões. Kallas afirmou que sua inclusão no inquérito era “completamente descabida”.

Já em setembro de 2025, seu nome apareceu citado em documentos da Operação Rejeito, que apurou crimes ambientais, corrupção e lavagem de dinheiro com lucro estimado em ao menos R$ 1,5 bilhão. A investigação chegou ao STF após menção ao senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), ficando sob relatoria do ministro Dias Toffoli.

Informações Pleno News


Daiane Alves de Souza tinha sumido no dia 17 de dezembro após sair de elevador e não ser mais vista

Corretora dentro de elevador antes de desaparecer Foto: Reprodução/Câmeras de Segurança

Após mais de um mês de buscas, a Polícia Civil localizou o corpo da corretora Daiane Alves de Souza, de 43 anos, que estava desaparecida desde o dia 17 de dezembro após sair do elevador de um edifício em Caldas Novas, no sul de Goiás, e não ser mais vista. A confirmação foi feita pelo delegado Pedromar Augusto de Souza, responsável pelas investigações.

Além da descoberta, o caso avançou nesta quarta-feira (28) com a prisão de dois suspeitos: o síndico do condomínio onde Daiane desapareceu, Cléber Rosa de Oliveira; e o filho dele, Maykon Douglas de Oliveira. Ambos foram detidos durante a madrugada, apontados pela polícia como envolvidos no homicídio.

O corpo de Daiane teria sido abandonado pelo síndico e foi achado em uma área de mata que fica às margens de uma estrada em Caldas Novas. A polícia informou que o cadáver já estava em avançado estado de decomposição.

Aos policiais, o síndico teria dito que agiu sozinho e que, no dia do desaparecimento da corretora, ele discutiu com Daiane no subsolo no momento em que ela desceu para religar a energia elétrica. A discussão, então, teria evoluído e ele acabou cometendo o crime.

Além das prisões, o porteiro do prédio foi levado à delegacia para prestar depoimento. O nome dele não foi divulgado, e a Polícia Civil informou apenas que o funcionário foi conduzido para esclarecimentos.

Daiane estava desaparecida há 42 dias. Imagens e relatos indicam que ela entrou no condomínio, passou pela portaria para falar com o recepcionista e, em seguida, foi ao elevador, descendo até o subsolo. Depois disso, não houve mais registros de sua movimentação. Até a publicação da reportagem, a polícia não informou se as prisões realizadas são de caráter temporário ou preventivo.

Informações Pleno News


Apresentação da cantora motivou representação no Ministério Público da Bahia

A cantora Ivete Sangalo foi citada em uma denúncia protocolada no Ministério Público da Bahia na última terça-feira (27), após um episódio ocorrido durante um show realizado em Salvador. A notícia foi divulgada inicialmente pelo quadro ‘A Hora da Venenosa’, do programa Balanço Geral, da Record TV.

De acordo com o documento encaminhado ao órgão, a representação teria como base um momento da apresentação em que Ivete convidou uma criança para subir ao palco e dançar ao som da música ‘Vampirinha’. Para o autor da denúncia, a canção não seria adequada ao público infantil por conter versos interpretados como de duplo sentido e possível conotação sexual.

Ainda segundo o relato, a situaçãopoderia configurar exposição indevida de um menor a conteúdo impróprio em um ambiente público de grande visibilidade. O texto da denúncia destaca que o show contou com grande público e que o momento foi registrado em vídeo, passando a circular amplamente nas redes sociais.

Procurada pela reportagem do Bahia.ba, a assessoria da cantora Ivete Sangalo não retornou até a publicação desta matéria. O espaço segue aberto para manifestação.

Informações Bahia.ba


Rubro-Negro desembolsa valor astronômico para repatriar cria da base;

Foto: Lucas Figueiredo/CBF

O Flamengo acertou a contratação do meio-campo Lucas Paquetá. O atleta retorna ao clube que o revelou após quase dez anos jogando na Europa. 

De acordo com o jornal O Globo, o Flamengo vai desembolsar 41,2 milhões de euros (cerca de R$ 260 milhões) ao West Ham (ING) para repatriar Paquetá. O valor é recorde para um clube brasileiro em contratação de jogador. 

A expectativa é que o jogador chegue ao Brasil entre quinta e sexta-feira. Caso tenha o nome publicado no BID da CBF até sexta, Paquetá já estará à disposição do técnico Filipe Luís para domingo (1º), quando o Flamengo enfrenta o Corinthians, na decisão da Supercopa do Brasil.

Paquetá foi revelado nas divisões de base do Flamengo e disputou os primeiros jogos no time principal em 2016. Após se destacar, ele se transferiu para o Milan (Itália) em janeiro de 2019. Ele passou pelo Lyon (França) antes de chegar ao West Ham, em 2022.

Informações Bahia.ba


Caso foi levado à Procuradoria-Geral da República pelo deputado estadual Guto Zacarias (União-SP)

Lewandoswski
Ricardo Lewandowski, ex-ministro da Justiça de Lula

A Procuradoria-Geral da República (PGR) foi provocada nesta terça-feira, 27, a apurar se houve tráfico de influência e violações à Lei de Conflito de Interesses por parte de Ricardo Lewandowski, ex-ministro da Justiça do governo Lula. 

O escritório de advocacia do qual Lewandowski é sócio recebeu mais de R$ 5 milhões do Banco Master, montante que abarca inclusive período depois da sua posse no cargo no primeiro escalão do governo federal.

A notícia de fato, espécie de denúncia de crime, foi apresentada pelo deputado estadual de São Paulo Guto Zacarias (União). O parlamentar cita reportagem do Metrópoles que revelou o contrato entre o Master e o escritório de Lewandowski que previa o pagamento de R$ 250 mil por mêse afirma que há indícios de crime de tráfico de influência e de atos atentatórios aos princípios da administração pública e à Lei de Conflito de Interesses.

Lewandowski foi ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) até abril de 2023 e passou a integrar o governo Lula em fevereiro de 2024. 

Segundo o deputado, “a apuração se mostra indispensável para verificar eventual nexo entre os valores recebidos, os serviços prestados e o exercício pretérito de função pública estratégica”. “O interesse público na apuração decorre não apenas do expressivo valor financeiro envolvido, mas, sobretudo, do risco institucional inerente à eventual utilização indevida de prestígio, influência ou informações obtidas durante o exercício do mais alto cargo da política de justiça e segurança pública do país.”

Na representação, Zacarias pede que a PGR investigue a compatibilidade dos valores pagos por Daniel Vorcaro com os serviços alegadamente prestados pela empresa de Lewandowski e a eventual participação direta ou indireta de familiares, pessoas próximas ou pessoas jurídicas vinculadas ao ex-ministro.

PGR rejeitou investigar casos de Toffoli e Moraes, ex-colegas de Lewandowski no STF

Recentemente, Gonet negou pedidos formulados por parlamentares para que propusesse o afastamento, por impedimento ou suspeição, do ministro do STF Dias Toffoli da relatoria do caso Master depois de diversas reportagens revelarem laços do magistrado com investigados e seus advogados.

Paulo Gonet, procurador-geral da República | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Para Gonet, não havia provas de ilegalidade por parte de Toffoli e disse que o caso tramita regularmente no Supremo Tribunal Federal.

Já no caso de Alexandre de Moraes, a oposição pediu apuração do contrato de R$ 129 milhões entre o escritório de Viviane Barci, mulher do ministro, e o Master. A suspeita é que se tratou de lobby, já que o próprio ministro teria conversado — segundo o jornal O Globo — ao menos três meses com Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, sobre a liquidação do Master.

Gonet arquivou os pedidos de investigação do caso com o argumento de que não havia indícios de ilicitude no contrato.

Informações Estadão Conteúdo e Revista Oeste


O presidente do STF evita antecipar juízo sobre relatoria de Toffoli, defende atuação institucional e volta a pressionar por código de conduta

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Edson Fachin e Dias Toffoli, durante sessão plenária do STF | Foto: Antonio Augusto/STF

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, prometeu não permanecer inerte se for chamado a se manifestar sobre questionamentos relativos à investigação do Banco Master, hoje sob a relatoria do ministro Dias Toffoli e alvo de pedidos de suspeição apresentados por parlamentares. Em entrevista ao jornal O Globo e sem antecipar juízo sobre o caso, Fachin disse que, se necessário, atuará “doa a quem doer”.

A permanência de Toffoli como relator tem sido contestada em razão de vínculos empresariais envolvendo dois irmãos do ministro, que foram sócios de um resort no Paraná e venderam suas participações a um fundo ligado ao cunhado de Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master. 

Indagado sobre o tema, Fachin afirmou ao O Globoque, na condição de presidente da Corte, não pode “antecipar juízo sobre circunstâncias que eventualmente serão apreciadas pelo colegiado”. “Uma coisa é certa: quando for necessário atuar, eu não vou cruzar os braços”, ressaltou o presidente do STF. “Doa a quem doer.”

O Resort Tayayá, no Paraná; ministro Dias Toffoli estaria ligado ao local | Foto: Reprodução
O Resort Tayayá, em Ribeirão Claro, no interior do Paraná; ministro Dias Toffoli estaria ligado ao local | Foto: Reprodução/Redes sociais

Fachin também comentou as reações negativas à nota institucional divulgada pela presidência do STF na semana passada em defesa de Toffoli e da atuação do tribunal. Segundo ele, o documento teve como objetivo central a preservação da institucionalidade. 

“Defendeu-se a regularidade da atuação jurisdicional durante o recesso, uma vez que o ministro relator foi designado por sorteio aleatório e optou por continuar trabalhando”, afirmou. Fachin disse ter buscado reforçar a autonomia técnica dos órgãos de controle, como Banco Central, Polícia Federal e Ministério Público e disse que “nada está imune à crítica, nem o Supremo, nem qualquer um de seus ministros”.

Sobre a possibilidade de o colegiado do STF decidir se o caso Master deve permanecer na Corte ou retornar à primeira instância, Fachin explicou que o regimento interno prevê a apreciação de eventuais irregularidades pelo órgão competente. 

toffoli master protesto mbl
Cartaz crítico a Toffoli em destaque na manifestação convocada pelo MBL e realizada na frente do Banco Master — São Paulo (SP), 22/1/2026 | Foto: Reprodução/Instagram/@mblivre

“Se houver recurso ou irresignação por parte de interessados, essa matéria será submetida ao órgão colegiado correspondente”, disse. Segundo o presidente do STF, a análise caberá à Segunda Turma, da qual Toffoli faz parte.

Fachin defende código de conduta para ministros do STF

Defensor da adoção de um código de conduta para ministros do Supremo, Fachin afirmou que a Corte alcançou um grau de maturidade institucional que permite a iniciativa. Para ele, o código fortaleceria a legitimidade do tribunal e ampliaria a confiança da sociedade. 

“Ele fixa parâmetros objetivos de comportamento”, afirmou, citando como exemplo a necessidade de maior transparência sobre palestras de ministros, como informações sobre convites, patrocinadores e eventuais pagamentos. “Essa resposta precisa ser institucional e estrutural. Não pode ser casuística.”

Toffoli - Master
Pouco antes de assumir o inquérito, Toffoli viajou ao lado de um advogado que representa um dos diretores do Master | Foto: Reprodução/Cristiano Estrela/NCI TJSC/Via Flickr

Segundo Fachin, a principal resistência interna não está no conteúdo do código, mas no momento de sua adoção. Há ministros que defendem aguardar o período eleitoral, posição que ele diz respeitar, mas da qual discorda. 

“No Brasil, temos eleições praticamente a cada dois anos, e o debate público faz parte da democracia”, afirmou Fachin. “A democracia é um canteiro de obras ruidoso.”

O presidente do STF disse esperar avançar na proposta até 2027, caso dependa de sua iniciativa, e destacou que o debate em torno do código já representa um instrumento de mudança cultural. “O Supremo deve dar o exemplo para os cerca de 18 mil juízes do país.”

O presidente do STF, Luiz Edson Fachin, chega para sessão plenária no Supremo, em Brasília - 4/12/2025 | Wilton Junior/Estadão Conteúdo
O presidente do STF, Luiz Edson Fachin, chega para sessão plenária no Supremo, em Brasília – 4/12/2025 | Wilton Junior/Estadão Conteúdo

Fachin relatou que tem mantido diálogo constante com os ministros da Corte, inclusive com Dias Toffoli. “Foi uma conversa cordial, com a apresentação de sugestões que considero positivas”, disse, ao comentar um contato telefônico com o colega.

Sobre a proposta de código de conduta apresentada pela Ordem dos Advogados do Brasil de São Paulo ao STF, Fachin avaliou a iniciativa como positiva, embora ainda não tenha analisado o texto em detalhe. Para ele, é legítimo que o Supremo adote regras internas mais restritivas do que as previstas na Lei Orgânica da Magistratura, desde que haja critérios objetivos e foco na proteção do interesse público.

Ao comentar as críticas recorrentes ao Judiciário, Fachin afirmou que elas decorrem, em grande parte, do papel de controle exercido pelo Poder sobre os demais e da atuação na proteção de direitos fundamentais e minorias. “A legitimidade do Judiciário não vem do voto, mas é construída diariamente por decisões fundamentadas, jurisprudência estável e conduta compatível com a função”, concluiu.

Informações Revista Oeste


Mudança ocorre após a nova resolução do Conselho Nacional de Trânsito, anunciada no fim do ano passado

Foto: Reprodução/Radar Nacional

Os candidatos que estão se preparando para realizar a prova prática da categoria B terão uma “colher de chá” na Bahia. O Departamento Estadual de Trânsito da Bahia (Detran-BA) vai passar a permitir, já a partir da próxima semana, a realização do exame com veículos automáticos.

A mudança ocorre após a nova resolução nº 1.020 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), anunciada no final do ano passado, que institui diversas outras mudanças no processo de habilitação.

De acordo com o órgão, a novidade ocorre em um momento de crescimento da presença de carros automáticos nas cidades e amplia as opções para quem vai tirar a habilitação, sem alterar os critérios técnicos já exigidos nos exames.

Fim da obrigatoriedade da autoescola

Além da liberação do uso de carros automáticos, o Contran passou a permitir que o candidato possa realizar as aulas com instrutores habilitados pelo Detran. Com isso, não é mais obrigatório a matrícula em centros de formação de condutores.

Outra novidade foi a redução da carga horária mínima de aulas práticas para as categorias A e B, que passou de 20 horas para apenas 2 horas.

Apesar do fim da obrigatoriedade das aulas, as provas teóricas e práticas realizadas pelo Detran continuam sendo obrigatórias e o nível de exigência será mantido.

Informações Bahia.ba


A reunião aconteceu logo após a escolha do ex-procurador Wellington César Lima como novo ministro da Justiça

Foto: Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teve um almoço reservado com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes recentemente em Brasília, segundo a coluna de Igor Gadelha, do portal Metrópoles.

O encontro ocorreu em meio à crise envolvendo magistrados e o Banco Master, e não constou nas agendas oficiais de nenhum dos dois. De acordo com três fontes do governo e do Judiciário ouvidas pela coluna, Lula e Moraes almoçaram a sós.

Aliados afirmam que a pauta principal foi segurança pública. A reunião aconteceu logo após a escolha do ex-procurador Wellington César Lima como novo ministro da Justiça.

Este foi o segundo encontro entre os dois em janeiro. No dia 15, Lula havia recebido Moraes, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e outros integrantes do governo em uma reunião ampliada.

Informações Bahia.ba


A poucos dias de visitar Jair Bolsonaro na Papudinha, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) afirmou que, se o ex-presidente pedisse para ele disputar a Presidência, recusaria o convite. A declaração foi feita nesta terça-feira (27).

“Isso [o pedido] não vai acontecer. Mas eu diria não”, disse o governador. Tarcísio contou que já discutiu o assunto com o ex-presidente na última vez em que se encontraram, em setembro do ano passado.
“Na última visita que eu fiz ao Bolsonaro, e ele estava na prisão domiciliar, antes de ele vir para o regime fechado, ele me perguntou: ‘E aí, Tarcísio, eleição presidencial: qual é a sua posição?’ Eu digo: ‘Minha posição é ficar em São Paulo.’ Eu fui muito contundente, muito claro com ele com relação a isso, porque também eu precisava manter uma linha de coerência.”

Visita a Bolsonaro
A visita do governador ao ex-presidente — que está preso na “Papudinha”, prédio do Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília — está agendada para a próxima quinta-feira (29).

Inicialmente, o encontro estava previsto para a última quinta-feira (22), mas foi adiado pelo governador. Em nota à imprensa, a assessoria de Tarcísio alegou que o cancelamento foi devido aos compromissos que ele teria no estado. “A visita do governador Tarcísio de Freitas ao presidente Bolsonaro será adiada a pedido do governador para cumprimento de compromissos em São Paulo. Uma nova data será solicitada.”

*Metro1
Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil | Celso Silva / Governo de São Paulo


O vereador Pedro Américo (Cidadania) comentou a defesa da “tarifa zero” no transporte público de Feira de Santana feita pelo sindicalista David Bacelar e afirmou que o tema precisa sair do campo do slogan e avançar, com urgência, para o campo do planejamento. Para o parlamentar, discutir gratuidade é legítimo, e já ocorre em diferentes cidades brasileiras e no Congresso Nacional, mas somente com estudo de custos, desenho institucional e fontes permanentes de financiamento, para que uma pauta social não se transforme em promessa sem lastro.

Pedro ressalta que é incorreto induzir a população a concluir que a Prefeitura, de forma isolada, teria obrigação de “bancar” a tarifa zero. “O município não pode ser tratado como caixa único de um problema que é nacional. O transporte coletivo enfrenta uma crise de financiamento em todo o país, agravada no pós-pandemia. Quando a proposta não explica quanto custa, quem paga e como se sustenta, ela cria expectativa e frustração, em vez de solução”, declarou.

O vereador também pontua que Feira de Santana já assume compromissos financeiros relevantes com o sistema de transporte, incluindo gratuidades e benefícios tarifários, o que precisa ser reconhecido com transparência e apresentação de dados públicos. “Antes de vender uma ideia como se fosse simples, o mínimo é apresentar custo anual estimado, impacto na frota e na oferta de linhas, fonte de receita dedicada e divisão clara de responsabilidades entre Município, Estado e União. É assim que se constrói política pública séria”, afirmou.

Para Pedro Américo, a tarifa zero só se torna viável em cidades de médio porte quando existe cofinanciamento estruturado, previsível e contínuo. Ele observa que, no Brasil, experiências consideradas bem-sucedidas dependem, em geral, de receitas específicas, como fundos locais, royalties ou modelos robustos de subsídio, e exigem atenção permanente aos riscos de precarização do serviço quando não há custeio estável.

Nesse contexto, o parlamentar defende que Feira de Santana busque um pacto federativo para a mobilidade urbana, com participação direta do Governo do Estado e do Governo Federal. “Quando o Estado subsidia modais estruturantes na capital, fica claro que o subsídio é uma prática legítima de política pública. O debate correto é definir qual modelo de cofinanciamento é possível para Feira, com metas, contrapartidas, fiscalização e garantia de qualidade do serviço”, argumentou.

Pedro propõe que o tema avance a partir de um roteiro técnico, afastando frases de efeito: auditoria e publicação dos custos reais do sistema; simulações de cenários, tarifa zero total, parcial, por público específico ou por dias e horários; definição de fontes de financiamento, como fundo municipal de mobilidade, receitas acessórias do sistema e aportes estaduais e federais; contratos com metas de desempenho e mecanismos efetivos de controle; e implementação de projeto-piloto monitorado antes de qualquer ampliação. Segundo ele, embora o debate nacional avance no sentido de dar segurança jurídica e discutir modelos de financiamento para a tarifa zero, isso não elimina a responsabilidade local na formulação da política.

“Eu não sou contra a tarifa zero. Sou contra transformar um tema complexo em propaganda. Feira de Santana precisa de compromisso institucional, números na mesa e parceria federativa. Com recurso carimbado, governança e garantia de qualidade, a cidade pode discutir uma transição responsável. Fora disso, é discurso sem garantia de entrega”, concluiu o vereador.