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O futuro da antiga Rodoviária de Salvador passa a ser debatido com a transferência definitiva das operações para o novo terminal de Águas Claras. O governador da Bahia Jerônimo Rodrigues afirmou que o espaço começará a ser ocupado pelo Estado logo após o encerramento das atividades da concessionária, explicando que a área terá segurança reforçada enquanto o governo estuda possibilidades de uso, em entrevista ao portal Metropole na inauguração da nova Rodoviária, nesta segunda-feira (19).

“Olha, lá nós temos um acordo feito com a SINART [Sociedade Nacional de Apoio Rodoviário e Turístico], ela precisa de mais uns dias para poder desocupar, mas ali, a partir de amanhã, quando fechar as chaves que a SINART vier para cá, a gente já entra com a Guarda Patrimonial da SAEB, a gente já entra ali também a Polícia Militar para os maus desavisados. Ali vai ter Polícia Militar, que ali vai servir como uma base enquanto a gente constrói em outra região, então vai ter polícia ali”, disse.

Com o encerramento das atividades do terminal da Avenida Antônio Carlos Magalhães, o governador destacou que o debate sobre a área envolve não apenas a antiga rodoviária, mas também terrenos vizinhos, como o do Detran. Segundo ele, a Assembleia Legislativa já autorizou a venda da área, e estudos técnicos estão em andamento para definir um modelo de ocupação que não comprometa a mobilidade urbana da região.

“Nós estamos vendo só as condições, porque se alguém perguntar: governador, aqui cabe um centro de convenções? Pô, nós estamos tirando a rodoviária dali por conta de mobilidade. Você imagina fazer um centro de convenções? Não tem como. Ali cabe alguma coisa de habitacional, ali cabe alguma coisa de comércio, vai ter que fazer um estudo, estamos fazendo isso, concluindo, para ver o que a gente pode já colocar no condicionante de venda que não possa atrapalhar a mobilidade daquela região, concluiu.

*Metro1
Foto: Metropress


Neste domingo (18), a deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) usou as redes sociais para dizer que o presidente Lula (PT) não usou o pronome “ele” para se referir a ela. A parlamentar se manifestou a respeito do discurso que o petista fez, na última sexta (16), durante cerimônia de lançamento oficial das medalhas comemorativas dos 90 anos do salário mínimo, nas instalações da Casa da Moeda, no Rio de Janeiro.

– Não, o presidente Lula não me chamou de “ele” durante um evento no Rio de Janeiro. Porque eu literalmente não estava nesse evento. Há dias, estou no interior de São Paulo. E Lula estava conversando com uma pessoa da plateia. Eu não sou a única mulher chamada Erika do mundo. Mas a fixação dos bolsonaristas com a minha figura, e o medo que meu crescimento causa, os leva a um comportamento quase animalesco ao ouvirem o que pensam ser alguém se referindo a mim – escreveu Hilton.

O jornalista e analista político Rodrigo Constantino rebateu a psolista:

– Chamou sim.

Outros perfis da rede X também afirmaram que o petista usou o pronome “ele”.

Ao criticar o uso da inteligência artificial, durante o evento, Lula deu um conselho para mulheres e citou Erika Hilton:

– E vocês mulheres tomem cuidado com essa tal de inteligência artificial. Eles são capazes de tirar uma foto sua sentada do jeito que você tá aqui e colocar você pelada no celular, é isso que é a inteligência artificial. Ele é capaz de tirar uma foto da Erika, vestidinha do jeito que ele tá, com a perna cruzada, e amanhã aparecer no celular a Erika sentada, pelada aqui – disse.

*Pleno.News
Foto: Jessica Marschner / Câmara dos Deputados


O deputado estadual Alan Sanches (União Brasil) foi homenageado, na manhã deste domingo (18), durante uma missa realizada na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), onde atuava, em Salvador.
O político morreu no sábado (17), aos 58 anos, após sofrer uma parada cardíaca dentro de casa. Ele deixou quatro filhos, incluindo o vereador da capital Duda Sanches (União Brasil).
A cerimônia de despedida reuniu autoridades como o governador Jerônimo Rodrigues (PT), a presidente da Alba, Ivana Bastos (PSD), e o prefeito Bruno Reis (União Brasil).

O velório do deputado estadual também acontece pela manhã, porém é restrito para a família. O sepultamento foi realizado no início da tarde, no Cemitério Jardim da Saudade.

O governador do estado decretou luto oficial de três dias pela morte do deputado estadual Alan Sanches. A decisão foi publicada em edição extra do Diário Oficial do Estado, ainda no sábado.
“Em respeito à memória do deputado estadual Alan Sanches, decreto luto oficial de três dias na Bahia, diante de sua partida. Que Deus conforte os corações de seus familiares, amigos e de todos que com ele conviveram neste momento de imensa dor”, escreveu Jerônimo Rodrigues, nas redes sociais.

*g1 Bahia
Foto: Altamirando Júnior


Os permitidos são o irmão da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, dois assessores do PL e um ex-assessor do gabinete presidencial

bolsonaro
O ex-presidente Jair Bolsonaro faz aparição no quintal da casa onde cumpre prisão domiciliar, em Brasília – 9/9/2025 | Foto: Wilton Junior/Estadão Conteúdo

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou o cadastramento de quatro pessoas indicadas pela defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro para a entrega diária de alimentação especial durante o cumprimento da pena em Sala de Estado Maior na Papudinha, no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília. A decisão foi proferida na sexta-feira 16.

Entre os autorizados estão Carlos Eduardo Antunes Torres, irmão da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, dois assessores do PL e o ex-assessor do gabinete presidencial Sandro Daniel Soares. O grupo já realizava entregas de refeições a Bolsonaro quando ele estava custodiado na Polícia Federal (PF).

Segundo Moraes, o horário das entregas será definido pelo 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), responsável também por fiscalizar e registrar o material entregue.

A custódia de Bolsonaro na Papudinha

Ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) está preso desde o último sábado, 22 | Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil
Ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) está preso desde novembro | Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

De acordo com a decisão, presos em Sala de Estado Maior têm direito a protocolo especial, incluindo a entrega de comida caseira. Bolsonaro permanece nesse tipo de custódia por ter exercido a Presidência da República.

O despacho também autoriza assistência médica integral por profissionais particulares, 24 horas por dia, sessões de fisioterapia, deslocamento imediato para hospitais em caso de urgência e a instalação de grades de proteção, barras de apoio e equipamentos médicos nas acomodações, conforme recomendações já apresentadas.

Bolsonaro foi transferido para a Papudinha por determinação do próprio Moraes. Ele cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão, em regime inicial fechado.

A unidade tem 64,83 m² de área total, sendo 54,76 m² cobertos e 10,07 m² de área externa. A configuração inclui quarto, sala, banheiro, cozinha, lavanderia e área ao ar livre. O ambiente conta com cama de casal, armários, geladeira e televisão, além de banheiro privativo com água quente.

Informações Revista Oeste


Morreu neste sábado (17) o deputado estadual Alan Sanches, do União Brasil, vítima de um infarto fulminante, conforme apurado pela equipe do Metro1.

Médico formado pela Escola Baiana de Medicina e Saúde Pública (EBMSP), em Salvador, com especialização em Ortopedia, Sanches conciliou a atuação na área da saúde com a carreira política. Iniciou a trajetória eleitoral como vereador de Salvador pelo PMDB, entre 2005 e 2008, sendo reeleito para o mandato seguinte, de 2009 a 2012, período em que renunciou ao cargo.

Na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), foi eleito deputado estadual pela primeira vez em 2010, para o mandato de 2011 a 2015. Reeleito em diferentes legendas, exerceu mandatos consecutivos pelo PSD (2015–2019), DEM (2019–2023) e, mais recentemente, pelo União Brasil, para o período de 2023 a 2027. Atualmente, ocupava o cargo de líder da oposição e vinha se preparando para disputar uma vaga na Câmara dos Deputados nas próximas eleições.

Até o momento, não foram divulgadas informações oficiais sobre o horário exato da morte, nem detalhes sobre velório e sepultamento.

Quem assume o cargo na Alba
Com a morte de Alan Sanches, a vaga na Alba será ocupada pelo suplente Luciano Ribeiro, filiado ao União Brasil. Luciano foi prefeito de Caculé por dois mandatos, entre 2005 e 2012, e exerceu mandato de deputado estadual de 2015 a 2019. No âmbito partidário, integrou a Executiva Estadual dos Democratas, foi presidente da sigla em Caculé entre 2003 e 2014, além de ter atuado como líder e vice-líder de blocos parlamentares na Assembleia Legislativa da Bahia.

*Metro1
Foto: Divulgação / AL-BA


Pastor pediu que ela mostre provas

Malafaia criticou falas da senadora Damares Crédito: Reprodução

Declarações da senadora Damares Alves (Republicanos-DF) sobre um possível envolvimento de igrejas evangélicas em fraudes contra aposentados do INSS provocaram forte reação do pastor Silas Malafaia nesta quarta-feira (14). Ele cobrou que a parlamentar apresente nomes e provas das acusações.

Em entrevista ao SBT News, Damares afirmou que investigações identificaram a presença de instituições religiosas e líderes conhecidos em esquemas que teriam lesado beneficiários da Previdência. “Nós estamos identificando igrejas nos esquemas de fraudes aos aposentados. Há pastores que pedem para não investigar, não decepcionar os fiéis”, disse. Segundo a senadora, há pressão para que apurações não avancem quando envolvem nomes influentes. “Quando se fala em um grande pastor, vem a comunidade: ‘não falem, não digam, não investiguem, porque os fiéis vão ficar muito tristes’”.

As declarações repercutiram imediatamente. Em vídeo divulgado nas redes sociais, Silas Malafaia reagiu de forma dura e exigiu esclarecimentos públicos. “Uma acusação gravíssima dessa e a senhora não dá os nomes dos grandes líderes evangélicos e das grandes igrejas que estão envolvidos na falcatrua da roubalheira dos aposentados do INSS? Ou a senhora dá os nomes, ou é uma leviana linguaruda. A acusação é grave e séria. E diga também quem pediu para a senhora calar a boca”, afirmou.

O pastor também criticou o fato de Damares, segundo ele, generalizar o meio evangélico. “Se já não bastasse Satanás e os ímpios que nos odeiam para nos caluniar, vem alguém dita evangélica para uma denúncia dessa gravidade sem dar nomes. A senhora não aprendeu com Jesus, não?”, declarou.

As investigações da Polícia Federal apontam que o esquema de fraudes no INSS teria desviado cerca de R$ 6,3 bilhões de aposentados e pensionistas entre 2019 e 2024.

Diante da pressão, Damares divulgou a relação de requerimentos apresentados por integrantes da CPMI do INSS que tratam do tema. A lista inclui pedidos de transferência de sigilo e convites ou convocações de líderes religiosos e igrejas, entre eles: Adoração Church; Igreja Assembleia de Deus Ministério do Renovo; Ministério Deus é Fiel Church (SeteChurch); Igreja Evangélica Campo de Anatote; além de líderes como Cesar Belucci do Nascimento, André Machado Valadão, Péricles Albino Gonçalves, Fabiano Campos Zettel e André Fernandes.

Em nota, a senadora afirmou que os pedidos foram formulados a partir de “indícios concretos” encontrados em documentos oficiais, como Relatórios de Inteligência Financeira (RIF) e dados da Receita Federal. O comunicado também reconhece o impacto das suspeitas. “A senadora já manifestou que a eventual participação de igrejas ou líderes religiosos em esquemas de fraude no INSS causa profundo desconforto e tristeza, considerando o relevante papel social e espiritual dessas instituições. Ainda assim, a CPMI tem o dever constitucional de apurar os fatos com responsabilidade, imparcialidade e base documental”.

Mesmo após a divulgação dos requerimentos, Malafaia voltou a criticar a postura da parlamentar e minimizou o alcance das citações. “Ela publica uma nota que tem o nome de 1 grande líder e nenhum nome de grande igreja. Todos os outros nomes citados não representam grandes igrejas e não são líderes Renomados. A acusação que ela fez usou o plural e o nome do líder mencionado já tinha saído na imprensa. A SUA ACUSAÇÃO FOI LEVIANA E DENIGRE DE MANEIRA GERAL A IGREJA EVANGÉLICA!”, escreveu.

Com informações do Correio da Bahia.


Segundo a assessoria de comunicação do parlamentar, o motociclista não teve qualquer responsabilidade no ocorrido

O vereador licenciado Jurandy Carvalho (PSDB) se envolveu em um acidente de trânsito ao retornar de Salvador, após cumprir uma agenda de reuniões políticas. Ele foi atingido por uma motocicleta, mas, segundo esclarecimento divulgado pela assessoria de comunicação, o motociclista não teve qualquer responsabilidade no ocorrido.

De acordo com a nota, no momento do acidente Jurandy não percebeu a aproximação da motocicleta, atravessou a via e acabou sendo atingido, o que provocou a fratura do braço direito. O vereador foi prontamente socorrido e recebeu atendimento médico imediato.

Ainda conforme a assessoria, Jurandy Carvalho está internado no Hospital Dom Pedro de Alcântara (HDPA), encontra-se consciente, com estado de saúde estável e sem gravidade. Ele deverá passar por uma cirurgia de pequeno porte.


Nesta quinta-feira (15), horas após determinar a transferência do ex-presidente Jair Bolsonaro da Superintendência da Polícia Federal (PF) para o 19° Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, unidade que integra o Complexo Penitenciário da Papuda e é conhecido como Papudinha, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse ter feito “o que tinha que fazer”.

A fala foi proferida durante a formatura da 194ª turma de Direito da Universidade de São Paulo, que aconteceu no Teatro Vibra São Paulo, em Vila Almeida, na Zona Sul da capital paulista. No momento em que deu a declaração, Moraes, que foi patrono da turma, comentava a duração das falas proferidas no evento.

– Vocês percebem que ninguém cumpriu os três minutos, quase tive que tomar algumas medidas. Mas me contive hoje, acho que hoje já fiz o que tinha que fazer – disse, em fala que foi recebida com gritos de empolgação e aplausos do público presente ao evento.

Algumas horas antes, o ministro determinou que o ex-presidente Jair Bolsonaro fosse transferido da sede da Polícia Federal, em Brasília, para o batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal (PM-DF), mais conhecido como Papudinha.

Preso na Superintendência desde novembro do ano passado, o político conservador vinha reclamando das condições da cela, principalmente pelo barulho do ar-condicionado que o impedia de dormir. A PF chegou a lhe entregar um tampão de ouvido para abafar o ruído e, dias depois, concordou em desligar o equipamento no período da noite.

Fora isso, a defesa do ex-presidente também solicitava prisão domiciliar, por entender que o estado de saúde de Bolsonaro exige acompanhamento constante. Mas, ao contrário do pedido, Moraes decidiu enviá-lo ao batalhão da PM-DF, onde outros condenados por tentativa de golpe de Estado também estão presos.

Assim, Bolsonaro passará a cumprir a pena de 27 anos e três meses de prisão onde estão o ex-ministro Anderson Torres e o ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF) Silvinei Vasques. Ao decidir pela transferência, inclusive, Moraes chegou a usar um tom sarcástico em relação ao líder conservador ao dizer que o cumprimento de pena não era “uma estadia hoteleira” ou uma “colônia de férias”.

– Ressalte-se, entretanto, que essas condições absolutamente excepcionais e privilegiadas não transformam o cumprimento definitivo da pena de Jair Messias Bolsonaro, condenado pela liderança da organização criminosa na execução dos gravíssimos crimes praticados contra o Estado Democrático de Direito e suas instituições, em uma estadia hoteleira ou em uma colônia de férias – disse Moraes.

*Pleno.News
Foto: Reprodução/Print Instagram Toy Formaturas


O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a abertura de um novo inquérito para investigar o suposto vazamento de dados fiscais de ministros da Corte, possivelmente ocorrido por meio de órgãos como o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) e a Receita Federal.

A apuração, relatada pelo próprio Moraes, foi instaurada sem provocação da Procuradoria-Geral da República (PGR) ou da Polícia Federal (PF), um procedimento considerado incomum, embora autorizado pelo Regimento Interno do STF. A investigação tramita sob sigilo e teve sua existência revelada pelo portal Poder360, com confirmação da Agência Brasil.

A iniciativa ocorre após reportagens apontarem relações entre familiares de ministros do Supremo e o Banco Master, instituição envolvida em um escândalo de fraude financeira que também é objeto de investigação no STF, sob relatoria do ministro Dias Toffoli.

Entre as informações divulgadas, está a venda de participação em um resort no Paraná por irmãos e primos de Toffoli a um fundo ligado a Fabiano Zettel, cunhado e sócio de Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master. Ambos já foram alvo de mandados de busca e de prisão temporária no âmbito do inquérito conduzido pelo próprio Toffoli.

Em dezembro, o jornal O Globo revelou ainda que o escritório de advocacia administrado por Viviane Barci, esposa de Alexandre de Moraes, firmou um contrato de R$ 129 milhões para representar o Banco Master, antes de o escândalo vir a público. Moraes suspeita que detalhes dessas relações tenham sido vazados a partir do Coaf ou da Receita Federal.

O ministro nega ter atuado em favor do Banco Master junto ao Banco Central. Segundo ele, uma reunião com o presidente da instituição, Gabriel Galípolo, tratou exclusivamente da Lei Magnitsky, aplicada pelo governo dos Estados Unidos contra o magistrado.

No dia 27 de dezembro, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, decidiu arquivar o pedido de investigação contra Alexandre de Moraes e sua esposa no caso envolvendo o Banco Master. Para Gonet, há “absoluta ausência de lastro probatório mínimo” que sustente as acusações.

Segundo o procurador-geral, as reportagens não apresentaram elementos concretos ou indícios materiais que confirmem a tese de intimidação, permanecendo no campo das suposições. Em relação ao contrato firmado entre o escritório de Viviane Barci e o banco, Gonet afirmou não haver, a princípio, qualquer indício de ilegalidade que justifique intervenção.

“A representação fundamenta-se estritamente em matérias jornalísticas – fontes secundárias destituídas de confirmação probatória autônoma – e carece de diligências prévias que lhes confiram consistência jurídica”, concluiu.

Apesar das críticas de membros do Ministério Público, juristas e especialistas, a abertura de inquéritos de ofício por ministros do Supremo está prevista no Regimento Interno da Corte. O Artigo 43 estabelece que, ocorrendo infração penal na sede ou dependências do Tribunal, o presidente pode instaurar investigação ou delegar a atribuição a outro ministro.

Atualmente, Alexandre de Moraes exerce interinamente a presidência do STF, em razão do recesso do Judiciário e da ausência do presidente Edson Fachin. As revelações relacionadas ao caso Banco Master levaram Fachin a defender a criação de um código de conduta para ministros de tribunais superiores.

Em discurso de encerramento do ano de 2025, o ministro afirmou que o tema está entre as prioridades do Supremo para este ano.

*Metro1
Foto: Bruno Peres/Agência Brasil


Ex-presidente pediu atendimento médico e foi acompanhado por profissional de saúde durante a noite

Bolsonaro deixa UTI cirurgia Brasília
Bolsonaro foi transferido para o 19º Batalhão da Polícia Militar (PMDF), conhecido como Papudinha | Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil 

O ex-presidente Jair Bolsonaro voltou a apresentar uma forte crise de soluços antes de sua transferência da Superintendência da Polícia Federal (PF) para o 19º Batalhão da Polícia Militar (PMDF), conhecido como Papudinha, em Brasília. De acordo com a emissora SBT, ele pediu que chamassem um médico.

A transferência ocorreu ainda sob a crise de soluços. Ao chegar na Papudinha, Bolsonaro realizou exames de corpo de delito e retornou à prisão. Durante a madrugada desta sexta-feira, 16, porém, ele ainda não havia melhorado.

Ainda de acordo com a emissora, Bolsonaro recebeu tratamento cordial ao chegar à nova prisão. Uma médica tenente, de plantão no local, acompanhou o ex-presidente durante a noite. Já o médico pessoal que o acompanha deve visitá-lo nesta sexta-feira.

Transferência de Bolsonaro da prisão

No início da noite de quinta-feira, Bolsonaro recebeu a visita de advogados e da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. Ela levou comida para o ex-presidente.

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a transferência de Bolsonaro de prisão, que ficará em uma sala de Estado-maior no local. O batalhão fica localizado no Complexo Penitenciário da Papuda, no Distrito Federal. 

Segundo o STF, a cela ocupada pelo ex-presidente é igual à que Anderson Torres, ex-ministro da Justiça, e Silvinei Vasques, ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal, cumprem pena. O espaço comporta 4 pessoas, mas será usado exclusivamente para o ex-presidente.

Informações Revista Oeste

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