Neste domingo (5), a primeira-dama Janja da Silva publicou um vídeo no qual ela aparece preparando um almoço de Páscoa, na companhia do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O cardápio foi carne de paca – um roedor de grande porte.

Janja conta que a carne presisou ficar dois dias no tempero com alho, tempero verde e ervas, “porque carne de caça pede ervas”.

Após acompanhar o preparo, Lula aparece depois de já ter comido elogiando a esposa.

– Eu acabei de comer a paca. Eu duvido que algum lugar do país alguém já comeu uma paca tão gostosa como essa paca que eu comi hoje. Divina. Parabéns, Janjinha – disse.

Janja encerra a gravação pedido para participar do programa matinal de Ana Maria Braga, na TV Globo.

A carne de paca é considerada um produto nobre e de alto valor, com o quilo custando, em média, entre R$ 150 e R$ 290. Nos comnetários da publicação, Janja disse que foi “um presente de um produtor legalizado”.

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TSE informa que a exigência segue a legislação eleitoral

© Marcelo Camargo/Agência Brasil

Hoje (4) é o último dia para os partidos políticos e as federações que desejam participar do pleito registrem seus estatutos no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

De acordo com o TSE, a legislação eleitoral estabelece que “partidos e federações precisam estar regularmente constituídos com pelo menos seis meses de antecedência do 1º turno das eleições”, marcadas para o dia 4 de outubro.

Também acaba neste sábado o prazo para que candidatas e candidatos tenham domicílio eleitoral na circunscrição onde pretendem concorrer e para que estejam com a filiação partidária devidamente aprovada pelo partido.

O Tribunal informa que a “exigência segue a legislação eleitoral, embora as agremiações possam estabelecer prazos mais longos nos respectivos estatutos”.

Desincompatibilização

Outro prazo que termina neste sábado deve ser observado por ocupantes de cargos do Poder Executivo. De acordo com a legislação eleitoral, ocupantes de cargos como ministros de Estado, governadores e prefeitos, que pretendem se eleger para outros cargos, têm que se afastar da função no prazo máximo de até seis meses antes da data das eleições.

A exigência da chamada desincompatibilização de cargos, segundo o TSE, serve para impedir que haja abuso de poder econômico ou político nas eleições por meio do uso de recursos da administração pública, assegurando a paridade entre os candidatos em disputa.

Com informações da Agência Brasil.


Nesta quinta-feira (2), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) rebateu declarações do deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ). Mais cedo, o petista afirmou que Flávio iria acabar com o Pix.

O comentário de Lindbergh surgiu em função de um relatório do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos, que criticou o sistema de pagamentos instantâneos do Brasil, o Pix. De acordo com o documento anual do comércio americano, as empresas dos EUA temem que Banco Central (BC) dê tratamento preferencial ao sistema do Pix, em detrimentos de outros sistemas de pagamentos.

– O “patriotismo” do Flávio Bolsonaro acaba onde começam as ordens do Trump. A Casa Branca atacando o nosso Pix e a nossa soberania e o ele em silêncio absoluto. Prefere bater palma para americano do que defender o que facilita a vida de milhões de brasileiros. É a prova de que ele não tá nem aí para o Brasil e pro brasileiro, só pro projeto de poder dos amigos lá de fora e pros interesses da família Bolsonaro. FLÁVIO VAI ACABAR COM O PIX. O PIX É DO BRASIL – escreveu o deputado do PT na rede social X.

Em resposta, Flávio disse que trata-se de uma fake news.

– Para a esquerda e para o PT parece que todo dia é dia de mentir. E a fake news de hoje: o PT dizendo que eu vou acabar com o Pix. É lógico que é uma mentira – esclareceu.

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Foto: Reprodução/ Print de vídeo redes sociais Flávio Bolsonaro


Presidente afirmou que “ninguém” fará nosso país mudar a ferramenta

Luiz Inácio Lula da Silva Foto: Ricardo Stuckert / PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) rebateu, nesta quinta-feira (2), as críticas do governo estadunidense ao Pix, afirmando que a ferramenta pertence ao Brasil e ninguém nos fará mudá-la. A declaração ocorre após um relatório da gestão de Donald Trump afirmar que o Pix tem prejudicado empresas norte-americanas, como Visa e Mastercard.

– Os Estados Unidos fizeram um relatório nesta semana sobre o Pix, disseram que o Pix distorce o comércio internacional, porque o Pix acho que cria problema para a moeda deles. O que é importante a gente dizer para quem quiser nos ouvir: o Pix é do Brasil, e ninguém vai fazer a gente mudar o Pix pelo serviço que ele está prestando à sociedade brasileira – afirmou ele, durante visita a obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) de Salvador, na Bahia.

O petista acrescentou, porém, que o que pode ser feito é o aprimoramento do sistema de pagamentos instantâneos para que ele continue “mudando a vida de mulheres e homens brasileiros”.

Lula já estava finalizando seu discurso quando foi alertado pelo ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social, Sidônio Palmeira, para abordar o tema do Pix antes de encerrar. Há uma avaliação interna do governo de que o discurso de defesa da soberania eleva a popularidade do presidente, que concorre à reeleição este ano.

O relatório estadunidense elaborado pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) e divulgado nesta quarta-feira (1°) afirma que o Banco Central “criou, detém, opera e regula” a ferramenta. Manifesta ainda a preocupação de que haja tratamento preferencial à plataforma em relação a serviços estrangeiros.

Vale lembrar que em agosto do ano passado, o governo Donald Trump já havia mencionado o Pix como uma “possível prática desleal”, também em uma apuração conduzida pelo USTR.

Informações Pleno News


O secretário municipal de Educação de Feira de Santana, Pablo Roberto, decidiu permanecer no cargo e não disputar uma vaga como deputado federal, após pedido público do prefeito José Ronaldo de Carvalho.

“Se você quer ser candidato, Deus lhe abençoe. Mas eu desejo que você continue sendo secretário. É uma decisão sua, eu não mando em você”, afirmou Zé Ronaldo.

Pablo destacou que a decisão foi baseada em diálogo e responsabilidade.

“Vamos continuar investindo e trabalhando para que todas as crianças estejam alfabetizadas. Vou permanecer como secretário municipal, ajudando na gestão e na educação”, declarou.


Ex-deputado desafiou o ministro a enviar uma carta rogatória para que ele responda diretamente dos Estados Unidos

Eduardo Bolsonaro faz acusação direta a Alexandre de Moraes | Foto: Reprodução/Montagem sobre redes sociais
À esquerda, Eduardo Bolsonaro; à direita, Alexandre de Moraes | Foto: Reprodução/Montagem sobre redes sociais

Eduardo Bolsonaro (PL-SP) reagiu à investigação aberta pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para apurar um vídeo feito pelo ex-deputado, durante a Conferência da Ação Política Conservadora (CPAC).

“Moraes, eu te desafio a mandar uma carta rogatória para mim, aqui nos Estados Unidos, que eu te respondo fazendo uma transmissão ao vivo”, disse Eduardo.

O magistrado resolveu apurar o episódio da CPAC, em virtude de o conteúdo ter sido supostamente direcionado ao ex-presidente Jair Bolsonaro, que, atualmente, cumpre uma série de medidas restritivas, após obter regime domiciliar temporário.

Comparação com Flávio Bolsonaro

Flávio Bolsonaro
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) é pré-candidato à Presidência da República pelo Partido Liberal (PL) | Foto: Saulo Cruz/Agência Senado

O ex-deputado disse que a investigação conduzida por Moraes tem caráter intimidatório. 

Conforme ele, “Alexandre de Moraes é maluco, tem um fetiche comigo”.

“Acho que deve sonhar comigo, por isso que ele fica tentando fazer essas ordens”, declarou Eduardo. “Ele, na verdade, tenta me intimidar.”

Eduardo comparou seu caso ao do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), ao mencionar que o pré-candidato à Presidência publicou vídeo semelhante sem enfrentar consequências.

“Por que, quando eu faço, vira problema?”, indagou Eduardo. “Porque ele quer pegar uma base de pessoas que não acompanham a política ou que sejam mais ignorantes, para achar que o Eduardo Bolsonaro está dando dor de cabeça ao Jair Bolsonaro. Ou seja, ele quer me calar.”

Questionamentos sobre acesso a dados pessoais

O ex-parlamentar também acusou Moraes de solicitar acesso a seus dados pessoais a plataformas digitais.

Ele alegou que esse pedido teria sido citado em relatório do Comitê Judiciário da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos.

“Eu quero que Alexandre de Moraes me intime”, voltou a dizer Eduardo. “Quero que ele pare de ficar pedindo às plataformas, utilizando meios ilícitos para pegar meus dados pessoais, como explanou agora esse relatório da CCJ americana, onde ele pede às plataformas de redes sociais dados pessoais meus.”

Informações Revista Oeste


O ex-vereador carioca diz que seu pai ainda enfrenta crises de soluços e que a ‘saúde dele se deteriora rapidamente’

Carlos Bolsonaro e Jair Bolsonaro
Carlos Bolsonaro visitou o ex-presidente em sua residência, onde cumpre prisão domiciliar | Foto: Reprodução/Redes sociais 

O ex-vereador carioca Carlos Bolsonaro (PL) utilizou suas redes sociais para descrever o primeiro encontro com o pai, Jair Bolsonaro, logo que o ex-presidente iniciou o cumprimento de prisão domiciliar em Brasília. Segundo o relato publicado nesta quarta-feira, 1º, o estado de saúde do ex-chefe do Executivo apresenta sinais de declínio acelerado. Carlos destacou que o pai ainda sofre com “crises de soluços intermináveis” e que o cerceamento da liberdade tem agravado comorbidades preexistentes.

Apesar do quadro clínico, o filho do ex-presidente reforçou a resiliência do pai diante da condenação de 27 anos e três meses de reclusão. Carlos classificou a situação atual como “menos pior do que uma prisão” em regime fechado, mas reiterou a tese de inocência da família. “Tenho absoluta certeza de que, independentemente da maldade que tentam impor a um homem inocente, ele jamais se entregará”, afirmou.

Regras rígidas e isolamento

A visita de Carlos ocorreu sob o estrito protocolo estabelecido pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. A decisão que permitiu a transferência de Bolsonaro para sua residência no dia 24 de março impõe condições severas: o ex-presidente é monitorado por tornozeleira eletrônica e está terminantemente proibido de utilizar telefones celulares, gravar vídeos ou acessar redes sociais e a internet.

O regime de visitas é cronometrado. Os filhos só possuem autorização para entrar na residência às quartas-feiras e aos sábados, em janelas específicas de duas horas, dividindo esse tempo entre os irmãos. Apenas advogados e médicos selecionados têm permissão de ingresso, enquanto a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e a filha caçula Laura mantêm circulação livre por residirem no local. No entorno do imóvel, a Polícia Militar do Distrito Federal mantém um bloqueio para impedir aglomerações em um raio de um quilômetro.

Bolsonaro foi para domiciliar depois de internação

A mudança para o regime domiciliar, com validade temporária de 90 dias, aconteceu com a conclusão de um período de internação hospitalar. No dia 13 de março, Bolsonaro sofreu um mal-estar súbito em sua cela e precisou de atendimento de urgência no Hospital DF Star. O diagnóstico apontou pneumonia bacteriana decorrente de broncoaspiração.

A defesa do ex-presidente obteve a conversão da pena logo que a equipe médica concedeu alta, argumentando a necessidade de cuidados específicos que o sistema prisional comum não poderia oferecer. Mesmo em ambiente doméstico, Carlos Bolsonaro descreve o cenário como uma “missão” contínua, afirmando que a “máquina” do pai permanece ativa, apesar das limitações físicas e jurídicas impostas pela Suprema Corte.

Informações Revista Oeste


Um vídeo publicado pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) em resposta à primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, ultrapassou 21 milhões de visualizações em pouco mais de 24 horas nas redes sociais. No mesmo período, o vídeo original da mulher de Lula sobre o tema não chegou a 900 mil visualizações.

A manifestação de Janja foi publicada na última sexta-feira (27) e tratou do projeto de lei que criminaliza o discurso de misoginia, aprovado pelo Senado. No vídeo, ela criticou um grupo de homens nas redes sociais e direcionou a fala ao parlamentar, sem, no entanto, mencionar seu nome.

– Eu quero dizer que enquanto você, deputado, se preocupava em produzir um vídeo cheio de mentiras e protegendo aqueles homens que vão pra internet disseminar discurso de ódio, uma mulher era assassinada.

A primeira-dama também afirmou que continuará defendendo o combate ao discurso de ódio contra mulheres.

– Nós, mulheres, não vamos desistir. Nem eu, deputado, não se preocupe. Eu vou estar sempre ao lado das mulheres nessa luta contra esse discurso de ódio. Eu não vou desistir.

Após a publicação, Nikolas Ferreira gravou um vídeo reagindo às declarações. O deputado afirmou que o projeto não trata de violência contra mulheres, mas de controle sobre o que pode ser dito na internet.

– Obrigado, Janja, por mostrar que agora eu tenho mais do que certeza de que eu tô no caminho certo.

Na gravação, o parlamentar também criticou o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e acusou a primeira-dama de tentar atribuir a ele responsabilidade por crimes contra mulheres.

– Até mesmo porque as pessoas compreenderam que esse projeto não tem nada a ver com violência doméstica, agressão contra a mulher ou até mesmo morte contra as mulheres.

Nesta segunda-feira (30), Janja publicou um novo vídeo sobre o tema. Na gravação, ela exibe manchetes de notícias sobre casos de mulheres assassinadas e, na legenda da publicação, acusa o deputado de mentir.

Diante de diversos comentários críticos ao governo de seu marido, a primeira-dama decidiu restringir os comentários na publicação.

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O prefeito de Jequié e pré-candidato a vice-governador da Bahia, Zé Cocá, fez críticas nesta segunda-feira (30) ao ministro da Casa Civil e pré-candidato ao Senado, Rui Costa. Em conversa com a imprensa, ele afirmou que recentes declarações do ex-governador têm tido repercussão negativa e classificou o comportamento como arrogante.

De acordo com Zé Cocá, as falas do ministro, tanto em entrevistas quanto nas redes sociais, vêm sendo mal recebidas por parte da população. “Se observar os comentários em redes e sites, a repercussão não tem sido boa. Essa postura arrogante tem pesado contra ele”, disse.

O gestor também relembrou a eleição municipal em Jequié, quando enfrentou candidatos apoiados pelo governo estadual e saiu vitorioso com ampla vantagem. “Na eleição passada ele adotou um discurso semelhante e, logo depois, vencemos com 92% dos votos”, destacou.

Ainda segundo o prefeito, lideranças importantes do grupo governista estiveram na cidade durante a disputa para apoiar seus adversários. “O governo tinha um candidato forte, Rui Costa esteve presente, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva gravou vídeo e o governador Jerônimo Rodrigues foi várias vezes ao município, mas conseguimos virar o jogo e ganhar a eleição”, afirmou.

Para Zé Cocá, o cenário político é dinâmico e o impacto das declarações se intensifica com o alcance das redes sociais. “Hoje tudo ganha uma proporção maior, as pessoas acompanham e reagem rapidamente”, pontuou.

Apesar das críticas, ele acredita que o ministro já percebeu o efeito negativo das falas. “Acho que ele já sentiu isso e até diminuiu um pouco o tom nos últimos dias”, concluiu.

A declaração foi dada durante evento político realizado em Feira de Santana, que reuniu lideranças da oposição e marcou o pré-lançamento da chapa encabeçada por ACM Neto para as eleições estaduais.


O ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao Governo da Bahia, ACM Neto, participou nesta segunda-feira (30) de um evento político em Feira de Santana que marcou a oficialização de uma chapa para a disputa estadual. O encontro foi conduzido pelo prefeito do município, José Ronaldo de Carvalho, e reuniu diversas lideranças políticas.

A composição anunciada traz ACM Neto como pré-candidato ao governo, tendo o prefeito de Jequié, Zé Cocá, como pré-candidato a vice-governador. Para o Senado, foram apresentados os nomes de João Roma e do senador Ângelo Coronel como pré-candidatos.

Durante o evento, ACM Neto destacou que o grupo político chega mais preparado para a próxima eleição e reconheceu que houve falhas no pleito anterior. Ele também ressaltou a importância da parceria com o prefeito de Feira de Santana, afirmando que, caso seja eleito, pretende fortalecer a relação com o município.

“Se Deus permitir que a gente ganhe, Feira de Santana vai ver a maior parceria nunca vista na sua história: o meu trabalho ao lado de Zé Ronaldo. Começou aqui em Feira um ato político muito relevante, de alto significado”, declarou.

O ato político contou com a presença de deputados, prefeitos e vereadores de diversas regiões da Bahia, reforçando o apoio ao grupo e marcando o início das articulações para as eleições estaduais.