Sergio Lima vai comandar a comunicação do pré-candidato à Presidência pelo Avante
O pré-candidato a presidente da República Augusto Cury (Avante) | Foto: Reprodução/YouTube/augustocury
Recém-lançado pré-candidato à Presidência da República, o psiquiatra e escritor Augusto Cury (Avante) já definiu o responsável por sua estratégia de comunicação. O marqueteiro será Sergio Lima, que até março deste ano integrava a equipe digital da pré-campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL).
Lima também colaborou nas campanhas presidenciais de Jair Bolsonaro em 2018 e 2022, com atuação voltada principalmente aos meios digitais. Ele integrou ainda o grupo que tentou viabilizar, em 2019, a criação do partido Aliança pelo Brasil, projeto patrocinado pelo então presidente, mas que acabou não saindo do papel por falta de assinaturas para o registro.
Cury: busca de engajamento online
Além disso, o marqueteiro trabalhou em campanhas de outras legendas e projetos políticos, com foco na produção de conteúdo para redes sociais e posicionamento digital de candidatos. A partir de agora, ele deve iniciar a elaboração do material da pré-campanha de Cury, com prioridade para vídeos, peças gráficas e estratégias de engajamento online.
O marqueteiro Sérgio Lima, reforço na pré-campanha de Augusto Cury | Foto: Reprodução/Redes sociais
O objetivo inicial será apresentar o escritor a um público mais amplo do que o formado por seus leitores habituais. Aliados avaliam que o alcance já consolidado nas redes sociais pode servir como ponto de partida relevante para a campanha. Apenas no Instagram, o autor de best-sellers de autoajuda soma mais de 8 milhões de seguidores.
No YouTube, considerada a plataforma de maior penetração para conteúdos mais densos e explicativos, Cury reúne mais de 1,5 milhão de pessoas inscritas. No canal, o agora pré-candidato se apresenta como “fundador da escola da inteligência, programa educacional para gestão emocional, com mais de 400 mil alunos”.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 40,4% das intenções de voto e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), 37%, segundo pesquisa Meio/Ideia publicada nesta quarta-feira (8). O resultado significa que os dois estão empatados tecnicamente. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais.
Os dados são relativos ao cenário estimulado de primeiro turno, mas o empate técnico se repete no segundo turno: Flávio, com 45,8%, ultrapassa numericamente Lula, que tem 45,5%.
O levantamento aponta também para uma disputa estabilizada neste momento. Na rodada anterior, em março, Lula tinha 40,3% e Flávio, 35%, no primeiro turno – ambos oscilaram dentro da margem.
No segundo pelotão, três nomes estão empatados tecnicamente. Ronaldo Caiado (PSD) tem 6,5% e Renan Santos (Missão) e Romeu Zema (Novo), registraram 3% das intenções de voto cada.
Indecisos são 8,5% e brancos e nulos, 1%. Aldo Rebelo (DC) tem 0,6%.
A pesquisa Meio/Ideia entrevistou 1.500 pessoas entre os dias 3 e 7 de abril. O nível de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-00605/2026-BRASIL.
*AE Fotos: Sebastiao Moreira/EFE e Edilson Dantas/Agência O Globo
Presidente do Banco Central participou de CPI do Crime Organizado no Senado nesta quarta-feira, 8
Galípolo diz que Lula lhe mandou ser ‘o mais técnico possível’ | Foto: Lula Marques/Agência Brasil
O presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, confirmou à CPI do Crime Organizado, nesta quarta-feira, 8, que esteve presente em uma reunião no Palácio do Planalto com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e ministros do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Segundo o presidente do BC, ele foi informado por Lula que deveria comparecer a uma reunião para tratar de assuntos bancários. Estavam presentes no encontro Daniel Vorcaro, o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, o empresário baiano Augusto Lima, o ministro da Casa Civil Rui Costa e o ministro de Minas Energias Alessandro Silveira.
“Recebi, a seguinte instrução do presidente: ‘Seja técnico, o mais técnico possível, você tem toda autonomia nesse processo para você perseguir, seja quem for e investigar, seja quem for, mas também não faça nenhum tipo de pirotecnia”, explicou Galípolo. “A orientação sempre foi essa.”
A CPI do Crime Organizado tenta esclarecer o papel de servidores do Banco Central e apurar eventuais vínculos de profissionais do sistema financeiro com esquemas de lavagem de dinheiro e fraudes que envolvem o Banco Master.
Segundo o requerimento, a presença de Galípolo na reunião com Vorcaro “levanta questionamentos legítimos”. Para o colegiado, será necessário esclarecer “a finalidade institucional do encontro e possíveis desdobramentos regulatórios”.
Daniel Vorcaro: em uma década, patrimônio cresceu cerca de mil vezes, conforme a Receita Federal | Foto: Reprodução/X
Banco Central no alvo da CPI
O colegiado também marcou o depoimento do ex-presidente do Banco Central Roberto Campos Neto para esta quarta-feira. Diferentemente do atual presidente da autoridade monetária, que foi convidado, Campos Neto foi convocado pelo colegiado, o que levaria a obrigatoriedade de comparecimento, mas ele não veio.
Esta é a terceira vez que a comissão tentou ouvir o economista. Campos Neto não compareceu à sessão da terça-feira 31, assim como faltou à reunião de 3 de março.
O ex-presidente do Banco Central optou por não ir à CPI, em nenhuma das convocações, depois da decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, que tornou sua presença facultativa ao conceder um habeas corpus.
Ex-deputado se encontra nos EUA, depois de condenação pelo STF
O ministro Alexandre de Moraes, em sessão da 1ª Turma do STF – 5/8/2025 | Foto: Ton Molina/Foto Arena/Estadão Conteúdo
Nesta quarta-feira, 8, o governo Lula atualizou o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), sobre o processo de extradição do ex-deputado Delegado Ramagem (PL-RJ).
Conforme o ofício, o Ministério da Justiça solicitou ao Itamaraty novas informações a respeito do andamento do pedido.
De acordo com o documento, a pasta aguarda retorno para, então, comunicar ao STF assim que houver atualização dos trâmites.
Em novembro do ano passado, a 1ª Turma do STF condenou Ramagem a 16 anos de prisão, em virtude de suposta tentativa de golpe de Estado.
Por isso, o ex-deputado deixou o Brasil e, atualmente, vive nos Estados Unidos (EUA).
A mulher e parte da família dele também se encontram com ele no país.
Nesse ínterim, Moraes determinou a abertura de um processo de extradição.
Processo de extradição de Ramagem
O delegado federal Alexandre Ramagem, diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência, durante sabatina na Comissão de Relações Exteriores do Senado – 26/6/2019 | Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado
No mês seguinte à condenação de Ramagem, e por causa da ausência em território nacional, Moraes determinou o começo do processo de extradição.
Segundo a Polícia Federal, Ramagem saiu pela fronteira do Brasil com a Guiana, sem passar por nenhum posto migratório.
Ele embarcou no Aeroporto de Georgetown, com destino aos Estados Unidos, onde entrou com passaporte diplomático.
Com a entrada do Novo, ACM Neto passa a reunir o apoio de todo o espectro da direita e da centro-direita na corrida pelo governo estadual neste ano
Pré-candidato ao governo da Bahia, o ex-prefeito soteropolitano ACM Neto (União Brasil) ampliou, nesta terça-feira (7), sua base de apoio ao receber a adesão do Novo, partido presidido no estado pelo ex-deputado federal José Carlos Aleluia. Cotado para disputar o Palácio de Ondina, Aleluia optou por retirar sua pré-candidatura em favor da unificação do campo político.
Com a entrada do Novo, ACM Neto passa a reunir o apoio de todo o espectro da direita e da centro-direita na corrida pelo governo estadual neste ano.
“Esse apoio é muito importante porque consolida uma ampla aliança de todos os partidos e forças políticas de oposição ao PT aqui na Bahia. Mostra que não haverá nenhuma divisão no nosso campo político e, portanto, a gente com essa chegada do Novo e com o apoio de Aleluia, sela definitivamente essa primeira etapa das alianças, da montagem dos partidos e agora parte para pré-campanha a todo vapor e com força máxima”, ressaltou o ex-prefeito de Salvador, durante formalização do apoio do Novo à sua pré-candidatura em um evento no Hotel Mercure Rio Vermelho, em Salvador.
Neto também salientou a trajetória de Aleluia e o papel do Novo no cenário político nacional. “Quero fazer um registro de homenagem ao partido Novo. É um partido que faz um trabalho diferenciado neste país, que tem figuras de grande prestígio”, disse, ao citar o ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato a presidente da República Romeu Zema.
Aleluia afirmou, em entrevista à imprensa, que, com a pré-candidatura de ACM Neto, a Bahia tem a oportunidade de encerrar o ciclo de 20 anos do PT no estado.
“Em 20 anos, o PT fez com que a Bahia, que era um estado líder em todos os campos (equilíbrio fiscal, segurança pública, educação, saúde e geração de empregos) passasse a ser o estado na zona de rebaixamento. Nós somos, entre os 10 maiores estados do Brasil, o pior em segurança, educação, saúde pública e o pior em ambiente para gerar emprego. Só isso já justifica unir as forças para vencer o PT”, frisou.
O ex-parlamentar federal avalia que a oposição tem condições de vencer já no primeiro turno. Para ele, esse cenário é viável. “O interior da Bahia está com Jerônimo hoje porque é governista. Mas vamos mostrar que venceremos no primeiro turno e muitos deles (eleitores do interior) virão para nós ainda rapidamente”, analisou.
Além do Novo e do União Brasil, ACM Neto já conta com o apoio de quatro partidos: PP, PL, Republicanos e PSDB. Os três primeiros, inclusive, integram a sua chapa, com Zé Cocá (PP) como pré-candidato a vice-governador, além de João Roma (PL) e Angelo Coronel (Republicanos) como postulantes ao Senado.
Com essa base de alianças, ACM Neto terá vantagem no tempo de propaganda em relação ao governador Jerônimo Rodrigues (PT), que buscará a reeleição.
De acordo com projeções do escritório do advogado eleitoral Ademir Ismerim, ACM Neto deve ter cerca de 4min57, enquanto Jerônimo Rodrigues, com PT, PCdoB, PV, PDT, PSD e MDB, ficaria com aproximadamente 3min31s. Já o pré-candidato do PSOL, Ronaldo Mansur, teria em torno de 31 segundos. Os números são estimativas, e os tempos oficiais serão definidos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O pré-candidato ao governo do estado, ACM Neto (União), reforçou que os membros do grupo de oposição terão “indepêndencia” para os seus apoios aos candidatos à presidência nesta ano. Em declaração nesta terça-feira (7), Neto afimou que é preciso “ter maturidade” e aceitar as decisões de sua base aliada, que é composta por políticos de diferentes partidos.
“Cada um vai ter a liberdade de fazer a escolha que achar correta. João Roma, já há algum tempo, havia anunciado que é natural o seu apoio à pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro. Assim como a Aleluia, que chega hoje, apoia a pré-candidatura de Zema, pelo Novo. A gente tem que ter a maturidade de conviver com essas opções partidárias, distintas, e respeitar esse posicionamento. […] Essa maturidade que é o que nos faz estarmos aqui, PL, Novo, Republicanos, PSDB, PP, União Brasil… Enfim, partidos que integram a nossa aliança, que vão marchar, se Deus quiser, a vitória deste ano”, disse Neto.
A fala de ACM Neto ocorre após o senador Angelo Coronel (Republicanos) declarar seu voto no pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL). O anúncio foi feito em entrevista à Rádio Antena 1 Salvador, no programa Bahia Notícias no Ar, nesta segunda-feira (6). Na ocasião, o pré-candidato à reeleição afirmou que não poderia votar em outro presidenciável que não fosse o “amigo Flávio”.
APOIO DO NOVO ACM Neto também exaltou o apoio do partido Novo nesta terça-feira (7), após a retirada da pré-candidatura de José Carlos Aleluia. Segundo ele, a movimentação significa a “união de todas as forças da oposição”. Neto também avaliou que a divisão de candidaturas para enfrentar o PT na última eleição acabou enfraquecendo o bloco oposicionista.
“É um apoio muito importante porque ele significa a união de todas as forças políticas que fazem oposição ao PT na Bahia. Na eleição passada, nós nos dividimos e isso acabou gerando um segundo turno e contribuiu para a nossa derrota. Aprendemos a nossa lição e aí a gente trabalhou agora ao longo dos últimos meses para construir não só uma chapa vitoriosa, mas uma aliança que junta todos esses partidos com a adesão do Novo, agora um dos principais partidos do Brasil”, avaliou Neto.
Uma pesquisa realizada pelo Instituto Veritá, divulgada nesta segunda-feira (6), indica a vantagem do ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), na corrida eleitoral deste ano. De acordo com a pesquisa, ele aparece com 47,3% das intenções de voto, enquanto o governador Jerônimo Rodrigues (PT) soma 30,9%.
Na mesma sondagem, Ronaldo Mansur (PSOL) surge em terceiro lugar, com 1,8% das intenções. Votos brancos e nulos representam 19,1%, enquanto 0,9% afirmaram optar por outros nomes.
O levantamento também avaliou o quesito rejeição, neste cenário 46,9% dos entrevistados afirmaram que não votariam em Jerônimo Rodrigues de forma alguma. Já ACM Neto registra índice de rejeição de 21,5%. O ex-deputado José Carlos Aleluia aparece com 10,8%.
O estudo foi realizado entre os dias 13 e 19 de março de 2026, com 2.020 eleitores entrevistados. O levantamento está registrado sob os números TRE-BA 02245/2026 e TSE BR-08385/2026.
Exigência trata da qualificação de indicado pela defesa para prestar assistência ao ex-presidente durante recuperação médica
Alexandre de Moraes questiona qualificação do irmão de criação de Michelle Bolsonaro | Foto: Luiz Silveira/STF
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou nesta segunda-feira, 6, que a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro apresente a qualificação de Carlos Eduardo Antunes Torres para avaliar sua inclusão como acompanhante.
O pedido partiu da defesa na quinta-feira 2. Os advogados solicitaram autorização para que Torres acompanhe Bolsonaro durante o período de recuperação.
Defesa alega que Michelle Bolsonaro precisa realizar atividades fora de casa e não pode ficar 24h com Bolsonaro I Foto: Divulgação/Palácio do Planalto
Segundo a defesa, o irmão de criação de Michelle Bolsonaro poderia prestar assistência ao ex-presidente. A justificativa menciona compromissos fora de casa.
Os advogados também citaram que a filha mais nova e a enteada de Bolsonaro possuem atividades escolares e profissionais, o que limitaria a disponibilidade para acompanhamento integral.
A defesa afirmou ainda que Torres já auxiliou Bolsonaro em outras ocasiões. Antes do regime fechado, ele cuidava da entrega de refeições ao ex-presidente.
Torres é pré-candidato a deputado distrital no Distrito Federal e já concorreu nas eleições de 2018 e 2022.
Apesar disso, a decisão inicial estabelece que profissionais de saúde qualificados, como enfermeiros ou técnicos, devem realizar o acompanhamento diário, em regime de 24 horas. Como a defesa não apresentou essa comprovação, Moraes determinou o envio das informações.
Situação de saúde de Bolsonaro e autorizações adicionais
Bolsonaro permanecerá em prisão domiciliar por 90 dias, período no qual o ministro avaliará a manutenção da medida. O ex-presidente se recupera de broncopneumonia bacteriana e deve passar por cirurgia no ombro direito.
A equipe médica condicionou o procedimento à recuperação completa do quadro respiratório.
No mesmo despacho, Moraes autorizou a inclusão do ortopedista Alexandre Firmino Paniago na lista de profissionais de saúde. Com isso, o médico poderá realizar visitas sem comunicação prévia.
Já o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) foi registrado como advogado do ex-presidente. Nessa condição, ele não precisa de autorização para realizar visitas.
Texto prevê cancelamento de multas, extinção de processos e suspensão de condenações relacionadas a bloqueios e manifestações
Deputada federal Caroline de Toni (PL-SC) | Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados
A deputada Caroline De Toni (PL-SC) apresentou, na última quinta-feira, 2, uma proposta para conceder anistia a caminhoneiros e motoristas penalizados por participação em manifestações e bloqueios ocorridos no país em 2022.
Pelo texto, a anistia abrange sanções nas esferas administrativa, civil e penal, incluindo multas aplicadas por decisões judiciais ou administrativas, processos em curso e condenações já transitadas em julgado. Nesses casos, os efeitos das punições seriam suspensos automaticamente.
O Projeto de Lei n° 1.590/2026 também determina o cancelamento de multas já aplicadas — inclusive aquelas inscritas em dívida ativa — e a interrupção de cobranças em andamento. A medida teria alcance nacional, independentemente do órgão responsável pela penalização.
Na justificativa, a autora argumenta que as punições decorrentes dos atos de 2022 foram desproporcionais e questiona o que classifica como intensificação de sanções em período eleitoral. O texto sustenta ainda que há um conflito entre direitos fundamentais, como o de ir e vir e a liberdade de manifestação, e afirma que decisões judiciais teriam priorizado um em detrimento do outro.
Projeto de anistia cita decisões anteriores do STF
A deputada também menciona decisões do Supremo Tribunal Federal (STF), em especial sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes, ao criticar o que considera falta de equilíbrio na aplicação de sanções. Segundo a parlamentar, não houve, nos casos abrangidos, ações que configurassem ameaça ao Estado Democrático de Direito.
O projeto cita ainda entendimento do STF de que a concessão de anistia é competência exclusiva do Poder Legislativo, ao mencionar julgamento relacionado à revisão da Lei da Anistia. A autora defende a ideia de que a proposta pode servir como instrumento de “pacificação social” e de reequilíbrio entre os Poderes.
O projeto começa a tramitar nas comissões da Câmara e, se aprovado, seguirá para análise do Senado.
Vereador destaca alianças dentro do partido, segue no grupo liderado por José Ronaldo e Pablo Roberto e projeta fortalecimento da legenda no estado
O vereador e pré-candidato a deputado, Jurandy Carvalho, confirmou que vai continuar no Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB). A decisão, segundo ele, leva em conta as relações construídas dentro do partido e o projeto político para as próximas eleições. Ele citou nomes importantes dentro do partido que fazem parte desse alinhamento político.
“Amigos de Feira de Santana e de toda a Bahia, quero dizer que continuo no PSDB por ser um partido onde tenho grandes amizades, como o vice-prefeito Pablo Roberto, o deputado federal Adolfo Viana e os deputados estaduais Thiago Corrêa e Jordávio Ramos. Sigo também no grupo liderado pelo prefeito José Ronaldo de Carvalho e pelo vice-prefeito Pablo Roberto. Existe a possibilidade de formarmos uma chapa forte, com a eleição de quatro ou cinco deputados estaduais e três ou quatro deputados federais. Vamos unir esforços para fortalecer cada vez mais o partido na Bahia”, afirmou.
O vereador também destacou que o momento é de organização e união dentro da sigla e reforçou que pretende intensificar o trabalho político nos próximos meses, mantendo presença nas comunidades e ouvindo as demandas da população.
“A ideia é construir uma candidatura sólida, alinhada com o projeto do partido e voltada para as necessidades da Bahia”, completou.