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Ao reafirmar o seu compromisso com os “princípios e valores éticos e morais”, o vereador Edvaldo Lima (MDB) prometeu esta semana na Câmara ser “implacável na defesa da família original”, em seu novo mandato no Poder Legislativo, a partir de 2021.

“Não deixarei, nesta Casa, passar nenhuma Lei que venha a atingir o seio da família tradicional, a base da sociedade. Pode até chegar, mas não vai ser (tratado) como aconteceu no passado”.

Liderança evangélica no município, o vereador reeleito com quase 5 mil votos (foram 4.848) diz que ama “com o amor de Cristo” mas está sempre pronto “para o confronto, quando tenho de confrontar”.

Agradecido a Deus, aos líderes evangélicos e às famílias, pelo apoio recebido, se considera “com saúde e disposição” para continuar a defender os “ideais do Cristo”.


A cerimônia de diplomação do prefeito eleito Colbert Martins Filho, do vice-prefeito Fernando de Fabinho e dos 21 vereadores que saíram vecedores das urnas no último pleito eleitoral, foi realizada na manhã desta quarta-feira (16), no Fórum Desembargador Filinto Bastos. Em discurso emocionado o prefeito Colbert Filho agradeceu a todos os feirenses, mas fez uma dedicação especial da vitória ao pai, o ex-prefeito Colbert Martins da Silva.

“Sei que onde ele está, está feliz, porque eu segui o seu caminho, que é regra, que é compasso, que é luz pra mim. Meu sentimento hoje é de profunda gratidão aos amigos e amigas e ao povo de Feira de Santana. Ser diplomado como prefeito de Feira de Santana é um desígnio de Deus. Eu estou aqui neste momento porque Deus me escolheu para estar aqui, então, eu recebo isso com humildade, com muita responsabilidade”, declarou.

Colbert ressaltou também que o diálogo com os governos Estadual e Federal será frenquente durante sua gestão. Garantiu que baterá “em todas as portas”. Prometeu que o Executivo, sob seu comando, respeitará e trabalhará de forma harmônica com o Judiciário e com o Poder Legislativo, em seu papel de órgão fiscalizador. “Vou utilizar todo o meu conhecimento, tudo o que eu puder aprender e fazer. Nestes últimos dois anos trabalhei e agora vou trabalhar muito mais”, garantiu.

“A eleição terminou, agora me cabe, como prefeito eleito, governar para todos os feirenses, independentemente das opções ou preferências de cada um”, afirmou. Observa que o momento agora é “da cidade, da cidadania, do crescimento e do desenvolvimento do trabalho de cada um de nós, em prol da melhoria da qualidade de vida da população e do progresso de Feira de Santana”.  


Convidado da Justiça Eleitoral para compor a mesa que presidiu os trabalhos na cerimônia de diplomação dos que se sagraram vencedores do último pleito (prefeito, vice-prefeito e 21 vereadores), nesta quarta (15), o presidente da Câmara de Feira de Santana, José Carneiro Rocha (MDB), declarou que esta é uma data para “ficar marcada em nossa história”. A solenidade realizada pela manhã no Salão do Júri do Fórum Desembargador Filinto Bastos contou com uma plaeia restrita (um representante de cada veículo de omunicação e dois convidados por diplomado). “Quem de nós não se orgulha de estar aqui sendo diplomado para representar o povo da nossa terra, numa instituição respeitada, que é, verdadeiramente, a voz do nosso povo na segundo maior cidade deste estado?”, disse ele, dirigindo-se aos demais eleitos, para em seguida afirmar não ter dúvida de que “teremos 21 vereadores comprometidos com esta cidade, que estarão usando a tribuna da Casa da Cidadania para defender as suas convicções e retribuir a confiança do povo depositada em cada um de nós”.


Os 21 vereadores eleitos, o prefeito Colbert Filho (MDB) e o vice-prefeito Fernando de Fabinho (DEM), foram diplomados na manhã desta quarta-feira (16). A cerimônia aconteceu no Fórum Filinto Bastos.

O Tribunal Reginal Eleitoral (TRE) limitu a quantidade de pessoas no espaço, devido a pandemia de Covid-19.

A juíza Kátia Regina Mendes Cunha, titular da zona eleitoral 154, explicou que a diplomação é a última fase do procedimento eleitoral , na qual os candidatos vão receber os diplomas assinados pela Justiça Eleitoral, atestando que estão aptos para exercer o mandato a partir de 1º de janeiro de 2021.Ela avaliou que as eleições foram positivas e que o Brasil sai na frente em relação aos outros países do mundo devido a urna eletrônica , que é um procedimento extremamente seguro e rápido. De acordo com ela, o resultado das eleições manifesta a vontade do povo.

Rotativo News/com informações do Acorda Cidade

Foto: Carina Góes


Foto: Divulgação/PSC

A Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou na terça-feira (15), o governador afastado do Rio, Wilson Witzel (PSC), o presidente do PSC, Pastor Everaldo, o ex-secretário de saúde do Rio Edmar Santos e outros dez empresários e advogados suspeitos de participação em esquema de propinas na Saúde fluminense.

Segundo a subprocuradora Lindôra Araújo, Witzel pediu e recebeu propinas de R$ 53 milhões em conluio com Edmar Santos e Edson da Silva Torres, apontado como operador financeiro de Pastor Everaldo. Os repasses foram feitos pelo empresário José Mariano Soares de Moraes e visavam garantir o pagamento de restos a pagar da Secretaria de Saúde à organização social Hospital e Maternidade Therezinha de Jesus.

A propina milionária teria sido ocultada por meio de contratos de advocacia firmados pelo escritório Nogueira & Bragança Advogados Associados, e o Hospital e Maternidade Therezinha de Jesus, de José Mariano Soares de Moraes. Ambos foram denunciados, assim como a advogada Juliana Nunes Vieira Leite e o operador Victor Hugo Amaral Barroso.

Lindôra cobra a perda da função pública e o pagamento de indenização de R$ 106,7 milhões por danos morais – valor correspondente ao dobro do que teria sido desviado dos cofres públicos. A defesa de Witzel afirmou que a denúncia ‘é mais uma tentativa do MPF de promover o linchamento moral do governador por ser absolutamente sem provas, imputando a Witzel responsabilidade penal objetiva’.

Já a defesa de Pastor Everaldo afirmou que soube da denúncia pela imprensa e não irá se manifestar neste momento. Esta é a terceira denúncia contra Witzel no escândalo de desvios da Saúde que levaram ao seu afastamento do cargo e ao processo de impeachment. A primeira peça foi apresentada em agosto e mirou R$ 554 mil em propinas que teriam sido lavadas por meio do escritório de advocacia da então primeira-dama Helena Witzel. A segunda denúncia acusa o governador afastado de integrar o núcleo político de organização criminosa.

Desta vez, a PGR aponta que dos R$ 53 milhões, ao menos R$ 22,7 milhões já foram mapeados nas contas de pessoas físicas e jurídicas ligadas a Victor Hugo Barroso em transferências feitas entre julho do ano passado e março deste ano. Na peça, Lindôra aponta que entre 16 de agosto de 2019 a 21 de outubro do mesmo ano, o advogado Wagner Bragança transferiu R$ 5,7 milhões para as contas da Murano Empreendimentos, ligada a Amaral.

Outros R$ 9 milhões teriam sido ocultados e lavados entre 2 de outubro e 18 de dezembro do ano passado, com transferências da Nogueira e Bragança Advogados Associados para uma holding ligada a Amaral. Entre julho e abril, outros R$ 4,5 milhões foram transferidos do escritório de Bragança para as contas de uma banca cuja sócia é irmã do operador de Everaldo.

As propinas teriam abastecido a ‘caixinha’ instituída no governo, segundo delação premiada Edmar Santos, que se tornou delator. Os repasses eram distribuídos a Witzel (20%), Pastor Everaldo (20%), aos operadores Edson Torres (15%) e Victor Hugo (15%), e ao próprio Edmar Santos (30%).

Estadão


A alta na taxa de aprovação do governo Jair Bolsonaro registrada pela primeira vez em agosto se mantém estável pelo quinto mês seguido, segundo pesquisa divulgada nesta terça-feira (15), pela XP Investimentos em parceria com o Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe). O levantamento de dezembro aponta 38% de avaliação “boa ou ótima”. Esse índice foi de 37% em agosto e chegou a 39% em setembro e outubro, variando sempre dentro de margem de erro, que é de 3,2 pontos porcentuais.

A pesquisa também mostra estabilidade em relação à reprovação do governo. Neste mês, esse índice de “ruim e péssimo” ficou em 35% – mês passado foi de 34% e, em agosto, de 37%. Já a fatia que considera a gestão Bolsonaro “regular” está em 25%. Foram entrevistadas 1 mil pessoas, por telefone, entre 7 e 9 de dezembro e em todo o território nacional.

A análise por região do país, no entanto, mostra variações nas taxas. No Nordeste, por exemplo, Bolsonaro saltou de 28% de aprovação, em agosto, para 34% agora. O mesmo se revela, de acordo com a pesquisa, em cidades médias, com até 200 mil habitantes. Nesse cenário, a avaliação “boa ou ótima” cresceu de 35% para 48% no mesmo período.

Por outro lado, na região Sul, a taxa de reprovação teve alta. Passou de 26%, em agosto, para 34% em dezembro. Mas se o entrevistado mora na periferia de qualquer região do país esse índice de “ruim ou péssimo” caiu de 40% para 35% nos últimos cinco meses.

Entre as perguntas relacionadas às ações do governo federal, uma questiona os entrevistados sobre a conduta econômica e o resultado é uma melhora na percepção positiva. Para 39% das pessoas ouvidas, o caminho trilhado pela equipe está “correto”, contra a taxa de 35% registrada no mês passado. O grupo que desaprova, no entanto, as políticas desenvolvidas é de 50% – em novembro, era de 52%.

A pesquisa registra também uma melhora na avaliação positiva da atuação dos governadores no enfrentamento da pandemia. O índice de aprovação passou de 34% para 37% no último mês.

Os entrevistados foram questionados também sobre temas relacionados ao novo coronavírus. O grupo dos que se dizem com “muito medo” da doença voltou a crescer, passando de 37% para 40% – dois meses antes, esse grupo estava na mínima, com 28%.

Em outra pergunta, 48% dos entrevistados dizem que o pior ainda está por vir – maior porcentual desde julho. Ampla maioria (77% do total) acredita que o País irá passar por uma segunda onda de coronavírus. Em relação à vacina, 40% acreditam que ela será disponibilizada para a população ainda no primeiro trimestre do ano que vem, contra 49% que isso acontecerá apenas depois de março.

Eleições

Quanto o tema é a eleição de 2022, a pesquisa mostra que o presidente Jair Bolsonaro segue líder das intenções de voto, com chances de reeleição. A rodada de dezembro do levantamento aponta que, se o pleito fosse hoje, Bolsonaro teria 29% dos votos. Ele aparece à frente de Fernando Haddad (PT), com 12%; Sérgio Moro, com 11%; Ciro Gomes (PDT), com 9%; e de Luciano Huck, com 7%. Guilherme Boulos (PSOL) aparece com 5%.

Na pesquisa espontânea, quando os nomes não são apresentados, Bolsonaro atinge 24% contra 6% de Luiz Inácio Lula da Silva, que aparece em segundo lugar. Ciro tem 3%, Haddad soma 2% e Moro, 1% Em simulações de segundo turno, Bolsonaro voltou a aparecer numericamente à frente de Moro, com 36% a 34%. Ele bateria todos os outros rivais:

Primeira pesquisa feita após o resultado das eleições municipais de novembro, o levantamento mostra ainda que 39% dos entrevistados não consideram Bolsonaro perdedor ou vencedor do pleito – a partir de sua lista de candidatos apoiados – só dois, dos 11 aliados, venceram disputas para comandar prefeituras. Outros 34% acham que ele foi “mais derrotado” e 19%, mais “vitorioso”.

*Estadão


O presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), reconheceu a vitória do democrata Joe Biden na eleição dos Eatados Unidos na tarde desta terça-feira (15). Através de nota divulgado pelo Ministério das Relações Exteriores, Bolsonaro cumprimentou Biden.

“Saudações ao Presidente Joe Biden, com meus melhores votos e a esperança de que os EUA sigam sendo “a terra dos livres e o lar dos corajosos”. Estarei pronto a trabalhar com V. Exa. e dar continuidade à construção de uma aliança Brasil-EUA, na defesa da soberania, da democracia e da liberdade em todo o mundo, assim como na integração econômico-comercial em benefício dos nossos povos.”, diz a nota

Após o pronunciamento do presidente brasileiro, o único líder mundial que ainda não reconheceu a vitória de Joe Biden é o presidente da Coreia do Norte, Kim Jong-un.


Reinauguração da Torre do Relógio, em São Paulo
Foto: Reprodução/TV Brasil

O presidente Jair Bolsonaro participou, na tarde de hoje (15), na capital paulista, de evento promovido pela Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp), uma empresa pública federal. O evento celebrou a reinauguração da Torre do Relógio da Ceagesp. A torre centenária de 52 metros é um marco do Entreposto Terminal São Paulo. Bolsonaro é o primeiro presidente brasileiro a visitar a Ceagesp.

Ceagesp
A companhia é responsável pela maior central de abastecimento de frutas, legumes, verduras, flores, pescados, entre outros produtos, da América Latina. O volume comercializado, por ano, chega a 3,21 milhões de toneladas, com valor financeiro de R$ 8,84 bilhões.

Na central, o fluxo médio de pessoas é de 50 mil, por dia. A Ceagesp tem 590 empregados públicos e a operação do entreposto envolve 25 mil empregos diretos, além de mais de 2 mil permissionários atacadistas, 247 varejistas, 376 ambulantes.

Durante a pandemia, a Ceagesp entregou centenas de toneladas de alimentos a pessoas e comunidades carentes, além de promover diversas campanhas de apoio a vulneráveis.

Informações: Agência Brasil


Foto: PR/Carolina Antunes

Em conversa com apoiadores na noite de segunda-feira (14), o presidente Jair Bolsonaro anunciou que as pessoas que estiverem interessadas em se vacinar contra a Covid-19 no país terão que assinar um tipo de “termo de responsabilidade”. Segundo o gestor, a medida é motivada por cláusulas adotadas pelas farmacêuticas, como a Pfizer, que isentam as empresas por quaisquer efeitos adversos.
– Não é obrigatória [a vacina]. Vocês vão ter que assinar termo de responsabilidade para tomar. Porque a Pfizer, por exemplo, é bem clara no contrato: ‘Nós não nos responsabilizamos por efeitos colaterais’. Tem gente que quer tomar, então toma, a responsabilidade é tua. Se der algum problema aí… espero que não dê – disse o presidente.
Na ocasião, Bolsonaro também confirmou que já tem uma medida provisória (MP) pronta que permitirá que o governo faça um aporte de R$ 20 bilhões para a compra de imunizantes contra a Covid-19. Mais cedo, após reunião com o presidente, o governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, já havia revelado a informação.

– O presidente afirmou que está editando uma medida provisória […] no valor de R$ 20 bilhões para poder comprar todas as vacinas aprovadas pela Anvisa. De fato, segundo ele, todas. Sem exceção – disse Casagrande.

Informações: Pleno News


Em conversa com apoiadores na noite de segunda-feira (14), o presidente Jair Bolsonaro anunciou que as pessoas que estiverem interessadas em se vacinar contra a Covid-19 no país terão que assinar um tipo de “termo de responsabilidade”. Segundo o gestor, a medida é motivada por cláusulas adotadas pelas farmacêuticas, como a Pfizer, que isentam as empresas por quaisquer efeitos adversos.

– Não é obrigatória [a vacina]. Vocês vão ter que assinar termo de responsabilidade para tomar. Porque a Pfizer, por exemplo, é bem clara no contrato: ‘Nós não nos responsabilizamos por efeitos colaterais’. Tem gente que quer tomar, então toma, a responsabilidade é tua. Se der algum problema aí… espero que não dê – disse o presidente.

Na ocasião, Bolsonaro também confirmou que já tem uma medida provisória (MP) pronta que permitirá que o governo faça um aporte de R$ 20 bilhões para a compra de imunizantes contra a Covid-19. Mais cedo, após reunião com o presidente, o governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, já havia revelado a informação.

– O presidente afirmou que está editando uma medida provisória […] no valor de R$ 20 bilhões para poder comprar todas as vacinas aprovadas pela Anvisa. De fato, segundo ele, todas. Sem exceção – disse Casagrande.

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