Dilton entende que o projeto de interesse do contribuinte feirense não tramita “por birra”
Dilton Coutinho sobre Fernando Torres: "a carapuça não cabe em mim"

O Protagonista| O experiente radialista Dilton Coutinho, âncora do programa Acorda Cidade e dono do site Acorda Cidade, dedicou preciosos minutos do seu programa, na manhã desta quarta (31) para o presidente da Câmara Municipal, vereador Fernando Torres.

Dilton afirmou que a aprovação do projeto não aconteceu, ainda, por birra do presidente Fernando Torres. “A Câmara, se quiser, aprova hoje, rapaz, isso aí é birra mesmo, e eu vou continuar com a mesma opinião, tá?”, disparou no programa. Leia, a seguir, na íntegra, o comentário de Dilton sobre o assunto, na primeira parte – dividimos em duas partes:

“O Fernando Torres, o presidente (da Câmara), todo mundo percebeu aí né? A gente não vai escamotear a verdade, o presidente Fernando tá de birra com o prefeito, tá segurando o projeto (isenção de tributos), isso é fato. E a gente não é menino pra não entender isso, não é? Mas isso é um problema, sabe de quem? Do prefeito Colbert e do presidente Fernando Torres. Agora, deixar de dar informação e cobrar, como eu fiz ontem (terça, 30), eu não vou deixar, jamais”, disse Coutinho. “Eu recebi uma ligação de um engenheiro, ele não pediu pra dar o nome dele. Disse ele: ‘olha, Dilton, eu tenho dois projetos de dois clientes que dependem da aprovação desse projeto na Câmara de isenção, porque meu cliente tá devendo alguns impostos e aí eu tô precisando adiantar esse lado’. E aí, eu comentei isso aqui, e vou comentar sempre, não é? Mesmo porque, ontem (terça) o presidente Fernando Torres, começou o discurso bem inflamado e, em alguns momentos, ele generalizou que toda a imprensa estava atendendo a um pedido do prefeito pra cobrar o projeto, mas, lá na frente, também ele disse que a carapuça cairia nas pessoas que teriam feito pressão, que disse até que alguém disse que os vereadores não trabalhavam, o que não é o nosso caso, né? A gente não trabalha com esse nível de informação. Aí ele disse ‘a carapuça vai pegar em quem quiser’. Aí, logicamente, que eu não vou pegar a carapuça. E lá na frente no discurso, o vereador e presidente Fernando deu o nome de quem ele estava retado, se referindo, fazendo cobranças que ele entendeu a mando da Prefeitura. Ele mesmo já citou o nome do blog e começou a generalizar, mas depois se referiu a quem ele queria mandar o recado. Eu não vou pegar a carapuça, mesmo porque, as pessoas que ouvem o programa sabem do nosso comportamento, aliás, o próprio Fernando sabe, e ele anda pregando nos quatro cantos da cidade que eu sou um sujeito sério”, prosseguiu Dilton.

“Eu acredito que ele ainda não mudou essa concepção. Eu acredito, tá? Então, por isso eu não vou pegar a carapuça, mesmo porque nós aqui não trabalhamos a serviço de ninguém, e sim com a informação. Agora, a cobrança, se for necessária, eu vou fazer, independente da Câmara gostar ou não. A Câmara, se quiser, aprova hoje, rapaz, isso aí é birra mesmo, e eu vou continuar com a mesma opinião, tá? É birra. Paulão disse ontem: ‘Dilton, o projeto nem chegou’. Já chegou, sim, Paulão, tá na gaveta do presidente já, se quiser botar pra ser lido hoje e aprovado, isso tudo é só interesse. Como não vai ter interesse, não vai votar e não vai aprovar, e vai ser aprovado no dia que Fernando quiser, ele já disse aí que ele é o presidente, e ele tem autonomia de botar o projeto no dia que ele quiser. Isso é fato”, pontuo o radialista.

“Como também a gente tem o direito de falar o que quiser. Não é assim que funciona a democracia? Agora, tudo dentro do respeito mútuo. O presidente disse ontem (terça) que não precisa de prefeitura, não precisa de Colbert, não precisa de Zé Ronaldo, não precisa de ninguém. Oh, presidente, da mesma forma eu posso abrir o peito aqui e dizer a mesma coisa, viu? Nenhuma dúvida sobre isso, como também, nós aqui não dependemos nem da Câmara Municipal. É só pra dar uma clareada tá?”, acentuou Dilton.

(Foto: site Acorda Cidade)


Ministério da Saúde não informou qual foi a pauta da reunião entre o ministro e o infectologista Anthony Fauci

Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga Marcos Oliveira/Agência Senado 

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, fez uma videoconferência, na terça-feira (30), com o infectologista Anthony Fauci, responsável pela estratégia de Combate à Covid-19 no governo Joe Biden, dos Estados Unidos.

Diretor do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas dos EUA, Fauci tem demonstrado preocupação com o quadro da pandemia no Brasil. Na quarta-feira passada (24), ele afirmou que faria reunião com autoridades brasileiras.

– Estamos bem preocupados com a situação difícil do Brasil e iremos discutir formas de ajudar o país – disse o infectologista à imprensa na ocasião.

Procurado, o Ministério da Saúde não informou a pauta da reunião e se houve algum encaminhamento. O ministro Queiroga disse na segunda-feira (29) que negocia uma “permuta” de vacinas com os Estados Unidos para antecipar a chegada de doses ao Brasil, mas não entrou em detalhes sobre esta conversa.

Fauci entrou em conflito com o ex-presidente Donald Trump, em 2020, por discordar as ações do republicano durante a pandemia. Trump chegou a referir-se ao médico como “um desastre”. O governo americano tem sido pressionado a compartilhar doses de vacina com nações pobres e em desenvolvimento, à medida que consegue avançar na imunização da própria população.

Informações Pleno News


Foto: Isac Nóbrega/PR

Nesta quarta-feira (31), durante anúncio da liberação do pagamento da nova rodada do auxílio emergencial, o presidente Jair Bolsonaro voltou a se posicionar contra o lockdown. Ele alegou que alguns decretos adotados por governadores e prefeitos têm se excedido e ido além do estado de sítio.

Presidente Jair Bolsonaro Foto: Isac Nóbrega/PR
Nesta quarta-feira (31), durante anúncio da liberação do pagamento da nova rodada do auxílio emergencial, o presidente Jair Bolsonaro voltou a se posicionar contra o lockdown. Ele alegou que alguns decretos adotados por governadores e prefeitos têm se excedido e ido além do estado de sítio.

O presidente pediu às autoridades para reavaliarem a política de medidas restritivas, para, segundo ele, permitir ao povo trabalhar.

De acordo com Bolsonaro, o governo não tem condições de manter benefícios emergenciais por muito tempo para sustentar população desassistida.

– As geladeiras estão vazias. A fome está batendo cada vez mais forte na casa dessas pessoas – disse em pronunciamento à imprensa.

– Não é ficando em casa que nós vamos solucionar esse problema. Essa política ainda está sendo adotada, mas o espírito dela era se preparar com leitos de UTI, respiradores para que pessoas não viessem a perder suas vidas por falta de atendimento. O governo federal dispensou bilhões de reais para a saúde. É publico, é notório que a arrecadação de estados e municípios, somada a ajuda do governo, foi superavitária. O governo sabe que não pode continuar por muito tempo com esses auxílios, que custam muito para toda a população e podem desequilibrar a nossa economia – completou.

Por Pleno News


Foto: Paulo José/ Acorda Cidade

Acorda Cidade| Após uma oficialização de uma denúncia do Ministério Público para a Câmara Municipal de Vereadores, de que 100 mil reais teriam sido desviados da Casa, durante a gestão do ex-ouvidor, Humberto Cedraz, e do ex-presidente José Carneiro Rocha, o atual Secretário de Meio Ambiente, falou sobre o caso. Ao Acorda Cidade, nesta terça-feira (30), José Carneiro lamentou a situação e disse que a denúncia realizada de forma anônima é um “ato covarde” e não “há fundamento para tal acusação”.

“Não há prova de quem alguém se corrompeu e desviou recursos públicos. Acho que qualquer denúncia tem que ser feita mostrando onde houve o desvio, mas não simplesmente chegar lá e afirmar. Estou tranquilo, durmo e acordo em paz, sou feliz, diferente de muita gente, que muitas vezes pode ter conseguido muitas coisas na vida e não consegue uma coisa chamada felicidade. Feira me conhece, as pessoas me conhecem e eu também me conheço”.

O secretário também falou que se coloca à disposição da justiça para apresentar ”os fatos que provam à sua inocência’’. “Coloco à disposição as minhas contas bancárias, meu telefone também está pronto para quebrar o sigilo telefônico. Eu só não posso continuar sendo mal visto ou mal tratado por algumas pessoas que talvez não gostem de mim. Não vão conseguir, tentem, continuem tentando, porque eu tenho Deus acima de tudo e tenho uma coisa chamada dignidade que essa, ninguém compra”.

Com informações do repórter Paulo José do Acorda Cidade


Projeto será analisado no Senado

cilindros de oxigênio
Foto: Ministério da Saúde

A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (30) o projeto que estabelece prioridade no atendimento integral da demanda da rede hospitalar pública ou privada durante a pandemia de covid-19. A medida é direcionada aos fornecedores de oxigênio. O texto será enviado ao Senado.

Segundo o relator, deputado Sanderson (PSL-RS), a proposta isenta as empresas fornecedoras de pagar multa contratual se deixarem de fornecer oxigênio a outros compradores ao priorizar o abastecimento da rede hospitalar. 

“É notório o substancial crescimento da demanda por oxigênio na rede hospitalar pública e privada. Segundo informações prestadas à Comissão Externa de Enfrentamento à Covid-19 pelo representante da única indústria nacional dentre as cinco maiores fabricantes de oxigênio do mercado brasileiro, apenas 20% do produto oxigênio se destinam à área da saúde”, afirmou o parlamentar.

A isenção da multa também se aplica a outras penalidades ou ações de perdas e danos, já que o projeto aprovado considera a situação uma conduta que exclui a empresa de responsabilidade civil por motivo fortuito ou de força maior. A prioridade terá vigência durante a declaração de situação de emergência de saúde pública.

“O que se objetiva com o projeto é fazer com que empresas fornecedoras de gás oxigênio não sejam penalizadas por priorizarem o salvamento de vidas em meio à pandemia da covid-19, sobretudo diante um quadro de risco de desabastecimento de oxigênio na rede hospitalar”, explicou o deputado Sanderson.

Informações Agência Brasil


EUA dizem a ministro da Saúde que só poderão doar vacinas a partir de maio
Foto: Fábio Pozzebom/ Ag. Brasil

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, recebeu do embaixador americano no Brasil, Todd Chapman, a informação de que os Estados Unidos só poderão fazer eventual doação de vacinas ao país a partir de maio deste ano.

De acordo com a CNN, em conversa com Queiroga na manhã desta terça-feira (30), o embaixador ponderou que há uma lei em vigor nos EUA que proíbe a exportação de vacinas neste momento, seja por doação, venda ou permuta. Chapman avisou, contudo, que o cenário será reavaliado pelos americanos em abril, quando os americanos devem decidir se liberam ou não a exportação a partir de maio.

Na conversa com Queiroga, o embaixador não citou especificamente qual vacina poderia ser doada ou permutada. Por outro lado, o governo brasileiro já manifestou desejo de o que país encaminhe um lote de 10 milhões de doses da vacina da AstraZeneca não usado pelos americanos.

Sobre as doses da Pfizer e da Janssen já contratadas pelo Brasil, Chapman disse ao ministro da Saúde que fica a cargo das empresas, que são americanas, decidirem sobre uma eventual antecipação do envio dos imunizantes aos brasileiros.

Informações: Bahia Notícias


O projeto de lei sobre a concessão de auxílio de até R$1,1 mil para trabalhadores do setor cultural e de eventos em Salvador, que foi sancionado no último dia 25 pelo prefeito Bruno Reis (DEM), foi tema de pronunciamento do vereador Correia Zezito (Patriota) na Câmara Municipal na segunda (29).

De acordo com o vereador é importante que Feira de Santana também realize algo neste sentido. “Eu vou trazer para essa Casa uma indicação que trate sobre a concessão de auxílio para os músicos da cidade e vou encaminhar para o prefeito Colbert Martins Filho. Precisamos dar uma ajuda de custo para estes profissionais. Bruno Reis está buscando recursos tanto estadual quanto federal, assim como de várias empresas. E acho que podemos fazer o mesmo”, disse. 

Correia Zezito disse que sentará com vários músicos da cidade para conversar e ver o que pode fazer para ajudá-los. Convidou o vereador Galeguinho SPA (PSB) para participar, junto com ele, desse projeto. Sugeriu também a criação de um sindicato ou uma associação para a categoria, para que seja possível elaborar carteiras de músicos para que todos tenham ajuda.

“A ideia de criar a carteira é para que os músicos tenham um documento que possam provar que são profissionais da área artística e podem receber o auxílio. Vamos pensar em como trazer para Feira essa ideia, porque a carteira só faz em Salvador. E quero seu nome junto comigo, Galeguinho SPA”. 

O vereador discursou, ainda, sobre informações que tem recebido a respeito da possível realização da Micareta este ano. “Soube que tem algumas pessoas pensando em realizar a festa momesca. Pelo amor de Deus, gente, isso não cabe nesse momento de pandemia que estamos vivendo”, salientuou.

Informações: Ascom


O ministro Marco Aurélio, do Supremo Tribunal Federal, afirmou decidiu se aposentar no dia 9 de julho, três dias antes da data limite para a aposentadoria compulsória, quando completa 75 anos.

Em entrevista à CNN Brasil, Marco Aurélio, assegurou que essa decisão foi tomada para garantir proventos que poderiam não ser oferecidos caso optasse pela aposentadoria compulsória.

– Simplesmente, porque há quem veja chifre na cabeça de cavalo. Eu marcharia para a compulsória, mas devemos ter cautela. Cautela, caldo de galinha e canja não fazem mal a ninguém, mas acredito que tenha crédito porque poderia ter me aposentado aos 52 anos de idade – declarou.

No fim de 2020, o ex-ministro Celso de Mello também antecipou sua aposentadoria. Na ocasião, apontou razões de saúde. O presidente Jair Bolsonaro então fez sua primeira indicação à Corte, tendo escolhido Kássio Nunes Marques.

Informações: Pleno News


Embaixador assumirá lugar de Ernesto Araújo

Carlos Alberto França ocupará o lugar de Ernesto Araújo no Ministério das Relações Exteriores Foto: Reprodução

O presidente Jair Bolsonaro indicou, nesta segunda-feira (29), o embaixador Carlos Alberto Franco França como o novo ministro das Relações Exteriores. O diplomata será o substituto do chanceler Ernesto Araújo, que entregou o cargo após forte pressão dentro e fora do governo e em choque com o Congresso.

Assim como o antecessor, França assume a chancelaria sem ter chefiado previamente nenhum posto no serviço exterior. Ele foi promovido a ministro de primeira-classe, o topo da carreira, já no fim de 2019 e, segundo diplomatas ouvidos pela reportagem, fez quase toda a carreira na área de cerimonial.

Já no primeiro ano do governo Bolsonaro, foi cedido pelo agora ex-ministro Ernesto Araújo para assumir a chefia do Cerimonial da Presidência da República. Atualmente, era assessor-chefe na Assessoria Especial do Presidente.

No Itamaraty, o novo chanceler é descrito como uma pessoa “executiva” e “discreta” pelos colegas. E que, sobretudo, tem familiaridade com o poder. França trabalhou no Planalto nos governos Fernando Henrique Cardoso, Dilma Rousseff e Michel Temer, sempre na área do Cerimonial.

Antes de Bolsonaro assumir, ele era adjunto do chefe do Cerimonial de Temer, o embaixador Pompeu Andreucci, atualmente em Madri, na Espanha, onde faz defesa sistemática do governo. França assumiu o cargo de chefe em outubro de 2018 e foi mantido por Bolsonaro até o ano passado, quando foi trocado para a Assessoria Especial da Presidência.

Em outros cargos, ele passou pelas embaixadas brasileiras em Washington (Estados Unidos), Assunção (Paraguai) e La Paz (Bolívia), onde se dedicou a estudar temas ligados à energia, uma de suas especialidades. Ele tem livros sobre a exploração do potencial hidrelétrico do Rio Madeira e as relações entre Brasil e Bolívia. Foi chefe da Divisão de Ciência e Tecnologia no Itamaraty, em Brasília.

O novo ministro tem 56 anos, é natural de Goiânia (GO) e tem dois filhos. É formado em Direito e Relações Internacionais pela Universidade de Brasília (UnB).

Informações Pleno News


Alguns resultados, inclusive, ‘precisam’ ser entregues ainda este ano

Presidente dos EUA Joe Biden Foto: Stefani Reynolds/EFE

O governo dos EUA fez nesta segunda-feira (29) pressão pública sobre o Brasil e cobrou compromisso claro no combate ao desmatamento ilegal no país. Segundo um oficial do Departamento de Estado dos EUA, esta manifestação teria que acontecer “o mais rápido possível”.

Os EUA pedem que o Brasil zere a prática até 2030, com fiscalização e punições ambientais mais rígidas e resultados apresentados ainda neste ano.

– Queremos ver medidas tangíveis para aumentar a fiscalização contra o desmatamento ilegal. Um sinal político de que o desmatamento ilegal não será mais tolerado. Queremos ver uma queda real este ano, sem esperar cinco ou dez anos – disse o oficial.

Segundo o oficial norte-americano, os dois países têm mantido conversas e os americanos atuam para convencer o Brasil a adotar metas mais ambiciosas em relação à meta de zerar as suas emissões de carbono. Ao longo da conversa com jornalistas, o representante tentou amenizar o tom da cobrança ao dizer que o governo americano não está “impondo” parâmetros ao brasileiro.

– Nós não falamos que “esse é número para esse ano” (em relação aos índices desejados de redução do desmatamento), mas nós temos uma visão muito forte de que esse não é um programa no qual não se faz nada por uma década e, de repente, em 2030, faz tudo. Assim não vai funcionar – afirmou.

– Ao mesmo tempo, gostaríamos de ver alguma pressão em termos de como aqueles que estão desmatando são tratados, há certas penalidades que gostaríamos de ver aplicadas […] Não estamos dizendo como o Brasil precisa agir. Essa é, claro, uma decisão soberana, mas nos parece que há medidas que precisam ser tomadas – declarou.

Países como os Estados Unidos e integrantes do continente europeu têm intensificado suas conversas com o Brasil nos últimos meses por conta da proximidade com a Conferência do Clima das Nações Unidas que será realizada em novembro deste ano em Glasgow, no Reino Unido. A meta anunciada pelo governo por conta do Acordo de Paris é zerar suas emissões de carbono até 2060.

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