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Por Joilton Freitas 

Foto: EFE/ Sebastião Moreira

Os políticos brasileiros, na sua maioria, parecem que não tem mais posição política, partidária e ideológica. Um caso bem emblemático nesse novo tempo é a aliança entre Lula e Alckmin. 

Geraldo Alckmin sempre foi um político de ideologia conservadora e liberal. Ele é um católico que tem ligação com a parte mais radical da igreja católica, a Opus Dei. Geraldo vai à missa todos os domingos, faça chuva ou faça sol, ele vai se confessar e receber a hóstia. 

Como agora resolveu se coligar com um homem que pertence e defende tudo o que ele é contra? Como justificar ao eleitor e ao cidadão que votou sempre  nele por ser o que dizia ser? Como subir no palanque com pessoas que defendem o aborto, ideologia de gênero, drogas, invasão de propriedade, o controle da mídia e da Internet, e agora: limitar o consumo da classe média? Vai ser dureza fazer o eleitor aceitar esse casamento de cobra com “cavalo-do-cão”. 

Alckmin é cria de Franco Montoro e Mário Covas. Dois políticos de fibra e caráter. Os dois foram fundadores, com Fernando Henrique Cardoso e José Serra, do PSDB. Partido que tanto Alckmin, como João Dória e FHC, resolveram implodir, transformando em um puxadinho do PT.

Imagino quando chega o domingo, e o antes poderoso político, ele foi governador de São Paulo por três vezes, vai à missa e no confessionário, deve confessar ao padre e diante de Deus, esse grande pecado. Montoro e Covas estão se revirando na sepultura.


Urgente: Arthur Lira quer que plenário da Câmara  decida sobre pena de Daniel Silveira

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (Progressistas-AL), recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) na quarta-feira, 20, para que o Poder Legislativo tenha a palavra final em casos de cassação de parlamentares em julgamentos da Corte. A medida foi tomada no mesmo momento em que o tribunal condenava o deputado Daniel Silveira (PTB-RJ).

Lira não citou o caso de Silveira, mas protocolou o recurso em uma ação de 2018 que trata do tema enquanto o julgamento do deputado se desenrolava, às 18h15. Procurado pela reportagem, Lira não se manifestou.

A perda de mandato de parlamentar por ordem do STF é controversa e virou um embate entre congressistas e ministros da Corte nos últimos anos.

O Supremo, no entanto, tem defendido que cabe ao Congresso apenas cumprir a decisão do Judiciário. Para os parlamentares, há interferência nas prerrogativas constitucionais da Câmara e do Senado quando a Corte determina a perda de mandato.

Informações Terra Brasil Notícias


O pré-candidato a governador ACM Neto (União Brasil) defende uma mudança na lógica da regulação, com mais eficiência e gestão, para melhorar os serviços de saúde e reduzir a espera na fila, que hoje chega a meses e às vezes até passa de ano. Em entrevista recente, o ex-prefeito de Salvador disse que pretende tirar da regulação serviços médicos que não podem esperar para evitar que as pessoas morram sofram sequelas graves aguardando um leito hospitalar.

“Hoje na Bahia é mais ou menos assim: o sujeito teve um acidente e, a menos que ele esteja com a fratura exposta, que aí ele pode ser atendido em algum hospital, ele vai ter que esperar na regulação. O resultado disso é que tem muita gente que ficando aleijada, principalmente jovens. Porque a gente sabe que hoje em dia aumentou muito a quantidade de motos. Então tem muito acidente com moto, sobretudo para os mais jovens”, disse.

“Eles têm que esperar meses, aí quando vai fazer alguma coisa já não dá mais pra resolver. Então existem traumatismos que precisam ser resolvidos sem regulação, problemas cardíacos, vasculares, enfim. É preciso definir quais são aqueles serviços médicos que não podem esperar. E os que não podem esperar vai ser zero fila, ou fila zero, o nome que quiser dar. Não vai esperar na regulação”, acrescentou.

O pré-candidato a governador afirmou ainda que pretende ampliar a rede assistencial no interior do estado, construindo mais hospitais regionais e fazendo parcerias com prefeitos que já contam com unidades de saúde para ampliar os serviços de atendimento. Neste caso de parceria com as prefeituras, Neto ressalta que o Estado precisa ajudar no custeio, já que os prefeitos não têm recursos para pagar esta conta.

“Temos que ampliar a quantidade de hospitais regionais, seja pela construção de novos equipamentos do próprio estado, seja pela possibilidade de aproveitar hospitais municipais que já funcionam, que tem estrutura razoável para ampliar a estrutura desses hospitais e disponibilizar uma quantidade ainda maior de serviços. É claro que a conta não pode ficar com prefeito, que não tem dinheiro para pagar a conta. Quem tem que pagar a conta é o estado, é o governo. Mas este é um caminho que pode trazer muito resultado”, salientou.


Ex-presidente ainda está no topo da corrida eleitoral, mas o viés de Bolsonaro é de alta e, neste momento, não há favoritos

Foto: REUTERS/Ian Cheibub 

O líder das pesquisas, Luiz Inácio Lula da Silva, está vendo pelo retrovisor a moto de Jair Messias Bolsonaro cada vez mais próxima, buzinando e pedindo passagem. A margem que separa os dois é cada vez menor e já não se pode mais falar em favoritismo. Um empate técnico pode surgir em pouco tempo.

No final do ano passado, Lula parecia caminhar folgadamente para um terceiro mandato como presidente da República, e Bolsonaro parecia destinado a voltar ao condomínio Vivendas da Barra.

Com o início efetivo da corrida eleitoral, o presidente tem mostrado uma força e uma resiliência que não estavam nos planos petistas nem no radar de muitos analistas.

O país continua com sérios problemas sociais, o tripé macroeconômico está manco, mais de 650 mil brasileiros morreram de “gripezinha”, o Ministério da Saúde e o da Educação (MEC), os mais ricos da Esplanada, convivem com suspeitas de corrupção.

O centrão nunca teve tanto poder, assim como figuras grotescas que saíram das redes sociais direto para o centro da política e, mesmo assim, o eleitorado de Jair Bolsonaro não apenas se mantém como dá sinais claros de crescimento e engajamento, como em 2018.

A tão incensada terceira via não disse a que veio e já não assusta mais os dois principais concorrentes ao Planalto.

O que pode explicar o fenômeno Bolsonaro e uma eventual reeleição?

Separei dez pontos para você ficar atento:

  1. Lula voltou a falar como sindicalista radical e retrógrado, afastando muitos eleitores de centro e social-democratas que temem um retrocesso. O tom revanchista também não ajuda a quem quer formar uma “Frente Ampla”. Elogios à ditadura nicaraguense, acenos à censura da imprensa, ataques ao teto de gastos e à tímida reforma trabalhista formam um conjunto nada bom para quem quer vencer uma eleição majoritária. O Brasil de 2022 parece ter vencido a pandemia, a economia começa lentamente a se recuperar, e um certo otimismo de um país sem memória não combina com mau humor e radicalismo ideológico.
  2. Lula não tem mais Duda Mendonça e João Santana, assim como uma assessoria de comunicação profissional que saiba apelar ao eleitor médio, como em 2002. O mais influente dos seus auxiliares na área hoje é Franklin Martins, alguém que dificilmente conseguirá ampliar o discurso para fora da bolha lulista. Lula perdeu estrategistas como Márcio Thomaz Bastos, Antonio Palocci e José Dirceu, que ainda é aliado mas está praticamente fora de combate. Com Gleisi Hoffmann, Franklin Martins e Jilmar Tatto no núcleo duro da estratégia de campanha, Lula terá problemas adicionais.
  3. Bolsonaro é o político que mais sabe usar as redes sociais no Brasil. A lógica das campanhas eleitorais de 20 anos atrás, quando Lula venceu duas eleições presidenciais no segundo turno, é tão distinta que o septuagenário ex-presidente dá sinais de não mais conseguir entender a nova realidade. Seu festejado gênio político em tempos analógicos não está se adaptando bem ao mundo digital.
  4. Bolsonaro não é um tucano, é um opositor de verdade. Lula se acostumou a vencer eleições de social-democratas que não tinham uma diferença ideológica significativa com ele, divergindo apenas sobre meios e métodos. O candidato Bolsonaro é um opositor explícito de tudo que Lula representa e o eleitor já entendeu isso. Bolsonaro coloca a disputa em termos morais, do bem contra o mal, e foca numa pauta de costumes que agrada o eleitor médio e causa asco na elite progressista, que é pouco aparelhada para entender e discutir esses temas fora de abstrações acadêmicas ou sem defender pautas impopulares.
  5. Bolsonaro acabou com o teto de gastos para se reeleger. O governo atual tirou todos os freios para pisar fundo nos gastos públicos, como o calote em precatórios e o orçamento secreto de R$ 16 bilhões, que colocaram na rua a mais poderosa máquina eleitoral já vista na história do país. Todos os pacotes de bondade, de auxílios a reajustes para o funcionalismo público, já começaram a surtir efeito nas pesquisas.
  6. O Centrão está com Bolsonaro. Por mais que o Centrão pense em aderir a Lula numa eventual vitória, no governo Bolsonaro este grupo político formado por representantes do Progressistas, Republicanos, União Brasil, PL, PTB, Podemos, PSC, Avante, entre outros, nunca teve um acesso tão facilitado e privilegiado aos cofres públicos. Ciro Nogueira, Ricardo Barros, Arthur Lira, estão em casa neste governo e cada vez mais seduzidos pelo bolsonarismo.
  7. A Lava Jato maculou a imagem de Lula para sempre. Por mais que o judiciário tenha revertido as decisões principais motivadas pela Operação Lava Jato, o Brasil foi exposto a uma série inédita de escândalos, um conjunto impossível de se apagar da memória. Lula ficou 580 dias preso e sua soltura, no país da impunidade para crimes de colarinho branco, não muda a história. Mesmo quem defende Lula convive mal com Mensalão, Petrolão e outras manchas indeléveis no currículo petista.
  8. Lula, aos 76 anos, está desgastado. A marquetagem do PT e o próprio ex-presidente tentam vender a imagem de um Lula forte, energético e até viril, mas seu aspecto é de alguém que sofreu muito com o passar do tempo, a prisão e os dissabores da vida. Ao falar, ele parece magoado, rabugento e até vingativo, contra um Bolsonaro que tira fotos rindo, cercado de fiéis fanáticos, praticando esportes e ativo.
  9. Lula tem, em Ciro Gomes, um forte opositor dentro da esquerda. Entre os que se identificam com teses de esquerda, Lula nunca teve uma oposição real e que ameaçasse sua posição como principal líder da esquerda brasileira. Ciro Gomes é um opositor raivoso e que contratou João Santana como marqueteiro, um profissional que não apenas sabe tudo de eleição como de lulismo. Como se não bastasse, os identitários representam uma nova esquerda que suporta Lula, mas não o ama. A incompatibilidade do discurso socialista e trabalhista clássicos com o da nova esquerda identitária quebra a coesão interna em pontos fundamentais e pode gerar sérios problemas de comunicação.
  10. Lula não acena para o futuro, mas para um revisionismo do passado. O discurso petista não traz novidades, uma visão renovada de Brasil, apenas um repúdio aos pequenos avanços econômicos e sociais conquistados em outros governos e um sentimento de vingança contra opositores reais ou imaginários. Se essa falta de propostas não é suficiente para tirar o apoio dos jovens a Lula, pode tirar a energia deles para militar, fazer campanha nas ruas e conquistar votos.

Lula ainda está no topo da corrida eleitoral, mas o viés de Bolsonaro é de alta e, neste momento, não há favoritos. O atual presidente conseguiu resistir até a pandemia, que impediu a reeleição de seu ídolo Donald Trump nos EUA, e que devastou a economia e matou mais de meio milhão de brasileiros em dois anos, e dificilmente perderá a fatia atual de eleitores fanáticos que possui.

Se a eleição fosse hoje, Lula venceria, mas ela é só em outubro. Até lá, o petismo terá que trabalhar muito para reverter a atual tendência que mostra seu principal opositor crescendo cada vez mais e com disposição clara para ficar mais quatro anos no Planalto. Alguns dos itens listados podem ser revertidos pelo lulismo, mas nem todos. Com o andamento da campanha e o eleitor se interessando mais por política, sai de cena o recall e entra a decisão baseada numa leitura do momento atual. E esse momento não é bom para Lula.

Informações CNN Brasil


Presidente compartilhou imagem em que aparece em momento descontraído durante programa da Band em 2013

Presidente Jair Bolsonaro Foto: Presidência da República/Carolina Antunes

O presidente Jair Bolsonaro publicou, nesta terça-feira (19), um tuíte em que ironizou a notícia de que a escola de samba Gaviões da Fiel terá a encenação de um “Bolsonaro gay” no desfile deste ano. Na postagem, o líder compartilhou a foto de uma participação dele no programa Agora é Tarde, da Band, em 2013, em que participou de uma brincadeira com os humoristas Evandro Santo e Léo Lins.

No quadro, que era comandado por Lins e se chamava “Dois brasileiros que nunca se encontrariam para tomar um café”, o então deputado federal se arriscou em uma partida de Twister com o polêmico deputado. Em determinado momento do jogo, na foto que foi publicada no Twitter do presidente, Bolsonaro deu um tapinha no bumbum de Evandro Santo como parte da brincadeira.

Bolsonaro ironiza enredo da Gaviões da Fiel Foto: Reprodução/Twitter

A POLÊMICA
Uma notícia divulgada nesta terça-feira (19) pelo site F5, da Folha de São Paulo, apontou que a escola de samba Gaviões da Fiel trará para a avenida uma sátira ao presidente Jair Bolsonaro(PL), que será interpretado pelo cabeleireiro Neandro Ferreira, na ala Governantes e Generais. A informação foi revelada ao veículo pelo próprio Ferreira.

– Vou vir como um Bolsonaro bem gay, bichíssima, dando muita pinta – disse ele.

O cabeleireiro ainda prometeu que irá levantar, na avenida, uma placa com a frase “Fora Bolsonaro”. Neandro também afirmou que o desfile terá uma imitação da primeira-dama, Michelle Bolsonaro, que será interpretada pela cabeleireira Gisele Porto.

– Ela vai ser muito bem tratada, reverenciada e cortejada pelo presidente que vou interpretar. Vou fazer tudo exatamente ao contrário da maneira como ele faz. É realmente um manifesto contra o machismo, o fascismo e o preconceito – declarou Neandro.

CRÍTICAS
Para usuários do Twitter, em uma tentativa de ofender o presidente da República, a escola paulista estaria sendo ainda mais ofensiva aos homossexuais. As tags “Bolsonaro gay”, “Gaviões da Fiel” e “homofobia” ficaram entre os assuntos mais comentados na noite desta terça-feira.

– Então, a Gaviões da Fiel acha que representar Bolsonaro gay é algo pejorativo? Achei isso bem homofóbico da parte deles – escreveu um perfil.

– Gaviões da Fiel irá representar Bolsonaro Gay no desfile desse ano. Não entendi, então a escola de samba acha pejorativo representar alguém como gay? Virou ofensa? – questionou outro.

Informações Pleno News


“Fui eleito, não cometi nenhum ato que possa permitir qualquer tipo de interrupção desse mandato, que foi conquistado pelo voto, e estou pronto para enfrentar qualquer tipo de situação, que são, absolutamente, revanches contra uma eleição que Deus e povo me deram”, afirmou o prefeito Colbert Filho (MDB), ao ser questionado sobre sofrer processo de impeachment na Câmara de Vereadores de Feira de Santana. O gestor deu entrevista ao programa Rotativo News, na tarde desta terça-feira (19).

“Estou acompanhando com muita tranquilidade e verificando os passos necessários que precisam e devam ser dados . Acho uma decisão absurda se for tomada, mas aguardarei a evolução dos casos”, completou.

O prefeito também comentou sobre a realização da Micareta e os festejos juninos este ano.

Ouça a entrevista completa em nosso podcast


Pré-candidato ao Governo da Bahia esteve na Rádio Metrópole na manhã desta terça-feira (19)

Foto: Beatriz de Paula – Metropress

O pré-candidato ao Governo da Bahia ACM Neto foi entrevistado pelo jornalista Mário Kertész, na Rádio Metrópole, na manhã desta terça-feira (19). Durante a conversa, Neto enfatizou que saberá governar a Bahia com qualquer presidente escolhido pela população brasileira.

“Desde que me entendo por gente, sonhava em ser candidato a governador, e procurei acumular experiência para isso. Hoje, me sinto preparado para essa tarefa. Enquanto nossos concorrentes estão falando mais dos seus padrinhos políticos do que do próprio projeto, eu não vou ficar dizendo que fulano ou beltrano vai resolver a eleição”, pontuou.

“E depois da eleição, ganhe Lula, ganhe Bolsonaro, ganhe Ciro, Doria, qualquer um. São eles que vão governar a Bahia ou é o governador? Quem vai cuidar da segurança pública? Da educação? Quem vai enfrentar esse drama da regulação? Quem vai pensar numa estratégia futura para o estado, para que a Bahia volte a atrair investimentos e seja geradora de emprego?”, questionou durante a entrevista.

ACM Neto lembrou que durante sua gestão em Salvador (2013-2020), quando foi avaliado como o melhor prefeito do Brasil em todos os anos de mandato, trabalhou com três ex-presidentes da República de partidos diferentes.

“A verdade é que quando você tem um bom governador, um bom gestor, ele é respeitado por todo mundo. Você tem que governar para todo mundo, deixando de lado as disputas políticas”, acrescentou o Neto.

Desde o início de 2021, o pré-candidato ao Governo da Bahia já visitou 90 cidades do estado. Na entrevista da manhã de hoje, Neto antecipou que a expectativa, a partir do mês de maio, é visitar uma média de 10 municípios por semana.

“Essa agenda é muito importante porque me permite conversar com as pessoas e atualizar, a cada instante, as questões mais importantes para a população da Bahia. Ela me permite compreender profundamente quais são os sonhos, as expectativas e os desejos dos baianos para o futuro”, destacou.

“Estou consciente de que, acima de tudo, a Bahia e os baianos precisam de um líder capaz de entender o espírito desse povo. De entender a grandiosidade que a Bahia tem e, mais do que isso, um líder que tenha condições de elevar o orgulho dos baianos, de colocar a Bahia como exemplo nacional, de colocar nosso estado liderando o Brasil. Eu sonho com isso e é pra isso que eu estou dedicando a minha vida”, acrescentou.

Campanha de ideias

O ex-prefeito de Salvador comentou ainda que não vai cair nas provocações feitas sobre sua pré-candidatura. De acordo com Neto, toda a campanha será trabalhada no debate de ideias.

“Na discussão da política você não precisa ir para o campo pessoal, não precisa enxergar seu adversário como inimigo. Nunca usei o mandato que tive como prefeito de Salvador para perseguir ninguém, falar da vida de ninguém. A gente tem que colocar o que pensamos para as pessoas, o que temos de ideal para o futuro. Não precisa estar nessa política baixa, e eu não vou mudar essa linha. Mesmo diante de gente atacando, de gente provocando”, ponderou.

ACM ressaltou ainda que a população não quer mais radicalizações no campo da política. Para ele, é preciso trabalhar linhas mais moderadas e equilibradas com o intuito de promover melhorias reais na vida das pessoas.

“A gente viu os extremos tomarem conta do debate e há uma quantidade muito grande de pessoas que desejam linhas mais moderadas, mais equilibradas. Não sou um cara do extremo, do radicalismo. E pretendo me fazer ouvido, apresentar minhas ideias e chamar a atenção das pessoas com o meu estilo. Um estilo aberto e com muito diálogo”, disse.


O pré-candidato a deputado estadual, Carlos Geilson, vai disputar as eleições de 2022 pelo partido Solidariedade. O anúncio oficial de sua filiação ocorreu na manhã desta terça-feira (19), durante apresentação de seu programa na rádio Transbrasil.

Carlos Geilson agradeceu a recepção da direção do partido, afirmando que seu compromisso é trabalhar pelo fortalecimento do Solidariedade na Bahia, especialmente, em Feira de Santana e no interior do estado.

“Quero anunciar para os meus queridos amigos e apoiadores que me filei ao partido Solidariedade, a família 77. O nosso objetivo é fortalecer esta sigla partidária e ajudar no processo de crescimento do partido em todo estado”, destacou.

ORGANIZADO

O pré-candidato a deputado estadual também aproveitou a oportunidade para agradecer ao presidente do Solidariedade na Bahia, Luciano Araújo, a forma como foi recebido pela direção da sigla no estado.

“Agora é hora de arregaçar as mangas e poder eleger uma quantidade significativa de candidatos, uma bancada forte de deputados estaduais e deputados federais”, reforçou Carlos Geilson.

O partido Solidariedade foi criado em 2013. Atualmente ele está organizado em mais de 300 municípios da Bahia. Conheça um pouco mais sobre a história do partido no site www.solidariedade.org.br


Dr. Pitágoras e Carroça estiveram com o ex-prefeito de Salvador nesta segunda-feira

Os prefeitos Dr. Pitágoras (PP), de Candeias, e Carroça, gestor do município de Rio Real (PP), oficializaram nesta segunda-feira (18) o apoio ao projeto político de ACM Neto (União Brasil) para as Eleições de 2022. Ambos faziam parte da base de apoio ao atual governo estadual.

Também participaram do encontro realizado hoje, em Salvador, o pré-candidato ao Senado, João Leão (PP), e o deputado federal Cacá Leão (PP).

Com a melhor avaliação da região metropolitana de Salvador, acumulando 67% de aprovação da população local, Dr. Pitágoras é um nome que traz força e habilidades importantes para a construção do futuro da Bahia.

Enquanto isso, Carroça conta com um histórico de boa gestão e muito trabalho para atender às necessidades dos moradores de Rio Real. Ele chega para agregar experiência e dedicação ao projeto que vai tirar a Bahia da inércia, criando estratégias para a recuperação socioeconômica de todo o estado.


SALVADOR –  Eleitores do pré-candidato a governador ACM Neto (União Brasil) de diversas cidades baianas, principalmente de Feira de Santana, querem o ex-prefeito José Ronaldo de Carvalho (União Brasil) compondo a chapa como pré-candidato a vice. Em enquete promovida pelo site Sem Censura (www.semcensura.tv.br), através de rede social, ligações telefônicas ou de forma presencial, a maioria esmagadora dos consultados, principalmente lideranças políticas, condicionou a presença do ex-prefeito feirense para manterem o apoio à chapa majoritária.

ACM Neto se mantém na liderança absoluta nas pesquisas de intenções de votos dos baianos e em Feira de Santana, segundo maior colégio eleitoral baiano, não é diferente. Entretanto, tudo ainda pode ocorrer no cenário político aja visto que faltam ainda quase seis meses para as eleições. E José Ronaldo é visto como o nome mais forte e de maior densidade para fortalecer a chapa de oposição.

Nas redes sociais, a mobilização em torno da indicação de José Ronaldo para compor a chapa majoritária encabeçada por ACM Neto tem sido grande e a cada dia ganha mais corpo. O ex-prefeito feirense é considerado a maior liderança política do interior baiano e se elegeu prefeito feirense por quatro mandatos, sempre com votações recordes.

O grupo político de ACM Neto também tem outros candidatos interessados em ocupar o cargo de vice. Entretanto, uma fake news publicada pelo deputado estadual José de Arimatéia (Republicanos) na semana passada, com notícia falta de que o deputado federal Márcio Marinho (Republicanos) seria o escolhido por ACM Neto, foi a gota d’água para desencadear muitos protestos nas redes sociais, murmurinhos e ameaças de rompimentos de grupos com a majoritária.

A enquete realizada pelo Sem Censura no final de semana, entre sexta-feira (15) e domingo (17), ouviu 200 internautas, sendo que a maioria esmagadora deixou clara a intenção de somente votar na chapa encabeçada por ACM Neto em reconhecimento ao trabalho de José Ronaldo, um dos principais articuladores políticos do grupo político nesta eleição.

Liderança política de São Félix do Coribe, Marison Pereira da Silva deixou claro o apoio à indicação de José Ronaldo. “O Oeste da Bahia conhece José Ronaldo pelo trabalho feito em Feira de Santana”.

Suplente de vereador de Mundo Novo, Buiú, também declara apoio à indicação de José Ronaldo. Da mesma forma que o vereador e ex-presidente da Câmara Municipal, Noelson Oliveira de Souza, de Jacobina: “Com certeza José Ronaldo como vice-governador de ACM Neto”

Ex-candidata a prefeita de Várzea do Poço, Cirênia. “Com certeza, nem só apoio (a chapa ACM Neto com José Ronaldo) como trabalho”, frisou. 

A mesma declaração é da ex-candidata a prefeita a prefeita de Várzea do Poço pelo DEM em 2020, Simone Rios. E em Feira de Santana, segundo maior colégio eleitoral baiano, o apoio é maciço.

Para o prefeito de Mundo Novo, delegado Adriano, a escolha de José Ronaldo é questão de justiça. “Eu não posso responder apenas SIM ou NÃO. Por justiça, acho que o nome a ser indicado POR ACLAMAÇÃO, para ser o vice-governador, seria o nome de Zé Ronaldo. Por toda a sua história e, especialmente, pela sua ação honrosa de renunciar à prefeitura de Feira de Santana, diante da desistência de ACM Neto. Seria o reconhecimento da bravura deste homem que se “sacrificou em nome de um projeto futuro. Essa é minha opinião. Porém, em nome do projeto de total reestruturação da Bahia, o meu apoio A ACM NETO É INCONDICIONAL. Fui o primeiro prefeito de um partido da base governista a declarar apoio a Neto, ainda em setembro de 2021, com um grande evento ocorrido aqui em Mundo Novo”, afirmou. 

É bom lembrar que em Feira de Santana também tem domicílio eleitoral o pré-candidato governista Jerônimo Rodrigues (PT) e o governador Rui Costa já deixou claro a disposição de investir na campanha nesta cidade. (18.04.22).

Informações Sem Censura

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