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Os líderes das 20 maiores economias do planeta prometeram nesse domingo (22) não poupar esforços para fornecer medicamentos, testes e vacinas contra a covid-19 de maneira acessível e justa para “todas as pessoas”, refletindo as preocupações de que a pandemia possa aprofundar as divisões globais entre ricos e pobres.,

A pandemia do novo coronavírus e as perspectivas de uma recuperação econômica desigual e incerta estiveram no centro do encontro, que teve duração de dois dias sob a presidência da Arábia Saudita, que passará o comando do G20 à Itália no próximo mês.

“A pandemia de covid-19 e seu impacto sem precedentes em termos de vidas perdidas, meios de subsistência e economias afetadas foram um choque sem paralelo que revelou vulnerabilidades em nossa preparação e resposta, ressaltando nossos desafios comuns”, disse o comunicado final do encontro.

As nações do G20 trabalharão para “proteger vidas, fornecer apoio com foco especial nos mais vulneráveis e colocar nossas economias de volta no caminho para restaurar o crescimento, proteger e criar empregos para todos”.

Sobre vacinas, testes e tratamentos, os líderes disseram: “Não pouparemos esforços para garantir o acesso equitativo e acessível a todas as pessoas”.

A economia mundial sofreu forte contração este ano, pois as medidas para conter a disseminação do vírus restringiram o transporte, o comércio e a demanda em todo o planeta.

Os líderes do G20 disseram que a atividade econômica global aumentou parcialmente graças à reabertura gradual de algumas economias, mas a recuperação é desigual, altamente incerta e sujeita a riscos de queda.

Eles reafirmaram o compromisso de usar “todas as ferramentas políticas disponíveis, pelo tempo que for necessário” para proteger a vida, o emprego e a renda das pessoas.

Congelamento de dívida
O G20 endossou um plano para estender o congelamento dos pagamentos de dívida dos países mais pobres até meados de 2021 e, além disso, uma abordagem comum para lidar com os problemas de dívida, de acordo com o comunicado.

Os países também disseram que incentivam fortemente os credores privados a participar da iniciativa em termos comparáveis, quando solicitados pelos países elegíveis.

A iniciativa de alívio de dívida do G20 ajudou 46 países a postergar US$ 5,7 bilhões em pagamentos de dívida em 2020. Mas 73 países eram elegíveis para a medida, e a promessa era de um alívio potencial de cerca de US$ 12 bilhões.

Informações: Agência Brasil


Dois policiais foram afastados pela Secretaria de Segurança Cidadã do México após terem sido flagrados em relações sexuais durante plantão em um hospital. A decisão foi publicada na última terça-feira (17).

As relações da dupla eram constantes, segundo a secretaria. Eles se aproveitavam dos momentos em que deveriam realizar fiscalização na unidade hospitalar para se divertir.

O casal foi flagrado por câmeras de seguranças. As imagens viralizaram e o caso ganhou grande repercussão no México.

Segundo a imprensa local, a dupla foi convidada a prestar depoimento, mas a direção geral da corporação iniciou a investigação e decidiu pelo afastamento imediato.

“Pelos fatos constatados no registro e pela conduta apresentada pela polícia, que não reflete os valores desta instituição, dos seus grupos e policiais complementares, foram denunciados uma mulher e um homem pertencentes à polícia auxiliar”, diz a nota da secretaria.

Confira o vídeo das câmeras de segurança.


Policiais que trabalhavam numa escola primária na Flórida, EUA, teriam encaminharam um menino de 8 anos para a delegacia, após agressão a uma professora. Um policial chegou a tentar algemar o garoto, mas os pulsos dele eram finos demais para isso. O processo durou 9 meses até a criança ser inocentada.

Imagens de câmeras acopladas ao uniforme dos policias foram divulgadas pelo advogado que representa a mãe da criança e exibidas pela CNN. Bianca N. Digennaro, mãe do garoto, alega uso de força excessiva por parte da polícia, além de se queixar da não interferência dos funcionários da escola. O chefe da polícia de Key West, Sean T. Brandenburg, disse que seus policiais não fizeram nada de errado e que seguiram os procedimentos operacionais padrão.

Bianca afirmou, em uma coletiva de imprensa, que seu filho foi levado para a cadeia, e que os policiais fizeram sua ficha criminal. Segundo Bianca, os agentes pegaram as impressões digitais, coletaram amostras de DNA e tiraram fotos do menino. Ela afirma ainda, que seu filho tem transtornos psicológicos e estava sendo medicado após ser diagnosticado com transtorno déficit de atenção (TDAH), transtorno desafiador de oposição, depressão e ansiedade.


Em entrevista concedida ao programa Conversa Com Bial, da TV Globo, na noite de segunda-feira (16), o ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, falou sobre as denúncias de corrupção relacionadas ao ex-presidente Lula, a quem já classificou como “o cara”. Ao ser questionado pelo apresentador Pedro Bial se ainda classificaria Lula de tal forma após diversas denúncias, Obama disse que não sabia do histórico de corrupção do ex-chefe do Executivo.

– Bem, com os relatos de corrupção que surgiram, na época eu não sabia de todos eles – declarou.

A conversa com o ex-presidente americano foi baseada no livro de memórias escrito por ele e intitulado como “Uma terra prometida”. Na obra, Obama foi além dos termos usados na entrevista e chegou a dizer que Lula estava envolvido em uma “propina de bilhões”.

– Constava também [contra Lula] que tinha os escrúpulos de um chefão do Tammany Hall (sociedade democrata ligada a esquemas de corrupção), e circulavam boatos de clientelismo governamental, negócios por baixo do pano e propinas na casa dos bilhões – escreveu.


O governo chinês enviou, nesta sexta-feira (13), felicitações ao candidato democrata Joe Biden que, segundo previsões de veículos de imprensa, teria conquistado votos suficientes para ser eleito o presidente dos Estados Unidos. Entretanto, o resultado oficial do pleito só deve ser realmente anunciado depois que a situação da legalidade da eleição for resolvida na Justiça americana.

O reconhecimento da “vitória” de Biden e da vice Kamala Harris foi feito pelo porta-voz do ministério das Relações Exteriores da China, Wang Webin, que afirmou que o governo do país asiático respeita a decisão tomada pela sociedade americana.

– Respeitamos a escolha do povo americano. Enviamos nossas felicitações a Biden e a Harris – disse.

Na última segunda-feira (9),o próprio Webin havia se limitado a dizer que o resultado seria “determinado de acordo com as leis e procedimentos dos EUA”. Entretanto, com menos de cinco dias depois da declaração, a China decidiu mudar seu posicionamento e acenar ao candidato democrata.

Informações: Pleno News


Em uma conversa com apoiadores na entrada do Palácio da Alvorada, na quinta-feira (12), o presidente Jair Bolsonaro ironizou o resultado dado por parte da imprensa americana, para as eleições no país, de um quadro vitorioso para o candidato democrata Joe Biden. Ao conversar com uma apoiadora, Bolsonaro perguntou se as eleições norte-americanas estavam concluídas.

– Está acompanhando as eleições lá? Qual tua opinião? – perguntou o presidente brasileiro.

Após a mulher responder com a frase “uma tristeza, ainda chorando, eu sou Trump”, o líder do Executivo brasileiro então indagou se a apuração já estava terminada.

– Mas já acabaram as eleições lá? – questionou.

Apoiador do republicano Donald Trump, Bolsonaro ainda aguarda a definição dos imbróglios judiciais relacionados ao pleito da maior potência econômica do mundo para assim parabenizar o vencedor.


BRASÍLIA (Reuters) – O vice-presidente Hamilton Mourão afirmou nesta segunda-feira que o presidente Jair Bolsonaro irá cumprimentar o presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, “na hora certa”, e que deve esperar o final de processo de contestação do resultado eleitoral pelo atual presidente, Donald Trump.

“Eu julgo que o presidente está aguardando terminar esse imbróglio aí de discussão se tem voto falso, se não tem voto falso, para dar o posicionamento dele. Eu acho que… é óbvio que o presidente na hora certa vai transmitir os cumprimentos do Brasil a quem for eleito”, disse Mourão ao ser questionado sobre a demora de Bolsonaro em se pronunciar sobre a eleição presidencial norte-americana.

Até este momento mais de 100 chefes de Estado e de governo já cumprimentaram Biden pela eleição. Na lista estão a maioria dos presidentes da América do Sul –inclusive Nicolás Maduro, principal desafeto dos EUA na região– e o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, um dos principais aliados de Trump.

No Brasil, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), publicou mensagem no Twitter no sábado na qual parabenizou Biden pela vitória.

Os presidentes da Rússia, Vladimir Putin, do México, Andrés Manuel López Obrador, e da China, Xi Jinping, três países com relações intensas com os EUA, também não cumprimentaram o presidente eleito norte-americano. Nos três casos, no entanto, os governos reconheceram o processo eleitoral e informaram que aguardarão o final de todos os procedimentos.

No Brasil, no entanto, nenhum sinal foi dado nem pelo Itamaraty e nem pelo Palácio do Planalto. Desde que Biden foi anunciado como eleito, no final da manhã de sábado (no horário de Washington), Bolsonaro fez uma live e conversou com apoiadores, mas não mencionou a eleição norte-americana.

As informações que vêm do Palácio do Planalto apontam que o presidente pretende esperar um anúncio oficial ou um discurso de Trump admitindo a derrota. O presidente norte-americano não deu sinais de que pretende fazê-lo tão cedo. E não existe nos EUA um órgão central de apuração que consolide votos. O anúncio oficial é feito depois da apuração dos votos do Colégio Eleitoral, o que acontece apenas no início de janeiro.

Mourão foi questionado sobre se essa demora não coloca o Brasil em uma posição difícil frente a uma nova administração dos EUA com quem o presidente já começa com problemas. Desde o início do processo Bolsonaro deixou clara sua torcida por Trump, em um movimento pouco usual nas relações internacionais. O vice-presidente descartou riscos.

“Não julgo que corra risco. Acho que vamos aguardar, né? É uma questão prudente. Acho que essa semana define as questões que estão pendentes e aí a coisa volta ao normal e a gente se prepara para o novo relacionamento que tem que ser estabelecido”, disse.

Mais tarde, em uma live organizada pelo banco Itaú, Mourão repetiu que o governo brasileiro vai se manifestar no momento em que o processo eleitoral norte-americano estiver concluído, inclusive com a recontagem de votos prevista em alguns casos.

O vice-presidente ressaltou, no entanto, que o processo mostrou “a vitalidade da democracia americana” e que a relação de Brasil e Estados Unidos é de “Estado para Estado” e assentada em uma visão “de longo prazo”.

“Nós temos uma relação que vem da época da nossa independência, de modo que a gente não fica especulando muito sobre o que será esse impacto das eleições. As nossas relações são densas, complexas, os interesses transcendem o mero processo eleitoral”, disse.

Questionado sobre as falas de Joe Biden, que colocam a questão ambiental como um dos centros do seu programa de governo, Mourão disse que os recursos que o presidente eleito disse que levantaria para ajudar a Amazônia seriam bem-vindos.

“Nós vimos durante a campanha o Joe Biden dizendo que buscaria liderar uma coalização em defesa da Amazônia e que colocaria ‘x’ bilhões de dólares. Bem, eu acho que se pagarem os serviços ambientais já ficamos satisfeitos com isso, já teremos recursos suficientes para avançar em todas as nossas agendas da Amazônia”, afirmou.

No entanto, Mourão deu a entender que Biden teria outros problemas para lidar primeiro, como a relação com a China e com os europeus e a divisão interna nos EUA.

“Não podemos deixar de olhar que os EUA estão divididos. Existe uma divisão e o presidente Biden terá que mostrar que será capaz de ir além da mera retórica de que está lá para unir os americanos e trabalhar em prol dessa união”, afirmou.


Apesar de parte da mídia “comemorar” a “vitória” de Joe Biden nas eleições para a Presidência dos Estados Unidos (EUA), o sentimento não é compartilhado por todos os profissionais da imprensa. E um deles é o jornalista Glenn Greenwald que, em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, fez críticas ao candidato do Partido Democrata.

Ao veículo, Greenwald disse que apesar de a esquerda brasileira comemorar a vitória de Biden, o rival do presidente Donald Trump no pleito não aprova pautas esquerdistas.

– Política não é sobre quem você gosta como ser humano. Biden tem 50 anos no poder e é muito claro o que ele vai defender, qual ideologia vai implementar. Ele não é Lula, não é Evo Morales, não é contra a guerra, não é socialista – contou.

De acordo com Greenwald, Joe Biden teve uma importante participação na Guerra do Iraque, se elegeu senador em defesa do interesse de bancos e teve papel importante na aprovação de leis que colocaram mais pessoas na prisão.

Na entrevista, o jornalista ainda falou sobre uma reportagem contrária a Biden que foi “censurada” por parte da imprensa dos EUA.

– Twitter e Facebook bloquearam a possibilidade de ler [uma matéria contrária a Biden], exatamente como acontece na China e no Irã. Essa mentalidade de censura está sendo muito fortalecida nos EUA, e acho que vai continuar, porque o Partido Democrata acredita muito na justificativa de censura (…) Então, para mim, as liberdades mais importantes da democracia —de expressão, de imprensa, de ser dissidente— estão sendo atacadas com força nos EUA – destacou.

Fonte: site Pleno News


Após ter confirmada a previsão de vitória na Pensilvânia, o candidato democrata Joe Biden ultrapassou neste sábado (7) a marca de 270 delegados, segundo projeções da imprensa americana, e já possui votos suficientes para ser eleito.

Entretanto, apesar do resultado favorável aos democratas, diversas ações movidas pela campanha do atual presidente Donald Trump na Justiça americana ainda podem alterar o resultado final.

A campanha republicana já anunciou ter entrado com ações judiciais para suspender a contagem em Michigan, Geórgia, Nevada e Pensilvânia, além de recontagem em Wisconsin, mas dois de seus pedidos já foram rejeitados pela Justiça. Durante a noite de quinta-feira (5), se somou mais um processo, na Filadélfia.

Na madrugada desta sexta-feira (6), Trump foi ao Twitter e fez duras acusações sobre a legalidade do pleito. Na postagem, ele reforçou o que já havia dito na noite de quinta-feira (5), quando disse que venceria “facilmente” se fosse contados os “votos legais”. A publicação, porém, foi censurada pela rede social.

– Posso facilmente ganhar a Presidência com votos legais. Os observadores não tiveram permissão, de nenhum jeito ou maneira, de fazer seu trabalho e, assim, votos aferidos durante este período devem ser considerados votos ilegais. A Suprema Corte deve decidir! – tuitou.


O democrata Joe Biden alcançou os 270 delegados no Colégio Eleitoral neste sábado (7), segundo projeções de diversos veículos de imprensa, número suficiente para derrotar o republicano Donald Trump e se sagrar o 46º presidente dos Estados Unidos.

Embora não oficial, esse tipo de projeção é suficiente para que a sociedade americana reconheça a eleição de um presidente.
Mas, neste ano, a campanha de Trump alega que a eleição está sendo roubada e promete ações na Justiça para impedir que Biden vença. A campanha republicana pediu recontagem em Wisconsin e tenta suspender a apuração na Pensilvânia, na Geórgia e em Michigan.
Também pediu interferência em um caso pendente na Suprema Corte dos EUA sobre a Pensilvânia, um estado importante da disputa que ainda está contando centenas de milhares de cédulas enviadas pelo correio. O republicano tenta impedir que o estado conte votos que cheguem depois da eleição.
Essas manobras judiciais de Trump ocorreram após ataques do republicano contra a integridade da votação, ao mesmo tempo em que declarou vitória e sugeriu — sem comprovação — que os democratas tentariam fraudar a eleição.

Informações: G1
Foto: Reprodução

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