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Apesar de parte da mídia “comemorar” a “vitória” de Joe Biden nas eleições para a Presidência dos Estados Unidos (EUA), o sentimento não é compartilhado por todos os profissionais da imprensa. E um deles é o jornalista Glenn Greenwald que, em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, fez críticas ao candidato do Partido Democrata.

Ao veículo, Greenwald disse que apesar de a esquerda brasileira comemorar a vitória de Biden, o rival do presidente Donald Trump no pleito não aprova pautas esquerdistas.

– Política não é sobre quem você gosta como ser humano. Biden tem 50 anos no poder e é muito claro o que ele vai defender, qual ideologia vai implementar. Ele não é Lula, não é Evo Morales, não é contra a guerra, não é socialista – contou.

De acordo com Greenwald, Joe Biden teve uma importante participação na Guerra do Iraque, se elegeu senador em defesa do interesse de bancos e teve papel importante na aprovação de leis que colocaram mais pessoas na prisão.

Na entrevista, o jornalista ainda falou sobre uma reportagem contrária a Biden que foi “censurada” por parte da imprensa dos EUA.

– Twitter e Facebook bloquearam a possibilidade de ler [uma matéria contrária a Biden], exatamente como acontece na China e no Irã. Essa mentalidade de censura está sendo muito fortalecida nos EUA, e acho que vai continuar, porque o Partido Democrata acredita muito na justificativa de censura (…) Então, para mim, as liberdades mais importantes da democracia —de expressão, de imprensa, de ser dissidente— estão sendo atacadas com força nos EUA – destacou.

Fonte: site Pleno News


Após ter confirmada a previsão de vitória na Pensilvânia, o candidato democrata Joe Biden ultrapassou neste sábado (7) a marca de 270 delegados, segundo projeções da imprensa americana, e já possui votos suficientes para ser eleito.

Entretanto, apesar do resultado favorável aos democratas, diversas ações movidas pela campanha do atual presidente Donald Trump na Justiça americana ainda podem alterar o resultado final.

A campanha republicana já anunciou ter entrado com ações judiciais para suspender a contagem em Michigan, Geórgia, Nevada e Pensilvânia, além de recontagem em Wisconsin, mas dois de seus pedidos já foram rejeitados pela Justiça. Durante a noite de quinta-feira (5), se somou mais um processo, na Filadélfia.

Na madrugada desta sexta-feira (6), Trump foi ao Twitter e fez duras acusações sobre a legalidade do pleito. Na postagem, ele reforçou o que já havia dito na noite de quinta-feira (5), quando disse que venceria “facilmente” se fosse contados os “votos legais”. A publicação, porém, foi censurada pela rede social.

– Posso facilmente ganhar a Presidência com votos legais. Os observadores não tiveram permissão, de nenhum jeito ou maneira, de fazer seu trabalho e, assim, votos aferidos durante este período devem ser considerados votos ilegais. A Suprema Corte deve decidir! – tuitou.


O democrata Joe Biden alcançou os 270 delegados no Colégio Eleitoral neste sábado (7), segundo projeções de diversos veículos de imprensa, número suficiente para derrotar o republicano Donald Trump e se sagrar o 46º presidente dos Estados Unidos.

Embora não oficial, esse tipo de projeção é suficiente para que a sociedade americana reconheça a eleição de um presidente.
Mas, neste ano, a campanha de Trump alega que a eleição está sendo roubada e promete ações na Justiça para impedir que Biden vença. A campanha republicana pediu recontagem em Wisconsin e tenta suspender a apuração na Pensilvânia, na Geórgia e em Michigan.
Também pediu interferência em um caso pendente na Suprema Corte dos EUA sobre a Pensilvânia, um estado importante da disputa que ainda está contando centenas de milhares de cédulas enviadas pelo correio. O republicano tenta impedir que o estado conte votos que cheguem depois da eleição.
Essas manobras judiciais de Trump ocorreram após ataques do republicano contra a integridade da votação, ao mesmo tempo em que declarou vitória e sugeriu — sem comprovação — que os democratas tentariam fraudar a eleição.

Informações: G1
Foto: Reprodução


(Reuters) – O democrata Joe Biden se aproximava de alcançar a Casa Branca nesta sexta-feira, ampliando sua estreita vantagem sobre o presidente Donald Trump nos Estados-chave da Pensilvânia e da Geórgia, mesmo enquanto os republicanos buscavam levantar 60 milhões de dólares para financiar ações judiciais que contestam os resultados.

ndamentos, enquanto um país cansado e ansioso esperava por uma maior clareza em relação a uma eleição que apenas intensificou a profunda polarização do país.

No quarto dia de contagem de votos, o ex-vice-presidente Biden tinha uma vantagem de 253 a 214 votos no Colégio Eleitoral, que determina o vencedor, de acordo com a Edison Research.

Garantir os 20 votos no Colégio Eleitoral da Pensilvânia colocaria Biden acima dos 270 que ele necessita para ganhar a Presidência após uma carreira política que remonta a quase cinco décadas.

Biden também venceria o pleito se ganhar em dois dos três outros Estados-chave onde estava ligeiramente à frente nesta sexta-feira: Geórgia, Arizona e Nevada. Como na Pensilvânia, os três ainda estavam contabilizando cédulas nesta sexta-feira.

À medida que a liderança de Biden crescia na Pensilvânia, centenas de democratas se reuniram em frente a um local de contagem de votos no centro da Filadélfia portando camisetas amarelas com os dizeres “Conte todos os votos”. Em Detroit, uma multidão de apoiadores de Trump, alguns armados, protestaram do lado de fora de um local de contagem, agitando bandeiras e gritando: “Lute!”

Biden planejava fazer um discurso no horário nobre desta sexta-feira, de acordo com duas pessoas a par de sua programação de campanha. Sua campanha previa que poderia ser um discurso de vitória se as redes de televisão apontassem a disputa eleitoral como resolvida para ele nas próximas horas.

Enquanto isso, Trump não deu nenhum sinal de que estaria pronto para ceder, à medida que sua campanha mantinha uma série de ações judiciais que, segundo especialistas jurídicos, provavelmente não alterariam o resultado da eleição.

“Desde o início dissemos que todas as cédulas legais devem ser contadas e todas as cédulas ilegais não devem ser contadas, ainda que tenhamos encontrado resistência a este princípio básico por parte dos democratas em cada turno”, disse Trump em um comunicado divulgado por sua campanha.

“Seguiremos esse processo em todos os aspectos da lei para garantir que o povo norte-americano tenha confiança em nosso governo”, disse Trump.

Na véspera, Trump fez um ataque ao processo democrático norte-americano, fazendo uma aparição na Casa Branca para alegar falsamente que a eleição estava sendo “roubada”.

Autoridades eleitorais de toda a nação disseram não estar cientes de qualquer irregularidade significativa. O secretário de Estado da Geórgia disse nesta sexta-feira que antevê uma recontagem de votos devido à vantagem pequena que Biden tem sobre Trump.

Na quinta-feira, Biden expressou confiança em uma vitória e pediu paciência durante a contagem de votos. Em reação à ideia de que Trump pode não reconhecer a derrota, o porta-voz do democrata, Andrew Bates, disse em um comunicado emitido nesta sexta-feira: “O governo dos Estados Unidos é perfeitamente capaz de escoltar intrusos para fora da Casa Branca”.


O ministro da Economia, Paulo Guedes, durante cerimônia alusiva à marca de 100 milhões de poupanças sociais digitais Caixa.

O Brasil seguirá normalmente as relações com os Estados Unidos sob uma eventual presidência do democrata Joe Biden, disse hoje (6) o ministro da Economia, Paulo Guedes. Em evento promovido pelo Banco Itaú, o ministro afirmou que o relativo isolamento da economia brasileira permite que o resultado das eleições norte-americanas não afete tanto o crescimento econômico do país nos próximos anos.

“Eventualmente, havendo mudança [na política dos Estados Unidos], me parece que os dados indicam que isso está próximo de acontecer, isso não afeta nossa dinâmica de crescimento de forma alguma”, declarou Guedes. Para ele, os eventos externos afetam principalmente os fluxos de investimentos e preços de ativos financeiros, como o câmbio, mas não impactam tanto a economia real.

Na avaliação de Guedes, a retomada do crescimento da economia brasileira depende mais da continuidade das reformas, de privatizações, de mudanças no sistema tributário e da liberalização de marcos regulatórios e de melhorias no ambiente de negócios.

“Particularmente sobre os Estados Unidos, voltando para a questão macro, nós estávamos, e continuaremos trabalhando, com todo mundo. Nós vamos dançar com todo mundo porque nós chegamos atrasados à festa. Queremos dançar com todo mundo. Vamos seguir o nosso relacionamento”, disse Guedes.


Nesta sexta-feira (6), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, usou as redes sociais para mandar um recado para o seu oponente nas eleições, Joe Biden. O chefe da Casa Branca destacou que o democrata não deve “reivindicar indevidamente o cargo de presidente”.

Na publicação, Trump disse ainda que os processos judiciais estão apenas começando.

– Joe Biden não deve reivindicar indevidamente o cargo de presidente. Eu também poderia fazer essa afirmação. Os processos judiciais estão apenas começando – escreveu.

Mais cedo, Trump divulgou um comunicado e questionou a apuração dos votos da eleição presidencial americana

Informações: Pleno News


Donald Trump durante discurso na madrugada desta quarta-feira (4). — Foto: REUTERS/Carlos Barria

O democrata Joe Biden está a 6 votos no Colégio Eleitoral de se tornar o novo presidente dos Estados Unidos, segundo projeções da agência de notícias Associated Press. Mesmo assim, ainda há um caminho para a reeleição do republicano Donald Trump: vencer em todos os estados-chave onde o resultado ainda está em aberto.

Biden lidera a corrida com 264 votos no Colégio Eleitoral — para vencer, é preciso chegar a 270. Trump tem 214 delegados e deve conquistar outros 3 votos considerados certos republicano no Alasca.

Se vencer em Nevada (6 votos), o democrata terá delegados suficientes no Colégio Eleitoral para ser eleito o 46º presidente dos EUA. Trump precisa reverter o resultado no estado e ganhar na Geórgia (16 delegados), na Carolina do Norte (15 votos) e na Pensilvânia (20 votos).

Confira como está a votação nos estados onde projeções ainda não apontam um vencedor. Trump precisa vencer em todos para se reeleger:

Se vencer em Nevada, Geórgia, Carolina do Norte e Pensilvânia, Trump somará mais 57 delegados e chegará a 271 votos (um a mais do que o necessário para vencer a eleição).

Com os votos do Alasca, Trump seria reeleito com 274 votos no Colégio Eleitoral, contra 264 de Biden — a corrida eleitoral mais apertada em 20 anos. Em 2016, o republicano conquistou 306 delegados na vitória contra Hillary Clinton.

Além disso, Trump pediu recontagem de votos no Wisconsin e tenta suspender a apuração na Pensilvânia, na Geórgia e no Michigan. Biden já foi declarado vencedor no Wisconsin e no Michigan, estados onde o republicano venceu em 2016.

Fonte: https://g1.globo.com/mundo/eleicoes-nos-eua/2020/noticia/2020/11/05/


Em pronunciamento na madrugada desta quarta-feira (4), o presidente Donald Trump afirmou que, por direito, ganhou a eleição e irá recorrer à Suprema Corte para parar a contagem de votos e impedir uma “fraude”. Ele fez a afirmação mesmo estando atrás de Joe Biden nas projeções de delegados no colégio eleitoral.

“De repente, eu disse: o que aconteceu com a eleição? … Eles sabiam que não podiam ganhar, então disseram, ‘vamos ao tribunal'”, afirmou o republicano. “Queremos que a lei seja usada de maneira adequada, por isso iremos ao Supremo Tribunal dos Estados Unidos. Queremos que todas as votações parem”, disse. “Não queremos que eles encontrem cédulas às quatro da manhã e as adicionem à lista”, continuou.

“Isso é uma fraude para o povo americano. Isso é uma vergonha para o nosso país. Estávamos nos preparando para vencer esta eleição. Por direito, vencemos esta eleição. Iremos para a Suprema Corte dos Estados Unidos. Queremos que todas as votações parem”, disse ainda o presidente.

O discurso de Trump cumpre o que havia sido previsto em reportagem no site Axios, no domingo, que adiantava que o presidente poderia declarar sua vitória e contestar os votos recebidos por correio e ainda não contados na noite da eleição. Ele negou que faria isso e Biden, ao saber da possível manobra, afirmou: “Trump não irá roubar esta eleição”.

A campanha de Biden afirmou que, caso Trump de fato procure a Suprema Corte para impedir a contagem dos votos restantes, a equipe de advogados deles está de prontidão para impedir.

Trump não detalhou exatamente qual seria seu argumento para entrar com ação na Suprema Corte. Ele elencou estados onde teve boa votação e agradeceu. Depois, disse que venceria em estados como a Pensilvânia, que está indefinida, e partiu para declarar que ocorreria uma fraude.

“Milhões e milhões de pessoas votaram em mim. Mas um triste grupo está tentando tirar os direitos dessas pessoas. Estávamos nos preparando para uma grande festa. Vamos vencer tudo”, disse. “Um recorde, números nunca vistos. Veja a Flórida, ganhamos por muito. Também está claro que ganhamos a Geórgia. Eles não podem nos alcançar”, afirmou.

Trump disse ainda que o estado do Arizona não está decidido. “E nós nem precisamos dele”, afirmou. Pouco depois, Biden foi declarado vencedor naquele estado.

“Mas mais importante, estamos ganhando a Pensilvânia por uma tremenda vantagem. Estamos com mais de 600 mil votos de vantagem – isso não é nem perto. Será quase impossível nos alcançar. E estamos ganhando Michigan. Eu vejo os números, é muito. Ganhamos estados e de repente, o que aconteceu com a eleição?”, questionou.

Fonte: G1


No dia das eleições nos Estados Unidos, o dólar fechou em pequena alta depois de operar em baixa na maior parte da sessão. As incertezas em relação a votações no Congresso, que caía com o clima de otimismo nos mercados internacionais.

O dólar comercial encerrou esta terça-feira (3) vendido a R$ 5,762, com alta de R$ 0,024 (+0,42%). Na mínima do dia, por volta das 11h30, a divisa chegou a cair para R$ 5,65, com queda de mais de 1,5%.

Nesta tarde, o Senado abriu a sessão que vota o projeto de lei que estabelece a autonomia do Banco Central (BC). A proposta, no entanto, esbarra na resistência a outro projeto, que simplifica a autorização para transporte terrestre coletivo internacional e interestadual. A votação do veto presidencial à prorrogação da desoneração da folha de pagamentos para o fim de 2021, marcada para amanhã (4), também acrescentou incertezas às negociações.

Os investidores também repercutiram declarações do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, de que as votações da proposta de emenda à Constituição (PEC) emergencial e do Orçamento do próximo ano podem ser adiadas para o início de 2021. Em evento ao vivo ontem (2), Maia declarou que a obstrução da agenda da Casa por parte da base governista está prejudicando a pauta econômica.

As turbulências políticas externas não se refletiram no mercado de ações. O índice Ibovespa, da B3, fechou o dia aos 95.980 pontos, com alta de 2,16%. O indicador foi influenciado pela alta nas bolsas dos Estados Unidos e pela divulgação do balanço de empresas do setor de mineração e de siderurgia.

Depois de semanas de tensão por causa das eleições norte-americanas, os mercados financeiros globais iniciaram a semana em clima de otimismo. Na avaliação dos investidores, o desfecho da disputa entre o presidente Donald Trump e o candidato democrata, Joe Biden, destravará as negociações para um novo pacote de estímulos à maior economia do planeta em meio à pandemia do novo coronavírus.

Informações: Reuters


O presidente da República, Jair Bolsonaro
Foto: Carolina Antunes/PR (25.ago.2020)

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou, nesta segunda-feira (2), à CNN que acredita na reeleição do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, à Casa Branca e que a recondução do republicano será boa para o Brasil.

“Estou confiante com a reeleição de Donald Trump, porque será boa para as relações comerciais e diplomáticas com o Brasil”, ressaltou.

No dia 20 de outubro, durante visita da delegação norte-americana a Brasília, liderada pelo Conselheiro Nacional de Segurança dos Estados Unidos, Robert Charles O’Brien, Jair Bolsonaro saiu em defesa do republicano ao afirmar que gostaria de comparecer à posse de Donald Trump, caso reeleito.

“Espero, se for a vontade de Deus, comparecer à posse do presidente [Donald Trump], brevemente reeleito nos Estados Unidos. Não preciso esconder isso, é do coração. Pelo respeito, pelo trabalho e pela consideração que ele teve conosco, eu manifesto dessa forma nesse momento”, afirmou Bolsonaro na ocasião.

Oficialmente, as eleições norte-americanas ocorrem nesta terça-feira. No entanto, desde a semana passada, quase 100 milhões de eleitores, no exterior e dentro do país, já votaram. Mais de 60 milhões votaram pelo correio, número equivale a mais da metade dos votos no pleito de 2016, o que representa uma alta participação nas eleições deste ano.

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