ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Candidatos aprovados terão até 30 de março para comprovar as informações e garantir a bolsa de estudos. Programa concede bolsas de 50% ou 100% em instituições privadas de ensino superior.

Prouni 2023 — Foto: Foto: Emily Santos/g1

Prouni 2023 — Foto: Foto: Emily Santos/g1 

O Programa Universidade Para Todos (Prouni), iniciativa do Ministério da Educação (MEC) que oferece bolsas de estudo em instituições particulares de ensino superior, divulga nesta terça-feira (21) o resultado da segunda chamada dos estudantes pré-selecionados

O edital não estabelece um horário para a divulgação, mas o MEC prevê que o resultado seja publicado no decorrer do dia. 

📝 Para conferir o resultado, o candidato deve acessar o site do programa: http://acessounico.mec.gov.br/prouni.

Os aprovados nesta etapa terão desta terça até 30 de março para comprovar as informações prestadas no ato de inscrição e garantir a bolsa. 

A autenticação dos dados pode ser feita de forma virtual ou presencial nas instituições para as quais foram pré-selecionados, conforme orientações de cada universidade

Prouni seleciona candidatos para bolsas parciais (50%) e integrais (100%) em universidades particulares. Um dos critérios de seleção é o desempenho dos candidatos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). 

Para garantir a bolsa parcial ou integral, o candidato deve possuir renda familiar de 1,5 a 3 salários mínimos por pessoa. O certificado de conclusão do ensino médio em escola pública também é obrigatório. 

A lista completa de documentos deve ser informada pela instituição. Quem não concluir esta fase não consegue participar de eventual etapa complementar de seleção ou efetuar a matrícula e perde a bolsa. 

Informações G1


Autenticação dos dados pode ser feita de forma virtual ou presencial nas universidades para as quais foram pré-selecionados. Etapa é indispensável para o processo de matrícula na instituição de ensino superior.

Prouni 2023 — Foto: Foto: Emily Santos/g1

Prouni 2023 — Foto: Foto: Emily Santos/g1 

Os candidatos pré-aprovados na primeira chamada do Programa Universidade Para Todos (Prouni) têm até esta quinta-feira (16) para comprovar as informações prestadas no ato de inscrição. 

A autenticação dos dados pode ser feita de forma virtual ou presencial nas instituições para as quais foram pré-selecionados, conforme orientações de cada universidade. 

O Prouni seleciona candidatos para bolsas parciais (50%) e integrais (100%) em universidades particulares. Um dos critérios de seleção é o desempenho dos candidatos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). 

Para garantir a bolsa parcial ou integral, o candidato deve possuir renda familiar de 1,5 a 3 salários mínimos por pessoa. O certificado de conclusão do ensino médio em escola pública também é obrigatório. 

A lista completa de documentos deve ser informada pela instituição. Quem não concluir esta fase não consegue participar de eventual etapa complementar de seleção ou efetuar a matrícula e perde a bolsa. 

Informações G1


Candidatos não classificados nesta etapa irão automaticamente para a lista de espera para concorrer a eventuais vagas que não tenham sido preenchidas.

FIES — Foto: Marcello Casal Jr/ Agência Brasil

FIES — Foto: Marcello Casal Jr/ Agência Brasil 

O resultado da chamada única do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) do 1º semestre será divulgado nesta terça-feira (14) no site do programa

Os alunos classificados na pré-seleção devem acessar o mesmo endereço e complementar a inscrição de 15 a 17 de março. 

Quem não se classificar na chamada regular será automaticamente adicionado à lista de espera e concorrerá a eventuais vagas que não forem preenchidas na chamada única. A convocação dos selecionados nesta etapa ocorrerá de 21 de março a 18 de maio. 

O Fies é um programa de financiamento de mensalidades em instituições de ensino superior privadas, a partir da nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). 

Atenção: diferentemente do Prouni, o programa não oferece bolsas de estudos, e sim um “empréstimo”. Depois de concluir a graduação, o candidato deverá quitar a dívida, em parcelas proporcionais à sua renda. 

O que fazer depois de ser aprovado?

O aluno classificado na pré-seleção deve entrar novamente no site do Fies e complementar seus dados de inscrição até as 23h59 de 17 de março. 

Além da nota do Enem, o sistema do Fies também considera a seguinte ordem de prioridade ao selecionar os alunos aprovados: 

I – Candidatos que não tenham concluído o ensino superior e que nunca tenham se vinculado ao Fies. 

II – Candidatos que não tenham concluído o ensino superior, mas já tenham sido beneficiados pelo financiamento estudantil (com todas as dívidas pagas). 

III – Candidatos que já tenham concluído o ensino superior e não tenham sido beneficiados pelo Fies. 

IV – Candidatos que já tenham concluído o ensino superior, por meio do Fies, com as dívidas pagas. 

Quem ainda tiver débitos no programa não poderá concorrer ao financiamento. 

Veja o calendário deste semestre: 

Informações G1


Foto: Pedro Moraes

Estão abertas as inscrições para diversas olimpíadas do conhecimento. A participação de estudantes e professores da rede estadual de ensino nessas atividades é estimulada pela  Secretaria da Educação do Estado (SEC), por meio do Programa Bahia Olímpica.  Em 2022, foi registrada a  participação de mais de 1,2 milhão de estudantes baianos, em 30 olimpíadas.

A coordenadora do Bahia Olímpica, Shirley Costa, falou que as expectativas são as melhores para 2023 e as unidades escolares já estão mobilizadas. “As escolas públicas estaduais e municipais entenderam a importância de inserir as Olimpíadas do Conhecimento no calendário letivo e isso trouxe resultados positivos no processo de aprendizagem e no desenvolvimento de competências essenciais para a formação científica dos estudantes”.

A 15ª edição da Olimpíada Nacional em História do Brasil (ONHB), que é realizada pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), também está com inscrições abertas, através do endereço https://bit.ly/3Zq3pKR, até  27 de abril. Para participar, os interessados devem compor equipes com um professor de História e três alunos do Ensino Fundamental ou do Ensino Médio.

Já a Olimpíada de Matemática da UNICAMP (OMU) também está com inscrições abertas para a sua 39ª edição, até o dia 6 de abril, por meio do endereço https://bit.ly/3Jj0kXp. Podem participar estudantes de escolas públicas e privadas de todo o Brasil. A Olimpíada será realizada em equipes formadas por três estudantes e um professor responsável.


As inscrições do Fies terminam nesta sexta-feira (10), às,  — Foto: getty Images

As inscrições do Fies terminam nesta sexta-feira (10), às, — Foto: getty Images 

O prazo de inscrição para o Fies (Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior) termina nesta sexta-feira (10), às 23h59 (horário de Brasília). 

Para o estudante aderir ao programa, é preciso fazer a inscrição no site do Fies. No sistema, os candidatos conseguem se inscrever em até três opções de curso. 

Os pré-requisitos para aderir ao financiamento são: 

O Fies é um programa do governo federal em que paga as mensalidades dos cursos de graduação em instituições privadas de ensino superior. 

Informações G1


Foto: Reprodução/CNN Brasil

Devido aos avanços tecnológicos das últimas décadas, a Internet se tornou uma ferramenta primordial em diversos contextos sociais. Um em especial é a educação. Com o impacto da pandemia de covid-19, pode- se perceber o quão fundamental as redes se tornaram para viabilizar o acesso ao conhecimento para os milhares de estudantes brasileiros.

De acordo com o Censo Escolar de 2021, 78% das instituições de ensino públicas declararam possuir acesso à Internet, o que aparentava ser um cenário favorável, porém, em uma das audiências públicas da Subcomissão Temporária para Acompanhamento da Educação na Pandemia desse ano, apontou-se que cerca de 64 mil instituições possuem menos de 6 Mbps de download com as medidas em vigor.

Essa velocidade estaria de acordo em um ambiente domiciliar, claro, se nele estivesse apenas um usuário e somente alguns dispositivos conectados. Logo é de se esperar que, em uma realidade escolar, tal condição seja ineficaz.

E, quando adicionamos a qualidade do serviço à equação, somos capazes de enxergar o denominador comum para tal disparidade nas instituições: os programas atuais operam com tecnologias defasadas.

Com essa perspectiva, abordar o uso da fibra óptica dentro das escolas se revela, mais que um mero avanço tecnológico, uma questão de necessidade.

Quando falamos sobre democratização do conhecimento, o acesso é apenas um dos pilares. Dados divulgados pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.Br), por meio da TIC Educação 2021, mostram que, em 2021, 84% dos estudantes de áreas urbanas não possuíam Internet em casa, com essa porcentagem alcançando 92% nas áreas rurais.

A fibra detém a capacidade de proporcionar o acesso de maneira rápida, com mais segurança e assertividade. Os benefícios da fibra também englobam a facilidade de transferência de dados. Ela oferece capacidade de transmissão mais veloz, podendo se tornar uma grande aliada para a transferência de conteúdos pedagógicos.

Sendo assim, viabilizar o uso desse serviço dentro do escopo educacional também permitiria maior inclusão do corpo discente das instituições.

Sabendo o poder de transformação que a educação possui, essa problemática se estende além dos números e estatísticas apresentados. Em uma óptica educacional, disponibilizar apenas o acesso à Internet não é o suficiente.

A competência dessa ferramenta impacta diretamente a vida escolar de milhares de estudantes, futuros formadores de opinião e profissionais de diversas áreas. Diante disso, a democratização do conhecimento deve começar pelo passo mais simples, o acesso de qualidade a ele.

Com essa concepção em mãos, em 2018 a SKY foi responsável por criar e implantar a Escola Plus em diferentes instituições brasileiras. O projeto existe desde 2007, funcionando como programa de educação audiovisual em escolas de nível básico na América Latina.

No Brasil, abraçamos a iniciativa com entusiasmo, possibilitando que mais de 61 escolas de ensino fundamental das cidades de Jundiaí e Jaguariúna tivessem acesso a conteúdos educacionais, enriquecendo a grade curricular dessas instituições.

Alçamos esse marco utilizando apenas a televisão como instrumento de difusão. No entanto sabemos que as necessidades aumentaram, tendo consciência do cenário apresentado pelos dados. Logo nossa próxima missão terá a fibra óptica como aliada na educação brasileira.

Fórum CNN

Os artigos publicados pelo Fórum CNN buscam estimular o debate, a reflexão e dar luz a visões sobre os principais desafios, problemas e soluções enfrentados pelo Brasil e por outros países do mundo.

Os textos publicados no Fórum CNN não refletem, necessariamente, a opinião da CNN Brasil.

Sugestões de artigos devem ser enviadas a forumcnn@cnnbrasil.com.br e serão avaliadas pela editoria de especiais.

*CNN Brasil


Desde o fim da suspensão de pagamentos das parcelas por causa da pandemia, porcentagem de contratos que estão com atraso de mais de três meses subiu pelo quinto semestre consecutivo e atingiu 53,7%.

Inscrições para o Fies começam nesta terça-feira (7); levantamento alerta para endividamento recorde dos estudantes 

O governo federal tem R$ 11,3 bilhões em parcelas do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) que já deveriam ter sido pagas, mas estão em atraso. Dos quase 1,9 milhão de ex-estudantes que já estão na fase de pagamento das parcelas, a chamada amortização, 53,7% estão com a dívida atrasada há mais de três meses. Os dados, atualizados semestralmente pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) foram obtidos pela produção da TV Globo via Lei de Acesso à Informação (LAI). 

Na noite desta segunda (6), o ministro da Educação, Camilo Santana, admitiu, em um vídeo publicado nas redes sociais, que “a inadimplência do Fies está altíssima”, e anunciou a criação de um grupo de trabalho interministerial para discutir o problema, além de possíveis mudanças do programa, como aumento do teto de financiamento e a desburocratização do fundo. 

“Não dá tempo para mudar as regras já para essa inscrição agora. Essas regras poderão mudar a partir do resultado do trabalho, que vai ser formado por esse comitê gestor”, afirmou ele. 

O Ministério da Educação abriu nesta terça-feira (7) as inscrições para mais de 67 mil novos contratos de financiamento estudantil no primeiro semestre. 

Quem fez o Enem em alguma edição desde 2010 e preenche os requisitos mínimos de nota no exame e renda familiar per capita pode disputar uma das vagas até a próxima sexta-feira (10) no site https://acessounico.mec.gov.br/fies

Veja o histórico da porcentagem de contratos do Fies que já estão na fase de amortização (pagamento das parcelas), mas têm atraso de pelo menos 90 dias — Foto: Ana Carolina Moreno/TV Globo 

Dívida atrasada quase dobrou desde 2021

O valor das parcelas que o governo já deveria ter recebido, mas não foram pagas, tem aumentado em ritmo acelerado: em abril de 2019, eram R$ 2,5 bilhões em valores devidos. Em junho de 2021, novo balanço do FNDE mostrou que o saldo havia subido para R$ 6,6 bilhões. Agora, ele já passa de R$ 11 bilhões. 

Em 2022, o FNDE diz ter arrecadado R$ 4,7 bilhões em pagamentos das parcelas (atrasadas ou em dia) do Fies, um recorde desde 2015. No total, considerando as parcelas que ainda não venceram, os quase 1,9 milhões de contratos somavam R$ 111,6 bilhões em dezembro de 2022. 

Renegociação atraiu 6,7% dos contratos aptos

O programa de renegociação do Fies do segundo semestre de 2022, que ficou aberto entre setembro e dezembro, atraiu um total de 124.903 contratos de financiamento, de acordo com dados obtidos pela TV Globo junto ao FNDE. 

O valor corresponde a 6,7% do total de 1.873.989 contratos que, segundo o órgão, poderiam ter aderido para receber pelo menos o desconto das taxas e encargos. 

A adesão, porém, foi mais alta entre os contratos que preenchiam os critérios para os descontos de pelo menos 77%: 

Oito em cada dez contratos renegociados entre setembro e dezembro de 2022 tinham pelo menos 360 dias de atraso nas parcelas e tiveram descontos de entre 77% e 92% do saldo devedor — Foto: Ana Carolina Moreno/TV Globo 

Duas décadas com o nome sujo

Depois de duas décadas com o nome sujo por causa da dívida do Fies, a jornalista Ghretta Pasuld, de 40 anos, finalmente conseguiu entrar no grupo de contratos renegociados. 

A moradora de Ribeirão Pires, na Grande São Paulo, conseguiu financiamento do Fies no início dos anos 2000, antes da expansão feita pelo governo federal. Mas, ao se formar, viu que as primeiras parcelas já começaram a chegar muito altas para o rendimento que ela tinha na época. 

“Acho que a segunda ou terceira parcela veio em torno de R$ 500. Eu ganhava R$ 500 na época. Então já não dava pra suprir”, lembra ela. “Aí eu comecei a acumular parcelas, e nisso se foram 20 anos.” (Ghretta Pasuld, jornalista)

Anos esperando a renegociação

Ao longo desse tempo, além de não poder contar com crédito para realizar sonhos como comprar um carro com medo de o governo penhorar qualquer bem em seu nome, Ghretta também não conseguia renegociar sua dívida. 

“Sempre quando conversava com a Caixa Econômica Federal, a opção era à vista. Não tinha conversa sobre tirar juros, enfim, baixar, né? Voltar para um valor real e condizente com a minha condição de pagar.” 

Em 2019, uma primeira tentativa do governo federal de renegociar a dívida de 567 mil inadimplentes só conseguiu atrair 2% do público-alvo. Um dos motivos era a exigência do pagamento de uma entrada dentro de um prazo curto, o que acabou afastando a maioria dos ex-estudantes, sem condições de cumprir os requisitos. 

O Fies e a taxa de juros alta

No ano passado, o programa ofereceu descontos melhores e condições mais flexíveis, segundo o economista Rodrigo Capelato, diretor-executivo do Semesp, entidade que representa mantenedoras de ensino superior no Brasil. “Ele [o Fies] deu um desconto alto, para o aluno poder pagar sua dívida mais rapidamente”, explicou o especialista. 

“Mas esse pagamento, mesmo que parcelado, está atrelado à taxa de juros Selic, que é uma taxa bem elevada. Estamos com uma taxa de 13 pontos, 75% ao ano. Muito provavelmente, se tiver uma renda muito baixa, ele [devedor] não vai arcar nem com a renegociação.” (Rodrigo Capelato, diretor-executivo do Semesp)

Ghretta afirma que, inicialmente, conseguiu reduzir sua dívida de quase R$ 100 mil para R$ 17 mil, a serem pagos em cerca de um ano e meio. Mas, quando o segundo boleto chegou com valor R$ 200 mais alto por causa da taxa de juros, ela tomou um susto. “Fiz as contas e vi que ia chegar a R$ 3 mil a parcela.” 

Ela então disse que conseguiu um dinheiro com a mãe e foi até o banco quitar a dívida de uma vez. “Acredito que agora a vida começa a andar”, afirmou ela. 

Medo de voltar à inadimplência

A arquiteta Fabiana Goulart, de Curitiba, também conseguiu renegociar seu contrato no ano passado. “A gente achou que era uma luz no fim do túnel”, conta ela sobre o programa. “No meu caso, especificamente, a parcela ficou em R$ 2.500. Então é uma parcela relativamente alta, e a forma de pagamento não é muito flexível. Pra eu conseguir esse desconto eu tenho que pagar esse valor mensalmente em 15 vezes.” 

Além da parcela, porém, ela agora está às voltas com a taxa Selic. 

“Eu nunca sei qual é o valor da parcela da renegociação. A minha primeira parcela foi R$ 2.480. A minha segunda parcela foi R$ 2.850, então teve aí um acréscimo de mais ou menos uns R$ 350 de um mês para o outro. Agora eu gerei o boleto para março, também foi para R$ 2.900. Então, inicialmente, é um alívio. Mas agora é um valor muito alto.” (Fabiana Goulart, arquiteta)

Para evitar o risco de voltar à inadimplência, ela decidiu cortar gastos. “Quando saiu a renegociação, eu morava sozinha, pagava aluguel. Não tinha outra forma de conseguir pagar se não voltasse para a casa dos meus pais”, contou ela. “Estou tendo que completar com outras formas de renda, buscando vender coisas e fazendo projeto por fora para conseguir pagar o Fies. Então, vai ser um ano muito longo pra mim.” 

Dicas para se inscrever no Fies

Capelato, do Semesp, afirma que, considerando todos os riscos do Fies, é preciso que os estudantes interessados em disputar uma vaga em 2023 avaliem com cuidado antes de optar pelo financiamento governamental. 

Segundo ele, as três principais perguntas a serem respondidas são: 

  1. O estudante tem vocação para o curso que está buscando? Ele vai conseguir concluir o curso? “Se ele desistir ele vai ficar com a dívida. Então, esse é o primeiro risco.”
  2. O curso escolhido vai ter bastante empregabilidade quando ele se formar? “Por exemplo, cursos na área de tecnologia hoje em dia têm uma empregabilidade enorme e com boa renda”, explica Capelato. Vale lembrar, porém, que os cenários podem mudar em alguns anos, caso da engenharia civil, que teve um boom a partir de 2010, por causa da Copa do Mundo e das Olimpíadas no Brasil, mas depois entrou em crise. 
  3. A instituição de ensino superior onde ele vai estudar tem boa qualidade e reputação? “O mercado vai aceitar seu currículo, vai aceitar empregar essas pessoas. E daí a chance de empregabilidade e renda maior geram possibilidade de pagar o financiamento.”

Capelato lembra, ainda, que não há garantias de que o governo federal vai abrir novas rodadas de renegociação do Fies. Procurado pela TV Globo na segunda (6), o FNDE e o MEC não responderam, até a publicação desta reportagem, se estudam um novo programa para renegociar dívidas.

Informações G1


Programa oferece bolsas integrais e parciais em instituições particulares de ensino superior. Candidato deve ter feito Enem 2021 ou 2022 e obtido nota mínima nas provas e redação.

Sala de aula vazia em Manaus — Foto: Semed

Sala de aula vazia em Manaus — Foto: Semed 

O prazo de inscrições para o Programa Universidade Para Todos (Prouni) do 1º semestre de 2023 termina nesta sexta-feira (3). Os interessados devem se inscrever até as 23h59 pela página http://acessounico.mec.gov.br/prouni. 

O Prouni é um programa do Ministério da Educação (MEC) que oferece bolsas de estudo integrais (cobrem 100% da mensalidade) e parciais (50%) em instituições particulares de ensino superior. 

Para se inscrever, o candidato deve ter realizado o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2021 ou 2022 e ter obtido média mínima de 450 pontos nas áreas de conhecimento e nota superior a zero na redação. 

Além disso, é preciso atender a pelo menos um dos pontos abaixo: 

Para concorrer às bolsas integrais, o estudante deve ainda ter renda familiar bruta mensal per capita de até um salário mínimo e meio (R$ 1.953 por pessoa). 

Para as bolsas parciais, o limite da renda familiar bruta mensal per capita é de três salários mínimos (R$ 3.906 por pessoa). 

Cronograma do Prouni do 2º semestre

Informações G1


Programa seleciona alunos para universidades públicas. Candidato precisa ter feito o Enem 2022 e tirado nota superior a zero na redação.

Usuária do Twitter comemora aprovação no Sisu 2023 — Foto: Reprodução/Twitter

Usuária do Twitter comemora aprovação no Sisu 2023 — Foto: Reprodução/Twitter 

Os resultados do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) do 1º semestre de 2023 foram divulgados nesta terça-feira (28), no site https://sisualuno.mec.gov.br/

O programa usa as notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2022 para selecionar alunos que estudarão em universidades públicas. 

Veja o que fazer a seguir:

✅ Foi aprovado? Verifique quais são os documentos exigidos para a matrícula na instituição de ensino em que você estudará (há universidades que aceitam o envio dos dados por meio digital; outras, apenas presencialmente). O prazo é de 2 a 8 de março. 

❌ Não foi aprovado? Calma, nem tudo está perdido. Se quiser, manifeste interesse em participar da lista de espera, no período de 28 de fevereiro a 8 de março. Você deve escolher se deseja concorrer na 1ª ou na 2º opção de curso indicada na inscrição. Os resultados serão divulgados pelas próprias universidades. 

🎯 Entenda os resultados

O aluno só pode ser aprovado em um dos cursos marcados na inscrição: 

Informações G1


Brasília - Incluída no rodízio de abastecimento do DF, a Universidade de Brasília (UnB) está tomando medidas para reduzir o consumo de água, como adiar o início das aulas no principal campus da instituição em função do racionamento (Fabio
Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom

As inscrições para a primeira seleção do Programa Universidade Para Todos (Prouni) começam nesta terça-feira (28) e seguem  até sexta (3). Serão disponibilizadas, ao todo, 288.112 bolsas, sendo 209.758 integrais e 78.354 parciais (50% do valor da mensalidade do curso).

A previsão é de que o resultado da primeira chamada seja divulgado no dia 7 de março. Para participar, é preciso ter feito pelo menos uma das duas últimas edições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), ter alcançado, no mínimo, 450 pontos de média e nota acima de zero na redação, além de não ter participado como treineiro.

Outra exigência é que o candidato não tenha diploma de curso superior. Para obter a bolsa integral, é obrigatório comprovar renda familiar per capita de até 1,5 salário mínimo ou de até 3 salários mínimos para a bolsa parcial. 

Confira o cronograma completo da primeira edição do Prouni 2023 a seguir:

– Inscrição: de 28 de fevereiro a 3 de março

– Resultado da 1ª chamada: 7 de março

– Comprovação das informações da inscrição para os pré-selecionados em 1ª chamada: de 7 a 16 de março 

– Resultado da 2ª chamada: 21 de março

– Comprovação das informações da inscrição para os pré-selecionados em 2ª chamada: de 21 a 30 de março 

– Lista de espera (prazo para manifestar interesse): 5 e 6 de abril 

– Resultado: 10 de abril

– Comprovação das informações da inscrição para os candidatos que manifestaram interesse em participar da lista de espera: de 10 a 19 de abril .

Informações Agência Brasil

1 21 22 23 24 25 64