A Prefeitura de Feira convocou mais 55 professores temporários para contratação imediata via Regime Especial de Direito Administrativo (REDA). Os docentes atuarão em alguma das 211 escolas municipais.
A relação dos convocados consta em edição do Diário Oficial Eletrônico, publicado nesta quarta-feira (26). Os profissionais são das áreas de Língua Portuguesa, Matemática, Geografia, História, Biologia, Educação Física, Inglês e Artes.
Os professores devem comparecer ao Departamento de Gestão de Pessoas da Secretaria Municipal de Administração e apresentar os documentos listados no edital dentro do prazo estipulado, além de providenciar os exames laboratoriais e complementares solicitados.
A secretária de Educação, Anaci Paim, ressalta que a ampliação da contratação de professores é uma ação contínua para atender as necessidades da rede.
Em 2023, já foram encaminhados para as escolas municipais mais de 330 professores, entre Redas e efetivos.
A aquisição de pão, biscoito e broa de milho para a merenda escolar da rede municipal de ensino de Camaçari deve custar aos cofres da Prefeitura mais de R$ 2,7 milhões. A aquisição desses produtos, por meio de licitação, está prevista para o dia 2 de agosto. O edital prevê a aquisição de pão do tipo hot-dog, pão de milho, pão farofa, biscoitos e broa de milho. Esses produtos, segundo o certame, serão destinados à alimentação escolar nas creches e unidades da rede municipal de ensino. O valor exato da compra é de R$ 2.744.000,00. A maior parte deste montante será destinada à compra de 30 mil pães, do tipo hot-dog, no valor de R$ 540 mil. Também serão destinados R$ 460 mil para a aquisição de 20 mil pacotes de biscoito cream cracker integral. *AÇÚCAR, ARROZ E FEIJÃO* Uma outra licitação, que também envolve valores milionários, vai ocorrer para a compra de mais gêneros que deverão compor a merenda escolar dos estudantes da rede municipal. Serão gastos mais de R$ 2,8 milhões na aquisição de feijão, arroz, macarrão e açúcar. Esta segunda licitação vai ocorrer no dia 3 de agosto – um dia após a primeira. Esse certame prevê a compra de R$ 540 mil em feijão, do tipo carioquinha; R$ 528 mil em macarrão, tipo integral, e mais de R$ 381 mil somente de farinha de mandioca. De acordo com a própria Secretaria Municipal de Educação, para o ano letivo de 2023 foram matriculados na rede pública de ensino 36.370 estudantes. A maior parte deles está matriculado no ensino fundamental, com 28.101 estudantes.
Um lugar onde as palavras ganham forma, cor e tamanho, e se transformam em diversas realidades a distância da palma das mãos. Os estudantes da Escola Municipal Valdemira Alves Brito, no Tomba, contam os minutos para ir ao Cantinho da Leitura – a biblioteca da unidade.
“Aqui dá para brincar, se divertir, ler e muito mais. O silêncio ajuda muito também na concentração. Acho que a melhor parte é que dá para expressar nossos sentimentos lendo”, contou Luiz Henrique Souza, de 11 anos, aluno do 5º ano.
Para o estudante, os momentos na biblioteca facilitam nas atividades em sala de aula, até para dar mais segurança ao ler em voz alta.
A professora Ligia Carneiro Alves, do 5º ano, aproveita esses momentos para trabalhar as potencialidades de leitura e escrita dos alunos. “Eles amam e pedem para vir para cá. Uma das atividades possíveis é a leitura livre, os alunos escolhem o livro livremente e ao final fazem um resumo do que leram. É incrível, eles acabam fazendo de dois ou três livros”.
Estas ações são importantes para contribuir com a construção de leitores críticos e aprimorar gradualmente o nível de leitura e escrita
E não há idade para começar esse hábito. Os estudantes do 1º ao 3º ano do Ensino Fundamental, que tem entre 6 e 8 anos, aproveitam o momento lúdico para também deixar a criatividade fluir.
“Aqui parece um mundo mágico, dá até para sentir medo com os livros. Esse lobo mesmo foi assustador no começo da história, mas ainda bem que o final deu tudo certo. Gostei de usar os fantoches também, fica tudo mais divertido”, disse Ana Júlia Santos, 8 anos, do 2º ano, ao mostrar o livro ‘Este é o lobo’ que tem o formato retangular, mais estreito que os demais, e cheio de ilustrações.
Segundo Jamille Souza de Oliveira, professora da equipe Pedagógica da Seduc, estas vivências incentivam a criatividade, despertam a imaginação e estimulam o pensamento crítico, principalmente porque o primeiro contato com este universo muitas vezes acontece na escola.
“A leitura é a base não só para a escrita, mas também para o conhecimento, para o desenvolvimento intelectual dos sujeitos e . Com ela é possível acessar espaços, resolver desde questões simples do nosso cotidiano até as mais complexas, como o desenvolvimento do pensamento crítico e da comunicação”, afirmou.
A Educação Municipal conta com um amplo projeto de requalificação estrutural da rede que inclui a implantação ou reforma de bibliotecas ou salas multiuso.
Cerca de 55 mil estudantes da Educação Municipal vão receber um novo fardamento escolar. A licitação para aquisição dos itens vai acontecer no dia 2 de agosto, conforme publicação no Diário Oficial do Município no dia 14 de julho.
Para atender a demanda da Rede, serão adquiridos 114 mil camisas pólo, 58 mil camisetas regata, 27 mil bermudas e 18 mil short-saia, totalizando 217 mil itens. A quantidade adquirida leva em consideração a variação da matrícula que acontece após o início do ano letivo.
O uniforme é distribuído de acordo com a idade e ano escolar dos estudantes: crianças de até oito anos receberão duas camisas e duas bermudas ou dois short-saia. Acima desta idade, os estudantes vão receber duas camisas pólo. Para todas as faixas etárias também será distribuída uma regata para atividades físicas. O certame será na modalidade menor preço global.
Estudantes da educação municipal foram premiados na última segunda-feira (17) pelo desempenho na Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP), de 2022. A cerimônia aconteceu no auditório central da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS). Ao todo foram entregues 16 medalhas para alunos de escolas públicas. Feira de Santana ficou com 11, dessas, duas foram para alunos de escolas municipais da cidade.
Entre os medalhistas, a aluna Ana Luíza Paz Amorim, do Centro de Educação Básica da UEFS e o aluno Érick Cintra, que participou da Olimpíada quando ainda estudava na Escola Municipal São João da Escócia. “Eu me apaixonei por matemática depois da OBMEP, agora que ganhei medalha, me sinto mais incentivado ainda a aprender mais e trazer os números pra minha vida”, confessou Érick provando a importância em participar da competição.
Segundo a coordenadora geral da OBMEP, Érika Sholl, a participação das escolas públicas na Olimpíada é algo imprescindível para a formação dos estudantes. “A OBMEP iniciou com 10 milhões de alunos, em 2022 foram mais de 18 milhões, então imagina quantos direcionamentos já foram dados quanto ao que esses alunos querem como profissão, por exemplo. É um projeto que muda vidas e consequentemente famílias”, pontuou.
Além das medalhas, a cerimônia contou também com a condecoração a 151 alunos, dos 54 municípios que compõem a região de Feira, pelo bom desempenho na prova de 2022. A rede municipal de educação somou três menções honrosas: Kauan Christian Silva de Araújo, da Escola Municipal Dr. Clovis Ramos Lima; Bruna da Silva Conceição, da Escola Municipal José Tavares Carneiro; e Renato Maia dos Santos, da Escola Municipal Quinze de Novembro.
Para a secretária municipal de Educação, Anaci Paim, a Olimpíada de Matemática ocupa um espaço importante para despertar o pensamento lógico e o raciocínio matemático dos alunos que estão nos anos finais. “É uma atividade fora do convencional que cria uma competição saudável para despertar o interesse do aluno pelo conhecimento da matemática, além de mobilizá-lo para uma participação mais efetiva na escola. Então ter estudantes medalhistas e condecorados é um orgulho para o ensino municipal”, afirmou Anaci, que também parabenizou todos os professores e escolas homenageados da cerimônia.
Para Neidiane Santos agora ficou muito mais fácil levar seu filho João Lucas para a escola. Ele vai estudar na Escola Municipal Profª Luiza Carmo de Jesus, inaugurada pelo prefeito Colbert Filho na manhã desta quarta-feira (19) no Alto do Rosário, bairro Mangabeira. Eles moram no conjunto habitacional e antes o pequeno ia a pé ou de ônibus para outra escola, que ficava mais distante. Com a nova unidade escolar pertinho de casa, o deslocamento ficou mais prático e seguro para a família.
“Ficou melhor pra gente porque a escola fica do lado da nossa casa. Sem falar que o espaço é enorme e a estrutura está bem bonita. Eu fiquei surpresa com o tamanho, tem muitas salas. Vai atender bem a comunidade”, explicou a mãe do estudante.
A nova unidade escolar tem capacidade para 500 alunos, em dois turnos, e é completamente adaptada para pessoas com deficiência. Em um espaço amplo, estão distribuídas seis salas de aula arejadas e com ar condicionado, biblioteca, laboratórios, cozinha, refeitório e sanitários. Além de um bloco administrativo, com sala de professores, diretoria e secretaria. Uma das salas recebeu diversos brinquedos espumados e coloridos para a realização de atividades lúdicas com a criançada.
“Inicialmente teremos turmas do primeiro ao quarto ano e no próximo ano atenderemos turmas do primeiro ao quinto ano, nos dois turnos. O estudante sai do CMEI Edvaldo Machado Boaventura, aqui ao lado, que atende crianças de dois a cinco anos, e vem para esta escola. Isso garante uma continuidade de orientação metodológica e uma aprendizagem de melhor qualidade”, explicou a secretária de Educação, Anaci Paim.
Leidiane tem outras duas filhas que, segundo ela, farão este mesmo percurso. “A minha filha mais nova,que tem três anos, vai iniciar a vida escolar no CMEI Edvaldo. A do meio, que hoje estuda no CMEI, vem pra cá no próximo ano”, contou.
“A escola foi totalmente equipada para atender aos estudantes. Temos computadores, todas as salas climatizadas, sala de recursos com brinquedos espumados, banheiros adaptados, além de profissionais totalmente qualificados compondo a equipe. Continuamos empenhados em oportunizar, cada vez mais, o acesso à educação”, afirmou o prefeito Colbert Martins.
Homenagem à professora Luiza Carmo
A escola recebe o nome da professora Luiza Carmo de Jesus, que atuou na Educação Municipal durante 24 anos. Neste tempo, lecionou nas escolas municipais Maria Antônia da Costa, Maria José Dantas, Horácio da Silva Bastos, entre outras e trabalhou na área de gestão da Secretaria de Educação.
A docente faleceu, precocemente, aos 55 anos, em 2006. O amor que tinha pela educação é repassado entre gerações e hoje, a escola inaugurada, concretiza seu sonho de como seria uma escola ideal.
A unidade escolar será entregue à comunidade nesta quarta-feira (19) pelo prefeito Colbert Martins Filho e pela secretária de Educação Anaci Paim. O ato de inauguração será às 9h.
A Escola Municipal Profª Luíza Carmo de Jesus foi construída dentro do alto padrão estabelecido pela atual gestão para todas as novas unidades que estão sendo construídas.
A obra contempla três blocos distintos, num espaço amplo, conectados por passarelas de ligação. No espaço foram instalados: seis salas de aula climatizadas, biblioteca, laboratórios, cozinha, refeitório e sanitários. Além de um bloco administrativo, com sala de professores, diretoria e secretaria.
O prédio tem capacidade para 500 alunos, em dois turnos, é completamente adaptado para pessoa com deficiência. Entre construções e reformas de grande porte promovidas pela Secretaria Municipal de Educação, a Escola Municipal Profª. Luíza Carmo de Jesus é a quarta unidade escolar entregue à comunidade este ano.
A escola ainda possui uma quadra poliesportiva com vestiários que está em construção e será integrada em breve às atividades da unidade.
Na última quarta-feira (12) o Prefeito de Feira de Santana, Colbert Martins Filho, foi informado pelo Ministério da Educação (MEC), sobre o encerramento do Programa Nacional das Escolas Cívico Militares, que vai afetar a Escola Cívico Militar Municipal Quinze de Novembro, no distrito de Jaíba, em Feira de Santana.
O programa do governo federal, liderado pelo MEC, a Secretaria de Educação Básica e o Ministério da Defesa, estão desmobilizando o trabalho da educação em conjunto com as Forças Armadas.
Foto: Ed Santos/Acorda Cidade
A Escola Cívico Militar Municipal Quinze de Novembro é a única do estado a fazer parte do programa. A escola foi reconhecida pelo MEC, em 2021, como destaque no ensino pela organização e desenvolvimento das atividades entre professores e alunos.
A estudante do 9º ano, Aiana Santos Brito, de 14 anos, estuda na escola muito antes da implementação do programa. Entrevista ao Acorda Cidade, ela lamenta o encerramento e falou sobre o aprendizado obtido.
Foto: Ed Santos/Acorda Cidade
“Eu fiquei triste, porque a escola nos ajuda a ter respeito pela nossa nação, nos forma patriotas, seres civis, nos ensina a ter respeito. Às vezes os alunos reclamam porque passam muitas atividades, mas temos que dar valor. Aprendi muito. Realmente comecei a dar valor às coisas pequenas, porque reclamamos do que a gente tem, falamos coisas que não devíamos falar e a escola vem nos ensinando a ter respeito pela nossa pátria. A tomar decisões corretas em nossa vida”, disse a aluna.
Mikaele Santos Cardoso, de 14 anos, está no 8º ano e estuda na escola desde o 1º ano. Ela contou ao Acorda Cidade como foi o processo de adaptação ao programa.
Foto: Ed Santos/Acorda Cidade
“No começo quando falou que iria colocar a escola, eu pensei que não iria gostar. Mas com o tempo, quando fomos conhecendo mais os monitores, a gente sabe que o que eles estão falando é para o nosso bem. Eles não querem ver a gente lá na frente cometendo algum erro, sendo que aqui, eles nos ajudaram a melhorar esses erros”, informou a estudante.
Foto: Ed Santos/Acorda Cidade
De acordo com a vice-diretora, Edna Cirino, a escola bateu o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), com uma nota de 4.6. No início do programa, o local foi escolhido por ter baixo rendimento no Ideb.
Ao Acorda Cidade, ela contou como o programa da escola atua e impacta no cotidiano dos alunos.
Foto: Ed Santos/Acorda Cidade
“As pessoas confundem muito que a escola tem uma gestão militar, aquela coisa dura. Mas lembrando que temos uma gestão civil, temos uma rede de apoio pedagógico que acompanha o aluno durante todo o seu período escolar. O acompanhamento é feito por psicólogo e psicopedagogo. Temos uma supervisão de ensino que garante todo o andar pedagógico e temos a gestão militar que nos apoia na questão disciplinar e em outras questões”, explica a vice-diretora.
Com informações do repórter Ed Santos do Acorda Cidade
“A escola está incrível. Temos o laboratório de Ciências e Matemática e a biblioteca. Eu gostei muito”. Esse é o relato do estudante Kauan Victor, 13, oitavo ano do Ensino Fundamental da Escola Municipal Ernestina Carneiro, no bairro Rua Nova, que foi reinaugurada nesta sexta-feira (14). O valor investido na reforma foi de R$ 916.921,42.
O prédio da unidade escolar está de ‘cara nova’. O telhado, forro e revestimentos de toda unidade foram trocados; e também foi instalado piso de alta resistência. Cozinha, refeitório, sanitários, sala de professores e secretaria passaram por reformulação completa. E ainda foi realizada revisão geral – elétrica, hidráulica e sanitária – e pintura nas dependências da unidade.
Com a reforma, os estudantes ganharam uma nova área para circulação no pátio, ar-condicionados em todas as dez salas, laboratório de ciências e matemática e uma biblioteca mais completa. Foram construídos depósitos e um reservatório de água.
“Fizemos uma ampliação no ambiente físico da escola para proporcionar uma educação com qualidade ainda maior e vamos licitar, ainda este mês, a quadra poliesportiva da unidade”, disse a secretária de Educação do município, Anaci Paim.
O prefeito Colbert Martins Filho, que conduziu a cerimônia de entrega, reforçou que a prefeitura tem investido cada vez mais para melhorar a educação em Feira de Santana.
“Ainda ontem, assinei a ordem de serviço autorizando as obras das escolas municipais Colbert Martins da Silva (Jaguara), Laura Ribeiro Lopes (Feira VII), Profª Margarida Lisboa de Oliveira (Gabriela) e Faustino Dias (Feira VII). Todas as escolas passarão por reforma e ampliação. Um investimento no valor de 13.490.871,43. E hoje estamos entregando à comunidade da rua nova a escola Ernestina Carneiro totalmente recuperada”.
A escola, que homenageia Ernestina Carneiro, a dona Pomba, uma importante figura da história do bairro, foi municipalizada e atende a 864 estudantes dos Anos Finais do Ensino Fundamental (6º ao 9º ano) e Educação de Jovens e Adultos.
O prefeito de Feira de Santana, Colbert Martins Filho, recebeu uma circular do Ministério da Educação (MEC), comunicando o encerramento do Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares, liderado pela equipe da Secretaria de Educação Básica, Ministério da Educação e o Ministério da Defesa.
Isso significa que o Governo Federal vai iniciar o processo de desmobilização do trabalho do pessoal das Forças Armadas – que são profissionais da reserva envolvidos em sua implementação e lotado nas unidades educacionais vinculadas ao Programa – e haverá também a adoção gradual de medidas que possibilitem o encerramento do ano letivo dentro da normalidade necessária.
Feira de Santana foi contemplada com uma unidade localizada no distrito de Jaíba, Escola Cívico-Militar Municipal Quinze de Novembro. O local foi escolhido por ter um dos mais baixos Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), e com a implantação do programa, passou a ter um dos melhores entre as escolas rurais do país.
“Significa que o governo do PT decidiu acabar com as escolas cívico-militares no Brasil inteiro. Isso afeta apenas a parte federal, porque a Escola da Polícia Militar em Feira, da rede estadual, continua. A extinção foi somente por uma questão ideológica, há uma extinção de todas as escolas cívico-militares, inclusive, essa de Jaíba em Feira de Santana que é a única escola do interior do Norte/Nordeste, do Brasil inteiro e que tem um índice de avaliação do Ideb dos melhores do país”, destacou o prefeito.
Apesar do comunicado de extinção, o prefeito informou ao Acorda Cidade que vai manter a escola, sem os recursos do Ministério da Educação.
“ O colégio tem uma fila de espera devido a sua qualidade de ensino e sua disciplina. Então, há uma ação ideológica do governo do PT em extinguir as escolas cívico-militares no Brasil inteiro.O governo autoriza a forma de trabalho. Agora, as outras escolas como a Diva Portela do Campo Limpo que existem há muitos anos é uma boa escola, boa formadora da mesma maneira que é a escola de Jaíba. Mas, independentemente do governo federal manter ou não, nós vamos manter a escola de Jaíba com os recursos municipais. Todas as pessoas que são responsáveis pela parte disciplinar entre outras áreas que são pagas pelo Ministério da Educação vão ser retiradas, essa é a decisão. Elas são da reserva da Marinha e do Exército. Já a direção, parte pedagógica e coordenação é do município”, explicou.
Foi o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 56/23 que sugeriu a revogação do decreto que criou, durante o governo de Jair Bolsonaro, o programa das escolas cívico-militares.
Conforme informações da Agência Câmara, “o objetivo do programa era melhorar a qualidade dos ensinos fundamental e médio no país, incentivando a participação de militares na gestão de processos educacionais, pedagógicos e administrativos, sem, no entanto, atuarem em sala de aula.
Ainda segundo a Agência Câmara, ao defenderem a revogação do programa, os deputados Rogério Correia (PT-MG) e Fernando Mineiro (PT-RN) argumentam que a gestão escolar deve ser feita por profissionais da educação. “A Lei de Diretrizes e Bases da Educação não prevê a possibilidade de que ( seja exercida por militares, cujas responsabilidades funcionais são distintas dos profissionais da educação”, argumentam os deputados no texto que acompanha o projeto.