Com uma missa solene realizada na Igreja da Paróquia Senhor dos Passos, foi iniciado, nesta terça-feira, 01, o tríduo alusivo às homenagens à Santa Bárbara. As celebrações se estendem até o dia 3 de dezembro, culminando com uma missa solene, no dia 4.
Este ano, por causa da pandemia do coronavirus, a tradição religiosa teve que se adequar às regras sanitárias impostas pelas autoridade municipais de saúde, como o distanciamento social e o uso obrigatório de máscaras.
Assim, os comerciantes do Centro de Abastecimento, que têm Santa Bárbara como padroeira, não poderão contar com a missa campal, de acordo com o secretário do Trabalho, Turismo e Desenvolvimento Econômico, Antônio Carlos Borges Júnior.
Ainda segundo o secretário, o tradicional caruru oferecido pelos comerciantes do entreposto, será servido em quentinhas. “Este ano, em função da pandemia, reduzimos de 3 mil para 1.500 pratos de caruru, que será servido em marmitas térmicas (quentinhas)”, disse.
A segunda lista de aprovados ao subsídio da Lei Aldir Blanc foi divulgada no Diário Oficial Eletrônico de Feira de Santana. Nesta lista constam 62 nomes de pessoas físicas e instituições que serão beneficiadas com recursos mensais para manutenção de espaços artísticos e culturais.
Os aprovados deverão comparecer à Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Lazer (Secel) entre os dias 02 a 07 de dezembro, das 8h30 às 17h30, para apresentar os documentos e formalizar termo de parceria – que possibilita os pagamentos. A Secel fica localizada na rua Estados Unidos, 37, Kalilândia.
A lista completa dos documentos, que consta também nomes dos espaços culturais, pode ser consultada no site: www.diariooficial.feiradesantana.ba.gov.br.
Os valores variam entre R$3 mil, R$6 mil e R$10 mil, e os recursos deverão ser aplicados na manutenção de espaços artísticos e culturais, microempresas e pequenas empresas culturais, cooperativas, instituições e organizações culturais comunitárias que tiveram as suas atividades interrompidas por força das medidas de isolamento social.
Após meses de conversas e avaliações, a Prefeitura de Salvador já bateu o martelo sobre o Carnaval de 2021. O anúncio, no entanto, ainda deve levar alguns dias para ser feito.
“Nós já decidimos o assunto, há uma decisão tomada entre eu e ele. Mas, antes de qualquer coisa, a gente quer conversar com as pessoas envolvidas pra depois tornar pública essa decisão, o que deverá acontecer, repito, até segunda-feira da próxima semana”, disse o prefeito ACM Neto (DEM) durante a inauguração da terceira etapa das obras de requalificação da Avenida Aliomar Baleeiro (Estrada Velha do Aeroporto), na manhã desta terça-feira (17).
Há meses, o prefeito levantou o mês de julho como possibilidade para a realização da festa, uma vez que, dada a proximidade, fevereiro é apontado como opção remota. A pandemia não está controlada e ainda não há vacina contra a Covid-19.
Além do Carnaval, na ocasião, Neto também falou sobre o Réveillon da cidade. Mas, neste caso, o anúncio deve ser feito entre quinta (19) e sexta-feira (20).
Inspirado nas estrelas e apoiado no desejo de humanizar a ciência, o professor feirense Alan Alves Brito é um dos autores do livro “Astrofísica para a Educação Básica: A Origem dos Elementos Químicos no Universo”, um dos finalistas da 62ª edição do Prêmio Jabuti, na categoria “Ciências”. A obra foi escrita em parceria com Neusa Teresinha Massoni, professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), em Porto Alegre, onde ele também leciona, desde 2014.
“A gente trabalha a astrofísica na perspectiva da física moderna e contemporânea, mas também trazendo aspectos de história, filosofia, ciências e diversidade. Na verdade, a gente traz os leitores para essa reflexão do que é ciência como construção humana e quem são as pessoas que estão na ciência. Então, nessas reflexões a gente também traz as questões de gênero, raça, mas, sobretudo, do papel da ciência como um processo, uma construção coletiva”, explica o baiano, que nasceu em Vitória da Conquista, mas cresceu em Feira de Santana, onde concluiu o bacharelado em Física, pela Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs).
Vindo de família pobre e sem acesso à educação formal, ele foi o primeiro em gerações a cursar o ensino superior, tendo hoje no currículo pós-doutorados na área de Astrofísica na Austrália e no Chile. Por idealismo e também por causa de sua trajetória, ele conta, empolgado, que a ideia de escrever a obra vem de inquietações antigas e no anseio de democratizar o conhecimento. “A narrativa principal é explicar como é que os elementos químicos da tabela periódica se formam no universo. Porque o ferro do nosso sangue, o cálcio dos nossos ossos, o oxigênio que a gente respira, esses elementos químicos são formados nas estrelas”, explica, lembrando que tal perspectiva sempre foi pouco explorada.
“Quando estudei a tabela periódica, nunca ninguém me disse que os elementos químicos são formados nas estrelas. Então, muitas vezes a gente aprende o carbono na aula de biologia, fala do carbono na aula de história, na aula de geografia, na de química, mas não há uma conexão. Parece que esses carbonos são diferentes (risos)”, lembra, destacando como a ciência pode ser trabalhada de forma interdisciplinar e atrativa aos alunos.
A publicação finalista do Prêmio Jabuti, segundo o autor, também vem preencher uma lacuna do ensino básico no país: a formação dos docentes. “É um dado numérico importante para a gente ter em mente: menos de 20% dos professores de física do Brasil são licenciados em Física. Então, quem são os professores que estão trabalhando com educação e ciências, que estão falando de física ou de ciência de maneira geral? No geral, eles não têm formação em Física. São professores de biologia, matemática e até da área de humanas”, pontua, expondo a fragilidade do ensino no país.
Diante do contexto, Alan Alves aponta a obra como um importante suporte pedagógico, com imagens coloridas, propostas didáticas e texto agradável. “Quando a gente escreve esse livro tem também essa intenção, de que qualquer professor da educação básica, independentemente da formação inicial – que muitas vezes não é física – pudesse ler esse livro e se empoderar”, explica.”É um livro que traz física, astrofísica, astronomia, química, física atômica e molecular, física de partículas, que são temas que estão aí e muitas vezes a gente acha que isso não poderá chegar aos professores da educação básica”, acrescenta.
Bahia Notícias*
Sim. você sai de um lugar e quando chega no outro fica se perguntando: – O que mesmo eu vim fazer aqui? Essa é uma constante em pessoas que tem muitas coisas para fazer e fazem diversas coisas ao mesmo tempo e, o tempo todo. Meu trabalho exige muita concentração, sou diretora de uma escola e as vezes não tenho tempo nem de ir ao banheiro e, muitas vezes chego a um lugar e me pergunto exatamente isso: O que eu vim fazer aqui mesmo? As vezes vou entrar no computador para ver meu email porque algum setor da escola está me pedindo e quando entro lá, se me distraio um minuto, fico em diversos lugares do facebook, nas fun pages e quando vejo fecho novamente o notebook sem ter visto o que tinha que ver. O que temos que ter é foco, escrever em um papel tudo o que temos para fazer, listar tudo e antes de terminar o dia, verificar se fizemos tudo o que foi proposto.
Quem já foi numa escola sabe que a correria é grande, um dia nunca é igual ao outro, pois o professor falta, ou fica doente e você tem que arrumar alguém para substituir; então vem um aluno pedindo o atestado de escolaridade; vem um pai e quer falar com o professor do seu filho, e vem outro que quer trocar o uniforme porque ficou pequeno; e vem o porteiro avisar que tem uns quantos alunos chegando atrasados e precisamos fazer um bilhete notificando para que ele entre na sala. E então… depois de uma infinidade de coisas para organizar, quando podemos respirar um pouco vamos fazer toda a parte administrativa e haja muita concentração. Mas somos interrompidos a todo o instante pelas merendeiras da escola, pelas funcionárias, pelo telefone, enfim.
Você está preocupado com seus esquecimentos repentinos? você esquece o nome dos outros, ou de um filme que amou, ou de um artista que sempre gostou ou de algum aluno que está sempre na escola? isso não é motivo para surtar e achar que está ficando doente. Relaxe, porque cientistas renomados afirmam que esquecimento é sinal de inteligência considerável. Eu sempre me considerei uma pessoa com memória de elefante, aquele animal que lembra de tudo o que aprende, motivo por que é uma das principais atrações do circo.
Mas com a vida atribulada e os diversos afazeres acabo tendo lapsos de memória, mas agora estou mais aliviada pois de acordo com Paul Frankland e Blake Richards, pesquisadores da Universidade de Toronto, esses pequenos lapsos cerebrais são totalmente normais. O que ocorre é que lembranças antigas são “sobrescritas” no cérebro por novas memórias.
De acordo com o professor Richards :- “É importante que o cérebro esqueça detalhes irrelevantes e se concentre nas coisas que o ajudarão a tomar decisões no mundo real.” Estes dois métodos interagem entre si, pois deixam que decisões inteligentes sejam tomadas em ambientes com muito ruido e com muita circulação de pessoas e acontecimentos. Segundo o autor do estudo o verdadeiro sentido da memória é potencializar a tomada de decisões em situações adversas, pois o cérebro vai depurando detalhes irrelevantes e se prende a coisas que contribuirão para tomada de decisões rápidas e inteligentes, num mundo em tempo real.
O Professor Richards também acrescenta:
“Você não quer esquecer tudo o que sabe, é claro, mas se estiver esquecendo muito mais do que o habitual, isso pode ser motivo de preocupação. No entanto, se você é alguém que esquece detalhes ocasionais, é provavelmente um sinal de que seu sistema de memória está perfeitamente saudável e fazendo exatamente o que deveria estar fazendo ”.
E você esquece de muitas coisas desnecessárias? Então você já pode se orgulhar de ser uma pessoa muito inteligente. Você acha o mesmo? Deixe-nos sua opinião sobre o assunto.
Fonte: https://sabedoriapura.live/2019/09/10/
Foi prorrogado o prazo de cadastramento para solicitação do auxílio financeiro emergencial destinado a trabalhadores do segmento cultural, em decorrência da pandemia da Covid-19, proporcionado pela lei federal Aldir Blanc. Através de audiência pública online realizada na terça-feira (20), foi estabelecido que o cadastramento segue até hoje (25) pela internet.
O cadastramento pode ser feito através do site da Prefeitura de Feira de Santana (www.feiradesantana.ba.gov.br).
O secretário de Cultura, Esporte e Lazer, Jairo Carneiro Filho, informa que uma comissão já está formada para avaliar as solicitações dos subsídios, como também a prestação de contas dos recursos transferidos.
Foi prorrogado o prazo de cadastramento para solicitação do auxílio financeiro emergencial destinado a trabalhadores do segmento cultural, em decorrência da pandemia da Covid-19, proporcionado pela lei federal Aldir Blanc. Através de audiência pública online realizada na terça-feira (20), foi estabelecido que o cadastramento segue até domingo (25) pela internet.
O cadastramento pode ser feito através do site da Prefeitura de Feira de Santana (www.feiradesantana.ba.gov.br).
O secretário de Cultura, Esporte e Lazer, Jairo Carneiro Filho, informa que uma comissão já está formada para avaliar as solicitações dos subsídios, como também a prestação de contas dos recursos transferidos.
Foi prorrogado o prazo de cadastramento para solicitação do auxílio financeiro emergencial destinado a trabalhadores do segmento cultural, em decorrência da pandemia da Covid-19, proporcionado pela lei federal Aldir Blanc. Através de audiência pública online realizada na terça-feira (20), foi estabelecido que o cadastramento segue até domingo (25) pela internet.
O cadastramento pode ser feito através do site da Prefeitura de Feira de Santana (www.feiradesantana.ba.gov.br).
O secretário de Cultura, Esporte e Lazer, Jairo Carneiro Filho, informa que uma comissão já está formada para avaliar as solicitações dos subsídios, como também a prestação de contas dos recursos transferidos.
Foi prorrogado o prazo de cadastramento para solicitação do auxílio financeiro emergencial destinado a trabalhadores do segmento cultural, em decorrência da pandemia da Covid-19, proporcionado pela lei federal Aldir Blanc. Através de audiência pública online realizada na terça-feira (20), foi estabelecido que o cadastramento segue até esta sexta-feira (23) nos pontos físicos e até domingo (25) pela internet.
O cadastramento pode ser feito através do site da Prefeitura de Feira de Santana (www.feiradesantana.ba.gov.br) ou de forma presencial no Mercado de Arte Popular, na Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer e em mais oito escolas municipais localizadas nos distritos (confira no final da matéria).
O secretário de Cultura, Esporte e Lazer, Jairo Carneiro Filho, informa que uma comissão já está formada para avaliar as solicitações dos subsídios, como também a prestação de contas dos recursos transferidos.
Lei Aldir Blanc
A Lei Aldir Blanc, como ficou conhecido o PL 1075/2020, prevê auxílio emergencial para o setor cultural durante a pandemia da Covid-19 e tem como objetivo central estabelecer ajuda para artistas, coletivos e empresas que atuam no setor cultural e atravessam dificuldades financeiras neste período.
Haverá também a concessão do benefício aos trabalhadores da cultura, conforme prevê a lei, sendo este de responsabilidade estadual.
Confira os locais para o cadastramento no site oficial da Prefeitura.
Foi prorrogado o prazo de cadastramento para solicitação do auxílio financeiro emergencial destinado a trabalhadores do segmento cultural, em decorrência da pandemia da Covid-19, proporcionado pela lei federal Aldir Blanc. Através de audiência pública online realizada nesta terça-feira (20), foi estabelecido que o cadastramento segue até a próxima sexta-feira (23) nos pontos físicos e até domingo (25) pela internet.
O cadastramento pode ser feito através do site da Prefeitura de Feira de Santana (www.feiradesantana.ba.gov.br) ou de forma presencial no Mercado de Arte Popular, na Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer e em mais oito escolas municipais localizadas nos distritos (confira no final da matéria).
O secretário de Cultura, Esporte e Lazer, Jairo Carneiro Filho, informa que uma comissão já está formada para avaliar as solicitações dos subsídios, como também a prestação de contas dos recursos transferidos.
Lei Aldir Blanc
A Lei Aldir Blanc, como ficou conhecido o PL 1075/2020, prevê auxílio emergencial para o setor cultural durante a pandemia da Covid-19 e tem como objetivo central estabelecer ajuda para artistas, coletivos e empresas que atuam no setor cultural e atravessam dificuldades financeiras neste período.
Haverá também a concessão do benefício aos trabalhadores da cultura, conforme prevê a lei, sendo este de responsabilidade estadual.Confira os locais para o cadastramento no site oficial da Prefeitura.