Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Lazer (Secel) também está apoiando a Vila Junina, que acontece entre hoje, 4, e 27 de junho. O evento promovido pelo Boulevard Shopping terá apresentações musicais, além de comidas e bebidas típicas do período junino.
Segundo o secretário da pasta, Jairo Carneiro Filho, vão se apresentar músicos que foram indicados pela Associação de Bandas e Artistas de Feira de Santana e a Associação de Músicos de Feira de Santana. Os contatos com essas duas entidades foram mantidos através dzo órgão municipal.
“O contrato e cachê são de responsabilidade do shopping. Mas, a Secel se encarregou de fazer essa intermediação como forma de ajudar a categoria de músicos que atravessa um momento difícil devido à pandemia”, afirma.
Ele acrescenta que administração municipal, por meio da Secel, tem se preocupado com o segmento cultural e vem buscando parcerias com as instituiçõies privadas para fomentar ações com a classe artista, respeitando as medidas de segurança contra o avanço do coronavírus.
Os artistas vão se apresentar em um coreto que homenageia a ativista cultural, Vilma Soares, que faleceu recentemente. A primeira apresentação em voz e violão acontece hoje à noite, a partir das 17h.
Comidas típicas
Produtos feitos artesanalmente por empreendedores de comunidades rurais de Feira de Santana, atendidos pelo projeto Feira Produtiva, também serão expostos à comercialização na Vila Junina. O Feira Produtiva é executado pela Prefeitura de Feira, através da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social. Por meio do projeto é prestado apoio e qualificação a grupos de economia solidária.
A quantidade de alimentos arrecadados com a ação Solidária “Uma Rede por Todos” deu para compor 388 cestas de alimentos, que foram entregues às entidades Odungê, Bandafs (Associação de Bandas) e AMFS (Associação de Músicos de Feira de Santana), nesta terça-feira, 11.A inciativa foi resultado de parceria da Prefeitura de Feira, o Shopping Boulevard e a Rede Bahia. O objetivo foi ajudar com os segmentos envolvidos com a Micareta nesse período de pandemia.
O secretário de Cultura, Esporte e Lazer, Jairo Carneiro Filho, agradeceu o apoio daqueles que fizeram as doações. “Conseguimos arrecadar 388 cestas de alimentos e 88 kits de materiais de limpeza”, disse.
“Essas doações vão ajudar a quem mais precisa”, observou o músico Francy Show. A presidente do Núcleo Cultural Odungê, Lourdes Santana, considerou “especial” essa ação e ressaltou que esperava uma maior participação da comunidade feirense.
O presidente da Fundação Municipal de Tecnologia da informação, Telecomunicações e Cultura Egberto Tavares Costa(Funtitec), Antônio Carlos Coelho, juntamente com o diretor de Atividades Culturais da Fundação, Luiz Augusto Oliveira, realizou uma reunião, na manhã desta segunda-feira( 26), no auditório do Teatro Ângela Oliveira, no Centro de Cultura Maestro Miro, com oficineiros e pedagogos, para discutir e ouvir sugestões sobre as atividades culturais, que serão realizadas nos dias: 14,15,21,22,28 e 29 de maio, com apresentações de Grupo de Dança, show musical, teatro, grupo de Capoeira, conto de histórias infantis e exposições de pinturas e artes plásticas. Os eventos serão transmitidos de forma virtual, através de redes sociais e do canal YouTube da Prefeitura Municipal.
De acordo com Carlos Coelho, todos os eventos serão gravados com antecedência e não devem ultrapassar os 20 minutos previstos para a transmissão.” Nós pretendemos contar com o apoio dos técnicos da Secretaria de Comunicação Social( SECOM), através do secretário, jornalista Edson Felloni Borges, para que possamos colocar o palco do Teatro Margarida Ribeiro, de forma online, para toda a comunidade.
Quero pedir o apoio de todos os oficíneiros, porque o projeto Arte de Viver é um programa de suma importância e, será transmitido, também, pelo programa Feira Digital, uma internet gratuita,que em outubro do ano passado, tinha mais de 40 mil acessos e, agora,que o prefeito Colbert Martins investiu muito nesse programa,o número de acessos vem aumentando bastante.
Sou fã da Arte e, o Arte de Viver é um programa importantíssimo”, enfatizou Carlos Coelho. Aulas EAD (Educação A Distância) Já o diretor de Atividades Culturais do Centro de Cultura Maestro Miro,lamentou que desde março do ano passado, devido a pandemia do coronavírus em Feira de Santana, as atividades do Maestro Miro estejam paralisadas.
Tovia,ele afirmou que o programa Arte de Viver vai ministrar aulas através do projeto Educação a Distância (EAD). ” Na realidade,o projeto Arte de Viver EAD, como eu denominei,a gente já tem essa idéia,desde o final do ano de 2019. Devido ao crescimento do programa Arte de Viver,que alcançou um número muito grande de alunos matriculados,para aulas presenciais,com o advento da pandemia, nós fomos obrigados a suspender e, à partir de março de 2020 estamos sem aulas presenciais, porém, as aulas à distância de forma EAD, as aulas onlines, estão se transformando,nesse momento, em uma opção, praticamente obrigatória, porque não temos,ainda,uma definição de quando as aulas voltarão a ser presenciais.
No entanto, agente pode aproveitar esse momento de crise e tirar dele, alguma vantagem,que seria implantar o sistema de aulas à distância e,dessa forma, nós podemos, além de alcançar sede do município,onde já chegamos a ter cerca de 5 mil alunos,a gente pode, também,ir para os distritos e povoados, através do Feira Digital, e fazendo com que,as pessoas que estão na zona rural, possam ter acesso ao programa Arte de Viver, que será um ganho muito grande para a população dos 8 distritos de Feira de Santana”,enfatizou Luiz Augusto.
A Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs) abriu inscrições para o 10° Festival de Sanfoneiros. A iniciativa partiu do Centro Universitário de Cultura e Arte (Cuca). Segundo a instituição, o tema é a diversidade da sanfona no Brasil. Até o dia 20 de abril, interessados podem se inscrever de forma gratuita através de um formulário virtual. Devido à pandemia do novo coronavírus, a edição especial do festival contará apenas com etapas virtuais.
Artistas deverão enviar um vídeo da apresentação musical. É necessário também seguir algumas orientações técnicas na hora da gravação. Ainda segundo a Uefs, os vídeos selecionados serão transformados em um programa que será exibido na televisão e nas redes sociais.
A premiação terá R$ 3 mil destinados aos selecionados que recebem ainda um certificado digital de participação.
Sambódromo da Marquês de Sapucaí vazio Foto: Tomaz Silva
Agência Brasil- O carnaval é considerado a maior comemoração popular do país. É o momento esperado por muita gente para viajar e aproveitar intensamente a folia. A tradição brasileira reúne multidões em diversas cidades – cenário perfeito para a transmissão generalizada do novo coronavírus. A questão sanitária resultou no cancelamento da festa deste ano.
A preocupação com a inviabilidade de grandes carnavais já estava em discussão desde o ano passado, quando governadores e órgãos de turismo e saúde se reuniram em diversos estados para discutir o cenário. Algumas das maiores festividades de rua do Brasil, como as das cidades de São Paulo, Salvador e Rio de Janeiro já tinham sido avaliadas como impraticáveis, quebrando tradições que duravam mais de um século.
O prejuízo causado pelo cancelamento não se resume à saudade da folia. O carnaval movimenta a economia brasileira e é, em muitos pontos turísticos, o ápice de arrecadação anual e a maior oportunidade de novos negócios para micro, pequenos e médios empresários. Entretanto, a preocupação com a possibilidade de contágio acelerado de covid-19 em decorrência do carnaval resultou em medidas severas para o período.
Trabalhadores de diversos setores que dependem da movimentação comercial gerada pelo turismo e pelo consumo do carnaval buscam alternativas e apoio do governo para mitigar o impacto das perdas financeiras inevitáveis.
A Agência Brasil reuniu as principais medidas e reflexos em relação ao cancelamento das festividades em locais com grande fluxo de pessoas e intensa movimentação econômica durante o período do carnaval. Confira:
Rio de Janeiro
Para as escolas de samba do grupo especial, considerado a elite do carnaval do Rio, é grande o baque com a suspensão dos desfiles neste ano. O impacto vai desde a perda de receitas até os reflexos na vida dos trabalhadores da extensa cadeia que envolve os desfiles para a escola chegar à passarela do samba no domingo (14) ou na segunda-feira (15) de carnaval. Para o presidente da Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa), Jorge Castanheira, a preocupação é que grande parte dessas pessoas não tem emprego fixo durante o ano e só quando começa a movimentação dos barracões que conseguem um trabalho com remuneração.
“O objetivo nosso é dar condição de suporte financeiro às pessoas que trabalham no carnaval e que ao longo do ano de 2020 e agora no início de 2021 estão sem atividade. A quantidade de pessoas varia, porque alguns trabalham para mais de uma escola, por exemplo, o ferreiro, o carpinteiro. Evidente que é muito difícil para todos nós, mas temos que administrar em função do que está acontecendo”, disse Jorge Castanheira à Agência Brasil.
Receita
Segundo o presidente, a receita anual com venda de ingressos, direitos de transmissão televisivos e patrocínios varia entre R$ 120 milhões e R$ 150 milhões. Nada disto vai ocorrer este ano, mas as escolas Beija-Flor, Grande Rio, Mocidade e Viradouro receberão R$ 150 mil cada para a escolha dos samba-enredos. O evento terá transmissão online. Em contrapartida, as escolas deverão fazer quatro apresentações durante a classificação.
Considerado um dos maiores carnavais do mundo, folia no Rio de Janeiro é responsável por grande parte da movimentação financeira de pequenos comerciantes – Tânia Rêgo/Agência Brasil
Os recursos serão captados por meio da Lei Aldir Blanc, nos termos do edital Fomenta Festival RJ. De acordo com a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, a Liesa também recebeu R$ 100 mil com o edital Retomada Cultural RJ, vinculado à Lei Aldir Blanc.
A Liga Independente das Escolas de Samba do Brasil (Liesb), que reúne escolas da Série A e dos grupos da Intendente Magalhães, na zona norte, será contemplada com o mesmo valor.
Para as escolas do grupo especial que não se enquadraram no edital, a secretaria analisou a liberação de valor igual para cobrir as despesas com a escolha do samba de forma virtual.
Na visão da secretária Danielle Barros, o carnaval do Rio tem enorme importância cultural e econômica para a cidade e para o estado. “É fundamental manter ativa essa indústria que gera tantos empregos e serve de vitrine para o Brasil e o mundo”, disse.
Hotelaria
Outro setor que sofre impacto com a suspensão do carnaval este ano é o da hotelaria. Embora uma prévia da pesquisa do Sindicato dos Meios de Hospedagens do Município (Hotéis Rio) referente à demanda para o período entre 12 e 16 de fevereiro tenha indicado uma média de ocupação de 41% da rede da capital, o presidente da entidade, Alfredo Lopes, está apostando que o percentual vai alcançar 65%.
Hotéis cariocas se preparam para ocupação abaixo da média para o período – Arquivo/Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
“É uma ocupação muito boa e prova a atratividade do Rio como cidade independente do carnaval. As pessoas que fizeram reservas já sabiam que não ia ter carnaval. Elas vêm para cá em troca do que a cidade pode oferecer: praias, Floresta da Tijuca, roda gigante, museus, shoppings e restaurantes. A diversidade do Rio encanta as pessoas, por isso teremos essa ocupação”, disse.
Lopes acrescentou que o turismo interno atualmente sustenta o setor. A maior parte de visitantes vem de São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo. O setor de hotelaria se organizou para garantir segurança aos turistas com medidas sanitárias, o que influenciou na escolha pelo Rio, afirmou o dirigente.
Bares e restaurantes
A preocupação do setor de bares e restaurantes com o cancelamento do carnaval este ano é focada nos estabelecimentos do centro da capital. Empresários da região da Lapa estimaram queda de até 70% em relação ao carnaval do ano passado. Já na zona sul, o faturamento de restaurantes pode ter perda de até 50% na comparação com o período de 2020. Na zona norte, restaurantes estimaram crescimento nas vendas.
Bares e restaurantes não terão a movimentação tradicional durante o período de carnaval – Tomaz Silva/Agência Brasil
Comércio
Um estudo do Instituto Fecomércio de Pesquisas e Análises indicou que, por causa do cancelamento do feriadão de carnaval, boa parte da população do estado do Rio de Janeiro não deve viajar. Apenas 10,6% dos entrevistados pretendem sair da cidade.
A pesquisa mostrou ainda que 39,1% dos fluminenses ficarão em casa, 21,9% vão trabalhar, 11,1% ainda não decidiram o que farão no período e 10,6% pretendem realizar alguma atividade de lazer. Entre os que vão viajar, 78,9% vão para lugares dentro do estado e 21,1% para outras regiões. A pesquisa foi feita entre os dias 5 e 7 de fevereiro e teve a participação de 539 consumidores do Rio de Janeiro.
Com a falta do carnaval em 2021, a cidade do Rio de janeiro perderá cerca de R$ 5,5 bilhões neste ano, conforme o estudo do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV IBRE). Segundo o levantamento, as perdas somam 1,4% do Produto Interno Bruto (PIB) carioca.
Se não houvesse o cancelamento por causa da pandemia, segundo a pesquisa, a economia do Rio movimentaria R$ 4,4 bilhões. Destes, 88% seriam gerados por turistas brasileiros, com permanência média de 6,6 dias na cidade e gastos diários de cerca de R$ 280,32.
Os 12% restantes viriam de turistas estrangeiros, que teriam estadia média de 7,7 dias e gastos diários de cerca de R$ 334,01. O impacto dos moradores da região metropolitana do Rio e gastos operacionais seriam de pouco mais de R$ 1 bilhão.
A economista Juliana Trece, uma das responsáveis pelo estudo da FGV, destaca que a velocidade da recuperação econômica vai depender do calendário de vacinação. “Vacinar a população é importante para a saúde do brasileiro, mas também para a saúde da economia. Quanto mais rápido conseguirmos retomar a normalidade das atividades, mais rapidamente conseguiremos ver uma retomada mais consistente da economia”, comentou.
Pernambuco
O cancelamento do carnaval em Pernambuco não afetou apenas o folião. A medida mexeu também com uma grande cadeia econômica, que passa por agremiações, artistas, músicos, comércio, setor hoteleiro e de turismo. Atingiu até os catadores de latas de alumínio, que aumentam a renda nos dias de folia.
Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH), o cenário é preocupante com a média de ocupação mais baixa que em anos anteriores, menor procura nas capitais e maior demanda por destinos menores. Com o cancelamento das prévias e das festas de carnaval pelas autoridades, a ocupação hoteleira durante o período – que em anos anteriores, nos principais destinos do estado (Recife e Porto de Galinhas) chegava a 97% – em 2021 não deve ultrapassar os 60%. No início deste ano, a queda chegou a 60%.
Olinda (PE) – Bonecos gigantes, tradição do carnaval pernambucano, não ocuparão ruas da cidade neste ano – Sumaia Villela/Agência Brasil
“Ainda esperamos para 2021 uma retomada. Para que as empresas continuem suas atividades, precisamos do apoio em todos os níveis e a cooperação dos governos municipais e estaduais com medidas de redução de impostos, como o IPTU – despesa com forte impacto nos custos dos hotéis – e de tarifas – como a de água e energia. [Essas medidas servem] para não só amenizar os efeitos econômicos do momento, mas também preservar empregos e renda, já que muitas unidades hoteleiras encerraram suas atividades em todo o país”, disse o presidente da ABIH Nacional, Manoel Linhares.
Auxílio
O impacto financeiro na indústria carnavalesca de Pernambuco levou o governador do estado, Paulo Câmara, a criar um auxílio financeiro em caráter emergencial para artistas vinculados ao ciclo carnavalesco do estado.
A medida, encaminhada para a Assembleia Legislativa de Pernambuco, prevê o pagamento de auxílios que vão de R$ 3 mil a R$ 15 mil. O auxílio deve beneficiar cerca de 450 artistas e agremiações. No total, serão investidos R$ 3 milhões para a concessão do benefício, que deve ser pago até abril. Os recursos sairão do Tesouro estadual.
A iniciativa foi seguida pelas duas maiores representantes do carnaval pernambucano, Olinda e Recife, que também decidiram cancelar o ponto facultativo.
Com a suspensão do carnaval, a prefeitura de Olinda anunciou que também terá um auxílio emergencial no município. O valor disponível é de cerca de R$ 1 milhão, fruto dos cofres da prefeitura.
O carnaval de Olinda, um dos mais tradicionais do Brasil, não terá desfiles e folias de rua em 2021 – Sumaia Villela/Agência Brasil
De acordo com a prefeitura, os artistas, agremiações e grupos receberão 35% do valor pago no carnaval do ano passado. O limite estabelecido é de R$ 10 mil. O auxílio será oferecido apenas aos artistas e agremiações de Olinda. O benefício será concedido com base na lista de contratação do carnaval do ano passado.
Além dos artistas e agremiações, a prefeitura disse ainda que vai incluir os catadores de recicláveis entre os beneficiados pela lei de auxílio emergencial. Serão utilizados os cadastros de cooperativas que já trabalham na cidade, no período de folia. O valor será de R$ 250.
Recife
Na capital pernambucana, a prefeitura também disse que pagará um benefício para artistas, agremiações e outras pessoas que fazem parte da cadeia produtiva do carnaval de Recife, batizado de auxílio municipal emergencial (AME). Está previsto o pagamento de até R$ 10 mil para os beneficiados.
No total, a prefeitura planeja investir cerca de R$ 4 milhões para o pagamento desse benefício. Desse total, R$ 1,5 milhão são provenientes da iniciativa privada. O auxílio será concedido para as agremiações sediadas no Recife e que integraram a programação oficial do carnaval 2020.
A expectativa é que sejam beneficiadas cerca de 27 mil pessoas de 160 agremiações e 900 atrações. De acordo coma prefeitura, o pagamento deve ser de 50% da subvenção no caso de agremiações, e de 50% do cachê, no caso de atrações artísticas pagas no carnaval de 2020, respeitando o teto de R$ 10 mil para cada pagamento.
Nenhuma contrapartida obrigatória será exigida aos contemplados pelos recursos, destinados à sobrevivência das classes artísticas às quais a maior celebração do calendário festivo pernambucano costuma assegurar palco e passarela, trabalho e renda.
A Agência Brasil também buscou saber a extensão das perdas no comércio varejista do estado. Procurada, a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Pernambuco (Fecomércio-PE) não retornou.
Salvador
O ponto facultativo na cidade de Salvador, decretado todos os anos desde 1981, foi suspenso. O comércio funcionará normalmente e os circuitos por onde passariam os trios elétricos estarão abertos à circulação dos carros.
Shows e apresentações devem ocorrer apenas emlives de artistas pela internet. A prefeitura reconhece que há um prejuízo financeiro com esta decisão, mas garantiu que não voltará atrás. “Para Salvador é muito pior do que para outras capitais, nós não temos grandes indústrias, a maior atividade aqui é o turismo, é a cultura, e o carnaval representa muito”, disse Fábio Mota, secretário de Cultura da cidade.
Segundo Mota, o carnaval de 2020 levou 16,5 milhões de pessoas à capital da Bahia, com a injeção de R$ 1,8 bilhão no período e geração de 2,5 mil empregos.
Carnaval de Salvador movimenta mercado bilionário e é a principal atração turística da região – Sayonara Moreno/Agência Brasil
O setor hoteleiro também sofreu impacto com a decisão, mas soluções alternativas para atrair turistas para roteiros tradicionais têm ajudado. “Estamos com mais de 50% de ocupação nos hotéis e 70% nos fins de semana. É uma ação da prefeitura nessa linha de incentivar o turista local a conhecer a capital da cidade. Isso tem surtido efeito. Evidente que para o hotel carnaval é uma espécie de décimo terceiro, mas está todo mundo entendendo”, afirmou.
Ele garante que o turismo fora de época de carnaval, com visitas a pontos turísticos e históricos, não gera aglomerações. “Não tem tido aglomeração durante os finais de semana e não terá também na época do carnaval. Os pontos históricos estão em várias partes da cidade, então conseguimos diluir bem a quantidade de pessoas.”
Segundo o secretário, ainda há possibilidade de um carnaval fora de época caso o processo de imunização esteja adiantado a partir do terceiro trimestre de 2021. “Estamos com o planejamento pronto. Vai depender da imunização das pessoas com a vacina e o controle da pandemia.”
Interior de Minas Gerais
O carnaval sobre as ladeiras íngremes da histórica Ouro Preto também está cancelado. Os eventos públicos e privados estão proibidos na cidade. A prefeitura deverá investir em eventos online, como concursos de marchinhas de carnaval.
As pousadas locais não estão funcionando com máxima capacidade, o que só deverá ocorrer quando os casos de covid-19 diminuírem na cidade. A prefeitura tem fiscalizado os estabelecimentos para garantir que eles não estejam lotados.
Vizinha a Ouro Preto, o município de Mariana também cancelou a folia. O ponto facultativo foi suspenso e estão proibidos eventos em ruas, casas de festas, bares, sítios e locais similares.
Em Diamantina, as festas de carnaval também estão suspensas. A prefeitura não promoverá eventos e, no momento, realiza uma campanha de conscientização para que a população não faça festas e nem aglomerações; seja nas ruas ou em locais privados e fechados. Agentes publicos farão a fiscalização durante o feriado.
Em Tiradentes o cenário se repete. Não haverá quaisquer celebrações na cidade. Para não deixar a data passar em branco, a prefeitura está organizando um concurso de marchinhas de carnaval. O enredo é “Tiradentes em tempos de coronavírus”.
Em Lavras, festas estão proibidas. Não haverá ponto facultativo na cidade. No entanto, na segunda-feira de carnaval (14) será comemorado o feriado local do Dia do Comerciário. Neste dia o comércio ficará fechado e as celebrações permanecerão proibidas.
O ano de 2001 foi marcante para muita gente, principalmente, para os amantes da sétima arte. Grandes filmes e franquias estrearam no segundo ano do século. Por isso, o Pleno.News preparou essa lista com 5 filmes marcantes que completarão 20 anos em 2021.
Pearl Harbor recebeu 4.5 estrelas no Adoro Cinema Foto: Reprodução
Sem dúvidas, um dos filmes que marcou a carreira do diretor Michael Bay. O clássico que conta o drama de dois pilotos das forças aéreas americanas durante a Segunda Guerra Mundial foi lançado no dia primeiro de junho de 2001 e ganhou cinco prêmios, incluindo um Óscar. Pearl Harbor está disponível na Apple TV e na Google Play.
2. Monstros S.A.
Monstros SArecebeu 4.3 estrelas no Adoro Cinema Foto: Reprodução
Uma das animações mais queridas da Pixar também está próxima de completar 20 anos. Monstros S.A foi lançado no dia 14 de novembro de 2001 e conquistou o prêmio de Satellite Award de Melhor DVD Jovem. A divertida aventura de Sullivan e Mike está disponível apenas no Disney+.
3. O Diário da Princesa
O Diário da Princesa recebeu 4.4 estrelas no Adoro Cinema Foto: Reprodução
A inusitada comédia infantil estrelada por Anne Hathaway chegou às telonas brasileiras no dia 18 de janeiro de 2001 e logo tornou-se um grande sucesso, chegando à alcançar a terceira posição no ranking de bilheteria. O Diário da Princesa está disponível apenas no Disney+
4. Inteligência Artificial
Inteligencia Artificial recebeu 4.4 estrelas no Adoro Cinema Foto: Reprodução
Chegando ao Brasil durante o feriado de 7 de setembro de 2001, o clássico Inteligência Artificial, estrelado pelo, até então pequeno, Haley Joel Osment, conquistou seis prêmios, incluindo dois Óscars. Inteligência Artificial pode ser assistido no Telecine Play e na Apple TV.
5. Donnie Darko
Donnie Darko recebeu 4.5 estrelas no Adoro Cinema Foto: Reprodução
Donnie Darko é um filme do tipo “ame ou odeie”, mas certamente foi um dos maiores sucessos do cinema cult mundial. O longa chegou ao Brasil em 24 de setembro de 2001 e está disponível no Prime Video, Telecine Play, Mubi, Claro Video e Google Play.
Artistas estão proibidos de “promover cultos ou superstições”, entre outras coisas
China publicou “diretrizes morais” que artistas do país devem seguir Foto: EFE/EPA/Roman Pilipey
A China publicou nesta sexta-feira (5) uma nova lista de diretrizes morais para atores e outros artistas, dizendo que eles podem ser permanentemente banidos de suas profissões se não as cumprirem.
Artistas não devem “violar ética, moral, ordem pública social ou bons costumes, causando um sério impacto negativo à sociedade”, afirmou a Associação Chinesa de Artistas, uma organização sem fins lucrativos apoiada pelo governo, em seu site.
Os artistas não podem incitar o ódio e a discriminação entre grupos étnicos e promover cultos ou superstições, afirmou a associação. As novas regras entrarão em vigor em caráter experimental a partir de 1º de março.
A associação não disse por que decidiu introduzir essa política agora, mas os consumidores chineses estão se tornando cada vez mais expressivos em suas expectativas para o comportamento de empresas e celebridades, especialmente as estrangeiras.
A marca de luxo Prada encerrou todas as cooperações com a atriz chinesa Zheng Shuang, este mês, que havia sido nomeada embaixadora da marca, depois de ela se envolver em uma controvérsia sobre barriga de aluguel que atraiu o público chinês.
Em suas novas diretrizes, a associação disse que artistas não devem organizar, participar de ou promover atividades ilegais como pornografia, apostas, drogas e violência, entre outras atividades.
Quem não cumprir as novas regras poderá voltar a trabalhar apenas depois de obter aprovação de um comitê de ética, acrescentou.
O cancelamento do Carnaval de Salvador, devido à pandemia da Covid-19, vai evitar que 1,2 milhão de pessoas circulem nas ruas onde tradicionalmente acontecem os festejos, na capital baiana. A estimativa é da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia da Secretaria estadual do Planejamento (Seplan).
A Sei também estima que em torno de R$ 1,7 bilhão, advindos dos gastos dos foliões, deixarão de circular em Salvador. Ao CORREIO, a Secretaria Municipal de Cultura e Turismo (Secult) e a Empresa Salvador Turismo (Saltur) estimam que a movimentação econômica ligada à folia pudesse chegar a R$ 1,8 bilhão em 2021.
Ainda de acordo com a SEI, cerca de 60 mil trabalhadores ficarão sem opção de desempenhar suas atividades e um montante de R$ 90 milhões de rendimentos, fruto dos trabalhos realizados durante o período de Carnaval, deixará de ser gerado. O desinvestimento público deve ser de R$ 133 milhões.
“O cancelamento do Carnaval foi uma decisão acertada e pautada na necessidade de preservar vidas humanas, uma vez que estamos enfrentando uma pandemia mundial de uma doença altamente contagiosa. Portanto, não pouparemos esforços para vencer esta guerra e o cancelamento do Carnaval vai ao encontro das diversas ações de combate ao Coronavírus que o Estado da Bahia vem adotando desde o início da pandemia”, destaca o secretário estadual do Planejamento, Walter Pinheiro.
Para estimar a provável participação dos foliões locais no Carnaval 2021 foi usada a média de moradores da capital que brincaram em eventos anteriores (17,7%). Essa proporção foi identificada em pesquisas realizadas pela SEI/DIEESE/SECULT. Considerando-se a população estimada pelo IBGE para capital em 2020 (2,9 milhões de habitantes), a SEI supõe que em torno de 528 mil foliões residentes estariam na festa em 2021. Para aferir a participação dos turistas, caso houvesse o evento, a Superintendência replicou o cálculo da Setur para o ano de 2020, quando se avaliou a presença de 636 mil turistas.
A SEI calculou que o cancelamento da festa impõe a não circulação de, pelo menos, R$ 1,7 bilhão relativos ao gasto dos foliões. Para alcançar este número foram considerados os gastos médios dos foliões por categoria; residentes, turistas do interior, turistas de outros estados, e turistas de outros países.
“Realmente o Carnaval é uma festa que traz um número expressivo de turistas para nosso estado, principalmente para Salvador, que faz a maior festa de rua do mundo”, ressalta o secretário de Turismo do Estado, Fausto Franco. No entanto, ele acrescenta que apesar do impacto causado pelo cancelamento da festa, a necessidade de salvar vidas humanas é imperiosa neste momento e lembra que mesmo não ocorrendo a folia momesca, a Bahia tem lugares paradisíacos para serem visitados a qualquer época do ano, que oferecem distanciamento social e turismo ao ar livre, junto à natureza, sem contar o rico patrimônio histórico cultural para ser visitado.
Os dados da pesquisa Suplemento do Carnaval de 2010, que adota a metodologia e a estrutura organizacional da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), a qual investiga os indivíduos que responderam a condição de se trabalharam ou não no período da festa em Salvador, indicam que na condição afirmativa estiveram 93 mil ocupados, ou 6,18%, da força de trabalho municipal. A proporção daqueles que exerceram a atividade exclusivamente em função do Carnaval corresponde a 60%.
Buscando definir um paralelo, a SEI utilizou este percentual em relação ao mesmo recorte da população de Salvador para o ano de 2020, com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC) do primeiro trimestre, quando se concluiu que 60 mil trabalhadores ficarão sem opção de desempenhar suas atividades com a não realização do Carnaval em 2021. Atualizando o rendimento médio do trabalho identificado na PED e aplicando as estimativas citadas, identifica-se a não geração de um montante de R$ 90 milhões de rendimentos com o trabalho. “Diferenciamos o que é trabalho realizado durante o carnaval e o que é trabalho que só existe em função do carnaval”, explicou Armando de Castro, diretor de estatística da SEI.
Para efetivação do evento em 2020, a despesa dos poderes estadual e municipal foi de R$ 133 milhões. O Governo do Estado disponibilizou R$ 73 milhões distribuídos entre os municípios que fazem o carnaval. Salvador absorve a maior parte deste recurso. Este valor é desembolsado para realização de atividades setoriais (cultura, turismo, saúde, segurança pública, transporte, direitos humanos, etc.). Segundo a SEI, a Prefeitura Municipal de Salvador aportou R$ 60 milhões, destes, R$ 20 milhões originários dos cofres públicos e o restante advindo de patrocínio.
Ainda de acordo com a Superintendência, o verão sem festas públicas ou privadas deve impactar nos indicadores de diversos setores no primeiro trimestre de 2021. A redução de arrecadação de ICMS foi projetada em R$ 47,3 milhões nos setores de bebidas, alimentação e alojamento. Também acarretará na queda de 18,2% na taxa de ocupação dos hotéis em Salvador, no período, e redução de 7 mil postos de trabalho diretos, além da queda em torno de 25% da receita nominal do conjunto de atividades características do turismo.
Quadro A Caipirinha, de Tarsila do Amaral, foi arrematado por R$ 57,5 milhões
A Caipirinha, quadro de Tarsila do Amaral Foto: Divulgação/Bolsa de Arte
O colecionador paulista Luis Goshima comprou o quadro A Caipirinha, de Tarsila do Amaral. A obra de arte é a mais cara já vendida no Brasil.
O quadro foi arrematado por R$ 57,5 milhões. Segundo o colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo, o valor é dez vezes maior do que o recorde anterior, referente ao quadro Vaso de Flores, pintado por Guignard e leiloado em 2016.
Goshima é discreto e seu nome era mantido em segredo deste de dezembro de 2020, quando a Bolsa de Arte leiloou o quadro de Tarsila. Ele é dono de um acervo valioso que vai além de obras de arte e inclui livros raros, automóveis clássicos e documentos autografados por grandes personalidades históricas.
O colecionador é um ex-perito judicial, que mora em Campos do Jordão (SP). Ele pretende criar uma fundação para cuidar de seu acervo, que tem A Caipirinha como destaque. A tela foi pintada em 1923, em uma das estadias de Tarsila em Paris.
Se você está precisando assistir algo levinho apenas para se esquecer dos problemas, saiba que ninguém pode te julgar. O último ano deu motivos suficientes para que todos estejam em busca de sossego. E para ajudar nesses momentos difíceis, a Bula reuniu em uma lista dez ótimos filmes que estão disponíveis na Netflix ou no Amazon Prime Video, os dois serviços de streaming mais populares da atualidade. Entre os longas selecionados, destacam-se “Tio Frank” (2020), de Alan Ball; “Peixe Grande e Suas Histórias Maravilhosas” (2004), de Tim Burton; e “Meia-Noite em Paris” (2011), dirigido por Woody Allen. Os títulos estão organizados de acordo com o ano de lançamento e não seguem critérios classificatórios.
Netflix
A Incrível História da Ilha das Rosas (2020), Sydney Sibilia
Baseado em uma história real, o longa segue um engenheiro considerado excêntrico e lunático. Decidido a viver da forma como sempre sonhou, sem seguir regras, ele constrói uma ilha na costa italiana e declara independência, alegando que criou uma nação. Sua ousadia chama a atenção do mundo e cada vez mais pessoas se interessam por viver na ilha, mas o governo italiano o declara inimigo e exige que a propriedade seja formalizada.
Mamma Mia: Here We Go Again (2018), Ol Parker
Sophia volta para a ilha para reinaugurar o hotel que era de sua mãe, Donna, agora totalmente reformado. Sophie também convida os três ex-namorados e as duas eternas melhores amigas da mãe: Rosie e Tanya. Juntos, os seis desenterram as memórias de Donna, no final dos anos 1970, quando ela decidiu viver na Grécia. Enquanto isso, Sophia enfrenta problemas no relacionamento com o marido, Sky.
Peixe Grande e Suas Histórias Maravilhosas (2004), Tim Burton
Na juventude, Edward Bloom resolve deixar sua pequena cidade, no Alabama, para dar a volta ao mundo. Em seu percurso, ele vive aventuras surpreendentes. Anos mais tarde, no dia do casamento de seu filho, William, ele conta alguns dos episódios fantásticos que viveu, fascinando a todos. Mas, William acredita que o pai está mentindo e resolve investigar a veracidade das histórias contadas por ele.
Um Lugar Chamado Notting Hill (1999), Roger Michell
William Thacker é o solitário dono de uma livraria em Notting Hill, um bairro de Londres. Um dia, ele recebe a inesperada visita de uma cliente muito especial: a bela estrela do cinema americano Anna Scott. A atriz se interessa por William e, após alguns encontros, os dois se apaixonam. Mas, para ficarem juntos, eles tentam achar uma forma de conciliar seus estilos de vida totalmente diferentes.
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Tio Frank (2020), de Alan Ball
Em 1973, a adolescente Beth Bledsoe deixa sua cidade, na zona rural dos EUA, para estudar na Universidade de Nova York, onde seu tio, Frank, é um reverenciado professor de literatura. Beth se aproxima de Frank e descobre que ele é gay e vive com seu parceiro de longa data. Quando o pai de Frank e avô de Beth morre, eles decidem voltar ao interior. Ao lado do marido, o professor precisa encarar a família pela primeira vez em anos.
Amigos para Sempre (2019), Neil Burger
Dell Scott está procurando uma forma de recomeçar a vida. Ele está em liberdade condicional há pouco tempo, desempregado e proibido de ver o filho. A oportunidade aparece quando ele é contratado para ser o cuidador de Phillip, um homem rico e tetraplégico que mora em uma sofisticada cobertura em Nova York. Aos poucos, nasce uma improvável amizade entre os dois, que redescobrem juntos a alegria de viver.
Simplesmente Acontece (2014), Christian Ditter
Alex e Rosie são amigos de infância inseparáveis e compartilham um com o outro todas as suas alegrias e dificuldades. Embora exista uma atração entre eles, os dois mantêm a amizade acima de tudo. Após o ensino médio, Alex decide ir fazer faculdade em outro país. A distância faz com que os primeiros segredos apareçam e os amigos acabam se afastando. Mas, com o passar do tempo, eles percebem que não conseguem ficar separados.
Para Roma, Com Amor (2012), Woody Allen
Roma é o cenário de quatro histórias de romance a aventura. Um casal americano que viaja para a cidade para conhecer a família do genro, um homem comum que é confundido com uma estrela de cinema, um arquiteto da Califórnia que visita a cidade com amigos e dois jovens recém-casados que se perdem pelas ruas confusas da capital italiana.
Meia-Noite em Paris (2011), Woody Allen
Gil é um escritor norte-americano que viaja para Paris com a noiva, Inez. Ele faz alguns passeios noturnos sozinho e descobre que, à meia-noite, é transportado para a Paris de 1920, onde encontra intelectuais e artistas que sempre admirou, como Ernest Hemingway e Salvador Dali. Quando se apaixona por Adriana, uma moça do passado, Gil não sabe se deve se entregar à ilusão e romper com Inez.
Simplesmente Amor (2003), Richard Curtis
Na véspera de Natal, em Londres, nove histórias se entrelaçam, mostrando os desencontros do amor. Entre os personagens, estão o primeiro-ministro da Inglaterra, que se apaixona por uma de suas funcionárias; um escritor que viaja para o sul da França, onde encontra seu grande amor; uma mulher que desconfia das intenções do melhor amigo de seu marido; e um ex-astro do rock que busca retomar sua carreira com um jingle de natal.