Depois de Wilson Witzel, a Procuradoria-Geral da República (PGR) prepara pelo menos mais três bombas para fazer a fila de governadores andar no Superior Tribunal de Justiça (STJ) — instância responsáveis pelo julgamento dos chefes dos executivos estaduais.
Nesta segunda-feira (7), o Brasil caiu no ranking de países com mais casos de Covid-19. A Índia ultrapassou o Brasil e se tornou o segundo maior número de casos confirmados de Covid-19.
Com 90.802 novos casos confirmados pelo Ministério da Saúde indiano nas últimas 24 horas, o país é também com a disseminação mais rápida da doença, superando os Estados Unidos, que até o momento é o país mais afetado em número de infecções.
Os novos dados estabelecem ainda o maior número de casos relatados na Índia e no mundo desde o início da pandemia.
No entanto, com uma das menores taxas de mortalidade, o país registra 1.016 óbitos, elevando o número total de vítimas para 71.642.
De acordo com a Universidade Johns Hopkins, dos Estados Unidos, a Índia ocupa o 20º lugar em mortalidade pela doença, com uma taxa de 1,7%, amplamente superada por países como o México, que tem a maior taxa de mortalidade (10,7%).
O Brasil possui 4.137.722 casos confirmados e 126.686 até agora.
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) fará, na noite desta segunda-feira (7), um pronunciamento em cadeia nacional de rádio e TV. “Às 20:00 haverá um pronunciamento do presidente em cadeia nacional”, anunciou nas redes sociais.
O anual desfile de 7 de setembro na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, foi cancelado neste ano em decorrência da pandemia do novo coronavírus.
Nesta segunda-feira (7), o presidente Jair Bolsonaro participou de uma solenidade em comemoração ao Dia da Independência em Brasília, Distrito Federal. O evento deste ano, porém, foi adaptado devido à pandemia do novo coronavírus e não será o desfile cívico-militar tradicional de todos os anos.
No lugar, o presidente e ministros do governo participam de uma cerimônia de execução do Hino Nacional e do Hino da Independência em frente à Esplanada dos Ministérios. A área foi cercada por grades para que não houvesse multidão, mas um grupo de apoiadores do presidente se reuniu no local. Foi permitida a presença de até 800 pessoas.
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) fará, na noite desta segunda-feira (7), um pronunciamento em cadeia nacional de rádio e TV. A informação foi publicada por Bolsonaro nas redes sociais.
“Em comemoração ao dia da independência, hastearemos o Pavilhão Nacional no Palácio da Alvorada às 10:00”, escreveu. “Às 20:00 haverá um pronunciamento do presidente em cadeia nacional”, acrescentou.
O anual desfile de 7 de setembro na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, foi cancelado neste ano em decorrência da pandemia do novo coronavírus.
A atualização diária do Ministério da Saúde trouxe novos totais sobre a pandemia do novo coronavírus no Brasil. O número de mortes por covid-19 subiu para 126.650. Nas últimas 24 horas, foram registrados 447 novos óbitos em razão da covid-19. Ontem, o painel do ministério marcava 126.203 óbitos. Ainda há 2.475 falecimentos em investigação.
De acordo com o balanço da pasta, desde o início da pandemia, 4.137.521 pessoas foram infectadas com o coronavírus. Entre ontem (5) e hoje (6), as secretarias de Saúde acrescentaram às estatísticas mais 14.521 pessoas diagnosticadas com a doença. Ontem o sistema de dados sobre a pandemia trazia 4.123.00 casos desde o início da crise sanitária.
O total de casos é menor aos domingos e nas segundas-feiras pelas limitações de alimentação de dados pelas equipes das secretarias de Saúde. Nas terças-feiras, o número tem sido usualmente maior com o envio dos dados acumulados do fim de semana.
Ainda de acordo com a atualização, 693.644 pessoas estão em acompanhamento e 3.317.227 pacientes já se recuperaram.
A letalidade (número de mortes dentro do conjunto de infectados) se manteve em 3,1%. A mortalidade (óbitos pela população) ficou em 60,3. Já a incidência (total de casos em relação à população) subiu para 1968,9.
Uma menina de 12 anos que foi atropelada e ficou presa embaixo do carro foi salva por populares que levantaram o veículo para resgatá-la. Câmeras de segurança registraram o momento em que um grupo de homens ajuda a retirar a menina. O caso aconteceu em Várzea da Palma, em Minas Gerais.
As imagens mostram quando Raiandra Flávia da Silva Mendes, que passava de bicicleta por uma avenida, é atingida por um automóvel que seguia para um posto de combustíveis. Apesar da violência do acidente, a menina sofreu apenas arranhões. A motorista permaneceu no local e prestou socorro.
– Minha filha renasceu. Foi muito chocante. Graças a Deus ela não teve nenhum ferimento grave, sequela ou fratura exposta. Deus deu mais uma vida para ela, só tenho que agradecer mesmo pela vida dela – disse a mãe da menina, Gleiciane Pinheiro da Silva.
O gerente do posto de gasolina, Sérgio Moreira, também aparece nas filmagens ajudando no resgate. Ele também foi o responsável por ligar para o Samu.
– Na hora, a gente não tem tempo nem de pensar, só quer ajudar. Mas depois, quando vimos as imagens, dá um desespero. Achamos que ela tivesse ficado muito ferida e corremos para levantar o carro. Ela se mexeu e percebemos que aparentemente ela não tinha nada, mas estava em choque – lembrou.
Raiandra foi levada para o hospital, onde fez exames e ficou em observação. Ele recebeu alta após algumas horas.
À Polícia Militar, o motorista disse que fez a conversão para entrar no posto e acabou atingindo a bicicleta da menina, que vinha na contramão.
Após fazer duras críticas ao humorista Marcelo Adnet, que fez uma paródia de uma campanha do governo federal, o secretário especial de Cultura Mario Frias comentou, em tom de ameaça, uma publicação do deputado estadual Flávio Serafini (PSOL-RJ).
No post de Serafini, que é pré-candidato à Prefeitura de Niterói, o político chama Frias de “ex-ator de Malhação” e diz que ele só está no cargo porque “nenhum artista quis queimar seu filme ao lado de Bolsonaro”.
O presidente Jair Bolsonaro admitiu neste sábado, durante visita a obras da pista do aeroporto de Congonhas , em São Paulo , que a recuperação econômica do Brasil não será rápida.
“Esperamos que a volta do país à normalidade seja não digo mais rápido, que não tem como ser rápido, mas não tão demorada também”, afirmou ele, que estava ao lado dos ministros da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, e da Justiça, André Mendonça, além do secretário Nacional de Aviação Civil, Ronei Glanzmann, e o presidente da Infraero, Brigadeiro Paes de Barros.
Na oportunidade, o presidente aproveitou para criticar aqueles que, segundo ele, não priorizaram a economia. “Aquele pessoal que dizia no passado,, ‘a economia recupera depois’, está na hora de botar a cabeça pra fora e dizer como é que se recupera rapidamente a economia. Sempre falei que era vida e economia. Fui muito criticado. Mas não posso pensar de forma imediata, tenho que pensar lá na frente”, afirmou.
Vale lembrar que, nesta semana, a economia registrou retração inédita de 9,7% no segundo trimestre de 2020 na comparação com os três meses anteriores, segundo dados divulgados pelo IBGE.
O Ministério da Saúde quase quintuplicou a distribuição de cloroquina e hidroxicloroquina a estados e municípios durante a pandemia.
Dados obtidos pela Folha por meio da Lei de Acesso à Informação mostram que, de março a julho deste ano, já foram enviados 6,3 milhões de comprimidos de cloroquina, na dosagem de 150mg, para abastecer as unidades do SUS (Sistema Único de Saúde).
É 455% a mais do que o repassado no mesmo período do ano passado (1,14 milhão), quando a aplicação se dava apenas em terapias contra a malária e outras doenças.
Até julho, cerca de 5 milhões de comprimidos foram remetidos pela pasta só para uso em pacientes com o novo coronavírus — já são 5,6 milhões agora.
Alçado ao cargo, o ministro interino da Saúde, general Eduardo Pazuello, atribui o aumento na distribuição às demandas de estados e municípios.
Após turbinar a oferta de cloroquina no SUS, o governo federal se prepara agora para tentar distribuir 3 milhões de comprimidos de hidroxicloroquina. Desse total, 2 milhões vieram do governo de Donald Trump e 1 milhão da Novartis.
A doação havia sido anunciada em maio, mas a distribuição emperrou por causa de um imbróglio com estados e municípios.
A doação foi em caixas com 100 e 500 comprimidos, o que exige custos para o fracionamento de doses para uso contra a Covid-19. A orientação federal prevê, em média, 12 unidades.
Sem conseguir dividir os remédios em laboratórios oficiais, o governo federal quer repassá-los a estados e municípios que manifestarem interesse e tenham condições de fazê-lo em farmácias próprias e de manipulação.
Em nota, o Ministério da Saúde diz que a distribuição da cloroquina ocorreu “de acordo com os pedidos e planejamento prévio da pasta”, “com base em estudos existentes no Brasil e no mundo, parecer do Conselho Federal de Medicina, além de experiência da rede pública na utilização”.