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Instituto fará checagem de qualidade e segurança, além de rotulagem

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

As 2 milhões de doses da vacina Oxford-AstraZeneca, desenvolvida em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), começarão a seguir para os estados na tarde deste sábado (23). Depois de chegar em voo da Emirates no Aeroporto de Guarulhos, às 17h20 dessa sexta-feira (22), a carga foi transportada em um avião da Azul até a Base Aérea do Galeão, onde chegou às 22h.

O avião foi recebido na pista por um batismo simbólico, com jatos de água lançados em forma de arco pelos bombeiros do Aeroporto Rio-Galeão.

As vacinas prontas foram fabricadas pelo Instituto Serum, na Índia, e eram aguardadas desde sábado (16), mas tiverem atraso no envio por questões internas da Índia.

Chegada das vacinas da AstraZeneca/Oxford contra Covid-19 produzidas pelo Instituto Serum, na Índia, à base aérea do Galeão para serem encaminhadas à Fiocruz.
O avião com as vacinas da AstraZeneca/Oxford foi recebido na pista por um batismo simbólico  – Fernando Frazão/Agência Brasil

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, recebeu o lote em solo brasileiro, ao lado dos ministros das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e das Comunicações, Fábio Faria. Também estavam presentes o embaixador da Índia, Suresh Reddy, e a presidente da Fiocruz, Nisia Trindade. Esta última se juntou ao grupo no Rio de Janeiro.

“A encomenda tecnológica prevê 100 milhões de doses para o primeiro semestre. Essas 2 milhões de doses são apenas o início. É o começo do processo. O objetivo do Ministério da Saúde é a vacinação em massa do povo brasileiro. E isso vai nos colocar, rapidamente, no topo da lista do número de vacinados. Com 8 milhões de doses, nós passaremos a ser o segundo país do ocidente que mais vacinou”, disse Pazuello, em pronunciamento à imprensa na Base Aérea.

O ministro Ernesto Araújo ressaltou a cooperação e a relação diplomática com a Índia. “Isto aqui é o começo de uma parceria tanto na área farmacêutica quanto em muitas outras áreas com a Índia. País pelo qual temos uma admiração imensa, uma amizade imensa, que agora se consolida ainda mais”, disse Araújo.

Os ministros da Saúde, Eduardo Pazuello, das Relações Exteriores, Ernesto Araujo, o embaixador da Índia no Brasil, Suresh Reddy, e a presidente da Fiocruz, Nísia Trindade
Os ministros da Saúde, Eduardo Pazuello, das Relações Exteriores, Ernesto Araujo, o embaixador da Índia no Brasil, Suresh Reddy, e a presidente da Fiocruz, Nísia Trindade – Fernando Frazão/Agência Brasil

O embaixador indiano classificou o momento como um dia histórico entre os dois países. “Este dia traz sorrisos e otimismo a muitas pessoas. O Brasil é o primeiro país a receber esta carga e nós estamos muito orgulhosos de fazer parte deste processo. A Índia assegurará vacinas para todos os países e todos os povos”, disse Suresh Reddy.

Para a presidente da Fiocruz, a chegada da vacina é uma vitória da ciência. “Neste momento de perdas, ter a vacina é uma esperança que vem da ciência, que vem do Sistema Único de Saúde. É uma vacina com 70% de eficácia e que poderá ser administrada no intervalo de 12 semanas. Isto será muito importante para o nosso sistema de saúde”, ressaltou Nísia Trindade.

Fiocruz

Da Base Aérea, as vacinas seguiram em caminhões refrigerados para o Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz), para checagem de qualidade e segurança, além de rotulagem, com etiquetagem das caixas com informações em português.

Esse processo será feito ao longo da madrugada e da manhã de sábado e será realizado por equipes treinadas em boas práticas de produção. A previsão é de que as vacinas estejam prontas para distribuição para todos os estados brasileiros no período da tarde.

Toda a logística de distribuição ficará sob a responsabilidade do Ministério da Saúde, por meio do Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19.

Bolsonaro

Pelo Twitter, o presidente Jair Bolsonaro comentou sobre a chegada das 2 milhões de doses da vacina AstraZeneca/Oxford ao Brasil. Ele disse que foram “negociadas pelo Ministério da Saúde e [a vacina já foi] adquirida também por um grande número de países”.


Simone alega ter encomendado a morte do pastor porque era assediada por ele

Foto: Divulgação

Pleno News- Simone dos Santos, filha biológica da deputada federal Flordelis, disse ter dado R$ 5 mil à sua irmã, Marzy Teixeira, para matar Anderson do Carmo. Em audiência nessa sexta-feira (22), Simone justifica que fez o pedido por não suportar mais os constantes assédios sexuais por parte de Anderson. Simone está presa desde agosto de 2020, acusada de envolvimento no crime.

A filha biológica de Flordelis conta que os assédios tiveram início em 2012, logo após ela ser diagnosticada com câncer. Segundo ela, Anderson se utilizava do fato de que ele pagava seu tratamento para suborná-la. Testemunhas afirmam que ela e Anderson foram namorados antes do relacionamento dele com Flordelis, mas Simone nega.

– Ele sempre demonstrou [interesse], mas começou a dar a entender [isso] em 2012, quando ele começou a pagar meu tratamento. Ele falava para eu olhar para ele com carinho. Disse que, se eu não andasse na cartilha dele, ele não pagaria meu tratamento.

Simone alega que o pastor ia ao seu quarto frequentemente e chegou a dizer que uma vez o pegou se masturbando diante de sua cama durante à noite. Após as investidas, ela teria, então, pedido ajuda a irmã, Marzy.

– Dei R$ 5 mil para Marzy. Disse que [eu] não aguentava mais. Pedi para ela me ajudar. Disse que estava passando por maus momentos. Não havia um plano. Só estava desesperada. Todos os dias ele subia ao meu quarto de manhã e à noite. Mas eu nem acreditava que ela teria coragem de fazer isso de fato. Entreguei a ela o dinheiro e depois não soube de mais nada.

Simone disse que não estava em casa na noite do crime, mas admitiu que foi a responsável por se livrar dos celulares da mãe e do irmão, Flávio dos Santos, acusado de ter atirado no pastor.

Simone disse à juíza Nearis dos Santos Carvalho Arce, da 3ª Vara Criminal de Niterói, que não teve coragem de contar à mãe sobre as investidas sexuais de Anderson. De acordo com ela, Flordelis era “cega, apaixonada por ele”.

CONTRADIÇÕES
Contudo, os depoimentos de Simone, Marzy e Flordelis não coincidem. Pouco antes da audiência com Simone, a outra filha da deputada disse que ela mesma tinha pagado R$ 5 mil ao irmão, Lucas dos Santos, encomendando a ele o assassinato. Ela não mencionou, entretanto, qualquer participação de Simone no caso. Quando questionada pela juíza sobre como teria conseguido o dinheiro, Marzy afirmou que o roubou da mochila do próprio Anderson.

Marzy negou que a mãe soubesse do plano inicialmente, mas depois ela lhe teria dito. Sobre a reação de Flordelis, a filha afirma que a deputada teria ficado “doida” e que ela escapou de apanhar por pouco. Flordelis, no entanto, alega que soube do plano pelo filho, Lucas, que confirmou em depoimento que foi ele quem contou à mãe sobre a proposta.


Voo trazendo imunizante desceu em São Paulo

Foto: Reprodução

Agência Brasil- O voo procedente da Índia que trouxe 2 milhões de vacinas da AstraZeneca contra a covid-19 ao Brasil chegou por volta das 17h30 no Aeroporto Internacional de São Paulo, localizado em Guarulhos.

Para o recebimento da carga, estão presentes no local os ministros da Saúde Eduardo Pazuello, das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e das Comunicações, Fábio Faria. De lá, as vacinas serão encaminhadas para o Rio de Janeiro.

A carga vinda da Índia foi transportada em voo comercial da companhia Emirates. Após os trâmites alfandegários, seguirá em aeronave da Azul para o Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Rio.

De acordo com a Fiocruz, assim que chegarem à instituição, as vacinas passarão por checagem de qualidade e segurança, além de rotulagem, com etiquetagem das caixas com informações em português.

A previsão é que esse processo seja realizado até manhã de sábado (23) por equipes treinadas em boas práticas de produção. As vacinas devem ser liberadas para distribuição no período da tarde.


Presidente negou qualquer tipo de pressão da China pela demissão do chanceler Ernesto Araújo

Foto: PR/Alan Santos

Pleno News- Em transmissão ao vivo pelas redes sociais nesta quinta-feira (21), o presidente Jair Bolsonaro negou ter sido pressionado pela China para demitir o chanceler Ernesto Araújo e mandou um recado, “quem demite ministro sou eu”.

Ele também falou sobre a política externa e ressaltou que está “excepcional”.

– Quem demite ministro sou eu. Ninguém procurou nem ousaria me procurar no tocante a isso. Assim como nós não faríamos com nenhum país do mundo. Eu procurar outro país qualquer e falar: ‘Esse ministro teu, presidente, primeiro-ministro, tem que ser demitido’. E jamais outro país faria isso conosco também – explicou.

Bolsonaro então questionou o chanceler sobre a suposta pressão chinesa por sua demissão. Ernesto Araújo disse ser uma “invenção completa”.

– Exato, presidente. Isso não existe entre países soberanos, isso é uma invenção completa. Não sei por que tem gente que quer ver uma crise, quer criar invenções que não existem. Pessoas inventam uma coisa, e aí quando vem a realidade e desmente, em vez de alterar sua percepção da realidade, continua insistindo, redobrando a mentira – destacou o ministro.


Foram contratadas duas milhões de doses

Foto: Justin Tallis/AFP

Agência Brasil- As vacinas contra a covid-19 desenvolvidas em parceria entre a AstraZeneca e a Universidade de Oxford devem chegar ao Brasil, vindas da Índia, nesta sexta-feira (22). A informação foi dada pelo Ministério das Comunicações por meio de nota oficial na tarde de hoje (21). À noite, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) também divulgou uma nota sobre a chegada da vacina.

As 2 milhões de doses serão enviadas por meio de um voo comercial da companhia aérea Emirates. A previsão é que a carga chegue no Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo às 17h40 e, após os trâmites alfandegários,  a carga será embarcada em outro avião que segue para o Aeroporto Internacional do Galeão, de onde será levada para a Fiocruz. As vacinas foram fabricadas pelo laboratório indiano Serum.

O governo brasileiro tenta desde a semana passada trazer a carga de imunizantes do país asiático. A previsão inicial era que elas estariam aqui no domingo passado (17). Contudo, o governo da Índia recuou e as autoridades brasileiras passaram a dialogar para liberar a carga.

A Índia anunciou nesta semana a exportação de vacinas para seis países, sem incluir o Brasil. Na noite de ontem, o secretário de Relações Exteriores da Índia, Harsh Srhingla, confirmou à Agência Reuters a liberação da exportação.

O presidente Jair Bolsonaro publicou nas suas redes sociais sobre a liberação das exportações da vacina e cumprimentou o ministro das relações exteriores Ernesto Araújo e os servidores do Itamaraty pelo trabalho.


Foto: Divulgação Butantan

Agência avalia aval ao lote de imunizantes que foi envasado pelo Butantan

Pleno News- A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) reunirá a sua diretoria colegiada, nesta sexta-feira (22), para avaliar se permite o uso emergencial de mais 4,8 milhões de doses da CoronaVac.

No último domingo (17), a agência liberou o uso de 6 milhões de doses da vacina desenvolvida pelo Instituto Butantan e pela farmacêutica chinesa Sinovac. Agora, a Anvisa avalia o aval ao lote de imunizantes que foi envasado pelo Butantan.

Na mesma reunião do dia 17, a Anvisa aprovou a aplicação de 2 milhões de doses prontas da vacina de Oxford/AstraZeneca, que deve chegar nesta sexta-feira ao país após negociações para a liberação da importação da Índia.

O uso emergencial pode ser concedido a vacinas que estão em fase de desenvolvimento, desde que estudos clínicos tenham sido feitos no Brasil. A Anvisa aguarda o envio de dados do Butantan, até 28 de fevereiro, sobre a duração da eficácia.


Presidente acusou o âncora do JN de ser mentiroso por falar que relação com Índia e China foi “minada” por ele e o chanceler Ernesto Araújo

Foto: RAFAELA FELICCIANO/METRÓPOLES

Metrópoles- O presidente Jair Bolsonaro  (sem partido) voltou a atacar o apresentador e “âncora” do Jornal Nacional, da TV Globo, William Bonner, ao afirmar, nesta quinta-feira (21/1), que o jornalista é “mentiroso” e tem “cara de pastel”.

A declaração foi feita durante a transmissão ao vivo nas redes sociais que o prsidente faz todas as quintas-feiras. Bolsonaro criticou a edição do telejornal exibidoanesta semana na qual Bonner diz que, atualmente, o Brasil depende da Índia para receber as doses da vacina de Oxford e depende também da China para receber a matéria-prima necessária para produzir o imunizante em solo brasileiro.

Segundo o âncora do JN, a situação do Brasil “não é confortável”, uma vez que a diplomacia do governo Bolsonaro teria ocasionado situações que “minaram” a relação do Brasil com a Índia e a China.

“Não vou entrar no mérito desta questão aqui. William Bonner dizendo, no Jornal Nacional, que eu e o Ernesto, nós minamos o nosso relacionamento com Índia e China. […] [Temos] Um excelente relacionamento e nada mudou. Nada mudou e o Bonner vem mentir no Jornal Nacional? Com aquela cara de pastel dele, com cara de quem é sempre o último a saber”, rebateu o presidente.

Durante a transmissão, Bolsonaro negou que tenha minado a relação com os dois países e disse que não há “entraves políticos”, mas “burocráticos”.

“O interesse que o mundo tem no Brasil e nós temos na Índia. Um excelente relacionamento. A questão da China, mesma coisa. Os números não mentem. Os números da nossa balança comercial — que nós vendemos — de 2019 foi maior que 2018. A de 2020 foi melhor que 2019. Alguns querem que eu fale o que eu conversei com o Xi Jinping… eu não sou esse cara de falar e correr para imprensa, não vou, muita coisa é reservada. Muita coisa essa semana foi tratada de forma reservada, quando recebemos o embaixador da Índia”, afirmou.

“O problema, como o próprio embaixador disse, é burocrático, não é nada político”, reiterou o presidente, que voltou a atacar o apresentador do JN. O [William] Bonner vem mentir no Jornal Nacional, com aquela cara de pastel, dizendo que eu minei esse relacionamento”, queixou-se o presidente.

“Não tem nada como o Bonner falou, que nós minamos o relacionamento. Parem de mentir pessoal, tomem vergonha na cara. Vocês atrapalham o Brasil assim. Eu tenho vergonha de vocês por fazerem um jornalismo dessa maneira. […] A nossa política externa é excepcional.”

Essa não foi a primeira vez que o presidente Bolsonaro fez críticas a William Bonner. No início do mês, ele chegou a dizer que o profissional é um “sem-vergonha” e que “acabou a teta do governo” para a TV Globo.

Diferença salarial

Na live desta quinta, o presidente ainda voltou a falar sobre a diferença salarial entre William Bonner e sua colega de bancada, Renata Vasconcellos.

“Pagam tanto de igualdade, criticam: ‘Tem que ter uma política para homem e mulher ganhar a mesma coisa!’”, reclamou o presidente.

Bonner, no entanto, ganha mais que Renata por exercer o cargo de âncora e editor-chefe do JN. Portanto, ele é hierarquicamente superior à colega, que é editora-executiva e apresentadora.

Essa não foi a primeira vez que Bolsonaro fez essa declaração. A primeira vez, inclusive, foi durante uma entrevista ao próprio Jornal Nacional, ainda no período eleitoral de 2018.

“Estou vendo uma senhora e um senhor aqui e com toda certeza há uma diferença salarial aqui, parece que é muito maior para ele do que para a senhora”, disse o então candidato à presidência.

Na ocasião, Renata interrompeu Bolsonaro para se posicionar. “Poderia até como cidadã ou cidadão brasileiro fazer questionamentos sobre seus proventos porque você é um funcionário público há 27 anos e eu, como contribuinte, ajudo a pagar seu salário”, disse.

“Já o meu salário não diz respeito à ninguém. E eu posso garantir, como mulher, que jamais aceitaria receber um salário menor do que o que um homem recebesse com as mesmas funções e atribuições que eu”, arrematou.


Foto: NordWood Themes / Unsplash

CNN Brasil- Quando o quesito é criatividade, o brasileiro pode largar na frente de outros países. Exemplos que confirmam essa premissa vieram à tona recentemente, depois que algumas pessoas começaram a usar o Pix, novo sistema de pagamentos do Banco Central, para… paquerar.

A ferramenta foi lançada em novembro do ano passado com o objetivo de permitir transações financeiras entre usuários em tempo real e sem custos adicionais, uma alternativa ao DOC e à TED. No entanto, há usuários indo um pouco além e usando a plataforma como se fosse uma rede social. 

Os flertes têm seguido o seguinte método: a pessoa envia uma quantia simbólica para a conta de quem está interessada e, no campo onde deveria escrever a identificação da transferência, acrescenta um flerte.

Um dos primeiros casos do tipo viralizou depois que um internauta fez um post contando que sua ex-namorada, bloqueada em todas as suas redes sociais, havia lhe enviado uma sequência de transferências pelo Pix, todas no valor de R$ 0,01, com pedidos para reatar o namoro. 

Não demorou muito para que outras pessoas aderissem à ideia e compartilhassem suas chaves do Pix, pedindo que interessados lhe fizessem um “agrado” semelhante.

Outros foram ainda mais longe e deram um nome para isso: “pixsexual”, que virou sinônimo da brincadeira, e fez até o Banco Central se manifestar sobre o assunto.

O que o Banco Central tem a dizer

O Banco Central afirma que o único objetivo da ferramenta é dar mais agilidade às transações financeiras e ressalta: “O PIX é um meio de pagamento, não uma rede social”. 

O BC acrescenta também que não há previsão legal para bloqueio de usuários específicos dentro do sistema. Contudo, para quem não quer ser incomodado com mensagens, indica que o usuário pode configurar o aplicativo do banco onde mantém a conta para não receber notificações de pagamentos. 

Sobre quem compartilha suas chaves do Pix na internet, esperando receber uma transferência, a instituição alerta que a exposição tem riscos, principalmente quando a chave cadastrada é o CPF ou número de telefone, que são dados sensíveis.

Já para a chave aleatória, que não inclui dados pessoais, a entidade garante ser seguro compartilhá-la, já que ela não dá acesso à conta, servindo apenas para receber o dinheiro. 


Partido deixou o bloco do deputado Baleia Rossi e ingressou o grupo do candidato apoio pelo presidente Jair Bolsonaro

 Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados

O deputado Arthur Lira (PP-AL), candidato à presidência da Câmara dos Deputados, ganhou mais um apoio importante em sua busca pelo cargo. Nesta quinta-feira (21), a Mesa Diretora da Casa deferiu a adesão do PSL ao bloco de Lira, que conta com o apoio do presidente Jair Bolsonaro.

Com a medida, Arthur Lira agora tem apoio de PP, PSL, PL, PSD, Republicanos, Pros, Patriota, PSC, PTB e Avante, que juntos formam 249 parlamentares. Já o seu concorrente, deputado Baleia Rossi, tem o apoio de PT, MDB, PSB, PSDB, DEM, PDT, Solidariedade Cidadania, PV, PCdoB e Rede, que somam 242 deputados.

Baleia Rossi é apoiado pelo atual presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

A mudança de lado do PSL ocorreu após um grupo de parlamentares conseguir o apoio da maioria dos deputados da sigla e protocolar o pedido na Mesa Diretora. Inicialmente, o grupo era composto por 32 dos 52 deputados do PSL, mas 17 deles estão suspenso e não poderiam assinar o documento. Nesta semana, no entanto, o grupo conseguiu o apoio de mais 4 colegas, o suficiente para a mudança.

A eleição está marcada para o dia 1º de fevereiro.


Presidente deu seus cumprimentos ao Itamaraty, ao chanceler Ernesto Araújo e aos servidores pelo trabalho realizado

Foto: Marcos Corrêa/ PR

O presidente Jair Bolsonaro utilizou suas redes sociais, nesta quinta-feira (21), para comentar a liberação, por parte da Índia, do envio das vacinas contra a Covid-ok 19 ao Brasil. Em suas redes sociais, ele explicou a seus seguidores que as vacinas de Oxford serão enviadas na noite de hoje e deu seus cumprimentos ao Itamaraty, ao chanceler Ernesto Araújo e aos servidores pelo trabalho realizado.

A exportação das doses do imunizantes ocorrerá na noite desta quinta. O voo que trará as 2 milhões de doses que foram compradas pelo Brasil tem decolagem prevista para 4h05 de sexta-feira (22) pelo horário local indiano (19h45 desta noite pelo horário de Brasília).

– O governo da Índia liberou as exportações de vacinas contra a Covid-19, e as primeiras remessas serão enviadas nessa sexta-feira para o Brasil e Marrocos, disse o secretário de Relações Exteriores da Índia (…) Meus cumprimentos ao Itamaraty e a Ernesto Araújo e servidores pelo trabalho realizado – escreveu Bolsonaro.

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