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Dentro da Neo Química Arena, em São Paulo, a Seleção Brasileira não teve piedade e goleou a Bolívia por 5 a 0 na estreia das Eliminatórias da Copa de 2022. Após a partida realizada na noite da última sexta-feira (9), o técnico Tite valorizou a importância do resultado largo e destacou a importância de uma “construção forte” para a sequência dos jogos.

“É uma construção, uma caminhada, um passo importante. Brincando com eles, eu digo que é como quando contávamos a história para os filhinhos dos três porquinhos com suas três casinhas. A casinha tem que ser de tijolo e forte, ela não pode ser de palha e madeira, é a construção da caminhada”, disse.

O torcedor que acompanhou a partida viu uma equipe com variações táticas, buscando opções e com um forte ímpeto ofensivo. Os pilares do time foram comentados pelo comandante.

“A gente busca conhecimento, com estratégias, com harmonia. O Neymar mais solto, mais central, com liberdade de movimentação, conforme a marcação adversária for mais exigente. O Coutinho por dentro, com Firmino nem tão atrás. Não buscou tanto, aguardou mais. Fez dois e poderia ter feito mais dois. Conforme o jogo exige a gente pode não mudar a função, mas adaptar característica”, explicou o treinador, que também valorizou a forte marcação e a boa produção ofensiva.

“Há uma ideia e uma forma de jogar que nós temos. Por exemplo, a bola sai para tiro de meta do adversário e nós marcamos alto. É uma característica para manter posse de bola. Mas não adianta ficar com a bola e finalizar pouco. Então no mínimo pra jogar bem tem que finalizar 16. Hoje foram 20 finalizações. E não pode tomar susto toda hora, porque gera insegurança”, completou.

Após marcar os primeiros três pontos dentro da competição, o time canarinho volta a jogar na próxima terça-feira (13) para enfrentar o Peru, fora de casa.

Informações: Bahia Notícias
Foto: Eduardo Knapp


Uma sondagem realizada pelo projecto brasileiro Exame/Ideia indica que o actual Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, conta com 30% das intenções de voto para as eleições de 2022, na primeira volta.

A previsão indica também que Luiz Inácio Lula da Silva, ex-Presidente do Brasil, apresenta 18% das intenções de voto e o ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro conta com 10%. Além disso, o político Ciro Gomes, do Partido Democrático Trabalhista, apresenta 9%, Luciano Huck, apresentador de televisão, com 5%, e ainda João Doria, governador de São Paulo, com 4%.

No caso de um confronto num segundo turno, Sergio Moro seria o candidato com mais oportunidade de enfrentar Bolsonaro. O ex-ministro aparece com 35% das intenções de voto e o Presidente com 41%.

Já contra Lula da Silva, ex-Presidente do Brasil, Bolsonaro receberia 43% das preferências, contra 33% do candidato do Partido dos Trabalhadores (PT).

Contra o governador de São Paulo, o Presidente tem uma vantagem maior: 42% das intenções de voto vs. 21% de Doria.

A pesquisa também estratificou os votos por escolaridade e região. Bolsonaro vence em todos os cenários, de acordo com a sondagem. Por região, a maior margem é registada no Norte (38%), no Centro-Oeste (35%) e no Nordeste (31%).

Exame/Ideia é um projecto que une a Exame Research, braço de análise de investimentos da Exame, e o instituto de pesquisa especializado em opinião pública Ideia.  A sondagem foi realizada com 1200 pessoas, por telefone, em todas as regiões do país, entre os dias de 5 e 8 Outubro.


O governo federal lançou hoje (9) o plano de ação do programa Abrace o Marajó, com 110 ações previstas até 2023. O documento abrange ações de 16 ministérios, em iniciativas voltadas à geração de empregos e melhoria da dignidade, da educação e da saúde da população da Ilha de Marajó, no Pará.

A primeira fase do projeto, coordenado pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, está orçada em R$ 1 bilhão e, até 2023 devem ser investidos R$ 4 bilhões na região. A cerimônia de lançamento aconteceu em Breves, município localizado na ilha, e contou com a presença do presidente Jair Bolsonaro e da primeira-dama Michelle Bolsonaro, de ministros de estado e autoridades locais.

“O que nós fazemos não é virtude, é obrigação, nós devemos atendê-los nos momentos mais difíceis”, disse Bolsonaro. O programa foi criado em março deste ano para buscar o desenvolvimento socioeconômico dos 16 municípios que compõem a Ilha de Marajó e algumas ações já estão em andamento.

Uma das medidas anunciadas hoje é a parceria entre o Ministério da Mulher e a Caixa Econômica Federal para que equipe da Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos ocupe um espaço nas agências-barco da Caixa visando levar à população ribeirinha os serviços do Disque 100 e Ligue 180, canais de denúncias de violações de direitos humanos e de violência contra a mulher. O acordo de cooperação tem duração de 24 meses e pode ser prorrogado.

Atendimento bancário
As agências-barco preenchem a necessidade de atendimento bancário de populações que vivem na região amazônica. Além da Agência-Barco Ilha do Marajó, que navega por diversos municípios do Pará, a Caixa possui a Agência-Barco Chico Mendes, que percorre cidades do Amazonas.

Os barcos fazem uma viagem por mês, partindo de seus locais de origem, e ficam, em média, dois dias em cada localidade. Possuem os mesmos serviços de uma agência convencional em terra, além do mesmo horário de funcionamento. Iniciativa semelhante também é desenvolvida pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que também oferece serviços previdenciários em barcos na região.

Agora, essas comunidades poderão ser acolhidas pelos servidores do ministério. Segundo a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, um dos objetivos da ação é proteger mulheres e crianças contra a violência doméstica e a exploração sexual infantil.

Além disso, o ministério fará a doação de cestas de alimentos e de itens de higiene por meio da Operação Pão da Vida, que promove a segurança alimentar e apoio institucional à população marajoara durante a pandemia. A meta é entregar 96 mil cestas em todas as localidades do arquipélago. Cerca de 28,5 mil já foram entregues e mais de 200 mil itens de higiene foram doados.

Outras ações
O Plano de Ação 2020-2023 para o Abrace o Marajó prevê ainda a implantação de rede de comunicação para levar banda larga e conectividade 4G e 5G a todo o arquipélago. A iniciativa será concretizada por meio de uma parceria do Ministério das Comunicações e do governo do Pará.

Por meio do programa Mais Luz para a Amazônia, o Ministério de Minas e Energia também vai disponibilizar o serviço público de energia elétrica nas comunidades isoladas do Marajó por meio da instalação de sistemas fotovoltaicos de captação de energia solar. A medida deve beneficiar 42 mil pessoas.

Em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o Abrace o Marajó prevê a modernização das 16 prefeituras do arquipélago. O objetivo é aprimorar os meios de atendimento ao cidadão, às empresas e das obrigações não financeiras junto aos governos federal e estadual. A previsão é que a iniciativa seja entregue em 2022.

O Marajó é o maior arquipélago fluvio-marítimo do planeta, formado por 2,5 mil ilhas e ilhotas. Lá se concentram o maior rebanho de búfalos do país e a maior produção de açaí do mundo. Apesar disso, oito dos seus municípios estão na lista daqueles com pior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Brasil.

Informações: Agência Brasil


Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (8) apontou a influência de padrinhos políticos no apoio aos candidatos à Prefeitura de São Paulo nas eleições deste ano. A rejeição da associação aos nomes do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), do governador João Doria (PSDB) e do ex-presidente Lula (PT) foi maior do que o apoio.

No primeiro turno das eleições, Bolsonaro declarou apoio a Celso Russomanno (Republicanos). Já João Doria (PSDB) é padrinho político de Bruno Covas (PSDB) e o ex-presidente Lula apoia o candidato petista Jilmar Tatto.

Veja a respostas dos entrevistados sobre os apoios de:

Presidente Jair Bolsonaro:

Levaria a escolher esse candidato com certeza: 16%
Talvez faça votar no candidato: 18%
Não votaria de jeto nenhum em um candidato apoiado por ele: 63%
Outras respostas: 2%
Não sabe: 1%
Governador João Doria:

Levaria a escolher esse candidato com certeza: 11%
Talvez faça votar no candidato: 25%
Não votaria de jeto nenhum em um candidato apoiado por ele: 60%
Outras respostas: 2%
Não sabe: 2%
Ex-presidente Lula:

Levaria a escolher esse candidato com certeza: 21%
Talvez faça votar no candidato: 23%
Não votaria de jeto nenhum em um candidato apoiado por ele: 54%
Outras respostas: 1%
Não sabe: 1%

Informações: G1


Dos 5.568 municípios que escolherão prefeitos nas eleições deste ano, em 3.383 (61% do total) os atuais gestores concorrerão à reeleição. Outros 1.015 prefeitos poderiam concorrer por estar no primeiro mandato, mas desistiram de tentar um novo mandato. Os dados fazem parte de levantamento feito pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM).

O primeiro turno nas eleições será realizado no dia 25 de outubro e o segundo turno, no dia 29 de novembro. As datas originais eram 4 de outubro e 25 de outubro, mas foram adiadas pelo Congresso Nacional por causa da pandemia de covid-19.

Ao todo, 19.164 candidatos concorrerão ao cargo de prefeito. Dos atuais prefeitos, 4.398 (79%) estão em seu primeiro mandato e poderiam concorrer a um novo período, mas 1.015 desistiram.

O levantamento mostra que o percentual de candidatos à reeleição caiu após um período de estabilidade. Em 2016, dos 2.407 candidatos à reeleição, 1.191 se reelegeram (49,48%). Em 2012, dos 2.418 que tentaram a reeleição, 1.512 se reelegeram (62,53%). Na eleição anterior, em 2008, 3.361 prefeitos buscaram a reeleição e desses, 2.101 voltaram ao cargo (62,51%).

Nesses 3.383 municípios onde haverá disputa por reeleição, os candidatos estarão concorrendo aos votos de 88,3 milhões de eleitores. A soma da população dessas cidades é de 123,3 milhões de pessoas.

“Isso demonstra que, em uma parcela bastante significativa do Brasil, os atuais gestores colocam de novo o seu nome na disputa por entender que fizeram uma boa gestão. Temos que aguardar os resultados para saber se essas candidaturas terão êxito”, diz a confederação.

Capitais
Os prefeitos de 13 capitais brasileiras tentarão a reeleição. Doze estão no segundo mandato e não podem disputar um novo pleito. O prefeito de Goiânia, Iris Rezende (MDB), anunciou em agosto que não disputará a reeleição e deixará a vida política após 62 anos de vida pública.

Candidatos à reeleição
Edvaldo Nogueira (PDT) Aracaju (SE)

Alexandre Kalil (PSD) Belo Horizonte (MG)

Marquinhos Trad (PSD) Campo Grande (MS)

Emanuel Pinheiro (MDB) Cuiabá (MT)

Rafael Greca (DEM) Curitiba (PR)

Gean Loureiro (DEM) Florianópolis (SC)

Álvaro Costa Dias (PSDB) Natal (RN)

Cinthia Ribeiro (PSDB) Palmas (TO)

Nelson Marchezan (PSDB) Porto Alegre (RS)

Hildon Chaves (PSDB) Porto Velho (RO)

Socorro Neri (PSB) Rio Branco (AC)

Marcelo Crivella (Republicanos) Rio de Janeiro (RJ)

Bruno Covas (PSDB) São Paulo (SP)

Em 2016, os prefeitos de 15 capitais foram reeleitos: Rio Branco (AC), Salvador (BA), Teresina (PI), Boa Vista (RR), Natal (RN), João Pessoa (PB), Palmas (TO), Vitória (ES), Belém (PA), Fortaleza (CE), Recife (PE), Manaus (AM), Macapá (AP), São Luís (MA) e Maceió (AL).

Informações: Agência Brasil


(Reuters) – O governo federal estima que terá 140 milhões de doses de vacina contra a Covid-19 disponíveis para aplicar na população no primeiro semestre do ano que vem, somando o contrato com a farmacêutica britânica AstraZeneca e a participação do país no programa global Covax Facility, informou o Ministério da Saúde nesta quinta-feira.

De acordo com o secretário-executivo da pasta, Élcio Franco, o Brasil optou por adquirir doses para vacinar 20,2 milhões de pessoas por meio do mecanismo Covax, da Organização Mundial da Saúde (OMS), além de já ter acertado a aquisição de 100 milhões de doses da vacina em desenvolvimento pela AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford.

No total, serão 40,4 milhões de doses obtidas através do Covax, uma vez que serão duas doses por paciente, explicou.

O governo federal editou uma medida provisória destinando 1,9 bilhão de reais para a vacina de Oxford/AstraZeneca, que terá produção nacional no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), e posteriormente outra MP destinando crédito de 2,5 bilhões para adesão ao Covax.

Segundo o governo, a primeira parcela da adesão ao Covax foi paga nesta quinta-feira, no valor de 830,9 milhões de reais. A iniciativa acompanha o desenvolvimento de várias possíveis vacinas contra a Covid-19, com o intuito de garantir uma ampla distribuição do imunizante globalmente quando disponível.

Além das vacinas negociadas pelo Ministério da Saúde, o Instituto Butantan, do governo de São Paulo, está produzindo uma outra vacina em parceira com a empresa chinesa Sinovac Biotech.

O secretário reiterou que a expectativa do governo é iniciar a vacinação da população no primeiro trimestre do ano que vem, mas reconheceu que pode haver atrasos no cronograma uma vez que nenhuma vacina foi aprovada até o momento e todas as candidatas ainda estão sendo testadas.


A deputada federal Flordelis (PSD) se apresentou na sede Secretaria de Administração Penitenciária do Rio de Janeiro (Seap-RJ), nesta quinta-feira (08), para instalar a tornozeleira eletrônica. A parlamentar chegou ao local às 15 horas, duas horas antes do final do prazo dado pela justiça. Além da tornozeleira, ela está proibida de sair de casa durante a noite.

Flordelis é suspeita de ser mandante do assassinato do marido, o pastor Anderson do Carmo, em junho do ano passado, na casa da família. A deputada é ré no processo e sete filhos e uma neta dela estão presos por suspeita de envolvimento no crime. A parlamentar nega as acusações.

Informações: Agência Brasil
Foto: Fernando Frazão


O ministro Celso de Mello votou favor de que Jair Bolsonaro preste depoimento presencial no inquérito que tramita sobre sua suposta interferência do presidente na Polícia Federal. A votação desta quinta-feira, 8, no Supremo Tribunal Federal (STF).
Os demais ministros ainda devem apresentar seus votos, mas Fux não anunciou se a continuidade do julgamento ocorrerá na próxima sessão, prevista para quarta, 14.
A denúncia sobre as supostas interferências de Bolsonaro na Polícia Federal foi feita pelo ex-ministro Sergio Moro. A Advocacia-Geral da União (AGU) defende que o presidente deponha por escrito no inquérito da Polícia Federal que apura o caso.
Celso de Mello se despede do STF, ele resolveu antecipar sua aposentadoria para o dia 13 de outubro. No seu voto, citou o precedente que negou ao então presidente do Senado, Renan Calheiros (MDB-AL), depoimento por escrito em inquérito no Supremo.
“O dogma republicano da igualdade, que a todos nos nivela, não pode ser vilipendiado por tratamentos especiais e extraordinários inexistentes em nosso sistema de direito constitucional positivo e que possam justificar o absurdo reconhecimento de inaceitáveis (e odiosos) privilégios”, disse Mello.

Informações: A Tarde


Durante a cerimônia de formatura de policiais federais na manhã desta quinta-feira (8), em Brasília, o presidente Jair Bolsonaro falou sobre o trabalho da corporação no combate à corrupção no país. Segundo Bolsonaro, a contribuição na luta ao crime tem iniciado dentro do próprio governo, com a escolha de ministros por critérios técnicos.

– Eu não tenho dado motivo para a Polícia Federal ir atrás dos meus ministros, diferentemente do que acontecia no passado. Então isso é um compromisso nosso não apenas verbal ou de campanha, vem se comprovando na prática essa forma de trabalhar – destacou.

O presidente também aproveitou para alfinetar o ex-ministro da Justiça, Sergio Moro, ao dizer que o atual gestor da pasta, André Mendonça, é “muito melhor” do que o chefe anterior do ministério.

– Me desculpem, muito melhor do que o outro que nos deixou há pouco tempo, e a prova está aí: recorde de apreensões, de drogas, de recursos, prisões de bandidos, entre outros – disse.

Informações: Pleno News


O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, deu 5 dias para que o ex-ministro Geddel Vieira Lima comprove não ter condições de pagar integralmente a multa de R$ 1,6 milhão à qual foi condenado a desembolsar no âmbito do processo do bunker de R$ 51 milhões.

Geddel, que cumpre prisão domiciliar em um apartamento no bairro do Chame-Chame, em Salvador, pediu ao Supremo o parcelamento da dívida, em 20 vezes, sob justificativa de que não teria como pagar integralmente porque teve os bens bloqueados em processos aos quais responde judicialmente.

Tanto o STF como a Procuradoria-Geral da República (PGR) já haviam sido favoráveis ao parcelamento da multa, desde que comprovada a “impossibilidade econômica do apenado”, como aponta trecho da decisão.

Na decisão, Fachin ainda ordenou a restituição de R$ 3.123,34 a Job Ribeiro Brandão, ex-assessor do ex-deputado federal Lúcio Vieira Lima. O valor foi pago como fiança no curso das investigações do caso, mas ele foi absolvido pelo STF das acusações, junto ao empresário Luiz Fernando Machado da Costa Filho.

CASO BUNKER
Geddel foi condenado a 14 anos e 10 meses de prisão e 106 dias-multa pelos crimes de lavagem de dinheiro e associação criminosa no caso dos R$ 51 milhões encontrados pela Polícia Federal em um apartamento no bairro da Graça, em Salvador. Além dele, seu irmão, Lúcio Vieira Lima, também foi condenado, no mesmo processo, a 10 anos e 6 meses de reclusão e 60 dias-multa.

Em dezembro de 2019, Fachin autorizou a transferência de Geddel do presídio da Papuda, em Brasília, para o Complexo da Mata Escura, na capital baiana. Em julho deste ano, o ex-presidente do STF, Dias Toffoli, mandou o ex-ministro para prisão domiciliar.

Informações: Bahia Notícias

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