Após reunião virtual com governadores na tarde de hoje (20), o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, assinou um protocolo de intenções para adquirir 46 milhões de doses da vacina CoronaVac, que está sendo desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan.
Segundo o Ministério da Saúde, esta ação é mais um passo na estratégia de ampliar a oferta de vacinação para os brasileiros. O ministério já tinha acordo com a AstraZeneca/Oxford, que previa 100 milhões de doses da vacina, e outro acordo com a iniciativa Covax, da Organização Mundial da Saúde, com mais 40 milhões de doses.
Somadas, as três vacinas – AstraZeneca, Covax e Butantan-Sinovac – representam 186 milhões de doses, a serem disponibilizadas ainda no primeiro semestre de 2021.
Segundo o ministro, as doses serão distribuídas em todo o Brasil por meio do Programa Nacional de Imunizações (PNI).
Informações: Agência Brasil
Os governos brasileiro e norte-americano, assinaram nesta terça-feira (20), memorando de entendimento no valor de 1 bilhão de dólares. O documento foi firmado pelo ministro da economia, Paulo Guedes e a presidente do banco de fomento à exportação e importação americana (EXIM), Kimberley Reed, em cerimônia no Palácio do Itamaraty.
Um memorando de entendimento é considerada a formalização da primeira fase de um acordo. A assinatura do protocolo viabilizará investimentos em diversas áreas, como o desenvolvimento de telecomunicações, incluindo a tecnologia 5G, aviação, energia nuclear e renovável, óleo e gás, e infraestrutura e logística. Reed disse que que o financiamento demonstra os “fortes laços e alianças” entre os países.
O acordo, que simboliza mais um passo de aproximação entre os presidentes Jair Bolsonaro e Donald Trump, acontece um dia após representantes dos países assinarem outro protocolo, que faz parte do Acordo de Comércio e Cooperação Econômica dos países.
Apesar de não estar na agenda oficial da presidência da República, o presidente Jair Bolsonaro participou da solenidade. Em um discurso rápido, Bolsonaro agradeceu Donald Trump por “estar na vanguarda” do pleito do Brasil a uma vaga na OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico) e demonstrou apoio à reeleição do presidente norte-americano Donald Trump, “Espero, se essa for a vontade de Deus, comparecer à posse do presidente reeleito dos Estados Unidos”.
Reportagem: CNN
Durante um evento com investidores americanos na manhã de ontem (19), o presidente Jair Bolsonaro fez questão de reforçar que “o governo brasileiro continuará a colocar em marcha sua ambiciosa agenda de reformas”. Durante sua fala, o presidente afirmou que “o próximo passo será a aprovação da reforma administrativa”.
Momentos antes, no Fórum Econômico Brasil & Países Árabes, Bolsonaro também associou reformas a investimentos e recuperação econômica e estimou conseguir uma de R$ 300 bilhões em 10 anos com as mudanças propostas com a reforma tributária.
– Em paralelo, também trabalhamos no projeto de reforma tributária, que promoverá a unificação de impostos e resultará em um sistema de arrecadação mais simples, justo e racional, atendendo uma antiga demanda da população brasileira e dos investidores internacionais – declarou.
Bolsonaro aproveitou a ocasião para citar o nome do presidente Donald Trump e destacar o “bom momento” da relação entre Brasil e Estados Unidos. O líder brasileiro relembrou as quatro visitas que fez aos EUA durante o mandato, ressaltando que se encontrou com o chefe de Estado norte-americano em todas elas.
– Sobre a inserção internacional do Brasil, passo importante é o processo de ascensão brasileira à Organização para Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE). A entrada na organização é um firme propósito do Estado brasileiro, para o qual muito temos nos empenhado, tanto em nível técnico, quanto o político – completou.
Fonte: site Pleno News*
Estadão
O técnico Luiz Felipe Scolari corre contra o tempo para ajustar o mais rápido possível o Cruzeiro. Nesta segunda-feira (19), ele se integrou ao elenco em Curitiba e já começou a implantar a sua filosofia de trabalho.
Registrado no Boletim Informativo Diário (BID) da CBF, o técnico quer estrear com vitória diante do Operário-PR, em Ponta Grossa, nesta terça, em rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. Uma vitória pode já significar a saída da zona de rebaixamento, a primeira missão do novo treinador.
Ao lado dos auxiliares Paulo Turra e Carlos Pracidelli, além do preparador físico Anselmo Sbragia, o comandante bateu um longo papo com os jogadores cruzeirenses antes de comandar um trabalho de posicionamento.
Erguer o moral do abatido elenco e mostrar que os jogadores têm condições de render mais são as principais tarefas. O Cruzeiro vem perdendo muitos gols na Série B e castigado nos contragolpes O time, com muitos jovens, não consegue mostrar reação após sair atrás.
Felipão tenta arrumar a casa e corrigir esse defeito. Não apenas na conversa. Depois do papo com o grupo, ele pegou o apito e foi ao campo. Gesticulou bastante para mostrar como e onde quer seus comandados.
Além dos inúmeros problemas, com o Cruzeiro no penúltimo lugar da tabela, sem vencer há quatro jogos, e com pequena chance de acesso no momento, Felipão ainda iniciará sua segunda passagem no clube sem a defesa titular.
O zagueiro Léo está machucado e o capitão Manoel foi diagnosticado com a covid-19. Terá de apostar nos meninos Caca e Paulo.
Foto: Gustavo Aleixo
Agência Brasil
No Brasil, apesar do comparecimento ao local de votação nas eleições ser obrigatório, a menos que seja justificado, o eleitor é livre para escolher ou não um candidato, já que pode votar nulo ou branco. Mas qual é a diferença entre essas opções?
De acordo com o Glossário Eleitoral do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o voto em branco é aquele em que o eleitor não manifesta preferência por nenhum dos candidatos. Para votar em branco é necessário que o eleitor pressione a tecla “branco” na urna e, em seguida, a tecla “confirma”. Já o nulo é aquele em que o eleitor manifesta sua vontade de anular o voto. Para isso, precisa digitar um número de candidato inexistente, como por exemplo, “00”, e depois a tecla “confirma”.
Antigamente como o voto branco era considerado válido, ele era contabilizado para o candidato vencedor. Na prática, era tido como voto de conformismo, como se o eleitor se mostrasse satisfeito com o candidato que vencesse as eleições, enquanto o nulo – considerado inválido pela Justiça Eleitoral – era tido como um voto de protesto contra os candidatos ou políticos em geral.
Votos válidos
Atualmente, conforme a Constituição Federal e a Lei das Eleições, vale o princípio da maioria absoluta de votos válidos, que são os dados a candidatos ou a legendas. Votos em branco e nulos são desconsiderados e acabam sendo apenas um direito de manifestação de descontentamento do eleitor, que não interfere no pleito eleitoral. Por isso, mesmo quando mais da metade dos votos forem nulos, não é possível cancelar uma eleição.
Nesta quarta-feira (21), será a vez de 3,6 milhões nascidos em agosto receberem por meio de débito na conta digital. Será paga da 1ª à 5ª parcela de R$ 600 a 1,3 milhão de beneficiários e a primeira parcela extra de R$ 300 a 2,3 milhões.
Já o grupo do Bolsa Família recebe a segunda parcela do auxílio emergencial de R$ 300. Serão beneficiadas hoje 1,6 milhão de pessoas com NIS final 2. O pagamento segue até o dia 30, para os que têm o NIS final 0. No total, serão pagos R$ 4,3 bilhões para mais de 16,3 milhões de pessoas do programa.
Informações: Varela Notícias
O presidente Jair Bolsonaro aproveitou a divulgação do estudo clínico do vermífugo nitazoxanida, em pacientes na fase precoce da Covid-19, para reforçar que o governo não irá obrigar a população a tomar uma vacina contra a doença.
– Eu queria falar sobre uma notícia que está circulando, não é fake news, ela é verdadeira, levando-se em conta o autor. Mas na prática, ela é falsa. Tem uma lei de 1975 que diz que cabe ao Ministério da Saúde, o programa nacional de imunização, ali incluindo as possíveis obrigatórias. A vacina contra a Covid, como cabe ao Ministério da Saúde definir essa questão e já foi definida, ela não será obrigatória. Então, quem está propagando isso aí é uma pessoa que pode estar pensando em tudo, menos na saúde ou na vida do próximo – disse Bolsonaro ao discursar.
O presidente reafirmou que qualquer vacina aqui no Brasil tem de ter comprovação científica e ser aprovada pela Anvisa. Para ele, muitas pessoas não vão querer tomar imunização.
– Nós sabemos que muita gente contraiu e nem sabe que contraiu e está imunizado. Nós vamos obrigar essa pessoa a tomar a vacina? – questionou.
Mais cedo, nesta segunda-feira, 19, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), afirmou que a vacina contra a covid-19 deve ser aplicada a todos os brasileiros. Doria e Bolsonaro estão trocando declarações públicas, com pontos de vistas antagônicos, sobre essa questão.
– Por parte dessa fonte, essa vacina custa mais de 10 dólares, por outro lado, do nosso lado, custa menos 4 dólares. Não quero acusar ninguém de nada aqui, mas essa pessoa está se arvorando e levando o terror perante a opinião pública – disse ainda Bolsonaro no evento desta noite.
O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou hoje (19) que a economia brasileira está em recuperação e estimou que o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro terá retração de 4% em 2020, menor do que o esperado inicialmente.
“A previsão inicial do FMI [Fundo Monetário Internacional] e outras instituições financeiras era que o PIB brasileiro cairia quase 10%, ou mais. E revisamos para 5% a 5,5% [de recuo]. Mas pensamos que vai ser muito menos do que isso, 4% de queda”, declarou o ministro em videoconferência transmitida pela Câmara de Comércio Estados Unidos-Brasil.
Segundo o ministro da Economia, o desafio, neste momento de recuperação da economia brasileira, é transformar essa “onda de consumo” gerada pelo pagamento do auxílio emergencial a trabalhadores informais, em um “boom de investimentos”.
Informações: Metro1
Foto: Alan Santos
O presidente Jair Bolsonaro disse hoje (19) que representantes do Brasil e dos Estados Unidos concluíram, há poucos dias, as negociações de três acordos demandados por empresários dos dois países, de facilitação de comércio, boas práticas regulatórias e anticorrupção. “Esse pacote triplo será capaz de reduzir burocracias e trazer ainda mais crescimento ao nosso comércio bilateral, com efeitos benéficos também para o fluxo de investimentos”, disse.
Bolsonaro participou da abertura da conferência de negócios US-Brazil Connect Summit nesta segunda-feira, de forma virtual, e convidou os investidores a examinarem a carteira de negócios do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), de concessões e privatizações do governo federal. Ele destacou as novas oportunidades de negócios no país, com a abertura do mercado brasileiro de gás natural e o fortalecimento na área de biocombustíveis, “essenciais nesse processo de reforma de nossa matriz energética”.
Para o presidente, “há um enorme potencial” na agenda de cooperação entre os dois países, e, diversas áreas de interesse comum. “Para o futuro, vislumbramos um arrojado acordo tributário, um abrangente acordo comercial e uma ousada parceria entre nossos países para redesenhar as cadeias globais de produção”, afirmou.
Durante seu discurso, o presidente também falou sobre a assinatura de acordo na área de Defesa, com a abertura de novas oportunidades de cooperação entre as Forças Armadas e as indústrias de ambos os países. “Esse é o primeiro acordo da modalidade que os EUA firmam com um país da América do Sul, o que também demonstra a disposição do lado americano em aprofundar a relação bilateral”, ressaltou.
No mesmo sentido, Bolsonaro disse que a entrada do Brasil na Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) é “um firme propósito do Estado brasileiro, para o qual temos muito nos empenhado, tanto em nível técnico quanto político”, com o apoio do governo dos EUA. “O ingresso do Brasil na OCDE irá gerar efeitos positivos para a atração de investimentos nacionais e internacionais e será mais uma evidência da nossa disposição em assumir compromissos e responsabilidades compatíveis com a importância do nosso país no sistema internacional.”
De acordo com Bolsonaro, sua aproximação com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, inaugurou “uma nova etapa no relacionamento entre as duas maiores economias e democracias do hemisfério”.
“A prioridade que o Brasil confere a essa relação é clara e sincera. Desde o início de meu governo, visitei os EUA em quatro oportunidades, e em todos estive com o presidente Trump”, afirmou.
Setor privado
Para a Confederação Nacional da Indústria (CNI), os acordos são pedra fundamental para futuro livre comércio entre os dois países e para evitar a dupla tributação. Na avaliação da entidade, embora não tratem de acesso a mercados, os acordos abordam temas de última geração e possibilitam a economia de custos e a ampliação da competitividade na relação entre os dois países.
“A redução da burocracia, dos custos de transação e dos atrasos desnecessários relacionados ao fluxo comercial de bens, a partir de medidas de facilitação de comércio, proporcionará maior competitividade e eficiência às operações comerciais realizadas entre os dois países”, informou em nota. “Por outro lado, o estabelecimento de boas práticas regulatórias reconhecidas contribuirá para promover maior transparência, coerência e segurança jurídica para a atividade econômica, com a consequente redução de custos e o estímulo ao crescimento e criação de empregos”.
Em 2019, o intercâmbio de bens e serviços entre Brasil e Estados Unidos foi superior a US$ 100 bilhões em 2019.
Informações: Agência Brasil
Mulher, com ensino médio e de 35 a 59 anos é o perfil majoritário do eleitor que votará nas eleições de 2020, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Neste ano, 147.918.483 pessoas estão aptas a votar, um crescimento de 2,66% em relação às eleições municipais de 2016.
O contingente elegerá novos prefeitos e vereadores em 5.569 municípios em 15 de novembro. Não participam da votação neste ano os eleitores do Distrito Federal e de Fernando de Noronha, que não têm prefeito, e os brasileiros registrados no exterior, que só podem votar em trânsito nas eleições gerais a cada quatro anos.
Biometria
Por causa da pandemia de covid-19, a Justiça Eleitoral excluiu a biometria como meio de identificação nas eleições deste ano. Mesmo assim, a coleta dos dados biométricos continuou a aumentar em 2020. Em dezembro do ano passado, pouco mais de 113,5 milhões de pessoas tinham feito o procedimento, o equivalente a 76% do eleitorado. Em agosto deste ano, quando foi encerrado o registro para as eleições municipais, 117.594.975 pessoas estavam identificadas pela biometria, 79.5% do eleitorado.
Perfil
Na divisão por gêneros, as mulheres somam 77.649.569 eleitores (52,49%) do total. Os homens totalizam 70.228.457 eleitores (47,48%). Outras 40.457 pessoas não declararam o gênero, representando 0,03% do eleitorado. Um total de 9.985 pessoas usarão o nome social no título de eleitor, prática autorizada pela Justiça Eleitoral desde 2018.
Em relação ao grau de instrução, a maior parte dos eleitores informou ter o ensino médio completo, com 37.681.635 (25,47%) pessoas nessa condição. A faixa de menor escolaridade, com ensino fundamental incompleto, vem em segundo lugar, com 35.771.791 eleitores (24,18%), seguida pelo contingente com ensino médio incompleto, com 22.900.434 (15,48%). Somente 10,68% do eleitorado, que somam 15.800.520 pessoas, têm nível superior completo.
Um total de 1.158.234 eleitores se declararam com alguma deficiência em 2020. O número representa aumento de 93,58% na comparação com as 598.314 pessoas que haviam afirmado ter alguma limitação física em 2016. Segundo o TSE, o aumento não significa necessariamente alta na participação de pessoas com deficiência, porque as estatísticas se baseiam em autodeclarações do cidadão no momento do registro eleitoral.
Estados e municípios
Na comparação com 2016, o estado com maior incremento no eleitorado foi o Amazonas, cujo número de eleitores ativos subiu 7,88%, para 2.503.269. O único estado com redução no total de eleitores foi o Tocantins, com queda de 0,17% nos últimos quatro anos, de 1.037.063 para 1.035.289.
Maior colégio eleitoral do país, o estado de São Paulo tem 33.565.294 eleitores aptos a votar em 2020, alta de 2,69% em relação a 2016. Na comparação por municípios, a capital paulista concentra o maior número de eleitores, com 8.986.687 no total.
O menor colégio eleitoral do país é Araguainha (MT), com 1.001 eleitores. A cidade, que estava nas mesmas condições na votação de 2016, havia perdido o posto para Serra da Saudade (MG) nas eleições gerais de 2018. Em 2020, o município recuperou o título. Também em Mato Grosso, o município de Boa Esperança do Norte escolherá prefeitos e vereadores pela primeira vez.
Voto facultativo
Nestas eleições, 14.538.651 pessoas têm a opção do voto facultativo, permitido a eleitores com 16 e 17 anos e a idosos a partir de 70 anos. Desse total, 1.030.563 são jovens, 8.784.004 têm entre 70 e 79 anos, e 4.658.495 têm entre 80 e 99 anos. Existem 65.589 idosos com mais de 100 anos aptos a votar em 2020.
Mais informações podem ser obtidas no censo do TSE com o perfil do eleitorado brasileiro em 2020. O tribunal compilou os principais dados neste documento. Também é possível acessar o Repositório de Dados Eleitorais (RDE), que permite baixar tabelas com todos os dados do eleitorado e fazer cruzamentos estatísticos.
Informações: Agência Brasil