O banqueiro Daniel Vorcaro, ex-comandante do Banco Master, relatou em mensagens uma reunião com a cantora Anitta, o irmão dela e empresários ligados ao setor de apostas esportivas. No diálogo, registrado em 9 de setembro de 2024, ele afirmou que teria mediado o encontro, que reuniria quatro sócios de um negócio de “bet”, além da artista e Renan Machado. As informações são do Metrópoles
Dois dias após a conversa, Anitta participou do MTV Video Music Awards, em Nova York, onde Vorcaro morava à época. Não há informações sobre qual empresa de apostas teria sido citada na mensagem. Recentemente, a plataforma Bet.Bet patrocinou a turnê “Ensaios da Anitta” em 2025. Renan Machado é sócio da cantora e atua na gestão da carreira e em projetos profissionais.
As mensagens integram investigação da Polícia Federal que embasou a terceira fase da Operação Compliance Zero. Não há indicação de que Anitta seja investigada ou tenha envolvimento no caso Master. Em nota divulgada nesta sexta-feira (20), a assessoria afirmou que a artista participa diretamente de negociações com marcas e que, após reunião com o Will Bank, a contratação não foi adiante.
Portaria oficializa novos valores depois de alta de 13,32% no óleo diesel
A legislação determina a atualização da tabela sempre que o preço do combustível varia mais de 5% | Foto: Reprodução/ Redes sociais
A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) atualizou os valores dos pisos mínimos do frete rodoviário de cargas. O governo de Luiz Inácio Lula da Silva oficializou a medida por meio de portaria no Diário Oficial da União na sexta-feira 13. A decisão acompanha a recente alta no preço do óleo diesel.
O reajuste atende à Lei nº 13.703/2018. A legislação determina a atualização da tabela sempre que o preço do combustível varia mais de 5%. O setor denomina este mecanismo como “gatilho”.
Levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) registrou o preço médio do diesel S10 em R$ 6,89 por litro entre 8 e 14 de março de 2026. O índice representa uma alta acumulada de 13,32%. No reajuste anterior, o combustível custava R$ 6,08 por litro.
Aumento do frete por categoria
O acionamento do gatilho gerou aumentos distintos conforme a operação. O transporte de carga lotação subiu, em média, 4,82%. Os veículos automotores de carga tiveram reajuste de 5,57%. Na categoria de carga lotação de alto desempenho, a alta atingiu 6,15%. Veículos de alto desempenho registraram elevação de 7%.
A ANTT revisa a tabela semestralmente ou quando a variação do diesel ultrapassa o limite legal. A norma estabelece valores mínimos por quilômetro rodado. O cálculo considera o número de eixos, a distância e o tipo de carga.
Medidas determinam desde a suspensão do ingresso de novos alunos até restrições ao Programa Universidade para Todos
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O Ministério da Educação (MEC) aplicou sanções a mais de 50 cursos de medicina que apresentaram desempenho insatisfatório no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) de 2025. Publicadas nesta semana no Diário Oficial da União (DOU), as medidas determinam desde a suspensão do ingresso de novos alunos até restrições ao Programa Universidade para Todos (Prouni) e ao Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).
A decisão foi baseada na avaliação de 351 cursos. As instituições punidas obtiveram notas 1 e 2, em uma escala que vai até 5, e o rigor das sanções variou conforme o percentual de alunos proficientes em cada unidade.
Divisão das sanções
O MEC separou as instituições em grupos, aplicando punições proporcionais à gravidade dos resultados:
Grupo 1 – instituições com nota 1 e menos de 30% de estudantes com proficiência: punição mais severa, com suspensão imediata de novos alunos, proibição de novas vagas e abertura de processo de supervisão. Além disso, fica suspensa da possibilidade de celebrar contratos de Fies e com outros programas federais de acesso ao ensino.
A medida foi aplicada contra a Universidade Estácio de Sá, União das Faculdades dos Grandes Lagos, Centro Universitário de Adamantina, Faculdade de Dracena, Centro Universitário Alfredo Nasser, Faculdade Metropolitana e Centro Universitário Uninorte.
Grupo 2 – instituições com nota 1 e proficiência entre 30% e 40%:dos estudantes: redução de 50% das vagas autorizadas e impedimento de expansão, além de proibição de contrato do Fies e e restrição à participação em programas federais.
Centro Universitário Presidente Antônio Carlos; Universidade Brasil; Universidade do Contestado; Universidade de Mogi das Cruzes; Universidade Nilton Lins; Centro Universitário de Goiatuba; Centro Universitário das Américas; Faculdade da Saúde e Ecologia Humana; Centro Universitário CEUNI (Fametro); Faculdade São Leopoldo Mandic de Araras; Faculdade Estácio de Jaraguá do Sul e Faculdade Zarns (Itumbiara).
Grupo 3 – instituições com nota 2 e proficiência entre 40% e 50%: redução de 25% das vagas e restrições a programas federais de financiamento.
As instituições penalizadas foram: Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Penápolis; Universidade de Ribeirão Preto; Universidade Iguaçu; Universidade Santo Amaro; Universidade de Marília; Universidade Paranaense; Afya Universidade Unigranrio; Centro Universitário Serra dos Órgãos; Universidade de Cuiabá; Centro Universitário Maurício de Nassau de Barreiras; Centro Universitário Estácio de Ribeirão Preto; Afya Centro Universitário de Porto Velho. Centro Universitário Ingá; Faculdade de Medicina Nova Esperança; Afya Faculdade de Ciências Médicas da Paraíba; Faculdade Atitus Educação Passo Fundo; Afya Centro Universitário de Itaperuna; Centro Universitário Maurício de Nassau; Faculdade Morgana Potrich; Afya Faculdade de Porto Nacional; Faculdade Uninassau Vilhena; Centro Universitário Famesc. Faculdade de Medicina de Olinda; Faculdade Estácio de Alagoinhas; Faculdade Atenas Passos; Faculdade Estácio de Juazeiro; Afya Faculdade de Ciências Médicas de Jaboatão dos Guararapes; Faculdade Unicesumar de Corumbá; Faculdade Estácio de Canindé e Afya Faculdade de Ciências Médicas de Santa Inês.
Além dessas, outras 40 graduações de medicina com nota 2, mas proficiência acima de 50%, entraram em processo de supervisão e monitoramento, sem punições imediatas, garantindo o direito de defesa.
Universidades Federais
O ministério também incluiu instituições públicas na lista. As universidades federais do Pará (UFPA), do Maranhão (UFMA), da Integração Latino-Americana (Unila) e do Sul da Bahia (UFSB) responderão a processos de supervisão. A UFPA foi a única pública a sofrer sanção imediata, com corte de 50% das vagas.
Segundo o MEC, as cautelares podem ser revistas, prorrogadas ou agravadas com base nos resultados do Enamed 2026.
A Polícia Federal (PF) avalia que o futuro dos ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), está nas mãos do relator do escândalo do Banco Master, André Mendonça. A apuração feita nos bastidores da corporação é do jornalista da CNN especializado na cobertura dos Três Poderes, Matheus Teixeira.
De acordo com o comunicador, o relatório de mais de 200 páginas feito pela PF sobre Toffoli foi entregue pelo diretor da corporação ao presidente do STF, Edson Fachin, porque Toffoli era o próprio relator do caso e não podia analisar o ofício.
Para a PF, o caminho mais normal seria que o documento fosse entregue à Procuradoria-Geral da República (PGR) para que a entidade pedisse a suspensão do ministro. Entretanto, o alinhamento do procurador-geral da República, Paulo Gonet, com “a ala do Supremo que está tentando fazer uma barreira de contenção para conter o desgaste” fez com que a PF entendesse que ele não era um aliado.
– Diante desse cenário, o mais provável na PF é que se surgirem novos elementos contra os ministros, isso será entregue a André Mendonça e caberá ao ministro relator decidir quais consequências, o que ele faria com esse material que surgir. Portanto, na avaliação da PF o futuro está nas mãos do relator, o ministro André Mendonça – finalizou Teixeira.
O projeto ainda estabelece agravantes que podem aumentar a punição
A Câmara dos Deputados do Brasil aprovou nesta quarta-feira (18) um projeto que modifica o Código Penal para criar o crime de homicídio vicário. A nova tipificação se refere ao assassinato de filhos, pais ou dependentes de uma mulher com a intenção de provocar sofrimento, puni-la ou exercer controle sobre ela.
A proposta também inclui essa prática na Lei de Crimes Hediondos e no conjunto de crimes relacionados à violência doméstica. As penas previstas variam de 20 a 40 anos de prisão. O texto agora segue para análise no Senado Federal do Brasil.
A medida surge em meio à repercussão de casos em que crianças foram mortas como forma de atingir suas mães, como o episódio ocorrido em Itumbiara. O projeto ainda estabelece agravantes que podem aumentar a punição.
A pena poderá ser ampliada entre um terço e metade se o crime for presenciado pela mulher, se a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência. Durante a votação, parlamentares de oposição criticaram o texto por não prever aplicação da mesma tipificação em situações inversas, quando mulheres cometem crimes contra filhos para atingir homens.
Caminhoneiros de todo o país confirmaram uma paralisação a partir da próxima quinta-feira (19), devido à alta no valor do diesel. Wallace Landim, conhecido como Chorão, presidente da Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores (Abrava), confirma. O reajuste do combustível foi anunciado pela Petrobras na última sexta (13).
— Já estamos bem avançados. Não é um movimento político, a favor de governo A ou B. A decisão é de sobrevivência. O caminhoneiro hoje trabalha de graça; o dinheiro não está pagando nem o custo operacional — declarou.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) havia anunciado a suspensão da cobrança de PIS e Cofins e um programa de subvenção ao diesel horas antes de a Petrobras quebrar as pretensões do mandatário e anunciar o reajuste. Landim afirma que a medida foi insuficiente e que a paralisação deve seguir as bases da que ocorreu em 2018.
— A gente tem demandas para proteger a categoria, como a planilha de custo mínimo e a isenção do caminhão vazio. É o mesmo peso, a mesma dor de 2018. É o mesmo filme. Já faz oito anos — disse, referindo-se à última paralisação nacional.
O aumento no custo do combustível é global, devido ao conflito no Oriente Médio, que afeta o tráfego de navios petroleiros no Estreito de Ormuz, entre o Irã e Omã. Pela rota marítima, passam 20% de todo o petróleo mundial.
O advogado José de Oliveira Lima, que representa o banqueiro Daniel Vorcaro, tem buscado os investigadores do caso Master para firmar um acordo de delação premiada. De acordo com o defensor, seu cliente quer fazer uma “delação séria”, ou seja, sem poupar nenhum envolvido. A informação é da colunista do jornal O Globo, Malu Gaspar.
investigadores
Thamirys Andrade – 18/03/2026 16h08 | atualizado em 18/03/2026 16h39
Daniel Vorcaro Foto: SAP/ Fotos públicas O advogado José de Oliveira Lima, que representa o banqueiro Daniel Vorcaro, tem buscado os investigadores do caso Master para firmar um acordo de delação premiada. De acordo com o defensor, seu cliente quer fazer uma “delação séria”, ou seja, sem poupar nenhum envolvido. A informação é da colunista do jornal O Globo, Malu Gaspar.
A fala de Vorcaro é uma tentativa de aumentar as chances de negociação, pois investigadores enxergam com ceticismo uma eventual delação, haja vista que políticos do Centrão ligados ao empresário buscam uma “delação seletiva” para poupar seus nomes.
Espera-se que o acordo seja firmado por Vorcaro junto à Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República (PGR), sob a supervisão do ministro relator André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF).
Há ainda a possibilidade de uma delação conjunta de Vorcaro com o dono da gestora de recursos Reag, João Carlos Mansur, que também é representado por José Lima.
A ação ocorre depois de determinação do ministro André Mendonça, do STF, para a ‘preservação do sigilo’ dos documentos
Daniel Vorcaro: em uma década, patrimônio cresceu cerca de mil vezes, conforme a Receita Federal | Foto: Reprodução/X
A Polícia Federal (PF) iniciou a retirada dos equipamentos e documentos ligados ao empresário Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, que estavam armazenados na sala-cofre da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A ação ocorreu na tarde desta terça-feira, 17.
A medida cumpre decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF). O magistrado suspendeu o acesso da colegiado ao material e determinou uma nova triagem dos dados apreendidos.
A ordem estabelece que todos os equipamentos de Vorcaro — como celulares e mídias digitais — sejam recolhidos e submetidos a uma “nova e detida separação” das informações.
Segundo o ministro do STF, o objetivo é garantir que conteúdos de caráter estritamente privado não sejam compartilhados com os parlamentares, preservando o sigilo dos investigados no âmbito das apurações.
Ministro André Mendonça, durante sessão do Supremo Tribunal Federal: nova medida sobre o caso Master | Foto: Victor Piemonte/STF
“Considerando a necessidade de preservação do sigilo em relação a aspectos da vida privada de investigados na Operação Compliance Zero, determino, com efeitos imediatos, que ninguém tenha acesso ao material armazenado na sala-cofre da CPMI-INSS referente aos equipamentos e documentos apreendidos do investigado Daniel Bueno Vorcaro”, afirmou Mendonça, em trecho de sua decisão.
Viana fala sobre provas de Vorcaro
Mais cedo, o presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), afirmou que a decisão de Mendonça será cumprida. “Essa é uma decisão que protege a investigação, protege a prova e protege o resultado que o Brasil espera”, afirmou o parlamentar.
Durante coletiva de imprensa, Viana confirmou que há indícios de tentativas de acesso indevido ao material e de vazamentos de informações sigilosas.
“Infelizmente, existiram tentativas e vazamentos de algumas informações que deveriam permanecer apenas no âmbito da investigação”, disse o senador à frente da CPMI do INSS, acrescentando que o caso será apurado pela Polícia do Legislativo. “O mais importante é preservar todo esse material para que, na possibilidade de uma condenação, nenhuma prova seja anulada pela defesa do Vorcaro.”
Um levantamento Genial/Quaest divulgado nesta terça-feira (17) indica que 56% dos brasileiros afirmam já ter escolhido em quem votar para presidente, enquanto 43% dizem que ainda podem trocar de candidato.
Entre os eleitores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, 67% consideram a escolha definitiva, enquanto 31% admitem a possibilidade de mudança e 2% não souberam responder. Já entre os que dizem apoiar o senador Flávio Bolsonaro, 63% afirmam que não pretendem alterar o voto, 36% ainda podem rever a decisão e 1% não respondeu.
Entre os entrevistados que apoiam o governador Ratinho Jr. (PSD), 41% dizem que o voto está definido e 56% ainda podem mudar de candidato. Para o governador Romeu Zema (Novo-MG), 33% estão definidos e 67% ainda podem alterar o voto.
Por região, o Nordeste se destaca com a maior porcentagem de votos definidos com 64% dos entrevistados. Em seguida o Sul com 55%, o Centro-Oeste/Norte com 53% e por último, o Sudeste com 51%.
O recorte por gênero mostra diferenças: entre as mulheres, há um equilíbrio, com 49% dizendo ter o voto definido e o mesmo percentual admitindo mudança. Entre os homens, 62% afirmam já ter escolhido o candidato, enquanto 37% ainda consideram trocar de opção.
A pesquisa ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 6 e 9 de março. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
Deputados da oposição protocolaram, nesta segunda-feira (16), na Câmara dos Deputados, um projeto de resolução para alterar o regimento interno da Casa e estabelecer que a presidência e as vice-presidências da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher sejam ocupadas apenas por deputadas do sexo feminino. A proposta foi apresentada pelo deputado Cabo Gilberto Silva (PL-PB).
Leiliane Lopes – 16/03/2026 21h39 | atualizado em 17/03/2026 12h06
Nova presidente da Comissão de Defesa das Mulheres, a deputada Erika Hilton (PSOL-SP) Foto: Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados Deputados da oposição protocolaram, nesta segunda-feira (16), na Câmara dos Deputados, um projeto de resolução para alterar o regimento interno da Casa e estabelecer que a presidência e as vice-presidências da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher sejam ocupadas apenas por deputadas do sexo feminino. A proposta foi apresentada pelo deputado Cabo Gilberto Silva (PL-PB).
O texto prevê a inclusão de um novo parágrafo no Artigo 39 do regimento da Câmara. Pela regra proposta, os cargos de comando da comissão deverão ser preenchidos exclusivamente por parlamentares mulheres indicadas pelos líderes partidários.
A iniciativa ocorre após a eleição da deputada Erika Hilton (PSOL-SP), que é uma mulher trans, para presidir o colegiado. O episódio gerou debate entre parlamentares sobre quem deve ocupar a direção do grupo responsável por tratar de políticas voltadas às mulheres.
Na justificativa do projeto, o autor argumenta que outros órgãos ligados à pauta feminina na Câmara já são compostos apenas por deputadas, como a Secretaria da Mulher e a Procuradoria da Mulher.
– O presente Projeto de Resolução objetiva alterar o Regimento Interno da Câmara dos Deputados para estabelecer, de forma expressa e impositiva, que os cargos de presidente e de vice-presidentes da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher sejam, impreterivelmente, ocupados por deputadas do sexo feminino.
O texto também sustenta que a estrutura atual do regimento reconhece a necessidade de espaços institucionais dirigidos por mulheres para tratar de políticas voltadas à igualdade e ao enfrentamento da violência.
– Tal estruturação regimental não é fruto do acaso, mas da compreensão institucional de que a luta pela igualdade, pelo enfrentamento à violência contra a mulher e pela ampliação da participação feminina nos espaços de poder exige protagonismo daquelas que, na sua própria existência, vivenciam as desigualdades estruturais.
Ainda segundo a justificativa, a proposta busca preservar a representatividade das parlamentares que, segundo o autor, vivem as experiências associadas à condição feminina desde o nascimento.
– A defesa dos direitos das mulheres deve ser conduzida por mulheres, que têm a legitimidade da vivência, a autoridade da representatividade e o compromisso inegociável com as causas que lhes são próprias.
Deputados que assinaram:
Cabo Gilberto Silva (PL-PB) Sargento Gonçalves (PL-RN) Clarissa Tércio (PP-PE) Bibo Nunes (PL-RS) Greyce Elias (Avante-MG) Rodolfo Nogueira (PL-MS) Carlos Jordy (PL-RJ) Dr. Jaziel (PL-CE) Sargento Fahur (PL-PR) Carla Dickson (União Brasil-RN) Mario Frias (PL-SP) Franciane Bayer (Republicanos-RS) Zé Trovão (PL-SC) Filipe Martins (PL-TO) Rosana Valle (PL-SP) Bia Kicis (PL-DF) Rosangela Moro (União Brasil-SP) Pastor Eurico (PL-PE) Dr Flávio (PL-RJ) Diego Garcia (Republicanos-PR) Luiz Philippe de Orleans e Bra (PL-SP) Fred Linhares (Republicanos-DF) Rogéria Santos (Republicanos-BA) Gisela Simona (União Brasil-MT) Chris Tonietto (PL-RJ) Pr. Marco Feliciano (PL-SP) Evair Vieira de Melo (PP-ES) Dra. Alessandra Haber (MDB-PA)
*Pleno.News Foto: Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados