A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro publicou em seu perfil no Instagram, neste domingo (23), uma nova mensagem de fé após a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). No texto, postado nos stories de sua página, Michelle falou sobre a soberania de Deus e pediu que as orações continuem.

– Deus não perdeu o controle de nada. Ele reina. Seu trono tem como fundamento a justiça e o juízo. Vamos continuar orando – escreveu.

Neste sábado (22), Michelle já havia se pronunciado sobre a prisão de Bolsonaro. Em uma primeira publicação, a ex-primeira-dama compartilhou o Salmo 121, que fala sobre o socorro e a proteção de Deus. Já em um outro texto, ela falou da confiança na justiça divina.

– Confio na Justiça de Deus. A justiça humana, como temos visto, já não se sustenta. Mas sei que o Senhor dará o escape, assim como fez em 2018, quando meu marido foi vítima de uma facada, planejada para matá-lo, por um ex-militante político – declarou.

Bolsonaro foi preso por volta das 6h da manhã deste sábado. Michelle não estava em casa no momento da detenção. Ao comentar a prisão do ex-presidente, ela informou que estava no Ceará, onde ocorreu um encontro do PL Mulher.

*Pleno.News
Foto: Alan Santos/PR


A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro afirmou neste sábado (22) que a prisão preventiva decretada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), causa “profunda perplexidade”.
Bolsonaro foi detido em casa, em Brasília, por volta das 6h.
A prisão é preventiva, ou seja, não tem data determinada para acabar. Moraes tomou essa decisão para garantir a ordem pública, já que, segundo o ministro, foi convocada uma vigília na porta do condomínio onde mora o ex-presidente com o objetivo de evitar que ele fosse preso. Moraes também afirmou que Bolsonaro violou a tornozeleira eletrônica, em indício de tentativa de fuga.
Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses pela tentativa de golpe. Não é por essa condenação ainda que ele está preso,, já que o prazo dos recursos ainda está em aberto. O fim dos recursos e a prisão por condenação devem ocorrer nos próximos dias.
Como a condenação de Bolsonaro é superior a oito anos (27 anos e 3 meses), ele deverá iniciar a execução da pena em regime fechado, ou seja, na cadeia. Assim, deve emendar a prisão preventiva com a prisão pela condenação.
Segundo os advogados, a decisão estaria baseada na convocação de uma vigília de orações organizada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Eles argumentam que o direito de reunião e liberdade religiosa é garantido pela Constituição.

“A prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro, decretada na manhã de hoje, causa profunda perplexidade, principalmente porque, conforme demonstra a cronologia dos fatos, está calcada em uma vigília de orações”, diz a nota.

Os defensores afirmam ainda que Bolsonaro estava em sua residência, usando tornozeleira eletrônica e sob monitoramento policial, o que — segundo eles — afastaria o risco de fuga apontado por Moraes.
O ministro do STF justificou a prisão citando violação da tornozeleira eletrônica às 0h08 deste sábado, risco concreto de fuga, tentativa de uso de apoiadores para obstruir medidas cautelares e proximidade da residência do ex-presidente com embaixadas estrangeiras. A decisão também menciona a fuga de aliados, como o deputado Alexandre Ramagem e a deputada Carla Zambelli.
A defesa alegou ainda que o estado de saúde de Bolsonaro é “delicado” e que a prisão “pode colocar sua vida em risco”.
“A defesa vai apresentar o recurso cabível”, conclui a nota.
Bolsonaro passará por audiência de custódia neste domingo (23), às 12h, por videoconferência, na Superintendência da Polícia Federal do Distrito Federal.

*g1


A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro fez uma publicação com um versículo bíblico logo após a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), neste sábado (22/11). “Eu confio no Senhor”, afirmou Michelle em seu Instagram.

A passagem bíblica escolhida por Michelle diz: “Levantarei os meus olhos para os montes, de onde vem o meu socorro”. A publicação cita trechos do Salmo 121.

Jair Bolsonaro foi preso, na manhã deste sábado, pela Polícia Federal. Agentes da PF chegaram ao Condomínio Solar de Brasília, no Jardim Botânico, por volta das 6h e levaram o ex-presidente para a Superintendência Regional da Polícia Federal no Distrito Federal.

*Metrópoles
Foto: Breno Esaki


Estatal enfrenta crise e prevê retomar lucro em 2027

Correios (Imagem ilustrativa Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

Os Correios aprovaram um plano de reestruturação que prevê entre outras medidas, um novo programa de demissão voluntária, o fechamento de 1 mil agências consideradas deficitárias e a venda de imóveis da estatal que podem render R$ 1,5 bilhão.

O plano prevê, até o fim de novembro, um empréstimo de até R$ 20 bilhões, parar reduzir o déficit, retomar o equilíbrio financeiro em 2026 e gerar lucro em 2027.

As ações planejadas para garantir “continuidade, eficiência e qualidade” dos serviços postais foram aprovadas na última quarta-feira (19).

Segundo os Correios, o plano foi elaborado após análises da situação financeira e do atual modelo de negócio para retomar o equilíbrio financeiro em um prazo de 12 meses.

“Diante do cenário de queda de receitas e aumento de custos operacionais, a reestruturação contempla três fases: recuperação financeira, consolidação e crescimento”, justifica a estatal .

Entre as medidas, estão:

– Programa de Demissão Voluntária;
– Redução dos custos com plano de saúde dos empregados;
– Modernização e readequação do modelo operacional e infraestrutura tecnológica;
– Redução de até 1 mil agências deficitárias para melhorar a rede de atendimento;
– Venda de imóveis para gerar receitas, estimativa de R$ 1,5 bilhão.

Há previsão de expansão no e-commerce e parcerias estratégicas, além da possibilidade de operações de fusões, aquisições e outras reorganizações societárias para aumentar a competitividade no médio e longo prazo.

O novo modelo de negócio reforça a universalização dos serviços postais, como missão pública dos Correios, mesmo nas localidades mais remotas e de difícil acesso.

A expectativa é de que, adotadas tais medidas, o déficit seja reduzido ao longo do ano que vem, e que a lucratividade seja retomada já em 2027.

Após fechar o ano de 2024 no vermelho, com o prejuízo total de R$ 2,6 bilhões, a empresa anunciou, em maio deste ano, um pacote de medidas que incluiu outro programa de demissão voluntária (PDV); redução de jornada de trabalho para 6 horas diárias em unidades administrativas; suspensão temporária das férias de 2025 e a decretação do fim do trabalho remoto.

A última edição do PDV do Correios teve a adesão de aproximadamente 3,5 mil empregados, o que gerou uma economia anual de cerca de R$ 750 milhões.

Os Correios estão presentes nos 5.568 municípios, além do Distrito Federal e do Distrito Estadual de Fernando de Noronha (PE), de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A estrutura abrange mais de 10 mil agências de atendimento, 8 mil unidades operacionais (de distribuição e tratamento de encomendas e correspondências), 23 mil veículos e 80 mil empregados diretos.

Entre os serviços realizados pelos Correios estão entrega de livros didáticos às escolas públicas; a distribuição das provas do Enem simultaneamente em todo o território; a entrega das urnas eletrônicas em locais de difícil acesso; distribuição de mantimentos e outros artigos em situações de emergência e calamidade, como nas enchentes no Rio Grande do Sul, e mais recentemente, às famílias atingidas pelo tornado em Rio Bonito do Iguaçu (Paraná), em 7 de novembro.

*Com informações da Agência Brasil


O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi preso na manhã deste sábado (22). A prisão é preventiva e foi solicitada pela Polícia Federal (PF) ao Supremo Tribunal Federal (STF). A medida não tem relação com a condenação por tentativa de golpe de Estado, mas se trata de uma medida cautelar.

O blog apurou que a prisão foi determinada por garantia da ordem pública, após o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) convocar uma vigília em frente ao condomínio do ex-presidente, na noite de sexta-feira (21). Segundo fontes, a PF avaliou que o ato representava risco para participantes e agentes policiais.
🔎 A prisão é uma medida que não tem preventiva não tem prazo fixo estabelecido e deve ser reavaliada periodicamente pela Justiça.
Bolsonaro foi detido por volta das 6h e reagiu com tranquilidade à prisão. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro não estava em casa no momento da detenção.
O comboio que transportava o ex-presidente chegou à sede da Polícia Federal às 6h35. Após os trâmites iniciais, Bolsonaro foi levado para a Superintendência da PF, onde ficará em uma “Sala de Estado” — espaço reservado para autoridades como presidentes da República.

Até a última atualização desta reportagem, ele passava por exame de corpo de delito. Agentes do Instituto Médico-Legal (IML) foram até o local para realizar o procedimento e evitar exposição desnecessária.
Em nota, a Polícia Federal informou que cumpriu um mandado de prisão preventiva expedido por decisão do STF. A defesa de Bolsonaro afirmou que, até as 6h40, ainda tinha sido informada da prisão do ex-presidente.
Bolsonaro estava em prisão domiciliar desde 4 de agosto. À época, o ministro Alexandre de Moraes decretou a medida por descumprimento de medidas cautelares impostas ao ex-presidente.
À época, Moraes afirmou que Bolsonaro usou redes sociais de aliados – incluindo seus três filhos parlamentares – para divulgar mensagens com “claro conteúdo de incentivo e instigação a ataques ao Supremo Tribunal Federal e apoio ostensivo à intervenção estrangeira no Poder Judiciário brasileiro”.

Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão pelo STF, em setembro, por tentativa de golpe de Estado. A condenação ainda não transitou em julgado e segue em fase de recursos. A prisão deste sábado, porém, não tem relação com essa condenação.
Na sexta-feira, a defesa de Bolsonaro pediu ao ministro Alexandre de Moraes que substitua o regime inicial fechado por prisão domiciliar humanitária.
No pedido protocolado pela defesa, os advogados afirmam que Bolsonaro tem “quadro clínico grave”, sofre de “múltiplas comorbidades” e que uma eventual transferência para o sistema prisional representaria “risco concreto à vida”.
A defesa informou que vai recorrer da condenação, mas havia pedido a adoção urgente da medida, para que Bolsonaro permanecesse em casa enquanto o caso não fosse concluído.

*g1
Foto: Pablo Porciuncula/AFP


A decisão dos Estados Unidos de reduzir tarifas sobre parte das exportações brasileiras combina fatores internos da economia americana com o andamento das negociações entre os dois países, marcando o primeiro movimento de flexibilização desde o tarifaço anunciado em julho.
Para Abrão Neto, presidente da Câmara Americana de Comércio (Amcham Brasil), a pressão inflacionária foi o ponto central da mudança. “Com a alta de preços pesando sobre o consumidor americano, especialmente nos alimentos, o governo buscou formas de conter custos internos.”

Não por acaso, os 238 produtos liberados da tarifa de 40% têm forte relação com a cadeia agroindustrial americana, incluindo itens como carnes bovinas e suínas, café, cacau, frutas tropicais, sucos, castanhas, alguns fertilizantes e insumos nos quais o Brasil é um fornecedor difícil de substituir.

Nas contas da Confederação Nacional da Indústria (CNI), os itens contemplados na ordem executiva respondem por cerca de 37% das exportações do Brasil aos EUA. Assim, a maior parte dos embarques — especialmente os industriais — permanece sujeita às tarifas.

*g1


A divulgação dos rascunhos da COP30 nesta sexta-feira (21) gerou repercussão entre organizações, especialistas e governos que defendiam textos mais ambiciosos.
Desde o início da cúpula, o governo vinha articulando a criação de um “mutirão global” que incluísse o mapa do caminho — um roteiro para reduzir a dependência dos combustíveis fósseis. O tema, porém, nunca entrou oficialmente na agenda da conferência, diante da resistência de alguns blocos de países.

Ainda na noite de quinta-feira (20), mais de 30 países já haviam se pronunciado pressionando a Presidência da COP30 ao afirmar que não apoiariam um texto final da Cúpula que deixe de fora um mapa do caminho de transição global para longe dos combustíveis fósseis.
No documento, países como Colômbia, França, Reino Unido, Alemanha e outros afirmam que “não podem apoiar um resultado que não inclua um mapa do caminho justo, ordenado e equitativo para deixar os combustíveis fósseis para trás”.

O Observatório do Clima chamou o “Pacote de Belém”, como são chamados os rascunhos, de “desequilibrado e com furos inaceitáveis”, criticando a ausência de um roteiro para abandonar os combustíveis fósseis.

Apesar de reconhecer avanços como o triplo financiamento para adaptação e a criação de um mecanismo de transição justa, a entidade afirma que as causas da crise climática foram ignoradas e alerta que a COP30 não será bem-sucedida se os desequilíbrios persistirem no documento.

A diretora executiva do Greenpeace Brasil, Carolina Pasquali, afirmou que as metas de emissão para 2035 estão muito aquém do esperado e que o texto da Decisão Mutirão é praticamente inútil, pois contribui muito pouco para reduzir a lacuna de ambição de 1,5°C e para pressionar os países a acelerarem suas ações.

“Não há outra opção senão os países rejeitá-lo e devolvê-lo à presidência para revisão”, disse.

Apesar de reconhecer um pequeno avanço com o Mecanismo de Transição Justa, o Greenpeace avalia que o financiamento climático segue frágil, com promessas insuficientes e sem mecanismos concretos para apoiar os países mais vulneráveis.

*g1


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ampliou, nesta quinta-feira (20), a lista de isenções da tarifa de 40% para incluir mais produtos agrícolas do Brasil, em meio aos avanços nas negociações entre os dois países. Na prática, a decisão retira a sobretaxa de itens importantes para o setor exportador do país, como o café e a carne bovina.

Na ordem executiva divulgada pela Casa Branca, Trump cita a conversa telefônica que teve com o presidente Lula (PT) em 3 de outubro, na qual os dois líderes concordaram em abrir as discussões sobre o tarifaço. Desde então, os progressos nas negociações eliminaram a necessidade de tarifar algumas importações agrícolas, de acordo com ele.

A medida é retroativa, o que significa que estarão isentas todas as mercadorias retiradas de armazéns para consumo a partir de 12h01 (horário de Nova Iorque) de 13 de novembro.

– Na medida em que a implementação desta ordem exigir restituição de tarifas cobradas, os reembolsos serão processados de acordo com a legislação aplicável e os procedimentos padrão da Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA (U.S. Customs and Border Protection) para tais restituições – diz a ordem.

*AE
Foto: PR/Ricardo Stuckert


Nas redes sociais, Lula reúne Alckmin e Haddad para dizer que foi a ‘vitória do diálogo’

Lula, Alckmin e Haddad: Brasil é favorecido pela alta inflacionária nos EUA | Joédson Alves/Agência Brasil
Lula, Alckmin e Haddad: Brasil é favorecido pela alta inflacionária nos EUA | Joédson Alves/Agência Brasil

O governo brasileiro informou nesta quinta-feira, 20, que recebeu “com satisfação” a decisão dos Estados Unidos de revogar a tarifa adicional de 40% a produtos agropecuários importados do Brasil. A mudança beneficia principalmente carnes, café e frutas, como manga, coco, açaí e abacaxi. Esses alimentos passam assim a entrar no mercado norte-americano sem a sobretaxa.

Segundo o comunicado, o presidente Donald Trump menciona, em sua ordem executiva, a conversa telefônica entre ele e o presidente Lula da Silva. Na ocasião, ambos decidiram iniciar negociações voltadas à revisão das tarifas. O texto também registra que Trump recebeu recomendações de funcionários do alto escalão de seu governo para suspender a cobrança sobre parte das importações agrícolas brasileiras. O motivo seria o “avanço inicial das negociações” com Brasília.

Governo destaca efeito retroativo

A medida tem efeito retroativo a 13 de novembro. A data coincide com o encontro entre o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, e o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, em Washington. Na reunião, discutiram-se mecanismos para acelerar a redução de barreiras comerciais entre os dois países. O governo brasileiro não diz, porém, que a decisão norte-americana se baseia principalmente na tentativa de combater a pressão inflacionária.

O Itamaraty reiterou a disposição do Brasil de manter o diálogo como instrumento para solucionar pendências bilaterais, destacando os 201 anos de relações diplomáticas entre Brasília e Washington. Afirmou do mesmo modo que seguirá negociando a retirada das tarifas remanescentes, que afetam outros produtos da pauta comercial.

O presidente Lula classificou a derrubada da tarifa como “uma vitória do diálogo, da diplomacia e do bom senso”. Segundo ele, o avanço resultou dos apelos que fez ao presidente Trump e do trabalho das equipes de negociação, lideradas pelo vice-presidente Geraldo Alckmin e pelos ministros Fernando Haddad e Mauro Vieira. 

“Esse foi um passo na direção certa, mas precisamos avançar ainda mais”, afirmou, em vídeo publicado no Instagram. Lula destacou que seguirá dialogando com Trump “tendo como norte a soberania e o interesse dos trabalhadores, da agricultura e da indústria brasileira”.

Informações Revista Oeste


O deputado federal Zucco (PL-RS) afirmou nesta quinta-feira (20), em Brasília, que o incêndio registrado em um dos pavilhões da COP30, em Belém (PA), expôs falta de preparo e problemas de organização do governo federal. O fogo atingiu a chamada Zona Azul, área que abriga delegações oficiais.

Em nota, o parlamentar disse que o episódio reforça denúncias de desorganização, gastos altos e ausência de estrutura básica no evento.

– É profundamente lamentável o que estamos vendo hoje na COP30. As imagens do incêndio escancaram um evento completamente despreparado, mal planejado e conduzido de forma irresponsável pelo governo federal – disse.

E continuou listando alguns dos problemas registrados no evento que se encerrará nesta sexta (21):

– Uma conferência internacional que já consumiu quase R$ 1 bilhão, cercada de denúncias de superfaturamento, preços abusivos, falta de água, desorganização e irregularidades apontadas pelo próprio Tribunal de Contas da União.

Zucco destacou imagens que mostram pessoas deixando o local por uma escada improvisada. Para ele, a cena evidencia risco e falta de protocolos de segurança. O deputado afirmou que, se o fogo tivesse se espalhado mais rápido, o resultado poderia ter sido grave.

O líder da Oposição disse que continuará cobrando apuração do TCU sobre o uso de verba e o papel da Organização de Estados Ibero-americanos (OEI), responsável por parte da execução da conferência. Ele também quer avançar na coleta de assinaturas para criar uma CPMI da COP30.

– Não aceitaremos que se varra para debaixo do tapete um evento bilionário, marcado por denuncismo, improviso e risco real à vida das pessoas.

Apesar do susto, ninguém ficou ferido. O ministro do Turismo, Celso Sabino, informou que as chamas foram controladas por volta das 14h30. Já o governador do Pará, Helder Barbalho, disse à imprensa que as equipes trabalham com duas hipóteses: falha em gerador ou curto-circuito em um stand.

*Pleno.News