ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Em resposta, escritor classificou fala de Camargo como “cretina”

sergio camargo e olavo de carvalho
Sérgio Camargo e Olavo de Carvalho Fotos: Foto: Agência O Globo/Pablo Jacob | Reprodução / YouTube

O presidente da Fundação Palmares, Sergio Camargo, demonstrou insatisfação com as recentes declarações do escritor Olavo de Carvalho sobre o presidente Jair Bolsonaro (PL). Em publicação no Twitter, ele afirmou que o chefe do Executivo “nunca precisou e jamais precisará” de um professor.

– Jair Bolsonaro seria um autêntico conservador ainda que absolutamente nenhum intelectual jamais tivesse escrito um único parágrafo sobre conservadorismo. Nunca precisou e jamais precisará de um “professor”. Sigamos! Tempos um país para salvar – declarou Camargo.

Olavo, por sua vez, rebateu a fala do presidente da Palmares por meio das redes sociais.

– Esta é a coisa mais cretina que algum bolsonarista já escreveu – assinalou.

Falas recentes um tanto polêmicas do escritor têm reverberado entre os apoiadores do presidente. Esta semana, ele afirmou que Bolsonaro o usou como “post boy” [garoto propaganda] para se promover, e disse que as eleições de 2022 já são uma “briga perdida”. Olavo também defendeu que o presidente é “um bom administrador”, porém, “Estadista ele não é”.

Em resposta ao influenciador político Gustavo Gayer, Olavo ainda disse nunca ter precisado do presidente para formar seu público.

– Eu não vejo no que o Bolsonaro me ajudou. Eu nunca precisei dele para coisa nenhuma, nunca pedi nada a ele e, sobretudo, nunca quis posar do lado dele. Nunca fui procurá-lo para isso nem uma única vez – acrescentou.

Informações Pleno News


Índice de aprovação da Suprema Corte entre os eleitores do presidente Jair Bolsonaro é de apenas 12%

Plenário do STF Foto: Carlos Moura/SCO/STF 

Uma pesquisa Datafolha divulgada pelo jornal Folha de São Paulo na sexta-feira (24) ilustrou a percepção que a população brasileira tem sobre o trabalho do Supremo Tribunal Federal (STF). De acordo com a análise, apenas 23% dos entrevistados aprovam a atuação da Suprema Corte brasileira.

O número em questão, de 23%, é relativo aos brasileiros que conceituaram o trabalho da Corte como ótimo ou bom. Por outro lado, 34% consideraram o Supremo ruim ou péssimo. No meio termo, 37% avaliaram o STF como regular. Outros 6% não souberam responder.

Quando avaliado o conceito dado ao STF pelos apoiadores dos principais candidatos a presidente, a Suprema Corte teve uma avaliação maior que a média entre os eleitores do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e bem menor que a média entre os que declaram voto no presidente Jair Bolsonaro (PL).

Entre os eleitores de Lula, 30% consideraram que o Supremo é ótimo ou bom, 40% disseram que a Corte é regular, e 24% avaliaram o STF como ruim ou péssimo. Já entre os apoiadores de Bolsonaro, a avaliação de ótimo ou bom foi de apenas 12%, enquanto o conceito regular ficou em 26%, e o ruim ou péssimo alcançou a marca de 57%.

De acordo com a Folha de São Paulo, os dados divulgados foram coletados por uma pesquisa presencial do Datafolha com 3.666 pessoas de 16 anos ou mais, em 191 cidades, entre os dias 13 e 16 de dezembro. A margem de erro foi de dois percentuais, para mais ou para menos.

Informações Pleno News


Apostas podem ser feitas até as 17h do dia 31 de dezembro

Mega-Sena da virada
Foto: Marcello Casal Jr

Apostadores têm até as 17h do dia 31 de dezembro para registrar seus palpites para a 13ª edição da Mega da Virada. De acordo com a Caixa, o concurso pode pagar R$ 350 milhões a quem acertar as seis dezenas que serão sorteadas a partir das 20h do último dia do ano.

A Mega da Virada não acumula. Se não houver ganhadores na faixa principal, com o acerto de seis números, o prêmio será dividido entre os acertadores da segunda faixa (com o acerto de cinco números) e assim por diante, conforme as faixas de premiação.

As apostas podem ser feitas nas casas lotéricas ou no aplicativo da Caixa. A aposta simples custa R$ 4,50.

Bolões

Para aumentar as chances de ganhar, muitos jogadores optam por adquirir cotas dos bolões, já que concorrem com uma maior quantidade de jogos e de números em uma aposta, gastando menos.

Para realizar o bolão, basta formar um grupo, escolher os números da aposta, marcar a quantidade de cotas e registrar em qualquer uma das 13 mil lotéricas do país. Ao ser registrada no sistema, a aposta gera um recibo de cota para cada participante que, em caso de premiação, poderá resgatar o prêmio individualmente.

O apostador também pode adquirir cotas de bolões organizados pelas lotéricas. Para isso, é preciso solicitar ao atendente a quantidade de cotas que deseja e guardar o recibo para conferir a aposta no dia do sorteio. Nesse caso, poderá pagar uma tarifa de serviço adicional de até 35% do valor da cota, a critério da lotérica.

Na Mega-Sena, os bolões têm preço mínimo de R$ 10. Porém, cada cota não pode ser inferior a R$ 5. É possível realizar um bolão de no mínimo 2 e no máximo 100 cotas. É permitida a realização de no máximo 10 apostas por bolão. Nos casos de mais de uma aposta, todas elas deverão conter a mesma quantidade de números de prognósticos.

Informações Agência Brasil


Determinação atende a uma contestação da Rede Sustentabilidade

Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga Foto: Isac Nóbrega/PR

O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta sexta-feira (24), que o governo federal explique, em cinco dias, a necessidade da apresentação de prescrição médica para a vacinação infantil.

Mais cedo, a Rede Sustentabilidade foi ao Supremo contestar o texto colocado em audiência pública pelo Ministério da Saúde, que exige prescrição médica e anuência dos pais para a vacinação de crianças de 5 a 11 anos, já aprovada pela Anvisa.

Nesta quinta-feira (23), o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, defendeu a vacinação a crianças, mas somente com prescrição médica. A medida contrariou especialistas, que apontaram a falta de necessidade da medida, alegando que as vacinas são eficazes e seguras.

De acordo a Rede Sustentabilidade, o Ministério da Saúde estaria adotando ações que “colocam em risco os direitos da criança e do adolescente”. A sigla ainda acusa o governo de ter a intenção de “boicotar” a vacinação infantil, causando o risco de atingir a imunização contra outras doenças.

Informações Agência Brasil


Foto: Reprodução, Instagram
Foto: Reprodução, Instagram

O presidente Jair Bolsonaro pretende editar, pelo terceiro ano consecutivo, o decreto de indulto de Natal com informações semelhante ao dos últimos dois anos. A informação foi confirmada durante a live de quinta-feira (23) que é realizada toda semana em seu perfil no Instagram.

No ano passado, o indulto humanitário foi concedido a pessoas, nacionais ou estrangeiras, que já não oferecem mais perigo após sair da prisão e viver em sociedade, a agentes do sistema nacional de segurança pública que tenham cometido crimes culposos, ou seja, sem intenção e a militares das Forças Armadas que tenham cometidos crimes não intencionais em operações de Garantia da Lei e da Ordem.

O indulto irá abranger policiais militares, federais, civis, bombeiros e militares que participaram de missões de Garantia da Lei e da Ordem (GLO). “Nós vamos conceder perdão, sim, nós vamos assinar um decreto de indulto parecido com os últimos dois anos. Não vai ser tão abrangente nem tão restritivo, mas semelhante ao dos últimos anos.”, disse durante live.

*Bahia.ba


O governador de Goiás, Ronaldo Caiado e o presidente da República, Jair Bolsonaro falam à imprensa no Palácio da Alvorada
Foto: Antonio Cruz

Goiás tornou-se hoje (24) o segundo estado a aderir ao Regime de Recuperação Fiscal (RRF), que permite o refinanciamento de dívidas de governos locais em troca de um plano de corte de gastos. A adesão do estado foi assinada há pouco pelo presidente Jair Bolsonaro, em solenidade no Palácio da Alvorada, com a presença do governador Ronaldo Caiado (DEM).

Até agora, o único estado inscrito no RRF era o Rio de Janeiro, que assinou o plano em 2017. Em maio deste ano, o Supremo Tribunal Federal (STF) tinha autorizado o governo goiano a aderir ao RRF. Na ocasião, a corte autorizou a suspensão do pagamento das dívidas por até 18 meses, com a adoção de um teto estadual de gastos.

Ao assinar o documento, Bolsonaro disse que o Regime de Recuperação Fiscal resultará na liberação de recursos para o governo goiano. “Além de previsibilidade, o estado passa a ter mais meios para atender o interesse da população como um todo”, declarou.

O governador Ronaldo Caiado classificou a medida como um “presente de Natal” aos 7,2 milhões de habitantes de Goiás. Ele admitiu a possibilidade de reajustes para o funcionalismo local, após anos de pagamentos atrasados aos servidores, à medida que o estado reequilibre as finanças. “Quanto mais o governo for se recuperando no quadro fiscal, reajustes também serão dados”, disse o governador.

Ajuste fiscal
Existente desde o fim de 2016, o Regime de Recuperação Fiscal permite a suspensão do pagamento de dívidas de um estado inadimplente com a União em troca de medidas de ajuste fiscal. No caso de Goiás, o pagamento da dívida pública estadual será parcialmente suspenso em 2022, liberando R$ 445 milhões para investimentos locais, segundo a Secretaria de Comunicação do estado.

A dívida voltará a ser quitada aos poucos a partir de 2023, por um período de 30 anos. A retomada das parcelas será gradual, com o pagamento de cerca de R$ 738 milhões em 2023, R$ 1,03 bilhão em 2024, aumentando gradativamente até alcançar R$ 2 bilhões por ano a partir de 2027.

Em troca da renegociação da dívida, o estado terá de implementar algumas medidas que trarão economia de gastos de R$ 8 bilhões nos seis primeiros anos do plano. A principal medida é o corte de incentivos fiscais, que deverá reforçar o caixa do estado em pouco mais de R$ 3 bilhões. A data-base dos servidores públicos locais será suspensa, mas reajustes poderão ser concedidos, conforme a situação fiscal do estado melhore.

O RRF tem prazo de nove anos, mas, segundo o governo goiano, o estado poderá reequilibrar as contas em 2027, com a possibilidade de pedir a saída antecipada do regime caso o equilíbrio seja atingido antes.

Atualmente, Goiás tem dívida acumulada de R$ 22,986 bilhões, que consome R$ 2,5 bilhões por ano em pagamento de principal, juros e precatórios.

*Agência Brasil


Foto: Fernando Brito/ Ministério da Saúde
Foto: Fernando Brito/ Ministério da Saúde

O Brasil anunciou a doação de 500 mil doses de vacinas contra a covid-19 ao Paraguai. A informação foi divulgada nesta sexta-feira (24) em nota conjunta assinada pelos ministérios da Saúde e das Relações Exteriores.

Com isso, o Paraguai será o primeiro país a receber, do Brasil, doação de imunizantes contra essa doença, sob amparo da Medida Provisória nº 1.081, de 20 de dezembro de 2021.

“Desde o surgimento do novo coronavírus, a diplomacia da saúde brasileira tem priorizado a promoção de iniciativas de solidariedade internacional, a fim de alcançar soluções para a crise sanitária, que afeta a todos os países. Com esse gesto, o Brasil contribui com o objetivo de salvar vidas e dá mais um passo para a superação da pandemia de covid-19”, diz a nota ao reforçar os “fortes laços” que unem os dois países.

“O Brasil reafirma o compromisso com a promoção efetiva do acesso universal e equitativo a vacinas, medicamentos e demais insumos necessários à luta contra a pandemia”, complementa a nota.

*Bahia.ba


Foto: MS/Myke Sena

Após abrir a consulta pública para avaliar a vacinação infantil contra a Covid-19 no país, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse na quinta-feira (23) que o governo federal vai vacinar crianças de 5 a 11 anos, mas deve requisitar prescrição médica e a assinatura de um termo de consentimento pelos pais.
– O documento que vai ao ar é um documento que recomenda a vacina da Pfizer. Nossa recomendação é que não seja aplicado de forma compulsória. Essa vacina estará vinculada à prescrição médica, e a recomendação obedece às orientações da Anvisa – disse Queiroga.

Na entrevista, Queiroga também defendeu a consulta pública que discutirá com a sociedade a vacina para crianças. Segundo ele, o modelo ideal é o modelo “que a sociedade de cada país decide”.

– Os dados que embasaram a decisão [de vacinar crianças] são iniciais, então cabe sensibilidade ao caso – afirmou.

De acordo com Queiroga, a decisão de como deve ser a vacinação de crianças será anunciada no dia 5 de janeiro, “se todos concordarem com o que estamos colocando em consulta pública”. Logo que a vacina seja colocada no Programa Nacional de Imunizações, Queiroga disse que “em curto espaço de tempo” haverá doses para as crianças.

*AE


Previsão é do Instituto Nacional de Meteorologia

Foto: Leitor/ bahia.ba
Foto: Reprodução/ bahia.ba

Os dias do feriado do Natal deverão ter chuvas na maioria do país, mostram as previsões do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para as capitais brasileiras durante esta semana.

A previsão é de chuvas fortes ou isoladas na maioria das capitais. O tempo deve ficar nublado, com possibilidades de pancadas de chuva e trovoadas no fim de semana em Belo Horizonte, Brasília, Campo Grande, Cuiabá, Curitiba, Goiânia, Macapá, Manaus, Porto Velho, Rio Branco, Rio de Janeiro, São Paulo e Vitória.

Outras capitais devem alternar dias com tempo nublado e outros com chuvas isoladas, como Belém, Boa Vista, Fortaleza, Florianópolis, João Pessoa, Maceió, Natal, Palmas, Recife, Salvador, São Luís e Aracaju. Não há previsão de chuvas no fim de semana apenas em Porto Alegre e em Teresina.

Segundo aviso meteorológico do Inmet para os próximos dias, a perspectiva é de perigo e chuvas intensas na região central do Brasil, do oeste da Bahia ao Acre, passando por Goiás; Distrito Federal; Mato Grosso; noroeste de Mato Grosso do Sul; Rondônia e sul do Pará e do Amazonas.

O alerta de perigo potencial, também com chances de chuvas intensas, envolve uma faixa do norte do Amazonas, regiões centrais do Pará, Maranhão e Piauí, todos os estados da Bahia e de Sergipe, norte de Minas Gerais, sul de Goiás e área central de Mato Grosso do Sul, além do nordeste do Amapá.

Estão fora das regiões de perigo potencial e riscos de chuvas intensas os estados da Região Sul, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, as regiões sul e central de Minas Gerais, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará e norte do Maranhão, do Piauí e do Pará, além do oeste de Roraima.

Informações Agência Brasil


Com a decisão, o ex-ministro nos governos do PT poderá retirar a tornozeleira eletrônica

Ex-ministro Antonio Palocci Foto: Agência Brasil/Abr

A Justiça Federal do Paraná decidiu suspender a execução de pena do ex-ministro da Economia Antonio Palocci. A decisão ocorreu no regime de plantão da Justiça paranaense e partiu do juiz Dineu de Paula. A informação foi dada pelo colunista Guilherme Amado, do site Metrópoles.

A decisão do magistrado teve por base uma determinação do ministro Jesuíno Rissato, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que reconheceu a competência da Justiça Eleitoral do Distrito Federal para julgar o caso em que Palocci foi condenado. Com isso, as condenações foram declaradas nulas, e o ex-ministro poderá retirar a tornozeleira.

Palocci foi condenado, em 2017, por corrupção e lavagem de dinheiro a 12 anos e 2 meses de prisão. No entanto, sua pena foi reduzida em segunda instância para 9 anos e 10 meses. Desde agosto de 2019, o ex-ministro cumpria pena em regime aberto, utilizando tornozeleira eletrônica.

Informações Pleno News

1 490 491 492 493 494 815