A informação foi divulgada durante a audiência pública sobre vacinação de crianças contra a Covid-19
Vacinação de crianças Foto: EFE/EPA/Robin Van Lonkhuijsen
Durante a audiência pública realizada na manhã desta terça-feira (4) sobre a vacinação de crianças de 5 a 11 anos contra a Covid-19, a secretária extraordinária de Enfrentamento à Covid do Ministério da Saúde, Rosana Leite de Melo, informou que a maioria dos participantes da consulta pública organizada pela pasta foi contrária à vacinação obrigatória das crianças.
De acordo com Rosana, 99,3 mil pessoas e entidades foram ouvidas durante a consulta. Ainda segundo a secretária, a maioria também se mostrou contra a obrigatoriedade da prescrição médica para que os pequenos sejam vacinados. Os detalhes dos resultados não foram revelados.
– A maioria se mostrou concordante com a não compulsoriedade da vacinação e a priorização de crianças com comorbidade. A maioria foi contrária à obrigatoriedade da prescrição médica – disse Rosana Leite de Melo.
Na segunda-feira (3), o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou que as doses da vacina da Pfizer que serão aplicadas em crianças chegarão ao Brasil até a primeira quinzena deste mês. No final do mês passado, Queiroga defendeu a apresentação de pedido médico para vacinar contra a Covid-19 crianças sem comorbidade.
O STJ (Superior Tribunal de Justiça) negou, em decisão provisória, um pedido de um servidor do TRF-3 (Tribunal Regional Federal da 3ª Região) para que ele pudesse entrar no local de trabalho sem apresentar o comprovante de vacinação contra a Covid-19.
De acordo com a assessoria do STJ, a decisão foi tomada pelo ministro Humberto Martins, presidente da Corte, “com base no princípio da precaução”. O objetivo é “resguardar a saúde e a vida da população”.
O servidor argumentava que a norma, que exigia o comprovante de vacinação ou um teste negativo realizado 72 horas antes, desrespeitava sua liberdade de locomoção e atentava contra o livre exercício de sua atividade profissional. Ele ainda queria que fosse fixado um prazo mensal para apresentar os testes negativos.
Em sua decisão, Martins lembrou que o STF (Supremo Tribunal Federal) liberou “o uso de instrumentos indiretos para compelir a população a se vacinar contra a covid-19”, entre os quais está a exigência do “comprovante para ingresso em determinados locais públicos e privados”.
A decisão do ministro ainda será avaliada pela Primeira Turma do STJ, com relatoria do desembargador convocado Manoel Erhardt. Não há definição sobre quando ela deverá acontecer.
O repórter Rafael Silva, que teve um mal súbito e desmaiou ao vivo na segunda-feira (3), sofreu cinco paradas cardíacas quando estava a caminho do hospital, segundo o jornal Extra.
O quadro de saúde dele é estável, de acordo com informação repassada pelo jornalista Kadu Lopes, no Jornal das 7 da TV Alterosa, afiliada do SBT no Sul de Minas Gerais, onde Rafael trabalha.
– Ele está reagindo ao tratamento e está se movimentando com as mãos e os pés. Isso é bom, segundo os médicos. Apesar da angústia, trago esta notícia com alegria. Ainda não sabemos o que aconteceu com o Rafael – revelou Kadu.
Rafael tem 36 anos e está em uma UTI do hospital Humanitas, em Varginha (MG).
Especialista decidiu que o tratamento do presidente seguirá sem a necessidade de intervenção cirúrgica
Presidente Jair Bolsonaro Foto: PR/Alan Santos
O cirurgião Antônio Luiz Macedo, que atende o presidente Jair Bolsonaro desde que o líder sofreu uma facada em setembro de 2018, decidiu na manhã desta terça-feira (4) que seguirá com o tratamento clínico do chefe do Executivo e descartou, por enquanto, a necessidade da realização de uma cirurgia. A decisão teria sido tomada pelo fato de a obstrução no intestino já ter se desfeito.
A informação foi divulgada pela colunista Mônica Bergamo, da Folha de São Paulo, e já teria sido comunicada por Macedo aos colegas de equipe. De acordo com a publicação, o presidente começou a receber antibióticos e alimentação por meio de sonda e hidratação para que seu intestino voltasse a funcionar.
Macedo chegou ao Hospital Vila Nova Star, na Zona Sul de São Paulo, na manhã desta terça-feira (4). O médico estava de férias nas Bahamas e viajou de volta para o Brasil em um avião fretado pelo hospital.
Já Bolsonaro estava em férias em Santa Catarina e foi levado para São Paulo na madrugada de segunda-feira (3). De acordo com o presidente, por meio de uma publicação em suas redes sociais, o mal-estar começou a ser sentido após o almoço de domingo (2).
– Comecei a passar mal após o almoço de domingo. Cheguei ao hospital às 03h00 de hoje [segunda, 3]. Me colocaram sonda nasogástrica. Mais exames serão feitos para possível cirurgia de [reparo da] obstrução interna na região abdominal – escreveu.
Hospital diz que o presidente está sem febre ou dor abdominal
Foto: Antonio Cruz
O presidente da República, Jair Bolsonaro, apresentou melhora clínica após a passagem de uma sonda nasogástrica, segundo boletim médico divulgado na noite desta segunda (3) pelo hospital Vila Nova Star, onde está internado desde a madrugada, na zona Sul da capital paulista. De acordo com o boletim, o presidente evolui sem febre ou dor abdominal. Ainda não há, no entanto, avaliação definitiva quanto à necessidade de intervenção cirúrgica.
“O Hospital Vila Nova Star informa que o Senhor Presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, apresentou melhora clínica após a passagem da sonda nasogástrica, evoluindo sem febre ou dor abdominal. O paciente fez uma curta caminhada pelo corredor do hospital e permanece em tratamento clínico”, diz o hospital.
Bolsonaro foi internado na madrugada de hoje em razão de dor abdominal. Nas primeiras informaçõesdivulgadas hoje pela manhã, os médicos que atendem o presidente informaram que Bolsonaro tem um quadro de obstrução intestinal.
O presidente desembarcou em São Paulo por volta de 1h30, após deixar o Forte Marechal Luz, em São Francisco do Sul, no litoral de Santa Catarina, onde passou a virada do ano.
Receio de uma futura traição ou a busca por dividendos eleitorais tem conduzido a discussão para a escolha do candidato a vice-presidente pelos dois nomes mais bem posicionados até agora nas pesquisas de intenção de voto
Foto: Isac Nóbrega/PR e Foto: Alan Santos/PR
Geraldo Alckmin é cogitado como candidato a vice em possível chapa com Lula, enquanto Hamilton Mourão não deve repetir a dobradinha com Bolsonaro Isac Nóbrega/PR e Foto: Alan Santos/PR
“Eu sou vice-presidente. Então, não sou nada, mas posso ser tudo”. O diplomata americano John Adams classificava o posto de vice-presidente, que ocupou durante o mandato de George Washington, como um cargo sem efetivo poder. O prestígio político obtido com a função, no entanto, contribuiu para a sua eleição a presidente, em 1797.
Como Adams, no Brasil, dez vice-presidentes chegaram ao posto de presidente, seja por meio de renúncia, morte, impeachment ou eleição. O caso mais recente foi o de Michel Temer (MDB), que substituiu Dilma Rousseff (PT) em 2016. Como o processo de articulação teve participação de aliados do emedebista, ele foi chamado de algoz da petista.
O posto de número dois na hierarquia presidencial, contudo, nem sempre é um fardo ou um trampolim para o Palácio do Planalto. Os ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT), por exemplo, tiveram colegas de chapa considerados trunfos eleitorais.
No caso, primeiro Marco Maciel (do então PFL, hoje DEM) e depois José Alencar (do então PR, hoje Republicanos) contribuíram para a construção de uma imagem de moderação ao cabeça de chapa, atraindo o apoio de segmentos conservadores às duas gestões.
Para a disputa presidencial de 2022, o receio de uma futura traição ou a busca por dividendos eleitorais tem conduzido a discussão para a escolha do candidato a vice-presidente pelos dois nomes mais bem posicionados até agora nas pesquisas de intenção de voto.
O presidente Jair Bolsonaro (PL) já informou a um grupo de aliados que não pretende ter ao seu lado um nome com prestígio no Congresso Nacional. Nas conversas relatadas à , ele relembra o impeachment de 2016 e afirma que não vislumbra ter em sua chapa eleitoral um político profissional.
Além disso, o presidente tem salientado, em conversas reservadas, que almeja um nome que não lhe faça um contraponto, em referência ao atual vice-presidente Hamilton Mourão. Em julho, ao ser perguntado sobre o general da reserva, Bolsonaro o comparou a um cunhado. “Você casa e tem que aturar”, resumiu.
Com o perfil definido, Bolsonaro cogita dois auxiliares para a função: o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, e o ministro da Defesa, Braga Netto. Além de buscar nomes de confiança e com afinidade, o presidente pretende consolidar o apoio em um de dois segmentos que foram cruciais em sua eleição em 2018: o militar e empresarial.
Com experiência na negociação parlamentar, e prevendo reeditar aliança com o bloco do centrão que lhe garanta maioria congressual, Lula focou sua estratégia em um resultado em curto prazo, ou seja, que tenha impacto eleitoral. Em busca de apoio em São Paulo, o maior colégio eleitoral do país, o petista negocia uma dobradinha com o ex-governador Geraldo Alckmin, seu principal adversário na disputa eleitoral de 2006, o que surpreendeu a classe política.
Fora do PSDB, Alckmin calcula anunciar sua filiação ao PSB em fevereiro, quando Lula deve oficializar sua candidatura ao Palácio do Planalto. A estratégia também envolve a tentativa de repetir o impacto causado em 2002 com a escolha do empresário José Alencar para o posto de vice-presidente, ou seja, trazer uma imagem de moderação ao petista.
Nas palavras de um aliado de Lula, a ideia é que Alckmin seja, em 2022, uma espécie de nova “Carta ao Povo Brasileiro”. O documento foi lançado por Lula em 2002 na tentativa de acalmar o mercado financeiro, que receava uma postura radical na condução da política econômica.
A aproximação entre Lula e Alckmin vem após um histórico de enfrentamento. Pouco mais de três anos atrás, Geraldo Alckmin afirmou que não existia “a menor chance de aliança com o PT”. Em 2006, enfrentaram-se diretamente na disputa ao Planalto e trocaram acusações.
Com a definição do quadro eleitoral, as atenções no começo deste ano se voltam para as estratégias de escolha dos candidatos a vice-presidente, que, sejam trunfo sejam algoz, funcionam como uma espécie de “salva-vidas em momentos de crise”, como definiu o ex-presidente José Sarney (MDB), que substituiu Tancredo Neves em 1985.
As escolhas, no entanto, carregam ônus. Caso feche uma aliança com Alckmin, Lula será cobrado a explicar ao seu eleitorado de esquerda o motivo de celebrar um “casamento” político com um nome identificado com a centro-direita.
Já Bolsonaro, que tem cogitado auxiliares sem trajetória política, corre o risco de fazer uma dobradinha com um nome com pouco potencial de lhe trazer dividendos eleitorais.
O número de nem-nem teve um salto durante a pandemia Imagem: iStock
O sonho de Gabriela Novazzi, de 27 anos, é conseguir um emprego para dar uma vida melhor ao filho, de 3 anos. Ela nunca teve um trabalho fixo, com carteira assinada. Apenas bicos que consegue em eventos. Desde 2016, quando foi obrigada a abandonar a faculdade de Educação Física por questões financeiras, Gabriela não estuda nem trabalha. “Era minha mãe que me ajudava nos estudos, mas ela ficou sem trabalho e parou de pagar a universidade”, diz.
Sem experiência, ela está à procura de qualquer oportunidade de entrar no mercado de trabalho. Mas a busca não tem sido fácil. “A maioria das empresas exige uma experiência anterior. É uma dificuldade”, diz. Além de dar estabilidade ao filho, Gabriela também sonha em terminar a faculdade. “Nunca é tarde para recomeçar.”
Gabriela faz parte de um contingente de jovens de até 29 anos que cresceu muito nos últimos tempos. São os chamados “nem-nem”, um grupo de pessoas que nem estuda nem trabalha. Segundo a consultoria IDados, até o segundo trimestre de 2021, essa população representava 30% dos jovens dessa faixa etária. Isso significa 12,3 milhões de pessoas, cifra que supera a população da Bélgica.
O número de nem-nem teve um salto durante a pandemia, em 2020. Em 2021, os números recuaram um pouco, mas continuam acima do nível pré-covid 19. São quase 800 mil pessoas a mais ante o primeiro semestre de 2019 – quando o grupo representava 27,9% dos jovens até 29 anos. O problema é que desde 2012 o número está em crescimento. Naquela época, os nem-nem eram 25% da faixa etária (ou 10 milhões).
Gargalo
“Isso representa uma ineficiência enorme para o Estado, já que muitas dessas pessoas tiveram um investimento público por trás”, diz a pesquisadora da consultoria, Ana Tereza Pires, responsável pelo levantamento. Além da questão econômica, tem também o lado individual de cada um dos jovens, sem experiência.
A cada ano, diz ela, novos estudantes se formam e não conseguem ser absorvidos no mercado, o que cria um bolsão de nem-nem. Sem emprego nem renda, eles não conseguem estudar e muitos param no meio do caminho, como no caso de Gabriela. Segundo Ana Tereza, terminar a faculdade numa fase de recessão pode ter reflexos para toda a vida profissional. Os que conseguem emprego podem ter salários mais achatados comparados a quem se forma durante a expansão econômica.
Mesmo para quem já conseguiu emprego, a crise é um problema, porque pune primeiro os mais jovens, que têm menos experiência e recebem menos. As empresas preferem garantir a permanência dos profissionais especializados e de difícil contratação. Sem contar que os mais jovens representam um custo menor na rescisão.
Educação e PIB
Na avaliação do presidente da Trevisan Escola de Negócios, Vandyck Silveira, a situação dos jovens é resultado de uma série de questões. A primeira está associada à educação. “Temos uma escola de ensino fundamental e médio de péssima qualidade, que não prepara o estudante para nada.” O problema, para ele, não é por falta de investimento. Mas por investimento errado.
Soma-se a isso o baixo crescimento da economia. Desde 2013, o País não consegue encontrar o caminho da retomada consistente. Entre 2017 e 2019, o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu numa média de 1,4% ao ano – resultado muito abaixo da capacidade. “Para empregar todos os jovens que entram no mercado de trabalho, o Brasil precisaria crescer, pelo menos, 3% ao ano”, diz Silveira. “Estamos ficando definitivamente para trás.”
Para especialistas, o crescimento dos nem-nem significa perda de produtividade e de capital humano. Para Marcelo Neri, diretor do FGV Social, o Brasil teve na pandemia o maior contingente da história de jovens nem-nem. Mas esse porcentual deve cair pela metade até o final do século, resultado da demografia. Na avaliação dele, essa geração está sacrificando o presente e o futuro. “Logo, o futuro do País está comprometido pela falta de quantidade e pelo tratamento de baixa qualidade dado à juventude.”
A Associação Brasileira de Navios de Cruzeiros (Clia Brasil) anunciou hoje (3) a suspensão voluntária das operações nos portos do Brasil até 21 de janeiro deste ano. A medida ocorre com efeito imediato para novas partidas e nenhum hóspede será embarcado até o dia 21 de janeiro. Os cruzeiros atuais vão finalizar os seus itinerários conforme planejado.
A entidade informou que está trabalhando em nome das companhias de cruzeiros que operam no país – MSC Cruzeiros e Costa Cruzeiros – para alinhar interpretações e aplicações dos protocolos operacionais de saúde e segurança que haviam sido aprovados no início da temporada, em novembro, com as autoridades do governo federal, Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), estados e municípios.
“Nas últimas semanas, as duas companhias de cruzeiros afetadas experimentaram uma série de situações que impactaram diretamente as operações nos navios, tornando a continuidade dos cruzeiros neste momento impraticável. Além disso, a incerteza operacional causou inconvenientes significativos para os hóspedes que contavam com suas férias no mar com rígidos protocolos de segurança”, disse a associação no comunicado.
Ontem (2), a Anvisa divulgou comunicado em que contraindica embarques em navios de cruzeiro neste momento. “Em vista dos últimos acontecimentos, a Anvisa contraindica o embarque de passageiros que possuem viagens programadas em navios de cruzeiro para os próximos dias, em especial diante do aumento vertiginoso de casos de covid-19, com identificação de surtos a bordo das embarcações que operam na costa brasileira”, diz a nota.
“A recomendação da Agência leva em consideração a mudança rápida no cenário epidemiológico, o risco de prejuízos à saúde dos passageiros e a imprevisibilidade das operações neste momento”, acrescentou a Anvisa.
A Anvisa já havia recomendado ao Ministério da Saúde, na última sexta-feira (31), a suspensão provisória da temporada de navios de cruzeiro, até que sejam debatidas as questões que envolvem uma eventual retomada das operações.
Segundo a Clia, a atual temporada, após o término da suspensão voluntária, poderá ser cancelada na íntegra se não houver adequação e alinhamento entre todas as partes envolvidas para possibilitar a continuidade da operação.
Os protocolos vigentes, conforme informou a associação, são os seguintes:
• Vacinação completa obrigatória para hóspedes e tripulantes (elegíveis dentro do Plano Nacional de Imunização).
• Testagem pré-embarque (PCR até três dias antes ou Antígeno até um dia antes da viagem).
• Testagem frequente de no mínimo 10% das pessoas embarcadas e tripulantes.
• Capacidade reduzida a bordo para facilitar o distanciamento social de 1,5m entre os grupos e permitir a distribuição de cabines reservadas para isolar casos potenciais.
• Uso obrigatório de máscaras.
• Preenchimento de formulário de saúde pessoal (DSV – Declaração de Saúde do Viajante).
• Ar fresco sem recirculação, desinfecção e higienização constantes.
• Plano de contingência com corpo médico especialmente treinado e estrutura com modernos recursos para atendimento dos hóspedes e tripulantes.
Ator fez ‘comentários ofensivos’ sobre a saúde do presidente
Após o ator José de Abreu disparar ataques contra Jair Bolsonaro e desejar que o presidente “exploda em me***”, usuários de redes sociais se uniram para denunciar um “ódio do bem”.
No Twitter, a publicação do artista foi criticada por apoiadores do presidente, que desejaram a Zé de Abreu o mesmo que ele desejou a Bolsonaro.
O episódio teve início após a internação de Jair Bolsonaro no hospital devido a uma obstrução intestinal. Diante do quadro, Zé de Abreu disse sentir “prazer” com a dor do presidente.
– Que prazer que sinto ao saber que o filho da p*** passa mal. Mata seu povo por omissão e leva castigo de volta: Que exploda em m**** – escreveu.
Nas publicações, usuários apontaram que o artista estava promovendo um “discurso de ódio”. Alguns também levantaram hashtags contra José de Abreu.
Rafael Silva foi socorrido e levado para o hospital Humanitas, em Varginha
Emissora ainda não divulgou informações sobre o estado de saúde do jornalista Foto: Reprodução/TV Alterosa
Na manhã desta segunda-feira (3), o jornalista Rafael Silva, de 36 anos, teve um mal súbito ao vivo e desmaiou enquanto apresentava o programa Alterosa Alerta. A emissora ainda não divulgou informações sobre o estado de saúde do profissional.
O apresentador estava prestes a chamar uma matéria quando sofreu o mal súbito. A TV Alterosa, filiada do SBT em Minas Gerais, informou que o jornalista foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levado para o hospital Humanitas, em Varginha.
Após o ocorrido, a emissora publicou um esclarecimento, afirmando que irá trazer mais detalhes sobre o estado de saúde de Rafael. O jornalista apresenta o Jornal das 7 e estava cobrindo as férias de Ademir Santos no Alterosa Alerta.