Presidente disse ainda que não acusou Barra Torres de corrupção

Presidente Jair Bolsonaro Foto: Isac Nóbrega/PR

O presidente Jair Bolsonaro (PL) respondeu nesta segunda-feira (10) à carta em que o presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antonio Barra Torres, se defende de questionamentos ao órgão e cobra uma retratação do chefe do Executivo. Bolsonaro disse que não acusou ninguém de corrupção e voltou a levantar dúvidas sobre as “intenções” da Anvisa ao recomendar a vacinação de crianças entre 5 e 11 anos.

– Me surpreendi com a carta dele. Não tinha motivo para aquilo. Eu falei ‘o que está por trás do que a Anvisa vem fazendo?’ Ninguém acusou ninguém de corrupção. Por enquanto, não tenho o que fazer no tocante a isso aí. Eu que indiquei o almirante Barra para a Anvisa, a indicação é minha, assim como outros da diretoria passaram pelo crivo meu – disse o presidente em entrevista à rádio Jovem Pan.

Na entrevista, Bolsonaro disse que a Anvisa é um órgão independente, não sofre interferência, mas que o trabalho “poderia ser diferente”.

– Não estou acusando a Anvisa de nada. Agora, se tem alguma coisa acontecendo, não há a menor dúvida – afirmou o presidente, que falou em “segundas intenções” da agência.

O presidente também afirmou que Barra Torres ganhou “luz própria” depois de ter sido indicado para o cargo na Anvisa. “Eu sei que é ele quem decide”, declarou.

*Com informações da AE


O ator Batoré — Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

O ator e humorista Ivanildo Gomes Nogueira, de 61 anos, conhecido como Batoré, morreu nesta segunda-feira (10), em São Paulo. Ele estava com câncer.

Batoré morreu na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Pirituba, Zona Norte da capital. “As informações médicas foram repassadas à família e a Secretaria Municipal de Saúde lamenta o ocorrido”, diz a nota.

Ivanildo nasceu em Serra Talhada, em Pernambuco, e se mudou para São Paulo ainda criança. Antes de se tornar ator, jogou futebol nas categorias de base em times paulistas.

Com seu principal personagem, Batoré, Ivanildo integrou o elenco do programa “A Praça é Nossa”, do SBT. Em 2016, foi contratado pela Rede Globo para a novela “Velho Chico” em que fez o papel do delegado Queiroz.

Batoré também foi vereador de Mauá, na Grande São Paulo, por dois mandatos pelo PP.

*G1


Foto: Marcelo Cortes / Flamengo

Uma denúncia contra o Flamengo foi apresentada à Procuradoria de Justiça Desportiva do Estado de São Paulo. O clube carioca é acusado de prática homofóbica porque não tem o número 24 como forma de identificação de seus jogadores na Copa São Paulo de Futebol Júnior.

O advogado Carlos Nicodemos assina a representação feita pelo Grupo Arco-Íris. As informações são da coluna de Ancelmo Gois, do jornal O Globo

Segundo o Grupo Arco-Íris, o Flamengo contribui para alimentar práticas discriminatórias contra a população LGBT ao pular a numeração entre sua equipe.

– Nem toda homofobia é explícita. Muitas vezes, está implícita e disfarçada. A imagem que fica marcada não é a de um eventual dirigente ou atleta com uma suposta prática homofóbica, mas uma eventual suposta prática de discriminação homofóbica institucional – afirmou o presidente do Grupo Arco-Íris, Cláudio Nascimento.

*Pleno.News


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Após caírem na maior parte do segundo semestre de 2021, os Barômetros Econômicos Globais, indicadores que permitem analisar o desenvolvimento econômico mundial, sobem pelo segundo mês consecutivo, informou hoje (10) o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV). O Barômetro Coincidente se mantém acima da média histórica, enquanto o Barômetro Antecedente retorna à faixa neutra dos 100 pontos.

O Barômetro Econômico Global Coincidente subiu 0,4 ponto em janeiro, para 108,7 pontos enquanto o Barômetro Econômico Global Antecedente avançou 3,6 pontos, para 100,9 pontos, maior nível desde setembro de 2021 (108,1 pontos).

Segundo o Ibre/FGV, ambos os resultados foram bastante influenciados pela melhora do ambiente econômico na região da Ásia, Pacífico e África.

Enquanto o Barômetro Coincidente reflete o estado atual da atividade econômica, o Barômetro Antecedente emite um sinal cíclico cerca de seis meses à frente dos desenvolvimentos econômicos reais. Esses indicadores se baseiam nos resultados de pesquisas de tendências econômicas realizadas em mais de 50 países. A intenção é ter a cobertura global mais ampla possível.

Segundo o pesquisador do Ibre/FGV Paulo Picchetti, os efeitos da nova onda da pandemia da covid-19 e da perspectiva de políticas monetárias mais restritivas sobre as expectativas acerca do nível de atividade econômica parecem já ter sido incorporados em sua maioria nos últimos meses de 2021.

“No início de 2022, os barômetros globais sinalizam uma trajetória de adaptação a esse novo cenário, revertendo a tendência de queda observada nos últimos meses do ano anterior”, disse, em nota, Paulo Picchetti.

Barômetro Coincidente
A região da Ásia, Pacífico e África contribuiu com 1,3 ponto para a alta do Barômetro Coincidente Global. A Europa, por sua vez, foi em sentido contrário e contribuiu negativamente com 1 ponto para o resultado agregado. Apesar do recuo, o indicador regional da Europa ainda sustenta o maior nível entre as três regiões, com o indicador na faixa dos 112 pontos.

Entre os indicadores setoriais, apenas a Indústria subiu em janeiro, enquanto os demais continuam sinalizando desaceleração no nível de atividade. Todos os setores se mantêm na zona favorável, e o indicador da Indústria passou a ser o mais alto entre eles, o que não ocorria desde outubro de 2021.

Barômetro Antecedente
Assim como no Barômetro Coincidente, a região da Ásia, Pacífico e África exerceu a maior contribuição para a evolução do Barômetro Antecedente em janeiro de 2022, com 3,2 pontos. A Europa também contribuiu positivamente, com 0,7 ponto.

Já o indicador do Hemisfério Ocidental contribuiu negativamente, com 0,3 ponto, fechando o mês 10 pontos abaixo do nível de neutralidade de 100 pontos. Segundo o Ibre/FGV, o resultado reflete o aumento dos riscos ao crescimento associado ao avanço da nova variante Ômicron da covid-19 na região e a desaceleração cíclica prevista em países como o Brasil.

Houve alta em dois dos cinco indicadores antecedentes setoriais em janeiro: Indústria e Serviços. Os demais indicadores recuaram no mês. Com o resultado, o indicador da Economia Geral (avaliações dos consumidores e agregadas empresariais) fecha o mês abaixo dos 90 pontos e 20 pontos abaixo do indicador do setor de Serviços, o mais otimista.

“O resultado sinaliza, por um lado, o descolamento entre percepções de empresas e de consumidores, e do outro, a evolução ainda favorável dos segmentos de serviços presenciais, os que mais sofreram nos momentos de maiores restrição à mobilidade durante a pandemia de covid-19”, explica o Ibre/FGV.

*Agência Brasil


Foto: Reprodução/TV Globo

Isabel Martins da Costa, uma das sobreviventes da tragédia ocorrida na cidade mineira de Capitólio, no último sábado (8), levou 200 pontos na cabeça. Em entrevista ao Fantástico, da TV Globo, no domingo (9), Isabel afirmou que o resultado do acidente foi “um alívio”.

– É um alívio mesmo, uma sensação de pertencimento, das pessoas te esperando, todo mundo se importando – disse.

Isabel estava com a irmã, Ana Costa, e com outros familiares, em um passeio de lancha. Ana, que também falou sobre o episódio, disse lembrar-se de ver a rocha caindo em cima do barco em que estava e de pensar que iria morrer.

– Eu lembro que vi a rocha caindo, vindo uma onda preta em cima do barco. A gente afundou, mergulhou e, nessa hora, eu falei: “eu vou morrer” – relatou Ana.

SOBRE O CASO
Uma enorme rocha se desprendeu de um cânion na cidade de Capitólio, em Minas Gerais, por volta das 12h30 de sábado (8), causando um grande acidente que atingiu ao menos quatro embarcações, de acordo com o Corpo de Bombeiros. Dez pessoas morreram e ao menos duas seguem internadas.

Desde a tarde de sábado, uma equipe de mergulhadores está no local e não há previsão de término das buscas. Ao todo, 27 pessoas foram atendidas e liberadas. A Marinha foi acionada e vai investigar as circunstâncias do ocorrido. A Defesa Civil local já havia emitido um alerta sobre chuvas intensas na região, com a possibilidade da ocorrência de uma “cabeça d’água”.

*Pleno.News


Apesar dos dez mortos terem sido resgatados, algumas vítimas tiveram somente partes de corpos encontradas; reunião discutirá segurança do turismo na região

Foto: CBMMG
Foto: CBMMG

As buscas no Lago de Furnas, em Capitólio (MG), continuarão pelos próximos dias, conforme anunciaram a Defesa Civil e a Polícia Civil de Minas Gerais. Segundo os órgãos, os trabalhos prosseguirão porque, embora todos os dez mortos tenham sido resgatados, algumas vítimas tiveram somente pedaços de corpos encontrados. 

Além disso, a polícia aguarda eventuais comunicações de novos desaparecimentos, no caso de eventuais turistas que estavam sozinhos. “Pode ser que uma pessoa ou um casal estivesse caminhando e tenha caído uma pedra. Até o momento, nenhum dos órgãos recebeu informação de outros desaparecidos. Nós estamos iniciando e não temos pressa de terminar os trabalhos”, disse o delegado Marcos Pimenta, da Polícia Civil mineira.

Segundo Pimenta, até agora foram identificados apenas dois corpos, um formalmente, com base nas impressões digitais, e outro com base em reconhecimento precário de parentes, que ainda requer comparação com material genético. Oimpacto da rocha, informou o delegado, está dificultando os trabalhos de reconhecimento.

Responsabilidades

O sargento da Defesa Civil de Minas Gerais Wander Silva informou que a apuração sobre a falta de fiscalização e de medidas de segurança, que poderiam ter prevenido a tragédia, será discutida na investigação do inquérito aberto pela Marinha.

“Este não é o momento [de discutir isso]. Estamos concentrados nas buscas, e essas responsabilidades, no decorrer do inquérito, serão apuradas. Isso será verificado posteriormente”, argumentou. Cerca de duas horas antes da tragédia, a Defesa Civil mineira emitiu um alerta de cabeça d´água (forte enxurrada em rios provocada por chuvas) para a região de Capitólio, mas os passeios turísticos continuaram normalmente.

Reunião

Os prefeitos de São José da Barra, Paulo Sergio de Oliveira, e de Capitólio, Cristiano Silva, anunciaram que medidas para reforçar a segurança do turismo no Lago de Furnas serão discutidas nesta segunda-feira (10). O encontro reunirá prefeitos da região e representantes da Defesa Civil de Minas Gerais, da Polícia Militar e da Marinha.

Segundo o prefeito de Capitólio, uma lei municipal de 2019 disciplina o turismo no cânion, proibindo banhos na área de circulação das lanchas e limitando a 40 o número de embarcações que podem permanecer por até 30 minutos na área do cânion. Além disso, normas da Marinha estabelecem o ordenamento da orla do lago.

Ele admitiu, no entanto, que, até agora, não existia uma norma sobre a distância mínima entre as lanchas e os paredões rochosos. Segundo ele, um perímetro mínimo de segurança só poderá ser definido após estudo técnico. O prefeito ressaltou que o desprendimento de um bloco tão grande é inédito na região.

“Meu pai vive aqui há 76 anos e nunca viu um desligamento de rocha desses. Acredito que, daqui para a frente, a gente precisa fazer uma análise [geológica]. Aquelas falésias estão ali há milhares de anos. Essa formação rochosa de quartzito tem essas fendas e fissuras. Já foram feitos vários estudos geológicos. Se tinha algum risco, tinha de ser emitido por um órgão superior”, explicou.

O prefeito disse ainda que uma foto de 2012, divulgada ontem nas redes sociais, com paredão com fissura larga, não se refere à rocha que desabou, mas a um que continua intacto no trecho central do cânion. De acordo com ele, a fissura no bloco que desmoronou era menor que a da pedra mostrada na foto.

Visita cancelada

O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, que visitaria o município de Capitólio no domingo, cancelou a ida à região. Segundo o governo estadual, o mau tempo impossibilitou a viagem.

“Por causa das fortes chuvas que atingem o estado, as quais inviabilizam as autorizações e condições para voo, o governador não irá a Capitólio neste domingo. Nova data para a viagem será anunciada em breve”, informou a Secretaria de Governo do estado.

Informações Bahia.ba


Deslizamento de rocha em Capitólio (MG)
Foto: Divulgação CBMMG

Os corpos das duas últimas vítimas desaparecidas no desmoronamento de um bloco de pedras no lago de Furnas, em Capitólio (MG), foram encontrados agora à tarde, informou o Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais. Segundo a corporação, a tragédia deixou um saldo de dez mortos e pelo menos 32 feridos.

O oitavo corpo havia sido resgatado de manhã. Os corpos foram levados para o Instituto Médico Legal de Passos (MG), onde estão sendo identificados com a ajuda de papiloscopistas enviados pela Superintendência da Polícia Federal em Belo Horizonte.

Os trabalhos de busca tinham recomeçado às 5h de hoje (9) e envolveram cerca de 50 pessoas, entre bombeiros e militares da Marinha. Ao todo, 11 mergulhadores do Corpo de Bombeiros atuaram na operação.

A Marinha do Brasil empregou sete embarcações – quatro lanchas e três motos aquáticas. Ao todo, 30 militares trabalharam na operação: 20 no local do desastre e 10 no centro de coordenação montado no município de São João Batista do Glória, perto de Capitólio.

As operações haviam sido interrompidas às 19h de ontem (8) por falta de visibilidade. O desabamento ocorreu por volta das 12h30 desse sábado, quando um grande bloco de pedra se desprendeu do cânion do Lago de Furnas e caiu sobre pelo menos três lanchas. Duas embarcações afundaram.

Em relação aos feridos, a maioria sofreu ferimentos leves, mas pelo menos duas pessoas tiveram fraturas expostas e passaram por cirurgias em hospitais da região. Vídeos nas redes sociais mostraram o momento do desabamento, no principal ponto turístico do passeio de lancha, com duas cachoeiras na entrada do cânion.


Deslizamento de rocha em Capitólio (MG)
Foto Divulgação CBMMG

O oitavo corpo de vítima do desmoronamento de um bloco de pedras no lago de Furnas, em Capitólio (MG), foi encontrado, confirmou há pouco o Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais. Segundo a corporação, ainda existem dois desaparecidos.

Os trabalhos de busca recomeçaram às 5h de hoje (9) e envolvem cerca de 50 pessoas, entre bombeiros e militares da Marinha. Ao todo, 11 mergulhadores do Corpo de Bombeiros atuam na operação. A Marinha do Brasil emprega sete viaturas, quatro lanchas e três motos aquáticas.

As operações haviam sido interrompidas às 19h de ontem (8) por falta de visibilidade. O desabamento ocorreu por volta das 12h30, quando um grande bloco de pedra se desprendeu do cânion do Lago de Furnas e caiu sobre pelo menos três lanchas. Duas embarcações afundaram.

Além dos oito mortos, a tragédia deixou 32 pessoas feridas. Pelo menos dois dos feridos tiveram fraturas expostas e passaram por cirurgias em hospitais da região. Vídeos nas redes sociais mostraram o momento do desabamento, no principal ponto turístico do passeio de lancha, com duas cachoeiras na entrada do cânion.

*Agência Brasil


Foto: Reprodução

O porta-voz do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais, o tenente Pedro Aihara, relatou que a lancha mais afetada pela queda de um bloco dos cânions de Capitólio, neste sábado (8), tinha o nome de ‘Jesus’. No chocante vídeo que mostrou o deslizamento do paredão de pedras, a embarcação é que está mais próxima e na direção da queda das rochas.

Segundo Aihara, todas as pessoas que morreram ou estão desaparecidas estavam na lancha ‘Jesus’.

– As pessoas que no momento estão desaparecidas são das que estavam na lancha de nome Jesus que foi atingida diretamente pela rocha. Essas três [agora duas] não foram encontradas, nem resgatadas. A lancha Jesus teve o maior número de atingidos – informou o tenente.

As buscas pelos desaparecidos foram retomadas no início da manhã deste domingo (9). Das pessoas que estavam sem paradeiro, uma já foi encontrada, sendo do sexo masculino – aumentando para 8 o número de mortos no acidente. Ainda restam duas pessoas desaparecidas.

*Pleno.News


Declaração foi dada pelo presidente durante conversa com jornalistas

Presidente Jair Bolsonaro Foto: Isac Nóbrega/PR

Em conversa com jornalistas neste sábado (8), o presidente Jair Bolsonaro revelou que está com uma “hérnia grande” do lado direito da barriga. De acordo com ele, existe a possibilidade de passar por um procedimento para tratar o problema.

De acordo com ele, a ideia seria utilizar uma tela cirúrgica.

– Eu estou com uma hérnia grande do lado direito, talvez tenha que colocar uma tela aqui. No resto, tudo bem. Estou louco para comer um salgadinho aí, mas está a esposa aí. Se ela não estivesse, já tinha traído o doutor Macedo. É a vida – destacou.

No começo da semana, Bolsonaro chegou a ser internado com uma obstrução intestinal. Ele foi liberado dois dias após dar entrada no hospital.

Informações Pleno News