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A pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (11) indicou que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é desaprovado por 49% dos brasileiros e aprovado por 45% da população, enquanto 6% dos entrevistados não souberam responder. Os números fazem parte de um levantamento realizado entre os dias 5 e 9 de fevereiro.

A desaprovação manteve o resultado numérico apresentado na rodada anterior da pesquisa, divulgada em janeiro. Já a aprovação oscilou dois pontos percentuais para baixo.

Segundo a pesquisa, 39% dos brasileiros avaliam o governo Lula como negativo. Outros 33% acham a gestão federal positiva. Para 26%, a administração é regular, enquanto 2% não responderam. Em relação ao levantamento anterior, todos os índices oscilaram dentro da margem de erro.

A Genial/Quaest entrevistou 2.004 brasileiros de 16 anos ou mais entre os dias 5 e 9 de fevereiro. A margem de erro é de dois pontos porcentuais e o nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00249/2026.

*AE
Foto: EFE/EPA/HOW HWEE YOUNG


Proposta pelo governo, medida agora vai para análise do Senado

© Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados

A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (10) o projeto de lei que cria a Universidade Federal do Esporte (UFEsporte), com sede em Brasília, para atuar na área do conhecimento relativa à ciência do esporte. A proposta será enviada ao Senado.

Projeto de Lei 6133/25 foi uma iniciativa do governo federal, apresentada no fim do ano passado. Na mesma época, o governo também anunciou a criação da Universidade Federal Indígena (Unind), cujo projeto segue em tramitação.

O texto aprovado em plenário é um substitutivo do relator, deputado Julio Cesar Ribeiro (Republicanos-DF). Ele retirou do texto expressões como misoginia, racismo e gênero no trecho sobre as finalidades da nova universidade ligadas ao enfrentamento dessas questões no esporte.

Pela proposta, fica permitida a abertura futura de campi em outros estados.

O estatuto da nova autarquia definirá sua estrutura organizacional e forma de funcionamento, observado o princípio de não separação das atividades de ensino, pesquisa e extensão. A instituição poderá utilizar formas alternativas de ingresso, estratégias de atendimento e fomento, respeitadas as normas de inclusão e de cotas.

“A criação da UFEsporte se justifica pelo fato de o Brasil carecer de profissionais qualificados nas áreas de gestão, ciência do esporte e políticas públicas, situação que contrasta com a reconhecida capacidade do país em descobrir grandes talentos esportivos”, destacou o relator, ao ler seu voto em plenário.

Além de outros bens, legados e direitos doados, a UFEsporte contará com bens móveis e imóveis da União que o projeto permite doar para a instituição começar a funcionar administrativamente. A autarquia contará ainda com receitas eventuais, a título de remuneração por serviços prestados compatíveis com sua finalidade; e de convênios, acordos e contratos celebrados com entidades e organismos nacionais e internacionais.

Parte da receita de apostas em bets também poderá ser direcionada pelo Ministério do Esporte.

Segundo o que prevê o projeto, caberá ao governo federal nomear o reitor e o vice-reitor com mandato temporário até que a universidade seja organizada na forma de seu estatuto. Caberá ao reitor temporário estabelecer as condições para a escolha do reitor de acordo com a legislação.

Dentro de 180 dias da nomeação do reitor e vice-reitor temporários, a instituição enviará ao Ministério da Educação propostas de estatuto e regimento geral.

“A oferta pública e gratuita de cursos de tecnólogos, graduação e pós-graduação, com abrangência em todas as regiões do país, enfocando a qualidade da formação de novos profissionais e assegurando condições de acesso e permanência a atletas estudantes, parece-nos bastante positiva e tende a suprir uma carência histórica dos profissionais do setor”, continuou o deputado Julio César Ribeiro, em seu voto.

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Concurso público

Após autorização de lei orçamentária, a instituição poderá organizar concurso público de provas e de títulos para o ingresso na carreira de professor do magistério superior e na carreira de técnico-administrativo.

Para o líder do governo, deputado José Guimarães (PT-CE), a criação da universidade é muito mais uma demanda da sociedade do que iniciativa do governo.

“Isso vem sendo discutido há muito tempo. Todos os esportistas brasileiros pedem que essa universidade exista, inclusive como formadora de atletas e de diretrizes para o esporte brasileiro nas suas variadas modalidades”, disse.

Contrário à proposta, o deputado Alberto Fraga (PL-DF), vice-líder da oposição, afirmou que o projeto é “eleitoreiro e populista”.

“O governo anuncia a criação sem colocar um centavo no Orçamento. É marketing puro, é uma promessa vazia que gera manchete hoje e será esquecida amanhã”, disse.

A deputada Julia Zanatta (PL-SC) criticou o fato de o governo criar universidades sem conseguir manter as instituições de ensino já existentes.

*Com informações da Agência Câmara de Notícias. 


O ex-ministro da Cidadania e presidente estadual do PL, João Roma, falou sobre especulações que circulam nos bastidores da política nacional envolvendo o nome de ACM Neto para as eleições de 2026.

Questionado sobre a possibilidade de o ex-prefeito de Salvador integrar uma chapa presidencial, Roma afirmou que essa hipótese já foi tratada publicamente e descartada pelo próprio ACM Neto.

“Ele mesmo já respondeu que a chance disso era zero”, disse.

Segundo João Roma, o foco de ACM Neto está em outro projeto político, considerado por ele mais estratégico neste momento.

“Ele acredita que consegue ajudar muito mais sendo candidato a governador, fazendo com que vários votos possam ser revertidos em benefício da Bahia e do Brasil”, concluiu.


Relatório de ONG internacional cita o caso do Banco Master, que envolve Moraes e Toffoli, ministros do STF, e cuja investigação sigilosa é permeada de dúvidas

Fachada do Banco Master, em São Paulo
Caso Master e envolvimento de Toffoli e Moraes é citado por ONG que faz relatório sobre percepção da corrupção | Foto: Divulgação

O Brasil registrou em 2025 a segunda pior nota de sua história no Índice de Percepção da Corrupção (IPC), com 35 pontos, segundo relatório divulgado nesta terça-feira, 10, pela ONG Transparência Internacional. O resultado mantém o país na 107ª posição entre os 182 avaliados. O caso do Banco Master, que envolve ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), foi citado pela ONG. O caso é chamado de “maior fraude bancária já registrada no país”.

A pontuação, que varia de 0 a 100 — sendo 0 a pior percepção de corrupção e 100 a melhor —, mostra o Brasil ainda abaixo da média mundial e do recorte das Américas, ambos com 42 pontos. Em 2024, o país havia registrado 34 pontos, mas a entidade considerou a oscilação de 1 ponto como estatisticamente irrelevante.

Países como Argentina, Belize e Ucrânia ficaram levemente à frente do Brasil, com 36 pontos. Sri Lanka teve desempenho idêntico ao brasileiro. Já Dinamarca (89), Finlândia (88) e Cingapura (84) lideram o ranking com as melhores avaliações, enquanto Somália e Sudão do Sul dividem a lanterna, com apenas 9 pontos.

Organizações criminosas avançam sobre o Brasil

Junto da publicação do IPC, a Transparência Internacional lançou o relatório Retrospectiva 2025. O documento denuncia o aprofundamento da influência do crime organizado nas estruturas do Estado, em especial por meio de esquemas de corrupção no sistema financeiro e em escritórios de advocacia.

A entidade afirma que parte do poder público brasileiro apresenta sinais de captura por interesses ilícitos. Nesse sentido, elenca medidas urgentes para conter o avanço dessa infiltração.

A organização também defende a instalação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para apurar o caso do Banco Master.

As referências ao caso Master, Toffoli e Moraes

O diretor-executivo da Transparência Internacional – Brasil, Bruno Brandão, disse que o Brasil chamou atenção internacional em 2025, pela “resposta firme e histórica do Supremo Tribunal Federal na responsabilização do ex-presidente Bolsonaro e outros conspiradores que atentaram contra a democracia”, mas, ao mesmo tempo, “chocou o mundo com casos de macrocorrupção em escala inédita, como INSS e Master, impunidade generalizada mesmo para corruptos confessos e condutas desmoralizantes de ministros do próprio STF”. “A corrupção também corrói profundamente a democracia e o Brasil precisa, urgentemente, resgatar e priorizar o enfrentamento deste problema”, declarou.

A ONG também menciona a “rede poderosa de influência” revelada até agora na investigação do caso Master, que perpassa os Três Poderes, mas com audácia maior no Judiciário. “Foi no Judiciário — em especial no STF — que seus tentáculos se mostraram mais audaciosos”, diz o texto da Transparência.

“Tornou-se público um contrato ainda inexplicado de R$ 129 milhões entre o escritório Barci de Moraes, da esposa do ministro Alexandre de Moraes, e o banco fraudador de Daniel Vorcaro — cifra muito acima de padrões nacionais e internacionais de honorários, incluindo bancas globais envolvidas em litígios transnacionais”, afirma a ONG.

Dias Toffoli e Alexandre de Moraes
Os ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, conversam durante evento | Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Em seguida, cita condutas “anômalas” do ministro Dias Toffoli, relator do caso no STF. “As investigações do caso foram avocadas pelo ministro Dias Toffoli, que imediatamente decretou sigilo máximo e passou a exercer ingerência anômala sobre diligências”, afirma a ONG. “Pouco depois, veio à tona que o ministro havia viajado em um jato particular com o advogado do diretor de compliance do Master, alvo da Compliance Zero. Na virada do ano, surgiram revelações ainda mais graves que envolvem negócios imobiliários sem lastro aparente da família Toffoli, com aportes de indivíduos ligados ao Master e à JBS — empresa que já se beneficiou de decisões do próprio ministro”, relembra.

A Transparência solicita ainda que o Legislativo cobre formalmente informações do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Banco Central sobre o inquérito do caso Master, incluindo dados sobre sigilo, cronogramas, atos já praticados e registros de contatos institucionais.

Outra medida sugerida é o envio à Comissão de Constituição e Justiça de um parecer técnico sobre prevenção de conflitos de interesse nos tribunais superiores, com base em boas práticas internacionais.

Ministério Público e STF também são alvo de recomendações

A entidade recomenda que a Procuradoria-Geral da República abra investigações preliminares sobre possíveis irregularidades que envolvem contratos do Master e operações financeiras do Tayayá Resort.

Também pede que o Ministério Público atue pela manutenção dos acordos de leniência e colaboração premiada já firmados. Além disso, exige respeito ao teto constitucional de remuneração para seus membros.

No caso do Judiciário, as propostas incluem a criação de um Código de Conduta para o STF. O texto deve estabelecer regras claras sobre impedimentos, divulgação de agendas e limites para participação em eventos patrocinados.

A Transparência também sugere o sorteio de novo relator para o inquérito do Master, sob a justificativa de evitar conflitos de interesse.

Por fim, a organização cobra o cumprimento das decisões que declararam inconstitucional o chamado “orçamento secreto”. A medida busca conter práticas opacas na destinação de recursos públicos, inclusive em instâncias subnacionais.

Informações Revista Oeste


Durante a missa deste domingo (8), na Capela São Sebastião Pingo D’Água (MG), o padre Flávio Ferreira Alves negou dar a eucaristia para os fiéis que apoiam o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e pediu para que eles se retirassem da igreja.

Duas mulheres que assistiam à missa gravaram o momento e, indignadas, compartilharam em suas redes sociais. Rapidamente o vídeo viralizou.

– Tem católico concordando com ele. Tem católico concordado com Nikolas. Vou falar uma coisa grave, se você concorda com o Nikolas, que não quer dar botijão de gás para o pobre, por favor, saia da igreja agora. Você não merece receber a eucaristia – disse o padre.

A Diocese de Caratinga, responsável pela paróquia, se pronunciou por meio de uma nota pública (leia ao final da matéria), dizendo que a fala do padre “não condiz com as orientações pastorais da Igreja” e que o sacerdote “expressa seu profundo arrependimento” e pede perdão a toda a comunidade.

A crítica é sobre o deputado ter votado contra a medida provisória 1313/25 do governo que modifica o programa de distribuição de gás. Nikolas explicou que votou contra porque o novo formato proposto tira o valor do botijão que era pago aos beneficiários do Vale-Gás e obriga o cidadão a retirar o produto apenas em pontos cadastrados.

– Óbvio que votei contra o projeto “Gás do Povo”, do Lula, porque sou a favor do “Gás dos Brasileiros”, um programa que já existe e que o Lula quer complicar. Antes, o auxílio caía direto na conta da mãe de família. Ela decidia onde comprar. Agora, o Lula quer te obrigar a buscar o seu gás em revendas credenciadas pelo governo, sem prazo claro de quanto tempo você terá esse benefício, sem autonomia, sem liberdade – explicou o parlamentar, pelas redes sociais.

E continuou:

– No final, deixará seu gás mais caro e com a finalidade de manter as pessoas presas pra ter o voto dela nas eleições. E o povo sabe disso. E não custa perguntar: se a pobreza caiu como o Lula diz, por que 50 milhões de brasileiros ainda dependem de gás “gratuito” pra cozinhar?

A MP aprovada altera o nome do programa Gás dos Brasileiros para Gás do Povo e prevê o fim definitivo da ajuda em dinheiro até 2027. Pela regra, a família não poderá acumular o recebimento em dinheiro e a retirada gratuita do botijão.

*Pleno.News
Fotos: Diocese de Caratinga | Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados


Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

A Bahia está com inscrições abertas para o segundo ciclo do Mais Médicos Especialistas. A iniciativa faz parte do programa Agora Tem Especialistas, que visa ampliar o acesso ao atendimento especializado no Sistema Único de Saúde (SUS). No estado, foram disponibilizadas 43 vagas imediatas em serviços hospitalares e ambulatórios especializados da rede pública de 19 cidades baianas. 

O edital prevê a seleção de 1206 médicos especialistas em todo o país, distribuídos em 16 especialidades prioritárias, como anestesiologia, cirurgia geral, radiologia, mastologia, ginecologia e oncologia clínica. O foco de atuação desses profissionais são regiões remotas, com alta demanda e maior vulnerabilidade social.

Segundo o ministério, atualmente, 583 médicos especialistas atuam no programa em todas as regiões do país e, com o novo edital, a expectativa é chegar a 1.500 profissionais. A maior parte deles atua no interior (48,7%) e nas regiões metropolitanas (34%). Na Bahia, 45 médicos atuam em áreas como cirurgia ginecológica e oncológica, endoscopia e colposcopia, em diversos municípios baianos.

“Isso só é possível graças ao esforço do programa Agora Tem Especialistas, que integra um conjunto de iniciativas do Ministério da Saúde voltadas à formação profissional na área da saúde. Em articulação com o Ministério da Educação, estamos vivendo um momento histórico no fortalecimento da formação e do provimento de profissionais para o SUS”, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

As inscrições podem ser feitas na plataforma da UNA-SUS até o dia 19 de fevereiro.

Fonte: Bahia noticias


O senador e general da reserva Hamilton Mourão (Republicanos) criticou o julgamento em curso no Superior Tribunal Militar (STM) que pode levar à perda da patente do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e de outros quatro integrantes das Forças Armadas. Segundo ele, o caso está inserido em um contexto de “injustiças”.

Ele também disse considerar a situação “extremamente desgastante”.

De acordo com Mourão, o processo afeta militares que, em sua avaliação, dedicaram toda a trajetória profissional ao Exército e ao país e que agora terão sua conduta analisada sob o aspecto da honra militar.

– O julgamento acontece na esteira das injustiças ocorridas no processo conduzido ilegalmente pelo STF. No STM serão julgados se infringiram, ou não, a honra militar. Extremamente desgastante para quem dedicou toda uma vida ao Exército e à nação – afirmou ao Metrópoles.

O MPM apresentou ações de perda do oficialato contra Bolsonaro, capitão da reserva do Exército, os generais da reserva Augusto Heleno, Paulo Sérgio Nogueira e Braga Netto, além do almirante Almir Garnier. Todos foram condenados pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

O STM é formado por 15 ministros, sendo cinco civis e dez militares, com cadeiras distribuídas entre Exército, Marinha e Aeronáutica.

Confira os relatores:

– Bolsonaro: ministro Carlos Vyuk Aquino (Aeronáutica);
– Almirante Garnier: ministra Veronica Sterman (Civil);
– General Paulo Sérgio Nogueira: ministro Barroso Filho (Civil);
– General Augusto Heleno: ministro Celso Luiz Nazareth (Marinha);
– General Braga Netto: ministro Flavio Marcus Lancia (Exército).

*Pleno.News
Foto: Marcos Corrêa/PR


O presidente da escola de samba Acadêmicos de Niterói, Wallace Palhares, foi exonerado do cargo de assistente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), nesta quinta-feira (5). A decisão foi assinada pelo deputado Guilherme Delaroli (PL), primeiro vice-presidente da Casa em exercício, e publicada no Diário Oficial Legislativo.

A exoneração ocorre às vésperas do carnaval de 2026, quando a Acadêmicos de Niterói desfilará na Marquês de Sapucaí com um enredo em homenagem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT): Do alto do mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil.

A escola abrirá a primeira noite de desfiles no Sambódromo, em 15 de fevereiro.

Palhares ocupava o cargo na Alerj desde 2025 e estava lotado na Comissão de Transportes, vinculada ao gabinete do deputado Dionísio Lins (PP), vice-líder do governo Cláudio Castro (PL). Em janeiro deste ano, recebeu R$ 7.961,34 – valor que quase triplicou em relação a abril de 2025 – segundo dados do Portal da Transparência da Alerj.

Procurada, a Acadêmicos de Niterói não respondeu. A assessoria de Delaroli informou que não comenta casos específicos e afirmou que as exonerações fazem parte do processo de transição administrativa da Alerj.

*Pleno.News
Foto: Ricardo Stuckert/PR


A Justiça de São Paulo nomeou Suzane von Richthofen como inventariante do espólio de seu tio, o médico Miguel Abdalla Netto, encontrado morto em janeiro na casa onde vivia, no bairro do Campo Belo, Zona Sul da capital. A decisão faz com que Suzane passe a ser a responsável por administrar o patrimônio estimado em cerca de R$ 5 milhões até a conclusão do processo de partilha.

Na decisão, a juíza Vanessa Vaitekunas Zapater, da 1ª Vara da Família e Sucessões, afirmou que o passado criminal de Suzane não interfere na condução do inventário. Segundo a magistrada, diante da ausência de manifestação formal de outro interessado na função, Suzane seria a única pessoa apta a exercer o encargo legal de inventariante.

Miguel Abdalla Netto morreu aos 76 anos, solteiro, sem filhos e sem deixar testamento. Nesses casos, a legislação prevê que a herança seja destinada aos sobrinhos vivos, entre eles Suzane e o irmão, Andreas. O conjunto de bens inclui dois imóveis e um veículo, avaliados em aproximadamente R$ 5 milhões.

No caso de Suzane, ela terá o dever de administrar e preservar os bens do falecido durante o andamento do processo judicial, prestando contas ao juízo e sem autorização para vender, transferir ou usufruir do patrimônio. A nomeação não implica automaticamente o direito à herança, que ainda será analisado no decorrer do inventário.

A empresária Carmem Silvia Gonzalez Magnani, que sustenta que teve uma união estável com o médico, também disputava a função de inventariante e informou que pretende recorrer da decisão. A defesa afirma ter sido surpreendida antes do término do prazo para apresentação de documentos que, segundo ela, comprovariam a existência da união.

Paralelamente, a disputa familiar ganhou novos contornos após o registro de um boletim de ocorrência de Carmem no qual ela acusa Suzane de retirar itens da residência do médico sem autorização judicial, entre eles móveis e uma bolsa com documentos e dinheiro. A Polícia Civil apura se houve invasão e eventual furto.

*Pleno.News
Foto: MARCELO GONCALVES/SIGMAPRESS/ESTADÃO


As regras precisam ser publicadas até 5 de março, conforme determina a legislação

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O Ministério Público Eleitoral sugeriu a aplicação de penalidades financeiras para combater o uso de conteúdos falsos criados com inteligência artificial nas eleições de 2026. A proposta prevê multas que variam de R$ 5 mil a R$ 30 mil para quem divulgar materiais manipulados ou gerados por IA com objetivo de desinformar eleitores.

A medida foi apresentada durante uma audiência pública no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que debate mudanças nas normas eleitorais. A punição poderá atingir tanto quem compartilha o conteúdo quanto os beneficiários diretos, desde que fique comprovado que tinham conhecimento prévio da prática.

As sugestões serão avaliadas pelo vice-presidente da Corte, ministro Kassio Nunes Marques, e podem integrar a regulamentação que será submetida ao plenário do TSE. Para valer nas eleições de 2026, as regras precisam ser publicadas até 5 de março, conforme determina a legislação.

Durante o debate, o governo federal também defendeu limites mais rígidos ao uso de sistemas de inteligência artificial no período eleitoral, incluindo restrições a recomendações automatizadas de candidatos, exigência de redirecionamento para canais oficiais da Justiça Eleitoral e maior responsabilidade das plataformas de IA para prevenir abusos.

Informações Bahia.ba

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