Viatura da Polícia Federal ficou com vidros estilhaçados

Roberto Jefferson trocou tiros com a polícia Fotos: Reprodução/Redes Sociais

O ex-deputado federal Roberto Jefferson (PTB) trocou tiros com a Polícia Federal (PF) neste domingo (23), durante o cumprimento de um mandado de prisão em sua casa, em Levy Gasparian, no Rio de Janeiro, e acabou baleando um agente da corporação. Não há informações sobre o estado de saúde do policial.

O ex-parlamentar utilizou câmeras do circuito interno da casa para monitorar a movimentação da equipe, formada por três agentes, que estavam na porta do imóvel. De acordo com Jefferson, ele recebeu tiros e respondeu. O para-brisas do veículo da Polícia Federal foi estilhaçado pelos disparos.

Informações Pleno News


Influenciadora digital teme andar na rua 

A influenciadora digital Josi Flora | Foto: Reprodução/Instagram

Josi Flora Mauricio é influenciadora digital. Depois de gravar um vídeo comentando o resultado do primeiro turno da eleição, contudo, a vida da baiana que mora em Salvador mudou completamente. Isso porque ela foi ameaçada de morte por uma conhecida, que é professora de geografia de escola pública, e militante do PT. O motivo: Josi disse que a Bahia não estava com Lula.

A funcionária que jurou a influenciadora deixou um aviso: “Uma bala perdida pode encontrar-nos a qualquer momento com o seu presidente. A solução, agora, é na bala.” Josi registrou um Boletim de Ocorrência, após o ataque. Ela só foi ouvida na quinta-feira 20, um processo que levou duas semanas. Além disso, só agora a docente responsável pelas ameaças foi intimada a depor.

“A partir daquele dia, mudei meus hábitos completamente”, revelou Josi. “Agora, eu só publico stories no Instagram quando chego em casa. Na rua, fico observando os carros com atenção, sobretudo os que transitam devagar. Na minha cabeça, alguém vai descer do veículo e atirar em mim. Perdi a liberdade.”

Em entrevista à Revista Oeste, Josi justificou sua fala no vídeo. “Não houve festejo aqui com o resultado da eleição”, lembrou. “Aqui, não temos saúde, segurança e educação. Falar que o baiano apoia o ex-presidente Lula é mentira.”

Em vez de ganhar o apoio do movimento negro, Josi recebeu ameaças dos integrantes da esquerda. Os ataques, geralmente, vêm de membros do grupo que estudam na Universidade Federal da Bahia. “São pessoas extremamente preconceituosas, principalmente se veem você com brancos”, afirmou Josi, que acredita ser discriminada por ser conservadora.

“Nasci de direita”, disse. “Minha mãe é testemunha de Jeová. Minha avó nos criou para sermos mulheres de bem, estudadas, e não promíscuas. Minha base familiar é 98% conservadora.”

Informações Revista Oeste


Bilhetes de aposta da mega-sena

Ninguém acertou as seis dezenas no Concurso 2.532 da Mega-Sena, sorteadas nesse sábado (22) à noite no Espaço Loterias Caixa, no Terminal Rodoviário do Tietê, em São Paulo.

Ficam acumulados para o próximo concurso (2.533), na quarta-feira (26), R$ 115 milhões. As dezenas sorteadas foram 10, 14, 17, 18, 23  e 30.

A quina teve 259 ganhadores e cada um vai receber R$ R$ 27, 1 mil. Acertaram a quadra 18.616 pessoas, que receberão o prêmio individual de R$ 539,96.

As apostas na Mega-Sena podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país ou pela internet, no siteda Caixa Econômica Federal – acessível por celular, computador ou outros dispositivos. É necessário fazer um cadastro, ser maior de idade (18 anos ou mais) e preencher o número do cartão de crédito.

Informações Agência Brasil


A primeira-dama Michelle Bolsonaro criticou a gestão dos governos do PT e disse que, ao longo de 16 anos, nada foi feito pelo país. Ela participa de evento de campanha para reforçar o apoio ao presidente Jair Bolsonaro em Minas Gerais.

O ato ocorre na praça da Pampulha, em Belo Horizonte, e também conta com o apoio do governador reeleito de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), e com a senadora eleita Damares Alves (Republicanos-DF). De acordo com Michelle, a campanha adversária está propagandeando obras que não foram finalizadas pelo PT.

“Ficaram 16 anos e não fizeram nada. Não levaram água para o Nordeste e estão prometendo picanha. Não caiam nesse conto”, disse ela.

A primeira-dama afirmou ainda que nos últimos quatro anos ocorreram avanços. “Olhem para as pautas que ele [Bolsonaro] defende. Não ao aborto, não à legalização das drogas. Em quatro anos, quantos avanços para o povo brasileiro, queremos dar continuidade ao que começamos. Vamos virar pelo bem da nação”, completou.

A senadora eleita Damares Alves destacou que a gestão atual do Executivo desenvolveu políticas para as mulheres. “Estamos com a caravana andando pelo Brasil para falar verdades. Estamos tendo a missão de desconstruir as narrativas que inventaram. Fui a ministra da Mulher do governo Bolsonaro. Antes, estava agoniada por não ver políticas públicas para mulheres. Bolsonaro entregou o plano nacional de enfrentamento do feminicídio, criou 80 leis para mulheres”, destacou.

Créditos: R7.


O pedido para a criação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que pretende investigar os institutos de pesquisas eleitorais foi protocolado na Câmara dos Deputados no fim da tarde desta 6ª feira (21.out). 

O deputado Carlos Jordy (PL-RJ), um dos autores do projeto de resolução que pede a instalação da CPI, afirma que a comissão quer apurar o uso político das empresas de pesquisas eleitorais “a fim de influenciar o resultado das eleições em favor ou desfavor de determinados candidatos, partidos ou espectro político”. 

O parlamentar que integra a base aliada do presidente e candidato à reeleição Jair Bolsonaro (PL) afirmou que a abertura da Comissão deve ser feita já nos próximos dias. “Há um concenso na Câmara que ainda na semana que vem ela será instalada, no primeiro dia da nossa sessão, possivelmente na 3ª feira (25.out)”, adiantou.

Em entrevista ao programa Poder Expresso, do SBT News, nesta 6ª feira (21.out), Jordy afirmou que a CPI virá para somar aos inúmeros projetos de lei que tramitam na Câmara com o mesmo foco: apurar e a depender das divergências, punir institutos que apresentam diferenças entre os resultados dos levantamentos e das urnas. 

“Isso faz com que eleitores menos esclarecidos sejam motivados a votar no candidato que está em primeiro; sejam induzidos ao erro; outras pessoas que às vezes querem acabar com a eleição no primeiro turno e acabam fazendo o voto útil. Tudo isso acaba desequilibrando o jogo democrárico, afetando a democracia e ditando os rumos do país. Por isso que realmente há que se ter punições aos institutos que cometam fraude”, afirma o deputado.

O documento também é assinado, como coautoria, pelos deputados Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho do presidente, Capitão Derrite (PL-SP) e Paulo Eduardo Martins (PL-PR).

Para instalação de uma CPI na Câmara, são necessárias 171 rubricas, o que corresponde a 1/3 do total de deputados. O requerimento entregue nesta 6ª alcançou 179 assinaturas. 

Apesar do resultado do primeiro turno ter motivado a mobilização, o texto pede investigação das pesquisas a partir do ano de 2014, de candidatos a prefeito, governador, senador e presidente da República, até as eleições de 2022. 

Institutos na mira

Os institutos de pesquisa entaram na mira do Congresso e de parlamentares aliados do presidente Jair Bolsonaro (PL) depois que o resultado das urnas no primeiro turno das eleições, apresentou dado diferente do que revelavam as empresas até então. Os institutos mais criticados foram Datafolha e Ipec. Os dois mostravam que o mandatário teria uma votação inferior à de fato obtida.

“É obvio que não foi uma amostragem que foi de acordo com o que deveria ter sido feito por um instituto de pesquisa ou houve fraude. Porque foi um resultado combinado. Três institutos errando fora da margem de erro e de forma idêntica? Há de se ter uma investigação não só a respeito desse fato, mas de diversos outros que influenciaram a aleição para senador e diversos outros no país”, diz Carlos Jordy.

Acusações de manipulação e de que os institutos estariam desmoralizados, em virtudes dos erros, ecoaram nas redes sociais após movimento liderado pelo presidente. Em 3 de outubro, após a totalização dos resultados pelo TSE, que indicou segundo turno nas eleições presidenciais 2022, Bolsonaro foi categórico: “As pesquisas estão desmoralizadas”.

E desde então tem repetido os ataques. Em live em 5 de outubro, afirmou que os institutos pretendem atngir a democracia. “Os institutos estão trabalhando, na verdade, para quem os contrata, não é para fazer pesquisa séria. A intenção é interferir na democracia. Falam tanto de atos antidemocráticos. Isso é um ato antidemocrático.” 

Créditos: SBT News.


Carta de Lula a evangélicos “chegou tarde” para mudar cenário, afirma especialista: “O povo tem valores religiosos”

Em entrevista à CNN neste sábado (22), o sociólogo e coordenador do núcleo Fé e Cultura da PUC, Francisco Borba, afirmou que a carta de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) direcionada ao público evangélico “chegou tarde para uma grande mudança no cenário [eleitoral]”.

“Eu acho que a carta do PT chegou muito tarde para uma grande mudança no cenário. Ela estanca uma sangria que estaria sangrando cada vez mais se não fosse essa carta, mas ela não vai fazer grandes mudanças”, disse.

Borba ainda destacou que o teor da carta poderia trazer “certo sentimento de desconfiança” dentro da comunidade.

“É uma carta para os evangélicos ou para o povo brasileiro? Quando a carta passa a ser para os evangélicos, ela cria um certo sentimento de desconfiança do eleitor. O Estado é laico, mas o povo não é ateu ou agnóstico. O povo tem valores religiosos”, concluiu.

Créditos: CNN Brasil.


Durante SuperLive, Neymar conta os motivos de apoiar Bolsonaro “Valores, nosso povo, nossas crianças. Convoco a todos para se posicionarem”; VEJA VÍDEO

Durante a live com o presidente Bolsonaro, o jogador Neymar expõe a sua motivação em apoiá-lo e pede para que outras pessoas também se posicionem.

Veja abaixo:


Informações TBN


Durante evento de campanha em São Paulo, neste sábado (22), o presidente Jair Bolsonaro afirmou que “não se pode admitir censura”. Ele se referiu à decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que proibiu a Jovem Pan de falar sobre a situação jurídica do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Ao conceder direito de resposta ao petista na programação da emissora, o TSE determinou que os comentaristas da empresa se refiram a Lula como “descondenado” e “ex-presidiário”. A determinação foi vista como censura por entidades de imprensa e gerou controvérsia entre os especialistas.

“Hoje, a população acordou para a importância da liberdade. Um homem e uma mulher sem liberdade não vivem. Não podemos admitir censura em nosso país. Ontem, quando cheguei para a sabatina, já que o ladrão fugiu, o descondenado escafedeu-se, o chefe de organização criminosa resolveu não aparecer, nós nos apresentamos”, disse Bolsonaro.

O chefe do Executivo realiza comício em Guarulhos e no fim da tarde pretende participar de uma live com a presença de políticos, atletas e demais apoiadores. “Hoje, a água da censura bateu na bunda de toda a imprensa brasileira. Imprensa tem que ter liberdade, até para errar. Imprensa calada é o pior que pode acontecer na democracia”, completou o presidente.

Bolsonaro afirmou que se for reeleito vai atuar para garantir a liberdade de imprensa. “Haverá maior independência entre os Poderes. Nós não queremos atrito, mas não podemos permitir que nossa liberdade continue sendo açoitada”, destacou.

*Foto: Evaristo Sá
*R7


O presidente Jair Bolsonaro (PL) lidera a corrida pela presidência da República no estado de Minas Gerais, segundo pesquisa eleitoral Futura Inteligência, encomendada pelo banco Modal e divulgada nesta sexta-feira, 21.

Minas Gerais

Em Minas Gerais, onde o ex-presidente Lula venceu no primeiro turno, o petista aparece em segundo lugar nas intenções de voto com 46,5% dos votos válidos. Neste recorde feito entre os eleitores mineiros, Bolsonaro tem 53,5%.

Para a pesquisa, foram ouvidas 1.200 pessoas entre os dias 17 e 19 de outubro. A margem de erro é de 2,9 pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. A sondagem foi registrada no TSE com o número BR-04613-2022. 

Veja o relatório:

modalmais-futura-21-outubroBaixar

Votos válidos – MG

  • Bolsonaro (PL): 53,5%
  • Lula (PT): 46,5%

Créditos: Exame


Lula (PT) e Bolsonaro (PL) são adversários no segundo turno das eleições presidenciais - Ricardo Stuckert e Alan Santos/PR
Lula (PT) e Bolsonaro (PL) são adversários no segundo turno das eleições presidenciais Imagem: Ricardo Stuckert e Alan Santos/PR

As intenções de voto nas eleições para governador —que terão segundo turno em 12 estados— apontam para um “empate” entre os candidatos ligados ao presidente Jair Bolsonaro (PL) e ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Dos favoritos nas principais pesquisas, cinco apoiam a reeleição do atual chefe de governo, cinco estão alinhados ao petista, e outros dois declararam neutralidade.

Os dados são de um levantamento feito pelo UOL Notícias nas pesquisas mais recentes dos institutos IpecDatafolha e Real Time Big Data.

As sondagens mostram que o candidato que apoia Bolsonaro é favorito para vencer em Amazonas, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Santa Catarina e São Paulo.

Já Lula tem a adesão dos líderes nas sondagens em Alagoas, Bahia, Espírito Santo, Paraíba e Sergipe.

Em outros dois estados, Pernambuco e Rio Grande do Sul, os favoritos na intenção de voto não apoiam nem o candidato do PT nem o do PL na corrida presidencial.

Os Institutos Ipec e Real Time Big Data publicaram, nos últimos dias, pesquisas nos 12 estados onde haverá segundo turno. Já o Datafolha fez o levantamento apenas em São Paulo.

Os números usados no levantamento são os de votos válidos, que excluem brancos, nulos e indecisos. As pesquisas têm margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos. A única é exceção é em São Paulo, onde as sondagens de Ipec e Datafolha têm margem de erro de dois pontos.

Confira como estão as pesquisas em cada estado:

Onde os favoritos apoiam Bolsonaro? Os estados onde o líder nas pesquisas é bolsonarista estão divididos entre todas as regiões do país, exceto o Nordeste. Em São Paulo, o ex-ministro Tarcísio de Freitas (Republicanos) leva vantagem sobre Fernando Haddad (PT).

Em Rondônia, os institutos têm apontado empate técnico entre o atual governador Marcos Rocha (União) e o senador Marcos Rogério (PL), ambos apoiadores do presidente. O mesmo ocorre no Mato Grosso do Sul, onde Capitão Contar (PRTB) e Eduardo Riedel (PSDB) estão ambos alinhados com o chefe do Executivo.

  • Amazonas
    – Ipec (19/10):
    Wilson Lima (União) 56% x 44% Eduardo Braga (MDB)
    – Real Time Big Data (17/10):
    Wilson Lima (União) 58% x 42% Eduardo Braga (MDB)
Lima e Braga - Agência Senado e Agência Brasil - Agência Senado e Agência Brasil
Wilson Lima (União Brasil) e Eduardo Braga (MDB)Imagem: Agência Senado e Agência Brasil
  • Mato Grosso do Sul
    – Ipec (21/10):
    Capitão Contar (PRTB) 50% x 50% Eduardo Riedel (PSDB) – Empate técnico
    – Real Time Big Data (17/10):
    Capitão Contar (PRTB) 57% x 43% Eduardo Riedel (PSDB)
Contar e Riedel - Reprodução - Reprodução
Eduardo Riedel x Capitão ContarImagem: Reprodução
  • Rondônia
    – Ipec (19/10):
    Marcos Rocha (União) 50% x 50% Marcos Rogério (PL) – Empate técnico
    – Real Time Big Data (17/10):
    Marcos Rocha (União) 50% x 50% Marcos Rogério (PL) – Empate técnico
Marcos - Arte/UOL sobre Divulgação - Arte/UOL sobre Divulgação
Marcos Rocha e Marcos RogérioImagem: Arte/UOL sobre Divulgação
  • Santa Catarina
    – Ipec (18/10):
    Jorginho Mello (PL) 69% x 31% Décio Lima (PT)
    – Real Time Big Data (20/10):
    Jorginho Mello (PL) 69% x 31% Décio Lima (PT)
Jorginho e Décio - Agência Senado e Divulgação/PT - Agência Senado e Divulgação/PT
Jorginho Mello (PL) e Décio Lima (PT)Imagem: Agência Senado e Divulgação/PT
  • São Paulo
    – Ipec (11/10):
    Tarcísio de Freitas (Republicanos) 53% x 47% Fernando Haddad (PT)
    – Datafolha (19/10)
    Tarcísio de Freitas (Republicanos) 55% x 45% Fernando Haddad (PT)
    – Real Time Big Data (19/10):
    Tarcísio de Freitas (Republicanos) 58% x 42% Fernando Haddad (PT)
Tarcísio - Wilson Dias/Agência Brasil e Marlene Bergamo/Folhapress - Wilson Dias/Agência Brasil e Marlene Bergamo/Folhapress
Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Fernando Haddad (PT)Imagem: Wilson Dias/Agência Brasil e Marlene Bergamo/Folhapress

Onde os favoritos apoiam Lula? Líder de votos no Nordeste, Lula tem o apoio de quatro candidatos que estão à frente nas pesquisas em seus estados na região: Paulo Dantas (MDB) em Alagoas, Jerônimo (PT) na Bahia, João Azevêdo (PSB) na Paraíba e Rogério Carvalho (PT) no Sergipe.

  • Alagoas
    – Ipec (20/10):
    Paulo Dantas (MDB) 55% x 45% Rodrigo Cunha (PSDB)
    – Real Time Big Data (18/10):
    Paulo Dantas (MDB) 57% x 43% Rodrigo Cunha (PSDB)
Paulo Dantas - Divulgação/Arte UOL - Divulgação/Arte UOL
Paulo Dantas (MDB) e Rodrigo Cunha (UB) farão o segundo turno em AlagoasImagem: Divulgação/Arte UOL
  • Bahia
    – Ipec (21/10):
    Jerônimo (PT) 52% x 48% ACM Neto (União) – Empate técnico
    – Real Time Big Data (20/10):
    Jerônimo (PT) 54% x 46% ACM Neto (União)
Jerônimo - Divulgação/Flickr/Jerônimo Rodrigues e Reprodução/TV Globo e  - Divulgação/Flickr/Jerônimo Rodrigues e Reprodução/TV Globo e
Jerônimo Rodrigues (PT), à esquerda, e Salvador ACM Neto (União Brasil)Imagem: Divulgação/Flickr/Jerônimo Rodrigues e Reprodução/TV Globo e 
  • Espírito Santo
    – Ipec (21/10):
    Renato Casagrande (PSB) 55% x 45% Carlos Manato (PL)
    – Real Time Big Data (20/10):
    Renato Casagrande (PSB) 52% x 48% Carlos Manato (PL)
Casagrande - Arte/UOL sobre Divulgação - Arte/UOL sobre Divulgação
Renato Casagrande e Carlos ManatoImagem: Arte/UOL sobre Divulgação
  • Paraíba
    – Ipec (20/10):
    João Azevêdo (PSB) 53% x 47% Pedro Cunha Lima (PSDB)
    – Real Time Big Data (18/10):
    João Azevêdo (PSB) 56% x 44% Pedro Cunha Lima (PSDB)
Azevedo - Arte/UOL sobre Divulgação - Arte/UOL sobre Divulgação
João Azevedo e Pedro Cunha LimaImagem: Arte/UOL sobre Divulgação
  • Sergipe
    – Ipec (20/10):
    Rogério Carvalho (PT) 51% x 49% Fábio Mitidieri (PSD) – Empate técnico
    – Real Time Big Data (19/10):
    Rogério Carvalho (PT) 57% x 43% Fábio Mitidieri (PSD)
Rogério Carvalho - Reprodução - Reprodução
Candidatos ao Governo de SE, Fábio Mitidieri (PSD) e Rogério Carvalho (PT)Imagem: Reprodução

Onde os favoritos declararam neutralidade? Em apenas dois estados, Pernambuco e Rio Grande do Sul, o líder nas pesquisas declarou neutralidade na disputa entre Lula e Bolsonaro. Ambos são do PSDB: Raquel Lyra (PE) e Eduardo Leite (RS).

Estas unidades da federação são as únicas em que as pesquisas apontam uma virada do candidato que ficou em 2º lugar no primeiro turno.

  • Pernambuco
    – Ipec (11/10):
    Raquel Lyra (PSDB) 54% x 46% Marília Arraes (Solidariedade)
    – Real Time Big Data (18/10):
    Raquel Lyra (PSDB) 56% x 44% Marília Arraes (Solidariedade)
Lyra - Reprodução e Tiago Calazans - Reprodução e Tiago Calazans
Raquel Lyra e Marília Arraes disputam o governo de PernambucoImagem: Reprodução e Tiago Calazans
  • Rio Grande do Sul
    – Ipec (21/10):
    Eduardo Leite (PSDB) 55% x 45% Onyx Lorenzoni (PL)
    – Real Time Big Data (20/10):
    Eduardo Leite (PSDB) 51% x 49% Onyx Lorenzoni (PL) – Empate técnico
Leite e Onyx - Alan Santos/PR e José Cruz/Agência Brasil - Alan Santos/PR e José Cruz/Agência Brasil
Onyx Lorenzoni (PL) e Eduardo Leite (PSDB)Imagem: Alan Santos/PR e José Cruz/Agência Brasil

Informações UOL