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Imagem: Arte/UOL

Após a divulgação da pesquisa Ipec nesta segunda-feira (24), o Agregador de Pesquisas do UOL aponta que Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera com 47% a média das intenções de voto no segundo turno das Eleições 2022 para presidente. A vantagem sobre o presidente Jair Bolsonaro (PL), que tem 46%, é de apenas um ponto percentual.

O Agregador de Pesquisas do UOL é uma ferramenta criada pelo estatístico Neale El-Dash, do site Polling Data, que reúne pesquisas de opinião feitas por 20 empresas diferentes.

Na pesquisa Ipec divulgada nesta segunda, a margem de vantagem de Lula sobre Bolsonaro foi maior. O ex-presidente registrou 54% das intenções de votos válidos, contra 46% do atual mandatário.

Os números apontados pelo Agregador do UOL ainda não consideram os resultados das pesquisas presidenciais dos institutos Ipespe e Paraná Pesquisas, que foram divulgadas nesta terça-feira (25). Lula também apareceu na liderança de ambos os levantamentos.

O ex-presidente registrou 53% dos votos válidos no Ipespe, contra 47% de Bolsonaro; e, no Paraná Pesquisas, tem 50,2% contra 49,8%. Nas duas pesquisas, os candidatos estão empatados tecnicamente na margem de erro.

No primeiro turno das Eleições 2022, a vantagem do petista sobre o candidato à reeleição foi de pouco mais de 6 milhões de votos. Lula teve 48,43% dos votos válidos, com um total de 57.259.504 votos. Bolsonaro conquistou 43,20% dos votos válidos, ou 51.072.345 votos.

Próximas pesquisas para presidente

Três novas pesquisas eleitorais para presidente devem ser divulgadas nesta quarta-feira (26). Os levantamentos foram registrados na Justiça Eleitoral pelos institutos Quaest, PoderData e Futura.

Na quinta-feira (27), será a vez de Datafolha e Atlas divulgarem seus levantamentos sobre o segundo turno entre Lula e Bolsonaro.

No sábado (29), véspera do dia da votação, ao menos seis novas pesquisas presidenciais devem ser divulgadas. Os levantamentos são dos institutos Datafolha, Ipec, Quaest, Atlas, MDA e Paraná Pesquisas.

Informações UOL


O ex-deputado federal Roberto Jefferson, preso no domingo pela PF - Valter Campanato/Agência Brasil
O ex-deputado federal Roberto Jefferson, preso no domingo pela PF Imagem: Valter Campanato/Agência Brasil

O ex-deputado Roberto Jefferson reforçou as ofensas contra o ministro Alexandre de Moraes, presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), e a ministra Cármen Lúcia, do STF (Supremo Tribunal Federal), durante audiência de custódia realizada ontem (24) no Rio de Janeiro. Ele foi preso dias depois de chamar a magistrada de “bruxa” e compará-la a prostitutas.

Jefferson resistiu à prisão. Ele disparou 50 tiros de fuzil e arremessou três granadas na direção dos agentes que foram cumprir a decisão. A PF afirmou em relatório que o ex-deputado assumiu o risco de matar os policiais, e Jefferson foi indiciado por quatro tentativas de homicídio.

Na audiência de custódia, Jefferson disse que tinha “absoluto desprezo” por Moraes e que pediria desculpas para as prostitutas por compará-las no vídeo divulgado na sexta-feira (21) à ministra Cármen Lúcia.

“Fiz um comentário mais duro contra o voto escandaloso da Min. Cármen Lúcia. Quero pedir desculpas às prostitutas pela má comparação, porque o papel dela foi muito pior, porque ela fez muito pior, com objetivos ideológicos, políticos. As outras fazem por necessidade”, afirmou Jefferson.

Procurado pelo UOL, o STF diz que não comentará as declarações de Jefferson.

Em relação a Moraes, o ex-deputado disse que o ministro tem um “problema pessoal” com ele. Jefferson também criticou Edson Fachin, que presidiu o TSE antes do magistrado.

“Ele [Moraes] diz que eu faço parte de uma milícia digital, mas eu acho que ele faz parte de uma milícia judicial no STF, por isso nós temos problemas”, disse. “Por 3 (três) vezes, o min. Alexandre me humilhou na frente da minha esposa. Os policiais vão no quarto e na gaveta das roupas íntimas da minha mulher e as jogam no chão e pisam nas roupas como se pisassem na minha virilidade.”

Jefferson atacou ainda a PGR (Procuradoria-Geral da República). Como mostrou o UOL, a equipe de Augusto Aras planejava enviar o ex-deputado para uma instituição psiquiátrica, por considerar que ele aparentava ter indícios de perturbação mental.

“Ele [Moraes] me humilhou e humilhou a minha Ana. A mesma fibra ele tem, como eu tenho, a audácia dos canalhas. Só que nós precisamos nos encontrar pessoalmente para discutir isso, se o Procurador não conseguir me colocar num manicômio, para encobrir os atos ilegais do Xandão. Pensei que a PGR tinha mais dignidade”, afirmou.

O MM. Alexandre montou uma delegacia de polícia e uma Gestapo no seu gabinete. A PGR só protesta por escrito. Só vejo no jornal, mas a Procuradoria só aprova. A ditadura da toga está aí e eu não tenho a quem recorrer. Só a Deus. Tudo que eu peço no STF, cai com o Xandão. Estou sendo massacrado e agora ouço a pérola da PGR para me mandar para o hospital psiquiátrico. Tem gente no judiciário que precisa ir para o manicômio”
Roberto Jefferson, em audiência de custódia

Durante a audiência, a PGR rebateu Jefferson e disse que “sempre se manifesta por critério técnico-jurídico”. A Procuradoria disse que só ontem, por volta das 13h, obteve os autos da prisão de Jefferson e que participa desde então de “tratativas com autoridades judiciais e da Polícia Federal para o encaminhamento do custodiado para hospital psiquiátrico e apreensão das armas de fogo”.

UOL procurou a PGR e aguarda eventual manifestação sobre as declarações do ex-deputado.

PF apreendeu mais de 7 mil munições

A PF encaminhou relatório de apreensões ao STF feitas na casa de Roberto Jefferson. Ao todo, mais de 7.000 cartuchos de munições para diferentes armas foram confiscadas da casa do ex-deputado, além de quatro carregadores de pistola Glock, oito coldres de pistola, dois coletes à prova de balas e uma pistola calibre 9 mm.

Durante a prisão, a PF também confiscou o fuzil usado por Jefferson para atirar contra os policiais. Também foram apreendidos um simulacro de pistola Glock e outro de fuzil, além de equipamentos eletrônicos do ex-deputado e seu passaporte.

Ao final da audiência, Jefferson foi mantido preso e, por volta das 20h de ontem, foi transferido para o presídio Pedrolino Werling de Oliveira (Bangu 8), no Complexo de Gericinó, segundo informações da Seap (Secretaria de Estado de Administração Penitenciária).

Informações UOL


Após deflação de 0,37% em setembro e de 0,73% em agosto, o IPCA-15 (Índice de Preços ao Consumidor Amplo 15), a prévia da inflação oficial do país, teve alta de 0,16% em outubro. Esse resultado foi influenciado novamente pela queda no grupo dos Transportes, de -0,64%, que contribuiu com -0,13 p.p. (ponto percentual) no índice do mês. Dos 367 subitens pesquisados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a gasolina foi o que teve o impacto negativo mais intenso, de -0,29 p.p.

No ano, o IPCA-15 acumula alta de 4,8% e, em 12 meses, de 6,85%, abaixo dos 7,96% dos 12 meses imediatamente anteriores. Em outubro de 2021, a taxa foi de 1,2%.
No período de referência do índice, os combustíveis tiveram redução de 6,14% nos preços: etanol (-9,47%), gasolina (-5,92%), óleo diesel (-3,52%) e gás veicular (-1,33%). Houve queda também na tarifa de ônibus urbano (-0,6%), com o recuo no preço da passagem aos domingos em Salvador (-6,38%), a partir de 11 de setembro.

Ainda em transportes, foram registradas altas nas passagens aéreas (28,17%), cujos preços aceleraram em relação a setembro (8,2%). Em ônibus intermunicipal (0,42%), houve reajuste de 12% em Fortaleza (7,52%), a partir de 1º de setembro, e de 5% em Porto Alegre (2,39%), a partir de 4 de outubro. Outros subitens importantes, como emplacamento e licença (1,72%) e conserto de automóvel (0,64%), continuaram em alta.

Assim como no mês anterior, somente três dos nove grupos do IPCA-15 tiveram queda de preços. Além de transportes, as maiores retrações de outubro foram observadas em comunicação (-0,42%) e artigos de residência (-0,35%).

Os demais grupos ficaram entre o 0,19% de educação e o 0,57% de despesas pessoais. A queda em comunicação foi influenciada pela redução nos pacotes de acesso à internet (-1,69%), nos planos de telefonia móvel (-1,35%) e nos preços dos aparelhos telefônicos (-0,87%).

Em alta
As maiores altas ficaram por conta dos grupos vestuário (1,43%), saúde e cuidados pessoais (0,8%), alimentação e bebidas (0,21%) e habitação (0,28%).

Vestuário desacelerou em relação a setembro (1,66%), e saúde e cuidados pessoais teve o maior impacto positivo (0,10 p.p.) no índice do mês. Após registrar queda de 0,47% em setembro, alimentação e bebidas subiu 0,21% em outubro.

Em vestuário, aceleraram em relação a setembro os preços dos calçados e acessórios (1,82%), das roupas infantis (1,71%) e das joias e bijuterias (1%). Já as roupas masculinas (1,54%) e femininas (0,98%) tiveram altas menos intensas que as do mês anterior (1,78% e 1,83%, respectivamente).
O destaque em saúde e cuidados pessoais foi o reajuste no item plano de saúde (1,44%), autorizado pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) para os planos contratados antes da lei nº 9.656/98, com vigência retroativa a partir de julho. Os itens de higiene pessoal subiram 1,1% e contribuíram com 0,04 p.p. no IPCA-15 de outubro.

O grupo alimentação e bebidas, que havia registrado queda de 0,47% em setembro, teve alta de 0,21% em outubro, puxada pela alimentação no domicílio (0,14%), cujo resultado havia sido de -0,86% no mês anterior. Contribuíram para isso a elevação dos preços das frutas (4,61%), da batata-inglesa (20,11%), do tomate (6,25%) e da cebola (5,86%). Por outro lado, continuaram em queda o leite longa vida (-9,91%), o óleo de soja (-3,71%) e as carnes (-0,56%).
A alimentação fora do domicílio passou de 0,59% em setembro para 0,37% em outubro. Enquanto a refeição (0,44%) teve variação superior à do mês anterior (0,36%), o lanche desacelerou de 0,94% para 0,23%.

*R7


“Em 15 estados, Bolsonaro cresceu 10 vezes mais que Lula e já pode estar liderando corrida presidencial”, diz cientista político; VEJA NÚMEROS

Em artigo exclusivo para O Antagonista, o cientista político Leonardo Barreto, diretor da Vector Research, defende o uso dos recortes estaduais das pesquisas presidenciais para se aproximar da real intenção de voto do eleitor. Ao calcular a média ponderada desses índices no segundo turno, Barreto diz que Lula e Jair Bolsonaro “estão mais próximos do que o registrado nas pesquisas nacionais, com possibilidade de o atual presidente já estar na frente”.

Segundo ele, o diagnóstico sugere que a abstenção terá papel fundamental no resultado do dia 30.

Leia a íntegra:

“As empresas nacionais de pesquisa convergiram recentemente para um cenário de empate técnico com uma ligeira vantagem de Lula sobre Jair Bolsonaro (52 x 48). É sabido, no entanto, que houve muita dificuldade de captar o voto bolsonarista no primeiro turno e o mesmo fenômeno pode se repetir no próximo domingo.

Levantamento feito pela Vector Research, empresa de risco político localizada em Brasília, listou as últimas pesquisas estaduais com perguntas para presidente em 15 estados (ver tabela). 

Os dados sugerem que Lula e Bolsonaro estão mais próximos do que o registrado nas pesquisas nacionais, com possibilidade de o atual presidente já estar na frente. Na média ponderada, considerando o peso de cada estado sobre o total de votos, Bolsonaro cresceu dez vezes mais do que Lula (7,81 x 0,78), dando força à hipótese de que o estoque de votos petistas chegou perto o limite no primeiro turno. O critério para a escolha do estudo é sempre o último relatório divulgado, sem discriminação de autor. 

A questão, no entanto, é: o crescimento é o suficiente para uma virada? Os resultados dos estados com pesquisa disponível foram agregados aos dos estados sem pesquisa. Nesse caso, repetimos a votação do primeiro turno na simulação. O placar passou a ser de 49,05 x 49,00. Empate absoluto. 

Lembrando que, nos 12 estados restantes onde não há pesquisa disponível, Bolsonaro e Lula venceram em 6 cada um. 

O modelo acima tem limites óbvios. Mas não é de todo inútil, pois indica uma valência muito positiva para Bolsonaro no quesito de transferência de votos. 

Essa situação reforça o diagnóstico de que a abstenção terá um papel central no resultado, algo que nunca foi considerado como variável importante em todas as eleições anteriores realizadas desde 1989. Ou seja, o eleitorado que quiser mais, o mais mobilizado, com maior comparecimento, é o que deve ganhar a eleição.”

Tabela

*Leonardo Barreto é doutor em Ciência Política (UnB) e diretor da Vector Research

Informações TBN


Decisão ocorre após mobilização de entidades e pacientes

Conselho Federal de Medicina (CFM)

O plenário do Conselho Federal de Medicina (CFM) decidiu sustar temporariamente os efeitos da Resolução 2.324/2022, que estabelecia regras para a prescrição de medicamentos à base do canabidiol, um derivado da Cannabis. A decisão foi tomada na manhã de ontem (24) em reunião plenária extraordinária e publicada hoje (25) no Diário Oficial da União (DOU).

Com a nova resolução, ficam suspensos os efeitos da norma publicada no último dia 14 e a decisão pela indicação do uso do canabidiol volta a ser de responsabilidade do médico, de acordo com regras já estabelecidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). 

Também nesta segunda-feira, o CFM abriu uma consulta pública para receber contribuições sobre o tema. Os interessados têm 60 dias, até 23 de dezembro, para apresentar suas sugestões por meio de uma plataforma eletrônica. As informações vão servir de subsídio e serão tratadas sob os critérios de sigilo e anonimato, segundo o conselho. 

Entenda

A norma agora suspensa foi publicada no último dia 14, restringindo a prescrição do canabidiol apenas para o tratamento de epilepsia refratária em crianças e adolescentes com síndrome de Dravet e Lennox-Gastaut ou complexo de esclerose tuberosa. Para os demais tipos de epilepsia, a substância não poderia mais ser prescrita.

Dessa forma, pessoas adultas e doenças como depressão, ansiedade, dores crônicas, Alzheimer e Parkinson não estavam cobertas pela resolução. A medida também proibia médicos de darem palestras e cursos fora do ambiente científico sobre o uso do canabidiol e de outros produtos derivados da Cannabis, bem como de fazer divulgação publicitária das substâncias.

De acordo com dados da própria Anvisa, estima-se que mais de 100 mil pacientes façam algum tipo de tratamento usando a chamada Cannabis mediinal. Além disso, mais de 66 mil medicamentos à base da planta foram importados em 2021. Atualmente, cerca de 50 países já regulamentaram o uso medicinal e industrial da Cannabis e do Cânhamo.

Legalidade

Na última segunda-feira (17), o Ministério Público Federal (MPF) instaurou procedimento preparatóriopara apurar a legalidade da primeira resolução do CFM. Como primeiras providências, o MPF requisitou à Anvisa documentos que mostrem as evidências científicas que sustentam as atuais autorizações para uso medicinal da Cannabis no Brasil.

O procurador da República requisitou ao CFM documentos que demonstrem evidências científicas que sustentam a resolução de 14 de outubro. Também foi requisitado ao Ministério da Saúde informações sobre as repercussões administrativas, financeiras e técnicas no Sistema Único de Saúde (SUS) das resoluções da Anvisa e do CFM. O prazo para as respostas é de 15 dias.

Na última sexta-feira (21), pacientes e representantes de associações de cultivo protestaram na sede do CFM pedindo a revogação do texto.

Informações Agência Brasil


O presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ministro Alexandre de Moraes, determinou que em 24 horas a coligação do presidente Jair Bolsonaro(PL) apresente provas da acusação de que houve fraudes nas inserções da campanha do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em emissoras de rádio.

“Os fatos narrados na petição inicial não foram acompanhados de qualquer prova e/ou documento sério, limitando-se o representante a juntar um suposto e apócrifo “relatório de veiculações em Rádio”, que teria sido gerado pela empresa “Audiency Brasil Tecnologia””, escreveu Moraes.

Na noite desta segunda-feira (24), o ministro das Comunicações, Fabio Faria, convocou a imprensa para acompanhar o que classificou de “exposição de um fato grave na frente do Palácio da Alvorada” e anunciou que a campanha de Bolsonaro entrou com uma ação no TSE para suspender a propaganda de rádio da coligação Brasil da Esperança, do ex-presidente Lula (PT). O ministro, porém, não soube mencionar o nome das empresas contratadas pela campanha de Bolsonaro que fizeram os levantamentos de supostas fraudes.

Segundo Moraes, nem a petição inicial, nem o citado relatório apócrifo indicam eventuais rádios, dias ou horários em que não teriam sido veiculadas as inserções de rádio para a Coligação requerente; nem tampouco a indicação de metodologia ou fundamentação de como se chegou a determinada conclusão.

“Tal fato é extremamente grave, pois a coligação requerente aponta suposta fraude eleitoral sem base documental alguma, o que, em tese, poderá caracterizar crime eleitoral dos autores, se constatada a motivação de tumultuar o pleito eleitoral em sua última semana”, escreveu Moraes.

Campanha diz que ainda prepara documentos

Segundo apurou a coluna, o ministro Alexandre de Moraes conversou com integrantes do governo agora à noite e reforçou a gravidade das acusações, dizendo que elas podem até mesmo levar a uma cassação de chapa.

Moraes reclamou da ausência de assinatura na petição apontando os responsáveis pelo relatório e a falta do nome das rádios que teriam cometido fraude e ouviu de integrantes do governo que as respostas serão enviadas até amanhã (25), antes mesmo do prazo de 24 horas.

Apesar disso, integrantes da campanha de Bolsonaro afirmaram à coluna que ainda trabalham para finalizar os documentos. De acordo com um auxiliar de Bolsonaro, eles pretendem enviar a lista de todas as rádios e os levantamentos que teriam sido feitos por empresas que medem audiência.

Informações UOL


Lula e Bolsonaro

Levantamento da empresa Paraná Pesquisasdivulgado nesta 3ª feira (25.out.2022) mostra empate técnico na disputa pela presidência da República. Enquanto o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 50,2% das intenções de votos válidos, o presidente Jair Bolsonaro (PL) aparece com 49,8%.

É a menor diferença entre os 2 registradas pela Paraná Pesquisas: 0,4 p.p., quando se considera os votos válidos.

O resultado em votos válidos inclui só as intenções atribuídas a um candidato, excluindo-se os votos brancos e nulos. É assim que o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) divulgará os resultados em 30 de outubro.

O levantamento ouviu 2.020 eleitores de 20 a 24 de outubro de 2022. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais em um intervalo de confiança de 95%. Custou R$ 50.000, pagos com recursos próprios do Paraná Pesquisas. Está registrado no TSE sob o número BR-00525/2022. Eis a íntegra(494 KB).

Na pesquisa anterior, realizada de 15 a 19 de outubro, Lula e Bolsonaro também estavam tecnicamente empatados. O petista tinha 51,3% dos votos válidos e o chefe do Executivo, 48,7%.

PODERDATA

Pesquisa PoderData realizada de 16 a 18 de outubro de 2022 mostra Lula com 52% das intenções de votos válidos no 2º turno da disputa pela Presidência da República, contra 48% de Bolsonaro. O cenário está congelado há duas semanas. Nas rodadas realizadas em 3 a 5 de outubro e de 9 a 11 de outubro, os 2 candidatos registravam as mesmas taxas de agora.

Considerando o conjunto total dos eleitores, o petista tem 48% das intenções de voto, e o atual chefe do Executivo, 44%. Pretendem votar em branco ou nulo 5% dos eleitores, e 3% indicaram não saber.

A pesquisa foi realizada pelo PoderData, com recursos do Poder360, por meio de ligações para telefones celulares e fixos. Foram 5.000 entrevistas em 351 municípios nas 27 unidades da Federação de 16 a 18 de outubro de 2022. A margem de erro é de 1,5 ponto percentual para um intervalo de confiança de 95%. O registro no TSE é BR-08917/2022. Saiba mais sobre a metodologia lendo este texto. A divulgação dos resultados é feita em parceria editorial com a TV Cultura.

Informações Poder 360


Ministro Alexandre de Moraes determinou a prisão do ex-deputado

O ex-deputado Roberto Jefferson chega ao Presídio de Benfica, durante a madrugada, depois de quase oito horas de resistência a uma ordem de prisão do STF - 24/10/2022 | Foto: Reprodução/TV Globo

A Polícia Federal (PF) indiciou o ex-deputado Roberto Jefferson (PTB-RJ) por tentativas de quatro homicídios. A informação foi confirmada por Oeste. No domingo 23, durante uma operação da Polícia Federal (PF), o ex-parlamentar resistiu por oito horas a um mandado de prisão preventiva do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), atirando com um fuzil e jogando granada contra quatro agentes da polícia federal. Dois ficaram feridos.

Na ocasião, Jefferson estava na própria residência, no Rio de Janeiro. Conforme a PF, os policiais passaram por atendimento médico, foram liberados e passam bem. São eles o delegado Marcelo Vilella e a policial Karina Lino Miranda de Oliveira.

Os agentes chegaram à residência do ex-deputado cerca de 11 horas da manhã. Os policiais cumpriam uma determinação de Moraes, do sábado 22, que ordenou o restabelecimento da prisão preventiva de Jefferson.

“Na decisão, o magistrado argumentou que Jefferson descumpriu as medidas cautelares que o STF impôs a ele.

Desde janeiro deste ano, o ex-deputado estava em prisão domiciliar, com tornozeleira eletrônica. Na madrugada desta segunda-feira, 24, contudo, Jefferson foi transferido para o Presídio de Benfica, depois de negociar sua rendição com a Polícia Federal”.

“Diante do exposto, em face do reiterado desrespeito às medidas restritivas estabelecidas, restabeleço a prisão de Roberto Jefferson Monteiro Francisco, a ser efetivada pela Polícia Federal”, decidiu Moraes. “Ele deve ser recolhido, imediatamente, ao estabelecimento prisional.” O ministro ainda ordenou a busca e apreensão na casa de Jefferson.

De acordo com Moraes, em diversas ocasiões Jefferson descumpriu as medidas cautelares impostas pela Justiça durante o cumprimento da prisão domiciliar. “Ele recebeu visitas, passou orientações aos dirigentes do PTB, concedeu entrevistas ao canal Jovem Pan, compartilhou notícias fraudulentas”, entre outros pontos elencados pelo magistrado.

A decisão também citou o vídeo do ex-deputado com ofensas à ministra Cármen Lúcia. “O vídeo contém agressões abjetas em face da ministra Cármen Lúcia com teor, machista, misógino e criminoso”, comunicou o ministro.

Informações Revista Oeste


Ato ocorreu durante prisão de ex-deputado Roberto Jefferson (PTB-RJ) 

Foto: Divulgação

O assessor parlamentar Diogo Lincoln Resende foi exonerado do gabinete do vereador Robson de Souza (PSDB-RJ). No domingo 23, Resende estava ao lado de fora da casa do ex-deputado federal Roberto Jefferson (PTB-RJ) e agrediu o repórter cinematográfico Rogério de Paula, 59 anos, da InterTV, afiliada da TV Globo.

“Viemos a público externar repúdio às atitudes do assessor parlamentar Diogo Lincoln Resende, no episódio ocorrido em Comendador Levy Gasparian”, comunicou nesta segunda-feira, 24, a Câmara Municipal de Três Rios. “O vereador Robson de Souza não teve outra alternativa e solicitou à presidência a exoneração imediata do servidor.”

O jornalista levou um soco, caiu no chão e bateu a cabeça. Conforme a emissora, ele teria tido uma convulsão. A câmera que ele usava para trabalhar quebrou.

Rogério de Paula foi socorrido por pessoas que estavam no local e foi levado ao Hospital Nossa Senhora da Conceição para realizar exames. Segundo a InterTV, a vítima está lúcida e não existe sangramento. A emissora comunicou que vai registrar um boletim de ocorrência contra o agressor.

https://twitter.com/rutemoraesruth1/status/1584298865649676289?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1584298865649676289%7Ctwgr%5Ea4f10c42d5ba306f782f3cba504fc88198eb27db%7Ctwcon%5Es1_&ref_url=https%3A%2F%2Frevistaoeste.com%2Fpolitica%2Feleicoes-2022%2Fhomem-que-agrediu-reporter-da-globo-e-exonerado-do-trabalho%2F

Uma equipe da Polícia Militar abordou o suspeito, mas em seguida ele foi liberado, de acordo com a empresa. Já a Polícia Civil afirmou que está ouvindo testemunhas sobre o caso e que o depoimento do repórter será ouvido assim que ele tiver alta médica. “A investigação está em andamento para apurar o crime de lesão corporal”, informou.

Em nota, a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e o Sindicato dos Jornalistas do Rio repudiaram a violência contra o repórter da Globo.

“A Fenaj e o Sindicato dos Jornalistas do Município do Rio de Janeiro repudiam e condenam mais esse ato de violência contra um trabalhador da mídia”, comunicaram. “Ao mesmo tempo, cobram das autoridades a apuração e punição do agressor.”

Informações Revista Oeste


O início da semana será marcado com fortes chuvas no Espírito Santo, em Minas Gerais e na Bahia. Segundo informações do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), as chuvas atingirão esses estados hoje (24) e amanhã (25). A Defesa Civil Nacional fez um alerta para chuvas intensas. Os Vales do Mucuri e do Jequitinhonha e o norte de Minas, o centro-sul e sul baiano e o noroeste e litoral norte espírito-santense deverão ser os locais mais afetados.

De acordo com o Inmet, os acumulados de chuvas podem ser superiores a 60 milímetros por hora ou 100 milímetros por dia. Com isso, há risco de alagamentos, deslizamentos de encostas e transbordamentos de rios. Segundo as autoridades, as populações das regiões dentro do alerta precisam adotar medidas de autoproteção.

“É fundamental que a população adote algumas medidas de prevenção, como desligar aparelhos elétricos e quadro geral de energia. Em caso de enxurrada, coloque documentos e objetos de valor em sacos plásticos. Já em situação de grande perigo confirmada, procure abrigo e evite permanecer ao ar livre. É importante que a população fique atenta às informações oficiais e aos locais onde serão divulgados os alertas, além de adotar as medidas de autoproteção”, disse o coordenador-geral de Gerenciamento de Desastres da Defesa Civil Nacional, Tiago Molina Schnorr.

A Defesa Civil Nacional orienta os moradores das regiões de risco a se inscreverem nos serviços de alerta, enviando um SMS com o CEP do local onde mora, ou outro local de interesse, para o número 40199.

Não há limite de locais cadastrados e o serviço é totalmente gratuito para a população. A partir da previsão de desastre, a população receberá um aviso contendo informações de risco e orientações para a autoproteção. Outra recomendação é ficar atento aos alertas publicados no Twitter da Defesa Civil Nacional (@defesacivilbr) e do Instituto Nacional de Meteorologia (@inmet_).

Informações Agência Brasil