Em vídeo que circula nas redes sociais, uma mulher de nome ainda não identificado, discute com um vizinho sobre política. Segundo informações, a discussão aconteceu em um bairro luxuoso da cidade de Natal-RN.
As imagens mostram a mulher exaltada após o homem ter criticado o ex-presidente Lula, ela parte para cima e diz: “Respeite Lula, respeite Lula!”.
Descontrole: Vizinha "quebra o pau" com vizinho em condomínio luxuoso em Natal por não aceitar que Lula pode voltar para a prisão: "vá se lascar, Lula é um heroi"; VEJA VÍDEO pic.twitter.com/QdoY7ELH6p
O mais votado para o cargo no país foi o mineiro Nikolas Ferreira
Plenário da Câmara dos Deputados deputados Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
O Brasil elegeu 513 deputados federais para a Câmara neste domingo (2). Alguns partidos predominam a lista dos candidatos eleitos, como União Brasil, Progressistas (PP) e o PL de Jair Bolsonaro. Outros, como PDT, PT e PSOL, aparecem em menor quantidade. O mais votado para esse cargo no país foi o mineiro Nikolas Ferreira (PL-MG), com 1.492.047 votos. Em segundo lugar vem Guilherme Boulos (PSOL-SP), com pouco mais de 1 milhão. Veja a lista completa:
ACRE Socorro Neri (PP): 25.842 votos
Meire Serafim (União Brasil): 21.285 votos
Coronel Ulysses (União Brasil): 21.075 votos
Zezinho Barbary (PP): 19.958 votos
Gerlen Diniz (PP): 19.560 votos
Dr. Eduardo Velloso (União Brasil): 16.786 votos
Antônia Lucia (Republicanos): 16.280 votos
Roberto Duarte (Republicanos): 14.522 votos
ALAGOAS Arthur Lira (PP): 219.452 votos
Alfredo Gaspar (União Brasil): 102.039 votos
Luciano Amaral (PV): 101.508 votos
Marx Beltrão (PP): 88.512 votos
Isnaldo Bulhões Jr (MDB): 83.965 votos
Paulão (PT): 65.814 votos
Daniel Barbosa (PP): 63.385 votos
Delegado Fabio Costa (PP): 60.767 votos
Rafael Brito (tio Rafa) (MDB): 58.134 votos
AMAPÁ Josenildo(PDT): 27.112 votos
Acácio Favacho (MDB): 24.064 votos
Vinicius Gurgel (PL): 13.253 votos
Dorinaldo Malafaia (PDT): 11.473 votos
Sonize Barbosa (PL): 9.200 votos
Professora Goreth (PDT): 8.409 votos
Dr. Pupio (MDB): 5.787 votos
Silvia Waiãpi (PL): 5.435 votos
AMAZONAS Amom Mandel (Cidadania) – 288.552 votos
Capitão Alberto Neto (PL) – 147.821 votos
Saullo Vianna (União) – 127.236 votos
Silas Câmara (Republicanos) – 125.009 votos
Atila Lins (PSD) – 102.359 votos
Sidney Leite (PSD) – 102.104 votos
Adail Filho (Republicanos) – 89.677 votos
Zé Ricardo (PT) – 88.985 votos
BAHIA Otto Filho (PSD): 200.909 votos
Elmar Nascimento (União Brasil): 175.439 votos
Diego Coronel (PSD): 171.684 votos
Antonio Brito (PSD): 165.386 votos
Neto Carletto (PP): 164.655 votos
Roberta Roma (PL): 160.731 votos
Claudio Cajado (PP): 154.098 votos
Mario Negromonte Jr (PP): 147.711 votos
Leo Prates (PDT): 143.763 votos
Deputado Dal (União Brasil) – 140.435 votos
Gabriel Nunes (PSD) – 138.448 votos
Paulo Azi (União Brasil) – 137.383 votos
Ricardo Maia (MDB): 136.834 votos
Jorge Solla (PT): 128.968 votos
Zé Neto (PT): 128.439 votos
Daniel (PCdoB): 125.374 votos
Alice Portugal (PCdoB): 124.358 votos
Adolfo Viana (PSDB): 123.199 votos
Marcio Marinho (Republicanos): 118.904 votos
Afonso Florence (PT): 118.021 votos
Sergio Brito (PSD): 116.960 votos
Waldenor Pereira (PT): 113.110 votos
Lídice da Mata (PSB): 112.385 votos
Bacelar (PV): 110.787 votos
Arthur Maia (União Brasil): 108.672 votos
Paulo Magalhães (PSD): 107.093 votos
Alex Santana (Republicanos): 106.940 votos
Ivoneide Caetano (PT): 105.885 votos
Joseildo Ramos (PT): 104.228 votos
João Leão (PP): 102.376 votos
Capitão Alden (PL): 95.151 votos
João Carlos Bacelar (PL): 90.229 votos
Valmir Assunção (PT): 90.148 votos
Rogeria Santos (Republicanos): 82.012 votos
Leur Lomanto Jr (União Brasil): 82.004 votos
José Rocha (União Brasil): 78.833 votos
Pastor Sargento Isidório (Avante): 77.164 votos
Felix Mendonça (PDT): 71.774 votos
Raimundo Costa (Podemos): 53.486 votos
CEARÁ André Fernandes (PL): 229.509 votos
Júnior Mano (PL): 216.531 votos
Célio Studart (PSD): 205.106 votos
Eunício (MDB): 188.289 votos
Idilvan (PDT): 187.433 votos
Guimarães do PT (PT): 186.136 votos
Luizianne Lins (PT): 182.232 votos
Domingos Neto (PSD): 175.074 votos
AJ Albuquerque (PP): 155.456 votos
Robério Monteiro (PDT): 151.030 votos
Matheus Noronha (PL): 150.823 votos
Mauro Filho (PDT): 135.038 votos
Fernanda Pessoa (União Brasil): 121.469 votos
Moses Rodrigues (União Brasil): 113.294 votos
André Figueiredo (PDT): 111.886 votos
Eduardo Bismark (PDT): 102.287 votos
Luiz Gastão (PSD): 96.537 votos
Yury do Paredão (PL): 90.425 votos
Danilo Forte (União Brasil): 88.470 votos
José Airton (PT): 82.274 votos
Dr. Jaziel (PL): 79.358 votos
Dayany do Capitão (União Brasil): 54.526 votos
DISTRITO FEDERAL Bia Kicis (PL): 214.733 votos
Fred Linhares (Republicanos): 165.358 votos
Erika Kokay (PT): 146.092 votos
Rafael Prudente (MDB): 121.307 votos
Julio Cesar (Republicanos): 76.274 votos
Professor Reginaldo Veras (PV): 54.557 votos
Fraga (PL): 28.825 votos
Gilvan Maximo (Republicanos): 20.923 votos
ESPÍRITO SANTO Helder Salomão (PT): 120.337 votos
Gilvan, o federal da Direita (PL): 87.994 votos
Evair de Melo (PP): 75.034 votos
Gilson Daniel (Podemos): 74.215 votos
Da Vitória (PP): 71.779 votos
Dr. Victor (Podemos): 53.483 votos
Amaro Neto (Republicanos): 52.375 votos
Jack Rocha (PT): 51.317 votos
Paulo Foletto (PSB): 48.776 votos
Messias Donato (Republicanos): 42.640 votos
GOIÁS Silvye Alves (União Brasil): 254.653 votos
Gustavo Gayer (PL): 200.586 votos
Flavia Morais (PDT): 142.155 votos
Glaustin da Fokus (PSC): 117.981 votos
José Nelto (PP): 104.504 votos
Delegada Adriana Accorsi (PT): 96.714 votos
Adriano do Baldy (PP): 95.518 votos
Célio Silveira (MDB): 92.469 votos
Professor Alcides (PL): 90.162 votos
Dr. Zacharias Kalil (União Brasil): 87.919 votos
Rubens Otoni (PT): 83.539 votos
Magda Mofatto (PL): 81.996 votos
Marussa Boldrin (MDB): 80.464 votos
Daniel Agrobom (PL): 70.529 votos
Jerson Rodrigues (Republicanos): 56.026 votos
Dr. Isamel Alexandrino (PSD): 54.791 votos
Leda Borges (PSDB): 51.346 votos
MARANHÃO Detinha (PL): 161.206 votos
Pedro Lucas Fernandes (União Brasil): 159.786 votos
Josimar de Maranhãozinho (PL): 158.360 votos
Juscelino Filho (União Brasil): 142.419 votos
André Fufuca (PP): 135.078 votos
Aluísio Mendes (PSC): 126.577 votos
Marreca Filho (Patriota): 116.246 votos
Duarte Júnior (PSB): 111.019 votos
Amanda Gentil (PP): 108.699 votos
Márcio Jerry (PCB): 106.143 votos
Roseana Sarney (MDB): 97.008 votos
Fábio Macedo (Podemos): 95.270 votos
Júnior Lourenço (PL): 93.123 votos
Rubens Júnior (PT): 91.872 votos
Josivaldo JP (PSD): 79.699 votos
Cléber Verde (Republicanos): 70.275 votos
Pastor Gil (PL): 69.530 votos
Márcio Honaiser (PDT): 54.547 votos
MATO GROSSO Fábio Garcia: 98.704 votos;
Abílio: 87.072 votos;
José Medeiros: 82.182 votos;
Juarez Costa: 77.528 votos;
Emanuelzinho: 74.720 votos;
Amália Barros: 70.294 votos;
Coronel Fernanda: 60.304 votos;
Coronel Assis: 47.479 votos
MATO GROSSO DO SUL Marcos Pollon (PL): 103.111 votos
Prefeito Ricardo Nunes tentará convencer o MDB a apoiar Tarcísio de Freitas (Republicanos) no segundo turno contra Fernando Haddad (PT)
Uma das principais lideranças do MDB paulista, o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, defende que o partido apoie Tarcísio de Freitas (Republicanos) no segundo turno das eleições ao governo do estado.
“Vou defender irmos contra o (Fernando) Haddad(PT)”, afirmou Nunes à coluna, informando que os dirigentes do MDB terão reunião até terça-feira (4/10) para discutirem o assunto.
O temor de Nunes é que um eventual apoio do MDB a Haddad no segundo turno ajude a fortalecer a esquerda na capital paulista, o que pode prejudicar sua reeleição para a prefeitura em 2024.
No primeiro turno, o MDB apoiou o governador de São Paulo, Rodrigo Garcia (PSDB), tendo indicado o candidato ao Senado da chapa. O tucano, porém, não conseguiu se reeleger e acabou a disputa em terceiro lugar.
O governador reeleito Romeu Zema (Novo) afirmou, nesta segunda-feira (3), que deve anunciar o apoio à reeleição do presidente Jair Bolsonaro (PL) em 2º turno “amanhã ou depois”. Reeleito com 56,18% dos votos válidos, Zema reforçou que não irá apoiar o PT “de forma alguma”. Adversário de Bolsonaro, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) encerrou o 1º turno em Minas com 48,29%, 563 mil votos à frente do atual presidente.
De acordo com Zema, as conversas para apoiar Bolsonaro estão bem adiantadas. “As conversas que nós já tivemos hoje estão caminhando muito bem. É provável que amanhã ou depois anunciemos o apoio ao presidente. Apoiar o PT, de forma alguma”, reafirmou o governador em entrevista à Globo News. Para Zema, os mineiros estão vacinados contra o PT, porque sabe que a gestão do partido irá trazer “problemas seríssimos”.
Questionado, Zema desconversou quando questionado se uma contrapartida sobre a mesa seria o apoio de Bolsonaro a uma eventual candidatura sua à presidência em 2026. “O meu foco é governador Minas. Eu, que venho do setor privado, até cinco anos atrás, sequer havia passado pela minha ideia ser político e governador. O foco é Minas Gerais. Não sei se vou estar vivo lá na frente”, ponderou o governador, que, ao comemorar a reeleição no comitê central no último domingo (2), foi saudado com os gritos de “Zema presidente”.
O governador reeleito ainda apontou que, caso Lula seja eleito, a relação com o Palácio do Planalto será republicana. “Temos em Minas muitos prefeitos do PT, por exemplo, e eu trato todos igualmente. Pagamos as dívidas bilionárias com os municípios para todos e de maneira isonômica. As obras foram definidas de acordo com a necessidade técnica de cada região”, pontuou.
Zema atribuiu a boa avaliação de Lula quando deixou a presidência a uma “série de boas coincidências”, como o boom das commodities e a descoberta do pré-sal. “Então, existe, sim, de boa parte dos mineiros e dos brasileiros lembrança de que aquela época foi boa. Só que foi mais por coincidência do que competência. Há o PT da coincidência, que costuma ser bom, e o PT da realidade, que não é”, criticou.
O índice de abstenções no primeiro turno das eleições de 2022 chegou a 20,89%, segundo o Tribunal Superior Eleitoral. Isso significa que cerca de 31 milhões de eleitores não compareceram às urnas no último domingo (2).
Esse é o maior número de ausentes desde as eleições de 1998, quando o índice de abstenção foi de 21,5%. Nas últimas Eleições Gerais, em 2018, 20,3% dos eleitores optaram por não votar.
Já em 2014, a Justiça Eleitoral registrou 19,4% de abstenção. Desde 2006, tem crescido o número de eleitores que optam por não votar. Naquele ano, quando o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi reeleito, cerca de 16,8% dos eleitores não foram votar. Quatro anos depois, em 2010, a a abstenção subiu para 18,1%. Já em 2002, o índice foi de 17,7%.
Ex-ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves (Republicanos) foi eleita senadora pelo Distrito Federal com mais de 650 mil votos.
Além de política, Damares é advogada e pastora evangélica. Nascida em Paranaguá (PR), ela se mudou com a família para o Nordeste ainda criança e, depois, para o interior de São Paulo, onde se formou em direito na extinta Fadisc, em São Carlos. Ela se mudou para Brasília e se tornou assessora parlamentar, sobretudo de parlamentares da bancada evangélica.
Antes de sair candidata ao Senado, Damares, uma das ministras mais conhecidas do presidente Bolsonaro, foi cotada para concorrer à Câmara dos Deputados e até ao cargo de vice-governadora ao lado do atual governador do DF, Ibaneis Rocha (MDB), que disputa a reeleição.
Depois de divulgado o resultado do primeiro turno das eleições para presidente, Lula discursou para militantes na Avenida Paulista. O petista mandou fechar um trecho da Avenida Paulista para comemorar a “vitória”.
“Quero agradecer, mais uma vez, a imprensa por seu comportamento nestas eleições”, declarou o petista, no domingo 2. “Dou os parabéns às pessoas que se elegeram, independentemente do partido, se são contra nós ou a favor. Quero agradecer ao povo brasileiro por mais esse gesto de generosidade.”
Segundo o petista, há quatro anos, ele era “um ser humano jogado fora da política”. “Eu disse que a gente retornaria com mais força, vontade e disposição”, observou Lula. “A única razão de a gente parar de lutar é o dia que o povo brasileiro tiver outras centenas de lideranças que consigam fazer com que eles conquistem aquilo que eles precisam para melhorar de vida.”
O ex-presidente anunciou que o partido vai mapear os locais onde recebeu menos votos e que São Paulo — maior Estado do país — será o principal palco de confronto com o presidente Jair Bolsonaro (PL).
No primeiro turno, Lula obteve 57,2 milhões de votos; Bolsonaro, 51 milhões.
O PL de Jair Bolsonaro ganhou pelo menos 23 deputados na eleição deste domingo (2), chegando a 99 e se tornando a maior bancada eleita na Câmara nos últimos 24 anos, desde que o antigo PFL —que daria origem ao Democratas, hoje parte do União Brasil— fez 106 parlamentares na reeleição do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), em 1998.
Com 99,9% das urnas apuradas nacionalmente até o começo da madrugada desta segunda (3), já era possível conhecer o nome da grande maioria dos 513 nomes que vão compor a Câmara na legislatura que se inicia em 1º de fevereiro de 2023.
O PL desponta como a grande força da 57ª Legislatura. Com 99 assentos, ele terá praticamente um em cada cinco votos na Casa, consolidando-se como um ator essencial nas negociações políticas entre os deputados.
O partido fez ainda o campeão das urnas neste ano —posto que coube ao vereador de Belo Horizonte Nikolas Ferreira, dono de 1,4 milhão de votos. Em São Paulo, depois de Boulos, os três mais votados também foram do PL: Carla Zambelli, Eduardo Bolsonaro e Ricardo Salles.
A composição partidária na Câmara é de suma importância para qualquer governante. Além de ser a Casa que dá a largada em possíveis processos de impeachment, é por lá também que começa a tramitação da maioria dos projetos de interesse do Palácio do Planalto.
Tão logo as urnas foram fechadas, com Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL) na disputa pelo segundo turno pela Presidência da República, aliados do mandatário do Palácio do Planalto disseram à CNN que o procurador-geral da República, Augusto Aras, deve abrir o que tem sido chamada de “ampla investigação” sobre o trabalho das empresas que medem intenções de votos.
O argumento de aliados de Bolsonaro é de que as pesquisas subestimaram o apoio ao presidente, que, com 99,99% das urnas apuradas, recebeu 43,20% dos votos na eleição deste domingo (2), ante 48,43% de Lula.
A avaliação no QG bolsonarista é a de que, mostrando projeções com o petista bem à frente de Bolsonaro, os institutos teriam atuando como parcialidade nos meses que antecederam à eleição e influenciado o voto dos eleitores.De acordo com aliados de Bolsonaro, a PGR deve “mergulhar a fundo” na investigação para apurar criminalmente a atuação dos institutos.
À CNN, representantes das empresas disseram, em caráter reservado, que o resultado final da eleição mostrou que uma combinação de fatores: a não captação do eleitor de Bolsonaro somado à possível migração do eleitorado de Ciro Gomes (PDT), que terminou em quarto lugar, com 3,04% dos votos válidos, para o presidente da República.
Há a avaliação também de que algumas metodologias erraram mais do que outras por conta da ponderação por renda. Parte das empresas usa dados não atualizados, por exemplo, do que seria a população mais pobre no país.Os representantes dos institutos dizem também que pesquisas são sempre “diagnósticos” e não “prognósticos” e, por mais que nenhuma empresa tenha acertado os 4,5% de diferença entre Lula e Bolsonaro, todos acertaram as tendências.
Ciro Nogueira, ministro da Casa Civil do governo de Jair Bolsonaro (PL), pediu que os eleitores do presidente se recusem a responder os institutos de pesquisa no segundo turno das eleições.
“Depois do escândalo que cometeram, todos os eleitores do presidente Bolsonaro só tem uma resposta às empresas de pesquisa: não responder a nenhuma delas até o fim da eleição”, escreveu ele nas redes sociais.
Até as 20h50 (horário de Brasília), quando 93,46% das urnas haviam sido apuradas, Jair Bolsonaro tinha 44,02% dos votos, contra 47,47% do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
As pesquisas de véspera da eleição apontavam que o petista tinha chance de vencer em primeiro turno.
Na pesquisa Ipec, contratada pela TV Globo, Lula aparecia com 51% dos votos válidos — que excluem brancos, nulos e indecisos —, contra 37% do presidente Jair Bolsonaro (PL). Já no levantamento do Datafolha, o petista tinha 50% dos votos válidos, ante 36% do atual presidente. A margem de erro de ambas as pesquisas era de dois pontos percentuais para mais ou para menos.