Cândido Pinheiro Koren de Lima, dono da Hapvida, já não faz parte mais da lista global de bilionários da Forbes, revista norte-americana que rankeia a cada 15 dias as maiores fortunas do planeta.
Em junho do ano passado, a família Koren já havia perdido espaço na publicação, quando Cândido Pinheiro Koren de Lima Júnior e Jorge Koren de Lima, filhos do fundador da Hapvida, foram tirados da Forbes.
A exclusão de Cândido Koren da revista ocorre dois dias após a Hapvida tomar um tombo de R$ 11 bilhões de valor de mercado nas bolsas de valores.
A queda foi de 33%, na quarta-feira, dia 1o. Mas não foi a única desvalorização da companhia na semana.
No dia seguinte, a empresa perdeu mais 3% e hoje fechou a manhã com menos 7% em desvalorização.
Nesta quinta-feira (2), o Banco Central concedeu autorização ao WhatsApp para oferecer aos usuários a opção de realizar pagamentos com cartões de crédito, débito e pré-pago. Com essa novidade, será possível realizar pagamentos dentro do aplicativo para empresas cadastradas no serviço.
Entretanto, a funcionalidade não estará imediatamente disponível para todos os usuários. O WhatsApp deverá comunicar a implementação do recurso com, no mínimo, 30 dias de antecedência a todos os seus parceiros, respeitando os “princípios regulatórios relacionados aos aspectos concorrenciais e de não discriminação”, segundo o BC.
Anteriormente, o Banco Central havia barrado o lançamento dessa versão do recurso, impedindo as parceiras Mastercard e Visa de disponibilizá-lo no WhatsApp. Até então, o aplicativo só permitia transferências entre pessoas físicas.
A decisão do BC foi celebrada por Mark Zuckerberg, presidente-executivo da Meta, controladora do WhatsApp, que escreveu em seu perfil no Instagram que as pessoas poderão pagar pequenas empresas diretamente no aplicativo. O chefe do WhatsApp para a América Latina, Guilherme Horn, anunciou que o pagamento de produtos e serviços em uma conversa usando cartões Mastercard e Visa será liberado em breve.
Na tarde desta quinta-feira (02), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, votou para desconsiderar provas obtidas após abordagem policial motivada pela cor da pele.
Fachin é o relator e foi o 1º a votar no julgamento que analisa se uma abordagem policial provocada pela cor da pele anula provas de uma investigação. É a chamada “filtragem racial” ou o “perfilamento racial”.
De acordo com entidades, por essa conduta configurar um ato discriminatório praticado por agentes estatais, acaba institucionalizando o racismo.
O STF analisa um HC da Defensoria Pública que busca beneficiar um homem preso em 2020 pela Polícia Militar (PM), em Bauru (SP), com 1,53 grama de cocaína.
O homem foi condenado na Justiça a 7 anos e 11 meses de prisão por tráfico de drogas, pena que foi reduzida pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) para 2 anos e 11 meses.
Ao longo da investigação, em depoimento, os policiais que participaram da abordagem admitiram que a ação só foi realizada por ele ser negro.
Eles reconheceram que a suspeita que justificou a busca pessoal foi a cor da pele.“A situação apresentada não revela a existência de elementos concretos a caracterizar fundada razão exigida para busca pessoal sem ordem judicial. Assim, reconheço, no caso, a nulidade da busca pessoal realizada pelos policiais militares, a qual resultou na apreensão dos itens descritos e também de todos os demais elementos de informações e provas colhidas em juízos porque decorram de apreensão ilegal, em violação ao previsto na Constituição Federal”, afirmou Fachin em seu voto.
É lícita a contratação de terceirizados em toda e qualquer atividade, meio ou fim. Assim, não há que se falar em “ilicitude” da terceirização para, por consequência, considerar irregular a falta de registro de empregados.
O entendimento é do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. O magistrado derrubou uma decisão do Tribunal Superior do Trabalho que considerou irregular terceirização feita por uma prestadora de serviços de saúde.
A empresa entrou com uma reclamação, afirmando que houve violação ao firmado pelo Supremo na ADPF 324 e no RE 958.252, em que a corte considerou como lícita a terceirização.
“Não há falar em irregularidade na contratação de pessoa jurídica formada por profissionais para prestar serviços terceirizados na atividade-fim”, disse Alexandre na decisão.
“São incontáveis as decisões proferidas pelo STF em sede de Reclamação a demonstrar o constante descumprimento por parte de alguns magistrados trabalhistas”, afirmou o advogado Ronaldo Tolentino, que defendeu a empresa. De acordo com ele, a decisão “demonstra a necessidade” de a Justiça do Trabalho, “goste ou não”, aceitar os entendimentos firmados pelo Supremo.
“Tem ainda um diferencial, por se tratar de ação Anulatória contra Auto de Infração, passando a mensagem de que não só a Justiça do Trabalho deve seguir as decisões do STF, mas também os auditores fiscais do trabalho, no particular”, conclui o advogado.
Presidente do TSE sugeriu que a Justiça pode agir, se as plataformas não tomarem uma atitude contra a ‘desinformação’
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes, reuniu-se com representantes das big techs para tratar da desinformação em massa e falou sobre a necessidade de uma “autorregulação e uma boa regulação”. O encontro ocorreu na quarta-feira 1˚.
“A minha ideia, nesta primeira conversa, é começar a construir dois planos distintos: uma autorregulação e uma boa regulação”, disse. “Eu estou conversando com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, e uma regulamentação vai sair. Não adianta uma regulamentação extrema.”
Moraes responsabilizou as plataformas e as redes sociais pela veiculação de “desinformação em massa” e propôs que as plataformas façam uma “autorregulação” para evitar uma regulamentação “oficial”.
O presidente do TSE também disse que as redes sociais foram usadas para o mal durante a invasão das sedes dos Três Poderes, em 8 de janeiro. “Obviamente, a culpa não foi das redes”, disse Moraes. “Senão, as redes estariam na Colmeia e na Papuda também. Mas as redes foram instrumentalizadas.”
O ministro recebeu na sede do TSE os representantes dos aplicativos TikTok, Kwai, Telegram, Google, Facebook, Instagram, WhatsApp, Youtube e Twitter.
Magistrado negou pedido apresentado pela defesa do ex-secretário
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou o pedido apresentado pela defesa do ex-secretário de Segurança Pública do Distrito Federal Anderson Torres. A decisão do magistrado foi tomada nesta quarta-feira, 1º, e atende a um pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR).
Torres teve a prisão decretada por Moraes, sob acusação de “indícios de omissão” nos atos de vandalismo registrados nas sedes dos Três Poderes, no dia 8 de janeiro. O ex-secretário está preso desde 14 de janeiro.
Ao solicitar a liberdade do ex-ministro da Justiça e ex-secretário do DF, os advogados de Torres argumentaram que não há elementos que o liguem aos atos de vandalismo em Brasília.
Moraes, no entanto, disse que se mantêm os motivos que levaram à prisão do ex-secretário e que as investigações até agora mostram que Torres foi omisso no dia 8.
‘Não tenho absolutamente nada contra o povo baiano, citei (os baianos) porque estavam envolvidos no processo que está ocorrendo’, disse
Foto: reprodução, redes sociais
Depois de minimizar o episódio dos trabalhadores encontrados em trabalho análogo à escravidão, e sugerir, durante discurso em uma sessão da Câmara Municipal de Caxias do Sul nesta terça (27), que empresários agrícolas não contratem mais “aquela gente lá de cima”, em referência ao povo baiano, o vereador Sandro Fantinel (Patriota-RS) minimizou a sua declaração xenofóbica em entrevista ao jornal O Globo.
“Fiz uma fala que foi um pouquinho infeliz. No calor da fala a gente diz coisas que depois se arrepende. Depois, no pequeno expediente, eu disse que eu jamais tenho alguma coisa contra os baianos, inclusive tenho amigos e primos que moram no nordeste, na parte mais norte do país. Não tenho absolutamente nada contra o povo baiano, citei (os baianos) porque estavam envolvidos no processo que está ocorrendo em Bento Gonçalves”, afirmou Fantinel, acrescentando que adora “as praias de lá”.
A declaração do vereador repercutiu em todo o Brasil. Na ocasião, ele sugeriu, ainda, que agricultores e empresas agrícolas contratem trabalhadores argentinos no lugar de baianos. “Em nenhum lugar do estado, na agricultura, teve um problema com argentino ou com um grupo de argentinos. Agora, com os baianos, que a única cultura que eles têm é viver na praia tocando tambor, era normal que se fosse ter esse tipo de problema. Que isso sirva de lição, deixem de lado aquele povo que é acostumado com carnaval e festa para vocês não se incomodarem novamente”.
A fala xenofóbica e racista de Fanantiel gerou a reação de diversas autoridades no país. O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), foi às redes sociais para repudiar a declaração do vereador. Segundo o petista, foi determinada “a adoção de medidas cabíveis” para que o Fantinel seja responsabilizado judicialmente. “É desumano, vergonhoso e inadmissível ver que há brasileiros capazes de defender a crueldade humana”, destacou Jerônimo no Twitter.
O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), também utilizou as redes sociais para repudiar a fala do edil. “O discurso xenófobo e nojento de vereador de Caxias contra o nordeste não representa o povo do Rio Grande do Sul”, disse. O deputado gaúcho Leonel Radde (PT-RS) registrou um Boletim de Ocorrência contra o vereador Sandro Fantinel.
O empresário e presidente da varejista Havan, Luciano Hang, ao lado do presidente Jair Bolsonaro Imagem: Reprodução/Facebook
Luciano Hang, das Lojas Havan, investiu mais de R$ 27 milhões em projetos autorizados a captar recursos por meio da Lei Rouanet. Ao todo, a empresa fez 350 doações expressivas ao longo dos últimos anos.
Uma delas foi para o musical “Silvio Santos Vem Aí”, que vai contar a trajetória de Silvio Santos. A Havan desembolsou R$ 300 mil para a montagem teatral, que já captou quase R$ 5 milhões por meio da iniciativa privada.
Os projetos apoiados por Hang vão de documentário sobre os bastidores da campanha ao governo de Santa Catarina, de 2003, a um festival sertanejo na cidade de São Lourenço do Oeste, também no mesmo estado.
A reportagem de Splash separou outros dez projetos que receberam os maiores investimentos do empresário. Juntos, eles somam mais de R$ 3 milhões.
Documentário “O Dia da Virada”. A produção, que vai reconstruir o último dia antes da eleição para o governo de Santa Catarina, em 2003, foi contemplada com R$ 120 mil.
Restauro da Igreja Espírito Santo – Paróquia Luterana de Blumenau. O projeto, que prevê a recuperação e conservação da igreja construída em 1877, recebeu R$ 500 mil da empresa.
Manutenção do Instituto HAHAHA. Hang investiu R$ 200 mil na execução de ações artísticas híbridas realizadas pelo instituto. O projeto, que é de 2020, tinha por objetivo a garantia de acesso à Cultura durante a pandemia.
Projeto OMUNGA NA AMAZÔNIA. A ação, que visa oferecer ações educativo-culturais para professores e alunos da rede pública de Joinville (SC), foi contemplada com R$ 200 mil das Lojas Havan.
Instituto Escola do Teatro Bolshoi no Brasil. O empresário investiu R$ 300 mil no plano anual de atividades da instituição de 2020.
Musical “Bem Sertanejo”. A terceira temporada da montagem recebeu R$ 250 mil. O musical aborda a história da música caipira da origem até os dias de hoje.
Mostra cultural e étnica na cidade de Esteio (RS). O evento, que “busca valorizar as diversas expressões artísticas e culturais”, recebeu R$ 300 mil da empresa.
Amostras culturais e Étnicas nas cidades de Três Palmeiras, Salgado Filho, Frederico Westphalen e Erechim, no Rio Grande do Sul, e em Pinhalzinho, Santa Catarina. A Havan investiu R$ 291 mil no projeto.
Festas regionais para promover o turismo no Paraná. Um projeto que tinha por objetivo a realização da 29ª Festa da Tainha, da 4ª Festa Nacional e da 37ª Festa do Pescador foi contemplado com R$ 250 mil.
Festival Sertanejo em SC e PR. O evento de resgate da música raiz recebeu da empresa R$ 294 mil.
Shows de Natal em cinco cidades do sul. As apresentações gratuitas, segundo o projeto, foram realizadas nas cidades de Lages (SC), Maringa (PR), Biguacu (SC), Balneário Camboriú (SC) e São José dos Pinhais (PR). A ação captou R$ 300 mil com as lojas de Hang.
Procurada por Splash para comentar a importância da lei para a empresa, a assessoria das Lojas Havan não retornou até o momento. Se o fizer, o texto será atualizado.
Luciano Hang x Jair Bolsonaro
O empresário e presidente da varejista Havan, Luciano Hang, é apoiador do presidente Jair Bolsonaro.Imagem: Reprodução/Instagram
Em 2022, Luciano Hang defendeu o uso da Lei Rouanet em uma série de publicações no Twitter. Vale lembrar que parte do dinheiro investido pelo empresário é abatida do Imposto de Renda das Lojas Havan.
O empresário, no entanto, é um dos maiores apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro, que em janeiro voltou a criticar a Lei de Incentivo à Cultura. O político afirmou que “já recomeçou a festa da Lei Rouanet” após a eleição de Lula (PT), conforme noticiou a Folha de S.Paulo.
O que é a Lei Rouanet?
Criada em 1991, no governo Fernando Collor, a Lei Rouanet concede incentivos fiscais a pessoas físicas e empresas privadas patrocinadoras de produtos ou serviços na área da cultura.
A aprovação no Ministério da Cultura, no entanto, não garante a captação nem a execução do projeto, que ficam a cargo dos proponentes.
A captação é feita por renúncia fiscal. Ou seja, é uma reorganização de imposto, que seria pago aos cofres públicos, mas é direcionado a produções artísticas.
Gasolina foi reonerada em R$ 0,47 por litro, e o etanol em R$ 0,02 por litro. Anúncio foi feito na terça-feira (28) pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad.
O governo anunciou no fim da tarde da terça-feira (28) a volta parcial de impostos federais para a gasolina e o etanol. A reoneração, implementada por meio de medida provisória, já vale a partir desta quarta-feira (1º).
A volta é parcial porque os impostos não estão sendo retomados no valor integral que tinham anteriormente.
Veja abaixo perguntas e respostas sobre a medida e quanto deve ficar o preço para o consumidor.
De quanto é o aumento de imposto?
Para a gasolina, o aumento é de R$ 0,47 por litro.
No caso do álcool, de R$ 0,02 por litro.
Quanto isso deve representar para o consumidor final?
Segundo cálculos realizados pela Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), o preço da gasolina nos postos deve subir cerca de R$ 0,25 por litro.
Isso porque, apesar de uma elevação de R$ 0,47 nos impostos federais, a Petrobras anunciou uma redução no valor do combustível vendido às distribuidoras. Essa redução é de R$ 0,13.
A conta que a Abicom faz leva em conta ainda que a gasolina vendida ao consumidor tem 27% de etanol.
Quais impostos foram retomados?
O governo voltou a aplicar a cobrança do PIS e da Cofins, que não eram cobrados desde maio de 2022.
Naquela ocasião, o governo anterior, do ex-presidente Jair Bolsonaro, suspendeu a aplicação dos impostos até o fim de dezembro de 2022, com o objetivo de baixar os preços dos combustíveis.
Por que os impostos estão sendo retomados?
O governo do presidente Lula assinou em janeiro uma medida provisória prorrogando a desoneração dos combustíveis. No caso da gasolina e do álcool, essa prorrogação valia até esta quarta (1º).
Com isso, se o governo não editasse a medida provisória, os valores seriam retomados integralmente.
Por que o governo optou pela reoneração parcial?
A reoneração parcial foi uma solução de meio termo encontrada entre a ala política e a ala econômica do governo.
A ala política não queria o impacto de aumento de preços de combustíveis para o consumidor. A ala econômica entende que o governo não pode abrir mão por mais tempo da arrecadação proveniente dos impostos sobre gasolina e etanol.
De quanto seria o aumento se a reoneração fosse completa?
Nesse caso, a gasolina subiria R$ 0,69 por litro.
O etanol subiria R$ 0,24 por litro.
Como o governo pretende complementar a arrecadação, já que a retomada foi parcial?
Para preservar a arrecadação, já que a reoneração dos impostos foi parcial, o governo vai criar um imposto sobre exportação de petróleo cru. A alíquota será de 9,2%.
A expectativa é que o novo imposto arrecade R$ 6,7 bilhões nos quatro meses em que ficar em vigor. Ele incide sobre empresas exportadoras de petróleo bruto do país, entre elas, a Petrobras.
Algum combustível ainda está isento dos impostos federais?
O governo informou que o gás natural veicular (GVN) e o querosene de aviação civil, combustíveis que também estavam previstos para serem reonerados a partir de 1º de março, permanecerão desonerados.
Quais foram os argumentos do ministro para a reoneração?
Haddad afirmou que a reoneração dos combustíveis tem um “objetivo muito claro” de “recompor o orçamento público”. A equipe econômica quer passar uma imagem de responsabilidade fiscal.
O ministro argumentou que a desoneração, aplicada pelo governo anterior, foi uma medida eleitoreira, que só foi estendida pelo presidente Lula porque a reoneração poderia inflar os atos golpistas de janeiro.
Haddad disse ainda esperar que, diante da reoneração, que fortalece as contas públicas, o Banco Central baixe os juros.
“Medidas têm foco na queda das taxas de juros no Brasil”, afirmou Haddad. “Esperamos que Copom reaja como previsto nas atas do Banco Central”, completou.
De um dia para o outro, a mata ciliar do rio, em Jardim, ficou completamente submersa, formando uma trilha subaquática. A cheia durou dois dias.
Compare, nas fotos abaixo, como era e como ficou a trilha após o temporal:
Foto 1: Fernando Peres/ReproduçãoFoto 2: Recanto Ecológico Rio da Prata-Mateus Alexandre/ Reprodução
Trilha submersa
Depois de fortes chuvas em uma das regiões mais turística de Mato Grosso do Sul, uma cena rara foi registrada no rio do Olho D’água, em Jardim (MS). Uma trilha ficou completamente submersa pelas águas cristalinas e o fotógrafo Mateus Alexandre chegou a “andar” debaixo d’água. Assista ao vídeo acima.
Toda área ficou submersa e mesmo com tanta chuva, a água continuou transparente.
Foto: Recanto Ecológico Rio da Prata-Mateus Alexandre/ Reprodução
O que antes recebia turistas andando por cima do deck, ficou inteiramente submerso e o fotógrafo Mateus Alexandre pôde fazer o registro fantástico, dentro da água, no Recanto Ecológico Rio da Prata. Veja o registro acima.
Mateus ficou extasiado com a situação. Um dia antes do fenômeno, o fotógrafo passou pelo mesmo local, andando sobre o deck que separa o rio da terra firma. No outro dia, o cenário foi completamente diferente, a trilha estava submersa.
“Atuo no Recanto Ecológico Rio da Prata há 1 ano e seis meses. No último fim de semana tive a oportunidade de contemplar um acontecimento único: a trilha submersa. Fiquei extasiado ao constatar que, de um dia antes ela estava seca e visitantes caminhavam por ela. E com as chuvas ela se transformou em um cenário extraordinário e a sua beleza permanecia a mesma! Foi incrível!”, comenta o fotógrafo Mateus Alexandre, que faz parte da equipe de fotografia do Grupo Rio da Prata.