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Os trabalhadores que aderiram ao saque-aniversário do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) já podem se organizar para os pagamentos de 2026. Quem nasceu em janeiro e optou pela modalidade está com o valor liberado desde o dia 2 de janeiro, primeiro dia útil do mês.

O saque-aniversário fica disponível por até 90 dias e pode ser feito de forma digital, pelo aplicativo do FGTS, ou presencialmente nas unidades da Caixa.

A seguir, confira quem tem direito, como sacar, o calendário completo de 2026 e quanto é possível receber.

Confira o calendário oficial:

Janeiro: 2 de janeiro a 31 de março de 2026;
Fevereiro: 2 de fevereiro a 30 de abril de 2026;
Março: 2 de março a 29 de maio de 2026;
Abril: 1º de abril a 30 de junho de 2026;
Maio: 4 de maio a 31 de julho de 2026;
Junho: 1º de junho a 31 de agosto de 2026;
Julho: 1º de julho a 30 de setembro de 2026;
Agosto: 3 de agosto a 30 de outubro de 2026;
Setembro: 1º de setembro a 30 de novembro de 2026;
Outubro: 1º de outubro a 30 de dezembro de 2026;
Novembro: 2 de novembro de 2026 a 29 de janeiro de 2027;
Dezembro: 1º de dezembro de 2026 a 26 de fevereiro de 2027.

*Metro1
Foto: Joédson Alves/Agência Brasil


Roberto Farias Thomaz sumiu durante trilha em Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba

Foto: Reprodução/ Redes sociais

O jovem Roberto Farias Thomaz, de 20 anos, foi encontrado com vida após passar dias desaparecido durante uma trilha no Pico Paraná, em Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba. A informação foi divulgada pela família na manhã desta segunda-feira (5), por meio de uma foto publicada nas redes sociais.

Na mensagem, os familiares informaram: “Encontramos o Roberto! Ele está vivo, está bem e já estamos encaminhando para o hospital”. O comunicado também agradeceu o apoio recebido durante o período de buscas. “Obrigado a todos os anjos que vieram aqui nos ajudar! Obrigado pelas orações”, diz o texto.

Roberto estava desaparecido desde a manhã da última quinta-feira (1º), após realizar a trilha na região. O caso mobilizou equipes do Corpo de Bombeiros, além de voluntários e montanhistas experientes, e teve grande repercussão nas redes sociais.

Até o momento, não há informações oficiais sobre o estado de saúde do jovem nem detalhes sobre as circunstâncias em que ele foi localizado. A expectativa é de que novas atualizações sejam divulgadas pelas autoridades ou pela família após o atendimento médico.

As buscas no Pico Paraná ocorreram em áreas de mata fechada e de difícil acesso, com o apoio de equipes especializadas.

Informações Bahia.ba


As mudanças valem para docentes da iniciativa privada, instituições federais e pequenos municípios

(Imagem ilustrativa) Foto: Pixabay

A partir de janeiro de 2026, professores da iniciativa privada, da rede federal e de pequenos municípios terão de esperar mais tempo para se aposentar. As mudanças decorrem das regras automáticas de transição da reforma da Previdência, aprovada em 2019.

As novas exigências elevam a idade mínima e a pontuação necessária para a concessão do benefício. Na prática, parte da categoria precisará permanecer mais tempo em atividade.

Uma das alterações ocorre na regra de pontos, que soma idade e tempo de contribuição. Em 2026, a pontuação mínima passou a ser de 93 pontos para mulheres e 103 para homens.

Outra regra, que combina idade mínima com longo tempo de contribuição, também foi ajustada. A idade exigida subiu para 59 anos e seis meses para mulheres e 64 anos e seis meses para homens. Esse limite aumenta seis meses por ano até 2031.

Para os professores, há uma regra de transição específica. A partir de 2026, a idade mínima será de 54 anos e seis meses para mulheres e 59 anos e seis meses para homens.

O tempo de contribuição no magistério permanece em 25 anos para professoras e 30 anos para professores. A idade mínima seguirá aumentando gradualmente até 2031.

As mudanças valem para docentes da iniciativa privada, instituições federais e pequenos municípios. Professores estaduais e de grandes cidades seguem normas próprias dos regimes de previdência locais.

Já a aposentadoria por idade não sofreu alterações em 2026. A idade mínima continua em 65 anos para homens e 62 anos para mulheres, com exigência de ao menos 15 anos de contribuição.

Informações Pleno News


Condenado por participação no suposto plano de golpe, o ex-assessor de Bolsonaro ainda tem recursos contra a sentença pendentes de julgamento

Filipe Martins
Filipe Martins, ex-assessor especial de Jair Bolsonaro I Foto: Divulgação/Agência Senado

O ex-assessor de assuntos internacionais do governo Bolsonaro, Filipe Martins, foi preso na manhã desta sexta-feira, 2, por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). “Mais uma prisão sem motivo”, descreveu um dos advogados, Jeffrey Chiquini.

Moraes decretou a prisão preventiva alegando suspeita de descumprimento da medida cautelar que o proibia de acessar redes sociais. O ex-assessor do ex-presidente Jair Bolsonaro teria acessado ao LinkedIn na última segunda-feira, 29. No momento da condução, contudo, os policiais não apresentaram explicações nem a Martins nem a seus advogados.

A defesa negou que o réu tenha utilizado o LinkedIn ou qualquer outra rede social depois da imposição das medidas cautelares. Desde fevereiro de 2024, segundo os advogados, o controle de eventuais credenciais digitais ligadas ao nome de Martins está sob responsabilidade exclusiva dos advogados, com finalidade técnica e de preservação de provas, sem atuação pública em nome do réu.

“Filipe Martins estava cumprindo, de forma exemplar, segundo o próprio ministro Alexandre de Moraes, as cautelares determinadas. está há mais de 600 dias cumprindo todas as determinações judiciais”, disse Jeffrey Chiquini, em vídeo publicado no X. “Nunca recebeu nenhuma advertência. Nunca foi admoestado por ter descumprido qualquer ordem judicial. E hoje foi punido novamente sem que tenha feito nada de errado.”

Na visão do advogado, o STF está pondo em prática o objetivo de eliminar Bolsonaro e seus aliados. “Alexandre de Moraes colocou em prática aquilo que ele deseja desde 2019”, quando Filipe Martins foi apontado como líder do “gabinete do ódio”, afirmou Chiquini. Para ele, o ex-assessor “é oficialmente um preso político, mais um perseguido por esse regime autoritário”.

Defesa de Filipe Martins diz aguardar análise de mais de 10 recursos

Filipe Martins foi preso pela primeira vez há dois anos, acusado de viajar para o exterior sem permissão judicial durante as investigações sobre o suposto plano de tentativa de golpe de Estado. Mesmo depois de provar que a viagem não aconteceu, permaneceu preso por mais seis meses. 

Ministro Alexandre de Moraes observa o advogado Jeffrey Chiquini durante sustentação oral no STF | Divulgação/STF
Ministro Alexandre de Moraes observa o advogado Jeffrey Chiquini durante sustentação oral no STF | Divulgação/STF

Posteriormente, o ex-assessor foi condenado sob a acusação de colaborar com a chamada “minuta do golpe”, o que ele nega. A sentença é de 21 anos, sendo 18 anos e 11 meses de reclusão, dois anos e um mês de detenção e 120 dias-multa. A pena ainda não começou a ser cumprida porque os recursos contra a sentença seguem pendentes de julgamento.

A prisão desta sexta-feira “nada mais é do que uma medida de vingança e para antecipar o cumprimento da pena pela condenação, embora ainda caibam recursos da condenação”, disse Jeffrey Chiquini. “Foi assim com Bolsonaro, foi assim com os demais condenados da farsa da trama golpista e hoje foi assim com Filipe Martins.” 

De acordo com o advogado, há mais de dez recursos apresentados ao longo do processo contra Filipe Martins que até hoje aguardam análise. “Não importa quantas provas mostremos, não importa quão inocente seja”, afirmou. A defesa, segundo Chiquini, vai se reunir para definir os próximos passos na defesa do ex-assessor de Bolsonaro.

Informações Bahia.ba


A Polícia Federal (PF) determinou que o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) reassuma de forma imediata seu cargo de policial federal. A determinação consta na edição desta sexta-feira (2) do Diário Oficial da União (DOU), no qual a corporação exige o retorno de Eduardo ao posto em que está lotado, no Rio de Janeiro, com a finalidade de regularizar sua situação funcional e cumprir trâmites declaratórios.

No documento, a PF alerta que a não apresentação sem justificativa poderá resultar na adoção de medidas administrativas e disciplinares cabíveis. Eduardo Bolsonaro está nos Estados Unidos há quase um ano. No último dia 18 de dezembro, ele teve o mandato de deputado federal cassado pela Câmara dos Deputados.

A ordem de retorno de Eduardo à corporação decorre do fato de que ele ocupa o cargo efetivo de escrivão da Polícia Federal. No entanto, enquanto exercia o mandato parlamentar, ele permanecia legalmente afastado das atividades na corporação, situação que se encerrou automaticamente com a perda do mandato.

Antes mesmo da decisão da Câmara, Eduardo Bolsonaro já era alvo de procedimentos administrativos internos conduzidos pela corregedoria da Polícia Federal. As apurações têm como foco sua atuação nos Estados Unidos nos últimos meses.

*Pleno.News
Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados


Saiba quanto cada apostador que ganhou o prêmio vai levar; Apostadores que acertaram a quadra e a quina também conquistam prêmio

O concurso 1.764 pagará R$ 205.329.753,89 ao acertador. (Foto: Oswaldo Corneti/ Fotos Públicas)
(Foto: Oswaldo Corneti/ Fotos Públicas)

A Caixa Econômica Federal revelou, nesta quinta-feira (1º), que seis apostas acertaram os números da Mega da Virada de 2025 e vão dividir o prêmio histórico de R$ 1,09 bilhão. Segundo a Caixa, as apostas foram divididas entre dois bolões, que foram registrados em Ponta Porã (MS) e em Franco da Rocha (SP).

Além disso, houveram vencedores individuais, sendo um ganhador em João Pessoa (PB) e outros três realizaram jogos pelo aplicativo das loterias. Dessa forma, como houve mais de um ganhador, o prêmio será dividido entre cada um. Assim, os ganhadores levarão cerca de R$ 181.892.881,09.

Além dos campeões que acertaram as seis dezenas da Mega da Virada, ainda terá campeões para os que acertaram a quina ou a quadra. Os 3.921 apostadores que acertaram cinco dezenas, irão levar uma bolada de R$ 11 mil, enquanto os 308.315 que acertaram quatro números vão conquistar R$ 216,76 reais.

Informações Bahia.ba


Montadora e empreiteiras firmam ajuste com o MPT envolvendo 224 trabalhadores chineses resgatados em Camaçari

BYD
O acordo inclui a BYD Auto do Brasil Ltda., a China Jinjiang Construction Brazil Ltda. e a Tecmonta Equipamentos Inteligentes Brasil Co. Ltda | Foto: Reprodução/ Redes sociais

montadora chinesa BYD e duas empreiteiras firmaram, em 26 de dezembro, um acordo judicial de R$ 40 milhões com o Ministério Público do Trabalho (MPT). O caso envolve o resgate de 224 trabalhadores chineses em situação análoga à escravidão durante as obras da fábrica da empresa em Camaçari, na Bahia.

O acordo inclui a BYD Auto do Brasil Ltda., a China Jinjiang Construction Brazil Ltda. e a Tecmonta Equipamentos Inteligentes Brasil Co. Ltda. Ele foi firmado no âmbito de uma ação civil pública ajuizada em maio de 2025. O valor total é inferior ao pedido inicial do MPT, que era de R$ 250 milhões.

Do total, R$ 20 milhões irá aos trabalhadores resgatados, a título de dano moral individual. Cada um deve receber cerca de R$ 89 mil. Os outros R$ 20 milhões correspondem a dano moral coletivo e irão para uma conta judicial para destinação posterior a instituições ou fundos indicados pelo MPT.

Segundo o órgão, 61 trabalhadores haviam retornado à China sem receber verbas rescisórias. O acordo prevê o pagamento das rescisões, dos valores do FGTS, com multa de 40%, além das indenizações individuais.

BYD será a avalista do acordo

As empreiteiras Jinjiang e Tecmonta, responsáveis pelas obras civis e pela contratação dos trabalhadores, assumem os pagamentos. A BYD atuará como avalista, garantindo o cumprimento do acordo. As empresas também assumiram obrigações de fazer e não fazer relacionadas à proteção do trabalho, válidas para todas as suas operações.

O acordo depende de homologação da Justiça do Trabalho. Depois dessa etapa, passa a ter efeito imediato. Em caso de descumprimento, as empresas podem ser multadas em R$ 20 mil por trabalhador prejudicado, a cada constatação de irregularidade.

O caso veio a público em dezembro de 2024, durante fiscalização nas obras da futura planta industrial. Segundo o MPT, os operários viviam em condições degradantes, com jornadas exaustivas, restrições de locomoção, retenção de documentos e indícios de tráfico internacional de pessoas.

Informações Revista Oeste


Luiz Marinho avaliou cenário político para legislação trabalhista

Foto: © Valter Campanato/Agência Brasil

O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, afirmou nesta terça-feira (30) que o ano de 2026 pode ser propício para a aprovação, pelo Congresso Nacional, da redução da jornada semanal de trabalho para 40 horas semanais e o fim da escala de trabalho 6×1, aquela em que o empregado trabalha seis dias consecutivos para um de descanso. Durante coletiva de imprensa para anunciar dados de empregos formais gerados em novembro, o ministro apontou que a mobilização social pode impulsionar o avanço do tema justamente em um ano eleitoral.  

“A jornada de trabalho, até por ser um ano eleitoral, talvez até facilite [a aprovação], em vez de ser difícil. Vai depender muito de como as categorias, de como a classe [trabalhadora] se mobiliza”, analisou.

O ministro comparou o tema da redução da jornada com a aprovação da isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil por mês, que passou por unanimidade nas duas Casas, no segundo semestre deste ano.

“Ali [no Congresso] era hostil o debate de aprovar o Imposto de Renda do jeito que foi aprovado, com a parte de cima tendo que pagar a diferença. Passou pelo calor das ruas. Aquela unanimidade congressual, na Câmara e no Senado, foi uma unanimidade forçada”, observou.

Para Luiz Marinho, a economia brasileira “está madura há muito tempo” para suportar uma redução da jornada semanal máxima de trabalho.

“É plenamente possível fazer a redução da jornada máxima para 40 horas semanais e buscar um espaço de eliminar a [escala] 6×1 , que é  a grande bandeira, em especial da nossa juventude”, insistiu.

O ministro destacou o fato de que as negociações coletivas entre sindicatos e empresas podem viabilizar um mecanismo para que nenhuma atividade econômica que tenha que funcionar sete dias por semana, por exemplo, seja prejudicada pelo fim da escala com apenas um dia de descanso.

“Não tem nenhuma lei que vai fazer enquadramento de grade de jornada propiciando que uma entidade, uma fábrica, uma atividade de saúde, qualquer atividade, trabalhe 24 horas por dia. As duas partes da mesa, trabalhadores e empregadores, sentam e seguramente vão compor da maneira mais serena possível. Portanto, ano eleitoral não vejo como impedimento que se avance nesse debate”, ponderou Marinho. Para ele, no entanto, é fundamental que não haja “fla-flu” eleitoral sobre o assunto e que se leve em consideração o quanto essas medidas poderiam ser benéficas para empresas, trabalhadores, economia e o ambiente de trabalho.

Discussões no Congresso

No momento, diferentes projetos de lei tramitam simultaneamente, tanto na Câmara dos Deputados quanto no Senado, sobre redução de jornada e fim da escala 6×1. No início deste mês, na Câmara,a subcomissão especial que analisa uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) aprovou a redução gradual da jornada máxima de trabalho de 44 para 40 horas semanais, mas rejeitou o fim da escala 6×1.

Já no Senado, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) foi mais adiante e aprovou, também no início de dezembro, o fim da escala de seis dias de trabalho por um dia de descanso (6×1) e a redução da jornada de trabalho das atuais 44 horas para 36 horas semanais. Ambas as mudanças são sem redução salarial. O tema seguirá para o plenário do Senado no ano que vem.

Com informações da Agência Brasil.


O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, não autorizou que o sogro de Jair Bolsonaro (PL) visite o ex-presidente no hospital em que está internado em Brasília. O líder conservador passou por uma cirurgia para tratar hérnias bilaterais no último dia 25, além de outros procedimentos para tratar soluços ininterruptos.

Ao declinar o pedido da defesa de Bolsonaro, Moraes justificou regime excepcional de custódia no hospital. O ex-presidente cumpre, em regime fechado, pena de 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado. Ele deixou a Superintendência da Polícia Federal para cuidar da saúde.

– [Está] submetido às normas próprias do ambiente hospitalar e às orientações médicas. Dessa forma, diante das circunstâncias excepcionais da internação hospitalar, da necessidade de garantir a segurança e a disciplina, indefiro o pedido formulado – disse o magistrado na decisão.

*Pleno.News
Foto: EFE/ Andre Borges


O jornal britânico The Economist publicou um editorial, nesta terça-feira (30), afirmando que o presidente brasileiro Luís Inácio Lula da Silva (PT) não deveria tentar a reeleição no pleito de 2026. Para o veículo, uma questão é a idade do petista, que tem 80 anos de idade.

– Lula tem 80 anos. Apesar de todo o seu talento político, é simplesmente arriscado demais para o Brasil ter alguém tão idoso servindo mais quatro anos no cargo máximo. Carisma não é escudo contra o declínio cognitivo – diz um trecho.

O periódico faz uma comparação do líder do Executivo brasileiro com o ex-presidente dos Estados Unidos Joe Biden, que aos 81 anos desistiu de concorrer ao segundo mandato como presidente do país norte-americano após sua idade e sua capacidade cognitiva passarem a ser questionadas.

– Lula tem apenas um ano a menos do que Joe Biden tinha no ponto equivalente do ciclo eleitoral de 2024 nos Estados Unidos — que terminou de forma desastrosa. Ele parece estar em condição muito melhor do que Biden estava, mas já teve problemas de saúde – continua o editorial.

Para o jornal, se Lula saísse da corrida pelo Palácio do Planalto a eleição seria uma “disputa adequada em busca de um novo campeão da centro-esquerda”. O veículo aproveitou para criticar as políticas econômicas do atual governo, chamando elas de medíocre.

*Pleno.News
Foto: PR/Ricardo Stuckert

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