
O Hospital Estadual da Criança (HEC), em Feira de Santana, está com vagas abertas para contratação de médicos especialistas na área de pediatria. A iniciativa visa reforçar a equipe da unidade de saúde, atendendo ao aumento da demanda de pacientes e à necessidade de ampliar a capacidade de atendimento.
Interessados em concorrer às vagas devem entrar em contato pelo telefone (75) 3602-0481 e enviar currículo para o e-mail cartmedica.hec@labcmi.org.br. Os profissionais serão contratados sob o regime de pessoa jurídica (PJ). As vagas disponíveis são para atendimento na emergência e UTI pediátricas.
Referência em pediatria e obstetrícia de alto risco na região centro-leste da Bahia, o HEC possui uma estrutura de 260 leitos e oferece serviços de média e alta complexidade para crianças e gestantes, incluindo atendimento de emergência, diagnóstico e terapia, internação e atividades de ensino e pesquisa. A unidade também dispõe de um ambulatório de especialidades médicas pediátricas, com destaque para áreas como urologia, pneumologia, cardiologia, ortopedia, neurologia, nefrologia, infectologia, cirurgia pediátrica e oncologia.
Ascom HEC
Imagem: Caio Brito

A Arena Fonte Nova será palco do clássico sul-americano entre Brasil e Uruguai na noite desta terça-feira (19), a partir das 21h45, pela 12ª rodada das Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026. O duelo entre brasileiros e uruguaios vale a vice-liderança da tabela de classificação. O time Canarinho é o quarto colocado com 17 pontos, dois a menos do que a Celeste, que é a segunda. A terceira posição é ocupada pela Colômbia também com 19, enquanto a ponta está com a Argentina que soma 22. No entanto, em caso de derrota do selecionado do técnico Dorival Júnior permitirá a aproximação de equatorianos e paraguaios estão logo atrás, com 16 pontos, completando o G-6.
A Seleção Brasileira tem o desfalque do lateral-direito Vanderson, que recebeu o terceiro cartão amarelo e vai cumprir suspensão automática. Para a vaga, Dorival escolheu Danilo para ser o substituto. A ideia do treinador é das sequência ao time que teve bons momentos na vitória sobre o Peru na Data Fifa de outubro, e no empate com a Venezuela, na última quinta (14).
Uruguai
O Uruguai visita o Brasil vindo de importante vitória sobre a Colômbia, na última sexta (15), que o colocou na vice-liderança da tabela. No entanto, o técnico Marcelo Bielsa não poderá contar com o lateral-direito Nández, que está suspenso pelo terceiro amarelo. A vaga deverá ficar com Guillermo Varela, do Flamengo. Outra mudança é por opção do treinador. Herói do triunfo sobre os colombianos, o volante Ugarte ganhou a posição de Rodrigo Aguirre.
FICHA TÉCNICA
Brasil x Uruguai
Eliminatórias da Copa – 12ª rodada
Local: Arena Fonte Nova, Salvador (BA)
Data: 19/11/2024 (terça-feira)
Horário: 21h45
Árbitro: Piero Maza (CHI)
Assistentes: Claudio Urrutia e Jose Retamal (ambos do CHI)
VAR: Juan Lara (CHI)
Transmissão: TV Globo e SporTV
Brasil: Ederson; Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Abner; Bruno Guimarães e Raphinha; Vini Jr, Igor Jesus e Savinho. Técnico: Dorival Júnior.
Uruguai: Rochet; Varela, Giménez, Olivera e Saracchi; Valverde, Ugarte e Betancur; Pellistri, Darwin Nuñez e Araújo. Técnico: Marcelo Bielsa.
Informações Bahia.ba

Em 30 de junho de 2023, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu, por 5 votos a 2, pela inelegibilidade do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por oito anos, contados a partir da disputa de 2022. A decisão, no entanto, não foi suficiente para que o ex-chefe do Executivo perdesse sua popularidade. Parlamentares da oposição, por exemplo, já sinalizam as trajetórias definidas para sua elegibilidade em 2026.
Nas últimas semanas, Bolsonaro declarou-se como o “único candidato da direita” para a próxima eleição presidencial. Membros do tribunal fundamentaram a decisão na suposta prática de abuso de poder político e de uso indevido dos meios de comunicação durante reunião realizada no Palácio da Alvorada com embaixadores estrangeiros em 18 de julho de 2022.
Em entrevista a Oeste, o senador Marcio Bittar (União Brasil-AC) afirmou que a defesa do presidente de honra do Partido Liberal vai continuar tentando uma saída no Judiciário. Mas o plano B está no Congresso Nacional, com a aprovação do PL da Anistia, de autoria de Bittar e que beneficia Bolsonaro. O texto pode ser posto em análise com as novas presidências da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, que devem ser ocupadas por Hugo Motta (Republicanos-PB) e Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), respectivamente.

Marcio Bittar, que deve deixar o União Brasil para concorrer à próxima eleição pelo PL, também analisa que a esquerda no Brasil tomou um “balde de água fria” na disputa municipal deste ano e deverá diminuir — ainda mais — em 2026.
O senador observa que, com as mudanças na composição do Congresso Nacional, tal como das presidências da Câmara e do Senado, pautas como voto auditável, impeachment do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e a anistia dos presos do 8 de janeiro de 2023 devem ser aprovadas nas Casas.
A seguir, os principais trechos da entrevista.
Acabamos de sair de uma eleição municipal que demonstrou um enfraquecimento da esquerda. Qual recado a população quis passar com esse resultado nas urnas?
O resultado das eleições municipais faz mais sentido do que antigamente. Por que isso? Porque o povo brasileiro é um povo conservador, cristão. Ao mesmo tempo, é cumpridor da lei. Não é a favor da invasão de terra privada e da depredação de área pública — uma agenda encabeçada pela esquerda, vamos dizer assim, pois sabemos que existem alguns conceitos que os brasileiros não conseguem explicar. Mas a população acredita nesses conceitos, são a favor da lei e da ordem. Também tivemos um domínio da esquerda por décadas. Um dos grandes méritos do ex-presidente Jair Bolsonaro é ter tirado esse domínio da esquerda. Lembro-me de uma frase de um grande amigo, que dizia: “Preste atenção no Bolsonaro, ele está dizendo exatamente aquilo que é o povo brasileiro”. É isso o que tiramos das eleições municipais, as quais retratam com mais fidelidade aquilo que é o povo brasileiro, que é de centro para direita.
O senhor acredita que o resultado dessas eleições colocam o Brasil em um novo momento político?
Foi um banho de realidade. Um balde de água fria na ideologia comunista. O que me parece é que o Partido Liberal, ao crescer muito como vimos, também amadureceu. Acho que uma prova desse amadurecimento é o que a sigla acaba de fazer na Câmara e, principalmente, no Senado Federal: declarar apoio a Hugo Motta para a presidência da Casa Baixa e a Davi Alcolumbre para a Casa Alta. Além disso, o amadurecimento do PL nos ajuda a compreender o atual momento para nos prepararmos para o próximo round, que é 2026.
Como o senhor vê o andamento do processo de impeachment de Moraes com a possível presidência de Davi Alcolumbre no Senado?
Acho que o processo vai tramitar, mas com esta atual composição é muito difícil. Digo isso porque são necessários 54 votos. Contudo, no mandato de Davi Alcolumbre, um processo de impeachmentnão será engavetado, vai tramitar. Ainda sobre o impeachment, o passo mais importante para libertar o Senado, para ele poder cumprir seu direito garantido pela Constituição, seria a Câmara votar o fim do foro privilegiado (de autoridades federais). Sabemos que a pressão existe, e aqui não estou colocando culpa, pois cada um sabe o sapato que aperta o calo. Eu, graças a Deus, não tenho nada na Suprema Corte, mas muitos senadores têm processos. E vocês da imprensa noticiam que, quando votamos alguma coisa que contraria algum dos ministros, eles estão averiguando e fiscalizando senadores e deputados que têm processos no STF. Então, é um problema. Se a Câmara aprova o fim do foro privilegiado, essa pressão cessa mágica e instantaneamente, porque o processo vai para a primeira instância. Mas, respondendo objetivamente, acho que no mandato futuro, de Davi Alcolumbre, tramitará um processo de impeachment. Hoje seria muito difícil aprovar a matéria com os 54 votos. Agora, em 2027, o assunto será outro.

Recentemente, o senhor protocolou a PEC que tira os ministros do STF da composição do TSE. Acha que esse projeto e mais o possível andamento do processo de impeachment de Alexandre de Moraes podem fazer com que ocorram retaliações da Suprema Corte?
Vamos lembrar que, pelo menos na questão do que a Câmara fez agora, o início partiu aqui no Senado. Foi do presidente Rodrigo Pacheco (PSD-MG) a iniciativa de diminuir o poder do voto monocrático dos ministros do STF, aprovada agora pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Confio muito na capacidade de articulação de Davi Alcolumbre, que pretende dar continuidade. Além disso, é óbvio que ele pensa em se eleger de novo na próxima legislatura. Ele sabe, de antemão, que o cenário eleitoral dos 81 senadores estará mais à direita ainda. Entendo que o próprio Supremo sabe que, com Davi na presidência, vai ter que chegar a um acordo. Não vai dar para ficar no 10 a 0. Este é o jogo da política: tem que chegar ao meio-termo. E, nesse aspecto, quero mais uma vez louvar Bolsonaro. Ele terminou uma articulação que fortaleceu algumas pautas importantes, como a anistia, alguns regramentos do STF e o voto auditável.
O que o motivou a criar a PEC que pretende tirar os ministros do STF da composição do TSE?
Logo que apresentei a PEC, alguém me disse que seria uma reação automática ao STF. Não se trata disso. Existem pautas nacionais que, quando damos maior atenção, descobrimos coisas e discutimos sobre cada assunto. Por exemplo, quando o legislador pressupõe que para ser condenado em primeira instância ou em uma instância inferior é preciso recorrer a uma instância superior. Ou seja, o legislador está prevendo uma chance de um novo olhar, de ratificar ou não. Da mesma forma, se você recebe um laudo médico com indicação da necessidade de uma cirurgia, você pode e deve buscar outro laudo. Claro que você não vai repetir o médico, pois o laudo seria o mesmo. Então, quando você se depara com o Tribunal Superior Eleitoral, é diferente. Nessa Corte, temos sete cadeiras, das quais cinco têm influência direta do STF. Três são ministros da Suprema Corte, sendo que um, obrigatoriamente, tem que ser presidente do TSE. Os outros dois, eles que indicam. Então, quando alguém perde no TSE e recorre ao STF, há uma grande chance de cair com quem já o julgou. Ou seja, o princípio de que haverá outro olhar e uma nova oportunidade de corrigir um possível erro do TSE não existe. Simplesmente, não há motivo para o Supremo reagir. A última palavra vai ser deles, mas é para ser outra palavra, não a mesma.
Acredita que a PEC ganha força para ser aprovada em plenário ainda neste ano? Se não, o projeto deve tramitar com a possibilidade de Davi Alcolumbre presidir o Senado a partir de 2025?
Acho que neste ano será designado o relator e que o texto deve tramitar no ano que vem. A lucidez do PL e do presidente Bolsonaro contribuíram para tudo isso. Na medida em que se age pragmaticamente, como Bolsonaro disse, para que o PL não seja mais um zumbi dentro da Casa e assuma cargos na mesa e em comissões, isso faz com que a matéria tramite. O partido, atualmente, está sem nenhum mecanismo de poder aqui no Senado. Não se pode forçar que uma matéria ande. Então, com essa liderança, a partir da nova presidência da Casa, essa PEC e todas as outras matérias de interesse ganham fôlego. Não tenho dúvida de que no ano que vem será votada a anistia e o voto auditável. Assim como não tenho dúvida de que Bolsonaro estará elegível em 2026.

Como Bolsonaro vai ser elegível em 2026?
Humanamente, é insustentável Bolsonaro não ser candidato em 2026. Ninguém vai entender isso no Brasil. O ministro Gilmar Mendes, do STF, acabou de libertar José Dirceu. Não vou entrar na firula da tecnicidade e da jurisprudência. Claro que o magistrado achou alguma coisa para anular a condenação do petista, assim como a do Lula. Qualquer cidadão brasileiro que não seja militante de esquerda tem certeza de que houve o Petrolão. Acha que algum brasileiro vai se convencer de que não houve o Mensalão? O TSE agora tem nova composição, com a chegada do ministro André Mendonça. A leitura que se faz é de que seria favorável a uma possível correção e a um recurso de Bolsonaro. Não é sustentável que Bolsonaro não possa ser candidato porque alguém acha que, na manifestação do dia 7 de setembro de 2022, ele usou a data eleitoralmente. O outro assunto é que Bolsonaro teria se reunido com embaixadores. É algo tão maluco que não vejo como não ser corrigido, seja pelo TSE, seja pelo Congresso Nacional. Inclusive, o PL da Anistia, que inclui Bolsonaro, é meu.
E o senhor acredita que o seu PL da Anistia pode tramitar no Congresso Nacional?
Não tenho dúvida de que essa pauta tramitará no Congresso. A Câmara e o Senado sabem que nas eleições de 2026 a direita vai aumentar muito. A bancada conservadora no Senado já é grande e, nas próximas eleições, o PL vai ter a maior bancada. Quem hoje é senador ou deputado federal e disputa cargo na presidência da Câmara ou do Senado sabe que há uma conta que não vai fechar e que logo em seguida vão precisar ainda mais do PL do que hoje. É impossível o Congresso Nacional deixar de agir caso o TSE não aceite os pedidos dos advogados de Bolsonaro. Qual será a consequência imediata? A prioridade são os pobres coitados do 8 de janeiro de 2023. Mas com isso a pauta da anistia acabou? Não. Em seguida será o presidente Jair Bolsonaro.
Informações Revista Oeste
Um levantamento mostra que a emissora da família Marinho foi a principal beneficiada com contratos de publicidade em 2024

O deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) pediu à Secretaria de Comunicação do Governo Federal (Secom) detalhes sobre os pagamentos feitos pelo Palácio do Planalto à TV Globo.
Segundo apuração do portal O Antagonista, em menos de dois anos, a emissora já recebeu R$ 177,2 milhões em publicidade do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), cerca de R$ 200 mil a mais do que tinha recebido nos quatro anos da gestão de Jair Bolsonaro (PL).
Um levantamento feito pela Veja mostrou que a emissora da família Marinho foi a principal beneficiada com contratos de publicidade firmados pela Secom em 2024, com cerca de R$ 87,2 milhões.
O montante ultrapassa os R$ 86,3 milhões contratados ao longo de 2022, ano em que a emissora mais fechou contratos com governo Bolsonaro.
No pedido, o parlamentar questiona se os pagamentos milionários não estão comprometendo investimentos como em saúde e educação, ainda mais no período em que o governo federal tem tido dificuldades para fechar as contas públicas.
“É evidente que a publicidade governamental desempenha um papel fundamental na comunicação com a população, especialmente em tempos de crise, quando é crucial informar a sociedade sobre políticas públicas, medidas de saúde e outras ações de relevância nacional”, afirma o deputado.
“No entanto, o aumento significativo dos repasses para uma única emissora, sem uma justificativa clara e fundamentada, pode levantar suspeitas de favorecimento e de falta de diversificação na comunicação institucional do governo”, acrescenta.
Informações Revista Oeste

A Polícia Federal (PF) realiza nesta terça-feira, 19, uma operação contra uma organização criminosa que teria planejado um suposto golpe de Estado para impedir a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e restringir a atuação do Poder Judiciário.
Segundo o portal g1, foram presos quatro militares (da ativa ou na reserva) das Forças Especiais do Exército (os chamados “kids pretos”) e um policial federal.
A operação foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e tinha ele próprio como alvo do suposto crime.
Segundo a PF, as investigações revelam que a organização criminosa utilizou elevado nível de conhecimento técnico-militar para planejar, coordenar e executar ações ilícitas nos meses de novembro e dezembro de 2022.
Entre as ações, segundo os agentes, foi identificada a existência de um “detalhado planejamento operacional, denominado ‘Punhal Verde e Amarelo’”.
O plano, que seria executado no dia 15 de dezembro de 2022, teria como objetivo matar Lula e o vice-presidente, Geraldo Alckmin.
Também estariam nos planos a prisão e a execução de Moraes. Segundo a PF, ele vinha sendo monitorado continuamente, caso o suposto golpe de Estado fosse consumado.
Segundo apuração da CNN, os alvos dos mandados de prisão preventiva são:
Os agentes também cumprem três mandados de busca e apreensão e 15 medidas cautelares. O Exército acompanhou o cumprimento das ordens no Rio de Janeiro, em Goiás, Amazonas e Distrito Federal.
Segundo a PF, os fatos investigados nesta fase da investigação configurariam os crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado e organização criminosa.
Informações Revista Oeste
Publicação da colunista Mary Anastasia O’Grady discorre sobre as propostas do governo no G20, apoio a ditaduras e políticas econômicas questionáveis

De acordo com um artigo publicado no jornal norte-americano The Wall Street Journal no domingo, 17, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva está à frente do declínio da democracia e da economia na América Latina.
Na publicação, a colunista Mary Anastasia O’Grady, especialista em política da América Latina, considera irônica a proposta de Lula de acabar com a fome e a pobreza até 2030, uma das principais pautas do G20, que ocorre no Rio de Janeiro. “Suas políticas, tanto internas quanto externas, desde que assumiu o cargo em janeiro de 2023, correm o risco de levar o país a um caminho ainda mais problemático”, afirma.
Mary Anastasia avalia que a democracia na América Latina está em uma “situação terrível”. A crescente influência da China na região está longe de ser o único problema. Segundo a jornalista, o desafio maior é a erosão do capitalismo democrático, que em muitos países está sendo substituído por nacionalismo e autoritarismo.
Um exemplo disso é a presidente do México, Claudia Sheinbaum, que assumiu o cargo em 1º de outubro e já consolidou o monopólio de poder iniciado por seu antecessor, Andrés Manuel López Obrador.
Emendas constitucionais aprovadas por um Congresso controlado pelo partido Morena acabaram com a independência do Judiciário e dos órgãos reguladores que deveriam limitar o poder do Executivo. O crime organizado tomou controle de grandes áreas do país. A iminente falta de energia restringiu o boom de nearshoring que antes parecia certo. O peso está desvalorizado.
“Venezuela, Bolívia, Honduras, Nicarágua e Cuba são refúgios para o tráfico de drogas e também eliminaram a independência institucional. Em El Salvador, a troca de democracia pela segurança pessoal é racional, mas provavelmente será dolorosa a longo prazo. A lei na Colômbia manca fortemente, assim como sua economia.”

Em seu artigo, Mary Anastasia também destaca que o Brasil, há muito tempo, aspira substituir os Estados Unidos como hegemonia regional no continente sul-americano. “Mas assumir esse papel requer autoridade moral e peso econômico”, relata. “Lula está desperdiçando ambos.”
O antiamericanismo de Lula foi escancarado depois do resultado das eleições na Venezuela. Enquanto observadores e a comunidade internacional reconheceram a vitória esmagadora de Edmundo González Urrutia, o Brasil, junto de México e Colômbia, decidiu prestar apoio velado à ditadura de Nicolás Maduro.
Essa postura ficou evidente quando a Organização dos Estados Americanos, que defende a democracia na região, realizou uma votação para reconhecer a vitória de González Urrutia. México, Colômbia e Brasil se opuseram, impedindo que a votação acontecesse.
“Como o apoio de Lula à ditadura cubana, isso foi um ato de antiamericanismo, e não uma crença na legitimidade de Maduro.”
Mary Anastasia classifica Lula como uma espécie de “dinossauro da Guerra Fria” do Brasil, agarrado a ideias socialistas utópicas e uma sede de poder que apenas um modelo corporativista altamente centralizado oferece.
“Ele prefere aliados que não insistem em um governo limitado, como os outros membros do grupo Brics — Rússia, Índia, China e África do Sul. O grupo busca reduzir o alcance do dólar e das instituições ocidentais nas finanças internacionais e contornar sanções ao criar os próprios mecanismos de empréstimo e moedas alternativas.”
A publicação também afirma que, apesar da postura antidólar, Lula ama a moeda norte-americana. A cúpula governista no Rio de Janeiro defenderá uma proposta de imposto global sobre a riqueza dos ricos, visando a arrecadar cerca de US$ 250 bilhões anualmente de 2,8 mil bilionários.
De acordo com o governo, os recursos serão usados para combater as mudanças climáticas e a pobreza. Para Mary Anatasia, tal ideia é irônica por vir, justamente, de Lula. “A ideia vem de um político cujo Partido dos Trabalhadores supervisionou o maior esquema de corrupção da história da América Latina e que foi condenado — e nunca absolvido — por seu papel nele”, acrescentou.
Ainda segundo a publicação, enquanto Lula avança em tais ações, a política econômica de seu governo está levando o país por um caminho já conhecido de república de bananas, ao abandonar a responsabilidade fiscal.
O ex-ministro da Economia Paulo Guedes (2019-2022), controlou os gastos ao cortar a força de trabalho do governo e congelar os salários nominais. Agora, “o déficit fiscal geral do setor público”, informou o Goldman Sachs em 11 de novembro, “está em 9,34% do PIB (em comparação com um déficit de 7,5% há um ano)”.
Mary Anastasia relata que essa imprudência está pressionando o real brasileiro. A inflação está em 4,6% no ano. Para mantê-la sob controle, o banco central teve de aumentar as taxas de juros overnight para 11,25%.
Grandes multinacionais tomam empréstimos a taxas em dólar, mas as pequenas e as médias empresas brasileiras enfrentam custos locais punitivos para crédito. Isso não é exatamente Lula cuidando do cidadão comum.
O mandato do respeitado banqueiro central Roberto Campos Neto termina no próximo mês. Lula está substituindo-o por Gabriel Galípolo. “Os mercados estarão atentos para ver se a independência do banco central sobreviverá. Se não, os pobres serão os que mais sofrerão”, completou.
Informações Revista Oeste

Mas meu truque favorito vem agora: galinhas! Em algumas áreas dos bastidores não diretos dos parques existem galinhas. Elas não são visíveis para visitantes e nem cast members (como são chamados os funcionários da Disney), apenas pessoas que trabalham no programa de vigilância.
Essas galinhas, chamadas de “sentinela”, atuam como uma espécie de “sistema de alerta” e são usadas para vigilância de vírus transmitidos por mosquitos em diversos locais do mundo. São galinhas que não ficam doentes com o vírus, mas seus corpos produzem anticorpos que indicam a presença do vírus na área.
Claro que a gente não pode dizer com cem por cento de certeza que a Disney é totalmente livre de mosquitos, porque tudo pode acontecer. Mas o sistema que se forma para que eles não consigam adentrar os parques é de se tirar o chapéu. Não é genial? Você já sabia disso?
Informações UOL

A Bahia registrou quase 100 mil homicídios durante os governos do Partido dos Trabalhadores (PT) na Bahia, segundo o deputado federal Capitão Alden (PL-BA).
O aumento significativo na violência coincide com os mandatos de Jaques Wagner, Rui Costa e, mais recentemente, Jerônimo Rodrigues. Capitão Alden deu a declaração no programa de podcast Diário do Poder, no último sábado, 16.
De 2007 a 2015, sob a gestão de Wagner, foram contabilizados 46 mil assassinatos, o que gerou preocupações sobre a segurança pública na região.
Os governos subsequentes, de Rui Costa, que se estenderam até 2023, registraram outros 42 mil homicídios. Os números mantiveram a Bahia como um dos Estados brasileiros com altos índices de criminalidade.

Durante o atual governo, de Jerônimo Rodrigues, mais de 6 mil mortes violentas já foram registradas. Capitão Alden, com mais de duas décadas de experiência como policial militar, afirmou que esse período sob gestão do PT impactou diretamente a segurança da população.



Jaques Wagner não apenas exerceu o cargo de governador, mas atualmente é senador pelo PT. Rui Costa, depois de deixar o governo estadual, assumiu a posição de ministro da Casa Civil, um dos cargos mais influentes do governo federal.
Recentemente, Jerônimo afirmou que a segurança pública “é um problema nacional”. Ele ainda mencionou que o Estado de Goiás, sob gestão do governador Ronaldo Caiado (União Brasil), também enfrenta uma onda de violência.
Ronaldo Caiado respondeu ao governador da Bahia e negou a informação. “Aqui, não, Jerônimo”, disse o chefe do Executivo goiano, em vídeo publicado nas redes sociais. “Em meu Estado, bandido não se cria. Aqui em Goiás a segurança é plena.”
Informações Revista Oeste

Após duras rodadas de negociações, a Argentina assinou a Declaração de Líderes da reunião de cúpula do G20 no Rio de Janeiro. O documento reúne todos os pontos de concordância dos países participantes do grupo e traz pedidos por um cessar-fogo em Gaza e no Líbano, alvos de ataques israelenses, e uma “paz justa” na Ucrânia, que luta contra a invasão russa. Bandeiras importantes para o Brasil, como o trecho sobre a taxação global dos super ricos, também entraram no documento que foi divulgado no início da noite de segunda-feira (18/11).
A decisão passou pelo crivo do presidente argentino, Javier Milei, que era a maior resistência aos consensos do documento. Antes, ele também falou que não iria aderir à Aliança Global Contra a Fome, outra causa importante para o Brasil, mas por fim concordou com a proposta.
Um dos principais pontos de discordância de Milei com a declaração final da cúpula é a questão da Agenda 2030, documento elaborado pela Organização das Nações Unidas (ONU) sobre os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS).
O presidente argentino também havia manifestado contrariedade sobre a tributação de grandes fortunas e a atuação do Estado para enfrentar a fome. No entanto, a assinatura do documento demonstrou mais um recuo de Milei, convencido por governantes de países parceiros, como o francês Emmanuel Macron.
A participação argentina no evento foi um ponto de tensão antes mesmo da chegada de Javier Milei ao Rio. Como o líder já havia se posicionado contra vários pontos do consenso entre os países, havia temor que o texto final naufragasse.
Ao chegar, o cumprimento entre Lula e Milei virou assunto pela frieza entre eles. Além disto, o discurso de Milei fez referências ao presidente norte-americano Donald Trump e acabou recebendo poucos aplausos.
O primeiro deles no dia foi quanto à adesão à Aliança Global Contra a Fome e a Pobreza. Embora tenha dito que tal questão não deveria ser abordada pelo estado, mudou de posição. A medida foi uma das principais bandeiras do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), durante toda a presidência do país no G20.
A declaração dos líderes no G20 tem 24 páginas nas quais são abordados 85 pontos. No documento, entre outros temas, há um pedido por cessar-fogo na Faixa de Gaza, além de uma menção ao interesse por paz na Ucrânia.
Na declaração final, há três prioridades: inclusão social e combate à fome e à pobreza; desenvolvimento sustentável, transições energéticas e ação climática; e a reforma na governança global.
Temas como a inteligência artificial (IA) não ficaram de fora do texto. Os países entendem que ela deve ser aproveitada pelos governos, mas fazem ressalvas. “Nós procuraremos promover uma abordagem de governança/regulatória pró-inovação para a IA, que limite os riscos e, ao mesmo tempo, nos permita nos beneficiar do que ela tem a oferecer.”
Informações Metrópoles

O Consulado-Geral do Brasil divulgou instruções para os torcedores que vão viajar para a Argentina para assistir à final da Conmebol Libertadores entre Botafogo e Atlético Mineiro. O jogo de futebol está marcado para o dia 30 de novembro, no Estádio Monumental de Nuñez, na capital Buenos Aires.
A cartilha tem 14 páginas. O conteúdo conta com diversas dicas sobre segurança, questões médicas, financeiras e os documentos necessários para entrar no país.
Sobre a segurança dos turistas, o consulado alertou para possíveis situações de risco. O documento não recomenda que as pessoas andem com documento original e itens de valor em pontos turísticos.
O órgão apontou que “há registro de crimes violentos, a exemplo de homicídios, asssaltos à mão armada, roubos de automóveis e furtos”. A cartilha também recomenda que as pessoas tomem cuidado em restaurantes e recepções de hotéis.
No documento, o Consulado-Geral do Brasil ainda lista contatos e hospitais de referência. Em finanças, o órgão também preparou orientações sobre câmbio, moedas e sistemas de pagamento.
Segundo informações do canal argentino TYC Sports, ao menos 40 mil torcedores do Botafogo já compraram ingressos. Os atleticanos já garantiram 10 mil deles.
O Atlético Mineiro venceu o River Plate e garantiu vaga na final da Libertadores. O Botafogo, do Rio de Janeiro, derrotou o Peñarol e também vai disputar a taça continental.
Desde quando a organização do torneio decidiu deixar a final para ser decidida em jogo único, em 2019, os times brasileiros protagonizaram quatro decisões.
O vencedor da partida vai receber um prêmio de US$ 23 milhões (cerca de R$ 132 milhões), pagos pela Conmebol. O segundo colocado deve ficar com US$ 7 milhões (R$ 40 milhões).
Informações Revista Oeste