
O bilionário Elon Musk descartou qualquer interesse na compra do TikTok. A plataforma de vídeos curtos enfrenta tentativas de proibição nos Estados Unidos. O governo norte-americano alega preocupações com a segurança nacional por conta da empresa controladora do aplicativo, a chinesa ByteDance.
No fim de janeiro, Musk abordou o tema durante uma cúpula organizada pelo conglomerado de mídia Axel Springer SE. O The WELT Group, parte do grupo de comunicação, publicou as declarações neste sábado, 8. Em uma participação por videoconferência, o CEO da Tesla negou qualquer movimento para adquirir a rede social. “Eu não fiz nenhuma oferta pelo TikTok”, afirmou.
A declaração ocorreu poucos dias depois de Donald Trump indicar que veria com bons olhos uma eventual compra da plataforma por Musk. O empresário reforçou que não tem planos para o aplicativo. Admitiu desconhecer seu formato.
“Não estou ansioso para adquirir o TikTok, eu geralmente não adquiro empresas, é algo bem raro”, disse Musk. “Normalmente, eu crio empresas do zero.”
Em janeiro, Trump assinou uma ordem executiva que adiou a proibição do TikTok nos Estados Unidos. A ByteDance recebeu uma determinação para vender seus ativos no país. Caso contrário, o aplicativo seria banido. O governo norte-americano teme que a empresa chinesa possa ser forçada a repassar dados de usuários norte-americanos ao governo da China. O TikTok nega veementemente essa possibilidade.
Desde a entrada em vigor de uma nova legislação nos EUA, Apple e Google ainda não restabeleceram o aplicativo em suas lojas digitais. Em resposta, o TikTok passou a disponibilizar o download diretamente pelo seu site para dispositivos Android. Dessa forma, contorna as restrições.
Trump também mencionou que está conversando com possíveis compradores para definir o futuro do TikTok. Ele sugeriu que a decisão pode sair ainda este mês. Atualmente, a plataforma soma cerca de 170 milhões de usuários nos Estados Unidos.
Recentemente, o ex-presidente assinou uma nova ordem executiva para criar um fundo soberano ao longo do ano. Ele sugeriu que esse fundo poderia ser usado na compra do TikTok. A ByteDance, no entanto, reafirmou que não pretende vender a plataforma.
A mudança de postura de Trump chama atenção. Em seu primeiro mandato, ele tentou proibir o aplicativo. Alegou que dados de cidadãos norte-americanos estariam sendo compartilhados com a China. Agora, reconhece a importância do TikTok na mobilização de eleitores jovens. Afirma ter um “carinho especial” pelo aplicativo.
Informações Revista Oeste

A Justiça determinou o fim das taxas mínimas de entrega em pedidos do iFood. Uma decisão do Tribunal de Justiça de Goiás que vale para todo o Brasil, também ordenou que a empresa pague uma multa milionária por danos morais coletivos pelas cobranças feitas aos seus usuários.
O TJ-GO acatou o pedido do Ministério Público do estado de Goiás, que considerou a taxa abusiva. A decisão foi publicada em primeira instância na última sexta-feira (7). Ou seja, o iFood ainda vai recorrer à decisão, por isso, a mudança nas cobranças não passa a valer imediatamente.
De acordo com o UOL, a Justiça pede que o valor mínimo dos pedidos não extrapole R$ 30 “imediatamente” e que a diminuição aconteça de forma escalonada. Pela decisão, o iFood deve diminuir em R$ 10 a taxa mínima a cada seis meses, zerendo-a em um prazo de 18 meses. Caso não cumpra com os prazos, a empresa terá de pagar multa de R$ 1 milhão.
A taxa mínima é estabelecida pelos próprios restaurantes, mas a Justiça entendeu que o iFood concorda com a “venda casada” ao permitir a cobrança. Além de obrigar a mudança, a decisão judicial entendeu que a companhia deve pagar multa de R$ 5,4 milhões, que será destinada ao Fundo Estadual de Defesa do Consumidor.
Informações Metro 1

O secretário nacional de Segurança Pública, Mário Sarrubbo, afirmou que há uma infiltração significativa do crime organizado nos postos de combustíveis em todo o Brasil. Em entrevista ao UOL, Sarrubbo destacou que o Estado brasileiro precisa “reagir” de forma mais eficiente ao avanço dessas organizações no setor, que têm se aproveitado de fraudes e práticas criminosas nesse ramo econômico essencial para o país.
“Há um problema muito grande no Brasil envolvendo postos de combustíveis. Há infiltração de crime organizado, há inúmeras formas de se fraudar essa atividade econômica tão importante para o país. Temos uma expectativa muito positiva de que vamos avançar. Teremos aí à frente grandes operações protagonizadas pelas nossas polícias estaduais, polícias federais e um trabalho efetivamente integrado”, afirmou o secretário.
Sarrubbo, ressaltou que a atuação do crime organizado nos postos de combustíveis é um problema grave e que diversas instituições estão unindo esforços para combatê-lo. Ele mencionou que a Polícia Federal, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a Receita Federal, a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF) estão envolvidos em investigações coordenadas sobre o tema.
O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, também anunciou, nesta semana, que a Polícia Federal abrirá um inquérito específico para investigar as atividades ilícitas de organizações criminosas no setor de distribuição de combustíveis. A decisão foi tomada após uma reunião do Núcleo Estratégico de Combate ao Crime Organizado, formado pelo próprio ministério.
Em relação à segurança pública de maneira geral, Sarrubbo afirmou que o governo federal não deve enfrentar grandes obstáculos na relação com o Congresso Nacional, especialmente em um ano em que a segurança pública será um dos temas centrais da agenda legislativa.
O secretário também expressou preocupação com a politização das guardas civis metropolitanas em diversas cidades do país. Para ele, o uso dessas forças de segurança para fins políticos é uma ameaça à sua imparcialidade e eficiência, e a ideologia não deve fazer parte da atuação das guardas, que precisam atuar exclusivamente pela segurança da população.
O trabalho integrado das diversas forças de segurança no combate ao crime organizado, segundo Sarrubbo, é uma das estratégias mais promissoras para enfrentar esse problema, e grandes operações já estão previstas para avançar nesse combate.
Informações Bahia.ba
Clube gaúcho pagará a multa rescisória de US$ 1 milhão (cerca de R$ 5,9 milhões), o Rubro-negro tem direito a 50% do valor

O lateral-esquerdo Lucas Esteves conseguiu uma liminar na Justiça do Trabalho para deixar o Vitória e assinar com o Grêmio. O caso, que se arrastava há algumas semanas, ganhou novo capítulo com a decisão judicial favorável ao jogador. A informação foi divulgada inicialmente pela Rádio Gaúcha e confirmada pelo site ge.
Na última terça-feira, uma audiência na Câmara Nacional de Resolução de Disputas (CNRD) terminou sem definição. Com isso, Esteves teve que aguardar a decisão da Justiça do Trabalho, que concedeu a liminar na sexta-feira.
O jogador já está em Porto Alegre e deve passar por exames médicos na próxima terça-feira (11) antes de assinar contrato com o Grêmio. O clube gaúcho pagará a multa rescisória de US$ 1 milhão (cerca de R$ 5,9 milhões) para oficializar a contratação. O Vitória tem direito a 50% do valor, enquanto o Palmeiras ficará com a outra metade.
Mesmo antes da decisão judicial, o Vitória já não contava mais com Lucas Esteves. O atleta havia chegado a um acordo com o Grêmio e não vinha participando dos treinos do time baiano até a resolução do imbróglio.
Informações Bahia.ba

Mesmo que seja aprovada no Congresso e sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a proposta que altera a Lei da Ficha Limpa pode ser inútil para reabilitar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) nas eleições de 2026. A análise é do jornal Gazeta do Povo.
A mudança reduziria de oito para dois anos o período de inelegibilidade para condenações por abuso de poder político e econômico em campanhas eleitorais.
Bolsonaro aposta nesse projeto de lei para anular duas condenações recebidas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 2023, que o tornaram inelegível até 2030.
O PLP 141/2023, de autoria do deputado Bibo Nunes (PL-RS), está pronto para ser analisado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara. O projeto conta com apoio não apenas da direita, mas também de uma parcela significativa do centrão, pois beneficiaria vários outros políticos cassados.
Nesta sexta-feira, 7, Bolsonaro publicou um vídeo nas redes sociais defendendo a mudança. “Estamos trabalhando para que esse período passe de oito para dois anos de inelegibilidade, e aí, sim, eu poderia disputar as eleições em [20]26, e você vai decidir se vai votar em mim ou não”, afirmou.
Antes disso, o ex-presidente chegou a defender uma alteração mais radical: a revogação completa da lei, que ele considera existir apenas para perseguir a direita.
Bolsonaro argumentou ainda que a ex-presidente Dilma Rousseff, mesmo depois do impeachment, voltou a ser elegível, e que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, depois de ser condenado em três instâncias, pôde concorrer ao ser “descondenado” pelo STF.
“Temos a justiça comum, o Código Penal, a lei de improbidade administrativa, entre outras, para punir políticos criminosos”, declarou o deputado Bibo Nunes ao jornal Gazeta do Povo. “Não é o tempo de inelegibilidade que pune um político corrupto. Oito anos é um período muito longo e serve para punições políticas, não criminais.”
O problema, no caso de Bolsonaro, é que a mudança pode não surtir efeito por dois motivos. O primeiro é a possibilidade de o STF declarar a nova lei inconstitucional. O segundo é a chance de a Corte condenar Bolsonaro criminalmente por tentativa de golpe, afastando-o das urnas por um período muito além de 2030.
Em entrevista à Gazeta do Povo, o advogado eleitoral Fernando Neisser, afirma que o STF pode considerar a alteração inconstitucional por proteger de forma insuficiente a moralidade nas eleições.
A Constituição determina que uma lei complementar estabeleça os casos de inelegibilidade “a fim de proteger a probidade administrativa, a moralidade para exercício de mandato, considerada vida pregressa do candidato, e a normalidade e legitimidade das eleições contra a influência do poder econômico ou o abuso do exercício de função, cargo ou emprego na administração direta ou indireta”.
Na legislação brasileira, isso está previsto na Lei Complementar 64/1990, que foi atualizada em 2010 com a criação da Lei da Ficha Limpa. Antes dessa mudança, o prazo de inelegibilidade era de três anos depois do trânsito em julgado de condenações criminais, ou seja, depois do encerramento definitivo do processo.
Na prática, políticos condenados continuavam concorrendo porque conseguiam recorrer indefinidamente até que a punição prescrevesse ou fosse anulada. Com a Lei da Ficha Limpa, além de o prazo de inelegibilidade ser ampliado para oito anos, a contagem passou a ocorrer depois da condenação por um tribunal, de forma imediata.
Para Neisser, a inconstitucionalidade pode ocorrer se o STF aplicar o princípio da proteção insuficiente de um bem jurídico.
“Se a lei reduzisse a pena de homicídio para dois meses, o STF poderia declarar inconstitucional por não proteger de maneira suficiente o direito à vida”, exemplifica.
Em outras palavras, uma punição tão branda não seria suficiente para fazer um potencial homicida desistir de matar uma pessoa, deixando-a desprotegida. O mesmo se aplicaria à moralidade e legitimidade das eleições contra o abuso de poder político e econômico.
Se o projeto eventualmente reduzir também o prazo de inelegibilidade para outras causas – como condenações por crimes comuns ou eleitorais, improbidade administrativa, cassação de mandato por quebra de decoro, impeachment, etc. –, o STF teria ainda mais motivos para declarar a alteração inconstitucional, por causar uma proteção insuficiente à moralidade na ocupação de cargos públicos.
Outra possibilidade de o STF barrar Bolsonaro seria decidir que a redução do prazo de inelegibilidade só valeria para condenações futuras. Assim, ele ficaria de fora de 2026, já que foi condenado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 2023.
A chance de Bolsonaro se beneficiar de uma interpretação que lhe permita concorrer é pequena, já que a Corte já decidiu em 2010 que a ampliação do prazo de inelegibilidade deveria ser aplicada também a condenações anteriores.
Outro fator que pode tornar a mudança na Ficha Limpa irrelevante para Bolsonaro é a possibilidade de uma nova condenação no inquérito que investiga a suposta tentativa de golpe.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) está prestes a denunciá-lo por três crimes: tentativa de golpe de Estado, tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito e organização criminosa. Se for condenado, Bolsonaro pode pegar penas que somam ao menos 15 anos de prisão.
Informações Revista Oeste

O cenário econômico do Brasil se destaca pela presença de algumas metrópoles cuja contribuição para o Produto Interno Bruto (PIB) é significativa. Estas cidades não só impulsionam a economia, mas também se destacam em inovação e infraestrutura. Suas funções e características refletem o grau de desenvolvimento nacional.
No contexto das cidades mais ricas do Brasil, há várias que desempenham papéis centrais em diversos setores, desde o comércio e a indústria até as áreas de serviços e tecnologia. Nesse sentido, cinco metrópoles apresentam grande relevância por sua prosperidade e importância econômica.
São Paulo é a cidade líder na economia brasileira, com um PIB de R$ 1,3 trilhão em 2022. O município é um centro diversificado que abrange finanças, tecnologia, comércio e serviços, além de ser sede principalmente de diversas multinacionais. Desse modo, sua infraestrutura avançada e mercado de trabalho dinâmico criam um ambiente ideal para o crescimento de negócios.
O Rio de Janeiro, com um PIB de R$ 415 bilhões em 2022, desempenha um papel chave nos setores de petróleo e gás, além de ser, da mesma forma, um atraente destino turístico. A cidade combina beleza natural com uma riqueza cultural vibrante, consolidando sua posição como um importante polo econômico.
A principal fonte de Brasília localiza-se na administração pública, contribuindo com um PIB de R$ 272 bilhões em 2022. Como capital federal, Brasília concentra muitas instituições governamentais e serviços públicos, funcionando como um núcleo central das operações estatais. Seu mercado imobiliário crescente eleva o padrão de vida local, atraindo diversas empresas ligadas aos serviços públicos.
Com um PIB de R$ 104 bilhões em 2022, Belo Horizonte sobressai em mineração e em uma economia diversificada que inclui comércio e serviços. A cidade representa um ambiente de negócios que respalda a industrialização e o setor terciário.
Curitiba, com seu PIB de R$ 83 bilhões em 2022, é conhecida por suas soluções urbanas inovadoras e compromisso com a sustentabilidade. A cidade é um eixo importante na indústria automotiva e em novas tecnologias, com um sistema de transporte público exemplar.
A alta qualidade de vida, aliada a políticas ambientais responsáveis e um mercado tecnológico pujante, posiciona a capital paranaense como líder em práticas urbanas inovadoras, tanto nacional quanto internacionalmente.
Informações Revista Oeste

O Brasil registrou a chegada de 194.331 migrantes em 2024. Os venezuelanos lideram a lista de abrigados, com 94.726 pessoas recebidas pela Operação Acolhida. Os dados são da 8ª edição do Boletim da Migração, divulgado pela Secretaria Nacional de Justiça (Senajus), do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP).
Segundo a pasta, a reunião familiar foi o principal motivo para as solicitações de abrigo no país, com 16.567 justificativas. Na sequência, vêm trabalho e investimentos, com 14.507 justificativas, e estudo, com 8.725.
Os pedidos para cumprir missão religiosa foram 2,3 mil; para fixar residência em fronteiras somaram 1.966 e receber acolhida humanitária 4.317.
Os dados mostram ainda que, no ano passado, foram pedidas 68.159 solicitações de reconhecimento da condição de refugiado, dos quais, 13.632 já foram concedidos; 24.887 foram extintos, 28.890 arquivados e 318 indeferidos.
“A Venezuela segue como principal nacionalidade entre refugiados reconhecidos (12.726), seguida por Afeganistão (283) e Colômbia (121)”, informa o boletim.
Em dezembro do ano passado entraram no país 5.837 venezuelanos. O principal ponto de entrada é Pacaraima, em Roraima. Na cidade e em Boa Vista, são ofertados atendimentos da Operação Acolhida, resposta humanitária que oferece suporte ao deslocamento voluntário, seguro e organizado de populações refugiadas e migrantes.
Segundo dados da operação, os venezuelanos que entraram no Brasil vivem, atualmente, em 1.026 municípios de todas as regiões do país. As cidades de Curitiba e Manaus são as que somam maior número de migrantes recepcionados pela operação.
No final de janeiro deste ano, as ações da operação chegaram a ser suspensas após a Organização Internacional para as Migrações (OIM), braço da Organização das Nações Unidas (ONU) para atendimento de migrantes e refugiados, informar o bloqueio do repasse de verbas por 90 dias determinado pelo presidente norte-americano, Donald Trump, no dia 26.
No dia seguinte, o governo federal se reuniu com representantes da organização para discutir o impacto da suspensão das atividades realizadas pela entidade no âmbito da Operação Acolhida. Na ocasião, foi definido que o governo executaria as ações da OIM.
“As autoridades brasileiras estão mobilizadas e seguem em tratativas para reduzir os impactos da ausência das equipes da OIM na operação logística e na gestão de abrigos. Entre as ações emergenciais estão a realocação de servidores das áreas de saúde, assistência social, da Polícia Federal e Defesa para manterem, em caráter emergencial, as atividades essenciais”, disse o MJSP em nota.
Segundo o ministério, o grande volume de pessoas migrando da Venezuela indica a necessidade de o “governo federal prosseguir com políticas voltadas à crise humanitária daquele país”.
Em relação aos brasileiros no exterior, os dados mostram que, até 2023, 4.996.951 cidadãos brasileiros viviam fora do país.
“As principais regiões de destino são a América do Norte (2,26 milhões) e a Europa (1,67 milhão). Os Estados Unidos seguem como o país com o maior número de brasileiros residentes (2,08 milhões), seguido por Portugal (513 mil)”, informou o ministério.
Informações Agência Brasil
Partida está programada para domingo (9), na Fonte Nova, pela sétima rodada

O Bahia finalizou neste sábado (8) a preparação para enfrentar o Colo-Colo. O jogo está marcado para acontecer neste domingo (9), pelo Campeonato Baiano. Recuperado de lesão, o zagueiro Gabriel Xavier volta a ficar à disposição para a partida.
Os trabalhos começaram no auditório com um vídeo de correção da partida contra a Juazeirense, na última quarta-feira (5), pela Copa do Nordeste. Depois, o elenco desceu para o campo e foi dividido em três times. Oito jogadores, sob a posse de bola, tinham a responsabilidade de trocar um determinado número de passes até receber o “ok” para finalizar, enquanto outros quatro precisavam evitar o objetivo. O exercício aconteceu com duas traves e dentro de um quadrado. Após isso, parte do grupo fez um treino técnico no campo e os demais, que ficaram no campo 1, foram orientados em um trabalho tático de 10 x 0. As ausências ficaram por conta do lateral-esquerdo Iago Borduchi e do meia Michel Araújo, que ficaram na transição tratando de lesão.
Contra o Tigre, o Tricolor deve ser escalado com: Danilo Fernandes; Gilberto, Kanu, Ramos Mingo (Gabriel Xavier) e Luciano Juba; Caio Alexandre, Erick (Jean Lucas) e Everton Ribeiro; Ademir, Erick Pulga (Cauly) e Lucho Rodríguez.
A bola rola para Bahia e Colo-Colo, a partir das 16h, na Arena Fonte Nova, pela sétima rodada do estadual. O Tricolor é o terceiro colocado com nove pontos, três a menos do que o líder Vitória, e um a mais do que o Jequié que é o quinto e está fora da zona de classificação. Enquanto o Tigre abre o Z-4 em nono com três, quatro a menos do que o Atlético de Alagoinhas, que está fora da degola em oitavo.
Informações Bahia.ba

A diretoria da OAB Subseção Feira de Santana se reuniu com o presidente da CAAB, Maurício Leahy, o tesoureiro Marcos Bonfim, e o assessor da presidência Filipe Reis, além da delegada da CAAB, Brenda Almeida, e da subdelegada, Lorena Carvalho, para uma reunião estratégica na última quarta-feira (5), em Salvador.
O encontro teve como objetivo discutir projetos, ações e parcerias para ampliar ainda mais a interiorização dos serviços e benefícios oferecidos pela CAAB à advocacia. Como demonstração desse compromisso, o presidente Maurício Leahy presenteou a subseção de Feira de Santana com um notebook para uso da presidência, reforçando o apoio da Caixa de Assistência à advocacia feirense.

Feira de Santana se prepara para receber a segunda edição da *Corrida da Saúde*, evento esportivo promovido pela Farmácia Brito, que, em 2025, promete ser ainda maior e mais animado. Após o sucesso da primeira edição, que reuniu mais de 1.200 corredores, a expectativa é superar esse número, atraindo participantes de diversas idades e níveis de experiência.
O lançamento da segunda edição do evento acontecerá na próxima quinta-feira (13), às 19h, no *The House*, localizado no Ville Gourmet, na Avenida João Durval Carneiro. Durante o evento, serão apresentados todos os detalhes da corrida, que acontecerá no dia 14 de setembro de 2025, com largada prevista para as 6h30, ao lado da Farmácia Brito, na Avenida Getúlio Vargas, 2471 (próximo ao Edifício Premier).
A *Corrida da Saúde* é mais que uma simples competição. É uma celebração da saúde, superação e bem-estar. O evento contará com três percursos: a prova principal de 10 quilômetros, para os corredores mais experientes, uma corrida de 5 quilômetros e uma caminhada de 3 quilômetros, destinada àqueles que buscam um ritmo mais tranquilo ou estão iniciando sua jornada no mundo da corrida.