ÚLTIMAS NOTÍCIAS


Política & Economia
Mais de 30 pacientes são resgatados de clínica de reabilitação na Bahia investigada por tortura
Bahia Notícias Polícia

Mais de 30 pacientes são resgatados de clínica de reabilitação na Bahia investigada por tortura

Tarifaço dos EUA sobre o Brasil começa a valer nesta quarta-feira
Economia Economia Internacional Mundo Notícias Política Política Internacional

Tarifaço dos EUA sobre o Brasil começa a valer nesta quarta-feira

Personal trainer é preso em Salvador por suspeita de estupro e importunação sexual
Bahia Justiça Notícias Polícia

Personal trainer é preso em Salvador por suspeita de estupro e importunação sexual

Polícia busca novas denúncias contra suspeito de importunação sexual em Feira
Feira de Santana Notícias Polícia

Polícia busca novas denúncias contra suspeito de importunação sexual em Feira

Mulher denuncia importunação sexual dentro de academia em Feira de Santana
Feira de Santana Notícias Polícia

Mulher denuncia importunação sexual dentro de academia em Feira de Santana

EUA ligam redução do tarifaço a concessões do Brasil
Brasil Economia Economia Internacional Mundo Notícias Política Política Internacional

EUA ligam redução do tarifaço a concessões do Brasil

Wagner tentou vender terreno de R$ 15 milhões após ser alvo da PF
Brasil Notícias Polícia Política

Wagner tentou vender terreno de R$ 15 milhões após ser alvo da PF

Operação mira seis policiais militares investigados por mortes de jovem e adolescente em Salvador
Bahia Notícias Polícia

Operação mira seis policiais militares investigados por mortes de jovem e adolescente em Salvador

Motorista foge durante fiscalização da PRF e deixa ônibus com passageiros em Feira de Santana
Feira de Santana Notícias Polícia

Motorista foge durante fiscalização da PRF e deixa ônibus com passageiros em Feira de Santana

Pai de bebê de 10 meses diz que mãe da criança está mentindo
Brasil Notícias Polícia

Pai de bebê de 10 meses diz que mãe da criança está mentindo


Foto: Reprodução

Marina Ruy Barbosa e Xande Negrão terminam casamento de três anos. A informação foi confirmada ao EXTRA na tarde desta terça-feira pela assessoria de imprensa da atriz, que informou ainda que o término foi motivado pela distância física do casal. 

“Marina Ruy Barbosa e Alexandre Negrão não estão mais juntos. O trabalho e a distância física foram fatores decisivos para chegarem a essa situação. Os dois estavam vivendo realidades muito distintas e vinham há meses tentando achar uma solução para resolver essa questão. A decisão ainda é muito recente e, por eles, nada disso seria divulgado neste momento. Mas em respeito ao público e à imprensa – que sempre acompanhou a vida do casal com carinho e apoio -, resolveram anunciar que estão separados”, diz a nota.

A nota diz ainda que a atriz e o piloto estavam tentando reverter a situação, mas tiveram uma conversa definitiva e decidiram seguir caminhos separados.

Foto: Reprodução


“O casal tentava achar uma forma para reverter o que estava enfrentando mas Xande e Marina tiveram uma conversa e definiram que trilhariam caminhos separados, que isso seria o melhor para os dois por enquanto. Ainda é cedo para saber o que acontecerá no futuro. Por agora, os dois seguem na tentativa de se reorganizarem intimamente e, apesar de todo o amor, iniciarem separadamente um novo capítulo em suas vidas. Contamos com o carinho e respeito de todos”, encerra a nota.

Marina e Xande se conheceram no réveillon de 2016, em Fernando de Noronha, e se casaram em outubro de 2017.


Depois de 102 anos no Brasil, a Ford anunciou que vai fechar suas três fábricas locais. Entenda os motivos que levaram a montadora a tomar essa decisão e os riscos de outras seguirem o mesmo caminho

Foto: Divulgação

Sergio QuintanilhaNEO FEED O fim da produção de carros da Ford no Brasil foi o desfecho triste de uma morte que estava anunciada há anos, mas ninguém quis acreditar. Nesta segunda-feira, 11 de janeiro, a Ford Motor Company anunciou que a Ford Brasil encerra sua operação de manufatura no País, fechando suas três fábricas: Camaçari (BA), Taubaté (SP) e Horizonte (CE).

O sinal mais forte de que a Ford Brasil estava gravemente doente foi dado há menos de dois anos, no dia 19 de fevereiro de 2019, quando a empresa decidiu sair do negócio de caminhões e fechou a histórica fábrica do ABC paulista.

Para além das graves consequências para trabalhadores, concessionários e fornecedores, a saída da Ford é péssima para o Brasil. As operações na América do Sul continuam e o mercado brasileiro receberá carros importados da Argentina e do Uruguai. Um vexame para o Brasil, que é o maior produtor de veículos da região.

É a terceira vez em menos de dois anos que um fabricante de carros decide parar de fabricar no País, pois entre os dois anúncios da Ford houve a desistência da Mercedes-Benz, no dia 17 de dezembro do ano passado, fechando a fábrica de Iracemápolis (SP), de onde saiam os modelos Classe C e GLA.

Por que a Ford sai do Brasil? De quem é a culpa? Em parte, essa culpa é da própria Ford. Desde os anos 1980, a marca cometeu erros estratégicos no Brasil, abrindo mão de sua reconhecida capacidade de fabricar carros bem acabados ou úteis, para entrar numa aventura com a Volkswagen na Autolatina.

A Ford então começou a perder sua identidade, com carros que tinham mais a característica prática dos alemães do que o DNA fordista. Aos poucos, a Ford foi desistindo de seus principais produtos. Perdeu a elegância do Del Rey, a esportividade do Escort XR3, o espaço da Belina e a praticidade da picape Pampa, que era derivada do Corcel II.

Durante anos, a Ford Pampa foi um dos veículos usados mais comercializados no interior do Brasil porque era a única picape acessível com tração 4×4. O mundo se tornou globalizado e isso só piorou as coisas. O Ford Focus era ótimo, mas não conseguiu se estabelecer diante de uma concorrência feroz, com a chegada de novos e sedentos competidores.

O pequeno Ka, que era um carro aspiracional para uma geração jovem, chegou caro demais. O Fiesta, campeão de vendas em vários países da Europa, não conseguiu se impor diante da mística do Volkswagen Gol e da ousadia comercial da Fiat com os modelos Uno e Palio.

“Desde os anos 1980, a marca cometeu erros estratégicos no Brasil, abrindo mão de sua reconhecida capacidade de fabricar carros bem acabados ou úteis”

Mesmo assim, a Ford teve duas chances de se salvar. A primeira delas foi com a picape Ranger, que introduziu o conceito de utilitário médio e até hoje faz sucesso. A Ranger fica no mercado, mas, como quase todas as picapes, é produzida na Argentina.

A melhor de todas as oportunidades – e que reergueu a Ford no Brasil – foi o lançamento do EcoSport, em 2003. Uma ideia genial e barata. Pegaram a carroceria do Fiesta, levantaram a suspensão, reforçaram a estrutura do carro, criaram um design jovem, inspirado em SUVs da Land Rover, aplicaram vários adereços estéticos de aventura e deu muito certo.

Durante 10 anos o Ford EcoSport liderou sozinho um segmento que todas as outras marcas ignoravam: o de SUVs compactos. Porém, enquanto dormia sobre os louros do EcoSport, a Ford fez uma opção errada e isso mudou tudo, terminando no triste desfecho desta segunda-feira.

Ao invés de investir em uma nova picape pequena ou compacta, que poderia ser baseada no próprio EcoSport, a Ford olhou para o passado e quis fazer o seu “Gol”. Conseguiu. O Ford Ka é o Volkswagen Gol aprimorado que todos tentavam fazer e não conseguiam. Porém, a GM também quis brincar neste segmento e lançou o Chevrolet Onix.

O Ford Ka era muito bom, mas o Chevrolet Onix chegou com uma multimídia moderna e acessível, e o conceito de câmbio automático no segmento de hatches compactos. Apesar de ter na matriz americana uma das melhores multimídias do mundo, a Sync 2.5 e a Sync 3, a Ford manteve no Ka e no EcoSport a ultrapassada Sync 2. Quando atualizou os carros era tarde. O público estava mais interessado em conectividade do que em motores.

No Brasil, os custos de produção continuavam sempre altos. Para piorar, as constantes crises econômicas criaram milhões de desempregados e endividados

No Brasil, os custos de produção continuavam sempre altos. Para piorar, as constantes crises econômicas criaram milhões de desempregados e endividados. A Fiat, por exemplo, desistiu dos carros de entrada, que deixavam pouca margem de lucro e exigiam altíssimos volumes de produção, para se concentrar no mercado de picapes, altamente rentável.

Justiça seja feita a vários executivos da Ford Brasil, que queriam entrar no segmento. A picape Courier, baseada no Fiesta, não repetiu o sucesso da Pampa, mas a Ford tinha o know-how de picapes. Poderia ter feito alguma coisa.

Dearborn, sede da Ford Motor Company, nunca concordou. Todos os produtos deveriam ser globalizados, diziam. Enquanto isso, a FCA lançou no Brasil a picape Fiat Toro, uma alternativa mais barata e a diesel para as picapes médias (como a Ranger), que ficaram muito grandes e muito caras.

A Fiat hoje tem 46,5% do lucrativo segmento de comerciais leves, a Ford tem 5,9%. Entre os automóveis de passeio, a Ford, que era uma das chamadas “quatro grandes”, perdeu vendas e caiu para sexto lugar, com 7,4% do mercado. Somando os dois segmentos, a Ford ocupa a quinta posição no ranking brasileiro, com 139.255 carros vendidos em 2020 e 7,1% de participação.

Nas últimas décadas, ao contrário do que aconteceu em empresas alemãs, francesas e japonesas, nenhum presidente da Ford Brasil se comunicou em português com a imprensa ou com os funcionários próximos. A língua “oficial” dentro da Ford sempre foi o inglês. Pior: segundo informações de concessionários, até a política de preços era decidida nos EUA. Assim fica difícil.

Se não bastassem todos esses equívocos na estratégia produtiva e comercial, a Ford Brasil foi seriamente abalada com a disrupção do mundo do automóvel. O que está acontecendo hoje no mercado de carros é comparável ao que aconteceu em 1913, quando Henry Ford implantou a linha de produção e tornou o Model T acessível para a classe média dos Estados Unidos. Não há mais futuro na indústria automobilística para quem não entrar de cabeça no mundo dos carros eletrificados – sejam eles híbridos ou totalmente elétricos.

O Brasil deixou de ser interessante para qualquer fabricante que pense racionalmente. Para além do famoso “custo Brasil”, o País não transmite confiança

A Ford está muito atenta a esse movimento, mas nos EUA e na Europa. O Brasil deixou de ser interessante para qualquer fabricante que pense racionalmente. Para além do famoso “custo Brasil”, que é uma explosiva combinação de impostos altos, excesso de burocracia e moeda desvalorizada perante o dólar e o euro, o País não transmite confiança.

Todas as iniciativas para popularizar os veículos elétricos partem de marcas de luxo. Não existe um projeto de País que dê um sinal de melhora na infraestrutura. Na semana passada, numa reunião com alguns jornalistas, o presidente da Anfavea (Associação Brasileira dos Fabricantes de Veículos Automotores), Luís Carlos Moraes, disse que é preciso “filtrar diariamente” as informações vindas do governo brasileiro para retransmiti-las à matriz (no caso, a Mercedes-Benz).

Moraes não fez uma crítica direta a nenhuma pessoa em especial, mas respondia a uma pergunta sobre como transmitir informações com credibilidade sobre o cenário econômico para o exterior, se dentro do próprio País o presidente num dia afirma que “o Brasil está quebrado” e no dia seguinte, após a grande repercussão, diz que “o Brasil está bem, está uma maravilha”.

Na mesma ocasião, o presidente da Anfavea criticou duramente a decisão do governo do Estado de São Paulo de aumentar o ICMS para carros zero km e para carros usados. Uma hora imprópria, pois vai encarecer as transações de carros para fabricantes, comerciantes e consumidores.

Na visão da Anfavea, todos esses elementos atrapalham o Brasil quando as empresas transnacionais, pressionadas por uma quebra de paradigma sem precedentes, precisam decidir onde vão fabricar seus próximos carros. Com altos custos internos, a indústria automobilística brasileira não consegue ser competitiva nas exportações – o que é fundamental no novo cenário global.

A decisão da Ford de parar de fabricar carros no Brasil, portanto, é o desfecho de uma morte anunciada. O pior é que talvez não seja o último fabricante a dar adeus ao País, que tropeça em seus próprios problemas e deixa de ser interessante para essas empresas transnacionais, ou seja, que não tiram passaportes eternos.


Ministério da Economia afirmou que medida “destoa da forte recuperação observada na maioria dos setores da indústria” no Brasil

Foto: Divulgação

O Ministério da Economia lamentou, nesta segunda-feira (11), a decisão da Ford de encerrar a produção no Brasil. Em nota, a Pasta disse que a medida “destoa da forte recuperação observada na maioria dos setores da indústria no país” e que trabalha “na redução do Custo Brasil”.

Em comunicado, a Ford informou que tomou a decisão após anos de perdas significativas no Brasil. A multinacional americana acrescentou ainda que a pandemia agravou o quadro de ociosidade e a redução de vendas na indústria. Além do encerramento da produção, a montadora também irá fechar três fábricas.

Ao comentar a decisão, o Ministério ressaltou que a decisão da empresa foi “global e estratégia” e reforçou a “necessidade de rápida implementação das medidas de melhoria do ambiente de negócios e de avançar nas reformas estruturais”.

Leia a nota do Ministério da Economia:

O Ministério da Economia lamenta a decisão global e estratégica da Ford de encerrar a produção no Brasil. A decisão da montadora destoa da forte recuperação observada na maioria dos setores da indústria no país, muitos já registrando resultados superiores ao período pré-crise. O ministério trabalha intensamente na redução do Custo Brasil com iniciativas que já promoveram avanços importantes. Isto reforça a necessidade de rápida implementação das medidas de melhoria do ambiente de negócios e de avançar nas reformas estruturais.


A prefeitura vai pedir reconhecimento da permanência do estado de calamidade pública à Assembleia Legislativa da Bahia.

Foto: Ed Santos / Acorda Cidade

Foi prorrogado até 31 de dezembro de 2021, o decreto que declara Estado de Calamidade Pública no Município de Feira de Santana para o enfrentamento da emergência de saúde pública decorrente da pandemia de covid-19.

A informação foi publicada no Diário Oficial do Município nesta terça-feira (12). O decreto informa ainda que a prefeitura vai solicitar, por meio de mensagem a ser enviada à Assembleia Legislativa do Estado da Bahia, o reconhecimento da permanência do estado de calamidade pública.

Informações Acorda Cidade


Foto: Marcello Camargo/ Agência Brasil

Agência Brasil- A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou nova nota técnica, com orientações que objetivam minimizar os riscos de exposição ao novo coronavírus (covid-19) para as equipes de profissionais que trabalham nas farmácias e drogarias e aos clientes, a partir da adoção de princípios de prevenção e controle de infecções e distanciamento social enquanto durar a pandemia.

De acordo com o documento, divulgado nessa segunda-feira (11), as farmácias e drogarias são estabelecimentos que realizam atividades essenciais durante a pandemia e, por isso, é fundamental que cumpram medidas relacionadas ao enfrentamento da disseminação da covid-19.

Conforme a nota da Anvisa, as farmácias e drogarias, entre outras medidas, devem estabelecer barreiras, preferencialmente físicas, entre funcionários e usuários, como também entre os próprios usuários.

Recomenda-se ainda que o distanciamento seja de no mínimo 1 metro entre elas; e limitar o número de pessoas no interior do estabelecimento para evitar aglomeração no balcão de atendimento ou nas áreas de pagamento.

Além disso, os estabelecimentos podem definir estratégias para diminuir o tempo que o usuário permanece na fila; e estratégias para controlar o fluxo da entrada de clientes no estabelecimento. Se as condições climáticas permitirem, disponibilizar local externo para área de espera.

“As farmácias e drogarias devem também disponibilizar insumos de proteção e prevenção, tais como: sabonete líquido, preparações alcoólicas a  70%  e equipamentos de proteção individual, para o atendimento seguro e adequado, estando estes em fácil acesso e suficientes para os clientes e equipe”, orienta a Anvisa.


Ação investiga pagamento de propinas a executivos da Petrobras por fraudes em licitações

Foto: Reprodução

A Polícia Federal, em cooperação com o Ministério Público Federal e a Receita Federal, iniciou na manhã desta terça-feira (12) a 79ª fase da Operação Lava Jato, batizada de Vernissage. Na ação, ao menos 70 policiais federais e 10 auditores da Receita cumprem 11 mandados de busca e apreensão em Brasília, São Luís (MA), Angra dos Reis (RJ), Rio de Janeiro e São Paulo.

Entre os alvos dos mandados cumpridos nesta terça está Márcio Lobão, filho do senador e ex-ministro de Minas e Energia dos governos de Lula e Dilma Rousseff, Edison Lobão (MDB-MA). Durante as investigações foi identificada uma organização criminosa acusada de fraudar licitações mediante o pagamento de propina a altos executivos da Petrobras.

As análises apontaram que, após o recebimento desses valores, muitas vezes pagos em espécie, eram feitas várias operações de lavagem de capitais para ocultar e dissimular sua origem ilícita, especialmente por meio da aquisição de obras de arte e transações imobiliárias.

No caso das obras de arte, tais operações consistiam na aquisição de peças de valor expressivo com a realização de pagamento de quantias por fora, de modo que não ficassem registrados os reais valores das obras negociadas. Neste caso, tanto o comprador, quanto o vendedor emitiam notas fiscais e recibos, mas declaravam à Receita Federal valores bem menores do que o real.

Entre valores declarados ao Fisco e os de mercado, praticados nos leilões em Galeria de Arte, verificaram-se diferenças de 167% a 529%. Em operação anterior, na residência do investigado, foram encontradas obras de arte que apresentavam variações significativas entre o preço de aquisição declarado e o valor de mercado, em patamares de até 1.300%.

Informações Pleno News


Estudantes têm até a próxima sexta-feira para se inscrever

Foto: Divulgação

Agência Brasil- Interessados em participar da primeira seleção de bolsistas do Programa Universidade Para Todos (ProUni) podem se inscrever a partir de hoje (12), até a próxima sexta-feira (15). 

Segundo o Ministério da Educação (MEC), as instituições particulares de ensino superior que participam do programa oferecerão 162.022 bolsas de estudo, sendo 76.855 integrais e 85.167 parciais, com 50% de desconto sobre o valor do curso.

A relação das instituições e dos cursos disponíveis pode ser consultada na página do programa na internet. Também é possível pesquisar as opções ofertadas por cidades e por tipo de bolsa (integral e parcial), modalidade (presencial e a distância).

De acordo com o MEC, os estados com os maiores números de bolsas ofertadas são São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul.

Veja abaixo a tabela de oferta de vagas por estado:

EstadoBolsas integraisBolsas parciaistotal
SP24.56416.77341.337
MG7.05611.19018.246
PR5.8228.84514.667
RS5.2725.25310.525
BA3.9935.9299.922
RJ3.0904.9798.069
GO2.2215.0727.293
SC3.7932.1385.931
MA1.3204.6085.931
PE2.2983.0135.311
PA2.9711.3404.311
ES1.9172.6694.162
CE1.9172.1864.103
DF1.4982.4803.978
PB1.1801.3172.497
RO9591.3482.307
MT1.3329652.297
PI7371.0921.829
MS9298531.782
AC5547921.346
RN7294631.192
AM1.0081471.155
SE2977031.000
AL513462975
TO566298864
AP378132510
RR365120485
TOTAL76.85585.167162.022

Para concorrer às bolsas integrais, o estudante deve comprovar que sua renda familiar bruta mensal não excede 1,5 salário mínimo (R$ 1.650) por pessoa. Para as bolsas parciais, a renda familiar bruta mensal deve ser de até três salários mínimos por pessoa (R$ 3.300). O candidato também precisa ter feito a edição mais recente do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), ter alcançado, no mínimo, 450 pontos de média das notas e não ter tirado nota zero na redação.

Além disso, o interessado deve ter cursado o ensino médio completo em escola da rede pública ou em escola da rede privada, desde que na condição de bolsista integral da respectiva instituição. Professores da rede pública de ensino também podem disputar uma bolsa – e, nesse caso, não se aplica o limite de renda exigido dos demais candidatos.

Como o resultado do Enem de 2020 só será divulgado após o término do processo seletivo, neste semestre, excepcionalmente, os interessados serão selecionados de acordo com as notas do Enem de 2019. O Enem 2020 será aplicado na versão impressa nos dias 17 e 24 de janeiro e, na versão digital, nos dias 31 de janeiro e 7 de fevereiro. Algumas entidades, no entanto, entre elas a União Nacional dos Estudantes (UNE) e a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), tentam obter, na Justiça, o adiamento das provas em virtude dos reflexos da pandemia de covid-19.

O resultado da primeira chamada será divulgado neste mês, no dia 19. O ProUni oferece mais duas oportunidades para os candidatos concorrerem às bolsas de estudo, que são a segunda chamada e a lista de espera. O cronograma completo também pode ser consultado na página do programa.

* Com informações da assessoria de imprensa do MEC


De acordo o decreto, o descumprimento das medidas estabelecidas neste Decreto implicará a interdição, bem como a suspensão, e posterior cassação do Alvará de Funcionamento.

Foto: Divulgação

Conforme novo decreto municipal publicado em edição extra do Diário Oficial desta segunda-feira (11), o prefeito Colbert Martins Filho determina novas medidas restritivas como forma de prevenção ao coronavírus em Feira de Santana.


Sendo assim, fica prorrogado até 25 de janeiro de 2021, a proibição de todo e qualquer show musical nos bares, restaurantes e similares, assim como festas, músicas ao vivo e transmissões de jogos esportivos.


Também até o próximo dia 25 de janeiro, segue a proibição de venda de bebidas alcoólicas em estabelecimentos comerciais localizados em praças públicas, feiras livres e centros comerciais pertencentes ao Município de Feira de Santana.

Além do horário limite de funcionamento até às 21h em bares, restaurantes, lanchonetes, serviços de alimentação buffets, casas de recepções, similares e lojas de conveniências localizadas nos postos de abastecimento de combustível.


Todos os protocolos de regras sanitárias devem ser seguidos pelos estabelecimentos comerciais, como manter o distanciamento entre as mesas respeitando o limite mínimo de 2m, utilizar a capacidade máxima de 50% da área do estabelecimento,  garantir a disponibilidade de álcool a 70% nos estabelecimentos para os clientes, assim como sabão e papel toalha para lavagem das mãos dos clientes e funcionários, garantir higienização efetiva dos ambientes com o uso de produtos sanitizantes autorizados pela ANVISA, especialmente mesas, cadeiras e utensílios, a cada fluxo de entrada e saída de clientes, garantir que todos os trabalhadores, incluindo fornecedores e prestadores de serviços, estejam em uso de máscara facial, monitorar os trabalhadores quanto a presença de sinais e sintomas gripais e encaminhá-los para o serviço de saúde para realizar a testagem laboratorial.


Em situações de confirmação para Covid-19, o trabalhador deve se afastar das atividades laborais e ser orientado a cumprir com o período de isolamento social.


Não é permitido também a presença de mais de 04 pessoas em uma única mesa, além das aglomerações localizadas caracterizadas pela presença de mais de uma pessoa por 2m².
De acordo o decreto, o descumprimento das medidas estabelecidas neste Decreto implicará a interdição, bem como a suspensão, e posterior cassação do Alvará de Funcionamento.

Informações Bárbara Barreto/Bom Dia Feira


Foto: Divulgação PMFS

Feira de Santana supera a marca de 19 mil recuperados da Covid-19. Até agora, são exatamente 19.061 pacientes livres da doença, índice que representa 88% dos casos confirmados. Além disso, nas últimas 24h foram registrados 579 exames negativos para o vírus e 131 casos positivos.


O boletim epidemiológico contabiliza ainda 73 pacientes internados no município e 2.156 casos ativos, ou seja, pessoas que ainda estão com a doença. O informativo também confirma mais duas mortes, ocorridas nos dias 09 e 10 de janeiro. A informação é da Vigilância Epidemiológica através da Secretaria de Saúde nesta segunda-feira (11).

Relatório sobre Covid-19 em Feira de Santana


NÚMEROS DESTA SEGUNDA-FEIRA
11 de janeiro de 2021

Casos confirmados no dia: 131
Pacientes recuperados no dia: 668
Resultados negativos no dia: 579
Óbitos comunicados no dia: 2
Datas dos óbitos: 09/01 e 10/01
Total de pacientes hospitalizados no município: 73

A Secretaria de Saúde ressalta que a inclusão no boletim dos registros de óbito por Covid-19 é feita quando a declaração de óbito, ficha de notificação e resultado do exame positivo para a doença chegam à Vigilância Epidemiológica.

NÚMEROS TOTAIS

Total de pacientes ativos: 2.156
Total de casos confirmados no município: 21.595 (Período de 06 de março a 11 de janeiro de 2021)
Total de pacientes em isolamento domiciliar: 2.083
Total de recuperados no município: 19.061
Total de exames negativos: 29.468 (Período de 06 de março a 11 de janeiro de 2021)
Aguardando resultado do exame: 746
Total de óbitos: 378

INFORMAÇÕES TESTES RÁPIDOS

Total de testes rápidos realizados: 20.316 (Período de 06 de março a 11 de janeiro de 2021)
Resultado positivo: 3.628 (Período de 06 de março a 11 de janeiro de 2021)
Em isolamento domiciliar: 12
Resultado negativo: 16.688 (Período de 06 de março a 11 de janeiro de 2021)

O teste rápido isoladamente não confirma nem exclui completamente o diagnóstico para covid-19, devendo ser usado como um teste para auxílio diagnóstico, conforme a nota técnica COE Saúde Nº 54 de 08 de abril de 2020 (atualizada em 04/06/20).

Assessoria de Comunicação da Secretaria Municipal de Saúde de Feira de Santana


O boletim epidemiológico contabiliza ainda 73 pacientes internados no município e 2.156 casos ativos, ou seja, pessoas que ainda estão com a doença

Foto: Divulgação/PMFS

Feira de Santana supera a marca de 19 mil recuperados da Covid-19. Até agora, são exatamente 19.061 pacientes livres da doença, índice que representa 88% dos casos confirmados. Além disso, nas últimas 24h foram registrados 579 exames negativos para o vírus e 131 casos positivos. 

O boletim epidemiológico contabiliza ainda 73 pacientes internados no município e 2.156 casos ativos, ou seja, pessoas que ainda estão com a doença. O informativo também confirma mais duas mortes, ocorridas nos dias 09 e 10 de janeiro. 


A informação é da Vigilância Epidemiológica através da Secretaria de Saúde nesta segunda-feira (11).


NÚMEROS DESTA SEGUNDA-FEIRA 11 de janeiro de 2021


Casos confirmados no dia: 131

Pacientes recuperados no dia: 668

Óbitos comunicados no dia: 2

Datas dos óbitos: 09/01 e 10/01

Total de pacientes hospitalizados no município: 73


A Secretaria de Saúde ressalta que a inclusão no boletim dos registros de óbito por Covid-19 é feita quando a declaração de óbito, ficha de notificação e resultado do exame positivo para a doença chegam à Vigilância Epidemiológica.


NÚMEROS TOTAIS


Total de pacientes ativos: 2.156

Total de casos confirmados no município: 21.595 (Período de 06 de março a 11 de janeiro de 2021)

Total de pacientes em isolamento domiciliar: 2.083

Total de recuperados no município: 19.061

Aguardando resultado do exame: 746

Total de óbitos: 378