Guilherme Bellintani, da chapa Bahia Unido, foi reeleito presidente do Bahia neste sábado (12) com 9.941 votos (86%) para o próximo triênio (2021-2023). A votação ocorreu de forma on-line e presencial na Arena Fonte Nova, até às 17h. Bellintani concorreu novamente ao cargo do Executivo do clube com Vítor Ferraz como vice. Ambos derrotaram o candidato Lúcio Rios, da chapa Mais Bahia, que teve 1.641 votos da torcida Tricolor.
Os sócios-torcedores também votaram para o Conselho Deliberativo do clube. Ao todo, 10 chapas se candidataram para as 100 vagas disponíveis. Desde a democratização do Bahia, essa é a primeira vez que a eleição tinha apenas dois candidatos concorrendo ao pleito.
No pleito deste ano, o Bahia possuía cerca de 20.333 sócios aptos a votar. E, de acordo com o atual presidente Guilherme Bellintani, com a eleição deste sábado, o Bahia se consagra como um dos times que tiveram a maior participação de torcedores no país, alcançando a sexta posição no ranking.
Segundo o programa do clube no YouTube, que transmitiu ao vivo a apuração dos votos, o pleito teve recorde de votação, com apenas 164 votos em cédulas e cerca de 12 mil votos de forma on-line. O total de votos foi quase o triplo da eleição de 2017, que teve pouco mais de 4 mil votos.
“Não deitaremos nos 86% dos votos. As pessoas nos disseram que evoluímos, falhamos, e vão continuar apoiando. Vejo com humildade, tranquilidade. Aqueles que confiam em nós estão cientes e nos avaliando a cada dia e nos próximos 3 anos. Não cabe jamais a percepção de que um resultado tão expressivo é um cheque em branco. Nos cobrem”, disse Bellintani em pronunciamento após ser eleito.
A médica Raíssa Soares, que ficou conhecida ao fazer um apelo ao presidente Jair Bolsonaro para que o Governo Federal enviasse hidroxicloroquina para o município de Porto Seguro, mesmo o medicamento não tendo nenhuma comprovação de eficácia no tratamento da covid-19, compartilhou um vídeo do presidente nas redes sociais.
Em seu Instagram, na última sexta (11), Dra Raíssa publicou nos stories um vídeo de um trecho das lives feitas por Bolsonaro, onde ele alega que o governo da Bahia teria a intensão de confiscar o medicamento enviado para Porto Seguro.
“O pessoal lembra do primeiro vídeo dela (dra. Raíssa), apelando para a cloroquina e entramos em contato e mandamos diretamente para o município, porque se mandasse para a secretaria estadual, poderia não chegar lá”, afirmou Bolsonaro no vídeo.
O MMA feminino protagonizou mais uma luta incrível no UFC 256. Mackenzie Dern e Virna Jandiroba protagonizaram uma guerra de 176 golpes conectados em apenas 15 minutos. Melhor para Dern, que superou um corte e um provável nariz quebrado para vencer na decisão unânime dos jurados (29-28, 29-28 e 29-28).
As duas são faixa-preta de jiu-jitsu do mais alto nível. Mas, como é de costume quando especialistas assim se encontram, a luta mal foi para o chão.
Mackenzie começou melhor em pé, acertando os melhores golpes. Virna, porém, acertou uma joelhada em cheio no nariz da rival no segundo round e pareceu que ia mudar o rumo do combate. A conversa de Dern no córner no intervalo dos assaltos chegou a chamar a atenção.
“Você acha que eu quebrei o nariz?”, perguntou.
“Não, está tudo bem. Você está ótima”, respondeu o treinador.
Dern voltou para o round final, pressionou em pé e garantiu a vitória apertada na decisão. Depois, porém, admitiu que acha sim que quebrou o nariz.
“Achei que estava quebrado, sim. Nunca tive um nariz quebrado então achei que uma hora ia acontecer, mas falei com meu técnico e ele falou que era só um corte, não é nada demais, então segui”, disse. “Agora tenho que cuidar do meu nariz”, completou.
Nascida nos Estados Unidos, Mackenzie é praticamente uma brasileira. Ela tem agora um cartel de 10 vitórias e apenas uma derrota.
Já Virna perde pela segunda vez na carreira. Ela tem 16 triunfos.
A combinação de aglomerações e o descumprimento de protocolo de segurança sanitária são fatores que potencializam a disseminação do coronavírus Covid-19 durante apresentações de shows musicais. Justamente por isso, o Governo Municipal está adotando medidas que restringem o funcionamento de bares e restaurantes e proíbem a promoção de eventos que atraiam maior público, a fim de preservar vidas dos cidadãos em meio ao crescimento da pandemia.
A coordenadora do Comitê de Enfrentamento ao Coronavírus, médica infectologista Melissa Falcão, alerta para os riscos das aglomerações em ambientes onde estejam sendo promovidos shows. “Todos os lugares onde as pessoas precisam tirar as máscaras têm o risco aumentado de transmissão do coronavírus. Quanto maior o número de pessoas em um ambiente e quanto menos ventilado, maior o risco de aquisição desta infecção”, observou.
A especialista também destaca a necessidade de estar sempre adotando medidas preventivas contra a disseminação da doença em bares e restaurantes. “Logo para frequentar estes ambientes precisamos ter uns cuidados básicos. Precisamos ver se as mesas estão distantes pelo menos 2 metros entre elas, se o ambiente é ventilado, se os funcionários estão utilizando máscaras e face shield e disponibilizam álcool em gel na entrada e em cada mesa”, alertou.
Alguns fatores pontuais agravam os riscos de contágio em determinados ambientes. “O som ao vivo obriga as pessoas a falarem mais alto e ficarem mais próximas uma da outra para escutar o que o que a outra fala. Ao falar alto ou cantar em um espaço fechado e principalmente mal ventilado e por muito tempo há um grande risco de transmissão do coronavírus porque são gerados aerossóis, que são partículas pequenas do vírus, que ficam em suspensão no ambiente e que podem contaminar pessoas que estão até a mais de 1 ou 2 metros de distância. Quando nós falamos, lançamos cerca de 10 vez mais partículas de vírus no ambiente do que quando estamos em silêncio. E quando cantamos ou gritamos lançamos até 50 vezes mais partículas no ambiente, aumentando muito o risco de infecções”, revelou a médica Melissa Falcão.
PREFEITURA DE FEIRA DE SANTANA
SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE
VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA
Nas últimas 24h, Feira de Santana não registrou nenhum óbito por Covid-19 e atingiu a marca de 14.843 recuperados da doença desde o início da epidemia, índice que representa 86,6% dos casos confirmados. Enquanto isso, 174 pessoas que aguardavam resultado do exame testaram negativo e 60 novos casos de Coronavírus foram positivos.
O boletim epidemiológico contabiliza ainda 76 pacientes internados no município e 1.980 casos ativos, ou seja, pessoas que ainda estão com a doença. A informação é da Vigilância Epidemiológica através da Secretaria de Saúde neste sábado (12).
Relatório sobre Covid-19 em Feira de Santana
NÚMEROS DESTE SÁBADO
12 de dezembro de 2020
Casos confirmados no dia: 60
Pacientes recuperados no dia: 200
Resultados negativos no dia: 174
Alta hospitalar no dia: 0
Óbito comunicado no dia: 0
A Secretaria de Saúde ressalta que a inclusão no boletim dos registros de óbito por covid-19 é feita quando a declaração de óbito, ficha de notificação e resultado do exame positivo para a doença chegam à Vigilância Epidemiológica.
NÚMEROS TOTAIS
Total de pacientes ativos: 1.980
Total de casos confirmados no município: 17.134 (Período de 06 de março a 12 de dezembro de 2020)
Total de pacientes em isolamento domiciliar: 1.904
Total de pacientes hospitalizados no município: 76
Total de recuperados no município: 14.843
Total de exames negativos: 21.378 (Período de 06 de março a 12 de dezembro de 2020)
Aguardando resultado do exame: 1.217
Total de óbitos: 311
INFORMAÇÕES TESTES RÁPIDOS
Total de testes rápidos realizados: 18.802 (Período de 06 de março a 11 de dezembro de 2020)
Resultado positivo: 3.355 (Período de 06 de março a 11 de dezembro de 2020)
Em isolamento domiciliar: 08
Resultado negativo: 15.447 (Período de 06 de março a 11 de dezembro de 2020)
O teste rápido isoladamente não confirma nem exclui completamente o diagnóstico para covid-19, devendo ser usado como um teste para auxílio diagnóstico, conforme a nota técnica COE Saúde Nº 54 de 08 de abril de 2020 (atualizada em 04/06/20).
Assessoria de Comunicação da Secretaria Municipal de Saúde de Feira de Santana
O Vitória voltou a perder na Série B do Brasileirão, desta vez para o Cruzeiro, na noite de hoje (11), em partida disputada no Barradão, em Salvador. O time mineiro venceu por 1 a 0 e complicou a vida do Leão, que passou a se preocupar mais uma vez com a proximidade do Z-4. O gol da partida foi marcado pelo zagueiro Ramon, ex-jogador do Vitória, ainda no primeiro tempo.
A derrota marcou a estreia do técnico Mazola Júnior pelo Vitória. O time baiano segue com 33 pontos e na 14ª posição, com cinco de distância da zona de rebaixamento.
O próximo compromisso do Leão é diante do Juventude, dentro de casa, na terça-feira (15), no Barradão, às 21h30.
Informações: Metro1
Foto: Divulgação/CruzeiroEC
O governo Jair Bolsonaro vai editar uma Medida Provisória para abrir crédito de R$ 20 bilhões para compra de vacinas contra a Covid-19. Com a medida, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, deve reforçar o discurso de que a sua pasta vai comprar e distribuir todas as vacinas disponíveis do país, inclusive a Coronavac, desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, órgão ligado ao governo paulista de João Doria (PSDB). A verba deve ser usada para compra de vacina e seus insumos, além da logística e a comunicação da campanha de imunização. A edição da MP foi revelada pela Coluna do Estadão.
O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), que esteve com Pazuello nesta sexta-feira (11), afirmou que as vacinas devem ser “requisitadas” pelo ministério.
– Nenhum estado vai fazer politicagem e escolher quem vai viver ou morrer de Covid-19 – afirmou Caiado, no Twitter.
Integrantes do governo federal que acompanham a discussão afirmam que a MP deve se limitar a abrir crédito para a compra de vacinas. Dizem ainda que o texto está em construção e veem exagero na fala de Caiado. Procurado, o Palácio do Planalto não se posicionou sobre a MP.
Em seu discurso, Pazuello não tratou de requisição de vacinas, mas ele teve conversas reservadas de pelo menos 1 hora com Caiado durante o evento. O próprio diretor do Butantan, Dimas Covas, disse ao Estadão que se o ministério formalizar o interesse na Coronavac, as doses, então, serão todas ofertadas ao Programa Nacional de Imunizações (PNI), ou seja, sem exigir uma medida mais agressiva, como a requisição.
Pazuello disse, na cerimônia, ter determinado a busca por recursos para vacinar “todo o nosso povo”. O general voltou a chamar para o ministério a responsabilidade de organizar a imunização nacional.
– Nenhum estado da federação será tratado de forma diferente. Nenhum brasileiro terá vantagem sobre outros brasileiros – disse.
Nos últimos dias, Pazuello tem dito que a vacinação seria possível até em dezembro ou janeiro, caso alguma fabricante de vacinas consiga o aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para uso emergencial do produto.
O governo Bolsonaro ainda busca reagir a Doria, que promete começar a imunizar a população paulista em 25 de janeiro, mesmo sem ter apresentado dados finais de desenvolvimento da Coronavac. Em Goiânia, Pazuello afirmou que a “ansiedade” para a vacinação “faz parte” e mandou recados.
– É criada pela própria situação da Covid-19, dos riscos, da gravidade da contaminação. É causada pelo açodamento de algumas autoridades do país, mas o governo federal saberá na hora certa se posicionar claramente – prometeu.
Pazuello afirmou que as “previsões” do ministério sobre a vacinação estão “diretamente” ligadas ao registro dos imunizantes na Anvisa. Para isso, é preciso ter todos os estudos finalizados e a agência tem prazo de 60 dias para liberar o produto ou não. Outro caminho, mais célere, é pedir o uso emergencial da vacina, o que pode ser feito com testes finais em andamento, mas a aplicação só poderia ocorrer em grupos restritos, como de profissionais de saúde ou idosos.
– Não é isso que nós consideramos como solução – disse Pazuello sobre o uso emergencial. O ministro disse ainda que irá cobrar “pessoalmente” rapidez na Anvisa para liberar o uso de vacinas.
Até o começo da última semana, o governo Bolsonaro apostava em dois caminhos para imunizar a população. A pasta investiu cerca de R$ 2 bilhões para incorporar a tecnologia de produção da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e a farmacêutica AstraZeneca, além de comprar cerca de 100 milhões de doses. Pazuello afirma que o produto deve ser registrado pela Anvisa no fim de fevereiro de 2021, mas os pesquisadores ainda patinam para fechar o estudo finais de desenvolvimento.
O governo também liberou R$ 2,5 bilhões para ingressar no consórcio internacional Covax Facility, que deve entregar doses suficientes para 10% da população brasileira. No total, a expectativa é ter 300 milhões de doses no próximo ano com estas duas apostas, sendo que a imunização é feita em duas aplicações.
Pressionado, o ministério voltou a negociar na última semana a compra da vacina da Pfizer e fechou um memorando de entendimento para receber 70 milhões de doses no próximo ano. No primeiro semestre, porém, seriam 8,5 milhões.
Informações: Estadão
O fim do auxílio emergencial ajudará no controle da inflação, disse hoje (11) o ministro da Economia, Paulo Guedes. Em audiência pública virtual no Congresso Nacional, o ministro também citou a aprovação do projeto de lei que concede autonomia ao Banco Central (BC) como fator que reduzirá as pressões sobre os índices de preços.
“Nós achamos que esse aumento de inflação vai se dissipar. Primeiro, porque o presidente da Câmara [dos Deputados, Rodrigo Maia] vai aprovar o Banco Central independente, que vai impedir que essa alta transitória de preços prossiga. E, segundo, porque a própria suavização do auxílio emergencial, na medida em que ele desce e recai no Bolsa Família. Essa explosão de preços de construção civil, de alimentos, se acalma um pouco”, declarou o ministro.
Guedes criticou a demora na aprovação de medidas que reduzam os gastos públicos e flexibilizem o orçamento. As reformas do pacto federativo e da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) Emergencial, paradas no Senado há um ano. Entre as reformas fiscais, dois projetos, um que desvincula recursos parados em fundos públicos e outro que institui um plano de recuperação fiscal para estados, aguardam votação na Câmara.
Segundo Guedes, a equipe econômica fez sua parte enviando as propostas ao Congresso. Agora, cabe aos parlamentares destravar a pauta e votar os textos. “É completamente insensato, quase desonesto, ficar cobrando coisas que já estão entregues. É muito fácil disfarçar desentendimento político passando a conta para quem já fez a sua parte. Não cobrem da economia. Quem faz o timing das reformas é a política. Não adianta devolver a conta para a economia”, declarou.
O ministro também pediu empenho na aprovação da reforma tributária, que tramita em uma comissão mista especial do Congresso. Segundo Guedes, o debate está interditado por causa de acordos entre parlamentares da Mesa Diretora e partidos de esquerda. Ele também disse que acordos entre legendas de esquerda estão atrapalhando o cronograma de privatizações. “Como é que eu vou privatizar se não entra na pauta?”, questionou.
Informações: Agência Brasil
“Após 10 meses do início da epidemia de coronavírus na nossa cidade, 5 meses após a primeira onda, estamos vivendo uma nova onda que é pior do que a primeira e com mais gravidade”. A declaração é da médica infectologista e coordenadora do Comitê Municipal de Controle ao Coronavírus, Melissa Falcão.
Nos últimos dias, os números da COVID-19 cresceram muito, em Feira de Santana. Hoje, o boletim epidemiológico trouxe 256 casos novos, totalizando 17.074 casos na cidade, 76 pessoas seguem internadas em hospitais e 1451 aguardam resultado de exame.
“Estamos com nosso sistema de saúde saturado, com 100% de ocupação dos leitos de UTIs privadas e, hoje, devemos alcançar 100%, também, nas unidades de UTIs públicas. Então, mais do que nunca precisamos que as pessoas cooperem e permaneçam em casa o maior tempo possível, saindo só para o que for necessário, evitando aglomerações e exposições desnecessárias. Contamos com vocês”, disse Melissa Falcão.
O cenário atual fez a prefeitura de Feira de Santana adotar novas medidas de enfrentamento e suspender a venda de bebidas alcoólicas em estabelecimentos comerciais localizados em praças públicas, feiras livres, bem como em centros comerciais. Essa decisão tem validade até o dia 31 de dezembro de 2020. “O que nós chamamos a atenção é que a doença está aumentando muito, o risco também. Os mais jovens estão sendo os mais acometidos e levam a doença pra casa e os mais idosos são aqueles mais suscetíveis a terem um quadro fatal”, ressaltou o prefeito, Colbert Martins.
Informações: De Olho na Cidade