TecMundo- Nesta segunda-feira (11), a TNT divulgou o trailer oficial da 2ª temporada de Expresso do Amanhã (Snowpiercer, no original). A série, que é baseada nos quadrinhos homônimos de Benjamin Legrand, Jean-Marc Rochette e Jacques Lob, terá grandes emoções a partir dos próximos episódios.
A produção começará a ser transmitida a partir do dia 25 de janeiro. Pelas imagens, é possível ver que há diversas estratégias sendo arquitetadas para um bem maior, além de conflitos que prometem tirar o fôlego dos espectadores.
Assista o Trailer
Saiba mais sobre a 2ª temporada de Expresso do Amanhã
No final da 1ª temporada de Expresso do Amanhã, os sobreviventes da revolução se encontraram tentando juntar o que havia restado e manter uma possível paz entre as classes recém-fundidas, com Layton (interpretado por Daveed Diggs) emergindo como o líder do trem.
Mas ao descobrir que o Sr. Wilford (Sean Bean) está vivo e que teria seguido seu rumo em um trem rival, Melanie (Jennifer Connelly) acabou se arriscando para impedi-lo de invadir o Snowpiercer.
Durante esses eventos, foi revelado que Alexandra (Rowan Blanchard), a filha que ela pensava ter morrido, está viva e se tornou a protegida dedicada de Wilford.
Foto: Reprodução Fonte: TNT/Netflix
Dessa forma, ao longo da 2ª temporada, o público verá uma nova luta pelo poder surgindo. Isso pode trazer desafios intensos enquanto as pessoas estão divididas entre a sua lealdade a Layton e ao Sr. Wilford. Enquanto Layton luta contra Wilford pela alma do Snowpiercer, Melanie lidera o ataque a uma nova descoberta chocante que pode mudar o destino de toda a humanidade.
A partir do dia 25 de janeiro, novos episódios de Expresso do Amanhã começarão a ser exibidos pela TNT e também pela Netflix.
Vanessa Centamori/Colaboração para VivaBem- Joana*, 22, passava por tratamento intensivo, mas não se sentia viva. Enquanto tomava altas doses de medicamentos psiquiátricos, ficava dias a fio deitada na cama, só comia quando estava prestes a desmaiar e apenas saía de casa para ir a consultas médicas.
Aqueles momentos de sofrimento eram fruto de um problema de saúde já conhecido: o transtorno afetivo bipolar, distúrbio que ela trata desde os dez anos de idade, quando tentou suicídio pela primeira vez. Os medicamentos psiquiátricos, todavia, só fizeram efeito até a pré-adolescência, embora tenham sido experimentadas várias formas e doses de medicação, além de terapia cognitivo-comportamental e outras linhas.
Consequentemente, a jovem foi internada diversas vezes em clínicas psiquiátricas por novas tentativas de tirar a própria vida. Então, em outubro de 2019, veio mais uma tentativa de suicídio —a ingestão dos próprios medicamentos se mostrava um risco. Percebendo isso, a psiquiatra da jovem deu a sugestão: “vamos tentar ECT (eletroconvulsoterapia)”? A carga do “eletrochoque” A princípio, aquilo não soou bem para a paciente. Isso porque a ECT era antigamente conhecida como “eletrochoque” e já foi uma prática desumana, usada pelos nazistas alemães, na ditadura militar brasileira e no famoso caso do “Holocausto Brasileiro”, no Hospital Colônia de Barbacena, fundado em Minas Gerais no ano de 1903.
Mas a ciência foi desenvolvendo uma técnica menos barbárica, ainda que lentamente. Nos anos 1930, o médico húngaro Von Meduna começou a estudar o uso de cânfora (substância extraída da árvore canforeira) para injetá-la em pacientes epiléticos, causando convulsões na esperança de evitar psicoses.
Oito anos depois, as convulsões continuaram a ser estudadas, mas, dessa vez, foram implementadas via estímulos elétricos cerebrais para tratar condições psiquiátricas, em experimentos de dois médicos da Universidade de Roma: Ugo Cerletti e Lucio Bini.
Todavia, foi só após o surgimento do tratamento medicamentoso na psiquiatria, no fim dos anos 1950, que pesquisadores retomaram os estudos de eletroconvulsoterapia para pacientes que não respondiam aos medicamentos, entre 1970 e 1980. Finalmente, em 1985, o Instituto Nacional de Saúde e a Conferência Nacional de Saúde Mental dos EUA deram um “aval cauteloso” para a ECT, estimulando estudos e critérios novos.
Hoje, a eletroconvulsoterapia é um tratamento clínico legalizado, que deve seguir parâmetros controlados e rigorosos por motivos de segurança —como, por exemplo, a exigência de anestesia e o monitoramento do paciente antes e durante o procedimento.
Quem deve fazer ECT?
No filme ‘Um Estranho no Ninho’, personagem de Jack Nicholson é submetido a eletrochoque sem anestesia como punição
A eletroconvulsoterapia deve ser indicada somente em casos mais graves ou refratários. Ou seja, quando não há resposta satisfatória a medicamentos psiquiátricos e outras intervenções terapêuticas —como foi o caso de Joana. Além de servir para tratar transtorno afetivo bipolar (seja em ciclos de depressão ou mania), a ECT é aplicada também em pessoas com depressão severa, esquizofrenia, em alguns casos de epilepsia e nos de catatonia.
As situações de catatonia são emergências médicas, quando os pacientes estão tão graves e acamados que nem se comunicam, comem ou evacuam. Isso pode piorar ainda mais e gerar um quadro infeccioso, em que a pessoa pode até morrer, de acordo com o psiquiatra José Gallucci Neto.
O especialista é coordenador do serviço de eletroconvulsoterapia do IPq (Instituto de Psiquiatria) do HC-FMUSP (Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo) e recebe pacientes catatônicos e casos muito sérios diariamente.
“Os remédios antidepressivos demoram, em média, de três a quatro semanas para fazer efeito. Com a ECT, você tem melhoras em uma ou duas semanas”, explica Neto. “Para a catatonia, nas primeiras duas ou três aplicações já há uma melhora absurda. Salva a vida na grande maioria dos casos”, acrescenta.
Tratamento não traz cura, mas remissão
Em episódios de depressão, várias revisões e estudos já estimaram que a remissão do quadro com a ECT se dá em mais de 80% das vezes. Isso contra 60 a 70% de sucesso se são usadas em vez disso apenas drogas antidepressivas.
Portanto, para as pessoas com ideação suicida que não melhoram ao tomarem remédios, a ECT pode ser uma alternativa emergencial para trazer alívio —embora não seja uma cura definitiva. Joana, por exemplo, diz que teve remissão do grave estado depressivo em que estava e “teve a vida de volta” depois de passar por 15 sessões da técnica em 2019.
Hoje ela segue com outros tratamentos psiquiátricos conforme retoma a rotina.”Voltei a ser ativa, sair para conversar, me encontrar com meus amigos. Retomei a academia, voltei a viver, de fato. Antes, no período em que estava com depressão, não vivia”, relata a garota.
O procedimento é seguro?
Protocolos internacionais exigem que a ECT seja feita em ambiente hospitalar, sob efeito de anestesia e supervisão de médicos e enfermeiros capacitados. Em termos de risco de mortalidade, a literatura médica mostra que é muito baixo: o mesmo de se submeter a uma anestesia comum (entre uma a quatro mortes a cada 100 mil tratamentos).
Isso significa que a taxa de suicídio no Brasil é maior do que a chance de morrer durante uma sessão de eletroconvulsoterapia. Por aqui, são seis suicídios a cada 100 mil habitantes, de acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde).
Outro fato relevante é que, do passado de tortura para cá, a segurança virou um requisito a ser seguido. Tanto que o procedimento é indolor —graças a anestésicos obrigatórios e hoje aperfeiçoados— e há exigência de avaliação clínica completa do paciente, para identificar possíveis contraindicações.
Por último, o próprio aparelho para induzir estímulos elétricos mudou. O instrumento é usado com parâmetros para controlar a carga elétrica e o comprimento de onda específicos para cada pessoa. Mas deve haver cuidado, pois a máquina é complexa de ser manipulada e é preciso haver profissionais bem treinados —o que nem sempre é a realidade do sistema de saúde brasileiro.
O mecanismo de ação em si da eletroconvulsoterapia é desconhecido e alvo de debates, assim como ocorre com remédios psiquiátricos. O que se sabe é que o procedimento consiste em colocar eletrodos nas têmporas de uma pessoa, iniciando um estímulo elétrico que provoca convulsões leves, enquanto o paciente está anestesiado.
De modo geral, os cientistas acreditam que a corrente elétrica do estímulo reativa os neurônios em algumas regiões do cérebro, pois atua em neurotransmissores (mensageiros químicos dos neurônios). Assim, como resposta, a ECT faria o sistema nervoso voltar a funcionar de modo regulado.
“Enquanto os antidepressivos fazem um aumento de balanço de neurotransmissores ao longo de semanas e meses, a eletroconvulsoterapia faria isso de maneira mais rápida”, explica o psiquiatra José Gallucci Neto.
São normalmente recomendadas pelo menos 12 aplicações, de duas a três vezes por semana, mas esse número pode chegar a até 20 sessões se for necessária uma resposta adicional. Por último, o tratamento pode ter ainda uma fase de manutenção, de uma ECT por mês, por exemplo.
Contraindicações A eletroconvulsoterapia possui risco de complicação cardiovascular e há aumento da pressão arterial durante o procedimento, por isso é contraindicada para:
• Quem possui aumento de pressão intracraniana, tenha sido diagnosticado com tumor cerebral ou aneurisma
•Tenha tido infarto do miocárdio recente •Hipertensão arterial descontrolada •Arritmias cardíacas graves •Descompensações clínicas importantes, como um quadro infeccioso grave ou hipotireoidismo grave
Efeitos colaterais
Não necessariamente o paciente sofre todos os efeitos colaterais na ECT. Joana, por exemplo, teve só um deles: dor de cabeça passageira, que é tratável com analgésico convencional. Além desse incômodo, há chances baixas de náusea e também é possível ter déficit de memória recente, causado tanto pelo estímulo elétrico da ECT quanto pelo anestésico.
Conforme mostra a maioria dos estudos sobre o assunto, a “perda” de memória atinge principalmente o período circunscrito a cada sessão de eletroconvulsoterapia —ou seja, não há risco de se esquecer o que se fez no passado. “Tem paciente que acorda e fala, ‘doutor e aí? Vamos lá para o procedimento?’, mas já foi realizado. Ou pode ser que ele não se lembre do que fez no dia anterior, o que comeu. Ou se você pergunta se ele lembra de ter ido lá [no hospital], ele diz ‘mais ou menos’. A memória fica meio borrada”, descreve o psiquiatra.
Todavia, Neto explica que todos os cuidados são tomados para evitar esse déficit de memória, que é o efeito mais recorrente. Por exemplo, além de exames de memória, usa-se a chamada técnica unilateral (com um eletrodo apenas) e também se manipula o comprimento de onda elétrica para prevenir essa perda.
Se ECT causa convulsão, o corpo todo contorce?
Não há nenhuma contorção assustadora do corpo, como ocorria no passado, pois o anestesista aplica um relaxante muscular para evitar que a convulsão se manifeste de modo físico.
A droga atua na placa motora, entre o neurônio e o músculo. Com isso, se liga no mesmo lugar que o neurotransmissor se ligaria e os movimentos involuntários, quando ocorrem, são, na verdade, bem leves. Todavia, na primeira sessão de ECT esses movimentos sutis podem provocar um efeito peculiar.
Alguns músculos do crânio, ao serem afetados pelo relaxante muscular, podem dar a “sensação de a pessoa ter mastigado um alimento um pouco mais firme em uma refeição”, segundo Gabriel Guimarães, anestesista especializado em eletroconvulsoterapia. Outra sensação possível nessa primeira aplicação é o paciente sentir como se “tivesse malhado” devido à reação muscular à medicação. “No dia seguinte, ele não sente mais isso, pois o corpo já terá se adaptado àquela atividade muscular”, explica Guimarães, que atua no Instituto Castro e Santos e também no Hospital Sírio-Libanês de Brasília.
O que pode ocorrer também, segundo o anestesista, é o uso de um aparelho para impedir que o relaxante muscular chegue nos pés. Dessa maneira, só os pés se movem e é possível identificar a convulsão ocorrendo. Mas, claro, isso não significa que os parâmetros da pessoa deixarão de ser monitorados em um eletroencefalograma. Até porque existem também convulsões sem crises motoras.
O que dizem os críticos da ECT? Apesar de a eletroconvulsoterapia ser prática regulamentada no Brasil pelo Conselho Federal de Medicina (resolução CFM nº 2057/2013), em 2019 o tema causou alvoroço após a publicação de uma “nota técnica” do Ministério da Saúde que, entre outros fatores, autorizava a compra de equipamentos para ECT no âmbito do SUS (Sistema Único de Saúde).
O texto foi mais tarde retirado do ar, mas reforçou uma linha crítica, da qual faz parte o psiquiatra Paulo Amarante, coordenador do LAPS/ENSP/Fiocruz (Laboratório de Atenção Psicossocial da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca).
Amarante condena a falta de consenso na hora de se explicar o mecanismo de funcionamento da ECT. E ainda critica o fato de que o método seja um “ato de desespero e não terapêutico” usado por instituições médicas que não seguem parâmetros humanizados.
“É um mecanismo facilmente relacionado às situações de violência e violação de direitos humanos. Os aparelhos de eletroconvulsoterapia acabam sendo usados sem a devida prescrição profissional adequada. É um equipamento que teria que ter um controle mais rigoroso”, opina o profissional. O especialista também é contra o que ele chama de “lobby da indústria de equipamentos”, dentro de um contexto precário do sistema de saúde público. “O aparelho de eletroconvulsoterapia não tem necessidade na rede pública que não tem médicos para aplicá-lo ou não tem anestesia ou nem sequer médico anestesista para fazer a indução”, argumenta.
Falta de acesso Por outro lado, o psiquiatra José Gallucci Neto acredita que já ocorre um subuso da ECT, já que, segundo ele, muitos pacientes possuem dificuldade de ter acesso a instituições que a apliquem de modo responsável.
“Não é concebível que atualmente o Brasil ainda esteja em uma política de saúde mental que exclui a eletroconvulsoterapia e pune os pacientes a não terem um tratamento que pode salvar vidas”, opina.
A paciente Joana relata que encontrou dificuldade para conseguir passar pela eletroconvulsoterapia mesmo na rede privada. O plano de saúde da jovem negou o procedimento por não ter sido considerado “essencial”.
“Acredito que só consegui [a reversão da negativa] porque meu pai é promotor de Justiça”, recorda, e acrescenta que ainda há um “estigma” acerca do método terapêutico.
Referências: DE OLIVEIRA, Walter Ferreira. Eletroconvulsoterapia (ECT)/Eletrochoque: A produção de evidencias sobre seu uso, eficácia e eficiência. Cadernos Brasileiros de Saúde Mental/Brazilian Journal of Mental Health, v. 11, n. 28, 2019.
SIENAERT, Pascal. Based on a true story? The portrayal of ECT in international movies and television programs. Brain stimulation, v. 9, n. 6, 2016.
Pleno News- Na terça-feira (12), o conde Simon Bowes-Lyon, primo de terceiro grau da rainha Elizabeth II, se declarou culpado de violentar uma mulher, no Castelo de Glamis, na Escócia. Segundo informações da BBC, ele forçou a entrada num quarto onde a vítima estava dormindo durante um evento realizado no local.
O crime aconteceu no ano passado e segue sob investigação.
Simon, de 34 anos, agrediu repetidamente a jovem de 26 anos e tentou tirar sua camisola durante o ataque, que durou 20 minutos. Ele empurrou a vítima para a cama, a apalpou e tentou beijá-la.
A polícia foi acionada pela jovem na manhã seguinte ao ataque.
O conde escocês recebeu fiança e foi incluído no registro de criminosos sexuais. Fora do tribunal, ele disse que estava “muito envergonhado”.
Simon Bowes-Lyon Foto: Reprodução
Simon também falou que estava bêbado no dia do ataque.
– É evidente que tinha bebido em excesso na noite do incidente. Deveria ter sabido melhor. Reconheço, de qualquer forma, que o álcool não é desculpa para o meu comportamento. Achava que não era capaz de me comportar da maneira que agi, mas tive que enfrentar isso e assumir a responsabilidade. Minhas desculpas vão, acima de tudo, para a mulher em questão, mas também gostaria de pedir desculpas à família, amigos e colegas pelo sofrimento que lhes causei – declarou ele.
A sentença contra o primo da rainha foi adiada. Se condenado, o conde poderá pegar até cinco anos de cadeia.
Agência Brasil- Decola hoje (15) do Recife em direção a Mumbai, na Índia, o avião da companhia aérea Azul que vai buscar os 2 milhões de doses da vacina contra a covid-19 importadas do país asiático. A previsão é que a aeronave decole às 23h e chegue amanhã (16) à Índia.
Inicialmente o voo estava previsto para decolar na noite de ontem (14), também às 23h, mas a viagem foi reprogramada em razão de questões logísticas internacionais.
O voo com destino ao Recife partiu na tarde de ontem, por volta das 15h30, do Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP). A Azul comentou a alteração na viagem e disse que, após chegar à capital pernambucana, a tripulação pernoitaria na cidade, prosseguindo o voo nesta sexta-feira.
A volta da aeronave ao Brasil estava marcada para sábado(16), aterrissando no Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro. Mas, com a alteração no voo, ainda não há informações sobre o retorno do avião.
“A data de retorno ao Brasil, com a carga de vacinas estimada em 15 toneladas, ainda está sendo avaliada de acordo com o andamento dos trâmites da operação de logística feita pelo governo federal em parceria com a Azul”, disse o Ministério da Saúde, ontem, em nota.
Ao chegar, a vacina ainda precisa aguardar o aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A agência se reúne no domingo (17) para analisar o pedido de uso emergencial apresentado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), parceira da AstraZeneca e da Universidade de Oxford no Brasil.
De acordo com o ministério, a vacina será distribuída aos estados em até cinco dias após o aval da Anvisa para, assim, dar início à imunização em todo o país, de forma simultânea e gratuita.
A segurança no transporte das doses pelo Brasil será realizada pelas Forças Armadas, em ação conjunta com o Ministério da Defesa.
Aeronave
O avião que parte em direção à Índia é um Airbus A330neo, maior aeronave da frota da Azul, e estará equipado com contêineres específicos para garantir o controle de temperatura das doses, de acordo com as recomendações do fabricante. O avião percorrerá cerca de 15 mil quilômetros até o destino final.
O ministério informou que, além do apoio da Azul, conta com a Associação Brasileira de Empresas Aéreas por meio das companhias aéreas Gol, Latam e Voepass, para a logística de transporte gratuito da vacina.
Declaração foi dada durante transmissão ao vivo com o presidente Jair Bolsonaro
Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
Plenos News- O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, disse em live com o presidente Jair Bolsonaro que irá colocar seis aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) para transportar oxigênio para o Amazonas. Como o Broadcast Político mostrou mais cedo, o governo brasileiro pediu ajuda aos Estados Unidos (EUA) para tentar socorrer a rede de saúde do Amazonas após o estoque de oxigênio acabar em vários hospitais da capital, Manaus, nesta quinta-feira (14).
A situação levou pacientes internados à morte por asfixia, segundo relatos de médicos.
– A procura por oxigênio na capital subiu seis vezes, então, já estamos ai em 75 mil metros cúbicos de demanda de ar na capital e 15 mil metros cúbicos no interior. Estamos já com a segunda aeronave entrando em circuito hoje, a C-130 Hércules, fazendo o deslocamento Guarulhos – Manaus e a partir de amanhã entram mais duas e chegaremos a seis aeronaves, totalizando ai algo em torno de 30 mil metros cúbicos por dia, a partir de Guarulhos. Nessa ponte aérea, existem também os deslocamentos terrestres – afirmou Pazuello.
Pazuello disse ainda que Manaus, capital do estado, não teve a “efetiva ação no tratamento precoce da Covid-19” e reconheceu que há um colapso no atendimento público da cidade e que apoia o estado.
Presidente esteve no Hospital das Forças Armadas, em Brasília
Foto: Alan Santos/ PR
Pleno News- O presidente da República, Jair Bolsonaro, realizou exames no Hospital das Forças Armadas, em Brasília, na manhã desta quinta-feira (14). De acordo com o Palácio do Planalto, Bolsonaro está bem de saúde e se submeteu aos exames devido às últimas cirurgias.
Em setembro do ano passado, o presidente se submeteu a um procedimento para a retirada de um cálculo da bexiga. Foi a sexta cirurgia pela qual o presidente da República passou desde que levou uma facada durante a campanha presidencial, em 2018, apesar de a mais recente não estar relacionada ao crime, segundo o próprio chefe do Planalto.
Após os exames, Bolsonaro despachou no Palácio do Planalto conforme a agenda oficial.
Há vagas para Feira de Santana, Alagoinhas, Barreiras, Cachoeira, Camaçari, Eunápolis, Ilhéus, Juazeiro, Lauro de Freitas e outras cidades;
Foto: João Alvarez/Fieb
O Senai Bahia está com inscrições abertas para processo seletivo para 823 vagas gratuitas de Cursos de Aprendizagem Industrial Básica em 15 municípios baianos. As oportunidades são voltadas para jovens entre 14 a 21 anos. Os candidatos aprovados no processo seletivo poderão ser contratados na condição de jovem aprendiz de acordo com a demanda das indústrias.
As vagas são para os cursos de Assistente Administrativo, Assistente de Produção, Auxiliar de Curtimento e Acabamento de Couro, Mecânico de Manutenção de Máquinas Industriais e Mecânico de Usinagem Convencional, nas unidades do Senai de Feira de Santana, Alagoinhas, Barreiras, Cachoeira, Camaçari, Eunápolis, Ilhéus, Juazeiro, Lauro de Freitas, Luís Eduardo Magalhães, Paulo Afonso, Santo Antônio de Jesus, Salvador (unidades Dendezeiros e Cimatec), Serrinha e Vitória da Conquista.
O edital com todas as informações sobre o processo seletivo está disponível no site do Senai (www.aprendizagemsenaiba.com.br), onde os candidatos também devem realizar a inscrição, que será apenas pela internet, até o dia 26 de janeiro.
O resultado do processo seletivo será divulgado no dia 01 de fevereiro de 2021. A confirmação da matrícula obedecerá à classificação geral, por ordem de inscrição, limitada ao número de vagas por unidade, curso e turno.
AULAS
As aulas serão ministradas pela internet, por meio da Plataforma Meu Senai, de forma síncrona (ao vivo). Por isso, para que o aluno acompanhe as aulas, é preciso dispor de computador com acesso à internet.
Para as turmas do curso de Mecânico de Manutenção de Máquinas Industriais, além das aulas remotas na plataforma Meu Senai (380 horas), serão realizadas aulas práticas presenciais, fundamentais para o desenvolvimento das competências técnicas aplicadas (100 horas), nas unidades do SENAI ofertantes deste curso.
O mesmo ocorrerá com o curso de Mecânico de Usinagem Convencional, que, além das aulas remotas na plataforma Meu Senai (390 horas), terá aulas práticas presenciais (130 horas) na unidade do Senai Cimatec.
O edital prevê que as aulas dos cursos de Assistente de Produção, dos municípios de Barreiras e Luís Eduardo Magalhães, sejam realizadas de forma presencial.
Em carta aberta direcionada ao Governo Municipal, entidades relatam que após cinco meses completamente fechados, conforme determinado decreto municipal, e agora com a restrição no horário de funcionamento, o setor está ameaçado e vem gerando demissões.
Foto: Divulgação
Bom dia Feira- As entidades representativas dos setores produtivos de Feira de Santana, em apoio ao Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Feira de Santana SindFeira de Santana, que representa todo o setor produtivo dos restaurantes e bares da cidade, idealizaram uma carta aberta direcionada ao Governo Municipal, onde listam fatores favoráveis a autorização de medidas mais flexíveis relacionadas ao funcionamento do setor.
Desde o final de dezembro de 2020, os estabelecimentos tiveram horário restrito até às 21h, como medida preventiva da Covid-19. De acordo com o documento, ‘após a paralisação total das atividades do setor, foi liberado o funcionamento no dia 04/08/2020 e o segundo pico da doença só ocorreu no dia 10/12/20, quatro meses após a volta das atividades, demonstrando que o setor não é o responsável direto pelo aumento do número de infectados’.
A carta aberta destaca ainda que ‘a restrição de funcionamento do setor após as 21h inviabiliza esses estabelecimentos, pois como trata-se de preparo de refeições (jantar ou petiscos), os últimos pedidos para a cozinha devem ser feitos até no máximo às 20h, para que dê tempo ao preparo da refeição, entrega na mesa, consumo pelo cliente e efetivo fechamento da conta, ou seja, os ÚLTIMOS clientes da noite têm que fazerem seus pedidos até às 20h.
Muitos estabelecimentos estão optando por fecharem à noite, pois os custos superam as possíveis receitas’.
Os representantes relatam ainda que após cinco meses completamente fechados, conforme determinado decreto municipal, e agora com a restrição do horário de funcionamento, o setor está ameaçado e vem gerando demissões.
Diante disso, foi solicita ao Poder Público Municipal que reconsiderasse dois pontos importantes no atual decreto, fazendo de imediato as seguintes alterações: 1. Ampliar o horário de funcionamento até as 23h.
2. Aumentar do número de pessoas por mesa para seis, tendo em vista que famílias têm desistido de ir ao restaurante pela limitação de apenas quatro pessoas.
Para o SindFeira de Santana, as duas flexibilizações não trarão maior impacto no combate ao Coronavírus e pode salvar importante setor, gerador de empregos, renda e impostos para o município.
Assinaram o documento:
Marcelo Alexandrino Souza da ACEFS – Associação Comercial e empresarial de Feira de Santana
Augusto Fábio Soares do CIFS Centro das Indústrias de Feira de Santana
Marcos Regis do SIMAGRAN Sindicato da Indústria de Mármores e Granitos e Similares da Bahia
Luis Mercês da CDL Câmara de Dirigentes Lojistas de feira de Santana,
José Carlos Morais Lima do SICOMFS Sindicato do Comércio de Feira de Santana
Getúlio Andrade do SINDFeira de Santana Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Feira de Santana,
João Baptista Ferreira do SIPACEB Sindicato da Indústria de panificação e Confeitaria do Estado da Bahia
Edison Virgílio Nogueira Correia do SINDVEST Sindicato de das Indústrias de Vestuário de Feira de Santana
Luis Fernando Kunrath do SIMMEFS Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Materiais Elétricos de Feira de Santana
Luís Neto do SINDPLASF Sindicato das Indústrias de Artefatos de Plástico
Antonio Sobrinho do SINDTTURHFS – SINDICATO DOS TRABAHADORES EM TURISMO E HOSPITALIDADE DE FEIRA DE SANTANA.
Os passeios das casas do conjunto Morada do Sol amanheceram, nesta quinta-feira, 14, cheios de materiais sem utilidade, como pneus, restos de construções, eletrodomésticos quebrados, entre outros itens. É que as equipes da Secretaria de Serviços Públicos (SESP) e da Superintendência de Operações e Manutenção (SOMA) deram início à primeira Força Tarefa Integrada.
Homens e mulheres atuaram em toda a região, podando árvores, trocando lâmpadas, cortando gramas, varrendo ruas, recolhendo o lixo, tapando buracos e pintando o meio fio. O faxinaço continua nesta sexta-feira, 15.
Moradora da localidade, a aposentada Edinaide Varjão aproveitou para descartar alguns eletrodomésticos, que já não serviam, entre outros itens que não podem ser levados pela coleta de lixo. “Achei muito boa essa iniciativa. Foi uma oportunidade para desocupar a minha casa e jogar esse lixo fora”, comentou.
De acordo com o diretor do departamento de Áreas Verdes e secretário interino de Serviços Públicos, João Falcão, a iniciativa é um estudo experimental. Dias antes, as equipes avaliaram as necessidades e problemas da região para concentrar e aperfeiçoar a atuação dos serviços.
“O conjunto Morada do Sol foi a primeira localidade, por ser menor, mas pretendemos levar essa ação conjunta para outros bairros da cidade”, afirma.
Feira de Santana supera a marca de 20 mil recuperados da Covid-19. Até agora, são exatamente 20.540 pacientes livres da doença, índice que representa 93% dos casos confirmados. Além disso, nas últimas 24h foram registrados 528 exames negativos para o vírus e 255 casos positivos.
O boletim epidemiológico contabiliza ainda 62 pacientes internados no município e 1.114 casos ativos, ou seja, pessoas que ainda estão com a doença. O informativo também confirma mais duas mortes. A informação é da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde nesta quinta-feira (14).
Relatório sobre Covid-19 em Feira de Santana NÚMEROS DESTA QUINTA-FEIRA 14 de janeiro de 2021
Casos confirmados no dia: 255 Pacientes recuperados no dia: 820 Resultados negativos no dia: 528 Óbitos comunicados no dia: 2 Datas dos óbitos: 27/12 e 09/01 Total de pacientes hospitalizados no município: 62
A Secretaria de Saúde ressalta que a inclusão no boletim dos registros de óbito por Covid-19 é feita quando a declaração de óbito, ficha de notificação e resultado do exame positivo para a doença chegam à Vigilância Epidemiológica.
NÚMEROS TOTAIS
Total de pacientes ativos: 1.144 Total de casos confirmados no município: 22.071 (Período de 06 de março de 2020 a 14 de janeiro de 2021) Total de pacientes em isolamento domiciliar: 1.082 Total de recuperados no município: 20.540 Total de exames negativos: 30.410 (Período de 06 de março de 2020 a 14 de janeiro de 2021) Aguardando resultado do exame: 817 Total de óbitos: 387
INFORMAÇÕES TESTES RÁPIDOS
Total de testes rápidos realizados: 20.545 (Período de 06 de março de 2020 a 14 de janeiro de 2021) Resultado positivo: 3.676 (Período de 06 de março de 2020 a 14 de janeiro de 2021) Em isolamento domiciliar: 7 Resultado negativo: 16.869 (Período de 06 de março de 2020 a 14 de janeiro de 2021)
O teste rápido isoladamente não confirma nem exclui completamente o diagnóstico para covid-19, devendo ser usado como um teste para auxílio diagnóstico, conforme a nota técnica COE Saúde Nº 54 de 08 de abril de 2020 (atualizada em 04/06/20).
Assessoria de Comunicação da Secretaria Municipal de Saúde de Feira de Santana